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segunda-feira, 21 de julho de 2014

O verdadeiro propósito do "casamento" homossexual

Por Bill Muehlenberg

Muitos homossexuais - talvez a maioria - não estão interessados no "casamento" e como tal, é importante perguntar o porquê de alguns homossexuais insistirem tanto nos "direitos" matrimoniais. O que causa este impulso para "casar" tão forte por (pelo menos) parte de alguns membros da comunidade homossexual?

Tal como muitos homossexuais admitem, um dos grandes motivos que leva a que eles queiram "casar" não é para serem iguais aos heterossexuais, nem é porque eles querem abandonar o seu estilo de vida livre e promiscuo, mas sim devido ao valor simbólico. O "casamento" dar-lhes-á reconhecimento público, aprovação e aceitação, e este tem sido o propósito final do lobby homossexual: aprovação e avalização pública e social, total e completa. Logo, ao obterem os "direitos" matrimoniais, e por sua vez, todos os direitos de adopção - o último obstáculo para os homossexuais - eles irão atingir o seu grande objectivo: a legitimação do estilo de vida homossexual.

Tal como a revista Time admitiu num artigo relativo ao "casamento" homossexual, o verdadeiro propósito é a aceitação social total e a validação do estilo de vida homossexual:

Claro que por fim, a batalha em torno do casamento [sic] homossexual tem sido muito mais do que apenas obter o desconto de segundo motorista no balcão da Avis. De facto, o indivíduo que mais fez pelo casamento [sic] homossexual - um brilhante advogado activista de 43 anos chamado Evan Wolfson - nem se quer tem um namorado. Ele e outros que durante a última década deram entrada a processos legais, não querem nada menos que a igualdade social plena - a validação total e não só o direito de herdar o Cadillac da sogra. Tal como Andrew Sulllivan, a (persistentemente solteira) força intelectual por trás do casamento [sic] homossexual escreveu, "Incluir os homossexuais dentro do casamento seria um meio de conferir a forma mais elevada de aprovação social que se pode imaginar."

Jonathan Rauch, um dos líderes do movimento homossexual americano, que tem também batalhado em favor do "casamento" homossexual, admite que este será um dos efeitos importantes do "casamento" homossexual:

Isso ["casamento" homossexual] irá dar nobreza e dignidade ao amor e ao sexo homossexual, tal como o fez para o amor e para o sexo heterossexual.

Exactamente; mas tal ameaça à saúde e à segurança pública não deveria ser enobrecida e dignificada, muito menos por parte de governos que têm o dever e a responsabilidade de promover a saúde e o bem estar dos cidadãos.

Os activistas homossexuais australianos já admitiram também que a sua tentativa de se juntarem aos heterossexuais no "casamento" centra-se na legitimidade e na aceitação. Tomemos como exemplo as palavras do activista homossexual de longa data Rodney Croome:

Isto não se centra no sexo mas sim no simbolismo. Apesar do, ou se calhar por causa do, um aumento dos relações de facto e dos divórcios, muitos australianos ainda têm o casamento em elevada consideração. Para o bem ou para o mal, o casamento confere ao relacionamento o selo de aprovação social por excelência. É por isso que os conservadores sociais desprezam profundamente a igualdade matrimonial e, como herdeiros dum estigma milenar, é por isso que muitas duplas homossexuais anseiam por ela.

É isto que Rodney Croome e muitos como ele querem: aprovação social. É precisamente por isso que existe um esforço enorme por parte do lobby homossexual tendo em vista a redefinição do casamento. De facto, a base de todo o activismo homossexual é essencialmente esse: aprovação e aceitação social completa. Tal como Kirk e Madsen afirmaram em 1989,

Obter a tolerância e aceitação por parte dos heterossexuais não é só um propósito legítimo do activismo homossexual; ele tem que ser o objectivo principal.

Muitos outros activistas homossexuais admitiram precisamente isto. Por exemplo, Arthur Leonard, defensor do "casamento" homossexual", coloca as coisas desta forma:

O reconhecimento legal das duplas homossexuais teria o efeito de "normalizar" tais relacionamentos. . . . . Aquelas pessoas que alegam que o movimento dos direitos dos homossexuais tenciona transformar a sociedade fazendo com que as pessoas olhem para os homossexuais como "normais" estão totalmente correctos.

Exactamente. Os activistas sabem que a maioria das pessoas não irá aceitar a "normalidade" do estilo de vida homossexual, e como tal, eles recorrem à táctica de passar por cima da vontade pública e do processo legislativo, usando em seu lugar o contundente instrumento do activismo judicial. São os tribunais activistas que estão a forçar o estilo de vida homossexual no resto da sociedade, quer a sociedade queira ou não. Tal como o Afro-Americano Shelby Steele ressalva num artigo onde ele demonstra como o "casamento" homossexual não é um assunto que se centra nos direitos civis,

Dentro do movimento em favor do "casamento" homossexual, o casamento é mais um meio do que um fim, uma arma contra um estigma. O facto do movimento homossexual falar muito pouco da instituição do casamento em si sugere que esse movimento encontra-se mais motivado por um desejo de normalizar a homossexualidade do que algum desejo que esteja relacionado com o casamento em si.

Stanley Kurtz coloca as coisas desta forma:

Por fim, até pode ser que o que se encontra por trás da exigência pelo "casamento" homossexual - quer seja apresentado duma forma conservadora ou como assunto dos "direitos civis" - seja uma tentativa de apagar por completo o estigma associado à homossexualidade. Esta tentava é utópica; tal como os homossexuais radicais como Michael Bronski reconhecem, o estigma nasce da separação fundamental entre a homossexualidade e a reprodução, que é uma forma de dizer que o mundo é, na sua esmagadora maioria, heterossexual. Mesmo assim, na sua busca por este fim utópico, é-nos pedido que transformemos - sem levar em conta os desconhecidos custos que isso pode ter para nós e para as gerações futuras - a instituição central da nossa sociedade.

Ou tal como disse o pesquisador familiar Peter Sprigg:

A resposta mais lógica parece ser que esta campanha não tem nada a ver com o casamento, mas sim com o desesperado desejo que os homossexuais têm que a sociedade como um todo afirme que a homossexualidade (não só os homossexuais como pessoas mas também os actos homossexuais em si) é, de todas as formas - moralmente, socialmente e legalmente -  um equivalente pleno da heterossexualidade.

É precisamente isto. O movimento homossexual nada mais é que uma campanha gigantesca de convulsão social, criada para alinhar a relutante sociedade com as exigências dum pequeno - mas bastante vocal - grupo activista. Toda esta engenharia social centra-se em forçar o resto da comunidade a aceitar por inteiro a agenda homossexual e o estilo de vida homossexual, quer a sociedade queira ou não.

terça-feira, 24 de junho de 2014

De que forma é que o "casamento" homossexual afecta toda a sociedade?

Na sua tentativa de avançar com o pseudo-casamento homoerótico, os defensores do homossexualismo perguntam de que forma é que tais "casamentos" irão afectar de forma pessoal a vida daqueles que não concordam com ele. Esta pergunta é relevante, e acredito a resposta a ela tem analisar duas áreas.

Preocupações Filosóficas

De que forma é que um assassinato que ocorre num outro estado, num estacionamento para trailers e entre duas pessoas que não conhecemos e que não conhecem ninguém que nós conhecemos, nos irá afectar pessoalmente? Não irá; mas só porque não nos irá afectar pessoalmente não quer dizer que podemos ignorar as questões morais associadas ao assassinato e não condenar esse acto. O assassinato é moralmente errado, e quando uma lei moral é violada, nós somos de uma maneira ou outra afectados; e nós sabemos que se tais actos aumentarem, a sociedade será afectada, independentemente do lugar onde nos encontremos.

Não estou de maneira nenhuma a comparar o "casamento" homoerótico com o assassinato (e a colocá-los ao mesmo nível moral) mas sim a alterar por alguns momentos o foco da questão para algo que nós todos sabemos ser moralmente condenável como forma de demonstrar que, mesmo que algures pelo mundo ocorra uma acção que não nos afecta directamente (por exemplo, o assassinato), nós devemos condená-la visto estar errada. O assassinato é uma preocupação moral, e tal como o "casamento" homoerótico, nós temos que nos preocupar com as suas implicações morais, quer nós sejamos pessoalmente afectados ou não no momento.

No entanto, algumas pessoas podem afirmar que o "casamento" homoerótico não é uma questão moral mas sim uma questão centrada nos direitos civis. Embora alguns defensores do "casamento" homoerótico agitem a bandeira dos "direitos civis" como forma de apoiar a sua causa - o que eu acho impróprio - os pseudo-casamentos homossexuais estão estão rodeados de questões morais: fidelidade, promessas, amor, apoio, compromisso, sexo, etc.

Para além disso, os direitos civis baseiam-se em direitos morais: está moralmente errado prevenir alguém de ter um emprego, comer num restaurante, ou usar casas de banho públicas devido à cor da sua pele. De igual modo, a união entre duas pessoas numa cerimónia pública onde é reconhecido pelo resto da sociedade o compromisso emocional, sexual e de fidelidade entre elas é também uma questão moral. Se discordas, então tens que demonstrar como é que tal compromisso público não é uma questão moral.

Quando olhamos outra vez para a questão, podemos ver de modo implícito um padrão moral, nomeadamente, que a moralidade é determinada pela forma como as pessoas são pessoalmente afectadas. Mas uma coisa não está certa ou errada apenas e só devido ao efeito que uma acção pode ter sobre uma pessoa. Algo está certo ou errado porque existe uma natureza inerente das verdades morais. Por exemplo, está errado assassinar.

Está errado torturar bebés como forma de obter prazer sádico. Está errado dividir a sociedade com base na cor da pele. Está errado prometer fidelidade, compromisso e amor ao nosso "parceiro" de casamento, e mais tarde violar esse compromisso. Está errado odiar alguém sem motivo. Está errado desejar a morte de alguém apenas e só porque não se gosta da cor da sua pele.

Se a moralidade fosse determinada pela forma como as pessoas são afectadas, então a moralidade seria algo baseado nos efeitos, nas circunstâncias e nos gostos pessoas - mas só quando eles fossem expressos e não quando são só sentidos. Mas isto é problemático porque se eu acredito que o "casamento" homoerótico está errado, será que ele está errado simplesmente porque eu assim acredito? Será que estou moralmente certo? Ou será que não há valor moral algum nessa crença? Se por acaso defendes que não há valor moral na mera crença, então odiar alguém com base na cor da pele ou "orientação sexual" não está errado, pois não?

Vês agora como a moralidade baseado "apenas" na forma como alguém é afectado está cheia de problemas? Esta posição ignora os motivos e diz que os motivos malignos não estão errados até que alguém opera com base neles.

Se por acaso negas que existem verdades morais intrínsecas, então não há nada de errado com o ódio, a raiva, a luxuria, a cobiça, o preconceito, etc., desde que estes  sentimentos não sejam expressos. Mais uma vez, se não existem valores morais intrínsecos, então por favor encontrem uma excepção para a frase que diz que está sempre errado torturar bebés por prazer. Se não és capaz, será que não estás a admitir que os absolutos morais existem - em relação aos quais nós todos temos que responder visto que isso implica um Doador da Verdade? Mas estou a divagar.

O "casamento" homoerótico centra-se em duas coisas: amor e sexo. Certamente que os homossexuais alegam ter amor uns pelos outros, mas eles também têm relações "sexuais" uns com os outros. Na minha opinião, este segundo ponto é a força motora por trás da sua redefinição do casamento. Pensem nisto: homosSEXualismo. Sim, sabemos que é apenas uma palavra, mas isto leva-nos às preocupações prácticas visto estas estarem relacionadas com o sexo - exactamente aquilo que a comunidade homoerótica tirou do armário/dos quartos, e trouxe para o esfera pública.

Preocupações Prácticas

Se uma dupla homoerótica se "casa" do outro lado do mundo, isso não me afecta - mas isso não quer dizer que não seja uma questão moral. No entanto, se uma dupla homoerótica legalmente se "casa" no país onde vivo, isso afecta-me. Primeiro, este artigo é o resultado de questões levantadas por dois apoiantes do "casamento" homoerótico. Fui afectado, e como resultado, estou a escrever este artigo.

Segundo, a redefinição do casamento para fora do promissório vinculo público de um homem com uma mulher afecta a sociedade como um todo visto que ela fundamenta-se na unidade familiar onde o casamento é o contracto legal de fidelidade e compromisso através do qual crianças são trazidas ao mundo.

Terceiro, ao redefinirem o casamento para além de um homem e uma mulher, e onde onde a relação sexual normal pode ocorrer, o absoluto do relacionamento marital  homem-mulher é destruído e a permissividade sexual é encorajada. Isto abre a porta a mais redefinições das relações familiares e sexuais. Tomemos como exemplo o simpósio de 2011 com o nome "Living in Truth and Dignity", que decorreu em Baltimore, Maryland do dia 17 de Agosto. Nele, a pedofilia foi redefinida como "pessoas atraídas a menores", e o simpósio buscou formas de levantar preocupações em torno da forma como o DSM 1 considera isso uma desordem mental.

No decorrer do simpósio, uma das palestras tinha o título de "Descriminalizando os Conceitos da Desordem Mental - A Pedofilia como Exemplo" ["Decriminalizing Mental Disorder Concepts--Pedophilia as an Example.], e ela foi apresentada por John Z. Sadler, M.D., Professor de ética médica e psiquiatria (UT Southwestern Medical Ctr., Dallas, TX) 2

Será que isto é um precursor de mais "reconsiderações" sexuais num mundo em mudança onde a permissividade sexual na forma do comportamento homossexual busca agora aceitação através da redefinição do casamento, de modo a que se possa esconder dentro das suas paredes sagradas e obter aceitação social? Convém perguntar se tal simpósio teria obtido algum embalo se a fidelidade do casamento tradicional tivesse permanecido intacta e com ela a santidade da sexualidade que o casamento providencia. Não vejo como. Com a redefinição dos papéis sexuais e dos parceiros matrimoniais, o dique que suporta o dilúvio da imoralidade está a rachar.

Quando a porta de redefinição do casamento é aberta, uma série de obscenidades imorais sexuais podem entrar. Quando e como é que voltamos a fechar a porta outra vez? Será depois da pedofilia ser aceite pela sociedade? E o que dizer da poligamia, da poliandria e dos poliamorosos? Sem uma declaração concreta de que o casamento é entre um homem e uma mulher, com a união sexual biologicamente construída que está protegida dentro do casamento, então vale qualquer coisa - pedofilia, bestialismo, necrofilia, identidade de género, e muito mais. Filosoficamente, isto pode levar a profundas ramificações morais na sociedade; e quando a moralidade muda, a sociedade muda e todos são afectados.

Tal como a história frequentemente demonstrou, quando a moralidade duma sociedade entra em declínio, os malignos prosperam e estes rapidamente voltam a sua atenção para os moralmente conservadores, perseguindo-os ferozmente. Isto já está a acontecer aqui nos Estados Unidos onde as pessoas que se atrevem a dar uma opinião contrária à posição politicamente correcta em torno do pseudo-casamento homoerótico são despedidas, ridicularizadas, e/ou qualificadas de "intolerantes". Isto faz com que outras pessoas, eu incluindo, fiquem cautelosas em torno do que dizem, não se dê o caso dos Camisolas Castanhas 3 da agenda homossexual nos denunciem e nós sejamos punidos apenas e só afirmamos que o "casamento" homoerótico está errado. E nem pensem que isto não acontecerá porque já está a acontecer.
  • 1. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders of the American Psychiatric Association
  • 2. http://b4uact.org/science/symp/2011/program.htm
  • 3.Os Camisolas Castanhas eram os informadores do partido Nazi Alemão que usavam violência para silenciar todos aqueles que se opusessem a Hitler.
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

A Revolução Silenciosa

Por Mark Richardson

Sinto-me sempre deslocado quando se trata do assunto do casamento [sic] homossexual. Muitos Australianos acham que este tópico limita-se apenas a conferir um direito a um grupo de pessoas sem que com isso haja consequências negativas. Se tu és um desses Australianos, peço-te que leias o que se segue com mente aberta. Tiberge no blogue "Gallia Watch" traduziu parte dum debate que decorreu no senado Francês sobre a família. A França legalizou recentemente o casamento [sic] homossexual, apesar de considerável oposição pública. Agora, uma nova lei está a ser considerada - uma que irá promover uma "diversidade" de tipos de família.

O debate começa com um comentário de Dominique Bertinotti, Ministra para a Família do partido que se encontra no poder (Partido Socialista):

Estou convencida de que os esforços do senado serão rumo à consolidação deste avanço da igualdade. Esta lei faz parte da revolução silenciosa.
Ela declara abertamente no senado Francês de que o que está acontecer na França é uma "revolução silenciosa.". Ela não está a alegar que as coisas continuarão a ser tal como eram; em vez disso, é uma revolução que vem do topo feita por socialistas como ela.

Alain Gournac, do partido mais conservador UMP, lembra então à senadora as demonstrações populares maciças que estão a ser feitas em defesa da família tradicional por toda a França:
O silêncio de uma milhão de pessoas nas estradas!
Mas a legisladora socialista não vacila:
De agora em diante, a sexualidade fica dissociada da vida conjugal e da procriação.
Ela está a dizer que o casamento e os filhos não mais se baseiam nas duplas heterossexuais de marido e mulher. 

Outra senadora do Partido Socialista, Michelle Meunier, diz também:
Esta lei faz parte do slogan da nossa República. Ela permite que os homossexuais tenham uma família. Façamos aqui uma admissão: esta lei transporta a família para fora da fantasia "uma mãe, um pai, e uma criança"...
Ela classifica a família tradicional de "fantasia". O debate chegou a um ponto tal que a família tradicional é denegrida no senado Francês. Charles Revet, mais uma vez, membro do partido mais conservador UMP, pede permissão para declarar a sua oposição:
Não é uma fantasia. Mas o que é que você está a dizer?!!
Mas a senadora do Partido Socialista prossegue:
...porque a família nunca foi universal. Em todas as eras os pais trouxeram ao mundo crianças cuja responsabilidade eles não poderiam ou não queriam aceitar. Em todas as eras as crianças foram educadas por pessoas outras que não o pai e a mãe. Isto causa problemas à família "hetero-patriarcal-branca" idealizada que está cada vez mais longe da realidade. Como tal, a lei tem que se adaptar (...).
Mais uma vez, ela revela a sua hostilidade à família tradicional, que ela qualifica de família "hetero-patriarcal-branca", e declara que ela (a família) está gradualmente a afastar-se da realidade. Isto levou a que os senadores mais de direita reagissem com indignação aos seus comentários, mas isso não impediu que outra senadora esquerdista - Esther Benbassa - dos "Verdes" - continuasse com a mesma linha de pensamento:
Proteger a criança? Todos nós somos a favor disso! A criança precisa dum pai e duma mãe? Pura ideologia. Tal como o conceito da família tradicional, o padrão "paizinho-mãezinha-criança" é um modelo inútil que as famílias recompostas e as famílias monoparentais abandonaram há já algum tempo.
Ela declara que é "pura ideologia" a noção de que a criança precisa dum pai e duma mãe. Isto, com efeito, é a dissolução dos relacionamentos familiares. Se um homem, por exemplo, acredita que a sua presença na família é necessária, e ao abandoná-la ele causará danos à mulher e aos filhos, então é bem provável que ele permaneça e invista muito de si mesmo no seu papel de marido e no seu papel de pai. Ao mesmo tempo, se a esposa acredita que o papel do marido é necessário, tanto para ela mesma como para as crianças, ela é mais susceptível de agir de forma mante-lo dentro da família.

Mas assumamos que um homem realmente acredita no que Esther Benbassa disse no senado Francês, isto é, que a criança não precisa dum pai. Se isto é verdade, então porque é que um homem colocaria esforço algum na paternidade? Os seus filhos não precisam dele (pelo menos segundo os socialistas). Portanto, para quê se sacrificar pela família?

A lógica da nova família é o desinvestimento masculino na vida familiar. É bem possível que as socialistas intuitivamente se apercebam disso e recebam isto de bom grado nas suas tentativas de dissolver a família "hetero-patriarcal-branca". É bem possível que haja Franceses comuns que se apercebam do mesmo, o que explica as demonstrações em massa feitas contra as leis socialistas, e explica também os índices de aprovação abismais do Presidente Francês, Francois Hollande.

Parece-me que a única forma das coisas poderem funcionar na França é se houver uma divisão entre o que é oficialmente aprovado e o que as pessoas comuns pensam e acreditam. Se o governo toma como princípio a tese de que as famílias não precisam dum pai, mas os homens comuns forem de opinião contrária e afirmarem que o seu papel é significativo e necessário, então a sociedade pode-se manter unida.

Mas não há o perigo dos homens se deixarem influenciar com o passar do tempo com o que é classificado de "oficial" nos níveis mais elevados? Não há o risco dos homens se verem atraídos para uma cultura promovida pelo estado onde a presença dum pai dentro da família é tida como desnecessária?

* * * * * * * 
Respondendo à pergunta do Mark, sim, há esse perigo e nós já estamos a observar isso mesmo (isto é, homens a desistirem da paternidade e da vida matrimonial). O problema é que, embora a nível pessoal evitar de todo o casamento possa parecer (e até ser) "o menos mau" dentro da cultura ocidental sob a religião do feminismo e do esquerdismo, a nível social, uma cultura repleta de homens que não querem formar famílias, e de mulheres que não querem desempenhar o papel associado ao seu sexo (e não "género") é altamente prejudicial e até fatal para a cultura.
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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Franceses resistem ao ataque à família

O governo socialista Francês colocou de parte os seus planos de actualizar a lei a familiar este ano depois duma fim de semana de protestos levados a cabo por conservadores contra as reformas pró-homossexualismo que eles (os conservadores) olham como um ataque à família tradicional. 

Na 2ª-Feira os governo tentou acalmar os protestantes, que chegaram a ser mais do que 100,000 em Paris e em Lyon no Domingo, de que  a nova lei não irá legalizar a procriação assistida  para as lésbicas ou barrigas de alugar para duplas gays que tivessem planos de ter filhos.

Mas quando os legisladores Socialistas insistiram que iriam modificar a proposta de lei de modo a incluir essas reformas, o governo anunciou que o esboço da lei - que iria também definir os direitos legais dos segundos casamentos - precisa de mais trabalho. Pessoas ligadas  ao primeiro ministro disseram:

O governo não irá submeter o projecto de reforma da família antes do final  do ano.

Os protestantes do passado Domingo, muitos Católicos mas também muçulmanos, aproveitaram-se do contínuo ressentimento contra a legalização do "casamento" homossexual como forma de pressionar o governo a não ir ainda mais além como forma de ajudar os homossexuais a ter as "suas" crianças.

As pessoas envolvidas no protesto acusarem o governo de "familio-fobia", e disseram também que as garantias do governo de que a lei familiar não iria incluir essas reformas eram mentiras. A lei Francesa só permite a reprodução assistida para casais com problemas de fertilidade. O recuo do governo mostrou que, com abaixa popularidade de Hollande e com o aproximar das eleições municipais, ele está desejoso de evitar conflitos com os cada vez mais frustrados eleitores do centro-direita.

Um dos assessores de Hollande disse aos jornalistas que a prioridade era, por sua vez, combater a taxa de desemprego com níveis recorde, e avançar com um esquema de redução de impostos com o propósito de colocar as companhias a contratar outra vez.

A decisão de Hollande de adiar a proposta de lei valeu-lhe criticas tanto da direita como da esquerda. Christian Jacob, líder parlamentar da oposição conservadora do partido UMP, não só disse que "o governo passou dum estado de desordem para um estado de pânico", como apelou que o governo colocasse totalmente de lado a lei familiar.

Por sua vez, Noel Mamere, deputado do Partido "Os Verdes", aliado dos Socialistas de Hollande, acusou o governo de ceder perante os "reaccionários", para além de ter afirmado que o adiamento da lei familiar "mostra a enorme fragilidade e vulnerabilidade deste governo"

Embora várias manifestações em massa do ano passado tenham falhado ao não impedirem a maioria Socialista de aprovar a lei em torno do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, o conflito mobilizou muitos Franceses da classe média que embora aceitando a união civil entre os homossexuais, afirmaram que o "casamento" homossexual avançou demais.

As famílias que se manifestaram na Domingo tiveram também o apoio de outros que se opuseram às novas lições escolares em torno da "igualdade de género" nas escolas primárias que eles afirmam irá causar confusão à identidade sexual das crianças aos lhes ser ensinada a assim-chamada "teoria do género". O Ministro do Interior aumentou ainda mais a sua raiva no Domingo passado ao associar estas famílias aos radicais da extrema-direita e aos anti-semitas que protestaram há uma semana.

Fonte

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Autoridades admitem que ambiente homossexual não é bom para o desenvolvimento das crianças

Quem diria? Apesar do apoio entusiástico da elite esquerdista, ter uma dupla de practicantes do homossexualismo a fazer o papel de "pai" e "mãe" pode não ser benéfico para as crianças envolvidas. As mentiras em torno deste crime contra a natureza começam a desabar, tal como admite a revista cientifica Social Science Research:

A análise levada a cabo pelo Dr. Loren Marks da "Louisiana State University" verificou que a maior parte da ciência que forma a base do altamente estimado estudo oficial de 2005 - em torno da paternidade de pessoas do mesmo sexo levado a cabo pela American Psychological Association (APA) (http://www.apa.org/pi/lgbt/resources/parenting-full.pdf) - não resiste ao escrutínio.

Isto é uma forme elegante de dizer que o estudo levado a cabo pela APA é uma fraude científica. [Sempre bom chamar os bois pelos nomes.]
O mais recente estudo levado a cabo pelo sociólogo e professor da "University of Texas", Mark Regnerus, fornece evidências convincentes de que existem inúmeras diferenças no bem estar emocional e social entre os jovens adultos criados por mulheres que se encontram num relacionamento lésbico e aqueles que cresceram numa família nuclear.

O Dr. Marks reviu os estudos publicados entre 1980 e 2005 citados pelo sumário oficial de 2005 da APA que assegurou que "Nenhum estudo verificou que as crianças de pais [sic] lésbicas ou gays possuem algum tipo de desvantagem de forma significativa quando comparadas com os pais heterossexuais."

Para chegar a esta conclusão absurda mas politicamente correcta, a elite esquerdista teve que recorrer a estudos defeituosos e/ou imperfeitos.

Dos 59 estudos referenciados no sumário da APA, mais de 3/4 basearam-se em amostras pequenas, não-aleatórias e não-representativas, que não incluíam indivíduos ou famílias pertencentes a minorias étnicas; mais de metade não tinha um grupo heterossexual com quem se comparar ; e poucos examinaram os resultados que se estendiam para além da idade infantil, tais como pobreza intergeracional, realizações educacionais, e criminalidade, que são os focos-chave dos estudos em torno de crianças de pais divorciados, pais que voltaram a casar e coabitantes.

Por outras palavras, "A ausência de dados de elevada qualidade deixa as questões mais importantes por responder," concluiu Marks.

O Professor Regnerus levou a cabo um estudo mais profissional e, como seria de esperar, os resultados foram bastante diferentes - e totalmente anti-politicamente correctos:

Segundo o que ele apurou, as crianças de mulheres em relacionamento homossexual eram significativamente diferentes - quando jovens adultos - em 25 das 40 medidas de resultado (63%) quando comparadas com as crianças que cresceram com os seus pais biológicos.

Por exemplo, eles reportaram níveis de rendimento significativamente inferiores, maior dependência da assistência estatal, menores níveis de empregabilidade, pior saúde mental e física, pior qualidade no relacionamento com o parceiro actual, e níveis mais elevados de consumo de tabaco e criminalidade.

Se as autoridades querem mesmo saber o que pode acontecer às crianças que são usadas como adereços nos "casamentos" homossexuais, o melhor que têm a fazer é perguntar aos rapazinhos que Frank Lombard e o seu parceiro homossexual adoptaram, abusaram sexualmente e que cujo corpo eles venderam a outros sodomitas.

Fonte

Mark Regnerus: pesadelo do lobby sodomita.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Oliver White não se arrepende do que fez


A história já foi aludida aqui, mas é fácil de contar:
  • Líder duma igreja votou em favor do "casamento" homossexual.
  • Membros da igreja descobriram.
  • Maior parte dos membros disse adeus à essa "igreja"
  • Contribuições diminuíram drasticamente.
  • Líder pediu empréstimo, usando as instalações da igreja como garantia
  • Tempo limite para pagamento do empréstimo acabou.
  • Edifício onde se realizavam os cultos vai ser abandonado por falta de pagamento.

Basicamente, é isto.

Seria de esperar que o "reverendo" White tomasse consciência de que foi usado pela esquerda militante para destruir mais uma igreja, mas ele ainda não se apercebeu disso uma vez que, não só não se arrepende do que fez, como vai votar "Não" no referendo local que visa manter a definição de casamento como união entre um homem e uma mulher.

Isto demonstra também como uma maçã podre pode destruir toda uma congregação uma vez que bastou um mau líder para que 3/4 dos membros da igreja a abandonassem. É por isto - e muito mais - que não se pode de maneira nenhum tentar "encontrar pontos comuns" ou "construir pontes" com pessoas que rejeitam a Autoridade da Palavra de Deus - desde Génesis a Revelação.

Uma evidência de que White é um mau líder é o seu total desconhecimento do estado espiritual das pessoas que ele supostamente deveria liderar. Quando ele deu o seu apoio ao "casamento" homossexual, não sabia ele que isso haveria de criar divisões no seio da congregação? Se sabia, porque é que ele foi avante com o voto? Se não sabia, o que é que isso nos diz sobre a sua capacidade de "líder"?

White fez a sua parte na destruição de mais uma igreja. Ele foi um idiota útil da esquerda militante. Agora ele vai ser descartado, como o são todos os idiotas úteis.

Os que te guiam te enganam, e destroem o caminho das tuas veredas. Isaías 3:12

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Pastores negros apelam a Obama que mude de posição (!) em relação ao homossexualismo

Mais de uma dúzia de pastores pertencentes à Coligação de Pastores Afro-Americanos ("Coalition of African American Pastors") reuniu-se em Memphis, Tenn., para falar contra o apoio de Obama ao "casamento" homossexual e para se opor ao "highjacking" que a comunidade LGBT fez ao movimento dos direitos civis.

O Rev. Robert Morris (New Jerusalem Church of God in Christ) afirmou:

O casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo é, na minha opinião, uma abominação perante Deus. É um pecado perante Deus. (...) Não vejo como é que alguém pode comparar isso aos direitos civis.
O Reverendo não vê nem o vê qualquer pessoa com dois dedos de inteligência. O que é que uma escolha sexual auto-destrutiva como o homossexualismo tem em comum com movimentos que visaram dar término a restrições impostas a um grupo de pessoas devido à sua composição genética?

Memphis alberga a "Church of God in Christ", uma denominação predominantemente negra e com uma longa história na luta pelos direitos civis das minorias, especialmente os cidadãos negros do Sul que suportaram um tratamento de segunda classe. É também a cidade onde o Dr. Martin Luther King, Jr. foi assassinado em 1968.

O Rev. Bill Ownes, organizador do evento e um veterano do movimento dos direitos civis que chegou a marchar com o falecido Martin Luther King, afirmou:

O grupo de clérigos negros e líderes do movimento dos direitos civis afirma que é tempo de mudar a maré contra o sequestro a que foi alvo o movimento dos direitos civis. . . . . Uma pessoa com 50 anos de idade pode apenas ler acerca das lutas e dos protestos da era dos direitos civis, mas alguns de nós, mais velhos, ainda tem as cicatrizes das batalhas para o provar, e os direitos pelos quais batalhamos de forma tão dura não incluíam o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo.
A coligação alega que "não há comparação legítima entre a cor da pele e o comportamento sexual."

Fonte

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Americanos não se deixaram enganar (desta vez)

A maioria dos americanos pensa defende que o Presidente americano Barack Obama se declarou a favor do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por cálculo político e não por convicção, revela uma sondagem publicada esta terça-feira.

Obama anunciou na semana passada que, pessoalmente, apoiava o "casamento" homossexual, tornando-se no primeiro Presidente dos Estados Unidos em exercício a adoptar esta posição sobre um tema social potencialmente explosivo, a seis meses da eleição presidencial.

Obama disse o que disse por “razões políticas” ou porque defende verdadeiramente aquilo que disse? 67% dos inquiridos responderam que foi por razões políticas, refere a sondagem New York Times/CBS News.

Seja como for, apenas 16% dos inquiridos referiram que estariam mais predispostos a votar em Obama depois do seu apoio ao casamento gay, e 26% disseram que estariam menos dispostos a votar no candidato democrata depois desta sua tomada de posição.

Apenas 7% dos inquiridos consideram que a questão do casamento gay era a mais importante para eles, sendo que a economia e o emprego estão no topo das prioridades para 62% dos eleitores americanos.

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Aparentemente a declaração do Obama não apanhou ninguém de surpresa.

A esquerdalha portuguesa pode lançar foguetes e fazer a festa, mas a verdade dos factos é que apoiar o homossexualismo nos EUA é uma forma bem rápida de perder votos. Uma evidência para isto é o facto do "casamento" homossexualista ter sido submetido a consulta popular em 32 estados americanos, e as maiorias dos mesmos terem afirmado de modo claro que o casamento é 1 homem + 1 mulher.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Obama vai deixar a esposa

Está é a única conclusão razoável a ser retirada do seu recente apoio pessoal ao homossexualismo (ao revelar que é a favor da "igualdade" no casamento).

Acabo de concluir que, para mim, é importante seguir em frente e afirmar que os casais [sic] do mesmo sexo se deveriam casar.
Levando em conta que esta questão que afasta os eleitores, confirmado pelo facto de 30 estados terem aprovado leis e correcções anti-homogamia, só podemos imaginar o quão pessoal esta questão é para Obama.

Tal como John McCain, Obama parece estar a fazer um esforço enorme para perder as eleições - e ainda vamos em Maio.

Se as as coisas continuarem a evoluir neste sentido, lá para Setembro ele estará a usar roupas de mulher, comer carne de cão e a dar apoio aos sacrifícios humanos.

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sábado, 14 de abril de 2012

Londres: campanha cristã em favor do casamento censurada

Em resposta a uma campanha visível nos autocarros londrinos que defende o "casamento" gay, um grupo cristão determinou-se a levar a cabo uma campanha sua onde se lê o que já se sabe há muito tempo: é possível sair do homossexualismo.

"Não gay! Pós-gay, ex-gay e orgulhoso. Aceite isso!". Esta era a frase que o grupo cristão Core Issues Trust tencionava colar nos autocarros da capital britânica a partir da próxima semana - em resposta a uma campanha dos activistas homossexuais pertencentes ao grupo Stonewall, organização que usa do poder estatal para avançar com a sua agenda política e sexual.

Na campanha deste último grupo lê-se "Algumas pessoas são gay. Aceite isso!" Claro que nenhum grupo cristão do mundo defende que sodomitas não existem.

As autoridades responsáveis pelos transportes de Londres cederam perante os activistas sodomitas e confirmaram que a campanha do Core Issues Trust foi recusada depois de "terem recebido várias queixas".

O motivo da recusa da campanha cristã deve-se à crença não cientifica de que é impossível alguém deixar de ser homossexual, algo que contradiz os vários testemunhos pessoas de ex-homossexuais espalhados um pouco por todo o mundo. Mas quem disse que a ciência importa alguma coisa quando se tem uma agenda política esquerdista a cumprir?

Desde o dia 1 deste mês, mil autocarros londrinos circulam com a campanha que promove a ideia de que a noção de casamento pode incluir pessoas do mesmo sexo, algo que não faz sentido nenhum visto que casamento é sempre a união entre duas pessoas do sexo oposto.

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domingo, 1 de abril de 2012

Violência doméstica termina com circo gay

Como é dia 1 de Abril, não sei se isto é verdade ou não, mas o vídeo parece genuíno.

Isto eram os "pombinhos" em 2010.

Mas o Manuel (esquerda) foi rejeitado pelo Fernando. Pior, o Fernando trocou o Manuel por uma mulher.

O genuíno é sempre melhor que a cópia e um homem nunca vai ser uma mulher.

Eis aqui o vídeo com o testemunho do rejeitado. Preparem os lenços porque a história é hilariante comovente.

Não se esqueçam: a esquerda militante (e a "direita" pró-sodomia) quer entregar crianças inocentes a pessoas com este tipo de desvios.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Inglaterra: Carta contra "casamento" homossexual lida nas igrejas

A Igreja Católica intensificou a sua campanha no Reino Unido contra o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

Numa carta lida em 2500 igrejas do Reino Unido, a Igreja Católica apela aos fiéis para que preservem o verdadeiro significado do casamento.

Na carta, o arcebispo Vincent Nichols, chefe da Igreja Católica em Inglaterra e no País de Gales, e o arcebispo do distrito de Southwark em Londres, Peter Smith, pedem aos católicos para "fazerem tudo o que podem para garantir que o verdadeiro significado do casamento não se perde para as gerações futuras".

Segundo os Cristãos, legalizar as uniões entre pessoas do mesmo sexo mudaria a natureza reduzindo o casamento a um compromisso entre duas pessoas. "Deixaria de haver o reconhecimento da complementaridade entre homem e mulher ou de que o casamento tem como objectivo a procriação e a educação das crianças".

Fonte

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Como acontece com frequência, se não for a Igreja a lutar pela preservação da moral e dos bons costumes, a civilização ocidental é facilmente destruída. Deve ser por isso que os marxistas culturais, que querem destruir a civilização ocidental, nutrem um ódio intenso ao Cristianismo.


domingo, 4 de março de 2012

Brad Pitt e George Clooney defendem "casamento" gay

Brad Pitt e George Clooney defenderam o "casamento" homossexual no sábado à noite em Los Angeles. As estrelas de Hollywood foram apenas duas de uma constelação que participou numa peça a favor do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, «8», que pôde ser seguida através do Youtube.

Encenada pelo realizador Rob Reiner e escrita pelo argumentista Dustin Lance Blank, «8» é a recriação das alegações finais do caso apresentado pela Federação Americana de Igualdade de Direitos (AFER) em 2010 para anular a Proposição 8, uma emenda constitucional que eliminou o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo na Califórnia.

Além de Pitt e Clooney, participaram ainda da peça Martin Sheen, Jamie Lee Curtis, Kevin Bacon, Jane Lynch, entre outros.

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Tendo em conta que Hollywood também se posicionou do lado do pedófilo Roman Polanski, ficar do lado de desvios sexuais parece ser especialidade de Hollywood.

O homossexualismo não é um comportamento sexual clinicamente saudável e a ciência confirma isso mesmo. Em caso de dúvidas, vejam os vídeos de baixo.

AVISO: São bastante gráficos.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

"Casamento" homossexual é ataque organizado à liberdade de expressão

Aqueles que propõem a inovação social radical que dão o nome de "casamento homossexual" geralmente alegam que apenas lutam pela liberdade. "Liberdade para Casar" é de facto o nome duma organização nacional dedicada à promoção do "casamento" homossexual.

Estabelecida em 2003 pelo defensor dos direitos civis Evan Wolfson e com sede em New York, este grupo usa o slogan "Todos Nós Merecemos Ter a Liberdade Para Casar". Esta forma de promulgação tem sido tão eficaz que até a antiga Primeira-Dama Laura Bush deu apoio ao "direito" dos homossexuais em "casar" (Larry King Show in May 2010).

Mas aqueles que lutam em favor do "casamento" homossexual como forma de alargar a esfera da liberdade americana estão a revelar os seus propósitos de um modo erróneo e enganador.

O seu verdadeiro propósito veio a lume durante a controvérsia pública gerada pelas declarações da Rainha Sofia de Espanha aquando da invenção do "direito" dos homossexuais em "casar":

Se aquelas pessoas querem viver juntas, vestirem-se de "noivo" e "noiva", elas são livres de o fazer. Mas isso não deveria ser chamado de casamento porque não é.
Sobejamente reportado pelos média. o furor em torno destes comentários forçou os representantes da Rainha a emitir um comunicado, alegando que as declarações publicadas "não estão exactamente de acordo com as opiniões expressas por Sua Majestade a Rainha", bem como a emitir um pedido de desculpas pelo "mau-estar e comoção" gerados pelos seus comentários.

A pressão que originou esta semi-retractação - e este pedido de desculpas - levou a que um comentador informativo se questionasse se a Rainha ainda tinha "o direito . . . de expressar a sua opinião tal como todos os outros cidadãos."

O comentador teve um vislumbre do propósito fundamental daqueles que promovem o "casamento" homossexual: o mesmo não é dar aos homossexuais novas liberdades de modo a que estes possam participar em cerimónias que eles chamam de "casamento", mas sim negar liberdades públicas a quem quer que lance críticas a tais cerimónias, ou críticas aos comportamentos que tais cerimónias visam legitimar.

A mordaça que os activistas homossexuais tentaram (com sucesso) colocar na monarca espanhola é apenas o princípio. Os activistas homossexuais neste país desejam ardentemente colocar, inicialmente, milhares e posteriormente, milhões de mordaças nas bocas de todos aqueles com quem estão em desacordo em relação à natureza do comportamento homossexual.

Ao contrário da maioria conservadora, os activistas homossexuais entendem muito bem que a instalação da engenharia social com o nome de "casamento" homossexual irá conferir-lhes poder imenso no seu esforço de silenciar os oponentes ideológicos e políticos.

Neste ambiente, as tentativas de se legalizar o "casamento" homossexual não giram em torno das liberdades dos homossexuais: actualmente, eles são livres para declarar em todos os estados da União que são "casados". Eles podem alegar o que bem quiserem sobre as suas "uniões"; eles podem afirmar que elas são uma afirmação de vida e que são emancipatórias; eles podem até afirmar que as suas parcerias são superiores às uniões sexuais naturais tradicionalmente qualificadas como casamento.

Em quase todos os estados, os americanos são livres para rejeitar tais alegações e expressar as suas opiniões de modo tão assertivo como o fez a a Ranha Sofia - antes de serem intimados pelos activistas homossexuais e pelos comentadores mediáticos esgrimindo a lei espanhola em favor do "casamento" homossexual como um cacete ideológico.

Os activistas homossexuais podem muito bem anunciar que eles estavam a avançar com a causa da liberdade quando se opuseram às leis anti-sodomia, mesmo que a maioria dos americanos considerasse a "liberdade" avançada como algo moralmente e clinicamente problemático.

No entanto, quando os mesmos activistas alegam que eles apenas continuam a avançar com a causa da liberdade ao proporem leis que conferem às uniões homossexuais o estatuto de "casamento", os seus argumentos rapidamente perdem a plausibilidade. Isto é assim uma vez que aqueles que querem encapsular a noção de "casamento" homossexual na lei não estão primeiramente a tentar avançar com a liberdade dos homossexuais, mas sim a lutar de modo a diminuir a liberdade daqueles que negam que a união entre homossexuais é - ou pode vir a ser - um casamento legítimo.

O objectivo daqueles que tentam instalar a novidade do "casamento" homossexual na lei é, na verdade, o de qualificar de foragidos todos aqueles que questionam a substância moral desta nova construção social e dos comportamentos sexuais que legitima.

Os americanos podem supor que a sua suposta liberdade para criticar a homossexualidade está garantida depois da decisão do Supremo Tribunal no caso Snyder v. Phelps, onde ficou demonstrado que os oponentes podem expressar legalmente o seu ponto de vista durante protestos funerários. Mas a liberdade que o tribunal manteve é marginal. É a liberdade para levar a cabo espectáculos auto-degradantes durante os funerais - algo que só grupos radicais fazem.

A mais importante, e agora em grande perigo, é o tipo de liberdade que a Rainha Sofia brevemente tentou exercer em público, resistindo à noção do "casamento" homossexual e ao comportamento que ele representa.

Esta é a liberdade pública que os indivíduos assumem ter quando comunicam a sua opinião em relação ao "casamento" homossexual. É esta liberdade que os activistas homossexuais esperam fazer desaparecer através da instalação do "casamento" homossexual.

O encapsulamento desta radicalmente nova construção na lei, não irá aumentar tanto assim as liberdades dos homossexuais, mas sim diminuir a esfera da liberdade - no trabalho, nas câmaras legislativas, nas salas de aulas, nos órgãos de informação, nos clubes estudantis - de todos aqueles que consideram o comportamento homossexual algo deficiente.

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

"Casamento" entre homossexuais ameaça humanidade, diz papa

O papa Bento XVI disse esta segunda-feira que o casamento homossexual é uma das várias ameaças actuais à família tradicional, pondo em xeque «o próprio futuro da humanidade».

Foram as declarações mais fortes já proferidas pelo pontífice contra o casamento homossexual, durante um discurso de ano novo perante diplomatas de quase 180 países acreditados no Vaticano, abordando questões económicas e sociais contemporâneas.

Segundo Bento XVI, a educação das crianças precisa de «ambientes» adequados, e «o lugar de honra cabe à família, baseada no casamento de um homem com uma mulher».

«Esta não é uma simples convenção social», disse o papa, «e sim a célula fundamental de cada sociedade. Consequentemente, políticas que afectam a família ameaçam a dignidade humana e o próprio futuro da humanidade», frisou.

Em vários países - principalmente no mundo desenvolvido -, autoridades eclesiásticas católicas protestam contra iniciativas voltadas para a legalização do casamento gay. Nos EUA, um dos principais paladinos dessa causa é o arcebispo de Nova Iorque, Timothy Dolan, que será sagrado cardeal pelo papa em Fevereiro.

Numa recente carta, Dolan criticou o presidente Barack Obama pela sua decisão de não apoiar uma proibição federal ao casamento homossexual, e alertou que essa política pode «precipitar um conflito nacional de enormes proporções entre a Igreja e o Estado».

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domingo, 1 de janeiro de 2012

sábado, 24 de dezembro de 2011

Cristãos são "malignos" por se oporem ao "casamento" homossexual

Os Cristãos são "malignos" por resistirem a redefinição do casamento de modo a que este permita o "casamento" entre homossexuais. Quem o afirma é o director da "Research and Development" da Tesco.

O comentário inflamatório veio a público quando surgiram notícias de que o supermercado vende uma bebida com o degradante nome de “P***y Natural Energy”. A companhia enfrentou já críticas por apoiar o festival homossexual de Londres. Sim, nada demonstra melhor a moralidade duma companhia do que o seu apoio à sodomia.

O comentário em torno dos "malignos Cristãos" foi feito por Nick Lansley no site da Tesco.com. O mesmo apareceu na página de perfil do Nick no site de troca de fotos Flickr.com.

No entanto, e devido às queixas em torno do comentário, o mesmo foi entretanto retirado do site.


No início deste ano, Adrian Smith, um gerente de habitação e um Cristão, foi despromovido com redução salarial depois de criticar a nova lei em torno dos "direitos dos homossexuais" afirmando que a permissão de "casamentos" homossexuais dentro das igrejas é "levar a igualdade demasiado longe". Adrian afirmou que as igrejas não deveriam ser forçadas a albergar uniões civis homossexuais se elas assim não quisessem.

O director da "The Christian Institute", Colin Hart, disse: “Neste Natal não vou fazer compras na Tesco. Já ouvi outros Cristãos a chegar às mesmas conclusões.

O sr Lansley tem todo o direito a ter as suas opiniões e os Cristãos tem o direito de não comprar nada na Tesco.

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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Homossexualismo escocês poderá sofrer contratempo islâmico

O governo escocês arrisca-se a perder o voto da comunidade islâmica se levar avante os seus planos de redefinir o que constitui um casamento. O governo, liderado pelo SNP (Scottish National Party) levou a cabo uma consultação em torno do tópico controverso depois de receber dezenas de milhares de respostas.

Agora, o Muslim Council of Scotland (MCS) avisou que os planos poderiam levar a que os muçulmanos retirem o seu apoio ao SNP.

Salah Beltagui, o porta-voz do MCS, disse:

O apoio da comunidade islâmica ao SNP tem sido forte, mas se as coisas avança nesta direcção, isto pode muito bem mudar.

Se voltarmos o tempo atrás, veremos que o partido Trabalhista (Labour) recebia a maior parte do voto islâmico, mas depois do Iraque, isso mudou por completo. Portanto, basta um tópico como este para mudar as coisas.

Ele acrescentou ainda:
A nossa comunidade como um todo mantém a opinião que a definição de família não deveria ser alterada. Família é um homem, uma mulher e os filhos.

É importante que as crianças tenham a família por perto e saibam quem é o pai e quem é a mãe.

A proposta do governo escocês em torno da redefinição de casamento teve uma repercussão muito forte. A Igreja da Escócia, a Igreja Episcopal Escocesa, a "Free Presbyterian Church of Scotland" e a Igreja Católica Romana todas se opõem à proposta governamental.

Para além disto, mais de 70 líderes de igrejas evangélicas, representando mais de 20,000 Cristãos, também assinaram uma carta aberta opondo-se à destruição da definição de casamento.

Durante o mês passado, um novo grupo, Scotland for Marriage, iniciou esforços para manter a definição tradicional de casamento. Este grupo é suportado por grupos religiosos e não-religiosos.

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domingo, 4 de dezembro de 2011

Homossexualidade sancionada pelo Estado causa mais danos

Glenn E. Chatfield
Pois bem, está no noticiário: as entidades católicas do estado americano de Illinois não são bem-vindas, pois o Estado agora pode recusar renovar seus contratos de serviços sociais de adopção e assistência às crianças com o governo.

O motivo? As instituições católicas de caridade estão se recusando a abusar das crianças entregando-as para duplas homossexuais. Eis o recado estatal: recuse aprovar as uniões homossexuais e você fica proibido de oferecer necessários serviços para as crianças.

O homossexualismo está reinando de forma suprema acima dos direitos pessoais.

Frank Turek foi demitido de outro emprego porque teve a “ousadia” de escrever um livro desmascarando a natureza fraudulenta do “casamento” de mesmo sexo e como esse tipo de casamento prejudica a todos.

Não importa que as opiniões que ele expressou no livro dele jamais tivessem sido mencionadas em relação ao trabalho dele, e não afectassem seu trabalho; tudo o que importa é que Turek violou as normas politicamente corretas dizendo que o “casamento” de mesmo sexo prejudica a todos.

O que é irónico é que ele mesmo acabou sendo prejudicado ao ser despedido pela segunda vez por expressar suas opiniões. Contudo, os activistas gays ainda têm a cara-de-pau de mentir dizendo que o “casamento” de mesmo sexo não prejudica ninguém!

Anteriormente, mencionei a queixa gay contra um hotel em Illinois que não quis servir de local para uma cerimónia de mesmo sexo. Agora, a dupla de pervertidos vai processar. Espere um pouco — eles não alegam que o “casamento” de mesmo sexo não prejudicará ninguém? Entretanto, aí está outro estabelecimento comercial sendo prejudicado por não querer dar sua aprovação para tal perversão.
Os activistas homossexuais decidiram atacar as pessoas de outras formas: destruindo o acesso às transacções financeiras se falarmos contra sua pervertida conduta sexual. Por isso, eles estão pressionando o PayPal para parar de permitir que aqueles que falam contra o “casamento” de mesmo sexo usem os serviços do PayPal.

Agora, lembre-se: o “casamento” de mesmo sexo não prejudicará ninguém!

O PayPal tem agora recusado serviço para “Julio Severo, famoso activista cristão pró-vida e pró-família do Brasil”. Ele tem um blog muito influente no Brasil, mas teve a “ousadia” de dizer que o homossexualismo é pecado.

De forma semelhante, várias outras pessoas estão ficando na mira do PayPal por causa das exigências dos activistas homossexuais. E aí? Quem é o grupo de “ódio”?

Enquanto isso, um estudante de escola secundária foi suspenso por ter tido a “ousadia” de dizer a alguém que ele cria que a homossexualidade é errada. Isso aconteceu na escola! Parece que o professor por acaso é um activista pró-homossexualismo que está sempre promovendo sua agenda na sala de aula, mas isso é permitido. O que não é permitido é dizer que a conduta homossexual é errada.
Oh, e os activistas homossexuais exigem tolerância, mas eles nem mesmo praticam o que pregam. A Igreja Metodista Unida de Ohio, que está em apostasia, colocou um outdoor na avenida com a seguinte mensagem: “Ser Gay é um Dom de Deus”.

Então o pastor de uma mega-igreja local decidiu lutar fogo com fogo e comprou nove outdoors com a mensagem: “Ser Gay não é Dom de Deus — Perdão, Amor e Vida Eterna São”.

Os intolerantes activistas homossexuais estão realizando manifestações e lançaram uma campanha de petição para que os outdoors com opiniões opostas sejam removidos. Não só isso, mas a mega-igreja está também recebendo e-mails com mensagens de ódio. Eles devem estar imaginando: Como é que ousam permitir um ponto de vista oposto?

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

"Casamento" homossexual nos livros (outrora) infantis

Não é segredo nenhum que os livros aos quadradinhos fazem todos os possíveis para avançar com o esquerdismo perante os seus leitores impressionáveis, isto é, crianças. Mas a "Archie comics" foi longe demais:

archie-interracial-sodomy

Reparem no uniforme militar. Isto torna a celebração da sodomia interracial uma expressão perfeita do politicamente correcto.

Aparentemente o propósito dos livros infantis já não é entreter as crianças mas apenas causar a que elas fiquem perplexas com esta depravação ao mesmo tempo que isso coloca um sorriso nos rostos dos seus pais, se forem esquerdistas, ou choca-os se não forem pais normais.

O propósito é o mesmo delineado pela Escola de Frankfurt: destruir a estrutura familiar do povo, e não da elite, como forma de ser mais fácil controlá-los.

Começam cedo com a indoutrinação como forma de destruir a natural e normal aversão que o ser humano tem em relação à sodomia.

Modificado a partir do original

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