sábado, 30 de junho de 2012

Activista homossexual Larry Brinkin apanhado na posse de pornografia infantil

Activista pelos "direitos" da sodomia dos homossexuais Larry Brinkin, famoso por ser a primeira pessoas a usar a frase "parceiro doméstico", foi preso recentemente em São Francisco alegadamente por possuir pornografia infantil.

Previsivelmente, as organizações que lutam pelos "direitos" da sodomia dos homossexuais colocaram-se do seu lado e questionaram a legitimidade das acusações. Theresa Sparks, directora executiva da Comissão dos Direitos Humanos (CDH), disse:

Isto é quase inacreditável. Não há forma nenhuma de eu acreditar nisto. Ele sempre foi um dos meus heróis, para além de ser um epítome do activismo dos direitos humanos. Este é o homem que cunhou a frase que nós usamos no nosso dia a dia. Apoio o Larry a 100%; se tudo correr bem, a investigação irá expor tudo.
Ficamos a saber portanto que, segundo a Theresa Sparks, pessoas que cunham frases e que lutam pelos "direitos humanos" são incapazes de se envolver em situações que envolvam a posse de pornografia infantil. Note-se também o tradicional solipsismo feminino na frase "Não há forma nenhuma de eu acreditar nisto". Alguém deveria dizer à Theresa que o que ela pessoalmente acredita ou deixa de acreditar é irrelevante.

Brinkin, que trabalhou em São Francisco na CDH até 2010 e é melhor conhecido por defender os interesses dos sodomitas e das lésbicas, foi libertado sob fiança no Sábado, depois de passar 6ª-Feira a noite na prisão.

Dois portáteis, um computador de mesa, uma diskette e várias flashdisks pertencentes à casa de Brinkin forma apreendidas. Na 2ª-Feira, Stephanie Ong Stillman,, promotora, afirmou que "ainda estamos a rever o caso."

As acusações contra Brinkin, de 66 anos, incluem posse de imagens pornográficas que aparentemente exibem crianças com idades compreendidas entre 1 e 3 anos envolvidas em actos sexuais com homens adultos. As evidências para este material foram encontradas na conta de email de Brinkin.

A "Los Angeles Police Department", que está a trabalhar no caso, rastreou o endereço de IP dos emails que continham as imagens pornográficas, o que lhes levou até ao computador do activista pelos direitos dos homossexuais - que havia pago pelas imagens com o seu cartão de crédito.

Aparentemente, a conta de email de Brinkin foi também conectada com um grupo de discussão da empresa Yahoo, onde o tema de conversa é a exploração sexual de rapazinhos e de meninas.

Fonte

Não pode ser um pedófilo porque cunhou uma frase.


Jair Bolsonaro vs Parada Gay

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Pedofilia ou assédio homossexual?

A revista New York Times Magazine contém um longo artigo que conta a história de professores (homens) duma escola dispendiosa de Nova York (NY) que, há uma geração atrás, actuaram de forma inapropriada com os alunos masculinos.
Prep-School Predators
The Horace Mann School’s Secret History of Sexual Abuse

A Horace Mann é uma escola K-12 mas quase todos os exemplos dados no artigo envolvem turmas 7-12. Por exemplo, o artigo da NYT descreve um incidente onde o director homossexual da Horace Mann e o seu namorado de meia-idade encheram o autor, então com 17 anos, e o seu colega Eric (também de 17 anos) com álcool ao mesmo tempo que ignoravam o irmão mais novo do autor (que tinha 12 anos):
No final do jantar, eu e o Eric vocalizamos uma frase de saída pré-combinada, agradecemos os nossos anfitriões, agarramos no meu irmão e conduzimos dali para fora, bêbados, deixando que os dois homens pagassem a conta e terminassem a noite como eles bem entendessem.
Estes homens de meia idade foram motivados pela pedofilia ou pelo normal comportamento homossexual? Isto é o mesmo que perguntar se o pai do Barack Obama foi motivado pela pedofilia ou pelo normal comportamento heterossexual quando engravidou a mãe do actual presidente americano quando esta tinha 17 anos.

Se formos ver a definição da palavra "pedophilia" na Wikipedia, lemos:
Este artigo centra-se no interesse sexual dirigido a crianças pré-púberes Para o acto sexual, ver "Abuso sexual de crianças". Para o interesse sexual primário dirigido a pubescentes com idades entre os 11-14 ver Hebefilia. Para o interesse em adolescentes com idades entre os 15 e 19, ver efebofilia.
Como diagnóstico médico, a pedofilia, ou paedofilia, é definida como uma desordem psiquiátrica presente nos adultos, ou adolescentes mais velhos (com mais de 16 anos), tipicamente caracterizado por interesse primário ou exclusivo em crianças pré-púberes (geralmente com 13 ou idades inferiores).
Fico sempre fascinado como a mente humana tem dificuldade em ter opiniões mistas em relação a alguém. Isto leva-nos a dicotomizações na sabedoria convencional. Por exemplo, durante a minha vida, Charles Darwin tem sido promovido de um estatuto de santo para um estatuto quase divino. Ao mesmo tempo, o seu meio-primo e sucessor Francis Galton tem sido demonizado como o bode expiatório, culpado por todas as consequências infelizes da revolução Darwiniana.

De modo semelhante, durante a última geração nós temos sido instruídos em torno da tese "Gay é Bom", ao mesmo tempo que atravessamos frenesins de repugnância dirigidos à pedofilia. Devido a isto, nada de mau pode estar relacionado com o homossexualismo: tem que ser a pedofilia.

Hão-de reparar que o conceito de "assédio homossexual" practicamente não existe na nossa cultura. Do mesmo modo, a apropriada noção de "máfia gay" não é popular quando se fala neste tipo de acobertamentos, onde alguns infractores têm margem de manobra para levar a cabo as suas prácticas durante anos, enquanto outros são dispensados de forma silenciosa e com uma boa carta de recomendação.

Em 1948 George Orwell ressalvou a vantagem política da inexistência de termos.

Fonte

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Essencialmente o que o texto diz é que, por motivos puramente ideológicos [politicamente correcto] certos grupos sociais - neste caso, a minoria homossexual - vêem o seu estilo de vida elevado para um patamar de tal pureza moral que nada de mau pode ser associado ao mesmo.

Quando, por exemplo, se vê homossexuais a predar sobre jovens de 13-17 anos, a sabedoria actual diz-nos que isso nada tem a ver com o homossexualismo, mas é, sim, algo que deve ser discutido exclusivamente dentro do âmbito da pedofilia. Não passa pela cabeça dos engenheiros sociais que uma não invalida a outra.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Homossexual mata namorado com água quente

A Polícia Militar prendeu no bairro Santa Terezinha, em Alagoinhas, o homossexual assumido Edvanio Pereira Pinho de 46 anos. Segundo a polícia, ele é acusado de matar com água quente o próprio amante, Erick Patrick Vila Flor de 36 anos.

A vítima teve 70% do corpo queimado e morreu logo após ter sido socorrido pelo SAMU.

Edvanio também é acusado de outro homicídio que ocorreu há 21 anos. Em 1991, ele flagrou o amante Edmundo Marcelo com a namorada e desferiu vários golpes de faca nas costas do rapaz, que morreu no local.

Fonte

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Sem dúvidas que este triste incidente vai ser contabilizado como mais um "crime homofóbico".

domingo, 24 de junho de 2012

Canadá vai passar a registar os actos "homofóbicos"

Naquilo que está a qualificado de "iniciativa inovadora", activistas homossexuais do Quebec deram início ao "registo dos actos homofóbicos" com o apoio e financiamento do "Quebec Government’s Justice Department". Incluído na definição de " acto homofóbico", e digno de ser reportado ao registo, encontra-se o seguinte:
Qualquer palavra negativa ou acto negativo dirigido aos homossexuais ou à homossexualidade no geral; abuso físico, abuso verbal, intimidação, assédio, grafite ofensivo, abuso, zombaria injuriosa, cobertura mediática desapropriada e discriminação.
Um comunicado de imprensa do grupo homossexual declara que qualquer pessoa que já tenha sofrido ou testemunhado um acto de homofobia "deve" reportá-lo ao registo como um acto homofóbico.
O financiamento e apoio para o gesto vem do Ministério da justiça do Quebez e do seu departamento “The Fight Against Homophobia.” ["A luta contra a homofobia"].

Em 2008 o ministro da justiça foi encarregado de lutar contra a homofobia e no ano passado prometeu $7 milhões para as actividades "anti-homofobia".

O termo homofobia refere-se à recusa politicamente incorrecta de venerar actos pecaminosos de depravação sexual causadores de disseminação de doenças letais, classificados como vergonhosos, nojentos e repugnantes desde o início da história humana.

Georges Buscemi Presidente do grupo pró-família e pró-vida Campagne Quebec Vie, disse à LifeSiteNews que via o registo como "forma de instigar um clima de opressão e medo entre todos aqueles que discorde das opiniões do movimento homossexualista no Quebec." Qualquer pessoa que acredite que o acto homossexual é moralmente inaceitável está a receber o aviso de que "serão colocados numa lista", diz ele.

Lista essa que será usada no futuro e que cujo propósito é punir.
Buscemi forneceu exemplos de represálias que podem envolver a perda do estatuto de caridade para as igrejas ou a perda de profissão por parte de professores.
É o início da perseguição suave. Tudo isto é feito como forma de incitar um clima de medo usando os média e especialmente a presença policial. Qualquer crítica será interpretada como homofobia e eventualmente, mais tarde, haverá consequências.

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Mais uma evidência muito forte da divinização do homossexualismo como forma de silenciar os Cristãos. Estas iniciativas não estão a ser feitas como forma de proteger os sodomitas duma da mitológica "homofobia" mas sim para gerar um clima onde a crítica do auto-destrutivo comportamento homossexual seja criminalizado. Alguém realmente acredita que os homossexuais canadianos precisam de protecção legal para terem os mesmos direitos humanos que o resto do país?

Note-se que na lista de "actos homofóbicos" encontram-se coisas tais como "cobertura mediática desapropriada" e "palavras dirigidas à homossexualidade". Ou seja, se *1* homossexual achar que uma reportagem noticiosa é "desapropriada" para o homossexualismo, MESMO QUE SEJA VERDADEIRA, ele pode registar o autor da reportagem como um "homofóbico".

Semelhantemente, uma pessoa pode ser registada como "homofóbica" se disser que o acto homossexual é auto-destrutivo, pese embora isso ser uma declaração que está de acordo com a Medicina.


Canadá: onde ter uma opinião contrário ao gayzismo é motivo de vergonha.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Nem os mortos respeitam

O primeiro presidente homossexual americano resolveu usar a Casa Branca como palco para uma parada homossexual. Segundo sei, houve até uma proposta de "casamento" dentro da Casa Branca.

Mas o mais nojento não foi o uso dum lugar como a Casa Branca para a promoção do homossexualismo, mas a forma como alguns activistas homossexuais resolveram "homenagear" a memória de Ronald Reagan. Sem dúvidas que os activistas homossexuais são pessoas de classe.

Não se esqueçam: estes é que são os "oprimidos".

terça-feira, 19 de junho de 2012

Tendo como base as consequências médicas, porque é que o homossexualismo não é qualificado de desordem?

Por Kathleen Melonakos, M.A., R.N.

Durante os anos 80 e 90 trabalhei como RN na Stanford University Medical Center, onde pude ver alguns dos estragos que os homossexuais levavam a cabo nos seus próprios corpos com algumas das suas prácticas. Como resultado dessa experiência reveladora, eu admiro o trabalho que a NARTH leva a cabo na pesquisa e no tratamento do homossexualismo.

Há já algum tempo que me preocupo com as sérias consequências médicas que resultam das atitudes de "afirmação" gay que predominam na San Francisco Bay Area. Por exemplo, eu conhecia pessoalmente um dermatologista, um dentista, um engenheiro e um cabeleireiro que morreram na casa dos 40 devido a doenças infecciosas relacionadas com o padrão do seu comportamento homossexual. Conheço muitos outros que morreram jovens como resultado do estilo de vida homossexual que levavam.

A co-autora do meu livro médico de referência, Saunders Pocket Reference for Nurses, foi directora do departamento de cirurgia em Stanford. Ela relatou casos de homossexuais a precisarem de cirurgia de emergência devido ao "fisting", "brincar com brinquedos" (inserir objectos no recto) e outros actos bizarros.

Tendo como base a minha experiência clínica e o tempo que investi a fazer um estudo considerável em torno disto, estou certa que a homossexualidade não é nem normal nem benigna; pelo contrário, é um vício comportamental letal, tal como o Dr. Jeffrey Satinover demonstra no seu livro Homosexuality and the Politics of Truth [Satinover, Jeffrey, Homosexuality and the Politics of Truth, Hamewith/Baker Books, 1996.].

Tanto quando sei, com a excepção dos homossexuais activos, não há outro grupo de pessoas nos EUA que morre na casa dos 40 como resultado de doenças infecciosas. Isto, para mim, é trágico, especialmente quando sabemos que, em muitos casos e com suficiente motivação e ajuda, a homossexualidade pode ser prevenida ou substancialmente tratada durante a vida adulta.

Hoje em dia vivo em Delaware e trabalho em união com a Delaware Family Foundation para informar o público acerca das questões homossexuais. Actualmente temos estado a debater com activistas homossexuais que tentam acrescentar "descriminação sexual" ao nosso código anti-descriminação.

Ao tentarmos construir um argumento em favor da tese de que a homossexualidade não é saudável e não deveria ser encorajada, lutamos contra o facto da American Psychiatric Association e a American Psychological Association não a reconhecerem como uma desordem. Os nossos opositores afirmam que estamos a usar a "táctica do medo".

O Dr. Satinover brilhantemente disponibilizou no seu livro "Homosexuality and the Politics of Truth" evidências sólidas e irrefutáveis que demonstram a existência de consequências letais na práctica das actividades normais do homossexualismo masculino - isto é, a promiscuidade e o sexo anal.

Não é preciso ser alguém com conhecimentos médicos para reconhecer que, como Brian Camenker (Parent Right's Coalition) disse num canal nacional, "Um vida inteira de sexo anal não faz coisas boas ao teu corpo." Brian acrescentou ainda:

Por mais perturbadora que esta declaração possa soar, a verdade é que não há argumento contra ela.
Portanto, a mais comum das pessoas reconhece o que deveria ser óbvio, especialmente para aqueles com conhecimentos médicos e que estão cientes dos factos básicos em torno do homossexualismo. Parece-me que os profissionais médicos deveriam estar mais cientes e preocupados com as consequências de se envolver regularmente em sexo anal promíscuo, bem como outras prácticas orais-anais de homossexuais activos. [http://www.cprmd.org/, "Homosexual Myths—Male Homosexuals are Healthy and Have Normal Sex Lives."]

O risco de cancro anal aumenta de forma impressionante para 4000%, e duplica mais uma vez entre os seropositivos.

Será que alguém pode refutar o facto do sexo anal rasgar revestimento do recto do parceiro receptor - quer se use ou não um preservativo - e o subsequente contacto com matéria fecal leva a uma série de doenças?

O tipo de doenças a que os homossexuais activos são vulneráveis são classificadas do seguinte modo:

Doenças clássicas sexualmente transmitidas (gonorrhea, infections with Chlamydia trachomatis, syphilis, herpes simplex infections, genital warts, pubic lice, scabies);

Doenças entéricas (infections with Shigella species, Campylobacter jejuni, Entamoeba histolytica, Giardia lamblia, ["gay bowel disease"], Hepatitis A, B, C, D, and cytomegalovirus);

Trauma (related to and/or resulting in fecal incontinence, hemorroids, anal fissure, foreign bodies lodged in the rectum, rectosigmoid tears, allergic proctitis, penile edema, chemical sinusitis, inhaled nitrite burns, and sexual assault of the male patient); and the acquired immunodeficiency syndrome (AIDS).

Pode alguém refutar o facto do incremento da morbidez e mortalidade ser um resultado incontornável do sexo entre homens - sem falar nas maiores taxas de alcoolismo, uso de drogas, depressão e outras doenças que frequentemente acompanham o estilo de vida homossexual? Pessoas com este conjunto de problemas comportamentais são de alguma forma "normais"?

A minha questão principal é: tendo como base apenas e só as suas consequências médicas, porque é que o homossexualismo não é considerado uma desordem? O Dr. Satinover e outros construíram um argumento sólido sobre o porquê do homossexualismo ter paralelos com o alcoolismo como um vício insalubre. Devido a isso, deveria ter um diagnóstico paralelo.

Existe uma vasta gama de literatura, incluindo no site da NARTH, que discute a forma como a homossexualidade foi removida da lista de diagnósticos em 1973. O argumento contra a mudança parece centrar-se em coisas como "padrões sociais", relativismo moral, "angustia subjectiva" do cliente e se há ou não forma objectiva para se determinar o que é a normalidade "psicológica" ( por exemplo, o debate entre Joseph Nicolosi e o Dr. Michael Wertheimer em "A Clash In Worldviews: An Interview with Dr. Michael Wertheimer").

Embora estas considerações sejam importantes, parece-me que podemos temporariamente pôr de lado a discussão se deveríamos ou não classificar a homossexualidade de transtorno do desenvolvimento. De modo aparentemente simples, uma pessoa objectiva que olhe para as consequências do homossexualismo teria que classificar esse estilo de vida como um tipo de patologia.

Essa conduta diminui ou não diminui de modo drástico o tempo de vida? Os estudos dizem que diminui, chegando até aos 40% - sendo o estudo de Cameron apenas um dos muitos que sugerem exactamente isto.

Levando tudo em consideração, estes estudos demonstram que o homossexualismo é mais mortífero que fumar, o álcool ou o vício da droga. No entanto. tendo como base as suas adversas consequências para a saúde, parece que poucos médicos ou outros profissionais estão a levantar argumentos em favor da homossexualidade como diagnóstico.


Enquanto fazia pesquisa em torno dos eventos por trás da decisão de 1973 de remover o homossexualismo do manual de diagnósticos, fiquei chocada ao descobrir o raciocínios sobre qual a decisão foi baseada, e como médicos qualificados permitiram que a decisão se mantivesse.

No dia 2 de Fevereiro de 2002, correspondi-me por email com o Dr. Robert Spitzer da APA e pedi-lhe que me enviasse referências para os artigos e estudos sobre os quais o seu comité se baseou na sua decisão de remover o homossexualismo da lista de diagnósticos. Ele indicou-me que o mais próximo existia dum documento de posição (American Journal of Psychiatry,130:11, 1207-1216), e disse:

Não existia uma lista específica de referências mas o que se revelou igualmente influente foi o estudo de Evelyn Hooker Rorshach e o estudo comunitário de Eli Robins community study.
Eu já li muitas críticas ao estudo de Hooker - como os inquiridos foram escolhidos a dedo e não escolhidos de forma aleatória, e outras limitações metodológicas.

O Dr. Charles Socarides (...) informa-nos que Spitzer foi influenciado pelo Relatório Kinsey, que foi reconhecido em 1976 por "progressistas sociais" tais como o Prof. Paul Robinson da Stanford como "manifestação patética da ingenuidade filosófica de Kinsey . . uma mecânica invenção que . . . não tinha muitas relações com a realidade," e que desde então já foi desacreditado pelo trabalho de Judith Reisman e pelo trabalho de outros.

É mais do que óbvio que o Dr. Socarides estava certo quando afirmou que a decisão de remover o homossexualismo da lista de diagnóstico "envolvia uma rejeição frontal não só de centenas de artigos e relatórios de pesquisa psiquiátrica e psicanalítica, como outros estudos sérios levados a cabo por grupos de psiquiatras, psicólogos, e educadores durante os últimos 70 anos".

Torna-se cada vez mais óbvio que uma colecção substancial de evidências que demonstram que o homossexualismo envolve um comportamento perigoso para a saúde associado a uma componente aditiva foram ignoradas.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Eles querem atingir as crianças

"O objectivo [dos activistas homossexuais] é atingir as crianças antes delas absorverem os valores morais dos pais."




sábado, 16 de junho de 2012

Sair do armário com a psicóloga Ana Caetano

Texto enviado por MaxV2.
Escrito por MaxV2

Mais uma vez estamos depara-mo-nos aqui com alguém a insistir no erro anteriormente já falado. Será ignorância ou pura maldade? Estou inclinado a subscrever a segunda hipótese.

Nas linhas que se seguem veremos aquilo que só numa obra de ficção seria possível, isto é, o exercício do absurdo ou talvez pior.

Começamos com uma mensagem enviada por uma mulher em apuros familiares:

Boa tarde, assim muito resumido, tenho um irmão que é homossexual. Descobri faz 3 anos. A minha mãe sabe e aceita, mas sofre, eu sinto. O meu pai não sabe, nem nunca vai saber. Eu sofro, não entendo... respeito. Sofro ainda mais com medo de o meu pai descobrir.

Não consigo seguir com a minha vida em frente, sair de casa e morar com namorado. Às vezes esqueço e fico bem, mas volta a tristeza. Não sei o que fazer. Não devo ter aceite assim tão bem. Só sei que me prejudica imenso.

Procurei um psiquiatra, mas de nada ajudou. Peço, por favor algumas palavras.

Maria, Porto, 27 anos

Eis a "resposta" que ela recebeu:
Cara Maria,

Sente-se nas suas palavras sofrimento e, acima de tudo, bloqueio. Se o pai descobre, a tristeza, não conseguir sair de casa talvez para estar perto se alguma coisa acontecer.

As normas com que vivemos em sociedade ajudam-nos a conviver uns com os outros com mais respeito. Há normas mais explícitas e outras menos explícitas. O cumprimentar-nos, por exemplo, demonstra que estamos atentos ao outro. Quantas vezes já ouviu comentar um acto de má educação, porque o Manuel não cumprimentou o Joaquim?

Outras normas são mais implícitas do que outras. Sobre o que é normal em termos sexuais, por exemplo. Apesar da sociedade estar mais tolerante em relação ao amor [sic] entre pessoas do mesmo sexo, existem centenas de anos em que se condenou tal comportamento. Por isso, talvez, tenha dificuldades em aceitar a preferência do seu irmão.

Apresento-lhe o termo Queer, baseado no trabalho de Michel Foucalt. Este filósofo [sic] dos anos 80 do século passado apresentou a ideia do que é cultural e do que é biológico na sexualidade humana.

O acto de me apaixonar pode incluir qualquer pessoa, que pode ser ou não do mesmo sexo. A sociedade, principalmente desde a Idade Média, tem imposto que o natural são as relações entre sexos diferentes, com o objectivo de ter filhos.

No entanto, relembro que na antiga Grécia a homossexualidade era vista com naturalidade. Na mitologia grega, Zeus, o senhor dos deuses do Olimpo, manteve uma relação com o belo Ganimedes e Apolo viveu um grande amor com Jacinto.

Assim, alguém que se assume como queer, aceita que o amor surge num encontro entre dois seres humanos, para além do seu género sexual.

Voltando a si e ao bloqueio que sente sobre sair de casa ou não, pense que tem de viver a sua vida. Se a sua ideia é proteger o ambiente familiar desta notícia, “não-vá-qualquer-coisa-acontecer” também o poderá fazer fora de casa.

A minha sugestão é que contacte um psicólogo em vez de um psiquiatra. Os psicólogos têm uma compreensão do ser humano em termos biológicos, psicológicos, sociais que a poderá ajudar a compreender o seu irmão e ajudar a sua família.

Desejo que corra tudo pelo melhor!

Ana Caetano | psicóloga clínica

Vamos então analisar o texto em questão, começando pelo problema que a Maria do Porto expõe:
Boa tarde, assim muito resumido, tenho um irmão que é homossexual. Descobri faz 3 anos. A minha mãe sabe e aceita, mas sofre, eu sinto. O meu pai não sabe, nem nunca vai saber. Eu sofro, não entendo... respeito. Sofro ainda mais com medo de o meu pai descobrir. Não consigo seguir com a minha vida em frente, sair de casa e morar com namorado. Às vezes esqueço e fico bem, mas volta a tristeza. Não sei o que fazer. Não devo ter aceite assim tão bem. Só sei que me prejudica imenso. Procurei um psiquiatra, mas de nada ajudou. Peço, por favor algumas palavras.
Vou destacar as seguintes afirmações "tenho um irmão que é homossexual","A minha mãe sabe e aceita, mas sofre, eu sinto.","Eu sofro, não entendo... respeito. Sofro ainda mais com medo de o meu pai descobrir."

Há razões legítimas para o sofrimento da Maria uma vez que ter um familiar praticante dum "estilo de vida" auto-degradante é, no mínimo, preocupante. Por trás do receio que o pai venha a descobrir provavelmente existe um pai com a saúde debilitada, e, como consequência, a notícia de ter um filho praticante do homossexualismo seja um desgosto enorme.

Não devo ter aceite assim tão bem. Só sei que me prejudica imenso. Procurei um psiquiatra, mas de nada ajudou.
O facto da Maria não aceitar que o irmão entregue o seu corpo para a degeneração do homossexualismo demonstra genuína preocupação. Embora as pessoas sejam livres para practicar o homossexualismo, clinicamente e socialmente falando, não só o homossexualismo não é um comportamento algo que se deva aceitar de ânimo leve como é normal que isso prejudique imenso os outros membros da família.

Esta senhora não precisa de psiquiatra ou psicólogo, pois não há nada errado com ela. No entanto o irmão dela, sim precisará de ajuda clínica e psiquiátrica para deixar este comportamento auto-destrutivo que está a provocar tensão e mal estar na família.

Passemos ás palavras da "psicóloga":

Cara Maria,

Sente-se nas suas palavras sofrimento e, acima de tudo, bloqueio. Se o pai descobre, a tristeza, não conseguir sair de casa talvez para estar perto se alguma coisa acontecer." A constatação do óbvio.

As normas com que vivemos em sociedade ajudam-nos a conviver uns com os outros com mais respeito. Há normas mais explícitas e outras menos explícitas. O cumprimentar-nos, por exemplo, demonstra que estamos atentos ao outro. Quantas vezes já ouviu comentar um acto de má educação, porque o Manuel não cumprimentou o Joaquim? Outras normas são mais implícitas do que outras. Sobre o que é normal em termos sexuais, por exemplo.
Aparentemente a psicóloga Ana Caetano acredita que precisamos de "psicólogos" e outros "especialistas" para que confirmem aquilo que faz parte do senso comum.
Apesar da sociedade estar mais tolerante em relação ao amor [sic] entre pessoas do mesmo sexo, existem centenas de anos em que se condenou tal comportamento. Por isso, talvez, tenha dificuldades em aceitar a preferência do seu irmão.
A sociedade sempre foi tolerante com todo o tipo de pessoas, mas até na sociedade mais liberal sempre houve comportamentos que foram criticados - como o comportamento descrito acima. Não foram só centenas de anos foram milhares, pois comportamentos deste tipo sempre foram prejudiciais ao individuo e à sociedade.

Mas é claro que ela [Maria] tem dificuldade em aceitar um comportamento que é, a todos os níveis, nocivo para o corpo humano. O irmão tem um estilo de vida que está clinicamente comprovado como prejudicial para a saúde, mas esta "psicóloga" não quer ver isso. Pior ainda, ela qualifica a práctica do homossexualismo como uma "preferência".

A forma como ela apresenta a alternativa "queer", baseado no "trabalho" de Michel Foucalt, é digna dum filme.

Uma breve análise ao termo Queer:

A Teoria queer, oficialmente queer theory, é uma teoria sobre o género que afirma que a orientação sexual e a identidade sexual ou de género dos indivíduos são o resultado de um constructo social e que, portanto, não existem papéis sexuais essencial ou biologicamente inscritos na natureza humana, antes formas socialmente variáveis de desempenhar um ou vários papéis sexuais."
O texto de cima foi tirado da wikipedia, se é que isso vale alguma coisa.

Tendo como base esse entendimento, somos levados a concluir que os papeis dos indivíduos (homens e mulheres) na sociedade são "construídos socialmente" e que a biologia nada tem a ver com isso. Se isto é assim, porque é que não colocamos mulheres de metro e meio a servir de segurança nas discotecas cheias de pessoas alcoolizadas? Ou porque não colocar míopes a pilotar aviões intercontinentais? Mais importante ainda, porque é que são só as mulheres a ter filhos? Não será isso um claro exemplo de descriminação contra os homens?


[Meu comentário - Lucas] - Achei engraçada a forma como ela diz "ah ele é gay? Apresento-lhe então o queerismo!"

Vamos usar a mesma forma de pensar com outros comportamentos:

  • Ah ele fuma e isso é mau para a saúde? Apresento-lhe um SG Gigante.
  • Ele bebe muito? Apresento-lhe uma caixa de Moet Chandon.
  • Ele leva uma vida promiscua, tendo relações sexuais com várias mulheres todas as semanas? Apresento-lhe a minha irmã de 21 anos, solteira, bonita e igualmente promiscua.
  • Ele é viciado em pornografia? Apresento-lhe aqui uma lista dos melhores sites pornográficos da internet.
  • Ele está a ficar extraordinariamente obeso e não quer fazer exercício físico nem levar a cabo um dieta saudável? Apresento-lhe a minha colecção de filmes e jogos de computador. Ele que os jogue e os veja todos os dias - em casa. Apresento-lhe também estas 10 caixas de Kit Kat para ele comer enquanto vê os filmes e joga os jogos.

Não creio que o trabalho dum psicólogo seja o de aprofundar a tendência das pessoas em direcção a comportamentos auto-destrutivos. Mas dizer isso é "homofobia" e "preconceito".


Continuando:
Este filósofo nos anos 80 do século passado apresentou a ideia do que é cultural e do que é biológico na sexualidade humana. O ato de me apaixonar pode incluir qualquer pessoa, que pode ser ou não do mesmo sexo.
Mais uma vez faz a apologia do "vale tudo sexual" citando o trabalho de um "filosofo" sodomita e pedófilo que defendia a legalização da pedofilia. Ou seja, podemos subentender que esta "psicóloga" defende as mesmas ideias de tal individuo que, como sabemos, teve uma vida cheia de excessos e morreu de SIDA.

Para além disso, é preciso que se diga aquilo que Foucault disse que era a sua própria verdade. Ele, para além de homossexual, foi um pederasta assumido, chegando a defender - durante uma entrevista em uma rádio parisiense em 1968 - a legalização da pedofilia (Fonte).

A sociedade, principalmente desde a Idade Média, tem imposto que o natural são as relações entre sexos diferentes, com o objectivo de ter filhos."
Não é a sociedade que impôs o que é natural, mas sim os indivíduos - homens e mulheres saudáveis, seguindo o seu instinto natural - que sempre se organizaram de maneira a formar famílias, criar um projecto de vida e dar continuidade ao desejo de segurança e estabilidade que todos nós temos e que só pode ser atingido através da família natural. E o natural sem dúvida é a relação entre os dois sexos opostos. Não há qualquer lei que possa mudar isto.

O ser humano é heterossexuado por natureza, e como tal não há nada que possa mudar isto. Somos feitos a partir dum homem e duma mulher - o resto é puro devaneio.
No entanto, relembro que na antiga Grécia a homossexualidade era vista com naturalidade.
Isto é falso uma vez que era só uma minoria - a elite - que a praticava. Junto do resto da sociedade o homossexualismo não era muito bem visto. Poderia ser tolerado mas não era uma prática recomendável.
Na mitologia grega, Zeus, o senhor dos deuses do Olimpo, manteve uma relação com o belo Ganimedes e Apolo viveu um grande amor com Jacinto.
Será verdade que a psicóloga está a tentar usar a mitologia grega como forma de legitimar um comportamento sexual?
Assim, alguém que se assume como queer, aceita que o amor surge num encontro entre dois seres humanos, para além do seu género sexual.
Repetindo o que está em cima: como o ser humano provém dum homem e duma mulher, nós somos heterossexuados por natureza.

Cito partes de um texto de um blog que costumo seguir:

A diferença entre as mundividências da maioria da sociedade e da minoria gay está estritamente ligada à diferença entre as formas como a sexualidade é encarada pelo homossexual e pelo heterossexual.

Para o hetero, a sua sexualidade é consentânea com o seu corpo e com a sua natureza, ele não tem problemas de identidade, e portanto tudo “corre sobre rodas” e sem problemas de maior.

Seria absurdo vermos uma “parada heterossexual”, ou vermos um hetero sentir a necessidade de se “assumir” publicamente como heterossexual; não faz sentido, porque a fisiologia reprodutiva do hetero está de acordo não só com a sua natureza intrínseca mas também com a ordem natural da realidade (Natureza) ― isto é, no heterossexual, “tudo bate certo”.

Pelo contrário, o homo assenta a sua sexualidade exclusivamente no desejo ― aqui entendido não como “desejo natural” decorrente da acção fisiológica, mas como “desejo psicológico” construído ―, nas fantasias sexuais, e na subjectividade do homossexual na relação que mantém com os seus desejos e fantasias sexuais. Portanto, o problema do homossexual na afirmação de uma identidade é um enorme pesadelo, porque a própria identidade do homo depende exclusivamente dos seus desejos (psicológicos) particulares e fantasias sexuais, que por inerência são subjectivos.

O intuito gayzista é eminentemente político e pretende estigmatizar culturalmente a heterossexualidade, isto é, negar a realidade da Natureza por via da coacção cultural que se pretende que venha a assumir contornos crescentes de violência cultural, psicológica e mesmo física perpetrada sobre a maioria, utilizando para o efeito os instrumentos de repressão ao dispor do Estado ― que, pelo contrário, deveria representar, de forma prioritária, os interesses da maioria natural e garantir o futuro da sociedade.

Voltando à "psicóloga":
Voltando a si e ao bloqueio que sente sobre sair de casa ou não, pense que tem de viver a sua vida. Se a sua ideia é proteger o ambiente familiar desta notícia, “não-vá-qualquer-coisa-acontecer” também o poderá fazer fora de casa. "
Como pessoa consciente que esta senhora é, é claro que ela não quer abandonar a família pois os pais são idosos e o pai terá a saúde debilitada. Ela, como mulher de consciência, quer proteger a família do comportamento desviante do irmão.
A minha sugestão é que contacte um psicólogo em vez de um psiquiatra. Os psicólogos têm uma compreensão do ser humano em termos biológicos, psicológicos, sociais que a poderá ajudar a compreender o seu irmão e ajudar a sua família.
Ou seja a "psicóloga" diz que o problema não é o irmão dela ter um comportamento doentio e clinicamente auto-destrutivo; o problema é a família que não aceita o "estilo de vida" decadente do irmão. Esta inversão da lógica e dos valores faz algum sentido?

O psiquiatra está acima do psicólogo no entendimento clínico das várias perturbações a nível físico e psíquico pois estudou medicina e é especializado em psiquiatria .

Como foi dito acima, ela foi a um profissional de saúde e daí não houve resultados positivos. Certamente um psicólogo não fará melhor uma vez que ela não tem nada de errado. É o seu irmão que precisa de ajuda, e não ela.

Conclusão:

Mais uma vez vemos o cumulo do absurdo sem que ninguém se preocupe com isso. Devido a inactividade geral não é de admirar que esta "psicóloga" esteja a debitar estas barbaridades.

Psicóloga Ana Caetano.

Referencias:

http://www.maxima.xl.pt/consult%C3%B3rio-de-psicologia/14214-tema-sair-do-arm%C3%A1rio.html

http://espectivas.wordpress.com/2011/08/19/2-da-populacao-e-homossexual-mas-e-responsavel-por-61-de-novas-infeccoes-de-sida-hiv/


http://espectivas.wordpress.com/2009/12/01/o-gayzismo-multifacetado-e-as-suas-diferentes-estrategias-politicas/


http://espectivas.wordpress.com/2009/03/14/agenda-politica-gay-%C2%ABquem-nao-e-homofilo-e-%E2%80%9Clele-da-cuca%E2%80%9D%C2%BB/


http://espectivas.wordpress.com/2008/12/30/the-gay-report-pesquisa-de-habitos-sexuais-gays/


http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_queer

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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Estúdio de fotografia Cristão considerado "culpado" de "discriminação" por não querer fotografar eventos homossexuais

Um estúdio de fotografia Cristão foi determinado como culpado de discriminação por se ter recusado a fotografar uma cerimónia homossexual. A decisão contra a Elane Photography manteve a decisão dum tribunal inferior que considerou o estúdio um local de acomodação pública, semelhante a um restaurante ou loja.

O caso remota a 2008 quando a "New Mexico Human Rights Commission" decidiu que o caso violava os direitos humanos das intervenientes uma vez que discriminava contra Vanessa Willock devido à sua "orientação" sexual. A Elane Photography Studio respondeu afirmando que a decisão simplesmente reflectia as crenças morais e religiosas do proprietário.

http://devilbloggger.files.wordpress.com/2012/06/elaine_huguenin-240x289.jpg

Jordan Lorence do grupo legal Cristão Alliance Defense Fund (ADF) afirmou:

Os Cristãos, tal como todos os outros, não podem ser penalizados apenas e só por agirem de acordo com as suas crenças. O governo não pode forçar as pessoas a escolher entre a sua fé e a sua sobrevivência. Será que o governo forçaria um videofotógrafo vegetariano a criar um comercial para um novo talho local?
A ADF, que representa o estúdio, planeia recorrer da última decisão legal.

Fonte

* * * * * * *

Isto é o que acontece quando as preferências sexuais duma pessoa são colocadas ao mesmo nível da cor da pele ou o sexo dum indivíduo. De repente, não querer tomar parte em eventos homossexuais é "discriminação", e as leis que foram criadas como forma de "impedir a discriminação" são elas mesmas usadas como arma de discriminação contra as pessoas que não querem celebrar o homossexualismo.

Outra coisa que convém ressalvar é que o estúdio não tinha problemas nenhuns com as pessoas envolvidas mas sim com as práticas associadas ao evento. Se as mesmas lésbicas viessem ao mesmo estúdio e requisitassem os seus serviços de fotografia para um evento social não relacionado com o homossexualismo (baptismos, etc), elas veriam o seu pedido satisfeito. Isto demonstra que não houve discriminação de pessoas mas sim de um comportamento.

Pode-se supor que estas leis estão a ir demasiado longe no seu propósito, mas a verdade dos factos é que elas foram feitas precisamente para limitar a liberdade de quem não se alinha com o politicamente correcto (marxismo cultural). O Cristianismo, sendo o maior inimigo do esquerdismo, vai, assim, ser vítima de ataques discriminatórios por parte de pessoas que usam as leis contra a "discriminação" como forma de avançar a sua agenda sexual e política.

domingo, 10 de junho de 2012

Quando o líder da congregação trabalha para o inimigo

Há um preço a pagar por parte de "reverendos" que voltam as suas costas às Escrituras e às necessidades da sua congregação.

O reverendo da igreja de St. Paul afirma que, depois da maioria dos seguidores a terem abandonado depois do seu apoio ao "casamento" homossexual, ele precisa de obter $200,000 como forma de pagar um empréstimo feito em nome da igreja.

O reverendo Oliver White, que gere a Grace Community United Church of Christ, disse que precisa de obter o dinheiro até 30 de Junho.

Perdemos a nossa fonte de receitas quando perdemos um número substancial de membros da congregação.
White disse que 2/3 da congregação deixou a igreja depois dele ter apoiado publicamente o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.
Fiquei chocado. Visitei membro após membro e eles disseram-me que não regressariam à igreja devido a isso. A membrasia evaporou-se bem em frente aos meus olhos..

A sua [isto é, a dos cristãos que abandonaram esta igreja] crença fundamental era a de que está errado um homem casar [sic] com outro homem ou uma mulher casar [sic] com uma mulher.

A "crença fundamental" não é "sua" mas Bíblica. Este estúpido tentar passar a ideia de que essa crença é pessoal (por parte de quem abandonou a congregação) e não algo que emana da leitura contextual da Palavra de Deus.

Mas White rejeitou qualquer tipo de alteração de posição em relação ao gayzismo:

Muitos deles disseram-me que se eu mudasse, eles voltariam.
Sem dúvida que White aproveitou este gesto de reconciliação, certo?
Mas eu disse-lhes as coisas são como são, eu sou como sou e é por isto que eu luto.

Aparentemente ele foi escolhido para avançar com a agenda esquerdista e não para defender a Verdade Bíblica.

Ele foi mais longe e disse que aqueles que levam a sério o que a Bíblia diz estão com "medo de mudança" e que colocar um sinal de aprovação oficial à depravação sodomita, reduzindo a noção do casamento para uma farsa blasfémica, é um "direito civil", etc, etc. O mesmo de sempre.

Aqueles que ainda se reúnem nesta "igreja" disseram estar a "orar por um milagre". A quem é que eles estão a orar, fica ao critério de cada um.

A lição a tirar deste incidente é que a elite cultural não nos pode empurrar para o precipício moral se nós nos mantivermos fiéis aos nosso valores Bíblicos e nos recusarmos a segui-los para o fogo do inferno.

Por falar em fogo do inferno, o reverendo White tem 69 anos. Isto significa que dentro em breve (esperemos que não seja assim tão breve) ele vai ter um encontro com o Deus que ele blasfemou ao sujar o Seu Nome associando a Sua igreja com a sodomia e o lesbianismo.

Outra coisa que se pode retirar desta novela é a forma como a aceitação da agenda esquerdista significa a morte das igrejas. Isto é propositado e premeditado. O propósito da infiltração marxista é esvaziar o conteúdo Cristão mas manter a forma exterior (se possível). O problema é que, sem o conteúdo Bíblico, as igrejas invariavelmente morrem - precisamente o que os marxistas querem, de uma forma ou outra.

O reverendo White foi mais um idiota útil da esquerda militante e no dia 30 de Junho ele vai-se aperceber do quanto. Mas pode ser que a associação LGBT local lhe forneça o dinheiro que ele tanto precisa.

Reverendo White: Em vias de perder o emprego por se aliar ao gayzismo.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Russos livres de gayzismo durante os próximos 100 anos?

A Justiça russa proibiu ontem as marchas de "orgulho gay" durante os próximos 100 anos, decisão de que o lóbi homossexual já disse que vai recorrer para o Tribunal dos Direitos Humanos em Estrasburgo.

"Em Estrasburgo declaram ilegais essas decisões. O tempo passa e continuaremos a pedir autorização para novas acções, mesmo que sejam rejeitadas", afirmou Nikolái Alexéyev, líder dos homossexuais russos, citado por agências locais.

O tribunal municipal de Moscovo rejeitou o recurso interposto pelo activista confirmando a legalidade de uma disposição anterior da autarquia em que se proibiam as paradas até 2112.

Dezenas de activistas homossexuais foram detidos no final de Maio quando tentavam levar a cabo uma marcha de "orgulho gay".

Várias cidades russas aprovaram este ano leis contra a propaganda homossexual, decisão que esta "minoria" tem tentado provar que é uma violação da "liberdade de expressão".

Fonte

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Amanda Gigliotti (Christian Post Portuguese) não parece muito convencida

A Rússia proíbe as marchas de orgulho gay pelos próximos 100 anos mas a escritora do Christian Post Portuguese não parece contente com este desfecho. Para além de ter uma foto onde se fala nos "cristãos" homossexuais que criaram a sua "igreja", Amanda Gigliotti fala do homossexualismo de forma um tanto suspeita.
Com essa medida, além de outras leis contra a ‘propaganda homossexual’, a Rússia parece se tornar o país europeu mais hostil com as minorias sexuais.
Várias perguntas:
  • Porque é que a Amanda colocou propaganda homossexual entre aspas?
  • Porque é que ela chama os homossexuais de "minorias sexuais"?
  • Estando ela a escrever para um fonte (supostamente) Cristã, não deveria ela usar uma identificação mais Bíblica do homossexualismo?
  • Porque é que a Amanda quer dar um estatuto de "minoria oprimida" aos homossexuais qualificando-lhes de "minoria sexual"?
  • Se se vai chamar de "minoria sexual" todas as pessoas com gostos sexuais contra-natura, será que se pode chamar um pedófilo de "minoria sexual"? E aqueles que praticam o bestialismo serão eles também uma "minoria sexual"?

Ela continua:

As iniciativas vem sendo tomadas à medida em que activistas tentam realizar manifestações em defesa dos direitos gays.
O que são os "direitos dos gays"? Quem é que decidiu que fazer propaganda homossexual (sem aspas) é um "direito?
Os grupos homossexuais encontram também grande resistência dos ortodoxos russos.
Esses malignos ortodoxos russos que não deixam que homens semi-nus dancem em frente a criancinhas. Onde já se viu tamanho ódio?
Recentemente, ativistas da Igreja Cristã Ortodoxa Russa entraram em confronto com manifestantes homossexuais durante uma manifestação gay.
Manifestação ilegal - algo que a Amanda aparentemente não se lembrou de dizer.
A Igreja Ortodoxa Russa considera um ‘sacrilégio’ as passeatas do orgulho gay e pediu ainda extensão da lei municipal contra a propaganda homossexual, aprovada pelo Governo de São Petersburgo.
Sim, a Igreja Ortodoxa Russa acordou um dia, e decidiu que o homossexualismo é pecado. Não, não é a Bíblia que diz isso; é a Igreja Ortodoxa Russa.

Repare-se também que aqui propaganda homossexual já não está entre aspas.

Não é inocente o facto do artigo da Amanda citar as palavras do activista homossexual russo mas não se preocupar em saber o que a Igreja Ortodoxa e os legisladores pensam. Aparentemente só vale à pena saber a opinião de um dos lados.

* * * * * * *

O Christian Post Portuguese está infiltrado por pessoas sem aliança nenhuma com a Palavra de Deus, pelos vistos. Já não é a primeira vez que este tipo de atitude se manifesta entre eles. Há alguns meses atrás tiveram a arrogância de afirmar que a Bíblia "sugere" que o homossexualismo é pecado.

Liberdade económica é inimiga do gayzismo

Deve ser por isto que a elite globalista quer controlar a economia (assumindo - erradamente - que já não o faz)
Um director renomeado que até já teve filme indicado ao Óscar. A protagonista é uma das actrizes mais disputadas do cinema brasileiro com uma carreira invejável por muitos. O roteiro tem como tema central a história de amor [sic] entre duas figuras importantes para a história do Rio de Janeiro e da literatura internacional. Com todos esses atributos é fácil imaginar que a produção do filme “Flores Raras”, dirigido por Bruno Barreto e com Glória Pires no elenco, não teria problemas para a captação de patrocínios.
Claro que não. Afinal, tudo o que os ocidentais querem é ver filmes de temática homossexualista.
No entanto, o longa-metragem enfrenta fortes barreiras nesse sentido. “Não conseguimos um tostão de nenhuma empresa privada, afirmou Bruno, durante colectiva de imprensa de apresentação do filme, nessa quinta-feira (31), no Hotel Pestana, na Zona Sul do Rio.
Ou seja, as empresas resolveram não se associar com o lesbianismo - algo que é do seu direito. O dinheiro é deles e como tal eles podem investir no que eles bem entenderem. Pelo menos deveria ser assim.

As pessoas envolvidas no filme sabem o porquê dos patrocinadores não se envolverem com o mesmo:

Isso acontece porque o filme tem como tema central o relacionamento homossexual entre duas mulheres: Elizabeth Bishop (interpretada por Miranda Otto), poetiza americana que ganhou o prémio Pulitzer, e Lota Macedo Soares (Glória Pires), arquitecta carioca dos anos 50 que idealizou e supervisionou a construção do Parque do Flamengo.
O pior é que as ditas pessoas envolvidas na produção do filme realmente pensam que filmes em torno do homossexualismo deveriam ser recebidos de forma mais entusiasta.
“Quando apresentamos o projecto para as empresas, dizem que a história é linda. Mas na hora de dar a resposta, tiram o corpo fora alegando que não podem atrelar a imagem da empresa a esse assunto.
"Esse assunto" = lesbianismo.
Nunca esperei passar por isso em pleno século 21 e num país que se diz de mente aberta”, contou Paula Barreto, da LC Barreto Produções.
Ou seja, para Paula Barreto, o facto das empresas PRIVADAS evitarem ver o seu bom nome associado ao homossexualismo é evidência de que as ditas empresas não são suficientemente "avançadas" e com "mente aberta". A pequena questão das empresas privadas dependerem do mercado para sobreviver e esse mercado estar composto por pessoas que na sua maioria qualificam o comportamento homossexual de reprovável e auto-destrutivo, não parece passar pela cabeça da Paula.

Segundo a Paula, as empresas devem colocar de lado a sua razão de existir (gerar riqueza) e dar apoio a filmes que consequentemente alienarão parte dos seus clientes. A ideologia gayzista deve, portanto, ser colocada acima da sobrevivência da companhia.

Mesmo não querendo levantar bandeiras, Glória espera que o filme abra a cabeça dos espectadores.
Por "abra cabeças" entenda-se "aceitem o homossexualismo como normal"
“Todo preconceito vem da falta de conhecimento.
Mas a rejeição que a maioria da população mundial faz do homossexualismo não é baseado na "falta de conhecimento" mas sim no nojo que eles têm desse comportamento.

Além disso, porque é que haveria de ser "falta de conhecimento"? Qual é o "mistério" em volta do homossexualismo? A maioria dos adultos sabe (e despreza) o que dois homens fazem entre si, tal como a maioria das pessoas sabe o que está envolvido no lesbianismo.

Posto isto, porque é que a rejeição do homossexualismo haveria ser baseada na "falta de conhecimento"? Falta de conhecimento do quê, propriamente?

Sempre que se coloca um assunto na roda, ele é debatido e isso é bom. Espero que o longa sirva para que essas pessoas vejam a temática de outra forma e não fiquem tão preocupados com a opção sexual de cada um”, afirmou.
Mas a maioria das pessoas só se "preocupa" com a opção sexual de cada um quando quem os pratica os quer agressivamente publicitar como normal e natural em praça pública ao mesmo tempo que qualifica de "homofóbico" quem não concorde.

Portanto, não é a população que está a invadir as saunas gay ou os bares gay, mas sim os activistas homossexuais que estão a usar os média para invadir casas e outras organizações sociais. Como diz o tri-campeão Nikki Lauda, é perturbador ver televisão com os filhos ou os netos pequenos e ter que os explicar o porquê de dois homens estarem a dançar juntos, ou o porquê duma mulher estar a beijar outra mulher na boca.

Quem está a ser intolerante é o lobby gay, e como tal resistir à sua agenda é perfeitamente normal.

O que fica desta incidente é o facto da liberdade económica aliado a uma população conservadora como a brasileira serem condições más para quem quer avançar com uma agenda sexual e política como o gayzismo.

Há algumas semanas atrás as feministas americanas tentaram retirar o conservador Rush Limbaugh do ar qualificando-o de coisas horríveis como forma dos seus patrocinadores darem término aos contratos. A medida falhou por completo porque o mercado livre americano adora o Rush Limbaugh.

Ou seja, o produto é do agrado da população e como tal os patrocinadores que acabaram com a ligação com Rush é que ficaram a perder. Evidência disso é o facto de pelo menos uma das empresas que inicialmente cortou as relações com Rush mais tarde ter tentado reatá-la. Obviamente que Rush rejeitou a "oferta".

Quando as pessoas têm a liberdade de escolha fica mais difícil controlá-las.

Pacotes com mão e pé enviados para duas escolas

Luka Rocco Magnotta é o único suspeito (foto AP)

Dois pacotes, um com uma mão e outro com um pé, foram entregues em duas escolas de Vancouver. As suspeitas das autoridades canadianas recaem sobre Luka Magnotta, que terá assassinado e desmembrado um homem chinês.

Warren Lemcke, chefe da polícia de Vancouver, informou que um dos embrulhos, contendo uma mão humana, foi entregue na Escola Elementar de False Creek, cerca das 13 horas de terça-feira.

Segundo a edição online do jornal canadiano National Post, uma hora depois, um outro pacote, contendo um pé, foi entregue na Escola St. George, colégio privado masculino, suspeitando-se que os restos mortais pertencem ao estudante chinês assassinado e desmembrado a 25 de maio, em Montreal.

O actor pornográfico homossexual Luka Magnotta, detido em Berlim, na Alemanha, a aguardar a extradição para o Canadá, é o único suspeito até ao momento.

Fonte

* * * * * * *

Este incidente envolve violência doméstica entre dois homossexuais mas dificilmente saberíamos do ângulo homossexual do incidente se dependêssemos exclusivamente dos média sob o controle da esquerda militante.

domingo, 3 de junho de 2012

Ciência politicamente incorrecta

Terapia de Conversão, que ajuda homossexuais que lutam para acabar com atracção indesejada, foi banida pelo Senado do Estado da Califórnia. Este gesto nada mais é que um apoio político a um estilo de vida conhecido por causar o suicídio, doenças e depressão.

Christopher H. Rosik, Ph.D. da National Association for Research and Therapy of Homosexuality escreveu uma resposta detalhada aqui.

O que isto significa é que se tu és um homossexual que vive na Califórnia e queres abandonar esse estilo de vida auto-destrutivo, provavelmente vais ter que sair do Estado para procurar ajuda profissional.

Por aqui se vê que o activismo sodomita é um ataque à liberdade.

Independentemente de se ser contra ou a favor do comportamento homossexual, usar o poder político para se impedir profissionais de saúde de assistir quem voluntariamente busque a sua ajuda está errado.

Uma coisa é alguém esta "feliz" nesse estilo de vida mas outra é alguém estar infeliz e buscar ajuda profissional. Segundo o activismo gay, é preferível alguém estar infeliz mas dentro do homossexualismo do que alguém pedir ajuda para sair dum estilo de vida que o deixa insatisfeito.

Para além de tudo o resto, incidentes como este demonstram que não são os conservadores que são anti-ciência mas sim a esquerda militante. Para os esquerdistas, ciência só é válida se puder ser usada em seu favor. Se por acaso um dado científico ou experiência médica mitigar contra alguma das suas "vacas sagradas", então eles usam o poder político para o censurar.

sábado, 2 de junho de 2012

Activistas homossexuais enviam ameaças de morte à filha de Sarah Palin

Bristol Palin, filha de Sarah Palin, recebeu críticas maldosas, carregadas de ódio e incendiárias - incluindo ameaças de morte - depois de escrito num blogue que se opõe ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

Ela revelou o ódio a que foi submetida num post posterior intitulado “Hate in the Name of Love, Bullying in the Name of Tolerance,”

Para além de ter recebido mais de 3,000 comentários - que, segundo Bristol, eram compostos maioritariamente por bullying e ofensas pessoas mas vazios de genuínos argumentos - ela levantou o véu em torno de alguns dos comentários demasiado ofensivos para serem postados:

  • “Tu és um nojento pedaço de m---- senhorita Palin. Desejo para ti e para a tua família tudo de mau. Todos vocês, incluindo o teu filho, merecem uma morte lenta, dolorosa e miserável. Que a morte se abata sobre vocês.

  • “Não, tu é que és o verdadeiro problema e os Estados Unidos deveriam te matar por isso”;

  • “bristol: mata-te sua f--- gorda”;

  • “tu és um argumento em favor do aborto”;

  • “mata-te.”

Bristol Palin está longe de ser a única pessoa a receber este tipo de tratamento "tolerante" por parte dos defensores da agenda homossexual apenas e só defender que o casamento é entre um homem e uma mulher.

Há alguns dias atrás activistas ameaçaram incendiar a igreja Católica St. Francis Xavier em Acushnet (Massachusetts) por esta ter colocado uma mensagem na sua igreja onde se lia "Dois homens são amigos e não cônjuges.

Sarah Crank, uma criança de 14 anos, recebeu ameaças de morte depois de ter testemunhado perante o Senate Judicial Proceedings Committee em Janeiro. Durante o seu testemunho, Sarah afirmou que as crianças que vivem com uma dupla homossexual "não sabem as maravilhosas experiências que estão a perder."

A Mars Hill Church em Portland teve tijolos atirados pelas janelas a dentro - acto levado a cabo por um grupo sodomita com o nome de "angry queers" - depois dum pastor afiliado a outro dos seus ramos ter afirmado que o homossexualismo é pecado.

Num vídeo com o nome de “Attacked by Tolerance,” os voluntários da American Society for the Defense of Tradition, Family and Property (TFP) descrevem como foram fisicamente atacados por activistas homossexuais depois deles (os membros da TFP) se terem firmado na defesa do casamento natural.

Fonte

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A definição de "tolerância" dos activistas homossexuais é bastante distinta da usada pelo resto da sociedade não-esquerdista. Para eles, "tolerância" significa ausência de oposição à sua agenda sexual e política. Quem quer que se oponha à sua agenda é "culpado" pela violência que os activistas homossexuais desencadeiam contra os "adversários" - mesmo que os "adversários" sejam meninas de 14 anos.


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