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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Como o pseudo-casamento homossexual afecta negativamente toda a sociedade

I. Redefine a Pessoalidade

O "casamento" homossexual (tal como avançando pelo movimento lgbt) tornou-se numa ponte para que se deixe que pessoas com uma multitude de "identidades" não-biológicas vejam essa condição reconhecida e legalmente legitimada em todos os níveis da sociedade, e, de modo importante, dentro da instituição do casamento.

Logo, uma vez que a pessoalidade já não tem a biologia como o seu cerne fundamental, então o que significa ser uma pessoa muda de algo cimentado e concreto e imutável como a biologia, para algo subjectivo, mutável e com uma base instável nos sentimentos e na forma de pensar: http://wapo.st/1DBI4At , http://bit.ly/1IXSrP3

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II. Redefine a Paternidade (Corta a ligação e entre a Biologia e a Paternidade)


* a) Neutraliza toda a terminologia que existe na lei familiar que é um reflexo das distinções paternais biológicas: http://bit.ly/1DXi6tl

* b) Cria múltiplos pais, equivalentes perante a lei: http://bit.ly/1JE7LkL , http://bit.ly/1JE7LkL , http://bit.ly/1anA4XV , http://bit.ly/1ar9f5l

* c) Muda a presunção de paternidade para a presunção genericamente neutra de paternidade, e/ou deixa uma parente lésbica não-biológica assumir a presunção de paternidad:  http://wapo.st/1GGMokr , http://bit.ly/1GGMybC

* d) Cria e abre a porta a novas categorias de "pas" visto que a biologia é ainda mais separada da paternidade - parente de facto, parente psicológico, parente intencional, mãe-biológica, parente gestacional: http://bit.ly/1DDU70d , http://bit.ly/1H3jiu7

* e) Promove ainda mais a remoção do nome dum parente biológico do certificado de nascimento da criança, substituindo-o com o nome do "parente" não-biológico gay/lésbico/trans: http://usat.ly/1aOrQc6 , http://bit.ly/1aOrX7x

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III. Redefine o Casamento


* a) Muda o foco [do casamento] das crianças para o amor entre duas pessoas: http://herit.ag/1HnWlCg

* b) Altera a lei familiar em torno do casamento para se ajustas as normas lgbtq, que por sua vez faz com que a lei familiar fique desajustada em relação às famílias heterossexuais (o modelo único não funciona) e, em última análise, prejudica as crianças: http://bit.ly/1DZ8bDD , http://bit.ly/1CF3H , http://bit.ly/1DXi6tl

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IV. Perturna a Ordem Social Sexual


* a) O advento dos Direitos dos Trans e dos Direitos dos Não-Genericamente Binários deformou a sociedade de modo a deixar que os indivíduos que são do  sexo oposto àquele do qual se identificam, obtenham o "direito" de serem incluídos em:

1. Instalações do Sexo Oposto: http://bit.ly/1ari13k , http://bit.ly/1PHKYc0

2. Estatísticas de Saúde do sexo do oposto: http://bit.ly/1CF6dCh

3. Equipas atléticas do sexo oposto: http://bit.ly/1yqO3bk

4. Abrigos para o sexo oposto: http://bit.ly/1FFqngh

5. Grupos Só-Para-Mulheres ou Só-Para-Homens (grupos de apoio, festivais, reuniões, encontros): http://bit.ly/1CF83mE


7. Situações onde se louvam homens que imitam mulheres: http://ti.me/1IIqQ7K

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V. Promove e Reforça métodos abusivos de obter crianças


* a) Barrigas de aluguer: http://bit.ly/1JGZKvl , http://bit.ly/1DE54yH

* b) Doação de Esperma / Fertilização in Vitrohttp://bit.ly/1FQzLjM

* c) Adopção (quando há melhores alternativas para a mãe da criança): http://bit.ly/1DeHHKH

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VI. Promove crianças que se identificam como "transgéneras"


O "casamento" homossexual abriu todas as questões em torno dos lgbtq e causou a que elas viessem para a linha da frente da sociedade como forma de receberem legitimidade e serem promovidas; o transgenerismo de crianças é um bom exemplo disso mesmo: http://bit.ly/1OalL6t , http://bit.ly/1GH1arf


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

"Transgéneros" Americanos enfrentam um maior risco de suicídio

Por Clara Moskowitz

Segundo uma pesquisa, uns impressionantes 41 porcento dos "transgéneros" Americanos já tentaram levar a cabo um suicídio. Estas estatísticas são apenas alguns dos factos preocupantes extraídos duma pesquisa efectuada a mais de 7,000 "transgéneros" e levada a cabo pelos grupos activistas homossexuais "National Center for Transgender Equality" e o "National Gay and Lesbian Task Force".

Para além dum maior risco de suicídio, os "transgéneros" enfrentam probabilidades mais problemáticas para os outros assuntos relacionados à sua saúde. Por exemplo, a pesquisa apurou que 2,64 porcento dos transgéneros estão infectados com o HIV - isto é, mais de 4 vezes mais que a média nacional (que é 0,6 porcento).

Embora muitos peritos já soubessem que a situação é complicada, os resultados desta pesquisa - a primeira a ser levada a cabo com uma amostra nacional representativa da população de "transgéneros" - ainda são surpreendentes. A psicóloga-clínica Gail Knudson, professora no departamento da medicina sexual na "University of British Columbia" e directora médica do "Transgender Health Program" no "Vancouver Coastal Health", declara:

Eu já sabia a magnitude era elevada, mas não estava à espera que as tentativas de suicídio fossem tão elevadas.

Esta taxa de suicídio na ordem dos 41 porcento junto dos "transgéneros" é 25 vezes mais elevada que a população geral, que é de 1,6 porcento. E entre os "trans" com idades compreendidas entre os 18 e os 44 a taxa de tentativa de suicídio é de 45 porcento.

(...)

Fontes: Sex Change Regret - MSNBC

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Como é normal, os média tentam (sem sucesso) atribuir estas elevadas taxas ao "preconceito" e à "discriminação", mas isto é claramente falso. O problema não é externo aos "transgéneros" mas sim algo inerente do seu "estilo de vida". Dito de outra forma, os "transgéneros" têm mais problemas psicológicos devido ao que são, e não devido à forma como são tratados.

Um exemplo disto são as taxas de contágio com o HIV: que tipo de "preconceito" e "discriminação" levam a que um homem ou uma mulher se envolvam em actos sexuais potencialmente perigoso? A resposta é clara: nenhuma. As pessoas fazem isso porque querem - porque pensam que daí obterão algo de benéfico - e não porque foram vítimas de algum tipo de tratamento que os deixou psicologicamente afectados.

Dado isto, urge perguntar: se um estilo de vida leva a que quase metade dos seus aderentes tenham vontade de acabar com a sua vida, será moralmente correcto promover esse mesmo "estilo de vida" como normal? Não é mais sensato alertar as pessoas para o facto deste "estilo de vida" ser clinicamente e psicologicamente auto-destrutivo?

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