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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Os bancos de sangue e a irresponsabilidade dos activistas homossexuais


A ACLU [American Civil LIberties Union] está a processar Estados americanos estratégicos como forma de remover a proibição médica em torno da doação de sangue e plasma por parte de homossexuais activos. Parece que para a ACLU não importa que há apenas 30 anos atrás, nos primeiros dias da SIDA, milhares de mulheres, crianças e homens inocentes tenham morrido de SIDA devido a transfusões de sangue contaminado. Dezenas de funcionários médicos dos centros de doação de sangue contraíram a doença devido ao seu contacto com sangue contaminado.

Os activistas homossexuais conseguiram de modo eficaz suprimir o facto do HIV e da sífilis estar em crescimento junto da comunidade homossexual masculina americana. Comparando 2008 com 2010, o número de novos contágios do vírus HIV entre os homossexuais aumentou 12% - de 26,700 em 2008 para 29,800 em 2010 - com um aumento de 22% entre os homossexuais com idades entre 14 aos 24 - de 7,200 em 2008 para 8,800 em 2010. Embora os homossexuais sejam apenas 7% da população masculina dos EUA, em 2010 os homens homossexuais constituíam 78% dos novos contágios com o HIV entre a população masculina (http://www.cdc.gov/hiv/statistics/surveillance/incidence/). 

Os homossexuais não practicam o "sexo seguro" por dois motivos.

  • Primeiro, tal como eu ouvi da boca dum prostituto homossexual, "não é divertido".
  • Segundo, o sexo homossexual depende da emoção e da sensação - eles atingem o clímax com os excessos e os extremos. 

Os "cruzeiros" homossexuais estão intimamente ligados às actividades de risco. Não é lógico acreditar que alguém que "snifa" [ingerir drogas através do nariz] metanfetamina e usa "adereços" para ter sexo anal com estranhos durante 2-3 dias de farra irá parar e perguntar, "Desculpa-me, mas posso ver o teu último resultado ao teste do HIV?", ou "dá-me só um momento enquanto eu troco este preservativo que se rompeu". 


Em Agosto último, e como resposta ao facto da indústria da pornografia da Califórnia ter sido fechada 3 vezes desde 2010 (devido à presença da sífilis e do HIV) - e apesar dos testes semanais obrigatórios - a "AIDS HEALTHCARE FOUNDATION" anunciou que "a auto-policiação e os testes por si só não funcionam". 

Segundo o "Los Angeles County Department of Public Health" (LADPH), as pessoas que trabalham [sic] na indústria dos filmes adultos são dez vezes mais susceptíveis de contrair uma DST do que membros da população geral.

E isto, note-se, apesar dos testes constantes. É virtualmente impossível suster um "estilo de vida" sodomita promíscuo "sem riscos".

A 'Gay & Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD)' encontra-se a lidar com as campanhas publicitárias. Eventos, multidões e demonstrações: o típico gerar de  não-eventos para os média como forma de saturar a televisão, a rádio e a imprensa.

Normalmente, a GLAAD caracteriza os homossexuais como mártires; ao questionarmos a sua doação de sangue, estamos a insultá-los, a marcá-los com uma "letra escarlate", a queimá-los na estaca, etc, etc, etc, etc. Vejam este pequeno vídeo em torno da motivação dos activistas homossexuais para doar o sangue homossexual:


Este vídeo é típico da "justiça social" do gayzismo onde a "igualdade" significa que todos nós tenhamos que partilhar o risco da roleta Russa que é o "estilo de vida homossexual". 

Serei acusado de difamação por afirmar isto, mas existem pessoas junto da elite da ACLU e da GLAAD cuja agenda é colocar a taxa de infecção dos heterossexuais ao mesmo nível da taxa de infecção existente junto da comunidade homossexual. Esta é a forma exacta de levar esta agenda avante.

Como é que tu te podes proteger e proteger os teus filhos dos riscos que podem existir numa transfusão levada a cabo numa instituição de emergência médica? Fala com os bancos de sangue locais e  organiza as coisas de modo a que possas doar o teu próprio sangue para teu uso futuro. 

Conclusão:


Pessoas inocentes serão infectadas com sangue contaminado, e isso também será suprimido pelos média.
..

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

A traição da lésbica

Mark Langridge não queria filhos, mas as suas amigas lésbicas queriam, e como tal, ele concordou em doar o seu esperma. Agora, e 13 anos depois, este acto de "bondade" voltou para o assombar através duma carta que ele recebeu exigindo que ele pague pensão alimentícia.

Para além de não falar com a família (sic) que ajudou a criar desde 2004, Mark não foi nomeado no certificado de nascimento, não desempenhou qualquer papel na sua educação, mas a "Child Support Agency" insiste que ele pague £26 por semana. Ele diz que não tem condições de fazer os pagamentos - que podem somar mais de £8,000 até as crianças chegarem a idade adulta.

O guarda-livros de 47 anos tem estado numa relacionamento com o seu parceiro Shaun Keeble, 37 anos, há 17 anos. 

Eu e o Shaun nunca estivemos interessados em ter filhos nossos. (...) Quando a ideia [de doar esperma] foi sugerida, na altura achamos a ideia adorável, no entanto, os últimos meses têm sido um verdadeiro pesadelo. Sinto que estou a ser vítima duma chantagem estatal ... O que fiz, fi-lo como um gesto de simpatia, mas agora estou a ser forçado a pagar. 

Mark Langridge e Shaun Keeble tornaram-se amigos das mulheres numa discoteca gay de Southend em 1997. Quando uma das mulheres revelou que estava desesperada por ter filhos, Mark concordou em ajudar desde que o seu papel terminasse por aí. 

Não pedi que as coisas ficassem legalmente documentadas e, olhando para trás, talvez deveria ter pedido.

Depois do nascimento da primeira filha (1998), as mulheres pediram ao Mark que fizesse outra doação de esperma - que resultou no nascimento da segunda filha em 2000. 

Quando as meninas eram pequenas, Mark permaneceu em contacto com a mãe e viu as filhas em eventos sociais. Ele disse ainda que ficou surpreso por ser apresentado como o pai das meninas, e que mais tarde, ele aconselhou as crianças que perguntassem à mãe os factos do seu nascimento. 

Com o passar do tempo, Mark perdeu contacto com mãe das filhas e com as filhas, e para além de cartas ocasionais, ele não as vê desde 2004. Depois disso, a dupla lésbica separou-se, deixando a mãe biológica com as duas crianças. 

A partir daí, ela começou a desenvolver esforços para obter benefícios do Estado. 

Em Junho passado Mark recebeu a sua carta proveniente da CSA. Ele disse que a parceira da mãe biológica continua a viver perto da antiga casa, e a ter contacto ocasional com as meninas, mas a ela não está a ser exigido que pague pensão pelas crianças.

Mark acrescente que, antes de doar o esperma, ele verificou se elas tinham os meios para cuidar da crianças.

A CSA disse que se Mark Langridge tivesse usado um centro oficial de doação de esperma, não teria que pagar pensão. Os acordos informais não estão debaixo do âmbito da lei o que leva Mark a alegar que a mesma tem que ser alterada.

A única forma que Mark tem de protestar a decisão da CSA é levar o caso para uma avaliação jurídica, o que pode custar perto de £60,000.

A mãe das crianças disse que "AS coisas já foram tratadas e como tal, não quero comentar."



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