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quarta-feira, 20 de maio de 2015

É a ciência, estúpido!

Por JOÃO MIGUEL TAVARES

Não é aceitável fingir que não existe um problema e desatar a lançar a cartada homofóbica sem analisar minimamente o que está em causa.

Como imaginam, o que nunca me falta todas as semanas é gente a discordar de mim, e muitas vezes por boas razões. Mas o nível de destrambelhamento das reacções ao meu texto sobre a impossibilidade de os gays doarem sangue foi tão elevado que me sinto obrigado a regressar ao tema.

Se as reacções em matilha nunca devem muito à inteligência, aquelas que confundem questões médicas sérias com combates ideológicos são, além de estúpidas, perigosas. Praticamente ninguém se deu ao trabalho de parar 30 segundos para pensar no que estava a dizer ou justificar as razões da sua discordância com algo mais do que o batido argumento homofóbico. Para alguém, como eu, que defendeu publicamente o casamento gay e a co-adopção por casais homossexuais, a acusação é indecente e bizarra.

Miguel Vale de Almeida chegou a resumir no seu Facebook o meu texto da seguinte forma: “No fundo, [ele] diz que eu pertenço a uma subespécie. Deve ser o Homo Sapiens Homo.” Na verdade, a ter de escolher uma subespécie para Miguel Vale de Almeida, eu optaria pelo Homo Sapiens Brutus: a proibição de os gays (ou, para ser mais exacto, de os homens que têm sexo com homens) doarem sangue, seja indefinidamente seja através da exigência de abstinência sexual superior a um ano, está em vigor em países como a Alemanha, a França, o Reino Unido, a Suécia, a Dinamarca, a Finlândia, a Noruega, a Holanda, o Canadá, os Estados Unidos, a Austrália, e muitos, muitos mais. Há excepções, como a Espanha, mas perante tal lista, que inclui alguns dos países mais liberais do mundo, dificilmente alguém com dois dedos de testa poderá achar que a principal justificação para tal proibição é uma homofobia galopante.

No último surveillance report europeu sobre VIH/sida da OMS, encontramos os seguintes dados de 2013, respeitantes a Portugal: 330 novos indivíduos infectados por MSM (“men who have sex with men”) e 665 através de relações heterossexuais. Muita gente chegou então à brilhante conclusão de que estes números demonstravam que a incidência de contágio era o dobro nos heterossexuais, esquecendo um pequeno detalhe: a dimensão dos dois grupos. Se considerarmos os homossexuais masculinos 5% da população portuguesa, isso significa que a probabilidade de infecção por MSM é dez vezes superior à probabilidade de infecção por contacto heterossexual.  

E quando olhamos para a evolução dos números de novos contágios ao longo dos últimos anos, o que encontramos é isto: 1273 infecções por relações hétero em 2004, contra 260 infecções por MSM no mesmo ano. E no caso de contágio devido à toxicodependência: 608 em 2004 contra 78 em 2013. Ou seja, no intervalo de uma década, o contágio VIH hétero caiu para metade, o contágio devido ao uso de drogas diminuiu 87%, e o contágio por MSM aumentou 27%. Repito: aumentou 27% quando todos os outros caíram. Razão: à medida que a mortalidade por sida diminui, os comportamentos de risco entre gays tendem a aumentar.

Ora, a infecciologia trabalha com dados estatísticos, que valorizam grupos em detrimento de comportamentos individuais, pela razão óbvia de que uns são muito mais estáveis do que os outros. O inquérito é só um dos meios de despistagem. Donde, se há aqui alguma fobia, é em relação à ciência. Mais uma vez: nada disto significa que a questão da doação não mereça ser discutida. Claro que merece. O que não é aceitável é fingir que não existe um problema e desatar a lançar a cartada homofóbica sem analisar minimamente o que está em causa.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Sangue, gays e discriminação

Por JOÃO MIGUEL TAVARES

Criar um novo negacionismo médico em função da orientação sexual é uma péssima ideia.

Nós vivemos num país onde a homossexualidade só deixou de ser crime em 1982, e onde os homossexuais ainda são vítimas de inadmissíveis preconceitos. Mas se lutar contra esses preconceitos é uma obrigação, convém que o combate à discriminação não seja cego, sobretudo quando o assunto em causa é a transmissão do VIH.

Atacar o presidente do Instituto Português do Sangue por este ter afirmado no Parlamento que está definido como factor de exclusão para a dádiva de sangue “ser um homem que tem sexo com homens” não é lutar contra o preconceito — é um reflexo pavloviano que inverte direitos (o direito fundamental em causa não é dar sangue mas sim receber o sangue mais seguro possível), apouca questões científicas e saca da pistola só porque se está a falar de um tratamento diferenciado entre gays e heteros.

Ora, esta questão ou é científica ou não é uma questão. Não se trata aqui de debater política, filosofia, direito de minorias ou sociologia: ou há razões médicas legítimas para considerar os homossexuais masculinos um grupo de risco no que à transmissão do VIH diz respeito, ou a proibição de alguém ser discriminado devido às suas práticas sexuais é obviamente inadmissível. 

A questão que deve ser colocada, portanto, é esta: há ou não razões médicas atendíveis para que essa discriminação se mantenha? Havendo uma janela imunológica em que é possível o VIH estar presente sem ser detectado pelas análises, há ou não mais probabilidades de um gay estar infectado do que um heterossexual?

Para estas perguntas não há respostas gay friendly ou unfriendly. Interessa tanto para aqui as convicções políticas e sociais de cada um como eu saber se o cirurgião que me vai operar às varizes vota no CDS-PP ou no Bloco de Esquerda.

É por isso que convém fazer notar aos campeões da antidiscriminação que esta prática do Instituto Português do Sangue está em vigor em inúmeros países ditos civilizados, e que ela só pode ser avaliada através de uma análise quantitativa e qualitativa das infecções por VIH em cada país. 

Ora, que eu saiba, os números mais recentes são os que constam no surveillance report VIH/sida de 2013 da OMS, e eles não oferecem dúvidas quanto à prevalência dos contágios MSM (“men who have sex with men”), que o relatório considera ser ainda hoje “o modo predominante de transmissão” do VIH na União Europeia. 

Sei também que estes números não coincidem com outros que pululam por blogues e redes sociais, mas a bem da literacia matemática, deixo duas notas: 
1) mesmo nos estudos em que o número de contágios heterossexuais supera o número de contágios MSM (sublinhe-se que não há qualquer problema com lésbicas), convém tomar em conta a enorme diferença na dimensão das duas comunidades;  
2) o argumento de que os heterossexuais também praticam sexo anal é muito coxo, porque o praticam menos (mais opções à disposição) e porque o fazem no seio de uma comunidade proporcionalmente menos exposta ao VIH.
É claro que se os meios de diagnóstico melhorarem até à eliminação dos falsos negativos, se a qualidade dos inquéritos atingir a perfeição ou se as estatísticas demonstrarem uma diminuição dos contágios MSM que torne as actuais medidas desproporcionadas, a proibição que impede os gays de doar sangue deve ser eliminada.

Mas, em qualquer dos casos, enfrente-se esta questão com dados científicos, e não com bandeirinhas arco-íris. Criar um novo negacionismo médico em função da orientação sexual é uma péssima ideia.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

SIDA: Mais infecções em jovens gays e bissexuais

Dados provisórios divulgados pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge mostram uma elevada percentagem de infecções em pessoas heterossexuais de meia-idade, mas um aumento de novos diagnósticos de infecção por VIH em jovens do sexo masculino que tiveram relações sexuais com outros homens.

Metade destes homens tinha 32 anos ou menos na data do diagnóstico, alertaram hoje, Dia Mundial de Luta Contra a Sida, as associações Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero (ILGA) e a associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes (rede ex aequo). 

Estes dados, notam as organizações, alertam para a especial vulnerabilidade de jovens gays ou bissexuais, sendo que, consideram, “a própria experiência da discriminação em função da orientação sexual continua a limitar a força da sua construção identitária e a ser um obstáculo a uma eficaz educação para a saúde”

Portugal é o terceiro país da União Europeia (UE) com maior taxa de casos de SIDA, quer em termos de prevalência, quer em termos de incidência. Quase três casos por dia de infecção por VIH/SIDA foram diagnosticados no ano passado no país, num total de 1.089 novas situações.

Por outro lado, segundo o Núcleo de Estudos da Infecção ao VIH da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, mais de 60% dos diagnósticos são realizados tardiamente, o que põe em causa a eficácia dos tratamentos, o bem-estar de doentes, a sua qualidade de vida e a própria incidência da infecção. 

A redução do número de pessoas não diagnosticadas só acontecerá quando o rastreio da infecção pelo VIH se tornar parte integrada dos cuidados de saúde”, consideram ainda a ILGA e a ex aequo.


* * * * * * *
Eu tenho outra sugestão: que tal se a ilga militasse contra um comportamento que claramente aumenta o risco de contágio?

O que causa o aumento das taxas de contágio entre os homoeróticos não é “a própria experiência da discriminação em função da orientação sexual" mas sim o facto desse estilo de comportamento sexual ser clinicamente auto-destrutivo.







domingo, 21 de setembro de 2014

Confissões dum homossexual recuperado

Numa das maiores pesquisas levadas a cabo junto dos homossexuais Ingleses, os pesquisadores da Cambridge University apuraram que 12% das lésbicas e quase 19% das mulheres bissexuais reportaram problemas mentais, comparadas com as 6% das mulheres heterossexuais.  Enquanto isso, 11% dos homens homossexuais e 15% dos homens bissexuais reportaram problemas, comparados aos 5% dos homens heterossexuais.

Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários.

O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.

Temos que garantir, ao mesmo tempo, que os médicos reconheçam as necessidades das minorias sexuais, e também que essas minorias tenham a experiência de tratamento que os outros pacientes.

Fonte

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Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
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Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que os homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.

Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos, e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.

As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável do número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra Mundial. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais  susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.

O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novas nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar.

Quanto mais o homem se encontra nele, ou quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter mais problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.

A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Dentro homossexualismo masculino não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"].

Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.

A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.

A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.

Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.

Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.

Poucas palavras são partilhadas com os seus parceiros sexuais visto ser entendido, a um nível subconsciente, que eles não querem a ilusão da masculina dos outros destruída. A experiência já lhes ensinou que eles sentirão repulsa ou serão rejeitados, e como tal, as suas vidas têm que ser sempre fantasias solitárias.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Abusado por 3 homossexuais


"Fui abusado sexualmente por um grupo de homossexuais e estou com vergonha, sem saber o que fazer! (16 anos)?

Ontem eu fui passear com meus amigos, fomos ao shopping e depois de umas 20 hrs resolvemos ir para casa, como era perto da minha casa eu resolvi ir a pé e só.

Passando pela praça um grupo de três jovens, aparentemente heteros me pediram para eu ir até eles para fazer um favor. Fui e eles me puxaram pela camisa e me levaram para um lugar inóspito.

Ouvi frases como: "Que boy magia mais belo! Vou come-lo! Que garoto mais sexy!" Mais me senti constrangido, e me obrigaram a fazer sexo mesmo eu sem querer, me ameaçando matar-me a facadas.

Fiz pois não tinha opções e estou com vergonha de contar o corrido, ninguém sabe ainda. Felizmente não estou com dores nem hematomas mas estou constrangido. O que devo fazer?"

Fonte: http://ow.ly/pPI3k

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Os gays valentões


«Em Barcelona, o Papa foi recebido por um grupo de gays-tão-gays: este esquadrão de valentões começou a dar beijinhos repenicados à frente do Papa-móbil. Como é óbvio, esta bravura soft porn era uma espécie de protesto grupal contra as posições da Igreja na questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Aqueles gays-tão-gays estavam, no fundo, a dar pulinhos corporativos, como que a dizer “olhem para nós, camaradas, olhem para nós, vejam como nós somos tão livres e corajosos perante o tirano que veste de branco. Olhem, olhem”.

Toda esta cena tem sérios problemas. Em primeiro lugar, é uma triste demonstração de exibicionismo sexual. Se eu demonstrar o meu “orgulho heterossexual”, corro o risco de ser acusado de “machista” ou “marialva”, mas se um gay demonstrar o seu “orgulho gay”, ah, é logo considerado um bravo libertador, um pensador da liberdade. Beija o teu homem à frente do Papa e serás considerado um Kant em potência, eis um belo slogan para o “orgulho gay”. Depois, vamos lá ver uma coisa: o que é isso de “orgulho gay”? Se o desejo homossexual é tão natural como o desejo heterossexual, porque razão aquelas pessoas têm orgulho numa coisa que é natural? Se o desejo é natural, então a parte do “orgulho” não faz sentido.  

Em segundo lugar, estas atitudes revelam uma profunda intolerância. Aquelas pessoas querem o quê? Querem que o Papa diga que o casamento gay é a melhor coisa do mundo? Meus amigos, o Papa e os católicos têm o direito às suas opiniões. Os católicos têm o direito de dizer que o casamento gay não devia ser legal. As opiniões são livres. No fundo, aqueles gays não toleram a ideia de alguém a pensar de forma diferente da sua. É sempre assim: os auto-proclamados donos da tolerância têm uma estranha atracção pela intolerância.

Em terceiro lugar, estas demonstrações contra a – suposta – homofobia do Papa revelam uma profunda hipocrisia. Se quisessem mesmo lutar contra a homofobia motivada por líderes religiosos, estes gays podiam ir dar beijinhos para as portas das mesquitas (estou certo de que existem mesquitas em Espanha). 

Na Europa, as tais “comunidades muçulmanas” são rainhas e senhoras da homofobia. Portanto, a pergunta tem uma lógica cristalina: por que razão estes gays valentões não vão dar beijinhos à frente das mesquitas? Ide, valentes. Ide dar beijinhos ao pé do senhor imã.»


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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Sida atinge gays cada vez mais cedo

Os homens que têm sexo com outros homens são infectados com VIH/Sida cada vez mais cedo.

De acordo com dados divulgados nesta tarde de sexta-feira pela Direcção Geral de Saúde, a idade média da infecção entre os homossexuais e bissexuais ocorria aos 36 anos, em 1990, enquanto que em 2012 a idade baixou para os 32 anos.

No total, 70% das infecções no género masculino, na faixa etária entre os 30 e 34 anos, ocorrem entre homossexuais. Os homens que têm sexo com outros homens são 65% dos casos entre os 25 e 29 anos. E na faixa etária dos 20 aos 24 anos representam 45%.

A transmissão da infecção nos homossexuais aumentou 33% entre 2005 e 2011, revela o relatório sobre a situação do VIH/Sida em Portugal em 2012.

Dados oficiais referem que a transmissão da infecção através das relações sexuais em homens que têm sexo com homens atinge hoje 25% do total de casos notificados.

António Diniz, a propósito dos '30 anos do VIH/SIDA em Portugal' e do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, que se assinala domingo, referiu a necessidade de obter respostas com urgência.

Precisamos saber porque é que estas pessoas se voltaram a infectar e isso implica sabermos que pessoas são, como é que elas encaram a infecção VIH e de que forma é que a adquiriram para podermos traçar estratégias, quer seja de prevenção, quer seja de diagnóstico”, explicou o director do Programa Nacional para a Infecção do VIH/SIDA.

Fonte

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Homossexualismo e as drogas

O Departamento de Saúde Britânico afirma que existem evidências anedóticas provenientes das clínicas de Londres de que o uso de drogas recreativas, ou drogas de clubes por parte do homens homossexuais, pode estar ligado ao aumento das taxas de infecção com o HIV. Para além disso, o Departamento avisou que "as elevadas taxas de transmissão ainda persistem".

No princípio deste mês, o "National AIDS Trust" (NAT) avisou que, de modo crescente, os homens homossexuais têm usado novas substâncias, tais como a N-metilanfetamina (inglês: "crystal meth"), mefedrona, e o GHB/GBL [gama-butirolactona], ao mesmo tempo que partilham agulhas no contexto do comportamento sexual arriscado.

Num dos centros de tratamento para pessoas dependentes de substâncias, 85% dos homens homossexuais reportou usar uma ou mais destas 3 drogas mencionadas em  cima, comparados com os 3% em  2005.

Novas pesquisas publicadas hoje no "The Lancet" revelam que tem havido um crescimento acentuado no número de homens bissexuais e homossexuais que foram positivamente testados com o HIV.

Em Janeiro de 2013, pensava-se que 1,296 novas infecções de HIV haviam sido detectadas em Londres entre os homens que têm sexo com outros homens (MSM = "Men who have sex with men") durante o ano de 2011; mas dados mais recentes provenientes da Public Health England (PHE), reflectindo a mais recente informação submetida pelos serviços da saúde sexual, actualizaram este número de 2011 para 1,420 novas infecções.

Os dados mais recentes em relação ao ano de 2102 registaram 1,720 novas infecções, um aumento de 21% em relação aos número de 2011. No entanto, tomando como base a forma como os dados foram actualizados durante os anos passados, o número final de 2012 pode muito bem aumentar para 1,999 ou mais. O aumento dos testes de detecção do HIV podem explicar algum deste aumento, levando em conta que se realizaram 43,404 testes junto dos MSM durante o ano passado.

Valerie Delpech, responsável máxima pela monitorização do HIV no Public Health England, disse:

Os dados mais recentes demonstram que o aumento dos diagnósticos de ano para ano continuaram durante o ano de 2012, com um aumento vincado em Londres. AS boas notícias são que o aumento dos testes nos anos mais recentes podem explicar algum deste aumento das novas contaminações entre os homens homossexuais, no entanto a incidência do aumento observado revela que as elevada taxas de contaminação continuam.

Fonte

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O gayzismo é uma imposição da elite e não um "progresso" natural da sociedade

No Taiwan, cerca de 200,000 pessoas marcharam em frente às instalações do Presidente, protestando contra a lei que iria permitir às duplas homoeróticas "casar" e adoptar.

Ann Huang, de 40 anos e falando para a Focus Taiwan, disse, "Deus criou o ser humano como macho e fêmea. Apenas a união entre o homem e a mulher pode criar a próxima geração, e a habilidade de gerar descendência é uma função importante da família."

Os protestantes, que eram maioritariamente de famílias com os seus filhos, tinham consigo sinais onde se podia ler coisas tais como "Feito pelo Pai e pela Mãe", "Defendam o Casamento", e "Oponham-se à emenda ao Código Civil Artigo 972" (a lei actual que afirma que o casamento é entre um homem e um mulher).

O evento foi organizado pela "Coligação para a Felicidade da Nossa Próxima Geração", e um dos fundadores, Yu Yen-hung, disse:

Estamos preocupados que esta ideia da formação familiar alternativa confuda as crianças em termos de educação e identidade sexual.... Como tal, decidimos levantar oposição e lutar contra esta proposta de lei que irá afectar a próxima geração.

A organização disse que qualquer alteração à definição de casamento deve vir das pessoas através dum referendo, mas o grupo "Taiwan Alliance to Promote Civil Partnership Rights" - o grupo responsável por avançar com a proposta duma modificação à definição de casamento - disse que não quer que a emenda seja alvo dum referendo uma vez que a lei actual envolve "a restrição e negação de direitos básicos às minorias".

O presidente do Partido Control, Wang Chien-shien, marchou silenciosamente com os protestantes, afirmando que embora ele "respeite e apoie os homossexuais," ele teme que a emenda às leis do casamento "afectem o saudável sistema de casamento e as famílias saudáveis, que são os fundamentos dum país estável," reportou o The China Post.

No dia 29 de Novembro o partido Kuomintang (KMT), que se encontra no poder, deu uma conferência de imprensa apelando a um adiamento a revisão da emenda. O porta-voz do KMT, Lin Te-fu, reportou o seguinte ao Want China Times:

O KMT não se opõe aos gays e às lésbicas e nós queremos que eles sejam tratados de forma legal e que os seus direitos humanos sejam protegidos. Mas temos que ser mais cuidadosos quando se trata das nossas virtudes tradicionais que se centram nas nossas famílias.

O Taiwan é o último duma série de nações e estados que se têm tornado alvos por parte dos activistas homossexuais tendo em vista a alteração social radical, pese embora o facto de tais planos sempre encontrarem forte oposição e resistência por parte da sociedade. Há bem pouco tempo, a legislatura do Hawai forçou a proposta de lei tendo em vista a redefinição do casamento, embora cerca de 10,000 pessoas se tenham manifestado contra isso - uma das maiores manifestações alguma vez registadas na política estatal - enviando uma  mensagem clara de oposição poucos dias antes, na capital de Oahu.

Brian Camenker, presidente do grupo pró-família MassResistence e falando da situação do Hawai, declarou:

Raras vezes uma tal oposição pública a uma proposta de lei foi tão flagrantemente ignorada pelos políticos.... Foi preciso muita arrogância por parte da classe politica para ignorar estas pessoas.

Em Abril último a Assembleia Nacional Francesa - com o apoio dos Socialistas do presidente François Hollande - votou para legalizar o pseudo-casamento homoerótico apesar dos enormes protestos levados a cabo por centenas de milhares de cidadãos. Em Janeiro o governo ignorou cerca de 1 milhão de pessoas que demonstraram em Paris contra a redefinição de casamento.

O Reino Unido aprovou a sua lei em torno do pseudo-casamento homoerótico em Julho último sob o Partido Conservador de David Cameron. A lei foi forçada e imposta no país apesar duma petição com 500,000assinaturas e apesar das divisões internas que ocorreram no partido de Cameron, que os críticos qualificaram de “ a maior rebelião Tory dos tempos modernos”.

Histórias semelhantes em torno da imposição governamental do "casamento" homoerótico na sociedade ocorreram na EscóciaTasmâniaNova Zelândia, e Estónia.

LifeSite News

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Notícias como esta demonstram que o "casamento" homerótico não é "inevitável" e nem é um desenvolvimento natural da sociedade, mas sim algo que a elite governamental (com o apoio do Grande Capital) impõe nos países e nas sociedades. Quando uma pessoa se opõe ao pseudo-casamento homoerótico, ela não está a atacar as liberdades individuais dos homossexuais, mas sim a lutar em favor da sobrevivência da sua civilização.

domingo, 24 de novembro de 2013

As mentiras em torno do assassinato de Matthew Shepard

Por Andrea Peyser

Stephen Jimenez não se tinha determinado a ser o mais perigoso jornalista da Terra. Melhor ainda, o mais perigoso jornalista homossexual da Terra. Mas Jimenez desenterrou uma história que poucas pessoas querem ouvir visto que coloca em causa a vida e a morte dum dos maiores ícones da nossa era: Matthew Shepard, estudante universitário, 21 anos, assassinado por ser homossexual.

Ou não?

O livro de Jimenez com o nome de “The Book of Matt: Hidden Truths About the Murder of Matthew Shepard,” desafia todos os mitos culturais em redor da curta vida de Shepard e a sua morte indescritível. Depois de 13 anos de  pesquisas, incluindo entrevistas com mais de 100 fontes - incluindo os assassinos de Shepard - Jimenez faz a sugestão radioactiva: o assassinato macabro, que ocorreu há 15 anos atrás, não foi um crime de ódio.

A morte trágica e prematura de Shepard pode não ter sido motivada pela sua orientação sexual [sic] mas pelas drogas uma vez que Shepard tinha já concordado em trocar anfetaminas por sexo - e isso matou-o.

Porquê levantar isto agora? A resposta de Jimenez surpreendeu-me:

Como homossexual, senti que era moralmente certo fazer isto.

Aaron McKinney e Russell Henderson, a cumprir prisão perpétua por assassínio, não eram homofóbicos, escreve Jimenez. Shepard foi atraído para fora dum bar e levado para a periferia de Laramie, Wyo., onde ele foi assaltado. McKinney espancou de modo selvagem Shepard com uma pistola. Por fim, os homens penduraram Matthew, descalço, com frio e quase morto, numa cerca e numa pose com a aparência duma crucificação. Ele morreu seis dias mais tarde.

Mas McKinney não era um desconhecido. Sem anfetaminas há mais de uma semana antes do assassinato, escreve Jimenez, McKinney muito provavelmente foi o amante homossexual ou bissexual de Shepard. 

Jimenez afirma:

Entender quem Matthew realmente era, alterar a percepção que temos dele como um ícone, não vai danificar os direitos dos homossexuais. Eu não acredito nisso. Acho que não temos nada a perder em dizer a verdade..

Activistas, jornalistas, políticos e realizadores que, mesmo tendo as melhores intenções, basearam as suas carreiras no assassinato de Shepard, estão furiosos. Mas Jimenez insiste que ele está disposto a trocar a imagem irrepreensível de Shepard por uma discussão séria sobre as drogas. As anfetaminas, disse ele, assombram os ambientes homossexuais, trazendo consigo uma praga de ultra-violência, novas infecções do HIV - e ataques verbais aos gays.

Se este livro salvar uma só vida, então terá valido a pena.

Jimenez, de 60 anos e nativo de Brooklyn, viu como o seu trabalho foi atacado por organizações tais como "Gay and Lesbian Alliance Against Defamation" (GLAAD) e também pela Fundação Matthew Shepard, que desenvolveu esforços para a aprovação da lei federal contra os crimes de ódio que foi aprovada em 2009, e que recebeu o nome de Shepard e de James Byrd Jr., um negro que foi amarrado a uma carrinha e arrastado pelo chão até à morte em 1998.

O "New York Times Magazine" comissionou, mas depois cancelou, um artigo de Jimenez em 2004. (O editor alega que "não era bom".) Mas o programa "20/20" da ABC emitiu uma história que Jimenez produziu, que venceu dois prémios importantes conferidos a programas de televisão.  No entanto, o blogue Hatewatch (da Southern Poverty Law Center) acusou recentemente Jimenez de servir de cão amestrado para "especialistas, apresentadores de rádio e blogueiros de direita."

Em Washington, DC, activistas homossexuais infestaram as livrarias como forma de cancelar o aparecimento de Jimenez. Lá se vai a liberdade de expressão.

É ofensivo," diz Jimenez. 

Eu acho ofensivo que um jornalista homossexual seja tratado duma maneira diferente da forma como seria tratado um jornalista heterossexual. Mas todas as palavras de Jimenez foram vetadas pelos protectores da Matthew Inc. como forma de determinar a sua agenda. Será que ele é um traidor à causa?

Jimenez não é o inimigo, mas sim um homem que revelou uma verdade desconfortável tal como ele a viu.

Ele tem que se orgulhar do que fez.

New York Post

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Dois irmãos homossexuais enterram pai vivo

Dois irmãos de 18 e 21 anos, confessaram que enterraram o pai ainda vivo no Maranhão. O crime PARECE que foi motivado por causa da orientação [sic] sexual deles e também por conta da posse de um terreiro de umbanda.

Os rapazes disseram ao delegado que eram frequentemente agredidos e humilhados pelo pai. O delegado Antônio Valente Filho disse:
Eles alegam que o pai não concordava com a opção sexual (sic) deles, que bebia muito e era violento. Eles resolveram colocar um fim nisso e agiram dessa forma. A mãe deles não tinha conhecimento do facto
A cova foi feita com a ajuda de um amigo dentro do terreiro. O pai sempre tomava uma medicação(Lexotan ou Rivotril) e os filhos, nesse dia, deram uma dose extra, e ele dormiu mais do que o normal. Então, pegaram o corpo dele e jogaram na cova e enterraram. Como ainda estava vivo, a morte ocorreu por asfixia.

Nós estamos investigando qual foi a verdadeira motivação do crime. Acreditamos que o facto foi motivado por uma disputa pelo controle do terreiro de umbanda, que passaria a ser dirigido pelo filho mais velho. Não achamos que o motivo seja somente as brigas por causa da opção sexual(sic) dos irmãos.” Acrescentou o delegado

O crime foi descoberto depois que o vizinho comentou com pessoas da cidade sobre o buraco que havia sido cavado. “A conversa começou a se disseminar pela vizinhança. Eles se sentiram pressionados e acabaram confessando o crime para um tio, que chamou a polícia. Em depoimento, eles também confessaram.”

Fonte: http://ow.ly/pAvwx

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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Nova Zelândia mostra qual é o propósito do "casamento" homossexual

Uma instituição de caridade pró-família da Nova Zelândia foi notificada que perderá o seu estatuto de agência de caridade por ter feito campanha em favor do casamento natural. O país legalizou recentemente o "casamento" homossexual e agora os oficiais avisaram a instituição de caridade ‘Family First NZ’ que ela perderá o seu registo.

O grupo afirma que o gesto é "fortemente politicizado" e é uma tentativa de silenciar aqueles que não concordam com o politicamente correcto. O regulador das caridades da Nova Zelândia afirmou que as crenças do grupo são políticas porque elas "não têm benefício público". 
 
O Partido "Os Verdes", cujos MPs (Membros do Parlamento) votaram de forma unânime em favor do "casamento" homossexual, colocaram-se do lado do grupo. Denise Roche, MP pelos "Verdes", disse que, em nome da democracia, as agências de caridade deveriam ter permissão para tomar parte em movimentos nos quais acreditam.

Bob McCoskrie, Director-Nacional da "Family First NZ", disse:

Esta  é uma decisão altamente politicizada que é uma evidência assustadora de que os grupos que pensam de forma diferente da posição politicamente correcta prevalecente serão vitimizados como forma de os silenciar.

Ele acrescentou ainda:

Sabemos que um país está com problemas quando um grupo familiar, que se dedica a falar, publicar e levar a cabo conferências em torno dos valores familiares, é rotulado de não ser do benefício público, e que é do interesse público que esse grupo seja punido. Parece que é ilegal ter um ponto de vista.

Mas a "Charities Registration Board" determinou que o propósito primário do grupo "Family First" era "promover pontos de vista em torno da vida familiar, promoção essa que é um propósito político uma vez que os pontos de vista não têm benefício público que é auto-evidente segundo o sistema jurídico vigente."

A "Family First NZ" perderá o seu estatuto de instituição de caridade a menos que faça um apelo ao Tribunal Supremo da Nova Zelândia no dia 27 de Maio.

Fonte

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Homossexual é agredido em casa gay nocturna de São Paulo

Neste fim de semana, o maquilhador Guilherme Nutti, de 28 anos, afirma ter sido espancado por dois atendentes durante uma festa gay em São Paulo. A confusão começou depois de uma discussão no bar.
Segundo declarações de Nutti, a briga começou quando ele reclamou da dose de uma bebida servida pelo barman. 

Ele pegou o copo e bateu no balcão e quando bateu respingou em mim. Eu o xinguei porque aquilo foi uma atitude muito desrespeitosa”, contou o Nutti.

O maquiador diz que foi puxado para outro local pelo barman que começou a agredi-lo. O outro atendente que estava no balcão também teria ajudado a espancar o cliente. 

A violência só terminou quando o segurança apareceu, trazido por um dos amigos de Guilherme. O proprietário disse que vai demitir funcionários envolvidos na confusão.


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Estranho que a notícia coloque o homossexual como vítima (que realmente foi) mas esquece-se de dizer que os agressores também eram homossexuais. 

Este é o tipo de "jornalismo" gayzista que temos hoje em dia, onde os homossexuais, por serem homossexuais, só podem ser vítimas (e muitas vezes são vítimas de outros homossexuais), mas nunca podem ser agressores.



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Agentes da CIA

A agência de segurança norte-americana vai organizar a sua primeira reunião de recrutamento de pessoal homossexual, transsexual e bissexual e decidiu fazê-lo em Miami Beach, no Estado da Florida, noticia a agência EFE.

A reunião foi convocada, para esta Quarta-feira, no Centro de Visitantes LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgénero] de Miami Beach, com a pergunta: "Alguma vez pensaste fazer carreira na Agência Central de Informações?".

Durante o encontro vão ser apresentados diversos postos de trabalho nos serviços de espionagem norte-americanos.

Na reunião, cuja entrada é gratuita e oferecerá aperitivos e cocktails, vão estar presentes dirigentes de várias áreas da CIA, que está a procurar mudar de imagem e a alargar o perfil dos seus empregados.

Entre os dirigentes esperados estão confirmados o chefe do grupo de desenvolvimento industrial, Bill French, o oficial de informação técnica e responsável pelo grupo LBGT nos erviços de Recursos Humanos, Tracey Ballard, e o gestor do grupo de contacto com a comunidade LBGT, Michael Barber.

A reunião teve a colaboração da Câmara de Comércio de Gays e Lésbicas de Miami e é a primeira deste tipo organizada pela CIA, que foi acusada em 1989 de marginalizar sistematicamente este colectivo. A próxima vai ser na Quinta-Feira em Orlando, no centro da Florida.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Confirmado: a televisão está a ser usada para avançar com uma agenda sexual específica

Se por acaso tens a sensação de que o esquerdismo degenerado que sai das nossas televisões tem como plano corroer o que resta da nossa sociedade, fica sabendo que isso não é imaginação tua.

O número de personagens gays e bissexuais dos programas encontra-se num dos pontos mais elevados de sempre, segundo afirmou a "Gay & Lesbian Alliance Against Defamation" [GLAAD].  O mesmo se passa na televisão por cabo.

A CBS recebeu palmadas na cabeça por que a "rede de televisão mais avançada."
Entre as novas séries da CBS encontra-se a série “Partners,” uma comédia em torno de dois amigos de infância e parceiros de negócios, um deles sendo gay e estando numa relação. 
A equipa de actores representa um "um autêntico e consciente esforço por parte da CBS de aumentar a sua diversidade", reportou o estudo da GLAAD.
A palavra chave é consciente. Os editores dos programas de televisão estão a usar a televisão para avançar com a agenda homossexualista.

O enorme fosso que existe entre o mundo real e o mundo apresentado pela televisão é eliminado por motivos ideológicos (e sexuais). Não é por acaso que isso é chamado de programação televisiva.


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Paris Hilton: “Gays são nojentos e têm sida”

"Os gays são as pessoas mais libidinosas do mundo. A maioria provavelmente tem sida. Eu teria medo se fosse um homem gay... iria morrer de sida". Foram estas as palavras de Paris Hilton, enquanto viajava de táxi em Nova Iorque.

O que Paris não sabia é que a conversa estava a ser gravada pelo taxista. "Os comentários eram para expressar que é perigoso para qualquer pessoa fazer sexo sem preservativo e que isso pode colocar a vida em risco", disse um representante da socialite citado pelo TMZ.

"Quando ela viu o site, os comentários foram em referência às pessoas que ali se encontram. O motorista que gravou isso só mostrou uma parte da conversa. Não foi sua intenção fazer comentários depreciativos sobre todos os gays", sustenta.

Ainda de acordo com o representante, Paris é uma grande defensora da comunidade homossexual  e nunca faria declarações negativas sobre orientações sexuais.
 

domingo, 25 de março de 2012

Hotel exclusivamente para homens

São Paulo ganhará, no dia 30 de Abril, um hotel dedicado exclusivamente ao público gay masculino que visita a capital. O Chilli Pepper Single Hotel ficará num prédio de 2,3 mil metros quadrados na Largo do Arouche, 610, no centro, onde antes funcionava uma agência bancária.

Com a proposta de aliar lazer e hospedagem rápida ao público homossexual, ele terá uma regra clara: mulheres, mesmos as lésbicas, não entram. Segundo o empresário do sector hoteleiro e jornalista Douglas Drumond, de 40 anos, o conceito do local é preencher lacunas existente hoje na rede de hotéis da cidade, que na sua visão, ainda não atende bem os gays.

Não existe nenhum hotel ‘gay friendly’ em São Paulo, nem durante a Parada (do Orgulho GLBT)”, diz ele, que é presidente da Câmara de Comércio LGBT e conselheiro da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (Cads), vinculada à Secretaria de Participação e Parceria do Município.

Vindo de uma família que já lidava com hotelaria, em Belo Horizonte, Drumond diz que só se sente confortável em um hotel na cidade – o Intercontinental, nos Jardins. Depois de anos observando o tratamento dado aos gays no Brasil e no mundo, resolveu fazer algo a respeito.

O estopim para levar o projecto adiante ocorreu no ano passado, depois do fechamento da Sauna 269, nos Jardins, conhecida como um dos mais tradicionais redutos de homossexuais da cidade. A sauna foi fechada em Julho, porque a proprietária pediu o imóvel de volta.

Um mês depois, Drumond comprou um prédio do banco HSBC, aproveitando-se de sua localização: o Largo do Arouche já é tradicionalmente frequentado pelo público gay. O edifício de três andares foi comprado por R$ 5 milhões e outros R$ 2,8 estão sendo investidos, inicialmente, em reformas do hotel, que ainda tem dois terços para ser concluído.

Com três andares, ele terá visual “tecnológico”, segundo Drumond, que diz ter se inspirado em hotéis japoneses. Serão 113 quartos modulares, “caixas” individuais de madeira de 2 metros por 1,60, sem teto, com cama de solteiro e televisão de LCD, com diária estimada em R$ 120.

Haverá ainda duas suítes com banheiros privativos e três presidenciais, com custo estimado em R$ 1,5 mil. Quem não quiser pernoitar, como visitantes da Parada Gay, poderá alugar um armário no térreo por R$ 60 para deixar suas coisas, com direito a banho.

O ambiente interno deverá lembrar um avião, com cores que imitam as da companhia aérea espanhola Ibéria – preto, amarelo, cinza e laranja –, televisores espalhados e som abafado pelo ar-condicionado, que deve reduzir a falta de privacidade causada pela ausência de tecto dos quartos menores.

A iluminação será indireta e no tom âmbar e haverá requintes valorizados pelo público gay, como aromatização do ambiente com essência de capim limão. Apesar disso, afirma Drumond, o ambiente não será hostil a heterossexuais, que têm entrada liberada. “Eles devem ser 20% do público”, diz Drumond, que acredita existir um nicho de homens que não se importará de estar num ambiente gay, onde se pode nadar ou pegar uma sauna nu.

Para dar conta dos mais animados e evitar constrangimentos, haverá 40 cabines no segundo andar para encontros íntimos. O Chilli Pepper deve ter cerca de 60 funcionários directos, divididos igualmente entre gays, transexuais e héteros, que devem ficar na manutenção.

Mulheres poderão trabalhar no hotel, mas não frequentá-lo. “O atendimento é direccionado para o público masculino. Se vier uma mulher, não será bem atendida, então não deixo ela entrar. Prefiro atender bem.

Fonte - Via

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Sem dúvidas que o lobby feminista vai iniciar um processo crime contra este óbvio caso de descriminação contra as mulheres. Ou não?

Onde se lê "se vier uma mulher, não será bem atendida", substituam "mulher" por "negro", "judeu", "deficiente" ou outra minoria qualquer para verem como isto é um óbvio caso de intolerância e descriminação.

Porque é que o lobby gay pactua com descriminação feita por homens homossexuais mas ao mesmo tempo afirma ser contra a "descriminação"?

Onde estão a feministas quando as mulheres precisam delas? Ou será que a aliança política entre feministas e lobby gay é mais importante que combater o preconceito contra mulheres?

Como é cada vez mais óbvio, os grupos que se alinham com a esquerda militante são os grupos mais preconceituosos e discriminadores que existem nas sociedades ocidentais. No entanto, como é uma descriminação que ajuda o esquerdismo, as mesmas pessoas que se insurgem cada vez que o sangue dos homens homossexuais é justificadamente rejeitado pelos bancos de sangue, ficam silenciosas quando os mesmos homossexuais se recusam a assistir mulheres.

Esquerdismo, o teu nome é hipocrisia.

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