
O meu filho é gay? é uma app destinada às mães que querem saber se o seu filho é gay, resposta que promete dar em 20 perguntas como "Ele gosta de vestir-se bem?" ou "Ele tem uma melhor amiga".
"É um instrumento idiota e odioso, com perguntas caricaturais" considera Louis-Georges Tin, do Comité Idaho (International day against homophobia & trans), citado pela AFP. "Se a criança é gay é a catástrofe, se não é, é o alívio", o que para Louis-Georges Tin é um instrumento de ataque aos homossexuais.
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Além disso, o homossexual (?) Louis-Georges Tin está errado ao dizer que um pai ficar aliviado pelo facto do filho não ser homossexual é, em si, um "ataque aos homossexuais". Nós agora temos que nos alegrar quando sabemos que um dos nossos filhos ficou viciado num comportamento auto-destrutivo?
Outra coisa estranha da notícia é como a aplicação está destinada às mães; porquê às mães e não aos pais? Parece que se assume que ela é mãe solteira, e - desde logo - mais susceptível de ter um filho com problemas emocionais e confusão sexual. Será?