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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ucrânia em vias de proibir a promoção do homossexualismo


Em primeira votação, o parlamento da Ucrânia foi favorável à proibição da disseminação de informações sobre homossexualidade, justificando que o avanço da homossexualidade é ameaça à segurança nacional

Na passada Terça-Feira dia 2 de Outubro, o parlamento ucraniano deu o primeiro passo para a aprovação duma lei que tornará ilegal promover o homossexualismo. O projecto de lei, que passou na primeira de duas votações constata que a promoção desse comportamento é uma ameaça à segurança nacional.

O autor do projeto afirmou em nota que, ao promover uma atitude tolerante perante as relações entre pessoas do mesmo sexo, os média contrariam os interesses da sociedade e do estado. “O avanço da homossexualidade constitui uma ameaça à segurança nacional, pois leva à epidemia de HIV/AIDS, destrói a instituição da família e pode iniciar uma crise demográfica”, escreveu o redactor.

A lei depende da assinatura do presidente Viktor Yanukovich para entrar em vigor. Se for aprovada, o código penal da Ucrânia será alterado para punir pessoas condenadas por importar, produzir ou divulgar produtos que promovam o homossexualismo. A pena pode ir até cinco anos de encarceramento.

Uma pesquisa de opinião de 2011 revelou que 78% dos ucranianos vê o homossexualismo como algo negativo. Com eleições parlamentares marcadas dia 28 de Outubro, o projecto de lei pode ser uma tentativa dos parlamentares para agradar eleitores.

A organização de defesa de direitos humanos Human Rights Watch, baseada nos EUA, emitiu um comunicado afirmando que "a proibição da disseminação de produtos e publicações relacionadas à orientação sexual e identidade de género irá restringir o acesso a informações sobre saúde, redes de apoio e actividades sociais para um número incontável de cidadãos da Ucrânia".

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Resumindo, cerca de 4/5 da população ucraniana é contra o comportamento homossexual, mas uma organização esquerdista americana acha que os ucranianos têm que deixar que a propaganda homossexual circule livremente nesse mesmo país.

Seria interessante saber se esta mesma organização tem planos para emitir comunicados condenando as execuções sumárias de homossexuais levadas a cabo nos países islâmicos.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Grupos homossexualistas internacionais enraivecidos com proposta de lei ucraniana que visa banir propaganda homossexual

Parlamentares ucranianos re-submeteram uma proposta de lei que visa ilegalizar a promoção do homossexualismo em público, acto que causou que os grupos homossexualistas internacionais - bem como os seus financiadores e os seus simpatizantes nos órgãos de informação - se revoltassem.

Um dos homens que apoia a proposta de lei disse que a crescente aceitação do homossexualismo no Ocidente "não é uma evolução mas uma degradação". A proposta visa banir a promoção do homossexualismo nos programas de televisão e nos filmes, bem como proibir os eventos públicos em torno do "orgulho gay." Segundo o que o co-autor Pavlo Ungurian MP (Membro do Parlamento) declarou numa conferência de imprensa, a mesma [a proposta de lei] tem como objectivo preservar "a saúde moral, espiritual e física da nação."

Não somos contra os homossexuais; no entanto, não partilhamos dos seus valores. . . . Temos que por término à propaganda, à descrição positiva e a publicidade deste estilo de vida anormal.

Crê-se que a medida tem o apoio do Presidente Viktor Yanukovych, cujo representante parlamentar, Yuri Meroshnichenko, se encontra a apoiá-la publicamente. Esta medida surge no seguimento do cancelamento do evento "orgulho gay" em Kiev devido a receios de violência.

Os grupos homossexualistas emitiram comunicados de imprensa condenando o gesto - condenação essa que foi amplamente citada pelos órgãos de informação internacionais. O grupo com sede em Bruxelas "ILGA Europe" qualificou a medida de "ataque" e um "regresso à Idade Média." Anastasia Zhivkova, porta-voz da ILGA e activista pelos "direitos" dos homossexuais, disse que a legislação nada mais é que

. . . discriminação com o apoio do governo. Uma grande parte da nossa vida permanece na sombra. Durante esse tempo, nós passamos a nossa vida a balancear entre ser um rejeitado ou ser um criminoso.

As sondagens confirmam as alegações dos activistas homossexuais quando estes afirmam que o homossexualismo não é amplamente aceite na Europe do Leste e nem nas antigas repúblicas da URSS. Uma sondagem de 2007 levada a cabo pela Angus Reid Global Monitor apurou que 81.3% dos ucranianos acreditam que as relações homossexuais "nunca são aceitáveis," 13% afirma que "só às vezes são aceitáveis," e apenas 5,7% defende que "são aceitáveis."

Eventos em torno do "orgulho gay", incluindo a parada, têm sido levados a cabo em Kiev desde 2003, embora no ano passado tenha ocorrido uma contra-demonstração que resultou na interrupção da parada. Uma coligação de grupos Cristãos, incluindo a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa bem como grupos mais pequenos como os Adventistas do Sétimo Dia e os Baptistas, apelaram ao governo que proíbisse estas demonstrações.

Entre os apoiantes da proposta de lei encontram-se os MPs Yevhen Tsarkov (Partido Comunista), Yulia Kovalevska ("Party of Regions"), Kateryna Lukyanova (NU-NS), e Taras Chornovil ("Reforms for the Future"). Um dos líderes do grupo "Amor Contra a Homossexualidade", o jornalista de Kiev Ruslan Kukharchuk, afirmou aos média que a proposta de lei não visa restringir a liberdade de expressão dos média.

No que toca às paradas gay, as alegações serão levantadas inicialmente contra os organizadores dos mesmos, e não contra os jornalistas que os reportam.

Cerca de 100,000 assinaturas em apoio da medida foram recolhidas junto do público. Kukharchuk acrescentou ainda que "Hoje, em vésperas de eleições, apelamos às forças políticas que declarem de forma conclusiva a sua posição em torno deste assunto."

Kukharchuk começou a sua oposição à promoção do homossexualismo em 2003 quando impediu a realização dum evento de lésbicas em Kiev. O seu grupo defende que o homossexualismo é uma desordem mental e que aqueles que padecem da mesma deveriam receber ajuda psicológico. Numa entrevista, ele disse que "a depravação é má para a segurança nacional" e que a mesma têm contribuído para a propagação do HIV e da SIDA

Isso [o homossexualismo] contribui para a crise demográfica que está a ocorrer na Europa, fragiliza a família e as famílias, as famílias tradicionais, formam a base de qualquer nação.

Falando para a "Natalia Antonova of Global Comment" em 2009, Kukharchuk lançou avisos contra os avanços do movimento político homossexualista que ele diz estarem a impor "uma ditadura de ideias."

Leiam as notícias. Para onde quer que olhes, no Ocidente, alguém está a ser desgraçado por ter dito algo contra os gays. Vão-me desculpar, mas não é assim que as coisas funcionam. Eu deveria ser livre para dizer o que eu bem entender. É assim que funciona a democracia.

Fonte

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Seria de esperar que os grupos homossexualistas ucranianos e internacionais respeitam os desejos da maioria local, mas pelos vistos, não é isso que vai acontecer.

sábado, 19 de maio de 2012

Will Smith mostra como lidar com activistas


Eis a reacção dum homem comum quando um homossexualista lhe tenta beijar.

O actor norte-americano Will Smith esbofeteou um repórter ucraniano que o tentou beijar antes da estreia em Moscovo do filme ‘Homens de Negro III’ na noite de sexta-feira.

O repórter Vitalii Sediuk do canal ucraniano ‘1+1’ interpelou Will Smith na passadeira vermelha, colocou a sua mão no ombro do actor e tentou beijá-lo.

O actor conseguiu empurrá-lo e bateu-lhe ligeiramente na cara com a parte de trás da sua mão.



Smith mostrou-se chocado com o comportamento do repórter durante a estreia na capital russa.

O filme chega aos cinemas nacionais na próxima quinta-feira.

Fonte

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