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sábado, 9 de novembro de 2013

Como a agenda homossexual prejudica as mulheres

Durante o ano que passou, a boa gente do Colorado teve que enfrentar desastres naturais, fogos descontrolados, chuvas e enchentes. Para além disso, podemos também acrescentar à lista desastres não-naturais trazidos sobre a sociedade por parte de calamidades sociais destrutivas resultantes do Marxismo Cultural.

O assunto criado pelos oficiais da "Florence High School" em Colorado Springs, teve como causa o facto dum único estudante (macho) se identificar como "transgénero". O aluno, cujo nome não foi disponibilizado mas que será identificado como "Matt", gosta de ir para as casas-de-banho das raparigas bem como às casas-de-banho dos rapazes. Aparentemente ele estão tão confuso em relação à sua sexualidade que, duma hora para a outra, ele não consegue dizer qual é o seu sexo.

Não só o Matt gosta de usar as casas-de-banho das raparigas sempre que lhe dá vontade, como tem uma reputação de alegado assédio sexual sempre que se encontra numa casa-de-banho feminina. Os pais já se queixara às autoridades escolares - as mesmas autoridades que criaram o problema - e não obtiveram qualquer tipo de resposta satisfatória.

Pior que isso, esses pais que se preocuparam com a presença dum homem sexualmente confuso numa casa da banho para meninas foram os receptáculos de repreensão por parte da liderança administrativa da escola, que ameaçou retaliações contras as estudantes que continuem com as queixas. O conselho escolar disse aos pais e aos alunos que levantaram problemas que estes poderão sofrer dispensas por parte das equipas desportivas e acusações de "crime de ódio" se continuarem a não concordar com o que está a acontecer nas casas-de-banho para meninas, e prosseguirem na sua defesa de valores e princípios normais, tradicionais e fundamentados na biologia.

A "Pacific Justice Institute" (PJI), uma agência sem fins lucrativos que defende os valores tradicionais, enviou uma carta à escola listando uma série de preocupações que eles e os pais exigem que sejam levadas em conta o mais rapidamente possível. Um porta-voz da PJI afirmou:

A carta enviada hoje pela PJI explica que os alunos não-transgéneros ainda possuem direito à sua privacidade e esse direito está a ser ignorado pela escola. A carta aponta também que a escola Florence High não tomou as preocupações mínimas tais como requerer que o estudante [Matt]  se identifique de modo conclusivo com um dos géneros [sic]. Segundo o testemunhos de alguns alunos, ele às vezes usa a casa-de-banho das raparigas mas por outras vezes usa a dos rapazes.


A carta enviada pela PJI lembra os oficiais da Florence High "das suas obrigações legais de proteger a privacidade e os direitos expressivos de todos os alunos - não só dum grupo selecto."

A carta declara também que, depois de se reunirem com as raparigas que se queixaram de partilhar a casa de banho com o Matt, os oficiais escolares recomendaram-lhes que "evitassem usar o balneário das raparigas", mas que usassem outro balneário mais distante.

Esse tal balneário mais distante não se encontra disponível aos alunos que fazem actividades depois do horário escolar, e como tal, essa "solução" não tem qualquer tipo de utilidade.

O instituto deu 5 dias à escola para responder por escrito aos pontos listados na carta.

Fonte

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Seria interessante saber de que lado o lobby feminista se encontra - do lado das mulheres, defendendo o seu direito de não partilhar a casa de banho com um homem, ou do lado do jovem sexualmente confuso. As mulheres que se identificam com o feminismo deveriam tomar este incidente como exemplo, e questionar a sua liderança da posição oficial do feminismo em relação ao facto de, segundo o movimento homossexual, homens poderem usar a casa de banho das meninas desde que se identifiquem como "trans".


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

A exploração sexual de mulheres nos abrigos de refúgio


Poucas pessoas sabem como é que os abrigos para mulheres vítimas de abuso tiveram o seu início. Há cerca de 4 anos atrás a activista lésbica Bonnie Tinker fez esta admissão chocante no "The Oregonian":

"De facto, foi um pequeno grupo de lésbicas de Portland que esteve na linha da frente do movimento nacional em torno da criação de lugares seguros para as mulheres. Nós sabíamos que as fundações não financiariam um estabelecimento com o propósito de albergar um grupo de fufas sem abrigo. Apercebemo-nos que a linguagem que eles entenderiam seria a linguagem da mulher vítima de abuso."

Isto, obviamente, levanta questões perturbadoras: o que é que realmente ocorre nos abrigos? Como a minha investigação apurou, muitos abrigos mais não são que lugares de caça para lésbicas sedentas de atacar mulheres vulneráveis.

Maria, atendedora de balcão de 35 anos, foi a Bethany House em Falls Church, Va, em busca de aconselhamento legal. O abrigo referenciou-a a um advogado com o nome de Robert Machen para assistência pro bono. Segundo a reportagem, "Num desses dias, ele chegou à sua porta e exigiu sexo ou ser pago pelo serviço legal." Eles começaram logo com os beijos e com as carícias. (Deixo o resto para a vossa imaginação.)

Mas não era só o advogado que se aproveitava das mulheres abusadas. Duas gestoras de abrigos, srª Veronica e a srª Liang, viram-se forçadas a demitir depois de terem sido acusadas de terem feito avanços sexuais a residentes dos abrigos.

Num outro abrigo uma antiga funcionária disse-me como uma residente lésbica frequentemente acompanhava as raparigas menores para os seus quartos. Quando a gerência do abrigo foi notificada da actividade suspeita, ela acusou-os de terem "preconceito." Noutra ocasião, uma enojada residente queixou-se à mesma gerência da actividade sexual inapropriada que ocorria em frente aos seus filhos. A gerência disse-lhe para se animar e buscar alguém que lhe "fizesse sentir melhor".

Em Charleston, W.Va., Elizabeth Crawford foi apanhada numa relação fisicamente abusiva. Desesperada por ajuda, ela começou a frequentar semanalmente o grupo de apoio dirigido pelo "YWCA Resolve Family Abuse Program" local. Por diversas vezes, Crawford viu-se forçada a ter conversas com a directora da "West Virginia Coalition Against Domestic Violence."

Inicialmente, os seus avanços consistiam apenas em elogios efusivos, seguidos depois por abraços demorados. Foi então que um dia Crawford reparou que a directora estava a acariciar as suas costas. Avisada para "ter cuidado" com a mulher, Crawford explicou que não tinha qualquer tipo de interesse nos seus avanços [sexuais]. Pouco depois disto, Crawford passou a ser evitada.

Anos mais tarde, quando Crawford fundou o seu próprio projecto de aconselhamento, ela continuou a ser banida.

Em Houston, a "Bay Area Turning Point" patrocina festas para residentes de abrigos como forma de as ajudar a encontrar um novo namorado. Médicos locais e advogados são convidados para tais eventos. Uma mulher engravidou durante o tempo em que esteve num desses abrigos, alegadamente depois duma dessas festas.

Bobbi Bacha da "Blue Moon Investigations" levanta a questão se tais eventos são apropriados para mulheres que se encontram em recuperação de relacionamentos abusivos, e teme que as mulheres estejam a ser "preparadas" para a prostituição.

Uma mulher que passou algum tempo em dois abrigos revela de forma corajosa que "muitas funcionárias dos abrigos são lésbicas." Uma táctica de engate levada a cabo pelas funcionárias dos abrigos é acariciar gentilmente a palma da mão das residentes, como se estivesse a acalmar a sua dor. A mulher afirma claramente que "Se tu te tornas namorada dela, serás bem tratada. Eu estava 100% certa disso."

Convém ressalvar que muitas mulheres que trabalham nestes abrigos acreditam que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo deveria ser legal, e como tal, quem é que pode criticar estas mulheres por praticarem o que pregam?

Existe também a violação digital duma menina de 4 anos (por parte duma rapariga mais velha) em "Another Way" - Lake City, Fla. Segundo uma antiga funcionária do abrigo, quando as duas meninas foram apanhadas, "a menina de 5 anos disse que a menina de 9 anos tinha inserido o(s) seu(s) dedo(s) dentro das suas áreas privadas (vagina) e 'bricando' com ela."

Eu reportei este incidente na minha coluna do dia 22 de Julho, notando que a "Florida Coalition Against Domestic Violence" não tinha ainda dito nada se tinha planos para investigar o incidente. Passadas que estão seis semanas, não temos qualquer resposta por parte da "Florida Coalition.". Isto é inconcebível.. Talvez se alguém contactar a directora da FCAD, Tiffany Carr, para o número de telefone 1-850-425-2749, e exibir alguma acção, começaremos a dar fim à exploração sexual de mulheres e meninas nos abrigos para as mulheres vítimas de abuso.

© Carey Roberts.

terça-feira, 15 de maio de 2012

John Travolta acusado pela quarta vez de assédio sexual… por um homem

Um antigo massagista de um hotel em Nova Iorque alega que o actor John Travolta o assediou sexualmente durante uma sessão de massagem, depois de outros três indivíduos também se pronunciarem sobre um alegado comportamento desapropriado por parte do protagonista de «Face Off».

O massagista Michael Caputo alega que o actor está «banido» desde há três anos do Peninsula Hotel, em Nova Iorque, depois de se ter comportado de modo menos apropriado perante os funcionários do spa.

«O Travolta pedia sempre um homem para a sua massagem, mas ao fim de um tempo, já ninguém o queria atender», afirmou Caputo ao The New York Daily News. «Chegou a um ponto em que não conseguiam encontrar nenhum homem para a massagem, e tiveram que o banir», acrescentou.

O massagista, que já não trabalha nesse hotel, acusou Travolta de «remover a sua toalha» durante a massagem, «esfregando-se» contra a mesa e «levantando o rabo no ar».

«Estes são sinais para um massagista que ele estava a ver até onde conseguia ir sem se meter em problemas», referiu.

O advogado do protagonista de «Operação Swordfish», Marty Singer, desvalorizou o depoimento de Caputo, classificando-o de «um funcionário enfadado».

«Se [o John Travolta] tivesse sido banido, acham que ele voltaria lá? Ele nunca foi banido, garanto. O hotel nunca disse ao John que estava banido, e o John nunca se comportou de modo desapropriado», sublinhou o advogado.

Note-se que estas alegações de assédio sexual contra Travolta surgem após outros três testemunhos que apontam na mesma direcção, segundo o DailyStar.com.

Fonte

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Contrariamente ao que acontece sempre que um "Cristão" é apanhado em escândalos sexuais, os média fazem todos os esforços para manter a religião de Travolta fora da discussão.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

John Travolta acusado de abuso sexual

John Travolta acusado de abuso sexual

Um massagista está a pedir uma indemnização de 2 milhões de dólares por ter sido, alegadamente, alvo de abuso sexual por parte do actor, durante uma massagem num quarto de hotel, em Beverly Hills.

O massagista, que não é identificado nos documentos do tribunal a que a agência Reuters teve acesso, alega que John Travolta o tocou numa perna e nos genitais e que tentou pelo menos um ato sexual dentro de um quarto do Beverly Hills Hotel, a 16 de Janeiro deste ano.

Através do seu porta-voz, o actor já negou a acusação, classificando-a como "uma mentira sem fundamento". Travolta alega que nem estava na Califórnia, mas sim na costa Este dos EUA na referida data.

O advogado do massagista, por seu lado, explica que, à luz da lei californiana, uma vítima de abuso sexual pode não se identificar caso se envergonhe de tornar pública a sua identidade enquanto vítima.

No processo, estão descritos os pormenores da acusação: a massagem terá sido marcada por alguém que telefonou de forma anónima e se encontrou com o profissional na rua, conduzindo-o depois ao hotel, onde seria alegadamente pago a 200 dólares (154 euros) por hora.

Fonte


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