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domingo, 25 de janeiro de 2015

A mentira do amor "gay"

Por Andrew Comiskey

O facto do mal aparecer sob a forma de luz, de fidelidade, de renovação, de necessidade histórica, de justiça social, é, para o observador com senso comum, algo que confirma a profundidade da sua maldade.

Todos nós experimentamos e reconhecemos a realidade ética não através da astúcia, não através da invenção de truques, mas apenas e só por nos posicionarmos de forma directa na verdade de Deus, e olhando para essa verdade com olhos por ela criada de forma simples e sábia. -  Dietrich Bonhoeffer

A cultura Ocidental actual foi cativada pela mentira do amor "gay". Do ídolo que nós fizemos da expressão sexual, fortalecidos pelas injustiças que nós cometemos contra as pessoas fracas na sua segurança sexual, o nosso inimigo comum idealizou uma das estratégias mais divisionistas do nosso século: ou é a maneira "gay", ou não há maneira alguma.

Nos dias de hoje o cidadão Ocidental é considerado "culto" se aceitar a noção de que o homossexualismo é inato e imutável, e que a sua expressão é digna de todos os privilégios atribuídos ao casamento e à família. Por defender o casamento e discordar com o bem ético da práctica "gay", o mesmo cidadão é considerado, na melhor da hipóteses, como um ignorante, e na pior das hipóteses, como uma pessoa intolerante, intimidadora, e cheia de "ódio" 

Acusações criminosas podem ser feitas contra ele; quem quer que se encontre fora da carruagem "gay", perderá a sua reputação, chegando até a poder perder o seu negócio se por acaso se recusar a cooperar com casamentos [sic] "gay".

Buscando relevância, a Igreja foi reduzida ao silêncio e depois do silêncio, à lenta concessão do que é uma feroz mas bem camuflada "agenda gay". (Eu mesmo testemunhei esta "agenda" visto que eu saí do homossexualismo no final dos anos 70, e mesmo por essa altura era aparente que os abastados políticos homossexuais tinham como objectivo o anel dourado do "casamento gay"). 

A táctica é bem simples e ela procede desta forma: 'As pessoas "gays" são amorosas e encontram-se feridas. Porque é que nós os haveríamos de ferir mais ainda recusando-lhes aquilo que eles pedem? Afinal de contas, nós acreditamos na busca pela felicidade, certo?' Tentando ser "amorosa", a Igreja verga-se a tais questões superficiais com respostas superficiais.

Fiquei chocado com a entrevista dada pelo Cardeal Schonborn (pessoa por quem tenho profundo respeito) depois do Sínodo sobre a Família onde ele disse:

Conheço um maravilhoso casal "gay" na minha diocese e eles realmente preocupam-se um com o outro.

Com base nisto, Schonborn encorajou (e, acredito eu, falsas) mudanças na abordagem da Igreja Católica em relação às pessoas com atracção homossexual.

O mais novo inimigo da Igreja no entendimento claro da sexualidade humana é "agradável". Sem dúvida que muitas pessoas com atracção homossexual (eu não uso a palavra "gay" visto que a mesma é uma identificação socio-política que impede as pessoas de resolver a atracção) são simpáticas, amorosas e capazes de compromissos sérios. 
Não é essa não é a questão.

A questão é: qual é o propósito da sexualidade humana? Se nós como Cristãos não formos claros em afirmar que o propósito do eu, que se encontra em perigo, é amadurecer de forma suficiente para sermos dádivas para outros, de modo a que possamos, juntos, criar nova vida, então já perdemos o nosso rumo.

Não fazemos favores a ninguém quando alteramos as linhas divisórias de modo a que elas aceitem amizades sexualizadas entre pessoas do mesmo sexo, da mesma forma que fizemos uma desserviço ao acomodar o sexo fora do casamento com base no argumento de que "os Cristãos também o fazem".

Os nosso jovens estagiários e eu estudamos recentemente o livro ‘The Bible and Homosexual Practice’ (Abingdon Press, Dr. Robert Gagnon), o melhor e a mais sábia abordagem ao assunto. Sem sombra de dúvida que, do princípio até ao final, as Escrituras proíbem todos os actos homossexuais com base na tese de que a "descomplementaridade" sexual é um acto de traição contra Deus e contra o nosso próximo. Ponto final.

Os nossos corações "amorosos" enganam-nos. A "agenda" enganou-nos. Um inimigo comum enganou-nos. Pode ser demasiado tarde para a nossa nação trazer de volta o casamento das garras dessa agenda, mas o Próprio Senhor Jesus não deixará que a Sua noiva seja enganada. Temos que acordar e arrepender-mo-nos. Ainda não é tarde para colocarmos de parte as nossa concessões "simpáticas" em favor dum inimigo que "veio para roubar, matar e destruir" as nossas vidas (João 10:10).

Conjuntamente com Aquele que veio ao mundo de modo a que "todas possam ter vida e vida em abundância" (João 10:10), que nós possamos abrir de forma escancarada as portas dos nossos corações e das nossas igrejas e disponibilizar um seio misericordioso onde todos se podem arrepender da decepção que os está a destruir.

Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos do nosso Senhor Jesus Cristo, Os quais vos diziam que, nos últimos tempos, haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito.

Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos, sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,

Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia do nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna; E apiedai-vos de alguns, que estão duvidosos; E salvai alguns, arrebatando-os do fogo; tende deles misericórdia, com temor, aborrecendo até a roupa manchada da carne. (Judas 17-23)

- http://goo.gl/F7k2RO

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O porquê dos esquerdistas forçarem o homossexualismo para dentro das igrejas

Por Alexander Griswold

Por esta esta altura, todos nós já ouvimos o refrão que diz que as igrejas Americanas têm que liberalizar os seus ensinamentos em torno da sexualidade e do homossexualismo ou enfrentarão um declínio rápido. A lógica por trás deste argumento é simples: mais e mais Americanos estão a aceitar o homossexualismo e o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, incluindo um crescente número de religiosos Milenares [ed: em inglês a palavra "Millennials" é usada em referência às pessoas que atingiram a idade adulta por volta do ano 2000]. Enquanto as igrejas se mantiverem como as faces da oposição ao "casamento" homossexual, essas igrejas irão perder fiéis até à sua irrelevância quando o "casamento" e tornar num tópico político decidido (algo que nos é dito ser "inevitável").

Estes argumentos normalmente olham para a aceitação do homossexualismo por parte das igrejas como uma cenoura mas também como um vara. Não se dá o caso de condenar o homossexualismo levar as pessoas a abandonar as igrejas, mas sim que a sua aceitação irá trazer mais pessoas para a igreja. As pessoas envolvidas no movimento lgbt e os apoiantes dessa causa, muitos deles com uma visão bastante negativa da religião depois de décadas de guerra cultural,irão reconsiderar os ensinamentos das igrejas se as denominações removerem as suas restrições ao "casamento" homossexual e à ordenação de homossexuais.

Mas um certo número de denominações Cristãs já deram passos significativos rumo à liberalização da sua posição em torno do homossexualismo e do casamento, e as evidências, até agora, parecem indicar que o homossexualismo dificilmente é uma cura para os problemas de adesão de novos fiéis. Pelo contrário, todas as igrejas Americanas que rumaram em direcção à liberalização doos tópicos sexuais tem visto um declínio rápido dos seus membros.


A Igreja Episcopal


Em 2003, Gene Robinson tornou-se no primeiro homem abertamente homossexual e não-celibatário a ser consagrado como bispo da Igreja Episcopal. Como consequência da sua consagração, dioceses inteiras cortaram laços com a Igreja Episcopal, criando eventualmente a "Anglican Church of North America" (ACNA). Mas a Igreja Episcopal continuou a liberalizar os seus ensinamentos sexuais, colocando um fim à sua moratória a mais bispos homossexuais em 2006, e criando uma "cerimónia abençoada" para as duplas homossexuais em 2009.

Em 2002, o número de membros Americanos baptizados dentro da Igreja Episcopal era de 2.32 milhões. Por volta de 2012 esse número tinha caído para 1.89 milhões, um declínio de 18.4 por cento. Entretanto, a frequência religiosa caiu de uma forma mais acentuada. A frequência religiosa Dominical nas suas igrejas Americanas era de 846,000 em 2002, mas caiu 24.4 por cento por volta de 2012 para apenas 640,000. Outros sinais de vivacidade congregacional caíam ainda mais. Os baptismos caíram em cerca de 39 por cento, e os casamentos cerca de 44.9 por cento.

E quanto a ACNA? Ela, por outro lado, viu a sua membrasia a aumentar em 13 por cento e os seus cultos de Domingo a aumentar em 16 por cento durante os últimos cinco anos. Desde 2009,  ACNA estabeleceu 488 novas congregações, enquanto que durante todo o ano de 2012 tudo o que Igreja Episcopal conseguiu estabelecer foram quatro novas igrejas.


A Igreja Evangélica Luterana da América


A "Evangelical Lutheran Church of America" (ELCA) foi formada no ano de 1987, quando três denominações Luteranas se fundiram para criar a maior igreja Luterana dos Estados Unidos. Durante a maior parte da sua história, sempre foi permitido que os homens e mulheres homossexuais fossem pastores, desde que permanecessem celibatários. Mas após uma votação cerrada em 2009 durante a sua "Churchwide Assembly", a ordenação foi estendida para os homens e mulheres dentro de "relações  monogâmica sérias". Para além disso, a Assembleia aprovou a emenda que permitia as igrejas "reconhecer, apoiar e considerar publicamente os relacionamentos homossexuais monogâmicos duradouros."

Começando no ano da formação da ELCA, de 1987 a 2009 a redução média anual da membrasia era só de 0.62 por cento, mas depois da liberalização da posição da ELCA em relação à sexualidade, a membrasia caiu uns espantosos 5.95 por cento em 2010, e 4.98 por cento em 2011. Desde 20009 que mais de 600 congregações abandonaram a denominação, com dois-terços a unirem-se às denominações Luteranas mais conservadoras tais como "North American Lutheran Church" e "Lutheran Churches in Ministry for Christ".

Por volta dos finais do ano 2012, a ELCA havia perdido 12.3 por cento dos seus membros em três anos - cerca de 600,000 pessoas. Se a taxa actual de deserções se mantiver estável,  a ELCA deixará de existir em apenas duas décadas.


A Igreja Unida de Cristo


Há já muito tempo que a "United Church of Christ" (UCC) tem uma reputação de liberalismo irrestrito, chegando a roçar o radical. Em 2008, por exemplo, o pastor da maior congregação UCC era um tal de Reverendo Jeremiah Wright. A tendência da UCC para forçar as fronteiras tradicionais levou a inquestionáveis desenvolvimentos positivos (tais como o primeiro pastor Afro-Americano no princípio de 1785) e alguns desenvolvimentos idiotas (tais como os hinos que se recusam a identificar o Senhor Jesus como Macho). Sem surpresa alguma, em 2005 a UCC tornou-se na primeira denominação Protestante mainstream a apoiar o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, e tem sido desde então uma voz forte dentro do debate em torno "casamento" homossexual.

Embora a UCC tenha estado a sofrer uma hemorragia de membros há já várias décadas, o seu declínio acelerou rapidamente depois do voto em favor do "casamento" homossexual. Desde 2005, a UCC perdeu 250,000 dos seus membros, um declínio na ordem dos 20.4 por cento em sete anos. Embora anualmente uma média de 39 congregações tenham abandonado a UCC desde 1990 a 2004, mais de 350 congregações abandonaram a UCC nos três anos que se seguiram. O próprio quadro de pensões da UCC chamou ao declínio dos anos 2000 como "a pior década entre as 25 denominações Protestantes que reportaram os seus resultados", e admitiu que "... a taxa de declínio está a acelerar."

O ano de 2013 foi o ano dum marco sombrio para a denominação visto que a membrasia caiu para baixo do milhão. Se a taxa de membrasia pós-2005 não mudar, a denominação cessará de existir em 30 anos.


A Igreja Presbiteriana nos EUA


A "Presbyterian Church U.S.A." (PCUSA) já se encontrava a flertar com o relaxamento dos seus padrões sexuais desde a Assembleia Geral de 2006, quando foi votado de modo a que permitisse os conselhos de ordenação a essencialmente não prestar atenção ao casamento do clero se o candidato "aderisse aos fundamentos da fé Reformada". Por volta de 2010, a Assembleia Geral aprovou uma emenda de modo a remover por completo todos os padrões clericais em torno do comportamento sexual. Durante o ano actual. a Assembleia Geral votou de modo sobrepujante de modo a alterar o seu "Book of Order" de modo a redefinir o casamento como um contracto civil entre "duas pessoas", e permitir que os ministérios levem a cabo "casamentos" homossexuais onde quer que eles sejam legais.

Se tudo correr bem, por esta altura vocês já são capazes de ver onde isto acaba. Em 2006, 2.2 milhões de pessoas abandonaram a PCUSA, número que caiu em 22.4 por cento para 1.85 milhões por volta de 2013. O declínio da PCUSA acelerou de modo significativo depois deles terem aprovado a ordenação de clero homossexual não-celibatário em meados de 2011, o que, em 2012, levou à criação duma denominação alternativa com o nome de "ECO: A Covenant Order of Evangelical Presbyterians". Só em 2012, mais de 100,000 abandonaram a PCUSA.

Mais uma vez, se as tendências pós-2006 se mantiveram, esta denominação deixará de existir por volta de 2037.


Entretanto, as igrejas ortodoxas . . . .


A resposta normal por parte dos Cristãos liberais comuns é afirmar que a frequência às igrejas e e religiosidade está em declínio em todo o lugar, e não só nas denominações que abraçaram o homossexualismo. Mas esta desculpa deixa de lado as denominações conservadores como as Assembleias de Deus, que têm estado a crescer de modo consistente e rápido há mais de 40 anos.

Apesar das muitas mãos que se esfregam devido à altamente conhecida posição contra o homossexualismo por parte da Igreja Católica, ela tem crescido de modo consistente nos EUA. Deus sabe que os Mórmons não têm qualqur tipo de problemas em crescer. Mesmo as denominações teologicamente conservadoras que se encontram em declínio, tais como a "Southern Baptist Convention", começaram o seu declínio muito mais tarde e duma forma menos drástica que as outras  denominações. A "Southern Baptist Convention" só diminuiu 3 por cento desde o seu ponto mais alto em 2007 - uma média de menos de 1 por cento anualmente - e tem, de facto, estado a aumentar as suas congregações.

De maneira geral, os apoiantes do "casamento" homossexual que se identificam como "Cristãos" muito provavelmente olharão para a membrasia da igreja com um tópico marginal. Os Cristãos têm a responsabilidade de aumentar as suas igrejas, mas têm também a responsabilidade de promover o que é justo aos Olhos de Deus. Mas por algum motivo estranho. parece que os Cristãos conservadores não têm que sacrificar uma responsabilidade para cumprir com a outra. 


......

E porque é que as igrejas entram em declínio mal elas aceitam como normal um comportamento sexual que Deus condena? Isto acontece assim porque quando nós decidimos que o entendimento claro das Escrituras não é autoritário nas nossas vidas, simplesmente porque ele interfere com o nosso prazer, então isso é o princípio do fim. No que toca à ética, qualquer Cristão sério irá olhar para a Bíblia como guia para o Carácter de Deus e para as nossas obrigações para com Ele, coisas que fazem parte da nossa relação. Se por acaso eu tenho uma namorada, e vamos a um restaurante, não posso passar o meu tempo a atirar-me à empregada e a olhar para todas as mulheres do restaurante.

Semelhantemente, quando uma pessoa alega ser Cristã, e afirma estar num relacionamento com Deus, isso é uma via de dois sentidos, e as nossas acções têm que respeitar a Deus tal como Ele é. Deus tem um plano para os relacionamentos entre homens e mulheres - um plano que inclui amor, casamento e sexo. Se por acaso nós decidimos que não nos importamos com Quem Ele é quando tomamos decisões em torno do amor, do casamento e do sexo, então a relação com Ele acabou, e tudo se centra em nós mesmos. Mas se é tudo sobre nós, então para quê ir para uma igreja?

A pergunta que decide de que lado estamos é: será que há duas pessoas nesta relação? Será que eu tenho que me preocupar com a Outra Pessoa, ou apenas e só projectar os meus sentimentos e os meus desejos para Ele, de modo que Ele nada mais seja que uma projecção de mim?

No meu relacionamento com Deus, sei que Ele é diferente de mim, e sei como Deus é pelo que leio na Bíblia e pelo que sei da forma como Deus operou no passado. De modo particular, eu posso claramente ver o que o Senhor Jesus fez através da história. Sei que Deus não é como eu, e que Ele valoriza coisas diferentes daquelas que eu valorizo. Sei que o que Ele quer para mim é, a longo prazo, melhor do que as coisas que actualmente me parecem tão importantes.

Estar num relacionamento significa que temos que ouvir a outra pessoa, e pensar na forma respeitá-la no momento em que vamos tomar uma decisão. Mal nós colocamos a nossa felicidade acima das coisas que preocupam a outra pessoa, acabou tudo.

Fonte deste comentário: http://bit.ly/1rnrlXi

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Porque é que os activistas homossexualistas estão interessados em forçar as igrejas a aceitar o homossexualismo? Porque eles sabem que mal isso acontece, essa denominação entre em declínio, e o fim da influência social do Cristianismo é um dos propósitos do movimento homossexual.

O movimento homossexual dentro das igrejas opera como a actividade predatória dos gafanhotos: eles chegam, comem, e quando acabam com a destruição, partem para outro lugar. Sempre foi assim, e sempre vai ser assim. Esta analogia significa também que eles não irão descansar enquanto todas as igrejas não tiverem sido pervertidas, e, consequentemente, entrarem em declínio acelerado.

Resumindo, sempre que ouvirmos um esquerdista afirmar que os Cristãos "têm que se modernizar" se quiserem manter a sua relevância, convém deixar bem claro que todas as denominações que "modernizaram" a sua ética sexual estão em vias de deixarem de existir, enquanto as denominações que se firmam na ética sexual Cristã estão, no geral, em crescimento

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domingo, 23 de março de 2014

Menina revela a natureza sombria da agenda homossexual


No princípio desta semana, o nosso editor-chefe Steve Jalsevac publicou uma slideshow com as suas fotos da parada homossexual de Toronto de 2011. Sem surpresa alguma, muitas das fotos eram chocantes. Mas um comentador ressalvou um detalhe que provavelmente muitas pessoas não viram.

A foto diz tudo: homens nus a marchar na parada de orgulho de Toronto, exibindo o que os apoiantes celebram como sendo um avanço dos "direitos gay" e "emancipação sexual". Os homens nus passam em frente a homens, mulheres e até crianlas. Todos são encorajados a celebrar a "diversidade".


Espera. Mas o que é isto? Uma menina de cabelo loiro com uma t-shirt azul sabe que alguma coisa não está certa.


A menina, com 8 ou mesmo 9 anos, não quer ver homens nus a exibir a sua genitália. Ela sente-se agredida com o que vê. Ela sabe instintivamente que a sua inocência está a ser ameaçada com o que vê. Ela sabe que alguma coisa não está certa com o que está a acontecer à sua frente.


O que ela faz é a coisa mais natural do mundo: ela tapa a cara para se proteger. Ela não quer ver os órgãos sexuais de homens nus.

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Esta é a tragédia da agenda homossexual: a destruição da verdadeira visão do que é a sexualidade humana. Mas, claro, para as pessoas com uma agenda politica e sexual a implantar, as crianças são "casualidades de guerra". O que importa é que as normas sexuais sejam pervertidas e que os desviados sexuais se sintam "bem" com o seu papel na destruição da família e da normalidade.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Os gays valentões


«Em Barcelona, o Papa foi recebido por um grupo de gays-tão-gays: este esquadrão de valentões começou a dar beijinhos repenicados à frente do Papa-móbil. Como é óbvio, esta bravura soft porn era uma espécie de protesto grupal contra as posições da Igreja na questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Aqueles gays-tão-gays estavam, no fundo, a dar pulinhos corporativos, como que a dizer “olhem para nós, camaradas, olhem para nós, vejam como nós somos tão livres e corajosos perante o tirano que veste de branco. Olhem, olhem”.

Toda esta cena tem sérios problemas. Em primeiro lugar, é uma triste demonstração de exibicionismo sexual. Se eu demonstrar o meu “orgulho heterossexual”, corro o risco de ser acusado de “machista” ou “marialva”, mas se um gay demonstrar o seu “orgulho gay”, ah, é logo considerado um bravo libertador, um pensador da liberdade. Beija o teu homem à frente do Papa e serás considerado um Kant em potência, eis um belo slogan para o “orgulho gay”. Depois, vamos lá ver uma coisa: o que é isso de “orgulho gay”? Se o desejo homossexual é tão natural como o desejo heterossexual, porque razão aquelas pessoas têm orgulho numa coisa que é natural? Se o desejo é natural, então a parte do “orgulho” não faz sentido.  

Em segundo lugar, estas atitudes revelam uma profunda intolerância. Aquelas pessoas querem o quê? Querem que o Papa diga que o casamento gay é a melhor coisa do mundo? Meus amigos, o Papa e os católicos têm o direito às suas opiniões. Os católicos têm o direito de dizer que o casamento gay não devia ser legal. As opiniões são livres. No fundo, aqueles gays não toleram a ideia de alguém a pensar de forma diferente da sua. É sempre assim: os auto-proclamados donos da tolerância têm uma estranha atracção pela intolerância.

Em terceiro lugar, estas demonstrações contra a – suposta – homofobia do Papa revelam uma profunda hipocrisia. Se quisessem mesmo lutar contra a homofobia motivada por líderes religiosos, estes gays podiam ir dar beijinhos para as portas das mesquitas (estou certo de que existem mesquitas em Espanha). 

Na Europa, as tais “comunidades muçulmanas” são rainhas e senhoras da homofobia. Portanto, a pergunta tem uma lógica cristalina: por que razão estes gays valentões não vão dar beijinhos à frente das mesquitas? Ide, valentes. Ide dar beijinhos ao pé do senhor imã.»


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domingo, 19 de janeiro de 2014

10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido.

1. O “casamento” homossexual não é casamento.
Chamar a algo  casamento não faz disso um casamento. O casamento sempre foi uma aliança entre um homem e uma mulher, ordenada pela sua natureza à procriação e educação dos filhos, assim como à unidade e bem-estar dos cônjuges.

Os promotores do “casamento” homossexual propõem algo completamente diferente. Eles propõem a união entre dois homens ou duas mulheres.

Isso nega as evidentes diferenças biológicas, fisiológicas e psicológicas entre homens e mulheres, que encontram a sua complementaridade no casamento. Nega também a finalidade primária específica do casamento: a perpetuação da raça humana e a educação dos filhos.

Duas coisas completamente diferentes não podem ser consideradas a mesma coisa.
2. O “casamento” homossexual viola a Lei Natural
Casamento não é apenas qualquer relacionamento entre seres humanos. É uma relação enraizada na natureza humana e, portanto, regida pela lei natural.

O preceito mais elementar da lei natural é que “o bem deve ser feito e buscado e o mal deve ser evitado”. Pela razão natural, o homem pode perceber o que é moralmente bom ou mau. Assim, ele pode conhecer o objectivo ou finalidade de cada um de seus actos e como é moralmente errado transformar os meios que o ajudam a realizar um ato em finalidade do ato.

Qualquer situação que institucionalize a  defraudação da finalidade do ato sexual viola a lei natural e a norma objectiva da moralidade.

Estando enraizada na natureza humana, a lei natural é universal e imutável. Ela se aplica da mesma forma a toda a raça humana. Ela manda e proíbe de forma consistente, em todos os lugares e sempre. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina que a lei natural está inscrita no coração de todo homem (Rom 2,14-15).
3. O “casamento” homossexual  nega sempre à criança, ou um pai ou uma mãe
O melhor para a criança é crescer sob a influência de seu pai natural e sua mãe natural. Esta regra é confirmada pelas evidentes dificuldades enfrentadas por muitas crianças órfãs ou criadas por só um dos genitores, um parente, ou pais adoptivos.

A lamentável situação dessas crianças será a norma para todos os “filhos” de “casais” homossexuais. Esses “filhos” serão sempre privados ou de sua mãe natural ou de seu pai natural. Serão criados, necessariamente, por uma parte que não tem nenhuma relação de sangue com eles. Vão ser sempre privados de um modelo paterno ou materno.

O chamado “casamento” homossexual ignora os interesses da criança.
4. O “casamento” homossexual  valida e promove o estilo de vida homossexual
Em nome da “família”, o “casamento” homossexual serve para validar não só as referidas uniões, mas todo o estilo de vida homossexual em todas as suas variantes, bissexuais e transgéneros.

As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem na sociedade. Como tais, elas desempenham um papel muito importante, e por vezes decisivo, que influenciam os padrões de pensamento e comportamento. Elas configuram externamente a vida da sociedade, mas também modificam profundamente a percepção de todos e a avaliação de formas de comportamento. 

O reconhecimento legal do “casamento” homossexual necessariamente obscurece certos valores morais básicos, desvaloriza o casamento tradicional e enfraquece a moralidade pública.
5. O “casamento” homossexual transforma um erro moral num Direito Civil
Os activistas homossexuais afirmam que o “casamento” homossexual é uma questão de direitos civis, semelhante à luta pela igualdade racial nos anos 1960.  Isso é falso.

Primeiro de tudo, comportamento sexual e raça são  realidades essencialmente diferentes. Um homem e uma mulher querendo casar-se podem ser diferentes em suas características: um pode ser preto, o outro branco; um rico e o outro pobre; ou um alto e o outro baixo. Nenhuma dessas diferenças são obstáculos insuperáveis para o casamento. Os dois indivíduos são ainda um homem e uma mulher e, portanto, as exigências da natureza são respeitadas. 

O “casamento” homossexual opõe-se à natureza. Duas pessoas do mesmo sexo, independentemente da sua raça, riqueza, estatura, erudição ou fama, nunca serão capazes de se casar por causa de uma insuperável impossibilidade biológica.

Em segundo lugar, características raciais herdadas e imutáveis não podem ser comparadas com comportamentos não-genéticos e mutáveis. Simplesmente, não há analogia entre o casamento inter-racial de um homem e uma mulher e o “casamento” entre duas pessoas do mesmo sexo.
6. O “casamento” homossexual não cria uma família, mas uma união naturalmente estéril
O casamento tradicional é geralmente fecundo, que aqueles que querem frustrar o seu fim, tem de atentar à natureza para impedir o nascimento de crianças, usando a contracepção. Ele tende, naturalmente, a criar famílias.

Pelo contrário, o “casamento” homossexual é intrinsecamente estéril. Se os “cônjuges” querem ter um “filho”, eles devem contornar a natureza por meios caros e artificiais ou empregar maternidade de substituição [“mães de aluguer”]. A tendência natural de tal união não é criar famílias.

Portanto, não podemos chamar casamento a união de pessoas do mesmo sexo e dar-lhe os benefícios do casamento verdadeiro.
7. O “casamento” homossexual desvirtua a razão pela qual o Estado beneficia o casamento
Uma das principais razões pelas quais o Estado confere inúmeros benefícios ao casamento é que, pela sua própria natureza e desígnio, o casamento proporciona as condições normais de uma atmosfera estável, afectuosa, e moral, que é benéfica para a educação dos filhos, frutos do mútuo afecto dos pais. Ele ajuda a perpetuar a nação e fortalecer a sociedade, o que é um evidente interesse do Estado.

O “casamento” homossexual não fornece essas condições. Seu desígnio principal, objectivamente falando, é a gratificação pessoal de duas pessoas, cuja união é estéril por natureza. Não tem direito, portanto, à protecção que o Estado concede ao casamento verdadeiro.
8. O “casamento” homossexual impõe a sua aceitação por toda a sociedade
Ao legalizar o “casamento” homossexual, o Estado torna-se o seu promotor oficial e activo. O Estado exige que os servidores públicos celebrem a nova cerimónia civil, ordena as escolas públicas a ensinarem sua aceitação pelas crianças, e pune qualquer funcionário que manifeste a sua desaprovação.

Na esfera privada, pais contrariados vão ver os seus filhos expostos mais do que nunca a esta nova “moralidade”; as empresas que oferecem serviços de casamento serão obrigadas a fornecê-los a uniões de pessoas do mesmo sexo; e proprietários de imóveis terão de concordar em aceitar “casais” homossexuais como inquilinos.

Em todas as situações em que o casamento afecte a sociedade, o Estado vai esperar que os cristãos e todas as pessoas de boa vontade traiam suas consciências, anuindo, por silêncio ou inacção, ao ataque à ordem natural e à moral cristã.
9. O “casamento” homossexual é a vanguarda da revolução sexual
Na década de 1960, a sociedade foi pressionada para aceitar todos os tipos de relações sexuais imorais entre homens e mulheres. Hoje estamos presenciando uma nova revolução sexual, na qual a sociedade está sendo convidada a aceitar a sodomia e o “casamento” homossexual.

Se o “casamento” homossexual for universalmente aceite como a etapa presente da “liberdade” sexual, que argumentos lógicos podem ser usados para parar as próximas etapas, do incesto, pedofilia, bestialidade e outras formas de comportamento antinatural? Com efeito, os elementos radicais de certas subculturas de vanguarda já estão defendendo essas aberrações.

A insistência na imposição do “casamento” homossexual ao povo norte-americano torna cada vez mais claro que o activista homossexual Paul Varnell escreveu no “Chicago Free Press”: “O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.”
10. O “casamento” homossexual ofende a Deus
Esta é a razão mais importante. Sempre que se viola a ordem moral natural estabelecida por Deus, comete-se um pecado e se ofende a Deus. O “casamento” homossexual faz exactamente isso. Assim, quem professa amar a Deus deve opor-se a ele.

O casamento não é criação de nenhum Estado. Pelo contrário, ele foi estabelecido por Deus no paraíso para os nossos primeiros pais, Adão e Eva. Como lemos no Livro do Génesis: “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus os abençoou: Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1, 27-28).  

O mesmo foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo: “No princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Mc 10, 6-7).  

O Génesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da homossexualidade: “O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo” (Gen 19, 24-25).Uma posição de princípios, não pessoal

Ao escrever esta declaração, não temos qualquer intenção de difamar ou menosprezar ninguém. Não somos movidos pelo ódio pessoal contra nenhum indivíduo. Ao nos opormos intelectualmente a indivíduos ou organizações que promovem a agenda homossexual, nosso único objectivo é  defender o casamento tradicional, a família, e os preciosos restos da civilização cristã.

Como católicos praticantes, estamos cheios de compaixão e rezamos por aqueles que lutam contra a tentação implacável e violenta do pecado homossexual. Rezamos por aqueles que caem no pecado homossexual por causa da fraqueza humana: que Deus os ajude com Sua graça.

Estamos conscientes da enorme diferença entre essas pessoas que lutam com suas fraquezas e se esforçam por superá-las, e outros que transformam seus pecados em motivo de orgulho e tentam impor seu estilo de vida à sociedade como um todo, em flagrante oposição à moralidade cristã tradicional e à lei natural. No entanto, rezamos por eles também.

Rezamos também pelos juízes, legisladores e funcionários do governo que, de uma forma ou de outra, tomam medidas que favorecem a homossexualidade e o “casamento” homossexual. Não julgamos suas intenções, disposições interiores, ou motivações pessoais.

Rejeitamos e condenamos qualquer forma de violência. Simplesmente exercitamos a nossa liberdade de filhos de Deus (Rom 8:21) e nossos direitos constitucionais à liberdade de expressão e à manifestação pública, de forma aberta, sem desculpas ou vergonha da nossa fé católica. Nos opomos a argumentos com argumentos. Aos argumentos a favor da homossexualidade e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, respondemos com argumentos baseados na recta razão, na lei natural e na Divina Revelação.


Numa declaração polémica como esta, é possível que uma ou outra formulação possa parecer excessiva ou irónica. Essa não é a nossa intenção.

Estudo da NFSS - New Family Structures Study (2012) - http://www.familystructurestudies.com/

sábado, 9 de novembro de 2013

Como a agenda homossexual prejudica as mulheres

Durante o ano que passou, a boa gente do Colorado teve que enfrentar desastres naturais, fogos descontrolados, chuvas e enchentes. Para além disso, podemos também acrescentar à lista desastres não-naturais trazidos sobre a sociedade por parte de calamidades sociais destrutivas resultantes do Marxismo Cultural.

O assunto criado pelos oficiais da "Florence High School" em Colorado Springs, teve como causa o facto dum único estudante (macho) se identificar como "transgénero". O aluno, cujo nome não foi disponibilizado mas que será identificado como "Matt", gosta de ir para as casas-de-banho das raparigas bem como às casas-de-banho dos rapazes. Aparentemente ele estão tão confuso em relação à sua sexualidade que, duma hora para a outra, ele não consegue dizer qual é o seu sexo.

Não só o Matt gosta de usar as casas-de-banho das raparigas sempre que lhe dá vontade, como tem uma reputação de alegado assédio sexual sempre que se encontra numa casa-de-banho feminina. Os pais já se queixara às autoridades escolares - as mesmas autoridades que criaram o problema - e não obtiveram qualquer tipo de resposta satisfatória.

Pior que isso, esses pais que se preocuparam com a presença dum homem sexualmente confuso numa casa da banho para meninas foram os receptáculos de repreensão por parte da liderança administrativa da escola, que ameaçou retaliações contras as estudantes que continuem com as queixas. O conselho escolar disse aos pais e aos alunos que levantaram problemas que estes poderão sofrer dispensas por parte das equipas desportivas e acusações de "crime de ódio" se continuarem a não concordar com o que está a acontecer nas casas-de-banho para meninas, e prosseguirem na sua defesa de valores e princípios normais, tradicionais e fundamentados na biologia.

A "Pacific Justice Institute" (PJI), uma agência sem fins lucrativos que defende os valores tradicionais, enviou uma carta à escola listando uma série de preocupações que eles e os pais exigem que sejam levadas em conta o mais rapidamente possível. Um porta-voz da PJI afirmou:

A carta enviada hoje pela PJI explica que os alunos não-transgéneros ainda possuem direito à sua privacidade e esse direito está a ser ignorado pela escola. A carta aponta também que a escola Florence High não tomou as preocupações mínimas tais como requerer que o estudante [Matt]  se identifique de modo conclusivo com um dos géneros [sic]. Segundo o testemunhos de alguns alunos, ele às vezes usa a casa-de-banho das raparigas mas por outras vezes usa a dos rapazes.


A carta enviada pela PJI lembra os oficiais da Florence High "das suas obrigações legais de proteger a privacidade e os direitos expressivos de todos os alunos - não só dum grupo selecto."

A carta declara também que, depois de se reunirem com as raparigas que se queixaram de partilhar a casa de banho com o Matt, os oficiais escolares recomendaram-lhes que "evitassem usar o balneário das raparigas", mas que usassem outro balneário mais distante.

Esse tal balneário mais distante não se encontra disponível aos alunos que fazem actividades depois do horário escolar, e como tal, essa "solução" não tem qualquer tipo de utilidade.

O instituto deu 5 dias à escola para responder por escrito aos pontos listados na carta.

Fonte

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Seria interessante saber de que lado o lobby feminista se encontra - do lado das mulheres, defendendo o seu direito de não partilhar a casa de banho com um homem, ou do lado do jovem sexualmente confuso. As mulheres que se identificam com o feminismo deveriam tomar este incidente como exemplo, e questionar a sua liderança da posição oficial do feminismo em relação ao facto de, segundo o movimento homossexual, homens poderem usar a casa de banho das meninas desde que se identifiquem como "trans".


sábado, 24 de agosto de 2013

O pseudo-casamento homoerótico como arma de desestabilização social

O "casamento" homossexual irá desestabilizar ainda mais o casamento e a vida familiar na Grã-Bretanha, avisou uma socióloga renomeada ao Parlamento Britânico. A Dr Patricia Morgan disse à Casa dos Comuns que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo reforça a ideia de que o casamento é irrelevante para a paternidade. 

Ela disse ainda que este foi o factor principal que causou um colapso das taxas de casamento entre os heterossexuais em países onde o "casamento" homossexual já foi introduzido - bem como um aumento acentuado da coabitação e do número de crianças geradas fora do casamento.

Segundo Morgan, que fez as suas alegações num documento de 22 páginas submetido ao "Committee Stage of the Marriage (Same Sex Couples) Bill", não há qualquer tipo de evidência que suporte a tese da Coligação Governamental de que o "casamento" homossexual irá fomentar a instituição. O documento continha uma análise detalhada das tendências do casamento na Suécia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Canadá e alguns estados dos EUA onde o "casamento" homossexual foi já legalizado.

A Drª Morgan afirmou:

Segundo aquilo que sabemos das tendências demográficas, é um absurdo alegar que as pessoas irão subitamente abraçar o casamento e abrandar ou reverter o seu declínio apenas e só porque os homossexuais se podem casar [sic]. Podemos ter a certeza de que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo não fará nada em favor do encorajamento de casamento estáveis, quer seja para os heterossexuais quer seja para os homossexuais. O casamento na Escandinávia, na Espanha, na Holanda e todo o lugar, encontra-se em declínio acentuado.  O casamento [sic] homossexual é, ao mesmo tempo, um efeito e uma causa da evisceração do casamento - especialmente a separação entre o casamento e a paternidade.

A Drª Morgan explicou que o "casamento" homossexual só se tornou concebível naqueles países onde o casamento natural já se encontrava em crise, devido ao aumento "dos nascimentos fora do casamento e do aumento das taxas de coabitação", e as coisas invariavelmente ficaram piores:

Se o casamento centra-se só nos relacionamentos, e não está intrinsecamente ligado à paternidade, porque não conceder o que resta do casamento aos homossexuais? À medida que o casamento é redefinido de modo a acomodar as duplas homossexuais, isto vai reforçando a irrelevância do casamento para a paternidade.  Em todos os outros sítios, o casamento [sic] homossexual é um instigador da precarização das uniões heterossexuais e da separação do casamento com a paternidade. O casamento [sic] homossexual é muito mais um término do casamento, ou o acto final de dissolução, do que uma força de revitalização da instituição em si.

O Governo de Coligação tem consistentemente alegado que a controversa proposta de lei  do "casamento" homossexual de David Cameron terá o efeito de fortalecer todos os casamentos ao abrir essa instituição às duplas do mesmo sexo. Durante o ano passado, a Ministra da Administração Interna, Teresa May, afirmou ao The Daily Telegraph que "os homossexuais serão missionários para a sociedade e tornarão o casamento mais forte". Mas as pesquisas da Drª Morgan, a respeitada analista das politicas familiares que cunhou a frase "casamento lite" para descrever a coabitação, fornece evidências sólidas de que o mais provável é que ocorra exactamente o contrário.

A Drª Morgan afirmou que na Espanha em particular observou-se uma queda acentuada dos números de todos os casamentos na ordem dos 15,000 nos três primeiros anos que se seguiram à legalização do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por parte do governo socialista (2005). A taxa de declínio foi superior ao dobro quando se verificaram 34,000 menos casamentos todos anos, desde 2008 até 2010.

A Drª Morgan produziu evidências que demonstram como o casamento heterossexual é menos estável nos países onde o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo foi introduzido uma vez que se esperava que eles (os casamentos heterossexuais) se conformassem aos valores das duplas homossexuais cujas uniões são, frequentemente, abertas (e não exclusivas) e muito mais susceptiveis de se desmoronarem. As duplas homossexuais coabitantes eram 12 vezes mais susceptiveis de se separarem que os casais, afirmou Morgan.

A Drª Morgan agoirou também uma victimização generalizada aos indivíduos e às instituições que se atrevessem a resistir à redefinição do casamento.

Algumas pessoas claramente esperam que a compulsão para executar casamentos [sic] homossexuais sirva de arma para separar a Igreja do Estado e empurrar ainda mais o Cristianismo para fora da arena pública e, consequentemente, da consciência. Minadas e estigmatizadas pela sua falta de irracionalidade e preconceito, a autoridade moral das instituições religiosas irá retirar-se ainda mais em favor da limitada ideologia secular, particularmente à medida que os comportamentos sexuais em oposição às normais tradicionais são encorajadas e avançadas.

O Primeiro-Ministro David Cameron sofreu críticas intensas por parte das Igrejas mainstream dentro do seu Partido Conservador por colocar em marcha (através do Parlamento) o "casamento" homossexual quando não havia qualquer tipo de mandato ou exigência em favor dele. (...)


sexta-feira, 22 de março de 2013

O choque dos grupos-vítima



Uma cena chocante (e inusitada) está repercutindo nas redes sociais. Um vídeo amador registrado por alunos da Escola Estadual Ignácio Shevinski Filho, localizada no município de Sorriso (396 km de Cuiabá) mostra a surra levada por uma estudante.

A adolescente teria sido espancada por um jovem homossexual da mesma escola porque o namorado dela teria ameaçado o agressor por causa de sua orientação sexual. O ato covarde do rapaz teria sido uma espécie de vingança.

O vídeo, que ao que tudo indica foi gravado com a intenção de mostrar o feito, mostra o rapaz cruzando o caminho da garota num corredor da escola e após uma breve discussão, partindo para agressão.

O adolescente desfere um soco no rosto da garota e continua a bater nela enquanto a mesma desce rolando um barranco. Outros colegas do agressor incentivam-no a bater mais.

Após o ocorrido, pixações foram feitas no muro da escola com dizeres ‘vai morrer’ e outras ameaças.

Em entrevista a uma TV local, a directora da escola, Shirlei Mello, disse que vai levar o caso ao Conselho Tutelar.




Fonte

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O único homem que pode agredir uma mulher sem que o lobby feminista se manifeste é o homem homossexual.


sábado, 26 de janeiro de 2013

A SIDA e os jovens homossexuais


O Washington Times reporta a mais recente informação em torno da transmissão da SIDA (ano: 2010) proveniente do "Centers for Disease Control" (CDC)  onde se pode apurar que o comportamento homossexual continua a ser a fonte de transmissão vastamente prevalecente, embora os homossexuais sejam apenas cerca de 2.9% da população total.
Os adolescentes e os jovens adultos constituem actualmente mais de um quarto dos novos casos identificados de HIV anualmente nos EUA, e uma larga maioria envolve homossexuais jovens ou homens bissexuais (...).
Dos cerca de 48,000 novos casos de HIV identificados nos Estados Unidos durante o ano de 2010 - o último ano onde existem dados completos - mais de 12,000 dos casos envolvia adolescentes e jovens adultos (...). Segundo o relatório da CDC, cerca de 72 porcento dos novos casos de HIV nos jovens adultos e nos homens jovens ocorreram entre homossexuais e bissexuais.
Será que os activistas homossexuais, bem como os outros esquerdistas, finalmente se apercebem da necessidade de por término a este comportamento, para além da necessidade de encorajar os outros a não enveredar pelo mesmo?  Ah, claro que não. Esta foi a forma como eles se manifestaram depois da Medicina mostrar que a SIDA está fortemente associada ao comportamento homossexual masculino:
Um grupo de sete activistas - quatro homens e três mulheres - apareceram junto do escritório de John Boehner (House Speaker) e despiram-se como forma de protestar contra o corte nos programas da SIDA. A polícia da Capitol Hill prendeu alguns dos protestantes (que tinham pintado no seu corpo palavras tais como "Cortes na SIDA matam!" Boehner, Republicano do Ohio, não se encontrava presente no seu escritório na altura.
Como é normal, os esquerdistas vivem em negação. Vejam a sua forma de "pensar": Quando um comportamento torna a pessoa mais susceptível de contrair uma doença, a resposta, segundo eles, NÃO É parar com esse comportamento, mas sim exigir mais dinheiro dos contribuintes de modo a que sejam levadas a cabo pesquisas em curas elusivas que no futuro podem salvar as pessoas das consequências do seu própriocomportamento auto-destrutivo. 

Quão previsíveis os esquerdistas são. Enquanto isso, as mortes e o sofrimento prosseguem.

Isto é o que o esquerdista qualifica de "compaixão": empurrar jovens para um comportamento sexual que a Medicina declara ser auto-destrutivo. É por estas e por outras (isto é, para o bem dos homossexuais) que é fundamental mostrar como o activismo homossexual é prejudicial para os homossexuais.

O salário do pecado é a morte.

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

domingo, 23 de setembro de 2012

Parlamento australiano rejeita destruição da definição de casamento

 
 
O Parlamento Australiano rejeitou de modo maciço as tentativas de legalizar o "casamento" homossexual em duas votações decisivas. Os MPs (Membros do Parlamento) votaram contra a redefinição do casamento  (98 contra 42 votos) ao mesmo tempo que uma medida similar foi derrotada no Senado (41 contra 26).

A PM (Primeira-Ministra) Australiana Julia Gillard era pessoalmente contra a redefinição do casamento mas  concedeu permissão aos membros do seu Partido Labor para votar segundo a sua consciência.

O líder do grupo "Australian Christian Lobby", Jim Wallace,  disse que o Parlamento havia expressado um ponto de vista decisivo em torno do assunto.

Já estamos todos fartos deste debate. Tem sido uma das campanhas mais efervescentes que eu pessoalmente já assisti, e a mesma tem demonizado muitas boas pessoas publicamente, tais como o psicólogo chefe de Victoria, Kuravilla George, que perdeu o seu emprego como membro da "Victoria’s Equal Opportunity Commission" apenas e só por dar o seu apoio ao casamento.

Os apoiantes do "casamento" homossexual estavam desiludidos. Anthony Albanese, ministro governamental, afirmou:

Acho que algures num futuro próximo o nosso parlamento irá estar em sintonia com a opinião comunitária, tal como aconteceu com os outros tópicos. . . . . Quando a igualdade no casamento finalmente chegar, as pessoas vão-se questionar do porquê todo este frenesim




segunda-feira, 25 de junho de 2012

Homossexual mata namorado com água quente

A Polícia Militar prendeu no bairro Santa Terezinha, em Alagoinhas, o homossexual assumido Edvanio Pereira Pinho de 46 anos. Segundo a polícia, ele é acusado de matar com água quente o próprio amante, Erick Patrick Vila Flor de 36 anos.

A vítima teve 70% do corpo queimado e morreu logo após ter sido socorrido pelo SAMU.

Edvanio também é acusado de outro homicídio que ocorreu há 21 anos. Em 1991, ele flagrou o amante Edmundo Marcelo com a namorada e desferiu vários golpes de faca nas costas do rapaz, que morreu no local.

Fonte

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Sem dúvidas que este triste incidente vai ser contabilizado como mais um "crime homofóbico".

sábado, 2 de junho de 2012

Activistas homossexuais enviam ameaças de morte à filha de Sarah Palin

Bristol Palin, filha de Sarah Palin, recebeu críticas maldosas, carregadas de ódio e incendiárias - incluindo ameaças de morte - depois de escrito num blogue que se opõe ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

Ela revelou o ódio a que foi submetida num post posterior intitulado “Hate in the Name of Love, Bullying in the Name of Tolerance,”

Para além de ter recebido mais de 3,000 comentários - que, segundo Bristol, eram compostos maioritariamente por bullying e ofensas pessoas mas vazios de genuínos argumentos - ela levantou o véu em torno de alguns dos comentários demasiado ofensivos para serem postados:

  • “Tu és um nojento pedaço de m---- senhorita Palin. Desejo para ti e para a tua família tudo de mau. Todos vocês, incluindo o teu filho, merecem uma morte lenta, dolorosa e miserável. Que a morte se abata sobre vocês.

  • “Não, tu é que és o verdadeiro problema e os Estados Unidos deveriam te matar por isso”;

  • “bristol: mata-te sua f--- gorda”;

  • “tu és um argumento em favor do aborto”;

  • “mata-te.”

Bristol Palin está longe de ser a única pessoa a receber este tipo de tratamento "tolerante" por parte dos defensores da agenda homossexual apenas e só defender que o casamento é entre um homem e uma mulher.

Há alguns dias atrás activistas ameaçaram incendiar a igreja Católica St. Francis Xavier em Acushnet (Massachusetts) por esta ter colocado uma mensagem na sua igreja onde se lia "Dois homens são amigos e não cônjuges.

Sarah Crank, uma criança de 14 anos, recebeu ameaças de morte depois de ter testemunhado perante o Senate Judicial Proceedings Committee em Janeiro. Durante o seu testemunho, Sarah afirmou que as crianças que vivem com uma dupla homossexual "não sabem as maravilhosas experiências que estão a perder."

A Mars Hill Church em Portland teve tijolos atirados pelas janelas a dentro - acto levado a cabo por um grupo sodomita com o nome de "angry queers" - depois dum pastor afiliado a outro dos seus ramos ter afirmado que o homossexualismo é pecado.

Num vídeo com o nome de “Attacked by Tolerance,” os voluntários da American Society for the Defense of Tradition, Family and Property (TFP) descrevem como foram fisicamente atacados por activistas homossexuais depois deles (os membros da TFP) se terem firmado na defesa do casamento natural.

Fonte

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A definição de "tolerância" dos activistas homossexuais é bastante distinta da usada pelo resto da sociedade não-esquerdista. Para eles, "tolerância" significa ausência de oposição à sua agenda sexual e política. Quem quer que se oponha à sua agenda é "culpado" pela violência que os activistas homossexuais desencadeiam contra os "adversários" - mesmo que os "adversários" sejam meninas de 14 anos.


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