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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Por algum motivo eles querem acesso às crianças

Claro que quem critica estas coisas tem "ódio" no coração.

Note-se que este activista homoerótico associa as suas acções com Satanás (algo notório pelos chifres que ele orgulhosamente ostenta).

Sempre que alguém disser "de que forma é que os gays afectam a tua vida?", mostrem-lhe esta imagem.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

10 mitos avançados pelos activistas homossexuais

Por Gisele Roy e Christopher Doyle

A minha verdade pode dizer que roubar as ferramentas do meu vizinho não está errado porque eu realmente preciso das ferramentas e ele sempre pode comprar ferramentas novas. Com isto, eu racionalizei e deu legitimidade ao meu furto, qualificando-o de "bom", visto que funcionou para mim. Eu posso manipular a verdade de modo a que ela se torne subjectiva, mas analisemos outro cenário de uma forma mais objectiva.

Eu, hoje, posso entrar num avião, voar para qualquer parte da Terra, e ser lançado de para-quedas para o meio duma tribo qualquer. Se eu corresse para junto da pessoa mais próxima e tirasse algo das suas mãos e chamasse a isso de "meu", isso seria objectivamente um roubo. Qualquer pessoa do planeta, na sua língua, diria que eu roubei.

A "minha verdade" pode defender que sair do emprego antes da hora estabelecida está certo, desde que o meu patrão nunca venha a descobrir. A minha verdade pode defender que o meu computador é uma torradeira, mas independentemente do quanto que eu acredito nisso, o computador ainda é um computador. Acreditar em algo não torna isso numa verdade porque a verdade é objectiva.


Vejamos o que os activistas homossexuais definem como verdades (aqui identificadas como "mitos") e ver o que as realidades objectivas são.

MITO #1: As pessoas nascem homossexuais.

Existem muito poucas evidências credíveis de que as pessoas nascem com o "gene homossexual" ou mesmo "pré-dispostas" para se tornarem homossexuais. Objectivamente falando, os cientistas confirmaram que gémeos idênticos [que têm o mesmo ADN] nem sempre são ambos heterossexuais, e nem ambos homossexuais. Se por acaso existisse um gene que determinasse a preferência sexual, ou o "gene homossexual", os gémeos idênticos seriam ambos homossexuais ou ambos heterossexuais em todas as ocasiões.

Análises de estudos examinando gémeos idênticos geram percentagens (de ambos os gémeos serem homossexuais) na ordem de menos de 12%. Isto significa que em 88% do tempo, os gémeos não são ambos homossexuais. Isto leva-nos a afirmar que deve existir uma variedade de factores pós-natal a contribuir para os sentimentos homossexuais.

Objectivamente falando, os pesquisadores concluíram que a auto-percepção sexual não se desenvolve até aos 18 meses. Entre os 18 e os 36 meses, a criança torna-se ciente das distinções sexuais e identifica-se mais com o mesmo ou com o sexo oposto.

Objectivamente, entre outros factores, os teóricos acreditam que a confusão sexual pode inicialmente resultar (sub-conscientemente) quando o parente do mesmo sexo está ausente [emocionalmente ou fisicamente], ou quando o parente e/ou pares do mesmo sexo da criança causam a que ela passe por reacções/traumas emocionais negativos quando estão juntos. Estes factores, entre outros, podem contribuir para um desenvolvimento posterior desta atracção homossexual. Se não acreditam em mim, podem sempre ler o livro do Dr Neil Whitehead "My Genes Made Me Do It! A Scientific Look at Sexual Orientation".
Mito #2:  A única definição para uma alteração na atracção homossexual é nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo

Objectivamente, o uso desta definição não faz sentido nenhum. Qualquer pessoa que usa o seu cérebro faz percursos de memória, e mais cedo ou mais tarde ele/ela lembrar-se-á. Usar a definição "... nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo" para o entendimento de "mudança" irá alterar a definição de mudança em muitas outras situações. Por exemplo:
"Eu não fumo há mais de 10 anos, mas de vez em quando ainda penso e sinto o desejo de fumar um cigarro uma vez por dia. Mas agora que esta definição diz que eu nem posso desejar um cigarro para estar realmente curado, acho que ainda sou um fumador. Segundo esta definição, eu não posso ser um não-fumador mesmo que eu viva até aos 100 anos sem fumar cigarro algum!" 
"Eu não bebo há mais de 30 anos, mas hoje pensei em beber um copito. Sou levado a concluir que não estou sóbrio visto que, enquanto eu pensar que  posso gostar de beber, serei sempre um alcoólico incorrigível." 
“Bem, embora me tenha apercebido que fui tratado como uma rapariga desde o princípio da minha vida,  que fui constantemente violado pelo homem do lado, e fui gozado pelos meus amigos, e vim a entender que tinha feridas emocionais e físicas dos meus tempos de criança.... e mesmo que tenha trabalhado duramente para lidar com isso através da terapia, e tenha avançado com a minha vida... e embora eu tenha uma atracção sexual muito forte pela minha esposa . . . . e esteja casado e  feliz, pai de 4 crianças. . . . . se eu algum dia tiver um pensamento efémero de algum homem que tenha um bom aspecto, é mais do óbvio que ainda sou homossexual e não mudei nada."
O uso de tal definição de "mudança",  exactamente o que muitos activistas homossexuais fazem, iria resultar no facto de muitos indivíduos que batalham com uma variedade de questões admitir que, na verdade, eles não chegaram a mudar. Isto iria incluir qualquer tipo de vício, onde a recaída durante o processo de recuperação é uma realidade. No entanto, se levarmos em conta que a mudança significa reduzir, diminuir ou atenuar a frequência e a intensidade da atracção homossexual, e o aumento da atracção heterossexual (em alguns casos, esta mudança pode ser até mais dramática visto que pode até nunca ter existido atracção heterossexual antes da terapia) então milhares de pessoas já mudaram.

Mito #3: Qualquer pessoa que diga que ele ou ela "mudou", está num estado de negação, e mais cedo ou mais tarde voltará para o estilo de vida homossexual.

Analisemos as evidências objectivas. Os testemunhos de ex-homossexuais dizem exactamente o contrário (...):

  1. Voice of Change
  2. LDS/Mormon Voices of Hope
  3. Parents and Friends of Ex-Gays and Gays Stories of Change
  4. Dennis Jernigan’s Story of Change
  5. Prodigal Magazine
  6. Homosexual Anonymous Testimonies of Change
  7. The Heart of the Father Ministries
  8. International Healing Foundation: Real Stories of Healing
  9. JONAH Stories of Change
  10. The Third Way: Homosexuality and the Catholic Church
Mito #4: Não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e de livros lgbt é discriminação, viés e censura. No entanto, não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e livros sobre ex-homossexuais é um acto moralmente responsável. Não podemos permitir que as nossas crianças sejam expostas a "prejudiciais" histórias de mudança.

No seu esforço de "proteger" os jovens, os activistas homossexuais frequentemente censuram a literatura que apresenta a alternativa da sua teoria "nascidos assim". Ao mesmo tempo que promovem a igualdade para os indivíduos lgbt, eles negam igualdade para qualquer pessoa que tenha um ponto de vista contrário ao seu. O seu modus operandi é o antigo tema Orwelliano:

Todos os animais são iguais mas alguns animais são mais iguais que outros.

Verdade objectiva: Censura é censura. Por mais que uma pessoa ou um grupo possam não gostar dum ponto de vista contrário ao seu, isso não lhes dá o direito de censurar. A terapia "Sexual Orientation Change Effort" (SOCE) já ajudou milhares de jovens a superar, reduzir e/ou diminuir a sua atracção homossexual. Para mais informações, vejam:: Successful Outcomes of SOCE Therapy by Dr. James Phelan.

Mito #5:  Se por acaso tu falas em favor da terapia SOCE, ou se falas contra o comportamento homossexual, estás a atacar um grupo minoritário protegido (lgbt) e tens que ser processado visto que, afinal, a ciência já determinou que a homossexualidade está embutida no ser humano, como tal, disponibilizar ou apoiar a terapia SOCE para ajudar aqueles com atracção homossexual é impossível e desde logo, criminoso. 

A ideia de que atacar um tópico é atacar um grupo minoritário é propaganda no seu melhor. George Orwell disse:

A linguagem política . . . . está construída para fazer com que as mentiras soem verdadeiras e o assassinato respeitável, e para dar a aparência de solidez ao vento puro.

Verdade objectiva: Discutir um assunto como a sexualidade e apresentar pontos de vista lógicos e razoáveis não é atacar a pessoa (argumentum ad hominem). Por exemplo, muitas pessoas são ateístas. Se eu der motivos para o porquê de eu acreditar em Deus, será que isto é atacar os ateus pessoalmente? Será que eles me podem processar ou mandar a polícia prender-me? Não, eles têm que ter a liberdade para dizer o que pensam, e eu defenderei o seu direito de falar o que pensam. Certamente que eu não os processaria devido ao tipo de coisas que eles afirmam.

Mas é exactamente isto que a organização com o nome de "Southern Poverty Law Center" (SPLC) está a fazer a uma pequena organização sem fins lucrativos, "Jews Offering New Alternatives to Healing" (JONAH). Alegando que os seus ensinamentos e os seus serviços terapêuticos equivalem a Fraude do Consumidor, a SPLC recrutou vários ex-clientes mal-sucedidos da JONAH e fez-lhes uma lavagem cerebral levando-os a acreditar que eles haviam sido "prejudicados" pela sua terapia só porque eles não experimentaram a mudança que supostamente lhes foi prometida. Para mais informação, visitem o site Freedom of Conscience Defense Fund.

A liberdade de expressão e de consciência é-nos garantida pela Constituição e ela permite-nos colocar todas as cartas na mesa. Todos nós temos o direito de acreditar no que  bem entendermos, e debater as ideias no mercado livre de ideias. Que a verdade vença no fim!

Mito #6: Visto que em muitos estados os homossexuais podem casar [sic] e ter o mesmo estatuto legal, as suas famílias são equivalentes às famílias heterossexuais.

Verdade objectiva e biológica: Só um homem e uma mulher podem co-criar outro ser humano, e podem dar o beneficio de ter um pai macho e uma mãe fêmea. Os "casamentos" homoeróticos não dão todas as vantagens que as crianças dos lares heterossexuais têm. Embora os activistas homossexuais apontem para um recente estudo Australiano que supostamente revela como as crianças de duplas homossexuais se saem de modo igual, ou melhor, que as crianças dos casais, o estudo foi na verdade baseado numa amostra de conveniência e não numa amostra aleatória - tal como o estudo levado a cabo por Mark Regnerus (Universidade do Texas), cujo estudo apurou que em todos os items analisados, as crianças educadas por duplas homossexuais estavam [em média] em pior condição do que as crianças dos casais. Para mais informação, clique aqui.

Mito #7: Não está certo cometer bullying contra os homossexuais, mas está perfeitamente correcto intimidar, caluniar e ridicularizar os ex-homossexuais.

Verdade objectiva: Não está certo intimidar, caluniar ou ridicularizar quem quer que seja. Uma vez que os homossexuais são muito vocais, bastante proeminentes, e sobre-representados nos média, as suas vozes soam bastante alto e de forma bem forte. Isto causa a que as personalidades mediáticas frequentemente promovam causas homossexuais, tais como o anti-bullying, a tolerância, e a promoção descarada das causas lgbt nas escolas e nos locais de trabalho.

Um exemplo disto: recentemente uma pesquisa levada a cabo pelo Chase Bank perguntou aos empregados que marcassem com "Sim" ou "Não" à pergunta se eles eram "aliados" da comunidade lgbt. Ninguém sabe o que pode acontecer com os empregados que não marcarem a "opção correcta". Muito provavelmente acabarão por ser despedidos tal como aconteceu com o antigo CEO da "Mozella Corporation" Brendan Eich, que em 2008 deu $1,000 à Proposition 8 da Califórnia, apenas para ser pressionado anos mais tarde e ser forçado a demitir-se devido à sua posição política pouco popular. (Fonte)

Ao mesmo tempo, é impensável as escolas promoverem a tolerância para os ex-homossexuais ou promover materiais que apresentam todos os lados da questão em torno da preferência sexual. Por exemplo, dois distritos escolares de Maryland têm sido abertamente hostis ao ponto de vista dos ex-homossexuais. O "Montgomery County" negou que panfletos feitos pela organização "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX) fossem distribuídos aos estudantes dentro do seu programa de distribuição sem fins lucrativos, mas permitiu que organizações lgbt promovessem as suas causas no seu distrito.

Semelhantemente, os oficiais do "Prince George’s County" em Maryland removeram o "Acception: Bullying Prevention Film and Health Curriculum" depois de terem sido pressionados por activistas homossexuais devido ao facto do mesmo conter informação que dava apoio aos alunos com atracção homossexual indesejada que desejassem  alterar a sua orientação [sic] sexual.

Mito #8: A Bíblia sanciona a homossexualidade.

Verdade objectiva: Ter atracção homossexual não é pecado [ed Lucas: É sim, visto que, segundo o 10º Mandamento, toda a cobiça é pecado]. Segundo a Bíblia, agir de acordo com essa atracção é pecado. Não se pode ser morno em relação a isto visto que o Senhor Jesus disse que nos cuspiria da Sua Boca se assim agíssemos. Olhemos para o que a Bíblia diz:
Não sabeis que os injustos não hão-de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idolatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados, em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. (1 Cor 6:9-11)
Embora muitos activistas homossexuais tenham tentado justificar o comportamento homossexual reinterpretando a Bíblia, os estudiosos Bíblicos rejeitaram tais teorias.  Para mais informações, ler “Welcoming But Not Affirming: An Evangelical Response to Homosexuality” por Stanley Grenz.

Mito #9: Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é intolerante ou homofóbico.

Verdade objectiva: Chamar nomes é uma técnica de propaganda. Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é uma pessoa com uma visão diferente, mas isso não transforma nessa visão em "discurso de ódio". No entanto, no seu site, a SPLC continua a qualificar as organizações que se colocam contra o comportamento homossexual, incluindo o "Family Resource Council",  a "American Family Association", e a "Liberty Counsel", de "grupos de ódio". Recentemente, o FBI usou o SPLC como recurso para identificar os grupos de ódios legítimos, mas actualmente deixou de usar os recursos de grupo.

Mito #10: Não se pode orar para deixar de ser homossexual

Verdade objectiva: Concordo! Não podes orar para afastar o homossexualismo. Não tens esse poder. Podes orar a Deus para que Ele te mostre o significado da tua atracção homossexual de modo a que possas resolver as questões que levaram a esse desenvolvimento. Se Deus quiser que tu mudes, isso pode acontecer.

Há esperança.  O Evangelho Segundo João, capítulo 10, versículo 10, diz:

Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

Tu podes também ser guiado pelo Espírito de modo a encontrar a graça, a paz, a castidade e a cura. Só Deus muda os corações. Que a Sua vontade seja feita.

Fonte:  http://bit.ly/1n0QM2H

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Homossexualismo e o declive escorregadio

Por Bill Muehlenberg

Um disco riscado pode, sem dúvida, tornar-se enfadonho, e eu confesso que o fluir constante de evidências que eu ofereço em torno do declive escorregadio pode-se tornar cansativo com o passar do tempo. Mas a verdade importa, e enquanto os activistas continuarem a mentir em torno destes assuntos, continuarei a tomar uma posição pública de modo a fazer com que a verdade se propague.

Parece que foi há cerca de dois dias que ressalvei mais casos em torno dos direitos da pedofilia a serem defendidos como consequência do sucesso dos direitos da homossexualidade. Bem, foi mesmo há dois dias atrás. Depois disso, falei dos académicos Ingleses que estão a tentar avançar com a pedofilia como consequência das vitórias homossexuais do passado, e agora tenho que falar dos juízes Australianos que estão também a fazer a ligação entre o sucesso dos direitos do homossexualismo com a agenda da pedofilia.

Juiz Australiano correctamente ligou os pontos e disse que se o homossexualismo é hoje totalmente aceite, então porque é que o incesto e a pedofilia não são? Sim, ele realmente disse isso. Parece que o declive escorregadio que eu e outros temos estado a avisar está a ganhar forma bem em frente aos nossos olhos diariamente.

Eis aqui a forma como a história se desenvolveu:

Juiz de Sidney comparou o incesto e a pedofilia com o homossexualismo, afirmando que a comunidade pode deixar de ver o contacto sexual entre irmãos e entre adultos e crianças como "anti-natural" ou "tabu".

O juiz de Tribunal Distrital Garry Neilson disse que, da mesma forma que o sexo homossexual era inaceitável e criminoso nos anos 50 e 60 e é hoje amplamente aceite, "o júri pode não encontrar nada de sinistro no avanço dum irmão sobre a sua irmã mal ela esteja sexualmente madura, tenha tido relacionamentos com outros homens e esteja agora "disponível", não tendo um parceiro sexual".

Ele disse ainda que o único motivo devido ao qual o incesto ainda é crime prende-se com o facto dos elevados riscos de anormalidades genéticas nas crianças nascidas de relacionamentos consanguíneo, "mas até isso é colocado de parte devido à facilidade de acesso aos contraceptivos e ao aborto".

Os seus comentários atraíram muita atenção, mas por uma variedade de motivos. Algumas pessoas ficaram zangadas por ele se ter atrevido a comparar o homossexualismo com o incesto e a pedofilia. Aos seus olhos, não há nada de mal com o homossexualismo, mas os outros dois não estão correctos. Mas eles não estão a ver o ponto principal.

O juiz não estava assim tanto a comparar estas coisas afirmando - correctamente e logicamente, creio eu - que se nós, como sociedade, normalizarmos o homossexualismo, então os mesmos argumentos podem ser usados para normalizar as outras duas coisas. Ele apenas está a dizer como é que as coisas sâo neste sentido. Existe, de facto, um declive escorregadio em operação, e é difícil criminalizar estas outras duas prácticas quando já "progredimos" em assuntos como o homossexualismo.

Ele está apenas a revelar as coisas, e a dizer o que muitos de nós temos estado a avisar há décadas: mal nós normalizamos, legalizamos e conferimos direitos especiais a um tipo de comportamento sexual aberrante, é difícil dizer não fazer o mesmo para as outras formas de desvio sexual. Não é claro se este juiz na verdade quer ver o incesto e a pedofilia aceites como normais e totalmente legais, mas o que é claro é que ele correctamente vê a ligação que muitos outros recusam-se a aceitar.

Quando nós avisamos sobre o que aconteceria se fossem conferidos direitos especiais aos homossexuais, incluindo direitos de "casamento", e como isso iria abrir ainda mais a porta, os activistas despejaram sobre nós o seu desdém e o seu menosprezo. Acusaram-nos de alarmismo e de sermos mentirosos. Ora bem, quantos mais juízes Australianos e académicos Ingleses, e muitos outros, a dizer exactamente o mesmo será necessário antes de nos apercebermos que a porta está totalmente aberta, e muito provavelmente é impossível voltar a fechar a Caixa de Pandora?

O meu próximo livro terá dezenas de exemplos de tais coisas: o porco inteiro da sexualidade já foi defendido, seja ele o incesto ou o bestialismo ou o casamento em grupo ou a pedofilia.

E tudo isto está a acontecer porque os militantes homossexuais foram muito bem sucedidos em promover a sua guerra à sexualidade, à moralidade, ao casamento e à família.

O seu movimento foi o primeiro dominó a cair, e o resto parece estar a caminho. Quando até juízes e professores promovem a normalização destas coisas, então já não podemos ignorar as pessoas que nos avisam destas coisas, e chamá-los de malucos e mercadores do pânico.

Tudo o que podemos dizer é: "Nós bem vos avisamos".


* * * * * * *

Sempre bom levar em conta notícias como esta sempre que alguém alegar que o "declive escorregadio é uma falácia". Convém também levar em conta que o propósito final desta revolução sexual não é ajudar os homossexuais mas sim usá-los como pedra de apoio rumo ao domínio total da Esquerda..

domingo, 9 de dezembro de 2012

Gayzistas tentam forçar Cristãos a contradizer a sua fé


Num país livre, a actividade económica é fomentada pela troca voluntária de valor por valor. Num país comunista, toda a actividade económica é levada a cabo pelo governo tendo como base uma motivação coerciva. Superficialmente, o fascismo pode parecer o primeiro mas está mais próximo do segundo. Debaixo do fascismo, tu podes ter o teu negócio mas os lucros vão ser parcialmente confiscados para a futura redistribuição. Tu não escolhes a forma como vais avançar com o teu negócio, nem mesmo com quem vais fazer negócio; tudo isto é determinado pelos burocratas (que, no fundo, são os verdadeiros donos do "teu" negócio).

Se a isto aliarmos a militância fascista de alguns segmentos da sociedade, ficamos com coisas como esta.

Uma comisssão do Kentucky anunciou o seu apoio a um grupo LGBT que está a processar uma companhia Cristã por esta se ter recusado a imprimir camisas do dito grupo porque, afirmaram eles, violava a sua fé religiosa. Em Março último, Blaine Adamson, dono da "Hands On Originals" (HOO), em Lexington, Kentucky, recusou-se a gravar camisas para a "Gay and Lesbian Services Organization" (GLSO) porque não concordava com a mensagem "orgulho gay" que o grupo LGBT queria ver nas camisas. 

Num vídeo presente no site da AD, Adamson afirmou:

Quero que a verdade seja ouvida. Não se dá o caso de termos placas na nossa porta a dizer "Acesso Impedido aos Gays". Nós trabalhamos com qualquer pessoa. Mas se há mensagens que contradizem as minhas convicções, então eu não posso promovê-las.

O texto que seria colocado na parte da frente das t-shirts diria “Lexington Gay Pride,” e na parte de trás das mesmas seria impressa uma lista de patrocinadores.

Adamson disponibilizou-se para indicar outra companhia que fizesse o serviço pelo mesmo preço, mas em vez disso a GLSO deu entrada a um processo legal contra a HOO, alegando que esta companhia havia "violado" leis locais ao descriminar pessoas com base na sua orientação sexual.

* * * * * * *

Os militantes homossexuais poderiam ter impresso as suas t-shirts em qualquer companhia não-Cristã, mas o seu propósito era mesmo o de forçar os Cristãos a ajoelharem-se perante o deus esquerdista Depravação, ou fazer os possíveis para que esta companhia entre em bancarrota devido aos processos legais punitivos.

Isto é o gayzismo.

Por esta altura é mais ou menos óbvio que as leis da "não-descriminação" são uma farsa uma vez que elas não foram feitas para acabar com a descriminação, mas sim para dar o poder de descriminar apenas às pessoas com a ideologia política "certa" [esquerdistas]. Note-se que nem se pode dizer que haja preconceito contra os gays porque se os mesmos gays requisitassem camisas com mensagens não-LGBT, a companhia teria todo o gosto em executar o serviço.

Mas não. O propósito é mesmo fazer os Cristãos agir de modo que viole a sua fé religiosa.

Estas leis são aplicadas de modo selectivo, obviamente. Imagine-se o que aconteceria se um homem entrasse numa loja cujos donos fossem negros e pedisse que estes gravassem t-shirts com mensagens de apoio ao Ku Klux Klan, e posteriormente processasse a loja se estes educadamente se recusassem a realizar o pedido. Obviamente que este processo legal seria rejeitado em menos de 5 minutos, e este homem muito provavelmente seria ele mesmo alvo dum processo legal.

Mas no ocidente sob o domínio esquerdista os homossexuais são (por enquanto) um grupo "protegido" e "fofo". Devido a isso, a elite esquerdista que controla os destinos do Ocidente usa o movimento gay para forçar os Cristãos a escolher entre os seus valores morais e a sua subsistência económica.

Como diz o Olavo de Carvalho, a perseguição ideológica é apenas um passo até a perseguição física. A perseguição que a elite faz aos Cristãos não se prende com o facto desta elite se preocupar assim tanto com o que acontece como os homossexuais, mas sim com o facto dos Cristãos serem Cristãos. O propósito não é proteger os homossexuais mas sim destruir o Cristianismo.

Só que no dia em que a elite esquerdista conseguir destruir por completo a influência Cristã no ocidente, o movimento homossexual perderá a sua importância, e os seus membros serão tratados como sempre foram tratados os homossexuais em quase todas as ditaduras comunistas. [Pergunta: Quantas paradas gay existem em Cuba e na Coreia do Norte?]

Portanto, é uma perda de tempo dirigir ódio aos homossexuais como grupo, ou mesmo aos líderes do movimento gay, uma vez que eles mais não são que idiotas úteis do Marxismo Cultural. O mais importante é revelar a agenda esquerdista que motiva o movimento gay, e expô-la publicamente como um passo na direcção do totalitarismo político.

Vítimas de preconceito e ódio gayzista.



quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Evidência da natureza política do "casamento" homossexual

Os homossexuais encontram-se indiferentes aos esforços de David Cameron em favor do "casamento" homossexual, com apenas 4 em cada 10 homossexuais a acreditar que tal questão é prioritária para a sua comunidade.

Para além disto, existe um grande cepticismo em torno dos motivos do Primeiro Ministro, com metade deles a afirmar que ele apenas quer prolongar a definição de casamento de modo a que esta englobe o homossexualismo como forma de "dar uma imagem mais compassiva ao seu partido, e não porque ele tem convicções alinhadas com as suas propostas".

A esmagadora apatia em torno do "casamento" homossexual foi revelada na primeira votação online junto da comunidade LGBT em torno deste assunto. Pouco mais de 1/4 - 27% - afirmou que se "casaria" se a lei permitisse, 1% mais que o número de votantes que afirmou enveredar pela via da união civil - introduzida pelo partido Labour quando este se encontrava no poder.

Os resultados desta votação são uma desilusão enorme para o Primeiro Ministro, que está a defender o "casamento" homossexual de forma agressiva.

A pesquisa apurou que menos de metade dos inquiridos acredita no argumento do grupo activista homossexual Stonewall quando este afirma que a distinção legal entre a união civil e o casamento "perpetua a discriminação". Mais de um quarto - 26% - acredita que não há necessidade de alterar a lei porque a união civil já dá aos homossexuais os mesmos direitos. 

Cerca de 72% acredita que "o casamento centra-se mais no amor entre duas pessoas do que em educar crianças".

Estes dados espelham os comentários feitos pelo ex-Secretário da Cultura do partido Labour, Ben Bradshaw, quando este afirmou que o "casamento" homossexual não é uma prioridade para a maior parte das pessoas. Bradshaw, que se encontra numa parceria civil, disse que David Cameron estava apenas a "fazer jogos politicos" em torno do assunto à medida que ele tenta "arrastar os Conservadores para o mundo moderno pontapeando e gritando".

O Dr Austen Ivereigh, director do grupo Catholic Voices, que comissionou a sondagem, afirmou:

Pedimos à ComRes que levasse a cabo esta pesquisa importante porque sabiamos que as pessoas estavam descontentes com os planos do Governo de redefinir o casamento. O que ela (a pesquisa) mostra é que, para os homossexuais, este assunto está muito longe de ser algo que envolva os direitos humanos, igualdade ou discriminação

Os homossexuais não olham para o "casamento" como uma prioridade, colocando, no seu lugar, mais entusiasmo nas uniões civis que dão as mesmas vantagens legais
.
Ele disse que os números mostram como poucas pessoas seriam beneficiadas caso esta lei fosse oficializada. 

Não só o Governo não tem o mandato para esta medida pouco popular, como parece haver muito pouco entusiasmo junto daqueles que supostamente seriam beneficiados. Os números não mentem. 

Esta iniciativa é puramente política, sem qualquer apoio popular, mas mesmo assim terá consequências de longo alcance no estatuto legal do casamento.

Colin Hart, da Coalition for Marriage (C4M), que representa MPs (Membros do Parlamento), activistas e grupos religiosos, disse:

Esta sondagem confirma mais uma vez que apenas um pequeno grupo de pessoas está a forçar o governo a redefinir o casamento. Mesmo junto da comunidade gay, não existe maioria em torno de quem pensa que isto é uma prioridade. O cepticismo da comunidade homossexual em torno dos motivos do PM (Cameron) ecoa o ponto de vista da população no geral. 

Ben Bradshaw estava coberto de razão quando descreveu estes planos como nada mais que "jogos políticos". O Governo deveria colocar de parte estas propostas, que são profundamente pouco democráticas, e que nunca foram sujeitas à vontade do povo Britânico.
 
Mais de 543,000 pessoas assinaram uma petição da C4M que se opõe a qualquer tipo de redefinição do casamento.  


* * * * * * *
Fica mais uma vez confirmado o que é por demais aparente: o avanço da agenda gay em nada está relacionada com os anseios e desejos da dita comunidade, mas sim com o que uma elite pensa que é o caminho a seguir. Como diz o homossexual Bradshaw, o "casamento" homossexual é puro jogo político.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Confirmado: a televisão está a ser usada para avançar com uma agenda sexual específica

Se por acaso tens a sensação de que o esquerdismo degenerado que sai das nossas televisões tem como plano corroer o que resta da nossa sociedade, fica sabendo que isso não é imaginação tua.

O número de personagens gays e bissexuais dos programas encontra-se num dos pontos mais elevados de sempre, segundo afirmou a "Gay & Lesbian Alliance Against Defamation" [GLAAD].  O mesmo se passa na televisão por cabo.

A CBS recebeu palmadas na cabeça por que a "rede de televisão mais avançada."
Entre as novas séries da CBS encontra-se a série “Partners,” uma comédia em torno de dois amigos de infância e parceiros de negócios, um deles sendo gay e estando numa relação. 
A equipa de actores representa um "um autêntico e consciente esforço por parte da CBS de aumentar a sua diversidade", reportou o estudo da GLAAD.
A palavra chave é consciente. Os editores dos programas de televisão estão a usar a televisão para avançar com a agenda homossexualista.

O enorme fosso que existe entre o mundo real e o mundo apresentado pela televisão é eliminado por motivos ideológicos (e sexuais). Não é por acaso que isso é chamado de programação televisiva.


sábado, 12 de maio de 2012

Comissão Europeia: "Sim, financiamos a agenda sodomita"

Mesmo em tempos de crise, os contribuintes da União Europeia (UE) continuam a financiar o lobby homossexualista e os seus eventos-propaganda. O escândalo em torno do financiamento que a Comissão Europeia (CE) dá à ILGA-Europa, o controverso grupo-lobby homossexual com ligações a redes de pedofilia, continua.

Como os leitores deste blogue se devem lembrar, emergiu recentemente a notícia de que a CE financia cerca 70% do orçamento deste grupo de pressão: o grupo pura e simplesmente não existiria se os contribuintes não estivessem a pagar as suas instalações, as suas contas de telefone e o salário da sua equipa composta por 12 pessoas a tempo inteiro.

Na verdade, a ILGA não é uma organização não governamental, nem tem ligações com a "sociedade civil", mas é um aldeia Potemkin feita para esconder as actividades dos executivos da UE. O propósito principal é enganar o público e gerar a aparência de que existe apoio junto da sociedade civil para os seus planos de re-definição do "casamento" e da "família" de modo a incluir o homossexualismo.

Mas a UE não têm competência para legislar ou promover uma agenda política particular relativa a estes assuntos. É precisamente por isto que Konrad Szymanski, membro do parlamento Europeu, endereçou uma carta-pergunta à CE, questionando-lhes se estavam cientes que estavam a retirar verbas do orçamento da UE e canalizá-las para questões que estão claramente fora das competências da UE.

A resposta dada pela Comissária Reding, que, como Comissária da Justiça, é responsável pela questão dentro da Comissão, revela um descuido inacreditável e uma falta de responsabilidade:

A Comissão recorda que os princípios da igualdade e da não-descriminação são valores fulcrais da UE, que são garantidos pelo artigo 21 da Carta de Direitos Fundamentais da União Europeia e pelo Artigo 19 da TFEU.

A Comissão está determinada a combater a descriminação fundamentada na orientação sexual até onde os poderes conferidos à UE pelos Tratados permitirem.

A este respeito, a Comissão reconhece e respeita por inteiro as competências dos Estados-Membros em torno da lei familiar e o direito de casar e formar família.

Paralelamente, a Regulação Financeira (Article108 (1) b) concede à CE a liberdade de conceder subsídios que cobrem os custos operacionais gerais de organizações sem fins lucrativos que buscam um objectivo do interesse europeu e não projectos individuais ou campanhas.

Os propósitos da ILGA-Europe estão em sintonia com os princípios encapsulados no Artigo 19 do TFEU. Tal como qualquer outra rede activa na luta contra a descriminação, a ILGA-Europe recebeu tais subsídios operacionais segundo as regras e procedimentos do programa PROGRESS, incluindo comitologia.

Qualquer outra organização que siga estas regras pode também submeter a sua aplicação segundo um apelo relevante por proposta.

O papel da Comissão consiste em providenciar tal contribuição financeira para o funcionamento da organização beneficiária, melhorando a capacidade organizacional e reforçando as capacidades de apoio como forma de vocalizar as preocupações e expectativas das pessoas expostas a descriminação.

A implementação destas actividades e responsabilidade pelos seus resultados são da competência do beneficiário.

Sem dúvida que é bom que a UE esteja comprometida a lutar contra a descriminação, mas as campanhas em favor dos "casamentos" homossexuais levadas a cabo pela ILGA-Europe não são uma luta contra a descriminação. Esta sua luta é, na verdade, uma busca por privilégios legais e fiscais para pessoas com um certo estilo de vida decadente, à custa do resto da sociedade.

Certamente que isto não faz parte dos "poderes conferidos à UE pelos Tratados."

Além disso é um absurdo de todo o tamanho alegar que os "propósitos da ILGA-Europe estão em sintonia com os princípios encapsulados no Artigo 19 do TFEU" dado que tal provisão não fornece qualquer tipo de suporte para "casamentos" ou "famílias" sodomistas.

Mas o ponto mais alto deste absurdo é atingido quando a Comissária Reding assegura que o papel da Comissão consiste apenas em fornecer as verbas; o que o beneficiário faz com o dinheiro não é da responsabilidade da Comissão.

Será que alguém realmente acredita que a Comissão não tem responsabilidade nenhuma nas actividades duma organização cujo orçamento é 70% financiado por si?

Conclusão:

Ao mesmo tempo que a Comissão financia a ILGA-Europe, ela deliberadamente ignora o facto das actividades da mesma organização estarem fora da competência da UE. Isto é um caso sério de má gestão de verbas públicas.

Fonte

Oprimidos


sábado, 17 de março de 2012

É a elite (e não a população) quem quer avançar com a agenda homossexual

Comentador afirma que os esforços para a redefinição do casamento não estão a ser desenvolvidos pela população em si mas pela elite esquerdista que se quer sentir superior ao resto da sociedade.

Brendan O’Neill defende que o "casamento" homossexual é uma arma da elite – um teste com papel tornassol em torno dos "valores" cosmopolitas - e não uma exigência da população. É uma forma dos seus defensores "olharem de cima para baixo, com uma arrogância não diluída" para as pessoas que acreditam que o casamento é entre um homem e uma mulher, escreve O'Neill.

Ele defende que o forcing pelo "casamento" homossexual não conta com o apoio popular nem mesmo vem do desejo dos homossexuais em se "casarem". O mesmo é avançado por uma máquina política que quer assumir superioridade sobre as massas - especialmente sobre os religiosos.

Ele afirma que a falta dum debate político é "bizarro" e mostra que os seus apoiantes perseguem "sensações morais, um ímpeto de superioridade".

As suas palavras chegam numa altura em que uma nova sondagem mostra que 70% dos inquiridos não querem uma redefinição de casamento. Para além disso, uma organização popular (Coalition for Marriage) recolheu já mais de 115,000 assinaturas na sua petição em torno da oposição ao "casamento" homossexual.

Até a Igreja Anglicana, imersa que está no esquerdismo total, e na pessoa do Arcebispo Canterbury, o Dr Rowan Williams, afirmou que o casamento não deveria ser redefinido por lei.

Fonte

* * * * * * *

É precisamente por isso que os activistas homossexuais preferem que este assunto seja imposto na sociedade através dos políticos (como foi feito aqui em Portugal) do que em referendo popular. Eles estão bem cientes de que o "casamento" homossexual é do interesse dos políticos mas totalmente contra os interesses da maioria da população dos países.

Não conheço um único país onde o "casamento" homossexual tenha sido imposto por lei após consulta popular. Se souberem, partilhem.


........

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Activista homossexual: "vamos ensinar novas normas aos vossos filhos"

Antes dos activistas homossexuais se tornarem tão corajosos como o são hoje em dia, aqueles que no passado afirmaram existir uma agenda pró-homossexualismo foram tratados com desdém e qualificados de alarmistas.

Mas agora, e depois de vários anos de combate pela "igualdade" e "combate ao bullying" (que nada mais é que o ensino de homossexualismo com dinheiro público) , nós temos várias linhas de evidências que confirmam o que já se dizia no passado.

O último activista homossexual a demonstrar a existência dessa agenda política e sexual foi o editor-gerente da revista sodomita canadiana Xtra Vancouver. As suas palavras são uma enunciação clara dos planos da gaystapo canadiana para as escolas públicas.

E lembrem-se: a gaystapo trabalha por fases/etapas. O facto da gaystapo portuguesa estar num diferente estado de evolução não significa que as coisas cá não se tornem tão intolerantes como as coisas já estão no Canadá.

Na edição de 20 de Outubro de 2011 da revista Xtra, o editor da respectiva disse o seguinte na edição online:

". . . . o movimento pelos direitos dos gays está a mudar as normas no Canadá. E com isso vem uma mensagem para todos aqueles que não querem evoluir [Cristãos]: a vossa moralidade ultrapassada já não é mais aceitável, e nós [activistas homossexuais] vamos ensinar novas normas aos vossos filhos."

Captaram tudo? A gaystapo decidiu que a nossa moral Cristã está "ultrapassada" e que eles, os novos "padres", vão ter o poder estatal de ensinar aos nossos filhos que ser contra um comportamento sexual auto-destrutivo está errado.

Esta frase pode ter passado despercebida, mas esta ostentação por parte dum porta-voz dos activistas homossexuais encapsula em si aquilo que muitos conservadores e defensores da moralidade tradicional não entendem: os activistas homossexuais não são uns pobres coitados membros duma minoria que apenas quer viver a sua vida tranquilamente.

Não.

Os activistas homossexuais são pessoas muito bem colocadas junto do aparelho governamental, determinadas a alterar a nossa percepção do bem e do mal de modo a que as suas escolhas sexuais não despertem a normal revolta que provocam na maioria da população. Basicamente, eles querem mudar o coração dos nossos filhos e dos nossos netos através das "novas normas" que estão a ser impostas na sociedade.

Quem resistir, será vitimado.

Certamente que é verdade que uma larga percentagem dos homossexuais apenas quer viver a sua sexualidade sem tentar forcá-la à sociedade. Mas embora nós possamos discordar com a sua sexualidade, não são estes que constituem uma ameaça às nossas crianças e aos nossos netos.

Aqueles que querem usar as escolas como ferramentas de indoutrinação é que são a ameaça às nossas liberdades de expressão e de opinião. Estes activistas, com a ajuda dos órgãos de informação e da indústria de entretenimento, são aqueles que estão a ser bem sucedidos em mudar a nossa sociedade de uma forma que, há uma década atrás, seria totalmente impensável.

Afinal, quem é que há 10 anos, em Portugal, pensaria que um dia estaríamos a discutir a entrega de crianças inocentes a parelhas homossexuais? Isto não acontece no vazio: isto é parte dum plano político e sexual que visa destruir a estrutura familiar de modo a que as crianças sejam mais facilmente controladas pelos governos.

Lembrem-se: as crianças mais facilmente obedecem aos seus respectivos pais do que aos governos. Devido a isso, os planos do lobby sodomita são muito bem vindos pelos políticos sedentos de poder e influência.

Uma das formas de se conter esta degeneração é expo-la por aquilo que ela é: uma manobra política que usa a psicologia dos homossexuais como forma de silenciar a voz conservadora.

Modificado a partir do original

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Hillary: "todos os países precisam aprovar leis de direitos civis para os indivíduos LGBT, mesmo quando essas leis ofendem a maioria"

Se dúvidas existissem em torno da natureza fascista do movimento homossexual, Hillary Clinton dissipou-as.
Na terça-feira, Clinton disse que a promoção da aceitação mundial de “gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros” é um “dos últimos desafios de direitos humanos de nossa época”, comparando com as campanhas para acabar com a discriminação racial, sexual ou religiosa.
É escusado tentar fazer a pessoas como a Hillary Clinton que raça e comportamento sexual são esferas distintas. No entanto, as pessoas que lêem as suas palavras tem que saber isso mesmo: ninguém nasce homossexual, transgénero, bissexual, trissexual, tetrassexual ou outra coisa qualquer.

Nós nascemos macho ou fêmea; branco, ou preto, ou chinês, loiro ou ruivo, olhos grandes ou olhos pequenos, etc, etc. Isto são características inatas ao ser humano e não comportamentos que são adquiridos mais tarde.

Ela comentou que talvez a “questão mais desafiante surge quando as pessoas citam valores religiosos ou culturais como motivo para violar ou não proteger os direitos humanos de cidadãos LGBT”. Essas objecções, disse ela, “não são diferentes da justificativa oferecida para práticas violentas para com mulheres como assassinatos de honra, queimar viúvas ou mutilação genital feminina”.
Repare-se que os exemplos que esta esquerdista usou ocorrem predominantemente nos países islâmicos. Se isto é assim, porque é que quando ela viaja para esses países não trata de levantar estas questões?
Ela declarou que as “opiniões mundiais estão ainda em fase de evolução” acerca da homossexualidade assim como ocorreu com a questão da escravidão, e “o que outrora era justificado como sancionado por Deus é agora correctamente vilipendiado como violação irracional dos direitos humanos”.
Ou seja, como no passado ERRADAMENTE se apelou a "Deus" para justificar a escravatura racial, então TUDO aquilo que as pessoas defendem com apelo a Deus está igualmente errado.

Esta é a "lógica esquerdista". Não lhe passa pela cabeça que a veracidade duma posição não depende da falta de veracidade da outra. Ambas têm que estar erradas apenas e só porque a segunda interessa aos esquerdistas.

Outra coisa que convém ressalvar é que nos EUA, o partido que defendeu a escravatura com unhas e dentes foi o partido da Hillary Clinton, o partido democrata.

“Em cada um desses casos, acabamos aprendendo que nenhuma prática ou tradição [religiosa] é mais importante do que os direitos humanos que pertencem a todos nós”, disse ela.
Ou seja, NADA do que é suportado com apelo a Deus é válido; apenas o "direitos humanos" que a Hillary diz que defende é que são válidos. Notaram o fascismo?

A Hillary tem que explicar também o porquê dela pensar que os direitos humanos "pertencem a todos nós". Se Deus não existe, quem disse que os seres humanos possuem direitos inatos?

Ela insistiu em que a ONU tem a obrigação de se opor a todas as formas de violações de direitos humanos contra os homossexuais e transgéneros, desde a execução e desterro até a criminalização da “condição ou conduta” LGBT,
Feito por países muçulmanos, os mesmos que a Hillary nunca menciona.
Clinton disse que as noções de que “os gays são pedófilos, de que a homossexualidade é uma doença que se pode apanhar ou curar, ou de que os gays recrutam outros para se tornarem gays” são “simplesmente mentiras”.
Primeiro, ninguém diz que os homossexuais são pedófilos. O que se diz é que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia.

Segundo, é possível abandonar o estilo de vida homossexual.

Terceiro, os próprios homossexuais afirmam que querem recrutar outros para o seu estilo de vida.

A secretária de Estado acrescentou que todos os países precisam aprovar leis de direitos civis para os indivíduos LGBT, mesmo quando essas leis ofendem a maioria dos cidadãos de um país.

“Liderança, por definição, significa assumir posturas diante de seu povo quando necessário”, disse Clinton. “Cada um de nós é livre para crer no que escolher… Mas o progresso só vem quando as leis são mudadas”.

Repararam no fascismo sodomita? Ela diz que a agenda homossexual tem que avançar MESMO QUE SEJA CONTRA A VONTADE DA MAIORIA. Ou seja, o que a maioria pensa, para a esquerdista Hillary Clinton é irrelevante.

O mais importante para ela é avançar com a sua ideologia, mesmo que para isso tenha que passar por cima dos direitos humanos da maioria - os mesmos direitos que algumas linhas acima ela disse que queria promover.

E para informação da Hillary, liderança não significa ignorar a vontade da maioria.

O discurso apresentou cinco argumentos de que os direitos LGBT não são diferentes dos direitos humanos
São sim.
de que a homossexualidade não é exclusivamente ocidental
Ninguém disse que era, mas ela age como se fosse visto que, quando se encontra nos países islâmicos, estes assuntos não são abordados.
de que a religião não é uma defesa válida
Não apresentou nenhum motivo válido para esta posição.
de que não existe nenhum argumento sério contra a conduta sexual pública
Quem é que define o que é um "argumento sério"?
e de que todos os seres humanos têm de fazer sua parte para avançar direitos para os indivíduos LGBT.
Quer eles queiram, quer eles não queiram. A Hillary decidiu que o que a maioria pensa é irrelevante, e o que realmente importa é a agenda esquerdista/homossexual. Como tal, todos nós temos que celebrar a sodomia, mesmo que isso seja repugnante para nós.
A nova iniciativa é apenas a mais recente de uma série de medidas que o governo de Obama vem adoptando para promover, com pressões, os direitos homossexuais em outros países.
Excepto nos países islâmicos. Nesses países o Obama nem se atreve a iniciar debates e discussões em torno do "tratamento dado aos homossexuais" porque os islâmicos não lhe darão qualquer margem de manobra.

Como tal, Obama vira-se para os países africanos (Cristãos), onde ele pensa ser mais fácil impor a agenda sodomita.

Claro que isto é só fachada uma vez que Obama não preocupa minimamente com o que acontece com os homossexuais. Para ele, o importante é avançar com a sua agenda política e manter as alianças estratégicas com o bloco islâmico. Para quê danificar essas parcerias mencionando os homossexuais?

No ocidente, onde os islamitas são (por enquanto) uma minoria, e os Cristãos são uma maioria, Obama já se sente confortável para avançar com a agenda sodomita.

Mas, como dito em cima, é só uma jogada táctica até que a cultura Crista seja destruída. Depois disso, os esquerdistas vão-se ver livres dessa aliança com o lobby gay, tal como as ditaduras esquerdistas do passado ignoravam por completo os "direitos dos homossexuais".

Quantas paradas gay há na Coreia do Norte? Quantas paradas gay havia na URSS? Quantas paradas homossexuais há no Zimbabwe do socialista Mugabe?

Os representantes dos EUA na ONU avançaram uma medida se opondo à criminalização da homossexualidade no Conselho de Direitos Humanos da ONU em março que ganhou o apoio de 85 nações.
Para horror do lobby gay, a ONU é dominada por muçulmanos e africanos. Tradicionalmente, estes dois blocos têm um nojo incrível à sodomia. Como tal, os esquerdistas que apoiam o avanço da causa islâmica no mundo estão a avançar com a agenda dum dos blocos mais anti-sodomia do mundo.

A ironia é gritante.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Rede de TV católica remove apresentador de programa gayzista depois de campanha de protestos

22 de Novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — A maior rede de televisão católica do Brasil decidiu acabar com um novo programa polêmico dirigido por um famoso político socialista e gayzista.
A TV Canção Nova cancelou o programa depois de uma campanha de protesto pela internet realizada por telespectadores indignados, liderada pela conta de Twitter #CançãoNovaSemPT.
O site católico brasileiro “Sentir com a Igreja” postou charge retratando Edinho Silva sendo “defenestrado”.
O programa “Justiça e Paz”, que era transmitido semanalmente desde 3 de novembro, tinha como destaque Edinho Silva, que se anunciava como “sociólogo”, mas que é também líder do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo.
Comentaristas católicos rapidamente apontaram para o fato de que Edinho abertamente promove a agenda política gayzista, e dirige um partido que está buscando legalizar o assassinato de bebés em gestação em todo o Brasil, no nome da “saúde pública”.
Durante as eleições nacionais do ano passado, a máquina política do Edinho liderou o ataque contra os bispos católicos que buscaram alertar acerca das políticas pró-aborto do Partido dos Trabalhadores, de acordo com Wagner Moura, um dos maiores blogueiros católicos do Brasil.
“O presidente do Partido dos Trabalhadores do Estado de São Paulo é o mesmo que, em 2010, promoveu directamente a perseguição do documento da Divisão Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, o qual pede que os católicos não votem em políticos pró-aborto como a presidenta Dilma Rousseff”, escreve Moura.
“Por meio dos advogados do Partido dos Trabalhadores, o presidente foi até o Tribunal Eleitoral para impedir o prosseguimento da impressão dos documentos”, acrescenta Moura. Depois que o documento foi confiscado pelas autoridades, o ato foi declarado ilegal por um tribunal brasileiro.
A descrição do programa que agora está cancelado, chamado “Justiça e Paz”, pode ainda ser encontrada no site da Canção Nova. O programa era apresentado também pelo bispo esquerdista Demétrio Valentini, e iria “discutir temas sociais a partir da doutrina social da Igreja, contida no Catecismo da Igreja Católica. Entrarão em pauta assuntos como democracia, saúde, educação, greves, sindicatos e liberdade religiosa”.
De acordo com o activista católico brasileiro Antonio Donato, vários outros políticos foram também removidos da programação da TV Canção Nova, inclusive Gabriel Chalita, Eros Biondini, Paulo Barbosa, Myriam Rios e Lu Alckmin.
O site católico brasileiro “Sentir com a Igreja” respondeu à notícia com uma charge retratando Edinho Silva como “defenestrado” (jogado pela janela) da sede da Canção Nova por Jesus e um bispo católico.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

terça-feira, 26 de abril de 2011

Órgão sexual, uma construção social burguesa e reaccionária.

Gayzismo na Austrália: 23 "géneros" diferentes

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