quarta-feira, 20 de maio de 2015
É a ciência, estúpido!
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Sangue, gays e discriminação
1) mesmo nos estudos em que o número de contágios heterossexuais supera o número de contágios MSM (sublinhe-se que não há qualquer problema com lésbicas), convém tomar em conta a enorme diferença na dimensão das duas comunidades;
2) o argumento de que os heterossexuais também praticam sexo anal é muito coxo, porque o praticam menos (mais opções à disposição) e porque o fazem no seio de uma comunidade proporcionalmente menos exposta ao VIH.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
SIDA: Mais infecções em jovens gays e bissexuais
domingo, 21 de setembro de 2014
Confissões dum homossexual recuperado
Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários.
O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.
Fonte
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Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
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Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que os homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.
Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos, e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.
As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável do número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra Mundial. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.
O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novas nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar.
Quanto mais o homem se encontra nele, ou quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter mais problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.
A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Dentro homossexualismo masculino não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"].
Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.
A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.
A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.
Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.
Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Abusado por 3 homossexuais
Ontem eu fui passear com meus amigos, fomos ao shopping e depois de umas 20 hrs resolvemos ir para casa, como era perto da minha casa eu resolvi ir a pé e só.
Passando pela praça um grupo de três jovens, aparentemente heteros me pediram para eu ir até eles para fazer um favor. Fui e eles me puxaram pela camisa e me levaram para um lugar inóspito.
Ouvi frases como: "Que boy magia mais belo! Vou come-lo! Que garoto mais sexy!" Mais me senti constrangido, e me obrigaram a fazer sexo mesmo eu sem querer, me ameaçando matar-me a facadas.
Fiz pois não tinha opções e estou com vergonha de contar o corrido, ninguém sabe ainda. Felizmente não estou com dores nem hematomas mas estou constrangido. O que devo fazer?"
Fonte: http://ow.ly/pPI3k
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Os gays valentões
«Em Barcelona, o Papa foi recebido por um grupo de gays-tão-gays: este esquadrão de valentões começou a dar beijinhos repenicados à frente do Papa-móbil. Como é óbvio, esta bravura soft porn era uma espécie de protesto grupal contra as posições da Igreja na questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Aqueles gays-tão-gays estavam, no fundo, a dar pulinhos corporativos, como que a dizer “olhem para nós, camaradas, olhem para nós, vejam como nós somos tão livres e corajosos perante o tirano que veste de branco. Olhem, olhem”.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Sida atinge gays cada vez mais cedo
Fonte
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Homossexualismo e as drogas
No princípio deste mês, o "National AIDS Trust" (NAT) avisou que, de modo crescente, os homens homossexuais têm usado novas substâncias, tais como a N-metilanfetamina (inglês: "crystal meth"), mefedrona, e o GHB/GBL [gama-butirolactona], ao mesmo tempo que partilham agulhas no contexto do comportamento sexual arriscado.
Num dos centros de tratamento para pessoas dependentes de substâncias, 85% dos homens homossexuais reportou usar uma ou mais destas 3 drogas mencionadas em cima, comparados com os 3% em 2005.
Novas pesquisas publicadas hoje no "The Lancet" revelam que tem havido um crescimento acentuado no número de homens bissexuais e homossexuais que foram positivamente testados com o HIV.
Em Janeiro de 2013, pensava-se que 1,296 novas infecções de HIV haviam sido detectadas em Londres entre os homens que têm sexo com outros homens (MSM = "Men who have sex with men") durante o ano de 2011; mas dados mais recentes provenientes da Public Health England (PHE), reflectindo a mais recente informação submetida pelos serviços da saúde sexual, actualizaram este número de 2011 para 1,420 novas infecções.
Os dados mais recentes em relação ao ano de 2102 registaram 1,720 novas infecções, um aumento de 21% em relação aos número de 2011. No entanto, tomando como base a forma como os dados foram actualizados durante os anos passados, o número final de 2012 pode muito bem aumentar para 1,999 ou mais. O aumento dos testes de detecção do HIV podem explicar algum deste aumento, levando em conta que se realizaram 43,404 testes junto dos MSM durante o ano passado.
Valerie Delpech, responsável máxima pela monitorização do HIV no Public Health England, disse:
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
O gayzismo é uma imposição da elite e não um "progresso" natural da sociedade
Os protestantes, que eram maioritariamente de famílias com os seus filhos, tinham consigo sinais onde se podia ler coisas tais como "Feito pelo Pai e pela Mãe", "Defendam o Casamento", e "Oponham-se à emenda ao Código Civil Artigo 972" (a lei actual que afirma que o casamento é entre um homem e um mulher).
O evento foi organizado pela "Coligação para a Felicidade da Nossa Próxima Geração", e um dos fundadores, Yu Yen-hung, disse:
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Notícias como esta demonstram que o "casamento" homerótico não é "inevitável" e nem é um desenvolvimento natural da sociedade, mas sim algo que a elite governamental (com o apoio do Grande Capital) impõe nos países e nas sociedades. Quando uma pessoa se opõe ao pseudo-casamento homoerótico, ela não está a atacar as liberdades individuais dos homossexuais, mas sim a lutar em favor da sobrevivência da sua civilização.
domingo, 24 de novembro de 2013
As mentiras em torno do assassinato de Matthew Shepard
Stephen Jimenez não se tinha determinado a ser o mais perigoso jornalista da Terra. Melhor ainda, o mais perigoso jornalista homossexual da Terra. Mas Jimenez desenterrou uma história que poucas pessoas querem ouvir visto que coloca em causa a vida e a morte dum dos maiores ícones da nossa era: Matthew Shepard, estudante universitário, 21 anos, assassinado por ser homossexual.
Ou não?
O livro de Jimenez com o nome de “The Book of Matt: Hidden Truths About the Murder of Matthew Shepard,” desafia todos os mitos culturais em redor da curta vida de Shepard e a sua morte indescritível. Depois de 13 anos de pesquisas, incluindo entrevistas com mais de 100 fontes - incluindo os assassinos de Shepard - Jimenez faz a sugestão radioactiva: o assassinato macabro, que ocorreu há 15 anos atrás, não foi um crime de ódio.
A morte trágica e prematura de Shepard pode não ter sido motivada pela sua orientação sexual [sic] mas pelas drogas uma vez que Shepard tinha já concordado em trocar anfetaminas por sexo - e isso matou-o.
Porquê levantar isto agora? A resposta de Jimenez surpreendeu-me:
Aaron McKinney e Russell Henderson, a cumprir prisão perpétua por assassínio, não eram homofóbicos, escreve Jimenez. Shepard foi atraído para fora dum bar e levado para a periferia de Laramie, Wyo., onde ele foi assaltado. McKinney espancou de modo selvagem Shepard com uma pistola. Por fim, os homens penduraram Matthew, descalço, com frio e quase morto, numa cerca e numa pose com a aparência duma crucificação. Ele morreu seis dias mais tarde.
Mas McKinney não era um desconhecido. Sem anfetaminas há mais de uma semana antes do assassinato, escreve Jimenez, McKinney muito provavelmente foi o amante homossexual ou bissexual de Shepard.
Activistas, jornalistas, políticos e realizadores que, mesmo tendo as melhores intenções, basearam as suas carreiras no assassinato de Shepard, estão furiosos. Mas Jimenez insiste que ele está disposto a trocar a imagem irrepreensível de Shepard por uma discussão séria sobre as drogas. As anfetaminas, disse ele, assombram os ambientes homossexuais, trazendo consigo uma praga de ultra-violência, novas infecções do HIV - e ataques verbais aos gays.
Se este livro salvar uma só vida, então terá valido a pena.
Jimenez, de 60 anos e nativo de Brooklyn, viu como o seu trabalho foi atacado por organizações tais como "Gay and Lesbian Alliance Against Defamation" (GLAAD) e também pela Fundação Matthew Shepard, que desenvolveu esforços para a aprovação da lei federal contra os crimes de ódio que foi aprovada em 2009, e que recebeu o nome de Shepard e de James Byrd Jr., um negro que foi amarrado a uma carrinha e arrastado pelo chão até à morte em 1998.
O "New York Times Magazine" comissionou, mas depois cancelou, um artigo de Jimenez em 2004. (O editor alega que "não era bom".) Mas o programa "20/20" da ABC emitiu uma história que Jimenez produziu, que venceu dois prémios importantes conferidos a programas de televisão. No entanto, o blogue Hatewatch (da Southern Poverty Law Center) acusou recentemente Jimenez de servir de cão amestrado para "especialistas, apresentadores de rádio e blogueiros de direita."
Em Washington, DC, activistas homossexuais infestaram as livrarias como forma de cancelar o aparecimento de Jimenez. Lá se vai a liberdade de expressão.
“É ofensivo," diz Jimenez.
Jimenez não é o inimigo, mas sim um homem que revelou uma verdade desconfortável tal como ele a viu.
Ele tem que se orgulhar do que fez.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Dois irmãos homossexuais enterram pai vivo
Os rapazes disseram ao delegado que eram frequentemente agredidos e humilhados pelo pai. O delegado Antônio Valente Filho disse:
Eles alegam que o pai não concordava com a opção sexual (sic) deles, que bebia muito e era violento. Eles resolveram colocar um fim nisso e agiram dessa forma. A mãe deles não tinha conhecimento do facto
“Nós estamos investigando qual foi a verdadeira motivação do crime. Acreditamos que o facto foi motivado por uma disputa pelo controle do terreiro de umbanda, que passaria a ser dirigido pelo filho mais velho. Não achamos que o motivo seja somente as brigas por causa da opção sexual(sic) dos irmãos.” Acrescentou o delegado
O crime foi descoberto depois que o vizinho comentou com pessoas da cidade sobre o buraco que havia sido cavado. “A conversa começou a se disseminar pela vizinhança. Eles se sentiram pressionados e acabaram confessando o crime para um tio, que chamou a polícia. Em depoimento, eles também confessaram.”
Fonte: http://ow.ly/pAvwx
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
Nova Zelândia mostra qual é o propósito do "casamento" homossexual
O grupo afirma que o gesto é "fortemente politicizado" e é uma tentativa de silenciar aqueles que não concordam com o politicamente correcto. O regulador das caridades da Nova Zelândia afirmou que as crenças do grupo são políticas porque elas "não têm benefício público".
Bob McCoskrie, Director-Nacional da "Family First NZ", disse:
Ele acrescentou ainda:
Mas a "Charities Registration Board" determinou que o propósito primário do grupo "Family First" era "promover pontos de vista em torno da vida familiar, promoção essa que é um propósito político uma vez que os pontos de vista não têm benefício público que é auto-evidente segundo o sistema jurídico vigente."
A "Family First NZ" perderá o seu estatuto de instituição de caridade a menos que faça um apelo ao Tribunal Supremo da Nova Zelândia no dia 27 de Maio.
Fonte
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Homossexual é agredido em casa gay nocturna de São Paulo
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Agentes da CIA
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Confirmado: a televisão está a ser usada para avançar com uma agenda sexual específica
Entre as novas séries da CBS encontra-se a série “Partners,” uma comédia em torno de dois amigos de infância e parceiros de negócios, um deles sendo gay e estando numa relação.
A equipa de actores representa um "um autêntico e consciente esforço por parte da CBS de aumentar a sua diversidade", reportou o estudo da GLAAD.
O enorme fosso que existe entre o mundo real e o mundo apresentado pela televisão é eliminado por motivos ideológicos (e sexuais). Não é por acaso que isso é chamado de programação televisiva.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Paris Hilton: “Gays são nojentos e têm sida”
domingo, 25 de março de 2012
Hotel exclusivamente para homens
São Paulo ganhará, no dia 30 de Abril, um hotel dedicado exclusivamente ao público gay masculino que visita a capital. O Chilli Pepper Single Hotel ficará num prédio de 2,3 mil metros quadrados na Largo do Arouche, 610, no centro, onde antes funcionava uma agência bancária. Com a proposta de aliar lazer e hospedagem rápida ao público homossexual, ele terá uma regra clara: mulheres, mesmos as lésbicas, não entram. Segundo o empresário do sector hoteleiro e jornalista Douglas Drumond, de 40 anos, o conceito do local é preencher lacunas existente hoje na rede de hotéis da cidade, que na sua visão, ainda não atende bem os gays.
“Não existe nenhum hotel ‘gay friendly’ em São Paulo, nem durante a Parada (do Orgulho GLBT)”, diz ele, que é presidente da Câmara de Comércio LGBT e conselheiro da Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual (Cads), vinculada à Secretaria de Participação e Parceria do Município.
Vindo de uma família que já lidava com hotelaria, em Belo Horizonte, Drumond diz que só se sente confortável em um hotel na cidade – o Intercontinental, nos Jardins. Depois de anos observando o tratamento dado aos gays no Brasil e no mundo, resolveu fazer algo a respeito.
O estopim para levar o projecto adiante ocorreu no ano passado, depois do fechamento da Sauna 269, nos Jardins, conhecida como um dos mais tradicionais redutos de homossexuais da cidade. A sauna foi fechada em Julho, porque a proprietária pediu o imóvel de volta.
Um mês depois, Drumond comprou um prédio do banco HSBC, aproveitando-se de sua localização: o Largo do Arouche já é tradicionalmente frequentado pelo público gay. O edifício de três andares foi comprado por R$ 5 milhões e outros R$ 2,8 estão sendo investidos, inicialmente, em reformas do hotel, que ainda tem dois terços para ser concluído.
Com três andares, ele terá visual “tecnológico”, segundo Drumond, que diz ter se inspirado em hotéis japoneses. Serão 113 quartos modulares, “caixas” individuais de madeira de 2 metros por 1,60, sem teto, com cama de solteiro e televisão de LCD, com diária estimada em R$ 120.
Haverá ainda duas suítes com banheiros privativos e três presidenciais, com custo estimado em R$ 1,5 mil. Quem não quiser pernoitar, como visitantes da Parada Gay, poderá alugar um armário no térreo por R$ 60 para deixar suas coisas, com direito a banho.
O ambiente interno deverá lembrar um avião, com cores que imitam as da companhia aérea espanhola Ibéria – preto, amarelo, cinza e laranja –, televisores espalhados e som abafado pelo ar-condicionado, que deve reduzir a falta de privacidade causada pela ausência de tecto dos quartos menores.
A iluminação será indireta e no tom âmbar e haverá requintes valorizados pelo público gay, como aromatização do ambiente com essência de capim limão. Apesar disso, afirma Drumond, o ambiente não será hostil a heterossexuais, que têm entrada liberada. “Eles devem ser 20% do público”, diz Drumond, que acredita existir um nicho de homens que não se importará de estar num ambiente gay, onde se pode nadar ou pegar uma sauna nu.
Para dar conta dos mais animados e evitar constrangimentos, haverá 40 cabines no segundo andar para encontros íntimos. O Chilli Pepper deve ter cerca de 60 funcionários directos, divididos igualmente entre gays, transexuais e héteros, que devem ficar na manutenção.
Mulheres poderão trabalhar no hotel, mas não frequentá-lo. “O atendimento é direccionado para o público masculino. Se vier uma mulher, não será bem atendida, então não deixo ela entrar. Prefiro atender bem.”
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Sem dúvidas que o lobby feminista vai iniciar um processo crime contra este óbvio caso de descriminação contra as mulheres. Ou não?
Onde se lê "se vier uma mulher, não será bem atendida", substituam "mulher" por "negro", "judeu", "deficiente" ou outra minoria qualquer para verem como isto é um óbvio caso de intolerância e descriminação.
Porque é que o lobby gay pactua com descriminação feita por homens homossexuais mas ao mesmo tempo afirma ser contra a "descriminação"?
Onde estão a feministas quando as mulheres precisam delas? Ou será que a aliança política entre feministas e lobby gay é mais importante que combater o preconceito contra mulheres?
Como é cada vez mais óbvio, os grupos que se alinham com a esquerda militante são os grupos mais preconceituosos e discriminadores que existem nas sociedades ocidentais. No entanto, como é uma descriminação que ajuda o esquerdismo, as mesmas pessoas que se insurgem cada vez que o sangue dos homens homossexuais é justificadamente rejeitado pelos bancos de sangue, ficam silenciosas quando os mesmos homossexuais se recusam a assistir mulheres.
Esquerdismo, o teu nome é hipocrisia.
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