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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Aplicativo "O meu filho é gay?" gera polémica em França


Uma aplicação disponível no Android Market está a gerar polémica em França.

O meu filho é gay? é uma app destinada às mães que querem saber se o seu filho é gay, resposta que promete dar em 20 perguntas como "Ele gosta de vestir-se bem?" ou "Ele tem uma melhor amiga".

"É um instrumento idiota e odioso, com perguntas caricaturais" considera Louis-Georges Tin, do Comité Idaho (International day against homophobia & trans), citado pela AFP. "Se a criança é gay é a catástrofe, se não é, é o alívio", o que para Louis-Georges Tin é um instrumento de ataque aos homossexuais.

-Fonte-


Estou certo que se a aplicação se chamasse "O meu filho é drogado?" não haveria polémica nenhuma, mas como o comportamento homossexual hoje em dia é protegido por lei pela maioria dos políticos mundiais, um pai ou uma mãe já nem se pode questionar (e preocupar) se o seu filho gosta de se envolver em comportamentos que a Medicina diz serem auto-destrutivos.

Além disso, o homossexual (?) Louis-Georges Tin está errado ao dizer que um pai ficar aliviado pelo facto do filho não ser homossexual é, em si, um "ataque aos homossexuais". Nós agora temos que nos alegrar quando sabemos que um dos nossos filhos ficou viciado num comportamento auto-destrutivo?

Outra coisa estranha da notícia é como a aplicação está destinada às mães; porquê às mães e não aos pais? Parece que se assume que ela é mãe solteira, e - desde logo - mais susceptível de ter um filho com problemas emocionais e confusão sexual. Será?

domingo, 28 de agosto de 2011

Brasil: Juiz de Franca proíbe casamento gay e diz que entidade familiar e família são “termos inconfundíveis"

-Fonte -

Os dois cartórios de registro civil da cidade de Franca estão proibidos de realizarem casamento entre pessoas do mesmo sexo. A decisão partiu do juiz corregedor dos cartórios Humberto Rocha, dizendo que “família” e “entidade familiar”, na lei, são termos inconfundíveis, já que casamento (…) é união de homem com mulher com o afã ou possibilidade de gerar prole”.

Humberto Rocha diz que não ignora a decisão do Supremo Tribunal Federal, que reconheceu a união estável entre homossexuais, mas diz que os ministros deram à “entidade familiar” um conceito elástico “a ponto de açambarcar a união entre homoafetivos, mas daí equiparar tal união à casamento vai um largo pego [abismo]“.

Diante dessa decisão os grupos gays da cidade estão planejando um protesto, pois para eles o ato do juiz trata-se de um preconceito. “É uma discriminação contra os gays,” disse Gilberto Mendes de Almeida, do movimento GLBTT de Franca.

De acordo com Adriana Galvão, presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB de São Paulo, a decisão do STF acolhe diferentes posicionamentos quanto ao casamento civil, já que o texto assinado pelos ministros reconhece apenas a união estável.

Mas para o docente da USP em direito de família, José Fernando Simão diz que o STF previu, sim, o casamento homoafetivo. “Pela decisão, aplica-se para todos os efeitos a união estável. E “todos os efeitos” inclui o casamento.

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