quarta-feira, 20 de maio de 2015
É a ciência, estúpido!
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Sangue, gays e discriminação
1) mesmo nos estudos em que o número de contágios heterossexuais supera o número de contágios MSM (sublinhe-se que não há qualquer problema com lésbicas), convém tomar em conta a enorme diferença na dimensão das duas comunidades;
2) o argumento de que os heterossexuais também praticam sexo anal é muito coxo, porque o praticam menos (mais opções à disposição) e porque o fazem no seio de uma comunidade proporcionalmente menos exposta ao VIH.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Os bancos de sangue e a irresponsabilidade dos activistas homossexuais
- Primeiro, tal como eu ouvi da boca dum prostituto homossexual, "não é divertido".
- Segundo, o sexo homossexual depende da emoção e da sensação - eles atingem o clímax com os excessos e os extremos.
Os "cruzeiros" homossexuais estão intimamente ligados às actividades de risco. Não é lógico acreditar que alguém que "snifa" [ingerir drogas através do nariz] metanfetamina e usa "adereços" para ter sexo anal com estranhos durante 2-3 dias de farra irá parar e perguntar, "Desculpa-me, mas posso ver o teu último resultado ao teste do HIV?", ou "dá-me só um momento enquanto eu troco este preservativo que se rompeu".
sábado, 5 de janeiro de 2013
A contaminação do México
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
O Bloco de Esquerda quer contaminar o país?
Segundo o site do jornal “Público”, a resposta chegou esta semana. O Ministério da Saúde diz que foi retirada do questionário entregue aos candidatos a dador a pergunta: "Sendo homem, teve contacto sexual com outro homem?", após a aprovação da recomendação da Assembleia da República. Mas argumenta a favor da discriminação, dizendo que há entidades, uma europeia e outra norte-americana, que sugerem questões semelhantes e lembra que um grande número de países não permitem que os homossexuais dêem sangue e evita comentar o caso denunciado pelo grupo parlamentar do Bloco, afirmando: "Não foram, portanto, recusadas quaisquer dádivas devido à orientação sexual, mas sim ao risco acrescido de transmissão de infecções.
Em declarações ao “Público”, o dirigente do Bloco de Esquerda José Soeiro afirma:
"O Governo em vez de dizer que vai averiguar e fiscalizar se está a haver discriminação, o que faz é argumentar em favor do que o Parlamento considerou que era discriminatório”. E lembra que a Assembleia da República aprovou em 2010, por proposta do Bloco, uma resolução que recomendava ao Governo “a adopção de medidas que visem combater a actual discriminação dos homossexuais e bissexuais nos serviços de recolha de sangue”.
O presidente do IPST, Hélder Trindade, em declarações ao “Público” negando que haja discriminação, acaba por justificar o acto discriminatório denunciado pelo Bloco e por defender a discriminação ao afirmar, segundo o jornal, que a selecção dos dadores releva os estudos científicos que indicam que o sexo entre homens constitui um factor de risco acrescido na transmissão de infecções.
José Soeiro esclarece que os estudos existentes, apontam para o aumento do risco na prática de sexo anal desprotegido, que aumenta o risco de contágio de infecções (por haver frequentemente pequenos ferimentos durante o acto), tanto quando é praticado por homossexuais como por heterossexuais. E põe a alternativa: "Porque não se pergunta: "Fez sexo anal? Usou preservativo?", reafirmando que "a ideia de que a homossexualidade em si mesmo é um comportamento de risco tem de ser combatida". [Então ele que o faça através da Medicina e não através da pressão política.]
Ouvido pelo “Público”, Fernando Araújo, director do serviço de sangue no Hospital de São João, no Porto, diz que é "mais favorável a uma avaliação dos comportamentos de risco do que da orientação sexual" e lembra que há estudos que mostram que a proibição de os homossexuais doarem sangue pode ter o efeito perverso de estes mentirem sobre as suas práticas sexuais.
Todas as pessoas que aceitam a doação de sangue por parte de sodomitas deveriam ser obrigadas a aceitar o sangue doado pelos mesmos - em nome da "não-discriminação" que eles querem impor no resto da sociedade. (Não só eles, mas os seus filhos menores).
Das duas uma: ou eles fogem dessa irresponsabilidade mais depressa do que alguém consegue dizer "gulag" (e acaba-se logo com esta supremacia da ideologia esquerdista sobre a Medicina,) ou os esquerdistas são todos contaminados e o seu número vai-se reduzindo gradualmente.
De qualquer das formas, o resto do país agradece. Em nome da não-discriminação, obviamente.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Jair Bolsonaro doa sangue e diz que gays têm 17 vezes mais chances de ter AIDS
Durante o programa “CQC”, da Band, exibido na última segunda-feira (19), o deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ) não pôde participar da campanha de doação de sangue por ser homossexual.
Jean explicou que existe uma portaria do Ministério da Saúde que impede a doação por parte de homens que tiveram no último um ano de suas vidas relações sexuais com outros homens.
Já o deputado Jair Bolsonaro, que também foi convidado e doou sangue, destacou que “o sangue dele (Jean) tem 17 vezes mais chance de ter HIV do que o meu”.
Bolsonaro falou ainda sobre seu projecto de lei que pretende criar um banco de sangue gay.
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Excelente sugestão. Uma vez que os sodomitas têm uma incidência maior de DST, e como eles querem doar sangue, o melhor é que o seu sangue fique entre eles. O resto da população agradece.
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