Mostrar mensagens com a etiqueta Holanda. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Holanda. Mostrar todas as mensagens

sábado, 28 de janeiro de 2012

Esquerdismo destrói secular tolerância holandesa

A agência noticiosa espanhola EFE reportou que uma organização Cristã que oferece tratamento psicológico a homossexuais, financiada em parte pelo governo, está a ser vítima de ataques por parte de políticos esquerdistas por estes estarem "indignados" por se sugerir que a homossexualidade possa ser entendia como desordem mental.

A EFE disse ainda que a tal organização, com o nome de "Different", oferece "ajuda psicológica em torno da homossexualidade e dos relacionamentos" tendo como base "crenças Cristãs". Acrescenta-se ainda na noticia que "já foi demonstrado que as pessoas com orientação homossexual enfrentam grandes obstáculos em falar com os outros sobre os seus sentimentos".

Embora o site alegadamente nada fale sobre terapia reparativa e nem se alongue sobre a natureza dos seus tratamentos, os esquerdistas do partido VVD expressaram a sua indignação perante a mera possibilidade da orientação homossexual poder ser vista sob uma luz negativa por parte da organização.

A ministra da Saúde, Edith Schippers, prometeu "dar um término" ao reembolsos dados pelo governo ao grupo Different, declarando que "a homossexualidade não é uma doença e como tal não pode fazer parte do pacote dos seguros de Saúde."

As objecções do partido VVD são duplicadas pelos Democratas Liberais, que qualificam o serviço oferecido pelo grupo Different de "idiótico e destrutivo".

Os Democratas Cristãos requisitaram mais detalhes em torno do serviço antes de emitirem qualquer tipo de declaração.

Fonte

. . . . . . . . .

Aparentemente, quem quer tenha sentimentos homossexuais indesejados não tem o direito de deixar de tê-los. Segundo algumas pessoas, é possível pedir ajuda para deixar de fumar, deixar de beber ou consumir drogas, mas não se pode pedir ajuda se por acaso se quiser deixar o auto-destrutivo comportamento homossexual.

A pessoa é livre para ser homossexual mas não é livre para deixar de o ser, nem tem a liberdade para ajudar quem queira sair da homossexualidade.

Este é o corolário lógico da agenda homossexual.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Gaystapo Holandesa: inspecções anuais para garantir apoio ao gaysamento


AMSTERDÃ, Holanda, 2 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Comissários de casamento de um distrito de Amsterdã serão forçados a se submeter a avaliações anuais para garantir que apoiem “casamentos” de mesmo sexo depois que se descobriu que duas comissárias se recusaram a celebrar as cerimônias.
Desde 2007, a prefeitura do distrito Nieuw-West de Amsterdã só contrata comissários que concordam em realizar “casamentos” de mesmo sexo, e as autoridades aparentemente acreditavam que o distrito estava livre de pessoas que “fazem objeções por motivos de consciência”.
Uma das duas comissárias que tinham objeções por motivos de consciência havia sido contratada antes da mudança de 2007, mas a outra disse que não tinha objeções à realização de “casamentos” de mesmo sexo quando foi contratada no ano passado. A segunda comissária está agora sob investigação para se apurar se ela mudou de opinião ou mentiu para o entrevistador. Se mentiu, ela provavelmente será demitida.
As avaliações anuais foram propostas pelo vereador Ronald Mauer depois do surgimento de notícias sobre as duas comissárias. Não se sabe quais consequências as duas comissárias enfrentarão se a avalição delas mostrar que elas não querem realizar as cerimônias.
A Holanda é um dos muitos países ocidentais em que os comissários de casamento são proibidos de ter liberdade de consciência em face de leis que permitem “casamentos” ou uniões civis de mesmo sexo.
Num caso muito conhecido pelo público, Lillian Ladele, escrivã civil britânica, foi forçada a se demitir quando seus patrões na prefeitura de Islington tentaram exigir que ela realizasse cerimônias de parceria civil homossexual. Ela levou seu caso até o Supremo Tribunal da Inglaterra, que recusou lhe dar uma audiência em 2010 sob o pretexto de que o caso dela não tinha “importância pública geral”. Ela está agora indo para o Tribunal Europeu de Direitos Humanos.
Na província de Saskatchewan no Canadá, o governo prometeu em janeiro demitir todos os comissários de casamento que se recusarem a “casar” duplas homossexuais. Essa medida foi imposta depois que a Corte de Apelação de Saskatchewan decidiu que muito mais importante do que os direitos dos comissários à liberdade de religião e consciência é o direito dos homossexuais à liberdade contra toda discriminação.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

terça-feira, 19 de abril de 2011

Previsivelmente, as DST aumentam entre os sodomitas portugueses

O Diário de Notícias informa-nos que:
O número de novos casos de infecção VIH está a aumentar entre os homens portugueses, colocando Portugal em terceiro lugar a nível europeu. Ontem foi inaugurado em Lisboa um espaço que realiza testes gratuitos de despiste rápido.
Como sempre, os esquerdistas lidam com os sintomas e não com a doença. Ninguém parou para pesquisar sobre os motivos que levam a que os sodomitas tenham uma desproporcional presença nas listas de homens com os vírus da SIDA.
Perto do Príncipe Real, a loja do costureiro José Carlos, que faleceu vítima de VIH/SIDA, transformou-se no Check Point Lx, um espaço onde se realizam testes rápidos, anónimos e gratuitos de HIV a homens que têm sexo com homens (HSH).
Um grupo de risco.
Ali, os utentes podem ter aconselhamento psicológico e ser encaminhados para o Serviço Nacional de Saúde.
Podem ter "acompanhamento psicológico" que esteja de acordo com o que os esquerdistas querem. Aconselhamento psicológico por parte de profissionais com taxas de sucesso em ajudar pessoas com atracção homossexual indesejada não são bem vindos.
Quem os recebe não discrimina quem tem opções sexuais diferentes da maioria ou quem está doente, porque quem atende também é homossexual ou está infectado.
Estas palavras são uma forma indirecta de dizer que quem é contra a sodomia está a "descriminar".
“Este é um espaço da responsabilidade de uma organização não governamental, envolvendo pessoas que, ou são portadoras de VIH ou são homens que fazem sexo com homens, ou seja, há um acompanhamento feito entre pares com apoio de profissionais de saúde.
Mas se é um "espaço de responsabilidade", não deveria tentar fazer ver aos HSH que a sodomia é uma práctica sexual auto-destrutiva, e que o estilo de vida homossexual não é saudável? Aparentemente a definição de "responsabilidade" varia.
Este é um passo de gigante porque a sociedade foi capaz de se organizar e ir buscar os apoios que necessitava para dar uma resposta mais sólida”, saudou a ministra da saúde, Ana Jorge, que presidiu à inauguração do Check Point Lx.
Mas, tal como foi dito em cima, estes pontos de análise, embora bem vindos no sentido do sodomita ficar a saber se está ou não contaminado, é lidar com sintomas. A verdadeira ajuda seria a sociedade fazer ver aos sodomitas que o seu estilo de vida não é saudável, e que é possível abandoná-la. E, não, não é "descriminação" querer ajudar pessoas que queiram sair da vida homossexual, ou informar as consequências de tal vida. Pelo contrário, é uma enorme demonstração de preocupação avisar os outros quando estes estão a prosseguir num caminho que os está a destruir física e emocionalmente, e que vai, por fim, conduzi-los a separação eterna (inferno).
O Check Point Lx pretende ser uma ajuda para tentar inverter uma tendência que se começou a revelar com o virar do século: “Em 2000, começou a aumentar o número de casos de infecção entre HSH”, resumiu Luís Mendão, presidente do Grupo Português de Ativistas sobre Tratamentos de VIH/Sida (GAT), organismo responsável pelo gabinete hoje inaugurado.
E porque é que isso aconteceu?
“Neste momento, Portugal é o terceiro país dos 27 da Europa com o maior número de novos casos diagnosticados entre os HSH”, lembrou Luís Mendão em declarações à Lusa, acrescentando que este aumento começou a notar-se mais a partir de 2005. Os dados mais recentes dizem respeito a 2008, ano em que se registaram 365 novos casos em Portugal.

“À nossa frente só temos a Inglaterra e a Holanda”, lamentou o presidente do GAT, sublinhando que “se a infecção for diagnosticada cedo e a pessoa se tratar há uma enorme diminuição das transmissões do VIH”.

No entanto, a maioria não realiza testes de despistagem, segundo um estudo apresentado pela médica Maria José Campos.

E é por isso que o sangue de homossexuais activos (ou de qualquer outro grupo de risco, como as prostitutas ou os tóxico-dependentes) nunca deve ser aceite pelos bancos de sangue.
Um inquérito online realizado no ano passado a 180 mil homens em toda a Europa, dos quais cinco mil viviam em Portugal, revelou que apenas 45,9 por cento dos portugueses tinha realizado um teste VIH no último ano. "São números preocupantes", desabafou em declarações à Lusa Maria José Campos.

O coordenador Nacional VIH-SIDA, Henrique Barros, destacou o papel do centro Check Point Lx, lembrando que esta população dos HSH “viveu sempre muito escondida e oculta em Portugal”.

O facto dos sodomitas ter vivido vidas "escondidas" e "ocultas" não explica a sua desproporcional presença entre os contagiados pelo vírus. Aliás, esta informação é irrelevante.
“Estamos a trazê-la à luz do dia, combatendo discriminações e estigmas e garantindo que tem acesso em tempo à prevenção e ao diagnóstico para evitar que haja um aumento incontrolável da infecção”, defendeu em declarações à Lusa, aplaudindo o trabalho que agora começa a ser realizado pelas equipas do Chek Point Lx.
Qual "descriminação"? Qual "estigma"?

Se o Henrique Barros está determinado em "evitar que haja um aumento incontrolável da infecção" talvez não seria má ideia fazer ver aos sodomitas que a promiscuidade inerente à vida de HSH é o grande motivo que leva a qual eles se encontrem a fazer testes. Afinal, que outro grupo social tem que ter "centros de despiste" no que toca ao vírus? Não são os grupos com vidas sexuais pouco saudáveis, ou pessoas que usem drogas?

Em ambos os casos, o melhor conselho é dizer-lhes para abandonar essa vida, mas no que toca à homossexualidade, por alguma razão já é "descriminação" dizer o óbvio: a sodomia não é saudável.

Mas a Medicina não se deixa controlar por movimentos revolucionários.


Por mais centros que sejam abertos em Lisboa, e por mais bonitas palavras sejam ditas por representantes estatais, a Medicina claramente diz que o estilo de vida homossexual não é saudável.

(Obrigado ao Firehead pela imagem no início do post e ao Hugo Monteiro Dantas pela notícia)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Holanda e a SIDA: desproporcional presença de homossexuais nas novas contaminações

Há umas semanas atrás foi colocada a seguinte questão a um militante ateu: "porque é que os homens que tem sexo com outros homens estão desproporcionalmente representados nos casos de SIDA?". Ainda estamos à espera de uma resposta coerente.

Não é preciso ser um génio para se ver o porquê, mas os esquerdistas - mais importados com a ideologia do que com a Medicina - ainda tentam forçar este comportamento auto-destrutivo à sociedade.

Os homens que tem relações sexuais com outros homens vivem uma vida que é conhecida pela promiscuidade, portanto não é de estranhar que esse segmento da sociedade esteja desproporcionalmente representado nos novos casos de SIDA. Como exemplo, veja-se o caso de Luiz Mott. O líder do movimento homossexual brasileiro, afirma que já teve relações sexuais com 500 homens diferentes (!!).

Fundação de Monitoramento do HIV na Holanda divulga novos dados de infecção do HIV

A Fundação de Monitoramento de HIV da Holanda acabou de fazer públicos os dados sobre novas infecções pelo vírus da AIDS, e notou um forte aumento que afeta, primariamente, homens homossexuais.

De acordo com as projeções feitas no último relatório da fundação, há atualmente cerca de 1.100 novas contaminações registradas por ano, incluindo 850 (mais de 77%) entre homens contaminados devidos a uma relação com outro homem. O número absoluto de contaminações heterossexuais, em que são incluídas as infecções relacionadas ao vício de drogas, está em um declínio estável.

A título de comparação, o número total de contaminações no seio da comunidade gay era de somente 400 em 1996. E o número atual excede mesmo o pico da epidemia que coincidiu com sua implementação: é estimado que, no início dos anos 1980, houve 800 novas infecções por ano entre a "população de risco".

Obviamente, estes dados não incluem pessoas infectadas ou infectadas recentemente sem sabê-lo.

Fonte: Le Blog de Jeanne Smits via E-Deo

Há alguns militantes ateus e esquerdistas fanáticos que tentam usar a desculpa que "o problema não é a homossexualidade mas a promiscuidade". Este linha de pensamento poderia ter a sua validade não fosse o facto da homossexualidade levar as pessoas à promiscuidade.

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...