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sábado, 28 de dezembro de 2013

Uganda no caminho certo?

O parlamento do Uganda aprovou uma lei que impõe penas mais duras para quem levar a cabo actos homossexuais, incluindo a prisão perpétua para alguns transgressores.

David Bahati, o legislador responsável pela lei, louvou a adopção da lei como uma vitória contra o "mal" no Uganda, um país profundamente religioso que adoptou o Cristianismo evangélico ao estilo Americano.

A lei não inclui a pena de morte, tal como o tinha para "actos homossexuais agravados" quando ela foi inicialmente posta em discussão, em 2009. Em vez disso, aqueles apanhados envolvidos em actos homossexuais pela segunda vez, bem como actos homossexuais onde um dos parceiros é menor ou se encontre infectado com o HIV, enfrentará uma prisão perpétua. Uma proposta que visava uma pena reduzida de 14 anos foi rejeitada pelos MP (Membros do Parlamento), que em vez disso mantiveram a pena de prisão perpétua.

Esta lei, que o Presidente Obama (defensor do gayzismo) qualificou de "odiosa", tem agora que receber a aprovação final por parte de Yoweri Museveni, o presidente do Uganda.

Tal como em muitos países africanos, os actos homossexuais são universalmente rejeitados e olhados com repugnância. Para além disso, os activistas homossexuais alegam que os "homossexuais do Uganda enfrentam assédio, violência e ameaças de morte". Frank Mugisha, um dos activistas homossexuais mais proeminentes do Uganda, disse ao The Telegraph que existe "pânico" dentro da comunidade gay e lésbica do país.

Sinto-me ofendido pelo facto dos membros do parlamento terem aprovado esta lei de uma forma tão ignorante. Ela foi apressada e não foi alvo de escrutínio. Estou preocupado com o que pode acontecer com a minha comunidade.

O homossexualismo já era ilegal no Uganda durante o período colonial, mas o sr. Bahati alegou que penas mais duras eram necessárias como forma de conter a influência dos homossexuais provenientes dos países Ocidentais.

Isto é uma vitória para o Uganda e eu fico satisfeito com o facto do parlamento ter votado contra este mal. Uma vez que somos uma nação que teme a Deus, valorizamos a vida de uma forma holística. E foi precisamente por isso que os membros do parlamento aprovaram esta lei, independentemente do que o mundo externo pensa.

Rebecca Kadaga, a porta-voz do parlamento, prometeu durante o ano passado que a lei seria aprovada como um "presente de Natal" para os Ugandenses.

O Tribunal Europeu da Justiça determinou em Novembro deste ano que o medo do aprisionamento por motivos de homossexualismo nos países Africanos, incluindo o Uganda, era motivo suficiente para pedir asilo aos países Europeus.

No ano de 2011 um proeminente activista homossexual chamado David Kato foi espancado até à morte na sua casa depois dum jornal ter publicado fotos e nomes de homossexuais ugandenses sob o título "Enforquem-nos". Veio-se a saber mais tarde que David Kato foi assassinado pelo seu parceiro homossexual, um prostituto cujos "serviços sexuais" Kato havia requisitado. Aparentemente, Kato recusou-se a pagar pelos "serviços" e o prostituto matou-o.

Fonte: The Telegraph.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Lésbica escocesa experimenta um bocado da famosa "tolerância" dos activistas homossexuais

Ruth Davidson é a líder do partido Conservador no Parlamento Nacional Escocês. Para além disso, ela é também lésbica. Mas quando ela foi receber um prémio atribuído pelo agressivo e extremista grupo de pressão activista homossexual "Stonewall", o sorriso transformou-se em rosnar e dentes foram  exibidos.

A senhora Davidson encontrava-se nesse lugar para ser chamada de "heroína" por todos os esforços desenvolvidos em prol dos homossexuais escoceses. No entanto, ela usou a oportunidade que lhe foi entregue por altura do discurso de aceitação para se manifestar contra o costume do grupo Stonewall de entregar um prémio com o nome de “Bigot of the Year” ["Intolerante do Ano"].

A última pessoa a ser "premiada" com este título foi o líder dos Católicos escoceses, o Cardeal Keith O’Brien. “Uma das áreas com a qual eu não concordo com a Stonewall é a necessidade de chamar as pessoas de 'intolerantes'," afirmou ela.

Ela continuou:

Isto está pura e simplesmente errado. O argumento em favor da igualdade é muito melhor representado demonstrando o tipo de generosidade, tolerância e amor que queremos ver neste mundo. Existem muitas vozes neste debate, e tal como eu respeitosamente expresso a minha sincera opinião de que se deveria extender o casamento para as duplas do mesmo sexo, também respeito aqueles com uma opinião diferente da minha.

O resultado? As pessoas presentes gritaram contra ela, assobiaram-na e disseram coisas como "Traidora!” ao mesmo tempo que batiam com os pés no chão como forma de abafar o som da sua voz. 

Houve até alguém que sugeriu que ela fosse lançada para fora, ou que o seu prémio fosse retirado.

Que acto tão civil e livre de preconceito. Quem é que são os intolerantes mesmo?


Fonte

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Gayzismo russo com os dias contados?

Nove regiões russas já aprovaram legislação a proibir a propaganda homossexual entre menores. O Parlamento russo quer aprovar agora uma lei à escala nacional.

O Parlamento russo está a considerar a aprovação de uma lei nacional para banir a propaganda homossexual entre menores. A Duma está a considerar a aplicação da nova lei, a nível nacional, a partir de 19 de Dezembro.

Segundo avança o jornal britânico "The Guardian", Igor Kochetkov, presidente da estação televisiva russa LGBT, afirma que "esta é uma politica ilegal de repressão", adiantando que "é uma estranha coincidência que esta lei esteja "congelada" até 19 de dezembro, quando a 17 de Dezembro de 1933, as autoridades soviéticas declararam ilegais as relações sexuais entre homens". Para Kochetkov, os homossexuais ainda são "como extraterrestres para a sociedade russa e, de vez em quando, ainda ouvimos a mesma retórica", diz.

Kochetkov afirma que a lei federal "segue uma lógica fascista", dividindo as pessoas entre "válidas e não válidas". A LGBT já recordara o aumento do número de ataques contra homossexuais no país desde que foram aprovadas as leis regionais e Kochetkov afirma que agora as coisas irão agravar-se com uma lei á escala nacional.

Os proponentes da lei argumentam que esta visa proteger os menores e as crianças, promovendo os valores familiares.



Fonte

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Na Rússia o activismo gay não é  necessário, e como tal, o mesmo é controlado como forma de manter a ordem social. Se por acaso o governo russo quisesse desestabilizar a sociedade, eles seguiriam os mesmos passos que os governos europeus seguem, financiando o lobby gay.

Aparentemente, os activistas homossexuais não sabem que o seu movimento tem um prazo de validade.




domingo, 23 de setembro de 2012

Parlamento australiano rejeita destruição da definição de casamento

 
 
O Parlamento Australiano rejeitou de modo maciço as tentativas de legalizar o "casamento" homossexual em duas votações decisivas. Os MPs (Membros do Parlamento) votaram contra a redefinição do casamento  (98 contra 42 votos) ao mesmo tempo que uma medida similar foi derrotada no Senado (41 contra 26).

A PM (Primeira-Ministra) Australiana Julia Gillard era pessoalmente contra a redefinição do casamento mas  concedeu permissão aos membros do seu Partido Labor para votar segundo a sua consciência.

O líder do grupo "Australian Christian Lobby", Jim Wallace,  disse que o Parlamento havia expressado um ponto de vista decisivo em torno do assunto.

Já estamos todos fartos deste debate. Tem sido uma das campanhas mais efervescentes que eu pessoalmente já assisti, e a mesma tem demonizado muitas boas pessoas publicamente, tais como o psicólogo chefe de Victoria, Kuravilla George, que perdeu o seu emprego como membro da "Victoria’s Equal Opportunity Commission" apenas e só por dar o seu apoio ao casamento.

Os apoiantes do "casamento" homossexual estavam desiludidos. Anthony Albanese, ministro governamental, afirmou:

Acho que algures num futuro próximo o nosso parlamento irá estar em sintonia com a opinião comunitária, tal como aconteceu com os outros tópicos. . . . . Quando a igualdade no casamento finalmente chegar, as pessoas vão-se questionar do porquê todo este frenesim




quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Grupos homossexualistas internacionais enraivecidos com proposta de lei ucraniana que visa banir propaganda homossexual

Parlamentares ucranianos re-submeteram uma proposta de lei que visa ilegalizar a promoção do homossexualismo em público, acto que causou que os grupos homossexualistas internacionais - bem como os seus financiadores e os seus simpatizantes nos órgãos de informação - se revoltassem.

Um dos homens que apoia a proposta de lei disse que a crescente aceitação do homossexualismo no Ocidente "não é uma evolução mas uma degradação". A proposta visa banir a promoção do homossexualismo nos programas de televisão e nos filmes, bem como proibir os eventos públicos em torno do "orgulho gay." Segundo o que o co-autor Pavlo Ungurian MP (Membro do Parlamento) declarou numa conferência de imprensa, a mesma [a proposta de lei] tem como objectivo preservar "a saúde moral, espiritual e física da nação."

Não somos contra os homossexuais; no entanto, não partilhamos dos seus valores. . . . Temos que por término à propaganda, à descrição positiva e a publicidade deste estilo de vida anormal.

Crê-se que a medida tem o apoio do Presidente Viktor Yanukovych, cujo representante parlamentar, Yuri Meroshnichenko, se encontra a apoiá-la publicamente. Esta medida surge no seguimento do cancelamento do evento "orgulho gay" em Kiev devido a receios de violência.

Os grupos homossexualistas emitiram comunicados de imprensa condenando o gesto - condenação essa que foi amplamente citada pelos órgãos de informação internacionais. O grupo com sede em Bruxelas "ILGA Europe" qualificou a medida de "ataque" e um "regresso à Idade Média." Anastasia Zhivkova, porta-voz da ILGA e activista pelos "direitos" dos homossexuais, disse que a legislação nada mais é que

. . . discriminação com o apoio do governo. Uma grande parte da nossa vida permanece na sombra. Durante esse tempo, nós passamos a nossa vida a balancear entre ser um rejeitado ou ser um criminoso.

As sondagens confirmam as alegações dos activistas homossexuais quando estes afirmam que o homossexualismo não é amplamente aceite na Europe do Leste e nem nas antigas repúblicas da URSS. Uma sondagem de 2007 levada a cabo pela Angus Reid Global Monitor apurou que 81.3% dos ucranianos acreditam que as relações homossexuais "nunca são aceitáveis," 13% afirma que "só às vezes são aceitáveis," e apenas 5,7% defende que "são aceitáveis."

Eventos em torno do "orgulho gay", incluindo a parada, têm sido levados a cabo em Kiev desde 2003, embora no ano passado tenha ocorrido uma contra-demonstração que resultou na interrupção da parada. Uma coligação de grupos Cristãos, incluindo a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa bem como grupos mais pequenos como os Adventistas do Sétimo Dia e os Baptistas, apelaram ao governo que proíbisse estas demonstrações.

Entre os apoiantes da proposta de lei encontram-se os MPs Yevhen Tsarkov (Partido Comunista), Yulia Kovalevska ("Party of Regions"), Kateryna Lukyanova (NU-NS), e Taras Chornovil ("Reforms for the Future"). Um dos líderes do grupo "Amor Contra a Homossexualidade", o jornalista de Kiev Ruslan Kukharchuk, afirmou aos média que a proposta de lei não visa restringir a liberdade de expressão dos média.

No que toca às paradas gay, as alegações serão levantadas inicialmente contra os organizadores dos mesmos, e não contra os jornalistas que os reportam.

Cerca de 100,000 assinaturas em apoio da medida foram recolhidas junto do público. Kukharchuk acrescentou ainda que "Hoje, em vésperas de eleições, apelamos às forças políticas que declarem de forma conclusiva a sua posição em torno deste assunto."

Kukharchuk começou a sua oposição à promoção do homossexualismo em 2003 quando impediu a realização dum evento de lésbicas em Kiev. O seu grupo defende que o homossexualismo é uma desordem mental e que aqueles que padecem da mesma deveriam receber ajuda psicológico. Numa entrevista, ele disse que "a depravação é má para a segurança nacional" e que a mesma têm contribuído para a propagação do HIV e da SIDA

Isso [o homossexualismo] contribui para a crise demográfica que está a ocorrer na Europa, fragiliza a família e as famílias, as famílias tradicionais, formam a base de qualquer nação.

Falando para a "Natalia Antonova of Global Comment" em 2009, Kukharchuk lançou avisos contra os avanços do movimento político homossexualista que ele diz estarem a impor "uma ditadura de ideias."

Leiam as notícias. Para onde quer que olhes, no Ocidente, alguém está a ser desgraçado por ter dito algo contra os gays. Vão-me desculpar, mas não é assim que as coisas funcionam. Eu deveria ser livre para dizer o que eu bem entender. É assim que funciona a democracia.

Fonte

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Seria de esperar que os grupos homossexualistas ucranianos e internacionais respeitam os desejos da maioria local, mas pelos vistos, não é isso que vai acontecer.

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