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quinta-feira, 8 de março de 2012

Lésbica opõe-se ao "casamento" homossexual e defende a abolição do casamento

A "mais famosa lésbica" da Sky News declarou que a campanha para o "casamento" homossexual é "uma perda de tempo" e um esforço desnecessário. A feminista Julie Bindel fez os seus comentários em resposta às palavras do co-fundador do grupo homossexual Stonewall Sir Ian McKellen.

A "Coalition for Marriage", que se opõe a redefinição do casamento de modo a que este possa englobar o homossexualismo , tem uma petição que já conta com cerca de 60,000 assinantes.

Ao mesmo tempo que se opõe ao "casamento" homossexual, a Miss Bindel fez uma declaração surpreendente apelando à ilegalização do casamento tal como o conhecemos. Escrevendo para o site do jornal The Guardin (esquerdistas), ela afirmou que lutar pelos direitos do "casamento" homossexual era levar as coisas demasiado longe e que ela "tornaria ilegal o casamento para todos".

Muitas pessoas que sabem que sou lésbica e que tenho lutado pelos direitos dos homossexuais há já muitos anos ficarão surpresas por me verem a dizer isto, mas eu gostaria de abolir de todo casamento para todos, e defender que todos nós deveríamos ter o direito a uniões civis se assim quiséssemos.
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Triste sina a nossa quando temos homossexuais que se apercebem que o "casamento" homossexual não faz sentido nenhum mas ao mesmo tempo temos pessoas dentro da igreja a lutar pelo dito "casamento".

As palavras desta feminista lésbica destroem por completo todas as alegações da gaystapo de que a resistência ao "casamento" homossexual é motivada pela "homofobia" (seja lá o que isso for).

Não é a misteriosa "homofobia" que leva a que a maioria das pessoas do mundo se oponham à redefinição do casamento de modo a normalizar o homossexualismo. É a própria estrutura da realidade que nos faz ver que "casamento" homossexual é uma contradição de termos e, logo, não faz sentido nenhum.

Se é homossexual, não é casamento; se é casamento, nunca pode ser homossexual.


Fonte

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Provável vitória do Partido Popular espanhol "força" homossexuais a "casarem-se" à pressa


Faltando pouco mais de um mês para as eleições gerais na Espanha, muitos gays estão aproveitando para se casar o mais rápido possível. Isso porque pesquisas indicam a vitória do conservador Partido Popular (PP), que promete revogar a lei que permite o casamento homossexual. Nas redes sociais, já há grupos divulgando slogans como "Case já, que o PP vem aí".

Em províncias como Madrid, Barcelona e Valência, onde uniões homossexuais são mais comuns, os pedidos de documentos para casar aumentaram cerca de 40% em Setembro, em relação ao mês anterior. "Há muita inquietação porque não sabemos o que vai acontecer.

É até compreensível que tanta gente acelere os trâmites antes das eleições temendo a chegada do PP", disse José de Lamo, coordenador da associação Lambda, que defende direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais de Valência.

A associação foi a primeira a se manifestar diante da sede do partido conservador para criticar a promessa eleitoral de revogar a lei, aprovada pelo Parlamento em 2005. Desde então, houve cerca de 24 mil matrimónios entre homossexuais no país - 2% do total anual de uniões oficiais no mesmo período.

Essa incerteza sobre o futuro preocupa também os casais que estão em processos de adopção de crianças, já que a lei estende às famílias homossexuais todos os direitos e deveres aplicados aos heterossexuais: de pensões a custódia de filhos em comum. "Ficamos numa situação de limbo legal", afirmou Agustín López, presidente do Coletivo de Lésbicas, Gays, Homossexuais e Bissexuais de Madri (Cogam).

"Os trâmites de adopção ficarão suspensos até que haja uma revogação total da lei. A opção será voltar ao sistema de adopção por parte de um dos cônjuges, se não nos deixarem formalizarmos mais como família. Um retrocesso enorme que nos faz sentir cidadãos de segunda categoria."

Políticas "antifamília"
O PP vem se opondo à lei desde que ela começou a ser discutida no parlamento espanhol. Quando a medida foi aprovada, o partido apresentou um recurso no Senado (rejeitado pelos demais grupos políticos) e uma apelação ao Supremo Tribunal Constitucional, que ainda não se manifestou sobre se a lei viola ou não as bases da Constituição espanhola.

Embora tenha dito que esperará a decisão da Justiça e escutará a sociedade, o candidato do PP a primeiro ministro, Mariano Rajoy, já disse que em sua opinião a lei é inconstitucional. Além do partido, outras instituições pedem a revogação da lei, como a Igreja Católica e organizações de direita como o Fórum Espanhol da Família, que enviou um dossiê com 50 recomendações ao PP, entre elas a retirada deste modelo de casamento.

"Nosso objetivo é o de colocar um ponto final no ciclo de políticas antifamília vividas nos últimos anos na Espanha", explicou o presidente do Fórum, Benigno Blanco. Quem também se manifestou contra o casamento gay foi a rainha Sofia, que em sua biografia disse que não concordava com o uso da palavra casamento para definir as uniões de pessoas do mesmo sexo.

"Se essas pessoas querem viver juntas, se vestir de noivos e se casar, podem estar no seu direito ou não, segundo as leis de seu país. Mas que isso não se chame matrimónio, porque não é. Há muitos nomes possíveis: contrato social, contrato de união...", diz o livro A rainha muito próxima, da escritora Pilar Urbano.

Casamento expresso
Com o aumento do número de inscrições para casar no sul do país, o prefeito da cidade de Jun (Província de Granada), o socialista José Antonio Rodríguez, lançou no Twitter a campanha do "casamento expresso".

Em seu tweet, ele dizia: "Se conhecem algum casal gay que queira se casar antes de 20 de Novembro e tenha dificuldades, eu resolvo." O prefeito disse que os pedidos de tramitação de documentos para casar na região dele se multiplicaram por sete nos últimos dias e muitos homossexuais vêm se queixando de falta de colaboração em cartórios de municípios vizinhos governados pelo PP.

Por isso oferece a fórmula urgente. Documentação pronta em cinco dias e casamento até sem a presença dos noivos. "Com procurações basta", avisa o prefeito.

Fonte

terça-feira, 12 de julho de 2011

Austrália rejeita moção em favor do gaysamento


O Senado australiano rejeitou uma moção do Partido os Verdes que apelava ao suporte governamental em favor do gaysamento ("casamento" homossexual). A moção foi lançada para votação pela senadora do partido os Verdes, a senhora Sarah Hanson-Young. A mesma disse:
Naturalmente, o primeiro ministro e o líder da oposição tem o direito a ter a sua opinião pessoal, mas não creio que eles deveriam impor a sua visão ao resto da comunidade neste assunto.
Típica projecção esquerdista. Quem geralmente impõe a sua definição de "casamento" à sociedade são os activistas homossexuais (com a ajuda de elementos do Estado). Um pouco por todo o mundo, onde quer que a votação tenha sido feito de forma democrática, e onde o povo tenha tido o direito a votar, a definição de casamento manteve-se naquilo que sempre foi: um homem + uma mulher.

Uma vez que os sodomitas não conseguiam converter a população em favor das suas taras, eles usaram o poder do Estado para alterar conceitos que afectam toda a comunidade. Portanto, a senhora Sarah está bastante equivocada. Quem impõe crenças à população são os activistas homossexuais.

A senhora Hanson disse ainda que o voto em relação ao gaysamento deveria ser feito usando a consciência e não a filiação partidária. Para grande desespero dos activistas homossexuais, a votação que foi levada a cabo (quer tenha sido em "consciência" ou partidária) fez com que a moção sofresse uma derrota esmagadora ao ter 31 votos contra e 9 a favor. Os 9 votos a favor vieram do Partido os Verdes.

A senhora Hanson-Young afirmou que:

A Austrália é uma das poucas nações democráticas do mundo que não providencia direitos matrimoniais iguais às duplas homossexuais .
A pergunta que toda a gente deve fazer é: porque é que se trataria a homossexualidade com a mesma dignidade que a heterossexualidade se uma é diferente da outra? A heterossexualidade é uma necessidade básica para a perpetuação da espécie enquanto que a homossexualidade é um desvio sexual auto-destrutivo.

Porque é que se deve tratar como "iguais" coisas manifestamente distintas? É esta pergunta que os activistas homossexuais não respondem.

Como se isto não fosse suficiente, a srª Sarah mentiu de forma descarada uma vez que é falso que "A Austrália é uma das poucas nações democráticas do mundo que não providencia direitos matrimoniais iguais às duplas homossexuais". O Reverendo Fred Nile, líder do Partido Democrático Cristão refutou a declaração:

9 países de entre 148 é que legalizaram o "casamento" homossexual.
Mas esta derrota é só uma forma do lobby se reorganizar e voltar a carga mais tarde. Eles usam a mesma táctica em todo o lado.

(LifeSiteNews.com)

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Rainha da Espanha se diz contra casamento gay

Fonte

Para rainha Sofia, união entre pessoas do mesmo sexo deveria receber outra denominação
Está sendo lançado esta semana na Espanha o livro “La Reina muy de cerca” (A rainha bem próxima), de Pilar Urbano. Na obra, a autora traz depoimentos exclusivos da rainha Sofia, prestes a completar 70 anos, revelando sua opinião acerca de assuntos polêmicos, como religião, aborto, eutanásia e casamento homossexual.

Sobre a união entre pessoas do mesmo sexo, a rainha opina:
“Posso compreender, aceitar e respeitar que haja pessoas com outra tendência sexual, mas que essas pessoas se sentem orgulhosas por serem gays? Que subam em trios e saiam em manifestações? Se todos os gays saíssem em manifestações... o trânsito entraria em colapso.

Se essas pessoas querem viver juntas, vestirem-se de noivos e casarem-se, podem estar em seu direito, ou não, segundo as leis de seu país: mas que não chamem isso de casamento, porque não é. Há muitos nomes possíveis: contrato social, contrato de união”.

Na Espanha, desde 2005, o casamento homossexual é permitido em todo o país. Espanha, Bélgica e Holanda são os três únicos países europeus a darem direitos plenos a casais do mesmo sexo.

Fonte: Dykerama UOL

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