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E a próxima etapa é a necrofilia.
A "National Union of Students" da Grã-Bretanha está a preparar cartões de Natal onde se lê "Vi o Papá a Beijar o Pai Natal" para enviá-los ao Primeiro Ministro como forma de o encorajar a avançar com a legislação em torno da igualdade no casamento.
A campanha está a disponibilizar os e-cards aos estudantes que queiram mostrar o seu apoio ao casamento [sic] homossexual perante David Cameron de uma forma divertida e festiva.
"Estamos muito contentes em ver estudantes a envolverem-se e a afirmar ao governo que estamos cansados de esperar pela igualdade no casamento," afirmou Finn McGoldrick. (NUS LGBT).
"Isto é importante porque estar separado não é igualdade, e os estudantes lgbt sabem que eles têm o direito à igualdade. Esta campanha é diferente porque parte de baixo para cima," acrescentou Finn.
"Chega de empatar, sr Cameron. Tudo o que queremos para o Natal é o voto em torno da igualdade matrimonial!"
Como nós já sabemos, aquilo que os activistas homossexuais querem nem sempre é o que os homossexuais querem.
Ryabkov disse o seguinte aos jornalistas:
Já afirmamos repetidamente que a Federação Russa condena qualquer tipo ou manifestação de descriminação. Nós prosseguimos com a crença de que uma censura da descriminação no actos legais internacionais em torno dos direitos humanos são abrangentes e afectam todos sem excepção.Ryabkov atacou também as manobras que tentam impor a visão homossexual na sociedade:Estas normas são mais do que suficientes. Todos os estados deveriam observá-los de forma integral.
Ao mesmo tempo, a leis internacionais não possuem normas distintas que regulam a protecção de pessoas tendo em conta a sua orientação sexual ou a chamada "identidade de género".
Com esta conexão, não podemos concordar com tentativas artificiais de destacar esta categoria de pessoas como um grupo independente alegando que os seus interesses e direitos devem ser protegidos de forma especial.
Acreditamos que a promoção agressiva de certos comportamentos e sistemas de valores, que podem ser um insulto para os sentimentos duma considerável porção da sociedade sob o pretexto de proteger os representantes das minorias sexuais, é inadmissível.As palavras da Declaração do Encontro dos Ministros dos Negócios Estrangeiros diz:Devido a isto, nós dissociamo-nos das porções escritas relevantes da declaração (...) .
Os ministros reafirmam que os direitos humanos e as liberdades fundamentais são direitos de nascença de todos os indivíduos, macho e fêmea, incluindo lésbicas, gays, bissexuais ou indivíduos transgénero.O ponto de vista russo é reflectido numa frase distinta debaixo duma nota de rodapé:Em muitos países do mundo estes indivíduos frequentemente enfrentam a morte, a violência e a descriminação devido à sua orientação sexual.
A Federação Russa desassocia-se da linguagem fornecida dada a ausência de qualquer definição explícita ou provisão relacionada com tal grupo ou tais pessoas como possuidores de direitos distintos segundo as leis internacionais em torno dos direitos humanos.
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O grupo mundial que mais sofre perseguição são os Cristãos mas os políticos europeus e americanos estão mais preocupados com os "direitos" de quem gosta de inserir o seu apêndice no ânus de outro homem - ou os direitos de quem num dia se acha uma mulher mas no dia seguinte já é um homem - e não nos direitos de quem apenas quer ser deixado em paz e adorar o Senhor Jesus Cristo.
Como diz o representante russo, não há necessidade de destacar a comunidade LGBT acima do resto da população. Se são direitos humanos os que têm que ser protegidos, então a comunidade LGBT - que é composta exclusivamente por seres humanos - já os tem protegidos. Pelo menos no ocidente.
Mas, claro, os gayzistas fazem isso por motivos puramente ideológicos - e não por genuína preocupação pela condição dos homossexuais. Nós sabemos disso porque os seus esforços de "defesa" dos "direitos" homossexuais são practicamente inexistentes nos países onde os homossexuais são executados em praça pública: os países islâmicos.

Juíza lésbica do Texas afirmou recentemente que não irá realizar cerimónias de casamento para heterossexuais até que o Estado permita que os homossexuais se possam "casar" entre si.Tonya Parker afirmou aos Democratas do grupo homossexual Stonewall que para ela, realizar cerimónias de casamento era um "oxímoro" visto que ela não pode igualmente casar-se.
Obviamente que esta juíza é ignorante. Não há impedimento nenhum para que os homossexuais se casem no Texas; basta que eles se casem de acordo com a definição de casamento que lá existe. Tal como dito anteriormente, o casamento não discrimina pessoas mas comportamentos. Se um homossexual e uma lésbica se apresentarem no Texas para se casarem um com o outro, eles serão casados de forma normal.
Não são os homossexuais como as pessoas que são discriminados; é a homossexualidade como comportamento que é discriminado (tal como o é o bestialismo e todas os outros desvios sexuais).
A juíza disse que quando um casal se apresenta no seu tribunal, ela direcciona-os para outro juiz mas não antes de "lhes dar uma lição em torno da igualdade no casamento".
Urge perguntar: Qual "igualdade no casamento"? Desde quando é que homossexualismo é igual à heterossexualidade? A juíza não quer "igualdade no casamento" mas sim "igualdade nos comportamentos sexuais".
O que ela está a fazer é usar um posição estatal para avançar com uma ideologia politica e sexual que visa colocar o homossexualismo ao mesmo nível da heterossexualidade. É para isto que lhe pagam? Para fazer activismo político?
A igualdade entre as pessoas já existe; no Texas, qualquer pessoa se pode casar com alguém do sexo oposto - mesmo que seja homossexual. A "igualdade" entre os comportamentos sexuais não existe e nem nunca vai existir uma vez que o homossexualismo não é igual à heterossexualidade.
Outra coisa que convém notar é que o lobby homossexual está a aplaudir uma decisão que eles mesmos condenam quando a mesma é levada a cabo por pessoas que não aceitam a agenda homossexual. Se uma lésbica se pode recusar a pactuar com comportamentos com os quais ela não concorda, então os Cristãos também podem-se recusar a tomar parte em situações que contradigam as suas convicções religiosas.
Esperamos ansiosamente que os activistas homossexuais se contorçam de forma ilógica ao tentarem explicar o porquê se ser correcto uma lésbica se recusar a oficializar cerimónias heterossexuais mas já não ser correcto uma Cristã se recusar a a prestar apoio psicológico a um homem homossexual que tem problemas com o parceiro sexual.
Normalmente eu digo-lhes algo deste género:O grupo homossexual "Stonewall Democrats of Dallas" emitiu uma declaração em apoio à juíza, alegando que o estado do Texas estava a negar "1,138 direitos" de parelhas homossexuais ao não lhes permitir que se "casem" entre si. O mesmo grupo aplaudiu a decisão da juíza por esta supostamente tratar todas as pessoas "de forma igual e sem qualquer viés.""Desculpem-me mas eu não levo a cabo cerimónias num estado onde não há igualdade matrimonial.
[Que é mentira. Existe "igualdade matrimonial" no Texas visto que todas as pessoas se podem casar. Basta seguir a definição de casamento que lá existe].
Até que tal igualdade exista, não vou aplicar a lei de forma parcial para um grupo de pessoas quando a mesma lei não se aplica a outro grupo de pessoas".
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Sem dúvida que a forma como o grupo homossexual enquadra a questão - como se fosse um assunto de direitos que estão a ser negados - é um dos motivos do sucesso dos activistas da esquerda política. Isto é importante levar em conta porque o sucesso de muitas iniciativas da esquerda militante deve-se mesmo na forma como eles constroem debates que lhes são preciosos.
Por exemplo, na questão do aborto, a esquerda militante fala nos "direitos reprodutivos" que são "negados às mulheres" quando elas não podem esquartejar, decapitar, desmembrar, sugar com máquinas e atirar para o caixote de lixo o bebé que carregam no ventre.
Mas este enquadramento está errado porque a questão não é se a mulher tem "direitos reprodutivos" sobre a vida alheia mas sim se é moralmente correcto um ser humano decidir tirar a vida a um ser humano inocente.
O mesmo ocorre na agenda dos activistas homossexuais; eles formulam o debate em torno da "igualdade no casamento" mas isto está errado. No casamento, todas as pessoas são iguais. Um homem pode-se casar com qualquer mulher em idade legalmente permitida (quer ambos sejam homossexuais ou não).
Como dito em cima, o que os activistas homossexuais querem não é igualdade no casamento mas sim igualdade nas prácticas sexuais.
Mas isto é ilógico visto que um homem a inserir o seu apêndice reprodutor no ânus de outro homem não está a levar a cabo um acto sexual igual ao acto sexual que ocorre entre um homem e uma mulher e de onde se gera nova vida humana.
Antes da gaystapo exigir "igualdade" entre o homossexualismo e a heterossexualidade, primeiro têm que demonstrar de que forma é que uma é igual à outra. O que eles não podem fazer de maneira nenhuma é exigir tratamento igual entre prácticas sexuais que são manifestamente díspares.