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sexta-feira, 21 de junho de 2019

O cachorrinho do Carrefour e o menino Rhuan

É espantosa a diferença no trato dessas duas questões; o clamor público e a falta de ressonância nas mídias de massa nos dois casos em questão, o que nos traz um retrato simplório do produto miserável que foi reduzido o homem médio ocidental.

Diferentemente do caso do cachorrinho do Carrefour, as mídias de massa trataram de abafar da forma mais vergonhosa possível qualquer tipo de ruído proveniente do cruel assassinato do menino Rhuan, e isso com um parênteses: pouco tempo depois de o Supremo Tribunal Federal ter usurpado função legislativa para prever futuras medidas penais contra quem vier a desafiar a ideologia de gênero em solo brasileiro.

O CASO DO CACHORRO ‘MANCHINHA’


Curiosamente, em dezembro último, em razão de grande histeria nas redes sociais, essas mesmas mídias de massa maçonicamente controladas deram ampla ressonância à morte de um cãozinho que costumava ficar em frente a uma unidade da rede Carrefour de supermercados em Osasco, município de São Paulo.

A rede de supermercado Carrefour firmou um acordo para pagar R$1 milhão pelos maus-tratos que um segurança do estabelecimento causou ao cachorro.  A determinação da quantia foi estipulada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e a prefeitura do município.

O valor será dividido para diferentes causas. A quantia de R$ 500 mil será destinada para esterilização de cães e gatos; R$ 350 mil à compra de medicamentos para animais do Hospital Municipal Veterinário de ou que estejam no canil municipal e R$ 150 mil para a aquisição e entrega de rações para associações, ONGs e demais entidades destinadas ao cuidado de animais na cidade de Osasco.

O segurança será irremediavelmente responsabilizado pela morte do cachorro e o relatório da investigação foi remetido para o Ministério Público, que vai decidir se oferece denúncia pelo crime de abuso e maus-tratos a animais.

A gritaria foi tamanha que, demagogicamente, o Congresso Nacional aprovou projetos que alteram a Lei de Crimes Ambientais e aumentam penas por crueldade, abuso e maus-tratos aos animais.

O CASO RHUAN


A ditadura gay não impediu que as notícias desse caso brutal se espalhassem, porém de forma muitíssimo menos midiatizada que o caso do cachorro ‘Manchinha”.

A mãe e sua companheira, uma parelha lésbica, cortaram o pênis do filho há 1 ano atrás utilizando instrumentos rudimentares. Mantiveram o menino na própria casa, em cárcere privado, não o levaram sequer em um hospital. Deixaram o cabelo dele crescer, pois disseram que ele "era no fundo uma menina" e começaram a criar como menina.

Ainda com raiva da ligação que a criança representava, pois estava atrelada a uma figura masculina (o pai) e a própria criança era um menino, a mãe decidiu então matá-lo. Enquanto a companheira assava a churrasqueira para queimar a pele e a carne, a mãe degolava o próprio filho ainda vivo e desferia mais 12 facadas. Como não deu certo queimar na churrasqueira, esquartejaram o corpo, colocaram na mala de escola do menino, e jogaram em valas, isso com o corpo já sem pele, pois a pele foi arrancada e fritada.

No depoimento a companheira diz que o menino não teve reação, ficou lá parado e gritou só na hora da dor.

Quando você tem 9 anos de idade, você confia cegamente em sua mãe, de modo que ficamos imaginando a cabeça daquela criança ao se ver agonizando no sangue pelas mãos da própria mãe, a confusão mental, a dor, o desespero daquele que já deve ter tido uma criação para além de conturbada.

É um dos crimes mais brutais e cruéis da atualidade. A grande mídia toda silenciou, alguns por complacência e outros por conduta proativa em favor do lobby LGBT.

O caso do cachorrinho do Carrefour, por sinal lamentável, porém totalmente desproporcional, era veiculado dia e noite sem parar na TV, a reconstrução da polícia causava escândalo.

Agora é o contrário, tenta-se esconder a todo custo algo que foi feito tendo como pano de fundo a ideologia de gênero, o ódio supremo à figura masculina e ideais dos grupos LGBT. Tenta-se esconder o elefante branco que repousa no meio da sala. Em verdade, não é só isso que se esconde, milhares de fatos que envolvem LGBTs e feministas tem ''passada de pano'' e manipulação estatística.  Mesmo que um menino dessa idade pague o preço, eles não hesitam em esconder o sangue infantil para suas ideias prevalecerem.

CONCLUSÃO


Crime misândico tem peso leve, ainda que envolva uma criança indefesa.  Crime contra um cachorrinho ressoa nas mídias dia e noite, colocando de joelhos até o Congresso Nacional de um país.

Para onde caminha o homem ocidental?

O alto custo da sodomia no Brasil



Segundo o Boletim Epidemeológico HIV/AIDS de 2018 [1] somos informados do número de 12.505 de casos de HIV do sexo masculino notificados no Sinan (p. 30).  Este número é quase o triplo dos números de diagnosticados do mesmo sexo em 2007, que eram da ordem de 4.294 casos.

Para que não fiquem rastros de desonestidade em nossa pesquisa, vamos deduzir desses 12.505 casos os 633 casos de homens de 0 a 14 anos de idade com AIDS, chegando até o número mais fiel de 11.872 de homens que assumiram o risco de contrair o vírus sexualmente (p. 30).

Ora, considerando apenas o orçamento do Governo Federal, o orçamento para gastos SOMENTE com medicamentos com a AIDS no Brasil é próximo da casa de 1 bilhão de reais:

"No âmbito do componente estratégico, o gasto com medicamentos para o tratamento de DST/Aids praticamente não variou (0,43%, de R$ 912,2 milhões para R$ 916,1 milhões em valores de 2016)" [2]

No que concerne ao "Incentivo a Estados, Distrito Federal e municípios foi R$ 178,5 milhões".[3]

Chegamos então ao custo somente com medicamentos com a AIDS no Brasil em cerca de 1,1 bilhão de reais!

Ora, pelo boletim epidemiológico de 2018 somos informados que os declarados homossexuais e bissexuais perfazem 59,4% da proporção de casos registrados.[4]

Assim, multiplicando-se esta taxa pelos gastos com medicamentos chegamos ao custo de quase R$ 650 milhões para custear divertimentos sexuais heterodoxos.

Digno de se registrar que esse número é um número aquém da realidade, pois muitos daqueles catalogados como heterossexuais nas pesquisas de AIDS, com medo de assumirem sua condição homossexual, acabam mentindo para o entrevistador.  Além disso, estamos registrando aqui somente os gastos com medicamentos, deixando de lado os demais custos operacionais, que envolve custos de internação e principalmente recursos humanos.

Os homossexuais costumam dizer que não devemos nos preocupar com aquilo que fazem, pois isso não nos afeta em nenhum modo.

Logicamente, uma grande mentira, pois o orçamento é sustentado graças a, entre outros, os recursos do tesouro que são custeados com o dinheiro de nossos tributos.

Com esta quantia de 650 milhões de reais, numa simples varredura no Google, poderíamos suprir os gastos do Município de Corumbá (MS) durante o ano de 2019, [5], que atualmente conta com uma população de 111 mil pessoas. [6]

Portanto, com um mínimo de reflexão, podemos ter a dimensão do potencial destrutivo da prática sodomita em nosso país, como não somente um revés moral, mas também econômico.

E por que não estou abordando a quantia gasta com os heterossexuais?  A diferença é que enquanto os heterossexuais, a maioria dos quais mulheres, não procuram a doença, mas são vítimas de maridos irresponsáveis com comportamento dúbio, os homossexuais procuram a doença como uma diversão inconseqüente.

Assim, jamais poderíamos fazer apologia de um comportamento que só nos traz prejuízos morais e econômicos.  Chegamos à inarredável conclusão que o homossexualismo é SIM um problema de saúde pública, talvez tão grande quanto o tabaco!

Referências:

[5] Disponível em <https://diarionline.com.br/?s=noticia&id=105776> Acesso em 22/05/2019
[6] Disponível em <https://en.wikipedia.org/wiki/Corumb%C3%A1> Acesso em 22/05/2019

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Actriz global Claudia Jimenez deixa lesbianismo

Fonte (PT-BR)

Quando a cantora Daniela Mercury publicou em uma rede social foto com outra mulher dizendo que esta era sua marida, a repercussão na opinião pública foi imediata. A ex-estrela do Axé percorreu todos os programas, pôs tom político no discurso e  se declarou lésbica, mesmo já tendo vários relacionamentos héteros e filhos. Junto com o par homossexual chegou a escrever um livro falando sobre o romance. Daniela Mercury foi ovacionada como heroína, aclamada pela militância LGBT  como referência de luta pela bandeira. 

Tratamento diferente – bem diferente, diga-se de passagem –  foi dado à atriz Cláudia Jimenez quando terminou o relacionamento de 10 anos com a sua  personal Trainner e sócia, Stella Torreão,em 2011.  “Não tinha sensualidade, era muito mais gorda do que sou hoje. Não tinha forma nem vaidade. Achava que não tinha cacife para seduzir um homem. Como tinha de ser amada, me joguei nas mulheres”, declarou a atriz   numa entrevista ao jornal Folha de São Paulo.

As declarações da atriz, que não associa homossexualidade a algo inato  à pessoa e  sim como comportamento que pode ser superado, deixou a militância LGBT do país em polvorosa. O site Parada Lésbica classificou a atitude de Claudia como um “desserviço homofóbico” e ainda chamou a atriz de “medíocre”.

Em outra oportunidade, Claudia revelou  trauma sofrido na infância que a fez se afastar dos homens, um abuso que sofrera aos 7 anos. “Sofri abuso quando era menina e morava na Tijuca. Um senhor me bolinava. Ele comprava muitos chocolates e me convidava para entrar na casa dele. [Quando revelei essa história aos 18 anos] foi um choque para todo mundo. O fato de esse cara ter feito isso comigo atrasou muito o meu lado. Graças a Deus, ele já morreu” contou ao UOL.

Depois do convívio de 10 anos com Stela, Claudia passou a se relacionar com homens. Os veículos de comunicação que publicaram matéria sobre o assunto foram contidos, não fizeram alardes e não manchetearam a decisão da atriz de deixar o lesbianismo, justamente o contrário do que fizeram com a cantora Daniela Mercury.

Claudia deixou  nas entrelinhas que sua opção pelo lesbianismo se deveu a diversos fatores externos como trauma de infância, rejeição e carência afetiva. Hanna Korich, uma das sócias fundadoras da Editora Malagueta, editora dedicada à literatura lésbica, também alfinetou Claudia rotulando as declarações da comediante de “homofobia internalizada”.
Patrulha LGBT

A militância LGBT na busca pela liberdade  acaba oprimindo muitas das pessoas com comportamento homossexual. A tolerância se torna intolerância. A cantora Adriana Calcanhoto desabafou à revista Época sobre a ação da patrulha LGBT, logo quando Daniela Mercury se assumiu lésbica:  “Se Daniela ficou feliz de falar e, se falando, ajudou a causa, eu acho válido. Só não gosto da patrulha para que você precise sair do armário, isso segmenta. Eu não gosto de expor minha vida privada por temperamento”.

Walcyr Carrasco também criticou a atuação dos militantes dos movimentos pró-homossexualismo. “Recentemente, declarei que sou bissexual. Fui apedrejado por homossexuais, segundo os quais deveria ter me declarado gay. Respondi: tive relacionamentos com várias mulheres na minha vida, a quem amei. Seria um desrespeito a elas dizer que tudo foi uma mentira”, escreveu em artigo que assina para a Revista Época.

Que outros sigam o exemplo de Claudia. Há saída para o comportamento homossexual. 

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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Daniela Mercury quer ter um filho com Malu Verçosa

Em entrevista para a revista “Istoé” desta semana, a jornalista Malu Verçosa contou que Daniela Mercury precisou ‘correr atrás’ durante um mês para conquistá-la de vez.

Segundo ela, foi um beijo em frente à Igreja Nossa Senhora da Vitória, em salvador, que a aproximou ainda mais da jornalista.

“Ela dava um tempo e me procurava. Ficou um mês atrás de mim. Foi um beijo que baixou a guarda. Um beijo que ela me deu em frente à igreja Nossa Senhora da Vitória, em Salvador, na hora da Ave Maria, ouvindo os sinos", contou.

Ainda para a publicação, Malu diz que a cantora, mãe de cinco filhos, tem vontade de vê-la esperando um bebê:

"Daniela é louca para me ver grávida! Mas não temos condições de administrar mais uma gravidez. Estamos adiando”, diz.

Fonte: http://ow.ly/m70iM

domingo, 17 de março de 2013

Universitário é espancado por travestis e homossexuais em Vitória

VITÓRIA - Um universitário de 18 anos foi espancado por um grupo de homossexuais e travestis, na madrugada de Domingo, na Praia da Esquerda, na Ilha do Boi, em Vitória. A agressão, segundo o rapaz, teria acontecido depois que um conhecido dele fez piadas ofensivas ao grupo na praia. Ele levou 10 pontos na face e está com marcas de mordidas nas costas e nos dedos das mãos.

O estudante contou que participava de um luau no local. Por volta das 4h30m de Domingo, ele saiu com esse conhecido da praia, em direcção ao ponto de ônibus de um shopping, na Enseada do Suá. No caminho, ele e o outro rapaz passaram por um grupo de travestis e homossexuais.

"Ele começou a fazer piadinhas com o grupo. Eles, então, vieram atrás da gente. Eu acabei pagando o pato. Ele conseguiu escapar e eu fui agredido. Não fiz nada, não sou preconceituoso. Quebraram uma garrafa de vidro nas minhas costas, me deram mordidas e me arranharam" - contou o universitário.

Três moradoras da Ilha do Boi, ao ver a cena, começaram a gritar. Assustado, o grupo se dispersou. O rapaz, então, chegou a ligar para o Samu para pedir uma ambulância. Mas, como foi dito que não havia veículo disponível, as próprias moradoras o socorreram, levando-o para o Hospital São Lucas.

O universitário levou 10 pontos na face e ficou com hematomas. No Domingo à tarde, após sair do hospital, ele foi até o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vitória registrar queixa. Nesta segunda, ele fez exame de lesão corporal no Departamento Médico Legal (DML) e prestou depoimento na Divisão de Homicídios.

A polícia vai pedir as imagens das câmeras da Praia da Esquerda, na Ilha do Boi, Vitória, para ver se a acção do grupo que agrediu o estudante foi gravada. Também serão analisadas imagens de câmaras de casas próximas. O universitário agredido está confiante na identificação dos suspeitos. 

"Eu fui me divertir e aconteceu isso. Não sou preconceituoso, nunca me incomodei com a opção sexual das pessoas. Pela violência deles, a intenção era me matar" - disse.

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Não esperem que este tipo de notícia seja difundida pelos orgãos de "informação" sob o controle dos marxistas culturais.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pastor Feliciano sofre ataques por parte de activistas homossexuais

Mais de 200 pessoas, com cartazes, faixas e gritos de ordem, protestaram na porta da Igreja Assembleia de Deus - Catedral do Aviamento, neste Domingo à noite em Franca (SP), onde o pastor Marco Feliciano (PSC) se encontrava. O motivo foi o facto de ele ter assumido a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.
O pastor não está a ser vítima de ataques pela extrema-esquerda por ter sido eleito, mas sim por se identificar com o Cristianismo Bíblico. Se Marco Feliciano fosse adepto da "Teologia" da Libertação, este tipo de manifestaçõs "facíficas" não ocorreriam.

Para além disso, se qualquer outro Cristão tivesse sido eleito, ele sofreria o mesmo tipo de ódio por parte dos activistas homossexuais.
Os manifestantes garantem que o protesto foi pacífico. 
Claro. A extrema-esquerda é mundialmente famosa pelos seus "protesos pacíficos".
Já o pastor e deputado alegou em nota que a acção foi feita por "activistas gays" que teriam tentado invadir o templo. 
Isto é normal. 
Os manifestantes eram, em sua maioria, estudantes universitários da Unesp. Eles chegaram por volta das 18h30 na frente do templo e ficaram até as 20h30. Quatro viaturas da Polícia Militar acompanharam a manifestação e ajudaram o deputado a deixar a igreja. "Ele é homofóbico e machista declarado, não pode ocupar um cargo voltado aos direitos humanos", gritou uma jovem. 
Tradução: ele não se alinha com a agenda gayzista e nem com a agenda feminazista.
Por causa da manifestação, Marco Feliciano, que é de Orlândia (SP), na região de Franca, disse que não divulgará mais sua agenda via internet. 
Decisão acertada por parte Feliciano, visto que o ódio dos activistas gays pode ficar fora do controle.
O pastor afirma que foi agredido com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. "O pastor Marco Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas crianças que, aos choros, se apavoraram quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam", diz a nota. Por fim, ele argumenta que "já está procurando as autoridades para tomar todas as medidas cabíveis".
Esta é a famosa "tolerância" da esquerda militante.


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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

O sequestro do ex-namorado


Um inusitado caso de sequestro, cuja exigência do autor para libertar a vítima seria a garantia de reatarem um relacionamento homoafectivo [sic], foi solucionado, na Terça-Feira (18), em Serrinha, com a prisão do promotor de eventos Gessé da Anunciação Silva, de 29 anos, que contratou dois homens para manter o ex-namorado, de prenome Murilo, 18 anos, em cárcere privado num sítio localizado na zona rural do município.



Convencido pelo delegado Fábio Santos da Silva, coordenador da 15ª Coorpin (Coordenadoria Regional de Polícia do Interior), a se entregar, Gessé foi preso na residência da família, no bairro Rodagem, tendo o delegado conseguido resgatar a vítima na mesma casa.

Os policiais também prenderam no mesmo bairro Luan Pires Oliveira, de 19 anos, que na segunda-feira (17), acompanhado de um adolescente, de 16 anos, abordou Murilo quando este saía do trabalho – um restaurante às margens da BR-324, na região de Feira de Santana. Diante da insistência de Gessé em retomar o relacionamento mantido há alguns anos, os pais do rapaz decidiram se mudar para Feira, afastando-o de Serrinha.

Sob a mira de dois revólveres, Murilo foi sequestrado por Luan e o adolescente e levado até o sítio próximo ao Parque Trem da Alegria, onde Gessé já o aguardava. Eles transportaram a vítima num veículo Fox, de cor branca, clonado, que o mentor do crime afirmou ter comprado em Salvador por R$ 5 mil. O patrão de Murilo presenciou o sequestro e entrou em contacto com a 1ª Coorpin/Feira.

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Se Gessé e Murilo tinham um relacionamento "há alguns anos", isto implica que ele teve início antes de Murilo ter 18 anos. 

Cada um retire daí as suas conclusões.


domingo, 9 de dezembro de 2012

Homossexual agride homem a paulada por este conversar com o seu ex-amante

Camapuã: Homem de 30 anos agrediu outro de 33 anos com um pedaço de pau por não aceitar fim de relacionamento de sete anos com um homossexual de 29 anos.

Segundo o registo policial, o homossexual que testemunhou a agressão, disse que estava conversando com a vitima, quando o agressor chegou, pegou um pedaço de madeira e desferiu golpes causando ferimento na boca, escoriações no joelho, cotovelo e na altura da cintura lado direito na vitima.

O homossexual contou que manteve relacionamento amoroso com o autor durante sete anos e que estão separados e ele não aceita a separação.

Quando os policiais militares chegaram ao local da agressão, encontraram a vitima ferida, sendo encaminhada para o Hospital São João Batista. O autor já havia fugido, mas aproximadamente uma hora depois, a testemunha ligou para a Policia Militar e informou a localização do agressor estaria, onde o mesmo foi detido.

O caso foi encaminhado para Delegacia de Policia Civil para providências, e registrado como lesão corporal dolosa. (fonte)

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Segundo alguns dados, a violência doméstica entre homossexuais é superior que a violência doméstica entre casais:
Este estudo pioneiro determinou que a taxa de espancamento vitimização entre os homens homossexuais do grupo-alvo é "substancialmente superior que entre os homens heterossexuais", e provavelmente também mais elevada que a taxa entre as mulheres heterossexuais.
Seria de esperar que as pessoas que se "preocupam" com o bem estar dos homossexuais desenvolvessem  esforços para apurar as causas da maior incidência de violência doméstica entre os homens homossexuais. Eles não fazem isso porque o lobby gay não se preocupa com o bem estar dos homossexuais, mas apenas os usa tendo em vista um fim político.

De modo literal, os homossexuais que se alinham com o activismo gay, estão alinhados com um movimento que tem outras prioridades acima da saúde e felicidade dos homossexuais.

Não deixa de ser curioso que uma grande parte da comunidade homossexual olhe com desconfiança para os Cristãos quando este último grupo é o único grupo social que genuinamente deseja uma vida melhor para todas as pessoas viciadas no homossexualismo.



sábado, 25 de agosto de 2012

Inclusão de transsexual em evento feminino irrita mulheres


A organização do concurso Miss Bumbum 2012 manteve a candidatura de Amanda Sampaio, 28, que é transsexual.

Nesta Quinta-Feira (23), um grupo de mulheres organizou um protesto em Salvador pedindo a anulação da candidatura de Amanda, que representa a Bahia.

Elas carregavam a faixa: "Organizadores do Miss Bumbum: Na Bahia tem mulher bonita, não precisa de transsexual".

"Em relação ao protesto, a organização do concurso informa que a escolha da participante seguiu todos os critérios do regulamento do concurso" disse, em nota.

"Amanda fez a cirurgia de troca de sexo há cinco anos e todos os seus documentos compravam que ela [sic] é do sexo feminino."

A candidata [sic] teve a ideia de participar do Miss Bumbum Brasil 2012 depois que a [sic] transsexual Jenna Talackova participou do concurso Miss Universo no Canadá, de acordo com a organização do concurso.

A participação da [sic] transsexual não agradou as vencedoras do ano passado. Elas consideraram a concorrência "desleal".

Ao "F5", Amanda disse que não vê vantagem em ser transsexual: "Eu acho que a gente não tem nenhuma vantagem. Celulite depende da pessoa, qualquer um pode ter", disse. "Mulher tem celulite porque não se cuida."


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Sempre bom ver "grupos protegidos" em guerra aberta. O dado mais revelador deste incidente foram alguns dos comentários deixados pelas mulheres:

Renata Bianchi*
(15h53) há 22 horas


O verdadeiro protesto seria um movimento contrário: Todas as mulheres se retirarem do concurso e deixarem esse Transsexual sozinho.
Boa ideia. Agora é só uma questão de convocar as organizações feministas locais - que supostamente "defendem as mulheres" - e mobilizá-las para tal propósito. Boa sorte!
Maria Vasconcelo
(15h51)


A pérola "Amanda fez a cirurgia de troca de sex0 há cinco anos e todos os seus documentos compravam que ela é do sex0 feminino." Kkakakakaka... Gente, quem o tal de "ARMANDO e a F0LHA" pensa enganar?? Só se for a eles mesmos.

Não adianta o sujeito cortar o bingolin, seus cromossomos são e continuará sendo XY (Cromossomos XX são meninas e XY são meninos).

Isso aí é uma BICH0NA quer queira ou não. Só nós "XX" somos MULHERES, o resto é pervertidos querendo tomar nosso lugar. Comigo não violão!!!

Tal como os conservadores afirmam há anos e anos. Por mais que um homem corte o órgão sexual e use silicone para "criar" algo parecido ao órgão sexual da mulher, ou uma mulher passe a ter algo parecido a um órgão sexual masculino, nenhum dos dois deixará de ser o que era à nascença. Se nascemos macho, vamos morrer macho; se alguém nasce fêmea, vai morrer fêmea.

Isto é uma coisa que algumas pessoas parecem ter dificuldade em aceitar: o órgão sexual é apenas UMA das MUITAS características associadas aos cromossomas XX ou XY. Cortar partes do corpo do homem não o fazem menos homem, da mesma forma que cortar a juba do leão não o fazem menos macho. Claro que quem promove estas ideologias sabe disso. Só os idiotas úteis que subscrevem à propaganda esquerdista é que acreditam mesmo que é possível um homem passar a ser uma mulher, e vice-versa.


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Homossexual acusado de homicídio afirma que agiu a mando do marido da vítima

Homem acusado de ter morto dona de casa e atirado o corpo para dentro dum rio, disse em seu depoimento que cometeu o crime a mando do marido da vítima com ele quem mantinha um relacionamento amoroso.

Em entrevista à Reportagem do JORNAL DE UBERBA (JU), o acusado Erisvado dos Santos disse que matou Rosângela Rodrigues Motta, 27 anos, por causa de seu marido, Rubens Ferreira da Silva, 24 anos.

Ele disse ainda que, no dia do crime, o casal estava no quarto da residência praticando sexo, quando ele chegou e Rubens fez sinal com as mãos para que ele enforcasse a vítima.

Erisvaldo disse que essa não foi a primeira vez que Rubens ordenou que matasse Rosângela.

Segundo informações da Polícia Civil, o homicídio aconteceu na manhã do último sábado (14), em uma fazenda que fica às margens da rodovia BR-262, próximo ao bairro rural de Ponte Alta, quando Rosângela estava acompanhada de seus dois filhos e foi morta por asfixia, sendo que seu corpo foi jogado em um riacho que fica nos fundos da propriedade rural onde o casal morava.

Ao prestar depoimentos na delegacia de Polícia Civil, Rubens negou envolvimento com o crime e disse que havia saído para trabalhar, quando Erisvaldo chegou até o curral e lhe disse que sua mulher havia entregado veneno de rato para seus filhos e fugido.

Após prestarem depoimentos, os acusados foram levados para a penitenciária Professor Aluísio Ignácio de Oliveira, onde permanecem à disposição da Justiça. (JC)

Fonte

domingo, 15 de julho de 2012

Homossexual e seu parceiro são acusados de abusar duas crianças, uma delas autista

A Polícia Civil de Indaiatuba, no interior de São Paulo, prendeu nesta Sexta-Feira um cabeleireiro suspeito de abuso sexual dos filhos, de 7 e 11 anos. Um homem apontado como amante do pai das crianças também foi preso acusado de participação nos estupros.

Segundo a mãe dos meninos, o marido, Sérgio Viana da Silva, assumiu ser homossexual depois do casamento. De acordo com a denúncia, ele e o suposto amante, o comerciante Gilmar Florentino da Silva, praticavam sexo na presença das crianças e, depois, as abusavam. Um laudo médico confirmou o estupro.

De acordo com a mãe, o filho mais novo é autista e estaria se recusando a fazer as trocas de fraldas, além de apresentar problemas de relacionamento.

A Justiça decretou a prisão preventiva dos dois suspeitos. Eles foram encaminhados para uma cela separada dos outros presos e, depois, seriam enviados para uma unidade prisional em outra cidade, não informada.

Fonte

sábado, 30 de junho de 2012

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Homossexual mata namorado com água quente

A Polícia Militar prendeu no bairro Santa Terezinha, em Alagoinhas, o homossexual assumido Edvanio Pereira Pinho de 46 anos. Segundo a polícia, ele é acusado de matar com água quente o próprio amante, Erick Patrick Vila Flor de 36 anos.

A vítima teve 70% do corpo queimado e morreu logo após ter sido socorrido pelo SAMU.

Edvanio também é acusado de outro homicídio que ocorreu há 21 anos. Em 1991, ele flagrou o amante Edmundo Marcelo com a namorada e desferiu vários golpes de faca nas costas do rapaz, que morreu no local.

Fonte

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Sem dúvidas que este triste incidente vai ser contabilizado como mais um "crime homofóbico".

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Eles querem atingir as crianças

"O objectivo [dos activistas homossexuais] é atingir as crianças antes delas absorverem os valores morais dos pais."




quinta-feira, 7 de junho de 2012

Liberdade económica é inimiga do gayzismo

Deve ser por isto que a elite globalista quer controlar a economia (assumindo - erradamente - que já não o faz)
Um director renomeado que até já teve filme indicado ao Óscar. A protagonista é uma das actrizes mais disputadas do cinema brasileiro com uma carreira invejável por muitos. O roteiro tem como tema central a história de amor [sic] entre duas figuras importantes para a história do Rio de Janeiro e da literatura internacional. Com todos esses atributos é fácil imaginar que a produção do filme “Flores Raras”, dirigido por Bruno Barreto e com Glória Pires no elenco, não teria problemas para a captação de patrocínios.
Claro que não. Afinal, tudo o que os ocidentais querem é ver filmes de temática homossexualista.
No entanto, o longa-metragem enfrenta fortes barreiras nesse sentido. “Não conseguimos um tostão de nenhuma empresa privada, afirmou Bruno, durante colectiva de imprensa de apresentação do filme, nessa quinta-feira (31), no Hotel Pestana, na Zona Sul do Rio.
Ou seja, as empresas resolveram não se associar com o lesbianismo - algo que é do seu direito. O dinheiro é deles e como tal eles podem investir no que eles bem entenderem. Pelo menos deveria ser assim.

As pessoas envolvidas no filme sabem o porquê dos patrocinadores não se envolverem com o mesmo:

Isso acontece porque o filme tem como tema central o relacionamento homossexual entre duas mulheres: Elizabeth Bishop (interpretada por Miranda Otto), poetiza americana que ganhou o prémio Pulitzer, e Lota Macedo Soares (Glória Pires), arquitecta carioca dos anos 50 que idealizou e supervisionou a construção do Parque do Flamengo.
O pior é que as ditas pessoas envolvidas na produção do filme realmente pensam que filmes em torno do homossexualismo deveriam ser recebidos de forma mais entusiasta.
“Quando apresentamos o projecto para as empresas, dizem que a história é linda. Mas na hora de dar a resposta, tiram o corpo fora alegando que não podem atrelar a imagem da empresa a esse assunto.
"Esse assunto" = lesbianismo.
Nunca esperei passar por isso em pleno século 21 e num país que se diz de mente aberta”, contou Paula Barreto, da LC Barreto Produções.
Ou seja, para Paula Barreto, o facto das empresas PRIVADAS evitarem ver o seu bom nome associado ao homossexualismo é evidência de que as ditas empresas não são suficientemente "avançadas" e com "mente aberta". A pequena questão das empresas privadas dependerem do mercado para sobreviver e esse mercado estar composto por pessoas que na sua maioria qualificam o comportamento homossexual de reprovável e auto-destrutivo, não parece passar pela cabeça da Paula.

Segundo a Paula, as empresas devem colocar de lado a sua razão de existir (gerar riqueza) e dar apoio a filmes que consequentemente alienarão parte dos seus clientes. A ideologia gayzista deve, portanto, ser colocada acima da sobrevivência da companhia.

Mesmo não querendo levantar bandeiras, Glória espera que o filme abra a cabeça dos espectadores.
Por "abra cabeças" entenda-se "aceitem o homossexualismo como normal"
“Todo preconceito vem da falta de conhecimento.
Mas a rejeição que a maioria da população mundial faz do homossexualismo não é baseado na "falta de conhecimento" mas sim no nojo que eles têm desse comportamento.

Além disso, porque é que haveria de ser "falta de conhecimento"? Qual é o "mistério" em volta do homossexualismo? A maioria dos adultos sabe (e despreza) o que dois homens fazem entre si, tal como a maioria das pessoas sabe o que está envolvido no lesbianismo.

Posto isto, porque é que a rejeição do homossexualismo haveria ser baseada na "falta de conhecimento"? Falta de conhecimento do quê, propriamente?

Sempre que se coloca um assunto na roda, ele é debatido e isso é bom. Espero que o longa sirva para que essas pessoas vejam a temática de outra forma e não fiquem tão preocupados com a opção sexual de cada um”, afirmou.
Mas a maioria das pessoas só se "preocupa" com a opção sexual de cada um quando quem os pratica os quer agressivamente publicitar como normal e natural em praça pública ao mesmo tempo que qualifica de "homofóbico" quem não concorde.

Portanto, não é a população que está a invadir as saunas gay ou os bares gay, mas sim os activistas homossexuais que estão a usar os média para invadir casas e outras organizações sociais. Como diz o tri-campeão Nikki Lauda, é perturbador ver televisão com os filhos ou os netos pequenos e ter que os explicar o porquê de dois homens estarem a dançar juntos, ou o porquê duma mulher estar a beijar outra mulher na boca.

Quem está a ser intolerante é o lobby gay, e como tal resistir à sua agenda é perfeitamente normal.

O que fica desta incidente é o facto da liberdade económica aliado a uma população conservadora como a brasileira serem condições más para quem quer avançar com uma agenda sexual e política como o gayzismo.

Há algumas semanas atrás as feministas americanas tentaram retirar o conservador Rush Limbaugh do ar qualificando-o de coisas horríveis como forma dos seus patrocinadores darem término aos contratos. A medida falhou por completo porque o mercado livre americano adora o Rush Limbaugh.

Ou seja, o produto é do agrado da população e como tal os patrocinadores que acabaram com a ligação com Rush é que ficaram a perder. Evidência disso é o facto de pelo menos uma das empresas que inicialmente cortou as relações com Rush mais tarde ter tentado reatá-la. Obviamente que Rush rejeitou a "oferta".

Quando as pessoas têm a liberdade de escolha fica mais difícil controlá-las.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Marta Suplicy e PLC 122: a volta da mentira

Por inspiração de Obama, senadora homossexualista quer de volta PLC 122 do jeito da senadora derrotada Fátima Cleide

JúlioSevero
Cansada da resistência do povo brasileiro, mas animadíssima com o recente mau exemplo de Obama apoiando o “casamento” gay, a senadora petista Marta Suplicy tomou a decisão, em 15 de maio, de retomar o texto do PLC 122 que havia sido proposto pela ex-senadora Fátima Cleide, a antiga relatora do PLC 122 que foi facilmente derrotada em seu estado exactamente por defender o supremacismo gay.
PLC 122: Gaystapo ataca de novo
Com a derrota de Fátima nas eleições de 2010, o PLC 122 foi sepultado no Senado, sendo desenterrado em seguida por Suplicy, que esperava que seu ativismo radical pudesse dar para o projecto supremacista gay o avanço que Fátima nunca conseguiu dar. Suplicy tentou de tudo, até mesmo dar uma concessão especial para que padres e pastores não fossem punidos se pregassem contra o homossexualismo dentro de suas igrejas.
Marta reconheceu publicamente que o texto de Fátima, o qual agora ela está trazendo de volta, condenava à prisão toda pessoa que dissesse qualquer coisa contra o homossexualismo. Por isso, ela havia criado uma isenção, conforme ela disse neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g
Antes dessa generosa concessão, as velhas palavras do PT e Fátima Cleide garantiam ao povo brasileiro que o PLC 122 jamais traria nenhuma perseguição aos cristãos. O projeto, segundo eles, visava exclusivamente proteger gays inocentes de supostas turbas “homofóbicas” que patrulham as ruas do Brasil à procura de estranhos com trejeitos para assassinar.
Os evangélicos ficaram desconfiados com as garantias de Fátima e do PT. Afinal, em 2002 o candidato Lula havia se comprometido com líderes evangélicos tradicionais, pentecostais e neopentecostais que seu futuro governo jamais promoveria o aborto e o homossexualismo. Mas o governo dele foi exactamente o contrário do que ele prometeu. (Alguém, com certeza, deve ter se gabado nos bastidores: “Enganei um monte de bobo na casca do ovo!”)
A desconfiança dos evangélicos com as promessas de Fátima produziu uma campanha de igrejas para derrotar a reeleição dela. Mas eis que vem como substituta Marta Suplicy, considerada a rainha dos gays.

Livro “O Movimento Homossexual”

Só não conhece Suplicy quem não quer. Ela já vinha sendo denunciada desde meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia em 1998. Ela é uma antiga defensora de toda prática sexual anormal, tendo sido treinada, nas décadas de 1960 e 1970, em universidades dos Estados Unidos. Ninguém no mundo consegue formar melhor um PhD em depravação do que uma grande universidade americana.
Obama: inspiração para Marta Suplicy e supremacistas gays do mundo inteiro
A motivação de Marta está muito longe de preocupações com homossexuais. Anos atrás, vendo que estava perdendo a eleição para a prefeitura de São Paulo, ela insinuou, na propaganda de sua campanha, que o candidato opositor era homossexual. Foi uma jogada estratégica: sabendo que a população é em grande parte contra o homossexualismo, Marta se aproveitou e tentou tirar a força o outro candidato do armário, a fim de que o povo reagisse contra ele e a favor dela.
Em seu oportunismo, Suplicy não hesitou em usar sua máquina de propaganda política para fazer bullying e perseguição contra um homossexual, fazendo de tudo para puxar o tapete dele.
Se a defesa dela da agenda gay não é movida por amor aos homossexuais, então qual é a motivação? Como esquerdista, Marta crê na “luta de classes”, conceito de Karl Marx para provocar uma revolução na sociedade que, no fim, traga a ditadura comunista.
Tendo essa ideologia como princípio de vida, é missão de Marta e outros esquerdistas fortalecer determinadas classes e categorias, dando-lhes poder para entrar em choque especialmente com os padrões morais da sociedade, a fim de produzir o caos social, que será a desculpa perfeita para a implantação de um feroz controle tirânico sobre todos os cidadãos.
A volta de Marta ao PLC 122 de Fátima Cleide nada mais é do que a volta ao projeto do caos e da mentira. Ouviremos novamente a ladainha, dita um milhão de vezes por Fátima, de que o PLC 122 não trará perseguição aos cristãos.
Marta Suplicy quer PLC 122 do jeito que Fátima Cleide havia proposto
Contrariando essa ladainha toda, passei anos alertando contra o PLC 122 e seus perigos. A grande mídia, como sempre, deixava suas audiências no escuro da desinformação e até mesmo da flagrante mentira. Mas com meu blog e com meu livro, fiz minha parte para conscientizar o povo.
Minha luta recebeu atenção internacional, dando-me a oportunidade de dar entrevistas para veículos de comunicação dos EUA e Canadá.
Enquanto isso, no Brasil jornais e revistas evangélicos, em grande parte nas mãos de esquerdistas, tentavam lidar com o PLC 122 de forma “imparcial”, respeitando a palavra de Fátima Cleide de que o projeto supremacista gay não representava ameaça aos cristãos.

“Moinhos de vento”

Crendo obviamente nessa palavra, numa entrevista carregada de deboches a revista Cristianismo Hoje me apontou como um “daqueles crentes quixotescos, disposto a lutar contra moinhos que talvez só ele consiga enxergar”.
A ameaça do PLC 122, que hoje é corretamente entendida como um perigo grave, foi tratada, em 2009, como mera ilusão ou até mesmo paranoia pela revista Cristianismo Hoje. Outras mídias evangélicas, como o tabloide sensacionalista Genizah, tratam os opositores do PLC 122 quase como doentes mentais. Essa atitude progressista lhes rende elogios e aplausos dos ativistas gays.
Mais recentemente, Danilo Fernandes, o dono do Genizah cuja ficha corrida está realmente crivada de escândalos judiciais, entrevistou Caio Fábio na revista Cristianismo Hoje. (O nome oficial completo do Danilo consta aqui.) A entrevista não dispensou deboche algum a ele, que foi tratado como um homem que, depois de sofrer inocentemente e ser “martirizado”, é elevado a sublimes alturas celestiais reservadas a um número restrito de santos esotéricos.
A única verdade importante que se aproveitou da entrevista foi Caio reconhecer, ainda que lamentando, que o explosivo crescimento das igrejas neopentecostais na década de 1980 atrapalhou a união das outras igrejas que estava acontecendo em torno da Teologia da Missão Integral (TMI) — que é, nas palavras de Ariovaldo Ramos, a vertente protestante da Teologia da Libertação.
Geralmente, os adeptos da TMI têm uma visão esquerdista da luta contra o PLC 122. A visão deles se traduz em apatia ou deboches, que Cristianismo Hoje e Genizah fazem muito bem, em sua perfeita comunhão espiritual e ideológica. Para eles, a ameaça do PLC 122 é pura suposição ou “moinhos de vento” na cabeça de alucinados. Os não alucinados, para eles, são os que têm a TMI na cabeça.
Cristianismo Hoje e Genizah nunca insinuaram que Marta Suplicy, Fátima Cleide, Lula, Dilma Rousseff e o PT são um bando de alucinados ou têm a mente cheia de moinhos de vento. Pelo contrário, Lula, Dilma, Obama e seus descarados apoiadores evangélicos foram muitas vezes celebrados em suas páginas. Qualquer mídia evangélica que festeje tais criaturas fatalmente debochará de genuínos seguidores de Jesus Cristo.
Quando iniciei a luta contra o PLC 122 no meio evangélico, a grande mídia evangélica, encharcada até a alma com a TMI, só enxergava o lado mais positivo que Fátima Cleide apresentava. Eu vi o lado realista, que por acaso era sombrio e negativo. Essa não foi a primeira vez que vi perigos que muitos não viam. Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi lançado, muitos o julgaram “exagerado” por denunciar que os activistas homossexuais chegariam ao ponto de exigir a doutrinação das crianças nas escolas. A resposta geral era: “Isso nunca vai acontecer no Brasil!”
Trabalhei, na década de 1990 (e posteriormente), como uma voz que clama no deserto. Quem leu meu livro naquela época, hoje me chama de profeta. Quem leu na década de 1990, sem ver o que ocorreria hoje, me achava um alucinado.

As ameaças dos activistas gays não são ficção

No início da luta contra o PLC 122, muitos me viam da mesma forma. Dá para entender quando o povo não compreende. Mas os líderes muitas vezes têm outras motivações. Um grande líder evangélico que, num artigo da revista Ultimato, atacou os cristãos que lutam contra o PLC 122 tinha uma motivação particular: viajando o Brasil inteiro para ministrar para milhares de pessoas, deixava filhos pequenos e cônjuge abandonados. O resultado: os filhos acabaram se envolvendo com o estilo de vida homossexual.
O que não é de surpreender são as ligações desse líder com Caio Fábio, revista Ultimato e Genizah. Mas em que sua raiva contra os cristãos anti-PLC 122 poderia ajudar seus filhos que entraram no homossexualismo por causa de seu sobrecarregado trabalho de ministrar em todo o Brasil? Destroem suas famílias e depois querem, na maior cara de pau, posar de guardiões de uma ética cristã hipócrita que se opõe a uma genuína defesa da família. Em que seus ataques e deboches aos cristãos anti-PLC 122 poderiam ajudá-lo a resgatar seus filhos do homossexualismo?
Graças a Deus, a visão progressista da TMI, que pinta os opositores do PLC 122 como paranóicos, está perdendo força. Um número cada vez maior de pessoas está enxergando as horrendas consequências que a sociedade brasileira sofrerá se o se o projecto de supremacismo gay for aprovado.
Para a volta ao texto do PLC 122 de Fátima Cleide, Marta se apoia nas palavras de Toni Reis, presidente da ABGLT, que disse: “Mais de três mil homossexuais foram assassinados no Brasil nos últimos anos. Mas o projecto ainda não foi aprovado”.
Ele também garantiu que “o projecto não afecta a liberdade de expressão dos religiosos que são contra o homossexualismo”.
Voltaremos assim às desculpas (e mentiras) de sempre — com o apoio de líderes evangélicos negligentes que facilitam a entrada de seus filhos no homossexualismo e depois procuram bodes expiatórios para seus próprios pecados.
Se o PLC 122 “não afecta a liberdade de expressão dos religiosos que são contra o homossexualismo”, então por que, mesmo sem esse projecto, Toni Reis pressionou o Ministério Público Federal contra mim e contra Silas Malafaia? Mesmo antes dessa acção da ABGLT, a própria Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo já havia feito queixa contra mim no MPF em 2006.
Por conta da minha luta contra o PLC 122, uma mobilização gayzista na rede social do Orkut levou um grande número de activistas gays a pressionar o Google a fechar meu blog em 2007. O Google só o reactivou depois da pressão de muitas pessoas, inclusive do filósofo Olavo de Carvalho, vários advogados e um procurador em Brasília.
Esse procurador telefonou para o Google perguntando sobre o fechamento do meu blog, recebendo como resposta que meus textos promovem violência contra os homossexuais. O procurador declarou ao advogado do Google que ele era assíduo leitor do meu blog e nunca havia visto um único texto meu de ódio ou violência contra os homossexuais. Em seguida, não vendo justificativa legal para manter meu blog encerrado e censurado, o Google o liberou.
Entretanto, as pressões gayzistas nunca cessaram. Mensagem interceptada de comunicação interna da ABGLT em 2010 mostra Toni Reis orientando os grupos homossexuais do Brasil a procurarem minha localização no exterior. Mais recentemente, por incitação de activistas homossexuais do Brasil, AllOut, uma das mais ricas organizações homossexuais dos EUA, me incluiu numa campanha para pressionar o PayPal a fechar a conta de dez importantes organizações cristãs. WND, um dos maiores sites conservadores dos EUA, denunciou a campanha contra mim.
Sob pressão de AllOut, minha conta de PayPal foi fechada no final de 2011, bloqueando um canal por onde cristãos enviavam suas ofertas para mim e minha família. Esse caso do PayPal ficou conhecido como o quarto maior caso de perseguição anticristã nos EUA em 2011. Vendo a vitória de AllOut contra mim, ativistas gays do Brasil conseguiram convencer a organização gayzista americana a lançar uma campanha para aprovar o PLC 122.
Entretanto, muito diferente do que esperavam os militantes gays do Brasil e dos EUA, meu ministério de alerta prossegue. E prosseguem as tentativas deles de me censurar, bloquear, localizar, processar e, sim, até prender.
Em Julho de 2011, WND já havia denunciado monitoração do Ministério de Segurança Nacional dos EUA ao meu blog. Como se sabe, hoje o governo mais pró-homossexualismo do mundo é o governo americano, que tem uma política mundial descaradamente a favor da agenda gay. Mesmo depois da denúncia, que se confirmou, meu blog continuou sofrendo visitações de órgãos americanos, numa vergonha revelação dos EUA agindo como uma polícia internacional pró-sodomia, patrulhando cristãos que se opõem ao supremacismo gay. As ameaças ao Blog Julio Severo estão agora registadas internacionalmente.
Pressões da Gaystapo brasileira e americana são uma ameaça constante ao Blog Julio Severo
Se mesmo não havendo nenhuma lei anti-“homofobia” no Brasil, meu blog já sofre todo esse patrulhamento, o que ocorreria depois da aprovação do PLC 122?
Com o PLC 122 aprovado, a ABGLT, a Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo e outros grupos gays radicais não se limitariam a fazer queixas, mas iriam directamente para a exigência de prisão para mim e outros que denunciam o pecado homossexual, com a alegação criminosa de que essa denúncia é a causa de assassinatos de homossexuais em ambientes de drogas, prostituição e brigas de parceiros ou clientes sexuais.
Se é verdade que três mil homossexuais foram assassinados no Brasil nos últimos anos, então é muito mais verdade que, no mesmo período, cerca de 1 milhão de brasileiros foram assassinados, e menos de dez por cento desses assassinatos foram solucionados. As outras centenas de milhares de assassinatos ficaram impunes.
Marta Suplicy fará tudo para que a luta de classes se torne realidade no Brasil, com a garantia de que o PLC 122 não trará nenhuma perseguição aos cristãos. Como reforço, a grande mídia evangélica esquerdista garantirá que a luta dos cristãos contra o PLC 122 é pura ilusão, é “luta contra moinhos de vento”. É a união perfeita do inútil com o desagradável. É um eco inconfundível da percepção da própria grande mídia secular do Brasil.
Sempre que lhe for ideologicamente conveniente, Suplicy continuará elogiando, adulando e defendendo os ativistas gays — a menos, é claro, que ela descubra que um concorrente político é homossexual.

Clodovil

Vale lembrar que provavelmente o maior inimigo de Suplicy era Clodovil Hernandes, que era homossexual assumido, mas inteligente o suficiente para se opor ao supremacismo gay por entender que a conduta homossexual não é natural. Clodovil não tinha receio de contrariar radicais ativistas gays.
Numa entrevista publicada na revista Veja, feita poucos dias antes de sua morte, o repórter perguntou: “Por que o senhor não apresentou nenhum projecto defendendo o direito dos homossexuais?”
Clodovil respondeu: “Deus me livre. Quais direitos? Direito de promover passeata gay? Não tenho orgulho de transar com homem”.
Clodovil: Não tinha orgulho de transar com homem e era o maior inimigo de Marta Suplicy
Se Suplicy e sua volta da mentira do PLC 122 tiverem êxito, a legalização do que não é natural e não é motivo nenhum de orgulho para ninguém produzirá opressão e injustiças na sociedade brasileira.
Clodovil chegou a reconhecer que queria uma mudança. Tal mudança o PLC 122 nunca poderá dar, mesmo que o governo, tirando dinheiro de nosso bolso, pague caríssimas operações de mudança de sexo.
Pena que não haja ainda operações de mudança de cérebro.
Transplantar o cérebro de Clodovil para Suplicy faria muito bem ao Brasil.

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