quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Por algum motivo eles querem acesso às crianças
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
10 mitos avançados pelos activistas homossexuais
A minha verdade pode dizer que roubar as ferramentas do meu vizinho não está errado porque eu realmente preciso das ferramentas e ele sempre pode comprar ferramentas novas. Com isto, eu racionalizei e deu legitimidade ao meu furto, qualificando-o de "bom", visto que funcionou para mim. Eu posso manipular a verdade de modo a que ela se torne subjectiva, mas analisemos outro cenário de uma forma mais objectiva.
Eu, hoje, posso entrar num avião, voar para qualquer parte da Terra, e ser lançado de para-quedas para o meio duma tribo qualquer. Se eu corresse para junto da pessoa mais próxima e tirasse algo das suas mãos e chamasse a isso de "meu", isso seria objectivamente um roubo. Qualquer pessoa do planeta, na sua língua, diria que eu roubei.
A "minha verdade" pode defender que sair do emprego antes da hora estabelecida está certo, desde que o meu patrão nunca venha a descobrir. A minha verdade pode defender que o meu computador é uma torradeira, mas independentemente do quanto que eu acredito nisso, o computador ainda é um computador. Acreditar em algo não torna isso numa verdade porque a verdade é objectiva.
Vejamos o que os activistas homossexuais definem como verdades (aqui identificadas como "mitos") e ver o que as realidades objectivas são.
MITO #1: As pessoas nascem homossexuais.
Existem muito poucas evidências credíveis de que as pessoas nascem com o "gene homossexual" ou mesmo "pré-dispostas" para se tornarem homossexuais. Objectivamente falando, os cientistas confirmaram que gémeos idênticos [que têm o mesmo ADN] nem sempre são ambos heterossexuais, e nem ambos homossexuais. Se por acaso existisse um gene que determinasse a preferência sexual, ou o "gene homossexual", os gémeos idênticos seriam ambos homossexuais ou ambos heterossexuais em todas as ocasiões.
Análises de estudos examinando gémeos idênticos geram percentagens (de ambos os gémeos serem homossexuais) na ordem de menos de 12%. Isto significa que em 88% do tempo, os gémeos não são ambos homossexuais. Isto leva-nos a afirmar que deve existir uma variedade de factores pós-natal a contribuir para os sentimentos homossexuais.
Objectivamente falando, os pesquisadores concluíram que a auto-percepção sexual não se desenvolve até aos 18 meses. Entre os 18 e os 36 meses, a criança torna-se ciente das distinções sexuais e identifica-se mais com o mesmo ou com o sexo oposto.
Objectivamente, entre outros factores, os teóricos acreditam que a confusão sexual pode inicialmente resultar (sub-conscientemente) quando o parente do mesmo sexo está ausente [emocionalmente ou fisicamente], ou quando o parente e/ou pares do mesmo sexo da criança causam a que ela passe por reacções/traumas emocionais negativos quando estão juntos. Estes factores, entre outros, podem contribuir para um desenvolvimento posterior desta atracção homossexual. Se não acreditam em mim, podem sempre ler o livro do Dr Neil Whitehead "My Genes Made Me Do It! A Scientific Look at Sexual Orientation".
Mito #2: A única definição para uma alteração na atracção homossexual é nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo
Objectivamente, o uso desta definição não faz sentido nenhum. Qualquer pessoa que usa o seu cérebro faz percursos de memória, e mais cedo ou mais tarde ele/ela lembrar-se-á. Usar a definição "... nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo" para o entendimento de "mudança" irá alterar a definição de mudança em muitas outras situações. Por exemplo:
"Eu não fumo há mais de 10 anos, mas de vez em quando ainda penso e sinto o desejo de fumar um cigarro uma vez por dia. Mas agora que esta definição diz que eu nem posso desejar um cigarro para estar realmente curado, acho que ainda sou um fumador. Segundo esta definição, eu não posso ser um não-fumador mesmo que eu viva até aos 100 anos sem fumar cigarro algum!"
"Eu não bebo há mais de 30 anos, mas hoje pensei em beber um copito. Sou levado a concluir que não estou sóbrio visto que, enquanto eu pensar que posso gostar de beber, serei sempre um alcoólico incorrigível."
“Bem, embora me tenha apercebido que fui tratado como uma rapariga desde o princípio da minha vida, que fui constantemente violado pelo homem do lado, e fui gozado pelos meus amigos, e vim a entender que tinha feridas emocionais e físicas dos meus tempos de criança.... e mesmo que tenha trabalhado duramente para lidar com isso através da terapia, e tenha avançado com a minha vida... e embora eu tenha uma atracção sexual muito forte pela minha esposa . . . . e esteja casado e feliz, pai de 4 crianças. . . . . se eu algum dia tiver um pensamento efémero de algum homem que tenha um bom aspecto, é mais do óbvio que ainda sou homossexual e não mudei nada."O uso de tal definição de "mudança", exactamente o que muitos activistas homossexuais fazem, iria resultar no facto de muitos indivíduos que batalham com uma variedade de questões admitir que, na verdade, eles não chegaram a mudar. Isto iria incluir qualquer tipo de vício, onde a recaída durante o processo de recuperação é uma realidade. No entanto, se levarmos em conta que a mudança significa reduzir, diminuir ou atenuar a frequência e a intensidade da atracção homossexual, e o aumento da atracção heterossexual (em alguns casos, esta mudança pode ser até mais dramática visto que pode até nunca ter existido atracção heterossexual antes da terapia) então milhares de pessoas já mudaram.
Mito #3: Qualquer pessoa que diga que ele ou ela "mudou", está num estado de negação, e mais cedo ou mais tarde voltará para o estilo de vida homossexual.
Analisemos as evidências objectivas. Os testemunhos de ex-homossexuais dizem exactamente o contrário (...):
- Voice of Change
- LDS/Mormon Voices of Hope
- Parents and Friends of Ex-Gays and Gays Stories of Change
- Dennis Jernigan’s Story of Change
- Prodigal Magazine
- Homosexual Anonymous Testimonies of Change
- The Heart of the Father Ministries
- International Healing Foundation: Real Stories of Healing
- JONAH Stories of Change
- The Third Way: Homosexuality and the Catholic Church
No seu esforço de "proteger" os jovens, os activistas homossexuais frequentemente censuram a literatura que apresenta a alternativa da sua teoria "nascidos assim". Ao mesmo tempo que promovem a igualdade para os indivíduos lgbt, eles negam igualdade para qualquer pessoa que tenha um ponto de vista contrário ao seu. O seu modus operandi é o antigo tema Orwelliano:
Verdade objectiva: Censura é censura. Por mais que uma pessoa ou um grupo possam não gostar dum ponto de vista contrário ao seu, isso não lhes dá o direito de censurar. A terapia "Sexual Orientation Change Effort" (SOCE) já ajudou milhares de jovens a superar, reduzir e/ou diminuir a sua atracção homossexual. Para mais informações, vejam:: Successful Outcomes of SOCE Therapy by Dr. James Phelan.
Mito #5: Se por acaso tu falas em favor da terapia SOCE, ou se falas contra o comportamento homossexual, estás a atacar um grupo minoritário protegido (lgbt) e tens que ser processado visto que, afinal, a ciência já determinou que a homossexualidade está embutida no ser humano, como tal, disponibilizar ou apoiar a terapia SOCE para ajudar aqueles com atracção homossexual é impossível e desde logo, criminoso.
A ideia de que atacar um tópico é atacar um grupo minoritário é propaganda no seu melhor. George Orwell disse:
Verdade objectiva: Discutir um assunto como a sexualidade e apresentar pontos de vista lógicos e razoáveis não é atacar a pessoa (argumentum ad hominem). Por exemplo, muitas pessoas são ateístas. Se eu der motivos para o porquê de eu acreditar em Deus, será que isto é atacar os ateus pessoalmente? Será que eles me podem processar ou mandar a polícia prender-me? Não, eles têm que ter a liberdade para dizer o que pensam, e eu defenderei o seu direito de falar o que pensam. Certamente que eu não os processaria devido ao tipo de coisas que eles afirmam.
Mas é exactamente isto que a organização com o nome de "Southern Poverty Law Center" (SPLC) está a fazer a uma pequena organização sem fins lucrativos, "Jews Offering New Alternatives to Healing" (JONAH). Alegando que os seus ensinamentos e os seus serviços terapêuticos equivalem a Fraude do Consumidor, a SPLC recrutou vários ex-clientes mal-sucedidos da JONAH e fez-lhes uma lavagem cerebral levando-os a acreditar que eles haviam sido "prejudicados" pela sua terapia só porque eles não experimentaram a mudança que supostamente lhes foi prometida. Para mais informação, visitem o site Freedom of Conscience Defense Fund.
A liberdade de expressão e de consciência é-nos garantida pela Constituição e ela permite-nos colocar todas as cartas na mesa. Todos nós temos o direito de acreditar no que bem entendermos, e debater as ideias no mercado livre de ideias. Que a verdade vença no fim!
Mito #6: Visto que em muitos estados os homossexuais podem casar [sic] e ter o mesmo estatuto legal, as suas famílias são equivalentes às famílias heterossexuais.
Verdade objectiva e biológica: Só um homem e uma mulher podem co-criar outro ser humano, e podem dar o beneficio de ter um pai macho e uma mãe fêmea. Os "casamentos" homoeróticos não dão todas as vantagens que as crianças dos lares heterossexuais têm. Embora os activistas homossexuais apontem para um recente estudo Australiano que supostamente revela como as crianças de duplas homossexuais se saem de modo igual, ou melhor, que as crianças dos casais, o estudo foi na verdade baseado numa amostra de conveniência e não numa amostra aleatória - tal como o estudo levado a cabo por Mark Regnerus (Universidade do Texas), cujo estudo apurou que em todos os items analisados, as crianças educadas por duplas homossexuais estavam [em média] em pior condição do que as crianças dos casais. Para mais informação, clique aqui.
Mito #7: Não está certo cometer bullying contra os homossexuais, mas está perfeitamente correcto intimidar, caluniar e ridicularizar os ex-homossexuais.
Verdade objectiva: Não está certo intimidar, caluniar ou ridicularizar quem quer que seja. Uma vez que os homossexuais são muito vocais, bastante proeminentes, e sobre-representados nos média, as suas vozes soam bastante alto e de forma bem forte. Isto causa a que as personalidades mediáticas frequentemente promovam causas homossexuais, tais como o anti-bullying, a tolerância, e a promoção descarada das causas lgbt nas escolas e nos locais de trabalho.
Um exemplo disto: recentemente uma pesquisa levada a cabo pelo Chase Bank perguntou aos empregados que marcassem com "Sim" ou "Não" à pergunta se eles eram "aliados" da comunidade lgbt. Ninguém sabe o que pode acontecer com os empregados que não marcarem a "opção correcta". Muito provavelmente acabarão por ser despedidos tal como aconteceu com o antigo CEO da "Mozella Corporation" Brendan Eich, que em 2008 deu $1,000 à Proposition 8 da Califórnia, apenas para ser pressionado anos mais tarde e ser forçado a demitir-se devido à sua posição política pouco popular. (Fonte)
Ao mesmo tempo, é impensável as escolas promoverem a tolerância para os ex-homossexuais ou promover materiais que apresentam todos os lados da questão em torno da preferência sexual. Por exemplo, dois distritos escolares de Maryland têm sido abertamente hostis ao ponto de vista dos ex-homossexuais. O "Montgomery County" negou que panfletos feitos pela organização "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX) fossem distribuídos aos estudantes dentro do seu programa de distribuição sem fins lucrativos, mas permitiu que organizações lgbt promovessem as suas causas no seu distrito.
Semelhantemente, os oficiais do "Prince George’s County" em Maryland removeram o "Acception: Bullying Prevention Film and Health Curriculum" depois de terem sido pressionados por activistas homossexuais devido ao facto do mesmo conter informação que dava apoio aos alunos com atracção homossexual indesejada que desejassem alterar a sua orientação [sic] sexual.
Mito #8: A Bíblia sanciona a homossexualidade.
Verdade objectiva: Ter atracção homossexual não é pecado [ed Lucas: É sim, visto que, segundo o 10º Mandamento, toda a cobiça é pecado]. Segundo a Bíblia, agir de acordo com essa atracção é pecado. Não se pode ser morno em relação a isto visto que o Senhor Jesus disse que nos cuspiria da Sua Boca se assim agíssemos. Olhemos para o que a Bíblia diz:
Não sabeis que os injustos não hão-de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idolatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados, em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. (1 Cor 6:9-11)Embora muitos activistas homossexuais tenham tentado justificar o comportamento homossexual reinterpretando a Bíblia, os estudiosos Bíblicos rejeitaram tais teorias. Para mais informações, ler “Welcoming But Not Affirming: An Evangelical Response to Homosexuality” por Stanley Grenz.
Mito #9: Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é intolerante ou homofóbico.
Verdade objectiva: Chamar nomes é uma técnica de propaganda. Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é uma pessoa com uma visão diferente, mas isso não transforma nessa visão em "discurso de ódio". No entanto, no seu site, a SPLC continua a qualificar as organizações que se colocam contra o comportamento homossexual, incluindo o "Family Resource Council", a "American Family Association", e a "Liberty Counsel", de "grupos de ódio". Recentemente, o FBI usou o SPLC como recurso para identificar os grupos de ódios legítimos, mas actualmente deixou de usar os recursos de grupo.
Mito #10: Não se pode orar para deixar de ser homossexual
Verdade objectiva: Concordo! Não podes orar para afastar o homossexualismo. Não tens esse poder. Podes orar a Deus para que Ele te mostre o significado da tua atracção homossexual de modo a que possas resolver as questões que levaram a esse desenvolvimento. Se Deus quiser que tu mudes, isso pode acontecer.
Há esperança. O Evangelho Segundo João, capítulo 10, versículo 10, diz:
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Homossexualismo e o declive escorregadio
Um disco riscado pode, sem dúvida, tornar-se enfadonho, e eu confesso que o fluir constante de evidências que eu ofereço em torno do declive escorregadio pode-se tornar cansativo com o passar do tempo. Mas a verdade importa, e enquanto os activistas continuarem a mentir em torno destes assuntos, continuarei a tomar uma posição pública de modo a fazer com que a verdade se propague.
Parece que foi há cerca de dois dias que ressalvei mais casos em torno dos direitos da pedofilia a serem defendidos como consequência do sucesso dos direitos da homossexualidade. Bem, foi mesmo há dois dias atrás. Depois disso, falei dos académicos Ingleses que estão a tentar avançar com a pedofilia como consequência das vitórias homossexuais do passado, e agora tenho que falar dos juízes Australianos que estão também a fazer a ligação entre o sucesso dos direitos do homossexualismo com a agenda da pedofilia.
Juiz Australiano correctamente ligou os pontos e disse que se o homossexualismo é hoje totalmente aceite, então porque é que o incesto e a pedofilia não são? Sim, ele realmente disse isso. Parece que o declive escorregadio que eu e outros temos estado a avisar está a ganhar forma bem em frente aos nossos olhos diariamente.
Eis aqui a forma como a história se desenvolveu:
Ele disse ainda que o único motivo devido ao qual o incesto ainda é crime prende-se com o facto dos elevados riscos de anormalidades genéticas nas crianças nascidas de relacionamentos consanguíneo, "mas até isso é colocado de parte devido à facilidade de acesso aos contraceptivos e ao aborto".
Os seus comentários atraíram muita atenção, mas por uma variedade de motivos. Algumas pessoas ficaram zangadas por ele se ter atrevido a comparar o homossexualismo com o incesto e a pedofilia. Aos seus olhos, não há nada de mal com o homossexualismo, mas os outros dois não estão correctos. Mas eles não estão a ver o ponto principal.
O juiz não estava assim tanto a comparar estas coisas afirmando - correctamente e logicamente, creio eu - que se nós, como sociedade, normalizarmos o homossexualismo, então os mesmos argumentos podem ser usados para normalizar as outras duas coisas. Ele apenas está a dizer como é que as coisas sâo neste sentido. Existe, de facto, um declive escorregadio em operação, e é difícil criminalizar estas outras duas prácticas quando já "progredimos" em assuntos como o homossexualismo.
Ele está apenas a revelar as coisas, e a dizer o que muitos de nós temos estado a avisar há décadas: mal nós normalizamos, legalizamos e conferimos direitos especiais a um tipo de comportamento sexual aberrante, é difícil dizer não fazer o mesmo para as outras formas de desvio sexual. Não é claro se este juiz na verdade quer ver o incesto e a pedofilia aceites como normais e totalmente legais, mas o que é claro é que ele correctamente vê a ligação que muitos outros recusam-se a aceitar.
Quando nós avisamos sobre o que aconteceria se fossem conferidos direitos especiais aos homossexuais, incluindo direitos de "casamento", e como isso iria abrir ainda mais a porta, os activistas despejaram sobre nós o seu desdém e o seu menosprezo. Acusaram-nos de alarmismo e de sermos mentirosos. Ora bem, quantos mais juízes Australianos e académicos Ingleses, e muitos outros, a dizer exactamente o mesmo será necessário antes de nos apercebermos que a porta está totalmente aberta, e muito provavelmente é impossível voltar a fechar a Caixa de Pandora?
Tudo o que podemos dizer é: "Nós bem vos avisamos".
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domingo, 9 de dezembro de 2012
Gayzistas tentam forçar Cristãos a contradizer a sua fé
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| Vítimas de preconceito e ódio gayzista. |
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Evidência da natureza política do "casamento" homossexual
Para além disto, existe um grande cepticismo em torno dos motivos do Primeiro Ministro, com metade deles a afirmar que ele apenas quer prolongar a definição de casamento de modo a que esta englobe o homossexualismo como forma de "dar uma imagem mais compassiva ao seu partido, e não porque ele tem convicções alinhadas com as suas propostas".
A esmagadora apatia em torno do "casamento" homossexual foi revelada na primeira votação online junto da comunidade LGBT em torno deste assunto. Pouco mais de 1/4 - 27% - afirmou que se "casaria" se a lei permitisse, 1% mais que o número de votantes que afirmou enveredar pela via da união civil - introduzida pelo partido Labour quando este se encontrava no poder.
A pesquisa apurou que menos de metade dos inquiridos acredita no argumento do grupo activista homossexual Stonewall quando este afirma que a distinção legal entre a união civil e o casamento "perpetua a discriminação". Mais de um quarto - 26% - acredita que não há necessidade de alterar a lei porque a união civil já dá aos homossexuais os mesmos direitos.
Os homossexuais não olham para o "casamento" como uma prioridade, colocando, no seu lugar, mais entusiasmo nas uniões civis que dão as mesmas vantagens legais
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Confirmado: a televisão está a ser usada para avançar com uma agenda sexual específica
Entre as novas séries da CBS encontra-se a série “Partners,” uma comédia em torno de dois amigos de infância e parceiros de negócios, um deles sendo gay e estando numa relação.
A equipa de actores representa um "um autêntico e consciente esforço por parte da CBS de aumentar a sua diversidade", reportou o estudo da GLAAD.
O enorme fosso que existe entre o mundo real e o mundo apresentado pela televisão é eliminado por motivos ideológicos (e sexuais). Não é por acaso que isso é chamado de programação televisiva.

sábado, 12 de maio de 2012
Comissão Europeia: "Sim, financiamos a agenda sodomita"
Mesmo em tempos de crise, os contribuintes da União Europeia (UE) continuam a financiar o lobby homossexualista e os seus eventos-propaganda. O escândalo em torno do financiamento que a Comissão Europeia (CE) dá à ILGA-Europa, o controverso grupo-lobby homossexual com ligações a redes de pedofilia, continua.Como os leitores deste blogue se devem lembrar, emergiu recentemente a notícia de que a CE financia cerca 70% do orçamento deste grupo de pressão: o grupo pura e simplesmente não existiria se os contribuintes não estivessem a pagar as suas instalações, as suas contas de telefone e o salário da sua equipa composta por 12 pessoas a tempo inteiro.
Na verdade, a ILGA não é uma organização não governamental, nem tem ligações com a "sociedade civil", mas é um aldeia Potemkin feita para esconder as actividades dos executivos da UE. O propósito principal é enganar o público e gerar a aparência de que existe apoio junto da sociedade civil para os seus planos de re-definição do "casamento" e da "família" de modo a incluir o homossexualismo.
Mas a UE não têm competência para legislar ou promover uma agenda política particular relativa a estes assuntos. É precisamente por isto que Konrad Szymanski, membro do parlamento Europeu, endereçou uma carta-pergunta à CE, questionando-lhes se estavam cientes que estavam a retirar verbas do orçamento da UE e canalizá-las para questões que estão claramente fora das competências da UE.
A resposta dada pela Comissária Reding, que, como Comissária da Justiça, é responsável pela questão dentro da Comissão, revela um descuido inacreditável e uma falta de responsabilidade:
A Comissão recorda que os princípios da igualdade e da não-descriminação são valores fulcrais da UE, que são garantidos pelo artigo 21 da Carta de Direitos Fundamentais da União Europeia e pelo Artigo 19 da TFEU.
A Comissão está determinada a combater a descriminação fundamentada na orientação sexual até onde os poderes conferidos à UE pelos Tratados permitirem.
A este respeito, a Comissão reconhece e respeita por inteiro as competências dos Estados-Membros em torno da lei familiar e o direito de casar e formar família.
Paralelamente, a Regulação Financeira (Article108 (1) b) concede à CE a liberdade de conceder subsídios que cobrem os custos operacionais gerais de organizações sem fins lucrativos que buscam um objectivo do interesse europeu e não projectos individuais ou campanhas.
Os propósitos da ILGA-Europe estão em sintonia com os princípios encapsulados no Artigo 19 do TFEU. Tal como qualquer outra rede activa na luta contra a descriminação, a ILGA-Europe recebeu tais subsídios operacionais segundo as regras e procedimentos do programa PROGRESS, incluindo comitologia.
Qualquer outra organização que siga estas regras pode também submeter a sua aplicação segundo um apelo relevante por proposta.
O papel da Comissão consiste em providenciar tal contribuição financeira para o funcionamento da organização beneficiária, melhorando a capacidade organizacional e reforçando as capacidades de apoio como forma de vocalizar as preocupações e expectativas das pessoas expostas a descriminação.
A implementação destas actividades e responsabilidade pelos seus resultados são da competência do beneficiário.
Sem dúvida que é bom que a UE esteja comprometida a lutar contra a descriminação, mas as campanhas em favor dos "casamentos" homossexuais levadas a cabo pela ILGA-Europe não são uma luta contra a descriminação. Esta sua luta é, na verdade, uma busca por privilégios legais e fiscais para pessoas com um certo estilo de vida decadente, à custa do resto da sociedade.
Certamente que isto não faz parte dos "poderes conferidos à UE pelos Tratados."
Além disso é um absurdo de todo o tamanho alegar que os "propósitos da ILGA-Europe estão em sintonia com os princípios encapsulados no Artigo 19 do TFEU" dado que tal provisão não fornece qualquer tipo de suporte para "casamentos" ou "famílias" sodomistas.
Mas o ponto mais alto deste absurdo é atingido quando a Comissária Reding assegura que o papel da Comissão consiste apenas em fornecer as verbas; o que o beneficiário faz com o dinheiro não é da responsabilidade da Comissão.
Será que alguém realmente acredita que a Comissão não tem responsabilidade nenhuma nas actividades duma organização cujo orçamento é 70% financiado por si?
Conclusão:
Ao mesmo tempo que a Comissão financia a ILGA-Europe, ela deliberadamente ignora o facto das actividades da mesma organização estarem fora da competência da UE. Isto é um caso sério de má gestão de verbas públicas.
sábado, 17 de março de 2012
É a elite (e não a população) quem quer avançar com a agenda homossexual

Brendan O’Neill defende que o "casamento" homossexual é uma arma da elite – um teste com papel tornassol em torno dos "valores" cosmopolitas - e não uma exigência da população. É uma forma dos seus defensores "olharem de cima para baixo, com uma arrogância não diluída" para as pessoas que acreditam que o casamento é entre um homem e uma mulher, escreve O'Neill.
Ele defende que o forcing pelo "casamento" homossexual não conta com o apoio popular nem mesmo vem do desejo dos homossexuais em se "casarem". O mesmo é avançado por uma máquina política que quer assumir superioridade sobre as massas - especialmente sobre os religiosos.
Ele afirma que a falta dum debate político é "bizarro" e mostra que os seus apoiantes perseguem "sensações morais, um ímpeto de superioridade".
As suas palavras chegam numa altura em que uma nova sondagem mostra que 70% dos inquiridos não querem uma redefinição de casamento. Para além disso, uma organização popular (Coalition for Marriage) recolheu já mais de 115,000 assinaturas na sua petição em torno da oposição ao "casamento" homossexual.
Até a Igreja Anglicana, imersa que está no esquerdismo total, e na pessoa do Arcebispo Canterbury, o Dr Rowan Williams, afirmou que o casamento não deveria ser redefinido por lei.
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É precisamente por isso que os activistas homossexuais preferem que este assunto seja imposto na sociedade através dos políticos (como foi feito aqui em Portugal) do que em referendo popular. Eles estão bem cientes de que o "casamento" homossexual é do interesse dos políticos mas totalmente contra os interesses da maioria da população dos países.
Não conheço um único país onde o "casamento" homossexual tenha sido imposto por lei após consulta popular. Se souberem, partilhem.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Activista homossexual: "vamos ensinar novas normas aos vossos filhos"
Antes dos activistas homossexuais se tornarem tão corajosos como o são hoje em dia, aqueles que no passado afirmaram existir uma agenda pró-homossexualismo foram tratados com desdém e qualificados de alarmistas.Mas agora, e depois de vários anos de combate pela "igualdade" e "combate ao bullying" (que nada mais é que o ensino de homossexualismo com dinheiro público) , nós temos várias linhas de evidências que confirmam o que já se dizia no passado.
O último activista homossexual a demonstrar a existência dessa agenda política e sexual foi o editor-gerente da revista sodomita canadiana Xtra Vancouver. As suas palavras são uma enunciação clara dos planos da gaystapo canadiana para as escolas públicas.
E lembrem-se: a gaystapo trabalha por fases/etapas. O facto da gaystapo portuguesa estar num diferente estado de evolução não significa que as coisas cá não se tornem tão intolerantes como as coisas já estão no Canadá.
Na edição de 20 de Outubro de 2011 da revista Xtra, o editor da respectiva disse o seguinte na edição online:
". . . . o movimento pelos direitos dos gays está a mudar as normas no Canadá. E com isso vem uma mensagem para todos aqueles que não querem evoluir [Cristãos]: a vossa moralidade ultrapassada já não é mais aceitável, e nós [activistas homossexuais] vamos ensinar novas normas aos vossos filhos."
Captaram tudo? A gaystapo decidiu que a nossa moral Cristã está "ultrapassada" e que eles, os novos "padres", vão ter o poder estatal de ensinar aos nossos filhos que ser contra um comportamento sexual auto-destrutivo está errado.
Esta frase pode ter passado despercebida, mas esta ostentação por parte dum porta-voz dos activistas homossexuais encapsula em si aquilo que muitos conservadores e defensores da moralidade tradicional não entendem: os activistas homossexuais não são uns pobres coitados membros duma minoria que apenas quer viver a sua vida tranquilamente.
Não.
Os activistas homossexuais são pessoas muito bem colocadas junto do aparelho governamental, determinadas a alterar a nossa percepção do bem e do mal de modo a que as suas escolhas sexuais não despertem a normal revolta que provocam na maioria da população. Basicamente, eles querem mudar o coração dos nossos filhos e dos nossos netos através das "novas normas" que estão a ser impostas na sociedade.
Quem resistir, será vitimado.
Certamente que é verdade que uma larga percentagem dos homossexuais apenas quer viver a sua sexualidade sem tentar forcá-la à sociedade. Mas embora nós possamos discordar com a sua sexualidade, não são estes que constituem uma ameaça às nossas crianças e aos nossos netos.
Aqueles que querem usar as escolas como ferramentas de indoutrinação é que são a ameaça às nossas liberdades de expressão e de opinião. Estes activistas, com a ajuda dos órgãos de informação e da indústria de entretenimento, são aqueles que estão a ser bem sucedidos em mudar a nossa sociedade de uma forma que, há uma década atrás, seria totalmente impensável.
Afinal, quem é que há 10 anos, em Portugal, pensaria que um dia estaríamos a discutir a entrega de crianças inocentes a parelhas homossexuais? Isto não acontece no vazio: isto é parte dum plano político e sexual que visa destruir a estrutura familiar de modo a que as crianças sejam mais facilmente controladas pelos governos.
Lembrem-se: as crianças mais facilmente obedecem aos seus respectivos pais do que aos governos. Devido a isso, os planos do lobby sodomita são muito bem vindos pelos políticos sedentos de poder e influência.
Uma das formas de se conter esta degeneração é expo-la por aquilo que ela é: uma manobra política que usa a psicologia dos homossexuais como forma de silenciar a voz conservadora.
Modificado a partir do original
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Hillary: "todos os países precisam aprovar leis de direitos civis para os indivíduos LGBT, mesmo quando essas leis ofendem a maioria"
Na terça-feira, Clinton disse que a promoção da aceitação mundial de “gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros” é um “dos últimos desafios de direitos humanos de nossa época”, comparando com as campanhas para acabar com a discriminação racial, sexual ou religiosa.É escusado tentar fazer a pessoas como a Hillary Clinton que raça e comportamento sexual são esferas distintas. No entanto, as pessoas que lêem as suas palavras tem que saber isso mesmo: ninguém nasce homossexual, transgénero, bissexual, trissexual, tetrassexual ou outra coisa qualquer.
Nós nascemos macho ou fêmea; branco, ou preto, ou chinês, loiro ou ruivo, olhos grandes ou olhos pequenos, etc, etc. Isto são características inatas ao ser humano e não comportamentos que são adquiridos mais tarde.
Ela comentou que talvez a “questão mais desafiante surge quando as pessoas citam valores religiosos ou culturais como motivo para violar ou não proteger os direitos humanos de cidadãos LGBT”. Essas objecções, disse ela, “não são diferentes da justificativa oferecida para práticas violentas para com mulheres como assassinatos de honra, queimar viúvas ou mutilação genital feminina”.Repare-se que os exemplos que esta esquerdista usou ocorrem predominantemente nos países islâmicos. Se isto é assim, porque é que quando ela viaja para esses países não trata de levantar estas questões?
Ela declarou que as “opiniões mundiais estão ainda em fase de evolução” acerca da homossexualidade assim como ocorreu com a questão da escravidão, e “o que outrora era justificado como sancionado por Deus é agora correctamente vilipendiado como violação irracional dos direitos humanos”.Ou seja, como no passado ERRADAMENTE se apelou a "Deus" para justificar a escravatura racial, então TUDO aquilo que as pessoas defendem com apelo a Deus está igualmente errado.
Esta é a "lógica esquerdista". Não lhe passa pela cabeça que a veracidade duma posição não depende da falta de veracidade da outra. Ambas têm que estar erradas apenas e só porque a segunda interessa aos esquerdistas.
Outra coisa que convém ressalvar é que nos EUA, o partido que defendeu a escravatura com unhas e dentes foi o partido da Hillary Clinton, o partido democrata.
“Em cada um desses casos, acabamos aprendendo que nenhuma prática ou tradição [religiosa] é mais importante do que os direitos humanos que pertencem a todos nós”, disse ela.
A Hillary tem que explicar também o porquê dela pensar que os direitos humanos "pertencem a todos nós". Se Deus não existe, quem disse que os seres humanos possuem direitos inatos?
Ela insistiu em que a ONU tem a obrigação de se opor a todas as formas de violações de direitos humanos contra os homossexuais e transgéneros, desde a execução e desterro até a criminalização da “condição ou conduta” LGBT,Feito por países muçulmanos, os mesmos que a Hillary nunca menciona.
Clinton disse que as noções de que “os gays são pedófilos, de que a homossexualidade é uma doença que se pode apanhar ou curar, ou de que os gays recrutam outros para se tornarem gays” são “simplesmente mentiras”.Primeiro, ninguém diz que os homossexuais são pedófilos. O que se diz é que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia.
Segundo, é possível abandonar o estilo de vida homossexual.
Terceiro, os próprios homossexuais afirmam que querem recrutar outros para o seu estilo de vida.
A secretária de Estado acrescentou que todos os países precisam aprovar leis de direitos civis para os indivíduos LGBT, mesmo quando essas leis ofendem a maioria dos cidadãos de um país.Repararam no fascismo sodomita? Ela diz que a agenda homossexual tem que avançar MESMO QUE SEJA CONTRA A VONTADE DA MAIORIA. Ou seja, o que a maioria pensa, para a esquerdista Hillary Clinton é irrelevante.“Liderança, por definição, significa assumir posturas diante de seu povo quando necessário”, disse Clinton. “Cada um de nós é livre para crer no que escolher… Mas o progresso só vem quando as leis são mudadas”.
O mais importante para ela é avançar com a sua ideologia, mesmo que para isso tenha que passar por cima dos direitos humanos da maioria - os mesmos direitos que algumas linhas acima ela disse que queria promover.
E para informação da Hillary, liderança não significa ignorar a vontade da maioria.
O discurso apresentou cinco argumentos de que os direitos LGBT não são diferentes dos direitos humanosSão sim.
de que a homossexualidade não é exclusivamente ocidentalNinguém disse que era, mas ela age como se fosse visto que, quando se encontra nos países islâmicos, estes assuntos não são abordados.
de que a religião não é uma defesa válidaNão apresentou nenhum motivo válido para esta posição.
de que não existe nenhum argumento sério contra a conduta sexual públicaQuem é que define o que é um "argumento sério"?
e de que todos os seres humanos têm de fazer sua parte para avançar direitos para os indivíduos LGBT.Quer eles queiram, quer eles não queiram. A Hillary decidiu que o que a maioria pensa é irrelevante, e o que realmente importa é a agenda esquerdista/homossexual. Como tal, todos nós temos que celebrar a sodomia, mesmo que isso seja repugnante para nós.
A nova iniciativa é apenas a mais recente de uma série de medidas que o governo de Obama vem adoptando para promover, com pressões, os direitos homossexuais em outros países.Excepto nos países islâmicos. Nesses países o Obama nem se atreve a iniciar debates e discussões em torno do "tratamento dado aos homossexuais" porque os islâmicos não lhe darão qualquer margem de manobra.
Como tal, Obama vira-se para os países africanos (Cristãos), onde ele pensa ser mais fácil impor a agenda sodomita.
Claro que isto é só fachada uma vez que Obama não preocupa minimamente com o que acontece com os homossexuais. Para ele, o importante é avançar com a sua agenda política e manter as alianças estratégicas com o bloco islâmico. Para quê danificar essas parcerias mencionando os homossexuais?
No ocidente, onde os islamitas são (por enquanto) uma minoria, e os Cristãos são uma maioria, Obama já se sente confortável para avançar com a agenda sodomita.
Mas, como dito em cima, é só uma jogada táctica até que a cultura Crista seja destruída. Depois disso, os esquerdistas vão-se ver livres dessa aliança com o lobby gay, tal como as ditaduras esquerdistas do passado ignoravam por completo os "direitos dos homossexuais".
Quantas paradas gay há na Coreia do Norte? Quantas paradas gay havia na URSS? Quantas paradas homossexuais há no Zimbabwe do socialista Mugabe?
Os representantes dos EUA na ONU avançaram uma medida se opondo à criminalização da homossexualidade no Conselho de Direitos Humanos da ONU em março que ganhou o apoio de 85 nações.Para horror do lobby gay, a ONU é dominada por muçulmanos e africanos. Tradicionalmente, estes dois blocos têm um nojo incrível à sodomia. Como tal, os esquerdistas que apoiam o avanço da causa islâmica no mundo estão a avançar com a agenda dum dos blocos mais anti-sodomia do mundo.
A ironia é gritante.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Rede de TV católica remove apresentador de programa gayzista depois de campanha de protestos
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| O site católico brasileiro “Sentir com a Igreja” postou charge retratando Edinho Silva sendo “defenestrado”. |
terça-feira, 26 de abril de 2011
Órgão sexual, uma construção social burguesa e reaccionária.
Gayzismo na Austrália: 23 "géneros" diferentes
Entra a Comissão de Direitos Humanos Australiana com alguns excitantes novos desenvolvimentos. Em um documento extraordinário intitulado Proteção Contra a Discriminação com base na orientação sexual e sexo e / ou identidade de género, a AHRC (Australian Human Rights Commission) surgiu com mais uma lista de "géneros" (...). Até à data (pelo tempo que você ler isso, a família de sexualidades da AHRC pode ter aumentado e multiplicado), estes são: transgénero, trans, transexual, intersexo, agênero, andrógino, cross dresser (homem que só veste roupas de mulher e vice-versa), drag king, drag queen, género fluído, genderqueer, intergénero, neutrois, pansexual, pan-género, terceiro género, terceiro sexo, sistergirl e brotherboy. (Não, eu não sei o que "neutrois" significa).
Assim, se nós adicionarmos estes géneros à lista LGBTQ nós obteremos 23 no total, sem mencionar as divisões dentro do grupo transgénero. Para propósitos de relações públicas, entretanto, a comunidade de "género" agora se identifica como LGBTQI (o I significa "intersexo"). Em vez de abreviar, eu acho que eles deveriam adicionar todas as outras letras do alfabeto, pois então nós todos sentiríamos protegidos e não discriminados.
Uma vez que o governo passar a legislação proposta, presumivelmente negócios serão requeridos a prover casas de banho destinados para cada um dos géneros, e as unidades da Oportunidades Iguais de Identidade de Gênero (EOGI) assegurarão cumprimento à legislação federal.
O fato é que, em direito internacional, a única definição vinculante de género está contida no Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, que afirma: "... o termo 'género' se refere aos dois sexos, masculino e feminino, dentro do contexto da sociedade. O termo 'género' não indica qualquer significado diferente da definição acima".
Durante as negociações, a União Europeia e os seus apoiadores simultaneamente afirmaram que o género é uma construção social fluida, mas também tentaram tranquilizar os países antiquados com um "nós sabemos qual é a definição". Um delegado rejeitou a explicação da UE ao retrucar: "Se realmente não é um problema, então por que não podemos simplesmente afirmar o que significa [i.e, homem e mulher]?"
Debates sobre o género são perenes na ONU, embora as mulheres mundo tenham necessidades mais urgentes - como oferta de água potável, boas estradas, eletricidade e cuidados de saúde materna.
(...)
No entanto, cotas e casas de banho separadas não são suficientes para a verdadeira igualdade. A activista australiana Katrina Fox, que em 2008 co-editou um livro chamado Pessoas Trans no amor, escreveu um emotivo artigo para a Australian Broadcasting Commission recentemente intitulado "O casamento precisa de se redefinir". Nele, ela esclarece como todas as fronteiras de género em relação ao casamento devem ser removidas. "Uma opção mais inclusiva", ela começa, "é permitir que os indivíduos se casem independentemente do seu sexo ou género, incluindo aqueles que se identificam como não tendo qualquer sexo ou género, ou cujo sexo possa ser indeterminado".
"Indeterminado"? Não é possível encaixar todo mundo em um dos 23 gêneros que a AHRC listou até agora? Mas, felizmente, Katrina Fox tem alguns limites. Mais adiante no artigo ela escreve: "Eu não estou sugerindo que nós fossemos tão longe para sancionar pessoas se casando com objetos inanimados, como a mulher alemã que se casou com o Muro de Berlim e foi totalmente devastada quando o seu 'marido' foi destruído em 1989..."
Eu nunca percebi que alguém realmente amava o muro de Berlim e que, quando o presidente Reagan disse: "Derrube esse muro, Sr. Gorbachev," ele estava tentando destruir um casamento. »
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| A realidade é cruel demais para a ideologia LGTBQIAZIFHJKCXPTO.... |
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