Mostrar mensagens com a etiqueta Lobby Gay. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lobby Gay. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O "fait divers" da esquerda

"Só existe uma forma de família e essa é constituída por um homem e uma mulher, os quais, são o único garante da continuidade de um povo através dos seus filhos. Como tal, não existe família tradicional, porque assim subentender-se-ia que existem outras formas de família, o não é certo.
Segundo ponto, sim, existe um superior interesse da criança, a qual, por motivos vários, poderá ver esses mesmos interesses lesados.

Dizer não à co-adopção não é irresponsabilidade alguma, dizer não à co-adopção é uma atitude que revela, isso sim, uma responsabilidade maior para com as crianças, já que tem em conta precisamente a estabilidade emocional da criança e o seu crescimento num ambiente são.

Sejamos claros, esta ideia da co-adopção tem subjacente obedecer à vontade de uma estrita minoria, os homossexuais. Estes, como não reconhecem que são pessoas padecentes de uma deficiência psicossomática, a qual os impossibilita entre si de procriarem NATURALMENTE, porque a NATUREZA lhes é contrária, procuram subterfúgios que visem alcançar os seus caprichos.

Ora bem, em forma de exemplo, o que a co-adopção permitirá é que o fulano A, divorciado da senhora B, pais da criança X, possa, no momento da sua união de facto, ou casamento, com o indivíduo Y, este último passe a ser igualmente o pai da criança X. Equação simples.

Levanta-se a questão; acaso a criança X não tem já a sua mãe e pai? Para que precisa de um outro pai ou outra mãe? Porque ficam os papéis dos avós, padrinhos e tios excluídos de toda esta equação? E a criança X, quererá ela ter um pai para além do seu pai biológico? Ou outra mãe que não a sua progenitora?

Relativamente à questão das crianças ficarem ao encargo de instituições sociais e orfanatos é um sofismo que só tem adesão entre os ignaros, pois revela ser falaciosa e facilmente desmontável.

A co-adopção é mais um "fait divers" do lóbi homossexual magistralmente controlado pela esquerda, desde há muito apostado na destruição do agregado familiar. Basta ler Engels ou Marcuse para saber disso, porque pensar que isto é uma marcha evolutiva só revela candura de espírito, tão bem aproveitada pelos inimigos da civilização, vulgo esquerdistas." 


- J.M.

Fonte: http://ow.ly/sQQEh

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Político católico derrota pressões do lobby gay e vence eleição no Parlamento Europeu


Superando as fortes pressões do lobby gay e abortista contra sua eleição, o político católico maltês Tonio Biorg foi confirmado para a Comissão de Saúde e Consumo da União Europeia (UE).

O Parlamento da UE decidiu a vitória de Borg ontem, 21, por 386 votos a favor e 281 em contra e 28 abstenções.

Conforme assinala a plataforma espanhola pró-família HazteOir (HO), esta votação "vinha precedida de uma formidável polêmica internacional, provocada pela agressão de determinados lobbys radicais –financiados pela própria UE–".

Entre estes grupos estão a Federação Humanista Européia, a Associação Internacional de Lésbicas e Gays (ILGA) e a multinacional abortista Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF), "que quiseram impor o veto ao político maltês exclusivamente por suas convicções morais e religiosas".

Com o caso do Borg, assinala HO, "o verdadeiro respeito a um dos valores indisputáveis da Europa –a liberdade de consciência– foi novamente posto à prova. E o resultado, defendido por milhares de cidadãos através do alerta da HO, não pôde ter sido mais satisfatório: venceu a liberdade. Venceram os cidadãos".

O alerta do grupo espanhol HazteOir pedindo a nomeação de Borg passou de 21 mil assinaturas no dia 20 de novembro a 37 526 (mais de 15 mil novas assinaturas) em menos de 24 horas.

Durante as últimas semanas Borg, ministro maltês de Assuntos Exteriores foi submetido ao escrutínio do Parlamento Europeu para comprovar sua idoneidade para o cargo.

Como parte do processo de escrutínio da Euro câmara, Borg respondeu por escrito a cinco perguntas dos deputados e respondeu às perguntas dos representantes de três comissões parlamentares da câmara em uma audiência de três horas de duração.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Russos livres de gayzismo durante os próximos 100 anos?

A Justiça russa proibiu ontem as marchas de "orgulho gay" durante os próximos 100 anos, decisão de que o lóbi homossexual já disse que vai recorrer para o Tribunal dos Direitos Humanos em Estrasburgo.

"Em Estrasburgo declaram ilegais essas decisões. O tempo passa e continuaremos a pedir autorização para novas acções, mesmo que sejam rejeitadas", afirmou Nikolái Alexéyev, líder dos homossexuais russos, citado por agências locais.

O tribunal municipal de Moscovo rejeitou o recurso interposto pelo activista confirmando a legalidade de uma disposição anterior da autarquia em que se proibiam as paradas até 2112.

Dezenas de activistas homossexuais foram detidos no final de Maio quando tentavam levar a cabo uma marcha de "orgulho gay".

Várias cidades russas aprovaram este ano leis contra a propaganda homossexual, decisão que esta "minoria" tem tentado provar que é uma violação da "liberdade de expressão".

Fonte

sábado, 12 de maio de 2012

Comissão Europeia: "Sim, financiamos a agenda sodomita"

Mesmo em tempos de crise, os contribuintes da União Europeia (UE) continuam a financiar o lobby homossexualista e os seus eventos-propaganda. O escândalo em torno do financiamento que a Comissão Europeia (CE) dá à ILGA-Europa, o controverso grupo-lobby homossexual com ligações a redes de pedofilia, continua.

Como os leitores deste blogue se devem lembrar, emergiu recentemente a notícia de que a CE financia cerca 70% do orçamento deste grupo de pressão: o grupo pura e simplesmente não existiria se os contribuintes não estivessem a pagar as suas instalações, as suas contas de telefone e o salário da sua equipa composta por 12 pessoas a tempo inteiro.

Na verdade, a ILGA não é uma organização não governamental, nem tem ligações com a "sociedade civil", mas é um aldeia Potemkin feita para esconder as actividades dos executivos da UE. O propósito principal é enganar o público e gerar a aparência de que existe apoio junto da sociedade civil para os seus planos de re-definição do "casamento" e da "família" de modo a incluir o homossexualismo.

Mas a UE não têm competência para legislar ou promover uma agenda política particular relativa a estes assuntos. É precisamente por isto que Konrad Szymanski, membro do parlamento Europeu, endereçou uma carta-pergunta à CE, questionando-lhes se estavam cientes que estavam a retirar verbas do orçamento da UE e canalizá-las para questões que estão claramente fora das competências da UE.

A resposta dada pela Comissária Reding, que, como Comissária da Justiça, é responsável pela questão dentro da Comissão, revela um descuido inacreditável e uma falta de responsabilidade:

A Comissão recorda que os princípios da igualdade e da não-descriminação são valores fulcrais da UE, que são garantidos pelo artigo 21 da Carta de Direitos Fundamentais da União Europeia e pelo Artigo 19 da TFEU.

A Comissão está determinada a combater a descriminação fundamentada na orientação sexual até onde os poderes conferidos à UE pelos Tratados permitirem.

A este respeito, a Comissão reconhece e respeita por inteiro as competências dos Estados-Membros em torno da lei familiar e o direito de casar e formar família.

Paralelamente, a Regulação Financeira (Article108 (1) b) concede à CE a liberdade de conceder subsídios que cobrem os custos operacionais gerais de organizações sem fins lucrativos que buscam um objectivo do interesse europeu e não projectos individuais ou campanhas.

Os propósitos da ILGA-Europe estão em sintonia com os princípios encapsulados no Artigo 19 do TFEU. Tal como qualquer outra rede activa na luta contra a descriminação, a ILGA-Europe recebeu tais subsídios operacionais segundo as regras e procedimentos do programa PROGRESS, incluindo comitologia.

Qualquer outra organização que siga estas regras pode também submeter a sua aplicação segundo um apelo relevante por proposta.

O papel da Comissão consiste em providenciar tal contribuição financeira para o funcionamento da organização beneficiária, melhorando a capacidade organizacional e reforçando as capacidades de apoio como forma de vocalizar as preocupações e expectativas das pessoas expostas a descriminação.

A implementação destas actividades e responsabilidade pelos seus resultados são da competência do beneficiário.

Sem dúvida que é bom que a UE esteja comprometida a lutar contra a descriminação, mas as campanhas em favor dos "casamentos" homossexuais levadas a cabo pela ILGA-Europe não são uma luta contra a descriminação. Esta sua luta é, na verdade, uma busca por privilégios legais e fiscais para pessoas com um certo estilo de vida decadente, à custa do resto da sociedade.

Certamente que isto não faz parte dos "poderes conferidos à UE pelos Tratados."

Além disso é um absurdo de todo o tamanho alegar que os "propósitos da ILGA-Europe estão em sintonia com os princípios encapsulados no Artigo 19 do TFEU" dado que tal provisão não fornece qualquer tipo de suporte para "casamentos" ou "famílias" sodomistas.

Mas o ponto mais alto deste absurdo é atingido quando a Comissária Reding assegura que o papel da Comissão consiste apenas em fornecer as verbas; o que o beneficiário faz com o dinheiro não é da responsabilidade da Comissão.

Será que alguém realmente acredita que a Comissão não tem responsabilidade nenhuma nas actividades duma organização cujo orçamento é 70% financiado por si?

Conclusão:

Ao mesmo tempo que a Comissão financia a ILGA-Europe, ela deliberadamente ignora o facto das actividades da mesma organização estarem fora da competência da UE. Isto é um caso sério de má gestão de verbas públicas.

Fonte

Oprimidos


ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...