domingo, 25 de março de 2012

Homossexual é morto na esquina onde se prostituía

Um homossexual foi assassinado com três tiros na madrugada deste sábado (24) em Fortaleza. O crime ocorreu no cruzamento das ruas Oscar Araripe com Maria Júlia, no bairro Bom Jardim. A vítima foi Samuel Ferreira do Nascimento, de 22 anos.

De acordo com informação de populares, ele era travesti e se prostituía na esquina em que foi morto. Até o momento, a polícia não tem conhecimento de nenhum suspeito, nem das motivações do homicídio.

O caso será investigado pela Divisão de Homicídios e Protecção à Pessoa (DHPP).

Fonte.

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Muitas das pessoas cuja morte é usada para avançar com medidas criadas para "acabar com a homofobia" (seja lá qual for a definição de "homofobia" usada esta semana) são mortas não por serem homossexuais mas por se encontrarem em locais onde qualquer outra pessoa seria também morta. As mortes que são causadas exclusivamente por motivos de ódio aos homossexuais são uma ínfima minoria das mortes anuais.

Como diz o filósofo Católico Olavo de Carvalho, não faz sentido nenhum destruir as normas sociais - em vigência desde o aparecimento do Homem na Terra - como forma de dar término à algo tão ínfimo como o assassinato de pessoas por motivos de escolha sexual.

Não quer isto dizer que não se deve lutar para acabar com a morte de pessoas por motivos de orientação sexual. Isto quer dizer, sim, que as medidas que estão a ser tomadas tendo em vista tal fim não são as correctas.

Há algum tipo de estudo que confirme a tese de que o ódio aos homossexuais - que é algo infinitesimal no ocidente, repito - pode ser terminado com a introdução de kits gays ou indoutrinação homossexual nas escolas públicas?

Se é preciso legislação estatal com o propósito de indoutrinar crianças alheias com material "didáctico" preparado por pessoas politicamente interessadas no avanço da agenda sexual do lobby gay, como forma de acabar a violência contra os homossexuais, que tipo de material "didáctico" vai ser disseminado entre a comunidade homossexual como forma de dar término a desproporcional violência que ocorre entre os mesmos? (Alguma dessa violência entre homossexuais é verdadeiramente perturbadora.)

Mais grave ainda é o facto dos activistas homossexuais concentrarem os seus esforços de "combate a homofobia" no Ocidente, tradicionalmente mais tolerante, e não nos países islâmicos onde os homossexuais são enforcados publicamente.

Isto demonstra de forma clara que os activistas homossexuais não se preocupam com a vida dos homossexuais, mas sim usam-nos para avançar com a sua política sexual e social.

Hotel exclusivamente para homens

São Paulo ganhará, no dia 30 de Abril, um hotel dedicado exclusivamente ao público gay masculino que visita a capital. O Chilli Pepper Single Hotel ficará num prédio de 2,3 mil metros quadrados na Largo do Arouche, 610, no centro, onde antes funcionava uma agência bancária.

Com a proposta de aliar lazer e hospedagem rápida ao público homossexual, ele terá uma regra clara: mulheres, mesmos as lésbicas, não entram. Segundo o empresário do sector hoteleiro e jornalista Douglas Drumond, de 40 anos, o conceito do local é preencher lacunas existente hoje na rede de hotéis da cidade, que na sua visão, ainda não atende bem os gays.

Não existe nenhum hotel ‘gay friendly’ em São Paulo, nem durante a Parada (do Orgulho GLBT)”, diz ele, que é presidente da Câmara de Comércio LGBT e conselheiro da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (Cads), vinculada à Secretaria de Participação e Parceria do Município.

Vindo de uma família que já lidava com hotelaria, em Belo Horizonte, Drumond diz que só se sente confortável em um hotel na cidade – o Intercontinental, nos Jardins. Depois de anos observando o tratamento dado aos gays no Brasil e no mundo, resolveu fazer algo a respeito.

O estopim para levar o projecto adiante ocorreu no ano passado, depois do fechamento da Sauna 269, nos Jardins, conhecida como um dos mais tradicionais redutos de homossexuais da cidade. A sauna foi fechada em Julho, porque a proprietária pediu o imóvel de volta.

Um mês depois, Drumond comprou um prédio do banco HSBC, aproveitando-se de sua localização: o Largo do Arouche já é tradicionalmente frequentado pelo público gay. O edifício de três andares foi comprado por R$ 5 milhões e outros R$ 2,8 estão sendo investidos, inicialmente, em reformas do hotel, que ainda tem dois terços para ser concluído.

Com três andares, ele terá visual “tecnológico”, segundo Drumond, que diz ter se inspirado em hotéis japoneses. Serão 113 quartos modulares, “caixas” individuais de madeira de 2 metros por 1,60, sem teto, com cama de solteiro e televisão de LCD, com diária estimada em R$ 120.

Haverá ainda duas suítes com banheiros privativos e três presidenciais, com custo estimado em R$ 1,5 mil. Quem não quiser pernoitar, como visitantes da Parada Gay, poderá alugar um armário no térreo por R$ 60 para deixar suas coisas, com direito a banho.

O ambiente interno deverá lembrar um avião, com cores que imitam as da companhia aérea espanhola Ibéria – preto, amarelo, cinza e laranja –, televisores espalhados e som abafado pelo ar-condicionado, que deve reduzir a falta de privacidade causada pela ausência de tecto dos quartos menores.

A iluminação será indireta e no tom âmbar e haverá requintes valorizados pelo público gay, como aromatização do ambiente com essência de capim limão. Apesar disso, afirma Drumond, o ambiente não será hostil a heterossexuais, que têm entrada liberada. “Eles devem ser 20% do público”, diz Drumond, que acredita existir um nicho de homens que não se importará de estar num ambiente gay, onde se pode nadar ou pegar uma sauna nu.

Para dar conta dos mais animados e evitar constrangimentos, haverá 40 cabines no segundo andar para encontros íntimos. O Chilli Pepper deve ter cerca de 60 funcionários directos, divididos igualmente entre gays, transexuais e héteros, que devem ficar na manutenção.

Mulheres poderão trabalhar no hotel, mas não frequentá-lo. “O atendimento é direccionado para o público masculino. Se vier uma mulher, não será bem atendida, então não deixo ela entrar. Prefiro atender bem.

Fonte - Via

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Sem dúvidas que o lobby feminista vai iniciar um processo crime contra este óbvio caso de descriminação contra as mulheres. Ou não?

Onde se lê "se vier uma mulher, não será bem atendida", substituam "mulher" por "negro", "judeu", "deficiente" ou outra minoria qualquer para verem como isto é um óbvio caso de intolerância e descriminação.

Porque é que o lobby gay pactua com descriminação feita por homens homossexuais mas ao mesmo tempo afirma ser contra a "descriminação"?

Onde estão a feministas quando as mulheres precisam delas? Ou será que a aliança política entre feministas e lobby gay é mais importante que combater o preconceito contra mulheres?

Como é cada vez mais óbvio, os grupos que se alinham com a esquerda militante são os grupos mais preconceituosos e discriminadores que existem nas sociedades ocidentais. No entanto, como é uma descriminação que ajuda o esquerdismo, as mesmas pessoas que se insurgem cada vez que o sangue dos homens homossexuais é justificadamente rejeitado pelos bancos de sangue, ficam silenciosas quando os mesmos homossexuais se recusam a assistir mulheres.

Esquerdismo, o teu nome é hipocrisia.

sábado, 24 de março de 2012

É proibido criticar o homossexualismo na Suécia


O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) declarou recentemente que os 4 suecos que foram condenados sob acusação de "discurso de ódio" não viram os seus direitos em torno da liberdade de expressão violados.

Em 2004 os quatro homens, com idades compreendidas entre os 19 e os 24 anos, distribuíram pelos cacifos estudantis cerca de 100 panfletos que se referiam ao homossexualismo como "tendência sexual depravada" que tem "efeitos morais devastadores na estrutura da sociedade" e é responsável pela epidemia de HIV e SIDA.

As autoridades escolares "pediram" que eles abandonassem as instalações escolares. Mais tarde foram acusados de promover "discurso de ódio".

Em 2006 o Supremo Tribunal sueco condenou os quatro sob acusações de agitarem uma comunidade minoritária e pelo facto dos estudantes não terem tido a hipótese de recusar os panfletos. O Tribunal deu-lhes penas suspensas e multas que iam de 200 a 2,000 krona ($265 a $2,650).

No ano seguinte os homens levaram o seu caso ao TEDH alegando que a decisão violava a sua liberdade de expressão. O tribunal qualificou a queixa de "inadmissível por estar manifestamente infundada".

Fonte

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A liberdade de expressão termina onde começam os interesses dos marxistas culturais. O homossexualismo é sacrossanto para o movimento revolucionário visto que com ele pode-se mandar abaixo a estrutura do casamento e com ele, toda a ordem social.

Depois de tudo destruído, os marxistas culturais tomam o poder como forma de "restaurar a ordem".

Nem é preciso dizer isto, mas se os ditos panfletos tivessem artigos ofensivos para o Cristianismo, os 4 homens nunca seriam condenados por esse acto.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Homossexuais detidos após serem apanhados a ter relações num barco


Dois turistas norte-americanos foram detidos pelas autoridades da República Dominicana por serem apanhados a ter relações sexuais num cruzeiro.

Sobre os dois homens, de 41 e 43 anos, recaem agora acusações de exibição indecente e sodomia.

Os turistas participavam num cruzeiro para gays quando concretizaram o acto, mas foram apanhados por alguém, que chamou os denunciou às autoridades, escreve o JN.

A sodomia é crime na República Dominicana. Os homens incorrem numa pena que vai desde o pagamento de uma multa de cerca de 279 euros até seis meses de cadeia.

Fonte

quinta-feira, 22 de março de 2012

Jair Bolsonaro doa sangue e diz que gays têm 17 vezes mais chances de ter AIDS

Durante o programa “CQC”, da Band, exibido na última segunda-feira (19), o deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ) não pôde participar da campanha de doação de sangue por ser homossexual.

Jean explicou que existe uma portaria do Ministério da Saúde que impede a doação por parte de homens que tiveram no último um ano de suas vidas relações sexuais com outros homens.

Já o deputado Jair Bolsonaro, que também foi convidado e doou sangue, destacou que “o sangue dele (Jean) tem 17 vezes mais chance de ter HIV do que o meu”.

Bolsonaro falou ainda sobre seu projecto de lei que pretende criar um banco de sangue gay.

Fonte

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Excelente sugestão. Uma vez que os sodomitas têm uma incidência maior de DST, e como eles querem doar sangue, o melhor é que o seu sangue fique entre eles. O resto da população agradece.

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