terça-feira, 31 de maio de 2011

"Perguntem às crianças de 11 anos se são homossexuais"

Inglaterra: Crianças com idades que podem começar nos 11 deveriam ser questionados sobre a sua orientação sexual e os seus pais não precisam de saber de nada. Quem fala assim é a horrível Comissão pela Igualdade e pelos Direitos Humanos (sigla em inglês: EHRC). A proposta, que justificadamente pode horrorizar muitos pais, foi catalogada de "sinistra".

Claro que para o grupo de pessoas que usa as suas preferências sexuais como fonte de direitos, não há nada de mal em fazer perguntas sexuais a crianças de 11 anos. Ou há?

Como forma de prevenir a "descriminação", um relatório publicado pela EHRC alega que as crianças deveriam ser questionadas se são homossexuais, bissexuais, em dúvida ou heterossexuais. O mesmo relatório satânico avisa contra a catalogação dos desejos homossexuais dos jovens como uma "fase". Ou seja, se um jovem disser que sente algum tipo de confusão sexual e acha que é homossexual, a EHRC avisa para não pensar que isso é só uma fase, mas assumir que é mesmo essa a sua "orientação" sexual.

Os activistas homossexuais (quem mais?) têm feito campanhas desesperadas de modo a que as pessoas não tratem a alegada homossexualidade dos menores como uma fase. Os activistas querem que seja permanente e que seja considerado permanente.

Embora o relatório admita que obter o consentimento paternal antes de se questionarem as crianças seja "considerada uma boa práctica", o mesmo relatório diz também que "não há requerimento legal em relação a pesquisas sociais". Isto parece indicar que se um homem na estrada chegar perto dum rapaz de 11 anos e perguntar se gosta de ter relações sexuais com outros homens, isto pode ser considerado um crime (aliciamento) e o homem ser lançado na prisão. Mas se um activista homossexual disser que está a fazer "uma pesquisa social", isso já é permitido.

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Graham Stuart do Partido Conservador inglês já catalogou a iniciativa de "invasiva, sinistra e ameaçadora". A pergunta que eu gostaria de fazer ao sr Graham é: há alguma medida proposta pelos activistas homossexuais que não seja "invasiva, sinistra e ameaçadora?" Perguntem ao Júlio Severo.

Graham diz ainda que:

A escola deveria ser um lugar seguro, e não um lugar onde as crianças são usadas como forma de protesto; além disso, muitas crianças não vão entender do que é que se está a falar.
O relatório diz ainda que "muitos jovens começam a questionar a sua orientação sexual a partir de idades como 8, e podem mesmo começar a identificarem-se como LGB (lésbica, gay ou bissexual) desde o princípio da adolescência". Muitos jovens também começam a questionar a autoridade dos pais a partir da adolescência, mas ninguém sugere que isso é louvável ou algo que o Estado deva promover.

Um porta-voz pela EHRC disse que não acreditava que as crianças devessem ser rotineiramente questionadas acerca da sua sexualidade. O porta-voz acrescentou ainda: "Isto é uma pesquisa independente produzida de modo a ajudar a comissão a informar as suas directrizes em torno da política."

Na semana passada foi revelado que a EHRC está em vias de ver algumas das suas responsabilidades retiradas. As alterações propostas à Comissão foram publicadas como parte de uma consultação de três meses por parte da Home Office.

A perturbada EHRC financiou o caso levantado por um par de homossexuais contra os donos Cristãos da B&B quando estes rejeitaram a sua admissão a um dos seus quartos por não reconhecerem o "casamento" homossexual como um que esteja de acordo com a política vigente nas suas instalações.

No princípio do mês passado a Comissão teve que fazer reverter a sua intenção de extorquir mais dinheiro do casal de idosos quando o tiro saiu pela culatra. Segundo foi dito, o gesto foi um "erro de julgamento". Na semana anterior a Comissão havia sido forçada a pedir desculpas depois de alegar que pais adoptivos Cristãos poderiam prejudicar as crianças ao "infectá-las" com os seus valores morais.

No ano passado a mesma Comissão foi criticada pela Secretária do Estado Theresa May pelo seu "registo" de desperdício do dinheiro dos contribuintes.

Fonte


Esta Comissão mais não é do que uma perda de dinheiro público em favor da agenda sodomita. Como é que perguntar a crianças de 11 anos qual é a sua orientação sexual (sem o conhecimento dos pais) ajuda a haver uma mitológica "igualdade"?

Outra coisa importante é o próprio nome da Comissão: "Igualdade" e "Direitos Humanos". Estes pervertidos não só querem colocar a homossexualidade ao mesmo nível da heterossexualidade (ou até num nível superior) como ainda parece defender a tese de que gostos sexuais são fonte de direito.

Para começar, a homossexualidade não tem nada que tentar ser igual à heterossexualidade uma vez que a primeira práctica é um vício e a segunda é uma necessidade básica para a perpetuação da espécie humana. Querer colocar ao mesmo nível uma necessidade primordial do ser humano (reprodução) com um vício sexual auto-destrutivo é uma ofensa.

Que a homossexualidade (especialmente entre homens) não é igual à heterossexualidade é também feito manifesto pela rejeição dos bancos de sangue de sangue doado por homens homossexuais. Clinicamente falando, o comportamento homossexual é claramente nocivo e por isso é que a Medicina rejeita o seu sangue.

Tendo isto em conta, porque é que os activistas homossexuais e os seus companheiros marxistas culturais querem "igualdade" para prácticas claramente desiguais?

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Sodomita: "Queremos indoutrinar as crianças"

Um blogueiro sodomita americano admitiu o que quase toda a gente já sabe: os activistas homossexuais querem mesmo indoutrinar as crianças em favor das suas perversões homossexuais.

Escrevendo num blog LGBT, Daniel Villarreal disse:

Queremos que os educadores ensinem as gerações futuras àcerca da nossa sexualidade "queer". De facto, o nosso futuro depende disso.
Posição curiosa esta uma vez que durante séculos não se ensinou às crianças sobre o auto-destrutivo comportamento homossexual no entanto isso não eliminou a existência de sodomitas.
Qual seria o propósito de se avançar com programas "anti-bullying" ou estudos sociais que ensinam as crianças àcerca das contribuições históricas de famosos homossexuais se nós não quiséssemos deliberadamente educar as crianças de modo a que elas aceitassem a nossa sexualidade "queer" como normal?
Ficamos a saber, portanto, que o propósito das leis "anti-bullying" ou os "kit gays" não visam proteger os homossexuais de violência mas sim indoutrinar crianças em favor da sua escolha sexual auto-destrutiva.

Da próxima vez que um membro do esquerdume alegar que o ensino de normas anti-bullying não visa a normalização da sodomia, vai dar jeito ter à mão as palavras do homossexual Daniel Villareal.

Nós e muitos outras pessoas queremos indoutrinar, recrutar, ensinar e expôr as crianças à nossa sexualidade e NÃO HÁ NADA DE MAL COM ISSO.
As maiúsculas estão no original, portanto esse é um ponto que o sodomita queria vincar.

Reparem na frase "recrutar". Essa frase pode ter o significado de "recrutar; convocar; alcançar". É isso que os homossexuais querem fazer com os filhos alheios, isto é, recrutá-los para o seu estilo de vida? Querem eles também expôr as crianças ao sórdido mundo do homossexualismo? Pelos vistos, sim.

Em Inglaterra os sodomitas tem ganho acesso às escolas ao fazer com que estas adoptem campanhas "anti-bullying".No princípio de Maio de 2011 o grupo sodomita Stonewall revelou que estava em vias de gastar dezenas de milhares de libras ao enviar um "conjunto de treino do professor" a todas as escolas primárias da Grá-Bretanha. Sim, o grupo homossexual Stonewall acha aceitável enviar material que visa normalizar a sodomia a crianças em idade primária.

No princípio de Março ficou-se a saber que este mesmo grupo havia já enviado "conjuntos de treino" a algumas escolas primárias e que um governador qualificou o material contencioso de "indoutrinação".

Perigo.

Nos EUA, Brian Brown, presidente da organização "National Organization for Marriage", avisou dos perigos das campanhas que visam institucionalizar o "gaysamento". Ele disse:

O "casamento" homossexual é o ponto fulcral de um movimento ambicioso que visa usar o poder do governo, incluindo as escolas públicas, como forma de impôr ao público uma nova moralidade na mente dos americanos, especialmente nas nossas crianças.

Se nós falharmos na defesa do casamento como algo íntegro, decente e puro, as nossas crianças irão em breve viver num mundo onde a visão tradicional do casamento vai ser tratada como odiosa, desacreditada e preconceituosa, quer os pais gostem ou não.

Fonte

Lembram-se daqueles slogans que diziam algo como "mantenham o Estado fora do meu quarto!"? Pelos vistos o Estado tem que ficar fora dos quartos homossexuais, mas os homossexuais já podem trazer a sua "sexualidade" (se é que se pode chamar ao que eles fazem de sexualidade) às instituições estatais.

O que interessa reter das declarações de Daniel Villareal é que os seus programas "anti-bullying" são apenas os cavalos de Tróia no seu propósito de indoutrinar as crianças em favor das suas perversões escolares.

Como isto é assim, então os pais que sejam contra a indoutrinação de seus filhos em favor dum comportamento sexual claramente nefasto tem todo o direito de se opor a estas medidas - nem que seja com o uso de métodos menos convencionais.

domingo, 29 de maio de 2011

Frank Lombard e a sabedoria da adopção homossexual

Notícia com alguns anos, mas mesmo assim, relevante.

Oficial da Universidade Duke preso e acusado de oferecer rapaz de 5 anos para sexo.

Frank Mccorkle Lombard, director assistente do Centro para Políticas de Saúde, foi preso na Quarta Feira, 24 de Junho, depois de uma operação policial feita através da internet.

As autoridades afirmam que Lombard tentou persuadir uma pessoa - que ele não sabia ser um agente da polícia - a viajar para a Carolina do Norte para ter relações sexuais com uma criança.

Os detectives afirmam que Lombard declarou através da internet já ter molestado o rapaz. Os documentos legais dizem também que Lombard convidou o polícia a viajar até Carolina do Norte para ter relações sexuais com o pequeno rapaz, e até sugeriu que hotéis ele deveria usar.

Lombard disse que "gostava de incesto" e que ele tinha adoptado dois rapazes de etnia negra.
Oh.. mas as coisas ficam bem piores...
Na Segunda Feira, o detective Timothy Palchak da "Washington Metropolitan Police Department" conversou online com um indivíduo alcunhado de "F.L.".O detective descreveu actos sexuais específicos que F.L. executou na criança de 5 anos.
Na transcrição das conversas entre o detective e F.L., este último é questionado sobre a forma de ter acesso a crianças tão jovens. Resposta do pedófilo?
"Adoptando. E o processo não é difícil se a criança for negra."
Este pedófilo homossexual com o "screen name" de F.L. (Frank Lombard?) diz que a forma mais fácil dum pedófilo ter acesso a crianças é.....adoptando.

Nessa tal conversa, F.L. disse ao detective Palchak que abusar crianças é "mais fácil quando elas não sabem o que lhes está a acontecer e quando eles não podiam falar." O pedófilo homossexual acrescentou que a criança "tinha ingerido demasiado Benadryl. Estava completamente pedrado."


Drogar crianças e depois abusar delas. Mais um evento que reforça a "sabedoria" de se entregar crianças indefesas a grupos sociais cujo estilo de vida é marcado por excessos sexuais.

A diferença entre tendência homossexual e práctica homossexual

Fonte

Apostolado Spiritus Paraclitus

Qual é a sua opinião sobre o chamado “Casamento” Homossexual?

Responda à nossa pesquisa!

Sr. Cônego, a imprensa tem tratado com muita freqüência do problema da homossexualidade. O Sr. poderia dizer o que ensina a Igreja Católica a respeito, e o que Ela recomenda para a pessoa se afastar desse vício?

Resposta:

Com muito gosto me honrarei de dar aos caros leitores de Catolicismo alguma orientação sobre o problema da homossexualidade e homossexualismo, assunto tão delicado, mas também tão atual quanto sinistro.

A respeito da homossexualidade, a doutrina católica distingue entre a tendência homossexual (homossexualidade) — que pode ser devida a defeitos genéticos, de educação ou a fatores psicológicos e morais — e a prática homossexual (homossexualismo).

Tendência homossexual

A tendência homossexual é uma paixão, isto é, um apetite desordenado, que já denota um desvio da natureza, pois o instinto sexual normalmente só se manifesta em relação a pessoas de outro sexo, uma vez que foi dado ao homem e à mulher com vista à procriação.

A pessoa que sofre essa tentação — contrária à natureza, é preciso realçar — tem obrigação moral de combatê-la a ferro e fogo, e não consentir absolutamente em nada do que ela pede. Nem por pensamentos, nem por palavras, nem por atos. Se a pessoa assim agir, estará isenta de culpa. É tentação vencida, é vitória alcançada. É aumento em graça e virtude!

A paixão pode solicitar até veementemente para um ato mau, mas se a pessoa tentada não consente, lutando para afastar o mau pensamento e fugindo das ocasiões de queda, não só não comete pecado, mas ganha méritos perante Deus, pela batalha vitoriosa que desenvolve contra as más inclinações que tem dentro de si, triste herança do pecado original.

Como combater essa má tendência

Um dos segredos da vitória nessa matéria está na estratégia do combate aos maus pensamentos.

A batalha contra os maus pensamentos deve começar muito antes que eles despontem na imaginação ou na memória, isto é, muito antes que nasçam na cabeça. A resistência deve começar pelo combate à raiz desses maus pensamentos.

Qual é essa raiz?

Geralmente as pessoas com tendência homossexual são tendentes a uma visão acentuadamente egoísta da vida, de cunho sentimental e romântico. No fundo, gostam de admirar-se, “adorar-se”, de se acharem maravilhosas e sublimes, e de se considerarem incompreendidas pelos outros. É com base nessa mentira que, de início até imperceptivelmente, põem-se a procurar uma “alma irmã” que as compreenda. E uma “alma irmã” do mesmo sexo…

Se uma pessoa assim não combate essa auto-contemplação e esse sonho a respeito de sua suposta sublimidade, ela põe o pé na rampa, derrapando depois para todas as desordens monstruosas da vida homossexual. A esse respeito, leia na Sagrada Escritura o que diz São Paulo na Epístola aos Romanos, cap. 1, vers. 21 a 32. É impressionante.

Outro segredo é a fuga das ocasiões próximas de pecado.

Segundo a doutrina católica, há obrigação moral sub-gravi de evitá-las.

Uma ocasião de pecado é próxima quando se percebe que pode levar logo ao pecado. Por exemplo, manter amizade e freqüentar rodas de pessoas do mesmo sexo em relação às quais o indivíduo, por um apelo de seus instintos desviados, sente atração homossexual.

Assim, falar de “amizade” entre homossexuais sem temer que acabe, mais cedo ou mais tarde, desfechando no ato abominável, é o mesmo que achar possível brincar de riscar fósforos a dois milímetros da boca aberta de um tonel de gasolina e não prever a explosão. Não é lícito.

Prática homossexual

Por outro lado, a prática homossexual — ou seja, manter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo — constitui um pecado abominável aos olhos de Deus, daqueles que a Igreja classifica como “pecados que clamam a Deus por vingança”.

De fato, na Sagrada Escritura são várias as condenações explícitas a esse pecado, mostrando eloqüentemente a sua ignomínia. Basta citar o proverbial exemplo das cidades de Sodoma e Gomorra, que foram destruídas num apocalíptico dilúvio de fogo vindo do céu, como castigo por esse pecado (Cfr. Gen., cap. 18 e 19). Também no Levítico a condenação ao homossexualismo é clara e radical: “Aquele que pecar com um homem como se fosse mulher, ambos cometem coisa execranda e sejam punidos de morte; o seu sangue caia sobre eles” (20, 13). Existem ainda condenações ao abjeto ato sodomítico em outros livros da Bíblia, que seria supérfluo acrescentar.

Requinte desenfreado de luxúria

Nem sempre a prática homossexual (homossexualismo) deriva de uma tendência (homossexualidade) observada desde a juventude ou mesmo desde a infância. Muitas pessoas se tornam homossexuais por um requinte desenfreado de luxúria. Querem ter novas “experiências” nessa matéria, embora antes fossem perfeitamente normais, ou seja, heterossexuais de tendência e de prática. Isto constitui um pecado ainda mais grave, pois não se trata apenas de uma concessão à tendência desregrada e antinatural que porventura a pessoa já tivesse, mas sim da procura deliberada de um pecado contra a natureza, em busca de novas sensações torpes e vergonhosas, severamente proibidas por Deus.

“Vítima” do homossexualismo

Outras vezes uma pessoa de tendência originária normal, heterossexual, pode ser “forçada” — note bem: forçada — a adotar práticas homossexuais devido a uma permanência prolongada em certos ambientes de baixo nível moral, como penitenciárias, navios em viagens de longo curso, etc. Neste caso o pecado, embora gravíssimo e abominável, pode não ter o mesmo grau de abominação do caso anterior, principalmente se a pessoa for vítima de violência para consentir no ato torpe. Mas deve heroicamente opor toda a resistência possível, sacrificando até a própria vida, a exemplo de uma Santa Inês, de Santa Maria Goretti e de tantos outros heróis da Fé e da Pureza.

As pessoas que adotam práticas homossexuais nestas duas circunstâncias, geralmente ficam sendo taradas bissexuais, ou seja, com tendência e práticas sexuais com pessoas do mesmo sexo e do outro. Neste caso, suas práticas homossexuais constituem pecado gravíssimo contra a natureza, que clamam a Deus por vingança devido ao extremo grau de malícia que lhes é próprio, enquanto as relações heterossexuais, se realizadas fora do casamento, constituem pecado de fornicação ou, mais grave ainda, de adultério.

A importância da oração e dos Sacramentos

Para evitar isso, é preciso pedir a graça de Deus e a especial proteção de Nossa Senhora. O que se consegue rezando e freqüentando assiduamente os Sacramentos. Porque, sem o auxílio sobrenatural da graça, nenhum homem é capaz de cumprir estavelmente os Dez Mandamentos, sobretudo o 6º e o 9º, ainda mais no mundo permissivista em que vivemos.

Sr. Cônego, no último número de Catolicismo o Sr. abordou o problema da homossexualidade. Ficaram, entretanto, algumas questões pendentes sobre o mesmo assunto. Peço ao Sr. o favor de dar uma orientação a respeito de dois problemas que, segundo creio, ainda não foram tratados.

Em primeiro lugar, embora o homossexualismo seja uma aberração, homossexuais existem. Então qual deve ser a atitude de um católico quando no dia-a-dia encontra uma pessoa com tal vício?

Outro problema é a questão da AIDS. O que pensar sobre essa doença? Como evitá-la?

Tendo em vista sobretudo o bem das almas, dou aos caros leitores de Catolicismo alguns conselhos sobre a atitude que o bom católico deve tomar em relação aos homossexuais, e alguns esclarecimentos sobre a AIDS.

Como se portar diante de sodomitas? Aí a reta orientação distingue entre a tendência e as práticas homossexuais.

Uma pessoa — como acentuamos no artigo anterior — pode ter a infelicidade de apresentar uma tendência homossexual, pela qual não é responsável, observada desde a adolescência, ou mesmo desde a infância. Mas aceita esta cruz com humildade, reconhecendo que é uma tendência desordenada e antinatural, contra a qual deve lutar. Procura então resistir aos seus impulsos, e levar uma vida continente e casta, para ser fiel à Lei de Deus. Tal pessoa merece nosso respeito, consideração e ajuda. Se, talvez por fraqueza, teve a desgraça de cair no pecado infamante do homossexualismo, porém mostra verdadeiro arrependimento, reconhecendo que cometeu um pecado gravíssimo, e tem o firme propósito de jamais voltar a ceder, evitando todas as ocasiões para a queda, então poderá ainda merecer nossa serena compaixão e ajuda. Não deve ser discriminada em razão dessa mórbida tendência, mas advertida energicamente para que jamais freqüente ambientes que lhe sirvam de ocasião próxima de pecado.

Repito: quando se trata de matéria grave, o simples expor-se à ocasião próxima já constitui pecado mortal. “Orai e vigiai para não entrardes em tentação”, adverte Nosso Senhor (Mt. 26, 41). “Sede sóbrios e vigiai”, repete São Pedro Apóstolo (I Ped. 5, 8).

O que fazer ante os homossexuais cínicos e agressivos?

Como vimos, há outras pessoas em que a homossexualidade não se reduz a uma simples tendência, mas também se manifesta por prática consciente e contumaz, à qual dão toda a sua adesão interna e externa. E fazem de sua homossexualidade uma bandeira para a qual pedem o reconhecimento da sociedade, de modo arrogante, petulante e agressivo, exigindo que suas práticas obscenas, execráveis e antinaturais sejam reconhecidas como um comportamento normal, sadio e legítimo. Os que assim se conduzem devem merecer dos católicos o repúdio votado a todos os pecadores públicos e insolentes, que se declaram ou se comportam como inimigos de Deus e de Sua Santa Lei.

Em todo ambiente onde se encontram, seja ele familiar, profissional ou social, tais pessoas fazem propaganda do homossexualismo, procurando tornar aceito na sociedade um pecado que brada ao Céu e clama a Deus por vingança, ou, pelo menos, criar uma atmosfera de indiferença respeitosa e cínica em relação a tal pecado. Um homossexual dessa espécie, ocupando um cargo de professor, por exemplo, vai incutir nos alunos uma atitude de aprovação em relação ao comportamento homossexual, como também estimular tendências homossexuais porventura existentes em algum deles, para que se consumem nas práticas sodomíticas.

Homossexuais assim são como células cancerosas e pútridas no corpo social. Devem ser repudiados, com nota de execração.

Que Nossa Senhora livre o Brasil dessa infâmia

Recomendo a todos leitores de Catolicismo que peçam instantemente a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, que livre nossa Pátria dessa lepra do homossexualismo, que vem conspurcando a Terra de Santa Cruz; e muito especialmente, que não permita seja aprovado no Congresso Nacional o torpe projeto de lei que institui o “casamento” entre homossexuais. Isto constituirá uma insolente ofensa feita a Deus e a Nossa Senhora pelos legisladores do País. e que atrairá sobre o Brasil grandes castigos, pois será a legalização e a legitimação oficial de um pecado infame que clama a Deus por vingança, alinhando-nos a Sodoma e Gomorra…

A respeito do problema da AIDS, o que dizer?

É uma peste.

Segundo as autoridades sanitárias, ela é produzida por um vírus, o HIV, que pode ser transmitido diretamente pelo sangue (transfusões, injeções com agulhas ou seringas contaminadas, penetração do vírus por meio de feridas, etc.) ou por meio de relações sexuais, como ocorre freqüentemente.

Quanto às relações sexuais, a que de longe contamina com mais facilidade é o tipo de relação antinatural e infame praticada pelos homossexuais masculinos. É de se observar que este modo antinatural e gravemente pecaminoso de relacionamento sexual também pode ser praticado entre homem e mulher, e até mesmo — oh vergonha! — entre esposo e esposa. Quando dizem que a contaminação pelo HIV está aumentando nas relações heterossexuais, o que na realidade acontece muitas vezes é sua transmissão por meio dessas práticas antinaturais entre homem e mulher.

Cumpre ainda notar que as chamadas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), que se transmitem por meio de relações sexuais, também facilitam a contaminação pelo HIV.

Assim, confirma-se como fato incontestado aquilo que a Igreja sempre afirmou: o melhor meio de evitar tais doenças, inclusive a AIDs, não é o uso de preservativos, terminantemente proibidos pela moral católica e tão propagados pelas autoridades, mas sim a prática da virtude da castidade, a prática da continência sexual.

Numa palavra: a vacina contra a AIDS chama-se 6º e 9º Mandamentos!

Diálogo com Deus Pai – Visão de Santa Catarina sobre a impureza

“(…) esses infelizes, não somente não refreiam tal tendência, mas fazem algo de muito pior e caem no vício contra a natureza. São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. Desagrada-me este último pecado, pois sou a pureza eterna. Ele me é tão abominável, que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades (cf. Sb 10,6). Minha justiça não mais consegue suportá-lo. Esse pecado, aliás, não desagrada somente a mim. É insuportável aos próprios demônios, que são tidos como patrões por aqueles infelizes ministros. Os demônios não toleram esse pecado. Não porque desejam a virtude; por sua origem angélica, recusam-se a ver tão hediondo vício. Eles atiram as flechas envenenadas de concupiscência, mas voltam-se no momento em que o pecado é cometido”. (Santa Catarina de Sena, O Diálogo, 2a ed., Paulinas, 1984).

Fonte: Revista Catolicismo.

sábado, 28 de maio de 2011

Brasil mostra a força do seu Cristianismo ao rejeitar indoutrinação sodomita

Mais uma vez os socialistas brasileiros deparam-se com o Cristianismo forte e vibrante dos brasileiros.

Ao contrário de Portugal, onde os socialistas , os aborcionistas e os grupos pró-sodomia têm feito practicamente o que querem em matéria de indoutrinação pró-sodomia e pró-matança de bebés, os brasileiros mostraram levarem mais a sério o seu compromisso com a vida, com a santidade do casamento e com a saúde psicológica das crianças.

Como diz e muito bem o exilado Júlio Severo, Quer Dilma tenha recuado ou não, as lideranças católicas e evangélicas não deveriam recuar”. Ou seja, a guerra não acabou; eles apenas fizeram um recuo estratégico até a hora em que eles achem que a sociedade brasileira já está "pronta" para permitir que se ensine a sodomia a crianças de 10, 12 ou até mais novas.

Os esquerdistas que visam usar as escolas públicas para o ensino da sodomia vão mais cedo ou mais tarde voltar com novos planos, novos slogans e novas estratégias.

Olhando para o que se passa no Brasil, o Cristão português tem que orar a Deus que suscite no meio de nós pessoas como o Júlio Severo ou como o professor Olavo de Carvalho.


Depois de indignação pública, presidenta Dilma cancela kit de doutrinação homossexual nas escolas

BRASIL, 27 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Dilma Rousseff, a presidenta do Brasil, concordou em eliminar um kit muito explícito aprovado pela ONU designado para convencer crianças e adolescentes a aceitar a conduta homossexual e o transexualismo, depois de ameaças de legisladores protestantes e católicos de bloquear novas legislações em protesto.
O “kit anti-homofobia”, que é parte do programa “Escola Sem Homofobia” patrocinado pelo Ministério da Educação do Brasil, incluía vídeos mostrando o desenho de um menino tendo fantasias de sexo com um homem, adolescentes que entram em relacionamentos homossexuais, e um estudante “transexual” que chama a si mesmo de “Bianca”.
No vídeo original, o personagem “Bianca”, conforme mostram reportagens, se excita sexualmente ao ver outro estudante do sexo masculino urinando no banheiro, embora essa cena pelo visto tenha sido removida depois, junto com outra imagem mostrando duas meninas se beijando nos lábios. O kit também supria os estudantes com jogos, brinquedos e letras de músicas, tudo com o objetivo de normalizar a homossexualidade e outros desvios sexuais. Apesar de modificações pequenas feitas nos materiais, eles continuam provocando indignação de pais e ativistas pró-família.
Sob pressão em massa de uma campanha de internet de alto nível e de legisladores, Rousseff capitulou, e a imprensa mostrou que um dos aliados dela no Congresso disse que ela viu o kit como “horroroso” e “o fim do mundo”.
“Não concordo com o kit, porque não acho que faça defesa de práticas não-homofóbicas”, Rousseff disse publicamente. “Não assisti aos vídeos. Mas vi um pedaço de um deles na televisão e não concordo com ele”.
“Não podemos interferir na vida privada das pessoas”, Rousseff continuou. “Não haverá autorização para esse tipo de política de defesa de A, B, C ou D. Agora o governo pode sim fazer uma educação de que é necessário respeitar a diferença e que você não pode exercer práticas violentas aqueles que são diferentes de você”.
Antes de se retratar dos materiais, o governo havia se gabado da aprovação que o kit havia recebido do programa da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que havia julgado os vídeos como “apropriados” para o público alvo, que de acordo com as reportagens é alcançar crianças desde 11 anos de idade.
“O material do projeto Escola sem Homofobia está adequado às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destina”, a UNESCO escreveu, de acordo com um site do governo brasileiro.
O cancelamento do kit, que provocou polêmica no Brasil durante mais da metade do ano, fez manchetes no país todo. Revelações de que o governo gastou mais de dois milhões de reais de dinheiro público no kit só jogaram mais gasolina no fogo.
A remoção do kit representa outro golpe importante contra as velhas polícias públicas anti-família e anti-vida do governo socialista.
O Partido dos Trabalhadores do Brasil, liderado pelos populares presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, a sucessora que ele mesmo escolheu, defende sistematicamente a descriminalização do aborto e políticas que punirão aqueles que expressarem críticas à homossexualidade. Contudo, Rousseff viu suas aspirações presidenciais ameaçadas no ano passado quando grupos pró-família destacaram o histórico do partido dela em questões da vida humana e família, forçando-a a assinar um acordo para promover a agenda de seu partido.
As pesquisas de opinião pública, bem como as pesquisas dos congressistas, indicam um fortalecimento das posições pró-vida e pró-família entre os eleitores brasileiros.
Embora Rousseff tenha tido o cuidado de indicar que rejeitou o kit, a ministra para as políticas das mulheres do governo dela assumiu uma posição mais provocadora.
“O programa de enfrentamento à homofobia é um programa definitivo. Ele não sofrerá retrocessos. O governo da presidenta Dilma [Rousseff] é pautado pela questão de direitos, a presidenta tem demonstrado isso em todos os seus gestos”, disse a ministra-chefe Iriny Lopes.
Fernando Haddad, ministro da educação de Rousseff, prometeu trazer de volta novos materiais para as escolas numa questão de meses, depois de maiores consultas com “especialistas”. O kit, conforme as reportagens, será reformulado pelas mesmas organizações de militantes homossexuais que criaram o atual kit.
Julio Severo, um dos ativistas pró-família mais influentes do Brasil, está alertando que o governo continuará a avançar a agenda homossexual, e exorta os católicos e evangélicos a continuar lutando.
“Quer Dilma tenha recuado ou não, as lideranças católicas e evangélicas não deveriam recuar”, escreve Severo, acrescentando que “Além do mais, é preciso desmascarar e combater a campanha que, em nome do combate à ‘homofobia’, está combatendo a maioria cristã do Brasil e os pais e as mães que querem proteger seus filhos de todo tipo de assédio imoral”.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Canibalismo entre homossexuais choca Alemanha

Polícia descobre em controle rotineiro na internet assassinato seguido de canibalismo, que ocorreu há mais de um ano. Autor do crime e vítima, que se deixou matar voluntariamente, conheceram-se por meio de anúncio na web.

O caso veio a público somente nesta quinta-feira (12), depois que a polícia divulgou ter preso na quarta o suspeito de um caso de canibalismo que, nesse meio tempo, confessou e se encontra em prisão preventiva.
O presumível autor do crime, o especialista em computador Armin M., 41 anos, de Rotenburg, no estado de Hessen, foi descoberto ao anunciar na internet que procurava um homem entre 18 e 30 anos, com corpo bonito, para ser "abatido". Entre as respostas que ele recebeu, uma era da polícia, que estava rastreando a rede num controle rotineiro e entrou assim em sua pista. Ao revistar sua casa, na terça-feira (10), os investigadores descobriram fragmentos de um esqueleto, pedaços de corpo humano congelado e inúmeros vídeos.
Foto da vítima, divulgada pela políciaFoto da vítima, divulgada pela políciaAssassinato anunciado — O pavoroso crime de que o homem é acusado foi todo registrado em vídeo. Ao colocar um anúncio anterior de conteúdo semelhante na internet, o acusado ficou conhecendo Bernd Jürgen B., engenheiro de 42 anos, de Berlim, do qual se supõe que tinha também tendências canibalistas. Os dois eram homossexuais. O assassinato do engenheiro foi combinado entre ambos que, ao que consta, comeram antes juntos o pênis da vítima, amputado pelo iniciador da ação.
Depois de morto, o engenheiro berlinense foi esquartejado por Armin M., que comeu algumas porções da carne e congelou o restante para ir comendo aos poucos. A vítima estava desaparecida desde novembro de 2001, e só agora seu destino pôde ser esclarecido. O acusado confessou à polícia e repetiu a confissão ao juiz perante o qual foi conduzido. A Promotoria de Kassel, à qual cabe a competência no caso, não tem dúvida nenhuma sobre o estado mental do acusado, caso contrário "ele teria sido encaminhado à psiquiatria" e não à prisão preventiva.
O caso, que ultrapassa os limites da imaginação, chocou a opinião pública na Alemanha e deu origem a inúmeras tentativas de psicólogos e antropólogos de explicar o inexplicável.


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Fonte

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Bilionário gay financia projetos gays “católicos” e “evangélicos”

Kathleen Gilbert
25 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — As mais importantes organizações gays que afirmam representar evangélicos e católicos, e pelo menos uma faculdade administrada por jesuítas, estão recebendo financiamento de um importante empresário magnata gay com o objetivo de provocar desentendimentos dentro das fileiras das igrejas.
Num recente artigo Thomas Peters, diretor cultural da Organização Nacional do Casamento e fundador do blog American Papist, revelou as fontes de financiamentos de várias organizações que promovem a aceitação da homossexualidade sob o pretexto de representar membros preocupados da comunidade judaico-cristã.
Organizações como New Ways Ministry (Ministério Novos Caminhos), uma organização importante recentemente condenada pelos bispos católicos dos EUA, recebem somas enormes da Fundação Arcus com o objetivo de promover o “casamento” de mesmo sexo especificamente entre católicos, luteranos, anglicanos e judeus.
A Fundação Arcus foi iniciada por Jon Stryker, um acionista bilionário assumidamente gay e um dos principais financiadores de iniciativas homossexuais. Um artigo da revista [esquerdista] Salon de 2006 aponta para a influência que Tom Gill, milionário da área de softwares e ativistas gay, teve em Stryker.
“Lisa Turner, diretora política que trabalha para Jon Stryker, confirma que Stryker foi motivado pelas generosas contribuições financeiras, que marcaram precedente, feitas por Tim Gill, o fundador assumidamente gay da empresa Quark Inc., em 2004,” diz o artigo.
“Os defensores do casamento gay são espertos — eles criam organizações para canalizar suas fortunas para as causas que eles querem ver tendo sucesso”, escreveu Peters, que apontou para os graus de separação que obscurecem o relacionamento entre o Ministério Novos Caminhos e a fundação de Stryker.
O site da Fundação Arcus também apresenta listas de vários outros projetos “católicos” sob o título “Religião e Valores”. As listas especificamente descrevem planos de minar, a partir de dentro, os ensinos da Igreja Católica sobre a sexualidade.
Por exemplo, a Força-Tarefa Nacional Gay e Lésbica recebeu 152.625 dólares da fundação para “um processo de planejamento colaborativo e estratégico focado na construção de um movimento pró-LGBT dentro da Igreja Católica Romana nos EUA”. Na linha de frente da educação católica, a Universidade Jesuíta Fairfield recebeu uma verba de 100.000 dólares para “expandir o atual debate sobre a homossexualidade dentro do catolicismo romano para incluir as opiniões diversas de líderes e teólogos do pensamento católico progressista”.
Fazer pressão para que entre os católicos haja aceitação do controle da natalidade ou aborto é também parte da missão da fundação: a Aliança Feminina para a Promoção da Teologia, Ética e Ritual recebeu uma verba de 70.000 dólares para criar “um grupo de mulheres lésbicas, bissexuais e transgêneras católicas e seus aliados que assumiriam um papel de liderança dentro da comunidade católica em questões relacionadas a gênero, sexualidade, [e] saúde reprodutiva”.
Outros financiamentos incluem 93.345 dólares para o Ministério Novos Caminhos, 200.000 dólares para Dignidade Novos Caminhos EUA e 23.000 dólares para uma campanha para atacar o ensino católico sobre a sexualidade em conjunto com a visita do Papa Bento 16 aos Estados Unidos em 2008. (Clique aqui para ver uma lista completa das verbas da Arcus.)
De acordo com Peters, se “acrescentarmos o fato de que a Arcus fez doações para outros grupos ‘cristãos’, o total desde 2007 é um estonteante 6.500.000 dólares”.
Católicos pela Igualdade é outro grupo de fachada, que está em ascensão e tem como objetivo minar o ensino católico sobre a homossexualidade. Nesse caso, a organização tem conexões claras com a Campanha de Direitos Humanos (CDH), uma das mais proeminentes organizações pró-homossexualismo dos Estados Unidos.
A CDH emprega ou empregou anteriormente três dos cinco membros da diretoria de Católicos pela Igualdade. Até mesmo o blogueiro ativista gay Michael Petrelis comentou que a organização, lançada no ano passado, está “repleta de apoio de outros membros da CDH” e que essa íntima conexão deixou transtornada a Campanha da Faixa do Arco-Íris, outro grupo “católico” de ativistas homossexuais.
“Os católicos deveriam ficar indignados que uma organização externa — que também financia grupos anticatólicos — está financiando organizações dissidentes dentro da Igreja para confundir os outros católicos e minar nossos bispos e os ensinos que eles articulam”, disse Peters.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

terça-feira, 24 de maio de 2011

Infiltração homossexual

Os homossexuais que se escondem por trás da batina continuam a trazer vergonha aos Cristãos. Como se lê na noticia citada em baixo, eles são declaradamente homossexuais (e pedófilos) mas em vez de abandonarem a Igreja Católica (que condena ambos os comportamentos) fingem-se de Cristãos enquanto aproveitam o dinheiro Cristão para satisfazer as suas perversões.

Bento XVI já escreveu que os homossexuais não tem lugar no sacerdócio Católico e o que o artigo em baixo mostra é que, mais uma vez, Bento XVI está certo nessa posição.

Este artigo mostra de forma clara que enquanto Cristãos, e quer a nível pessoal ou ao nível de grupo, nós não podemos deixar a falsidade ter liberdade entre nós. porque, invariavelmente, isso vai-nos destruir por dentro.

Tirai, pois, de entre vós, a esse iníquo.
1 Cor 5:13

“Os dois acompanhantes lhe homenageiam, espremendo-o no meio, em um sanduíche. Envolvem-no em uma dança muito sensual. Esfregam-se, rodeiam, esmagam-se, abrem a sua camisa, o acariciam, tocam nele. Dirty dancing a três em uma variação homossexual.

O grupo olha para eles de cima a baixo. Apreciam. Aplaudem. Incitam. Assobiam. Cutucam. O francês [no meio dos acompanhantes] é um padre. Poucos dias antes havia celebrado a missa da manhã na basílica de São Pedro.

Hipocrisia homossexual. Ao Domingo finge ser Cristão, mas na privacidade é um homossexual que usa de acompanhantes. E como é que ele paga a sua perversão? Ora, com dinheiro Cristão.
A cena é de uma festa em Roma, uma entre as muitas nas quais padres, bispos e cardeais exercem a sexualidade que as regras da sua própria Igreja Católica restringem e condenam.
Exacto. O facto destes "padres, bispos e cardeais" se envolverem em perversões sexuais que contrariam a Doutrina Cristã mostra bem quem eles servem.
O fenômeno da sexualidade na Igreja Católica, segundo o autor, é gigantesco e complexo. Fazem parte desse mundo os padres gays que optam por uma vida dupla; os sacerdotes que se relacionam com mulheres clandestinamente; e mesmo os filhos desses relacionamentos, que são abortados, escondidos ou privados de um pai pela vida inteira, para que se evite escândalos.
O artigo tenta relativizar a presença de homossexuais ao apontar outros desviados da Doutrina Cristã.
“Da Alemanha à França, da Espanha à Irlanda, da Suíça à Áustria, da Polônia à África, da América Latina aos Estados Unidos e ao Canadá. Acontece a mesma coisa em toda parte do mundo”, afirma.
A infiltração homossexual e esquerdista nas Igrejas ocidentais é um fenómeno recorrente.
Em seu livro, o senhor denuncia vários casos de padres que têm uma vida religiosa tradicional ao mesmo tempo em que também exercem sua sexualidade. Como o senhor fez a investigação para chegar a essas histórias? Qual era o seu objetivo em publicar o livro?

Realizei a reportagem com uma câmera escondida, isso com o objetivo de ter provas sobre aquilo que iria contar. O objetivo do meu trabalho é trazer à tona a vida escondida de grande parte do clero católico, como padres que têm uma vida sexual secreta, tanto homossexuais quanto heterossexuais.
Na maioria homossexuais, coisa que o artigo tenta colocar de lado. (Não que viver com uma mulher e ter filhos não seja igualmente grave para quem se comprometeu a ser celibatário).
O senhor diz que o Vaticano conhece a questão dos padres gays e mesmo dos abortos. Quais são as verdadeiras dimensões do fenômeno?

Coletar dados para dimensionar o fenômeno é uma tarefa difícil. Difícil porque, como é óbvio, não há estudos e tabelas oficiais, é preciso se contentar com estimativas parciais, que não têm a pretensão de trazer a verdade científica, mas que podem ajudar a entender quão grande é o terreno sobre o qual caminhamos. As tentativas mais articuladas vêm dos Estados Unidos.

Segundo vários estudos do psiquiatra Richard Sipe, ex-monge beneditino e ex-sacerdote, 25% dos padres americanos tiveram relações com mulheres depois da ordenação. Outros 20% estiveram envolvidos em relações homossexuais ou se identificam como homossexuais ou se sentiram em conflito com essa questão.

Embora os homossexuais sejam menos de 5% entre a população geral, eles aparentemente são 20% do clero, e, de acordo com o Cardeal Bartone, esses 20% de homossexuais entre o sacerdócio Católico são responsáveis por 80% das acusações de pedofilia na Igreja.
O seu livro conta de padres que procuram espaços para expressar a sexualidade, seja em bares, seja na internet, com perfis secretos no Facebook nos quais assumem a homossexualidade, mas que ao mesmo tempo não desejam abandonar a vida religiosa. Depois de tudo que o senhor conheceu, como vê exigência do celibato?

O celibato não funciona, é óbvio.
Que pergunta tão estúpida. Mas o que é que o celibato tem a ver com a orientação sexual, ou neste caso, desorientação sexual? Será que o escritor deste livro está a alegar que se estes homens abandonarem o celibato, deixariam a homossexualidade?

A pergunta mais séria seria "Uma vez que Igreja Católica condena a homossexualidade de forma vigorosa, não acha que esses padres homossexuais se estão a aproveitar dos recursos Cristãos para satisfazerem as suas perversões sexuais?"

Nunca funcionou.
Funciona em várias partes do mundo, com várias pessoas das mais variadas idades.
O sexo é onipresente.
Não, não é.
Estão envolvidos nesses casos não só padres, mas bispos e cardeais. A cultura do sigilo que permeia a Igreja existe há milênios, ditada pelos eclesiásticos. Os eclesiásticos são um círculo restrito que controla toda a igreja e detém todo o poder, e o poder exige um nível de sigilo. O resto do mundo que fique na ignorância.
Provavelmente as mesmas pessoas que se envolvem nessas prácticas homossexuais são as mesmas que "exigem sigilo". Afinal, só que está em erro é que quer esconder esse erro. O próprio Bento XVI já veio a público e disse que homossexuais não têm lugar no sacerdócio.
O Vaticano nega os casos? Como reage a Igreja?

Para o Vaticano, o centro do problema é o escândalo, não o pecado individual.

Mais uma resposta esquerdista. O centro do problema é o pecado e a consequência desse pecado para a Igreja. O que os esquerdistas estão a fazer dentro das Igrejas é mau porque é pecado.
O escândalo coloca o problema de uma Igreja que mantém a seu serviço aqueles que não cumprem com sua missão universal, aqueles que traem essa missão.
Portanto, a culpa não é das pessoas que subvertem a Doutrina Cristã, mas sim de TODA A IGREJA por alegadamente os "manter em serviço".
Em resumo, o escândalo afugenta os fiéis da Igreja.
Esse é o desejo de quem escreveu o livro e não a realidade dos factos. A realidade diz-nos que o número de Cristãos está a aumentar um pouco por todo o mundo.
Durante o tempo em que estive envolvido com essa questão, entendi uma coisa: a Igreja não quer problemas. O respeito aos pobres fiéis ingênuos, salvo raríssimas exceções, é fator secundário.
Exacto. É por isso que o líder da maior instituição Cristã do mundo escreve um livro onde se lê que os causadores de problemas (homossexuais) não podem ser aceites no sacerdócio. Sim, isto é um claro exemplo de como "a Igreja não quer problemas" e "o respeito aos fiéis é secundário".
Muito diligente nas declarações de princípio, muito hipócrita nas questões práticas: esta é hierarquia vaticana.
Sem dúvida, este livro destrói 2000 anos de História Cristã. Mais vale fecharmos todas as igrejas e irmos todos embora, porque este livro claramente mostra que todo o edifício Cristão está errado. OS homossexuais que se escondem dentro das igrejas, esses, não têm culpa nenhuma. Afinal, foram obrigados a ser celibatários e obrigados a ser padres, e como tal, nenhuma culpa têm do seu comportamento desviado.

Não é a Igreja Católica que é hipócrita mas sim as pessoas que se comprometeram a manter um estilo de vida enquanto vivem de modo totalmente contrário. A Igreja mantém e sempre manteve que o sexo é entre um homem e uma mulher dentro do vínculo do casamento,, e que a vida começa na concepção (e não no nascimento). Se alguém que se identifique como Cristão vive de forma que contradiz estas máximas, a culpa é dessa pessoa e não da instituição Cristã onde ela pode estar.

A não ser que o autor do livro consiga demonstrar de forma clara que é o propósito dos Cristãos é esconder o comportamento homossexual de alguns padres, a sua acusação de que "esta é a hierarquia do Vaticano" é pura estupidez esquerdista.

Esta é a Igreja de Roma. Seu primeiro mandamento é salvaguardar sua espécie, uma espécie a caminho da extinção.
Mais um esquerdista que vive com sonhos húmidos de destruir o Cristianismo apenas e só com a publicação de um livro. Daqui a 5 anos ninguém se lembra dele e a Igreja Católica vai tranquilamente continuar com o seu crescimento .

No entanto, o livro revela uma coisa trágica: as instituições Cristãs estão infestadas de esquerdistas (sodomitas, aborcionistas, prostitutos, polígamos, etc) e enquanto nós não os expulsarmos do nosso meio, os esquerdistas vão usar o seu comportamento pervertido como arma contra TODA a Igreja de Cristo.

Esta infiltração começa quando nós começamos a relativizar ou negligenciar um ou mais aspectos da Palavra de Deus (ética sexual, doutrina do casamento, criação, Dilúvio global, etc) e colocamos no seu lugar crenças com origens anti-Cristãs.

A solução para evitar a esquerdização das Igrejas é fazer o inverso: nenhuma parte da Bíblia pode ser comprometida em favor de crenças secularista. Ou a Bíblia é toda ela verdade ou é toda falsa.

Não há meio termo.

Uganda: Sucesso na Luta Contra a SIDA

Aquando da sua visita a África, o enviado das Nações Unidas (o canadiano Stephen Lewis) foi fortemente crítico da campanha para a abstinência aplicada no Uganda, uma vez que a mesma reduziu o peso do preservativo na luta contra a SIDA (apesar de estar a ser muito bem sucedida). Aparentemente, apesar do programa estar a resultar, como o mesmo não se foca apenas e só no uso do preservativo, a organização que se dá pelo nome de Nações Unidas não está contente.

Joseph A. D'Agostino, do "Population Researcher Institute", sugere que o sucesso no combate a SIDA no Uganda "não é suficientemente bom para os oficiais das NU, cuja relação amorosa com o preservativo não conhece limites, e cuja raiva contra os EUA [de então] aumentou quando estes financiaram o seu próprio programa de combate a SIDA, em vez de entregarem o dinheiro às NU".

O Uganda (cuja campanha a favor da abstinência tem sido tão bem sucedida que a mesma pode ser comparada a uma vacina eficiente) reduziu as taxas de contágio do vírus HIV de 18% para 5-7%. Em qualquer outra área da sociedade, um comportamento que reduzisse a taxa de contágio de uma doença de 18% para 5-7% seria um sucesso, mas como o caminho proposto é um que envolve alteração de comportamentos sexuais (da promiscuidade para a responsabilidade), os secularistas das NU não estão contentes.

Nenhuma outra nação no mundo atingiu tamanho sucesso. (...) A maioria dos países africanos do sub-Sahara, seguindo o modelo pró-preservativo, continua a sofrer com o aumento das infecções com o HIV. Os inquéritos efectuados no Uganda mostram uma redução no sexo pré-marital entre os jovens e uma redução no sexo extra-marital entre os adultos. Resultado? Menos SIDA.
Lewis foi fortemente crítico do "Emergency Plan for AIDS Relief" (PEPFAR) proposto pelo então presidente George W. Bush, uma vez que o mesmo programa desviou o foco do uso dos preservativos, e focou-se no modelo adoptado pelo presidente do Uganda, Yoweri Museveni.

O envidado da NU descaramente afirmou:

Não tenho dúvidas nenhumas em afirmar que a crise de preservativos que se está a verificar no Uganda se deve à influência da PEPFAR. (...) A imposição de uma política defeituosa e fundamentada no dogma está a afectar o continente africano.
Errado, sr Lewis. A proposição (e não a imposição) de comportamentos sexuais responsáveis está a ser um sucesso no Uganda. A *imposição* de políticas pró-preservativo está a destruir vidas quando deveria estar a fazer exactamente o contrário.

O sr D'Agostinho comenta:

Isto é uma bizarra inversão da verdade que ameaça fazer um grave mal ao único programa no combate à SIDA/HIV que de facto resultou.
Até mesmo o Ministro da Saúde ugandês, Jim Muhwezi, diz que não há "falta de preservativos" no Uganda. Ele afirma:
Há uma bem coordenada campanha por parte daqueles que não querem usar outros métodos de combate à SIDA lado a lado com a promoção dos preservativos.
Em 2003 as próprias NU (United Nations AIDS agency - UNAIDS) admitiu que os preservativos têm uma desconcertante taxa de insucesso. O estudo revelou que os preservativos são ineficientes na luta contra o HIV em cerca de 10% das vezes que é usado. Esta admissão por parte das NU (que é bem inferior às conclusões chegadas por outros estudos que apontam para uma taxa de insucesso na ordem dos 50%) é um duro revés para os activistas a favor do controle da população, uma vez que os mesmos agressivamente e enganadoramente promoveram a comercialização dos preservativos no Terceiro Mundo como se eles fossem 100% eficientes.

D'Agostino enfaticamente afirma:

A abordagem das NU falhou e as suas próprias estatísticas assim o mostram. As taxas de HIV continuam a subir, e em certos países chegou aos 30%. (...) Duas décadas de educação sexual pornográfica e um maciço enviou de preservativos enviaram milhões de jovens africanos mais cedo para a campa.
No final dos tempos, Deus requerá cada uma dessas almas àqueles que enganadoramente propuseram "soluções" que eles mesmo sabiam que não funcionavam.

D'Agostino diz ainda:

Aparentemente atingir resultados não é o suficiente para os "grandes" da comunidade internacional.As alternativas são: morte através do uso do preservativo ou nada.
Conclusão:

A tragédia da vida sem Deus é manifesta no proposição de "caminhos" e "soluções" que não resolvem nada. O sucesso do Uganda na promoção de estilos de vida responsáveis deveria ser uma luz em direcção a qual todos os países que quisessem verdadeiramente combater a SIDA deveriam seguir, mas os "intelectuais" do mundo, a viver confortavelmente no mundo ocidental, totalmente ignorantes do que se passa em África, continuam a enviar preservativos como forma de combater a SIDA.

As suas próprias estatísticas mostram que as suas abordagens não funcionam, mas como a alternativa (abstinência, fidelidade, responsabilidade sexual, etc) não lhes interessa, eles continuam a promover o que eles empiricamente sabem que não funciona.

Deus tem um verso para tais "iluminados":

Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos - Rom 1:22
Será possível um ser humano saber o caminho a seguir e propositadamente escolher o que ele sabe estar errado? Sim, é possível, e isso não é só visto no combate à SIDA. No que toca às nossas origens, o ser humano empiricamente observa a complexidade, estrutura, elegância e interdependência das formas de vida, mas, sabendo a verdade, prefere acreditar que tudo isso é fruto de forças aleatórias.

Não foi Deus os deixou sem evidências (porque a Palavra de Deus diz "Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus" - Rom 1:21), mas sim que as ramificações de tais evidências (sujeitar o seu comportamento à Lei de Deus) não lhes interessa.

Milhões de pessoas morreram e foram lançadas no fogo do inferno por terem seguido conselhos comportamentais vindos de entidades como a NU. Quantas dessas pessoas ainda estariam vivas se elas tivessem seguido aquilo que Deus diz?

Fugi da prostituição [fornicação]. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas, o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. - 1 Co 6:18
Mas o corpo não é para a prostituição [fornicação], senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo. -1 Co 6:13

Porque esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição [fornicação] - 1 Tess 4:3
O método do homem falha mesmo quando é bem usado. Repito, mesmo quando é bem aplicado, o método secularista falha. Alguns dizem 10% das vezes, mas outros dizem 50% das vezes. Isto indica que aquelas entidades que propõe o uso do preservativo (em oposição à abstinência, fidelidade e responsabilidade) são culpadas por todos aqueles que contrairam o vírus mesmo estando a usar a "protecção".

Por outro lado, o método de Deus funciona sempre que é aplicado.

Qual dos dois se deveria seguir?
..............................................

Vêr também:

1. Benefícios da Abstinência
2. O Insucesso Dos Métodos Humanos
3. Cientista de Harvard Afirma: Bento XVI tem razão

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Igreja Católica diz a verdade mas o lobby sodomita não gosta

Uma iniciativa que trata a homossexualidade como aquilo que ela é (um vício alterável) está a gerar "polémica" entre o lobby pró-sodomia.
Uma proposta da Igreja Católica de ensinar moral sexual a crianças tratando o homossexualismo como "vício" está causando polémica na Espanha.

O Arcebispado de Valência elaborou um curso extracurricular - como opção aos cursos oficiais de educação sexual aprovados pelo governo - que será disponibilizado a todas as escolas interessadas.

Esse curso, dirigido a crianças de 5 a 14 anos, apresenta como "vícios" temas como erotismo, pornografia, homossexualidade, masturbação, voyeurismo e obsessão por sexo.

O programa aborda a sexualidade "a partir de uma visão integradora com aspectos biológicos, fisiológicos, psicológicos, sanitários, antropológicos, morais e sociais", disse à BBC Brasil o porta-voz do arcebispado valenciano.

O chamado Programa de Educação Afetivo-Sexual será dividido em três módulos, de acordo com a faixa etária.

As crianças menores de cinco a sete anos de idade, terão aulas sobre precaução contra abusos, heterossexualidade e pudor.

Crianças de oito a 11 anos aprenderão sobre vícios, erotismo e pornografia. Os maiores, de 12 a 14 anos, vão ter lições sobre o homossexualismo, as famílias convencionais e a castidade até o casamento.

'Referência'

O programa foi apresentado aos colégios diocesanos, dependentes do arcebispado, e instituições religiosas de ensino. Para todos os centros escolares, o programa será oferecido como uma "proposta educativa": não obrigatória porém como "material de referência".

O presidente da Comissão Diocesana de Ensino, Rafael Cerda, disse que muitos centros católicos expressaram interesse em implantar o programa.

O programa também foi oferecido a 300 mil alunos aos bispados das províncias de Valência, Alicante, Mallorca, Menorca e Ibiza.

Organizações de gays criticaram a proposta, acusaram a Igreja de retrógrada e discriminatória e prometeram contestar o plano na Justiça.

Não há "descriminação" nem pensamento retrógrado em dizer que o comportamento homossexual é um vício curável. Se o lobby sodomita tem evidências contrárias, eles que as apresentem. Fazer assassínio de carácter sem lidar com as evidências só mostra que eles não tem argumentos contrários, o que, por sua vez, pode mostrar que a Igreja Católica está certa em qualificar o homossexualismo de vício.
"(São) Lições absolutamente fora da realidade que, além do mais, violam a Constituição, pois nos consideram pessoas disfuncionais, portanto serão levadas aos tribunais", disse à BBC Brasil José de Lamo, coordenador-geral da associação Labmda, que representa gays, lésbicas, transexuais e bissexuais espanhóis.
Não há argumentos legais contra quem acha que inserir o apêndice reprodutor no ânus de outro homem (ou mulher) está a realizar um acção fora do normal. Ou será que somos obrigados a aceitar a definição de "normal" defendida pelo lobby sodomita?

Quem está dependente do tabaco, das drogas ou duma sexualidade que contradiz a Medicina tem um comportamento disfuncional, e como tal, o José de Lamo tem que usar outra linha de argumentação.

"Não permitiremos que as crenças religiosas discriminatórias sejam colocadas acima dos direitos fundamentais e do respeito.
E nós não permitiremos que activismo político em favor de gostos sexuais anti-naturais sejam usados como forma de limitar a liberdade de expressão dos Cristãos. Ou são as preferências sexuais dos activistas sodomitas mais importantes que a liberdade de expressão?

Segundo, aquilo que os Católicos se propõem não violam "os direitos fundamentais" nem vão contra o "respeito" que a pessoa (e não as prácticas sexuais) merecem.

Imagine que há muitas crianças que tem pais homossexuais e querem ensinar nas escolas que estas famílias são patológicas", acrescentou.
Imagine que há muitas crianças que tem pais Católicos e querem que se acredite que ser Católico é "discriminatório" e "retrógrado".
Críticas

A queixa da associação Lambda se baseia principalmente no módulo dois do programa católico, que afirma que "a relação entre homossexuais é errônea e estes não devem ser considerados esposos, nem pais".

A Constituição espanhola permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adopção de crianças por casais gays.

Um dos criadores do método, no entanto, acha que a Igreja apenas defende sua doutrina e tem o direito atender às demandas dos fieis por uma linha de educação para seus filhos coerente com sua crença.

Claro. Da mesma forma que os activistas sodomitas usam o aparelho de Estado para avançar com que o que eles acham de "normal", os Católicos - que também pagam impostos - tem o mesmo direito de avançar com propostas que visem mostrar que a normalidade sexual não inclui usar o aparelho digestivo como órgão sexual.
"Tratamos a educação sexual de acordo com nossas convicções, isso é também um direito reconhecido pela Constituição espanhola", disse à BBC Brasil Juan Andrés Taléns, director da cátedra de Ciências do Matrimônio e Família do Pontifício Instituto João Paulo 2º, um dos 20 especialistas convocados pelo arcebispado para elaborar o programa.

"Está claro que a política educativa nacional está fracassada. O grande número de abortos, gestações indesejadas e doenças de transmissão sexual são derivados de uma sexualidade inadequada", afirmou.

Exactamente. O modelo de educação sexual imposto pelos governos está a falhar, mas eles continuam a usar dinheiro público para o sustentar. Até parece que há pessoas interessadas no "grande número de abortos, gestações indesejadas e doenças de transmissão sexual" derivados de uma sexualidade inadequada. Mas nós todos sabemos que não é isso. Afinal, o governo só quer o nosso bem.
Nos próximos meses, o programa será estendido a todas as escolas católicas do país como matéria facultativa.

"O problema é que mesmo em colégios católicos, estamos em um país laico, onde a Igreja não é a encarregada de formar sexualmente os alunos", afirmou a presidente da FAPA (Federação de Associações de Pais e Mães de Alunos), Maria José Navarro.

Nem mesmo dentro das instituições próprias os Católicos podem ensinar a normalidade sexual? Impressionante.

Convém ressalvar que a laicidade não invalida o ensino de factos médicos que estão de acordo com o Cristianismo.

A dirigente disse à BBC Brasil que para elaborar "os conteúdos retrógrados deste programa chamado educativo ninguém contou com a opinião dos pais".
Quando os activistas desenvolvem programas de indoutrinação escolar que visa normalizar a homossexualidade e a perversão sexual, são os pais contactados? Não só não são, como os próprios activistas confessam que "O objectivo [dos activistas homossexuais] é atingir as crianças antes delas absorverem os valores morais dos pais." (Fonte).

Portanto nenhum daqueles que se alinha com o movimento sodomita possui autoridade moral para criticar a Igreja Católica e os seus planos de desenvolver planos que visam a restauração da normalidade na sexualidade.

"Esta forma de impor critérios é própria de uma igreja castradora, que nem sequer se questiona se a maioria dos pais quer uma educação de qualidade e respeitosa com todo mundo", afirmou.
a Maria José Navarro ou é burra ou tem dificuldades de compreensão:
O Arcebispado de Valência elaborou um curso extracurricular - como opção aos cursos oficiais de educação sexual aprovados pelo governo - que será disponibilizado a todas as escolas interessadas.
Ou seja, é um plano extra-curricular, opcional e como tal só aceita quem quer. Que tipo de imposição é esta que é opcional e extra-curricular?

Segundo: educação de qualidade envolve revelar a verdade sobre os assuntos em questão. Dizer que o comportamento homossexual é um vício mutável não é contra os planos de uma educação de qualidade uma vez que isso é uma verdade clinicamente correcta. A homossexualidade é um vício auto-destrutivo e como tal, uma boa educação sexual envolve revelar essa verdade.

Agora, se a Maria Navarro tem problemas com a Medicina, isso é com ela e com o lobby sodomita que a está a usar para a sua agenda.

Fonte

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