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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Porque é que os homossexualistas espanhóis odeiam Fernando Sebastián Aguilar?

Por Hilary White

O Arcebispo Fernando Sebastián Aguilar está a ser alvo de um ataque por parte dum grupo homossexualista Espanhol que deu início a uma acção legal contra ele por este ter dito que "não é um insulto" dizer que o homossexualismo é uma desordem psicológica.

O Arcebispo, um teólogo reformado que foi recentemente nomeado pelo Papa Francisco como um dos cardeais-eleitos, foi atacado pela imprensa internacional quando ele disse a um jornal Espanhol que "O homossexualismo é uma forma deficiente de expressar a sexualidade porque [o sexo] tem uma estrutura e um propósito, que é a procriação."

Um homossexual que não pode atingir a procriação está a falhar. Os nossos corpos têm muitos defeitos. Eu tenho pressão arterial elevada, um defeito que eu tento corrigir da melhor forma que posso.

Dizer que o homossexualismo é um defeito não é um insulto... Dizer isso ajuda porque em muitos casos de homossexualismo, e com o tratamento certo, é possível haver recuperação e a pessoa tornar-se normal.

Um dos grupos homossexualistas mais importantes de Espanha, Colegas, respondeu inicialmente com uma declaração, convidando Sebastián para um encontro "de forma a que se possa saber em primeira mão as nossas preocupações e os nossos problemas, e que tais declarações só podem ser o resultado da ignorância e da má informação."

Declarações como a sua podem causar dor e sofrimento a muitos crentes. ... A sua atitude pode "normalizar" este "tratamento" de informação, de proximidade e de tolerância que nós recomendamos.

Agora, o grupo Colegas deu entrada a um processo judicial contra o cardeal-eleito, afirmando que ele violou o artigo 510 do código penal Espanhol, que permite multas e penas de prisão até 3 anos por se incitar "ódio e violência". Depois de dar entrada ao processo, o presidente do grupo Colegas, Antonio Ferre, afirmou:

A Espanha é um país moderno e secular, e este tipo de declarações provenientes da Igreja têm que ser punidas porque eles [os membros da igreja] são os menos qualificados para falar em deficiências sexuais, principalmente porque eles têm casos ocultos de abuso de crianças e pedofilia.

Durante os anos 60, no auge da revolução sexual, o lobby homossexualista fez um grande esforço de pressão politica para que o homossexualismo fosse retirado dos manuais de diagnóstico psiquiátrico. Este proposito foi atingido em 1973, quando a American Psychiatric Association (APA) se tornou na primeira a remover o homossexualismo do "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders" (DSM-II). Desde então, os activistas do movimento têm usado o seu sucesso para obter resultados favoráveis em muitas jurisdições.

Em 2009, o grupo Colegas fez o mesmo tipo de ameaça contra a professora Gloria Maria Tomas, da Universidade Católica de Murcia, que disse a uma audiência duma conferência que o homossexualismo é "intrinsecamente desordenado" e que o mesmo só foi removido da lista de patologias psicológicas devido a pressões políticas por parte dos activistas homossexualistas.

Na Grã-Bretanha e na Irlanda, os activistas estão a colocar pressão sobre os psicoterapeutas Cristãos que afirmam que as pessoas com atracção homossexual indesejada têm o direito de buscar terapia. Terapeutas do Reino Unido já enfrentaram a possibilidade de serem "riscados" dos corpos de acreditação profissional, o que resultaria na sua virtual impossibilidade de exercer as suas funções.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Os gays valentões


«Em Barcelona, o Papa foi recebido por um grupo de gays-tão-gays: este esquadrão de valentões começou a dar beijinhos repenicados à frente do Papa-móbil. Como é óbvio, esta bravura soft porn era uma espécie de protesto grupal contra as posições da Igreja na questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Aqueles gays-tão-gays estavam, no fundo, a dar pulinhos corporativos, como que a dizer “olhem para nós, camaradas, olhem para nós, vejam como nós somos tão livres e corajosos perante o tirano que veste de branco. Olhem, olhem”.

Toda esta cena tem sérios problemas. Em primeiro lugar, é uma triste demonstração de exibicionismo sexual. Se eu demonstrar o meu “orgulho heterossexual”, corro o risco de ser acusado de “machista” ou “marialva”, mas se um gay demonstrar o seu “orgulho gay”, ah, é logo considerado um bravo libertador, um pensador da liberdade. Beija o teu homem à frente do Papa e serás considerado um Kant em potência, eis um belo slogan para o “orgulho gay”. Depois, vamos lá ver uma coisa: o que é isso de “orgulho gay”? Se o desejo homossexual é tão natural como o desejo heterossexual, porque razão aquelas pessoas têm orgulho numa coisa que é natural? Se o desejo é natural, então a parte do “orgulho” não faz sentido.  

Em segundo lugar, estas atitudes revelam uma profunda intolerância. Aquelas pessoas querem o quê? Querem que o Papa diga que o casamento gay é a melhor coisa do mundo? Meus amigos, o Papa e os católicos têm o direito às suas opiniões. Os católicos têm o direito de dizer que o casamento gay não devia ser legal. As opiniões são livres. No fundo, aqueles gays não toleram a ideia de alguém a pensar de forma diferente da sua. É sempre assim: os auto-proclamados donos da tolerância têm uma estranha atracção pela intolerância.

Em terceiro lugar, estas demonstrações contra a – suposta – homofobia do Papa revelam uma profunda hipocrisia. Se quisessem mesmo lutar contra a homofobia motivada por líderes religiosos, estes gays podiam ir dar beijinhos para as portas das mesquitas (estou certo de que existem mesquitas em Espanha). 

Na Europa, as tais “comunidades muçulmanas” são rainhas e senhoras da homofobia. Portanto, a pergunta tem uma lógica cristalina: por que razão estes gays valentões não vão dar beijinhos à frente das mesquitas? Ide, valentes. Ide dar beijinhos ao pé do senhor imã.»


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sábado, 24 de agosto de 2013

O pseudo-casamento homoerótico como arma de desestabilização social

O "casamento" homossexual irá desestabilizar ainda mais o casamento e a vida familiar na Grã-Bretanha, avisou uma socióloga renomeada ao Parlamento Britânico. A Dr Patricia Morgan disse à Casa dos Comuns que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo reforça a ideia de que o casamento é irrelevante para a paternidade. 

Ela disse ainda que este foi o factor principal que causou um colapso das taxas de casamento entre os heterossexuais em países onde o "casamento" homossexual já foi introduzido - bem como um aumento acentuado da coabitação e do número de crianças geradas fora do casamento.

Segundo Morgan, que fez as suas alegações num documento de 22 páginas submetido ao "Committee Stage of the Marriage (Same Sex Couples) Bill", não há qualquer tipo de evidência que suporte a tese da Coligação Governamental de que o "casamento" homossexual irá fomentar a instituição. O documento continha uma análise detalhada das tendências do casamento na Suécia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Canadá e alguns estados dos EUA onde o "casamento" homossexual foi já legalizado.

A Drª Morgan afirmou:

Segundo aquilo que sabemos das tendências demográficas, é um absurdo alegar que as pessoas irão subitamente abraçar o casamento e abrandar ou reverter o seu declínio apenas e só porque os homossexuais se podem casar [sic]. Podemos ter a certeza de que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo não fará nada em favor do encorajamento de casamento estáveis, quer seja para os heterossexuais quer seja para os homossexuais. O casamento na Escandinávia, na Espanha, na Holanda e todo o lugar, encontra-se em declínio acentuado.  O casamento [sic] homossexual é, ao mesmo tempo, um efeito e uma causa da evisceração do casamento - especialmente a separação entre o casamento e a paternidade.

A Drª Morgan explicou que o "casamento" homossexual só se tornou concebível naqueles países onde o casamento natural já se encontrava em crise, devido ao aumento "dos nascimentos fora do casamento e do aumento das taxas de coabitação", e as coisas invariavelmente ficaram piores:

Se o casamento centra-se só nos relacionamentos, e não está intrinsecamente ligado à paternidade, porque não conceder o que resta do casamento aos homossexuais? À medida que o casamento é redefinido de modo a acomodar as duplas homossexuais, isto vai reforçando a irrelevância do casamento para a paternidade.  Em todos os outros sítios, o casamento [sic] homossexual é um instigador da precarização das uniões heterossexuais e da separação do casamento com a paternidade. O casamento [sic] homossexual é muito mais um término do casamento, ou o acto final de dissolução, do que uma força de revitalização da instituição em si.

O Governo de Coligação tem consistentemente alegado que a controversa proposta de lei  do "casamento" homossexual de David Cameron terá o efeito de fortalecer todos os casamentos ao abrir essa instituição às duplas do mesmo sexo. Durante o ano passado, a Ministra da Administração Interna, Teresa May, afirmou ao The Daily Telegraph que "os homossexuais serão missionários para a sociedade e tornarão o casamento mais forte". Mas as pesquisas da Drª Morgan, a respeitada analista das politicas familiares que cunhou a frase "casamento lite" para descrever a coabitação, fornece evidências sólidas de que o mais provável é que ocorra exactamente o contrário.

A Drª Morgan afirmou que na Espanha em particular observou-se uma queda acentuada dos números de todos os casamentos na ordem dos 15,000 nos três primeiros anos que se seguiram à legalização do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por parte do governo socialista (2005). A taxa de declínio foi superior ao dobro quando se verificaram 34,000 menos casamentos todos anos, desde 2008 até 2010.

A Drª Morgan produziu evidências que demonstram como o casamento heterossexual é menos estável nos países onde o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo foi introduzido uma vez que se esperava que eles (os casamentos heterossexuais) se conformassem aos valores das duplas homossexuais cujas uniões são, frequentemente, abertas (e não exclusivas) e muito mais susceptiveis de se desmoronarem. As duplas homossexuais coabitantes eram 12 vezes mais susceptiveis de se separarem que os casais, afirmou Morgan.

A Drª Morgan agoirou também uma victimização generalizada aos indivíduos e às instituições que se atrevessem a resistir à redefinição do casamento.

Algumas pessoas claramente esperam que a compulsão para executar casamentos [sic] homossexuais sirva de arma para separar a Igreja do Estado e empurrar ainda mais o Cristianismo para fora da arena pública e, consequentemente, da consciência. Minadas e estigmatizadas pela sua falta de irracionalidade e preconceito, a autoridade moral das instituições religiosas irá retirar-se ainda mais em favor da limitada ideologia secular, particularmente à medida que os comportamentos sexuais em oposição às normais tradicionais são encorajadas e avançadas.

O Primeiro-Ministro David Cameron sofreu críticas intensas por parte das Igrejas mainstream dentro do seu Partido Conservador por colocar em marcha (através do Parlamento) o "casamento" homossexual quando não havia qualquer tipo de mandato ou exigência em favor dele. (...)


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Médicos católicos colocam-se do lado do Bispo Reig

A CatholicNewsAgency (CNA) reporta que, ao mesmo tempo que os activistas homossexuais fazem pressão política para que o Bispo Juan Antonio Reig Pla seja alvo de algum tipo de acusação legal por ensinar o que a Igreja Católica defende em relação ao auto-destrutivo comportamento homossexual, um grupo internacional de médicos Católicos saiu em sua defesa.

O Bispo Reig foi alvo de intensas críticas depois de condenar o homossexualismo numa homilia realizada na Sexta-Feira Santa, e depois de afirmar que pessoas com atracção homossexual podem experimentar um certo tipo de "inferno" nas suas vidas quando visitam clubes nocturnos gays.

Numa entrevista posterior dada à Religion en Libertad, ele não só reiterou que, para muitas pessoas, as consequências de tal comportamento são um "inferno" nas suas vidas, como afirmou que, com terapia, as inclinações homossexuais podem ser curadas.

Em jeito de resposta à controvérsia, a "State Federation of Lesbians, Gays, Transsexuals and Bisexuals" (FELGTB), juntamente com os "Gay Collectives" de Madrid, planeia dar início a um processo jurídico contra o Bispo por "incitar o ódio".

Como é normal com os activistas LGBT, a organização condena a Igreja Católica, alegando que ela "promove a segregação e a discriminação", e que tais crenças não estão protegidas segundo a Constituição Espanhola. Ou seja, segundo os activistas homossexuais, a liberdade de practicar a fé Cristã não está protegida por um país democrático como a Espanha. Daí se infere que os Cristãos, ao afirmarem que o ânus não é um órgão sexual, não estão a agir dentro dos limites da liberdade de expressão.

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Numa declaração emitida no dia 17 de Abril deste ano, a International Federation of Catholic Doctors Associations não só defendeu o Bispo Reig como se colocou do lado dos ensinamentos da Igreja Católica.

Reforçando uma distinção que o Bispo havia já feito. a Federação colocou ênfase no facto dos médicos Católicos terem um "profundo respeito" pelas pessoas com inclinações homossexuais, mas ao mesmo tempo afirmam o ensinamento de que a Igreja é contra "a práctica homossexual."

Na sua entrevista à Religion en Libertad, o Bispo condenou também a discriminação contra pessoas com inclinações homossexuais mas vincou que a Igreja Católica sempre ensinou que era "intrinsecamente maligno" agir segundo estas inclinações.

Fonte

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Juan Antonio Reig Plà está certo: é possível abandonar o homossexualismo

O Bispo de Alcalá de Henares, Juan Antonio Reig Plà, voltou às manchetes depois de afirmar que, com terapia apropriada, pessoas sofrem com atracção homossexual indesejada "podem ser tratados com sucesso" especialmente se não estiverem já com o hábito de levar a cabo actos homossexuais.

Numa entrevista concedida à "Religión en Libertad", Reig Plà respondeu de positivamente quando questionado à cerca da possibilidade de alteração da forma de vida dos homossexuais.

Ela afirmou que se, durante a idade infantil ou durante a adolescência, os pais detectarem estas tendências nos seus filhos, eles devem buscar ajuda:

Com a ajuda da Graça de Deus, desde padres, catequistas e profissionais, pessoas com tendências homossexuais [o texto original diz "homofóbico" mas deve ser um erro] podem viver uma vida de castidade (auto-controlo); não sem batalhas, mas todo o Cristão que quer viver uma vida segundo a Vontade de Deus tem que batalhar contra a sua própria lascívia até o momento da morte.
Reig Plà esclareceu os seus comentários afirmando que ele não está a tentar impor as suas ideias mas apenas a "oferecer liberdade, verdade e esperança para todos aqueles que querem escapar à ditadura do silência."
Sabemos que falar sobre a castidade não é politicamente correcto. De forma geral, de maneira nenhuma os Católicos querem ofender alguém. No entanto, não devemos ter vergonha em falar a verdade.

* * * * * * *

Em outras eras, este tipo de declarações não seriam de forma alguma "polémicas". Se alguém quer deixar de ter atracção homossexual, ele tem que ser livre de buscar ajuda, e as pessoas que o ajudam não podem ser censuradas por isso.

Infelizmente, como o gayzismo é de extrema utilidade para o avanço do esquerdismo, os "Poderes Estabelecidos" censuram de forma violenta os profissionais que se disponibilizam para ajudar homens e mulheres a abandonar o homossexualismo.

Para os activistas homossexuais é preferível alguém viver uma vida triste e com atracção homossexual do que buscar ajuda e ser mais feliz como ex-homossexual.

Glória a Deus pelo facto do Bispo Juan Antonio Reig Plá afirmar publicamente a verdade em torno do homossexualismo.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Gaytapo espanhola chocada por descobrir que os padres seguem a Bíblia

Um padre da paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Huelma, no sul da Espanha, impediu a celebração de um batizado quando descobriu que o padrinho era gay. A família levará o caso aos tribunais.

O escolhido para padrinho de uma menina de seis meses é um homossexual que está casado no civil com outro homem, algo permitido pela lei espanhola.

É também ex-catequista, trabalhador da Cáritas (seção de ajuda humanitária da igreja católica), membro de confrarias e se diz católico praticante.

Em declaração à imprensa espanhola, a mãe da criança, Dolores Muñoz, disse que a família e os padrinhos cumpriam todas as normas requeridas pelo sacerdote quando levaram a documentação.

"Perguntaram se pais e padrinhos estavam batizados e confirmados. Depois se todos estávamos casados e respondemos que sim. Nunca pensamos que teríamos que avisar que ele era casado, mas com um homem. As normas, ele cumpria", explicou ela.

Mas para o padre, Manuel García, a revelação da homossexualidade do padrinho foi motivo para impedir o batismo. No último sábado ele disse à família só batizaria o bebê se escolhessem outro padrinho.

'Vida congruente'

Os pais da menina enviaram uma carta ao arcebispo da província de Jaén e nesta quinta-feira denunciaram publicamente, com uma associação de homossexuais, o caso que definem como discriminatório.

A polêmica provocou uma resposta pública do arcebispado, que enviou um comunicado apoiando o padre e advertindo que um padrinho católico precisa ter uma vida "congruente".

A nota cita o Código de Direito Canônico, cânon 874, que descreve os requisitos para os padrinhos de baptismo: "deve ser católico, estar confirmado, ter recebido o santíssimo sacramento da Eucaristia e levar uma vida congruente com a fé e a missão que vai assumir".

Sem usar as expressões gay ou homossexual, a nota do clero diz ainda que não se trata de um caso de discriminação.

"Esclarecemos este tema para evitar os juízos sobre uma suposta discriminação na atuação do sacerdote, que apenas reitera a necessidade de cumprir a normativa eclesiástica universal."

Para a Associação Colega - Coletivo de Gays, Lésbicas e Transexuais - a decisão da igreja é "uma homofobia sacerdotal".

O grupo, que apoiará a família num processo contra o arcebispado, também se manifestou numa nota pública, afirmando que "custa entender que um sacerdote persista no discurso de discriminação e ódio, em vez de propagar as mensagens de amor e respeito que anuncia o Evangelho".

A associação disse ainda que, nos próximos dias, diversos voluntários procurarão o padre de Huelma para entregar-lhe um documento chamado "guia breve de consciências limpas".

O guia, segundo o colectivo, pretende explicar "que a fé cristã e a homossexualidade são compatíveis" e que os gays compreendem que "o avanço das mentalidades é lento. Na Igreja Católica mais lento ainda do que no resto da sociedade, mas há confiança em que este avanço aconteça." (*)

(*) Em primeiro lugar, ninguém pode se considerar "católico praticante", como dá conta a reportagem, se pratica o homossexualismo, notoriamente sabido um pecado que brada aos céus por vingança, reiteradamente condenado pela moral católica ao longo de séculos e séculos. É surpreendente o cinismo do movimento homossexual: "Nunca pensamos que teríamos que avisar que ele era casado, mas com um homem". É bastante óbvio se tratar de mais um ataque gratuito da militância homossexual para solapar a jurisdição interna da Igreja. Ora vejam, se o indivíduo quer continuar sua vida de homossexual, ele é dotado de livre-arbítrio para seguir na sua vida. O que é absurdo é tal indivíduo querer tornar imperativo para a própria Igreja um comportamento notoriamente condenado pela sua moral interna, que sabemos ser estática, simplesmente porque a lei civil dá respaldo ao seu comportamento. Trata-se de mais uma invasão das normas internas da Igreja pela ideologia totalitária homossexual, que não respeita ninguém e quer sujeitar todas as pessoas e instituições às suas escolhas. Se o espanhol gay é livre para escolher entre a virtude e o pecado, ele também é livre para escolher entre a Igreja e o mundo. Se ele simplesmente quer seguir com uma vida pecaminosa, que simplesmente se desligue da Igreja e de sua moralidade, e não sujeitá-la aos seus pecados. Note, caro leitor, que o ativismo homossexual quer dar à "discriminação" uma roupagem obrigatoriamente pejorativa, como se não houvessem discriminações justas. Discriminação significa "separação" e sem separação a moralidade não pode ter lugar, pois esta consiste em separar o bem do mal; a virtude do pecado. Um artigo escrito pelo Padre Luís Carlos Lodi em 2001, chamado “(Des)orientação Sexual”[1], é bastante profícuo sobre a necessidade de se discriminar. Ele destaca neste artigo que:

A discriminação é uma das práticas mais normais da vida social. Todos nós a praticamos dia a dia. Ao aplicar uma prova, o professor discrimina os alunos que tiraram notas altas daqueles que tiraram notas baixas. Aqueles são aprovados. Estes são reprovados. Ao escolher o futuro cônjuge, as pessoas geralmente fazem uma discriminação rigorosa, baseadas em diversos critérios: qualidades morais, inteligência, aparência física, timbre de voz, formação religiosa etc. Entre centenas ou milhares de candidatos, somente um é escolhido. Os outros são discriminados. Ao seleccionar seus empregados, as empresas fazem uma série de exigências, que podem incluir: sexo, escolaridade, experiência profissional, conhecimentos específicos, capacidade de relacionar-se com o público etc. Certos concursos para policiais ou bombeiros exigem, entre outras coisas, que os candidatos tenham uma determinada altura mínima, que não ultrapassem uma certa idade e que gozem de boa saúde. Todos esses são exemplos de discriminações justas e necessárias.

Outros poderiam ser dados. O ladrão que é apanhado em flagrante é preso. A ele, como punição pelo furto ou roubo, é negada a liberdade de locomoção, que é concedida aos demais cidadãos. A prisão é um lugar onde, por algum tempo, são discriminados (com justiça) aqueles que praticaram atos dignos de discriminação.”

Há, outrossim, fartas discriminações na Bíblia. Como exemplos de discriminação, determina que separemo-nos dos infiéis (cf. II Cor. 6, 15-17), nem mesmo comer entre eles (cf. I Cor. 5, 11) ou saudá-los (cf. II Jo 1, 10). E diga-se mais: no paraíso operar-se-á uma verdadeira discriminação, separando-se as ovelhas dos cabritos (cf. Mt 25, 32-33).

Em verdade, a ausência de discriminações tornaria a sociedade tão promíscua quanto insustentável.

Esse caso serve de exemplo do perigo em se aprovar leis contra a homofobia em nosso país.

Esperamos que os tribunais espanhóis não se deixem intimidar pela militância xiita e intolerante do movimento gay.

[1] Disponível em <http://www.providaanapolis.org.br/desorsex.htm> Acesso em 23/12/2011

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Provável vitória do Partido Popular espanhol "força" homossexuais a "casarem-se" à pressa


Faltando pouco mais de um mês para as eleições gerais na Espanha, muitos gays estão aproveitando para se casar o mais rápido possível. Isso porque pesquisas indicam a vitória do conservador Partido Popular (PP), que promete revogar a lei que permite o casamento homossexual. Nas redes sociais, já há grupos divulgando slogans como "Case já, que o PP vem aí".

Em províncias como Madrid, Barcelona e Valência, onde uniões homossexuais são mais comuns, os pedidos de documentos para casar aumentaram cerca de 40% em Setembro, em relação ao mês anterior. "Há muita inquietação porque não sabemos o que vai acontecer.

É até compreensível que tanta gente acelere os trâmites antes das eleições temendo a chegada do PP", disse José de Lamo, coordenador da associação Lambda, que defende direitos de gays, lésbicas, bissexuais e transexuais de Valência.

A associação foi a primeira a se manifestar diante da sede do partido conservador para criticar a promessa eleitoral de revogar a lei, aprovada pelo Parlamento em 2005. Desde então, houve cerca de 24 mil matrimónios entre homossexuais no país - 2% do total anual de uniões oficiais no mesmo período.

Essa incerteza sobre o futuro preocupa também os casais que estão em processos de adopção de crianças, já que a lei estende às famílias homossexuais todos os direitos e deveres aplicados aos heterossexuais: de pensões a custódia de filhos em comum. "Ficamos numa situação de limbo legal", afirmou Agustín López, presidente do Coletivo de Lésbicas, Gays, Homossexuais e Bissexuais de Madri (Cogam).

"Os trâmites de adopção ficarão suspensos até que haja uma revogação total da lei. A opção será voltar ao sistema de adopção por parte de um dos cônjuges, se não nos deixarem formalizarmos mais como família. Um retrocesso enorme que nos faz sentir cidadãos de segunda categoria."

Políticas "antifamília"
O PP vem se opondo à lei desde que ela começou a ser discutida no parlamento espanhol. Quando a medida foi aprovada, o partido apresentou um recurso no Senado (rejeitado pelos demais grupos políticos) e uma apelação ao Supremo Tribunal Constitucional, que ainda não se manifestou sobre se a lei viola ou não as bases da Constituição espanhola.

Embora tenha dito que esperará a decisão da Justiça e escutará a sociedade, o candidato do PP a primeiro ministro, Mariano Rajoy, já disse que em sua opinião a lei é inconstitucional. Além do partido, outras instituições pedem a revogação da lei, como a Igreja Católica e organizações de direita como o Fórum Espanhol da Família, que enviou um dossiê com 50 recomendações ao PP, entre elas a retirada deste modelo de casamento.

"Nosso objetivo é o de colocar um ponto final no ciclo de políticas antifamília vividas nos últimos anos na Espanha", explicou o presidente do Fórum, Benigno Blanco. Quem também se manifestou contra o casamento gay foi a rainha Sofia, que em sua biografia disse que não concordava com o uso da palavra casamento para definir as uniões de pessoas do mesmo sexo.

"Se essas pessoas querem viver juntas, se vestir de noivos e se casar, podem estar no seu direito ou não, segundo as leis de seu país. Mas que isso não se chame matrimónio, porque não é. Há muitos nomes possíveis: contrato social, contrato de união...", diz o livro A rainha muito próxima, da escritora Pilar Urbano.

Casamento expresso
Com o aumento do número de inscrições para casar no sul do país, o prefeito da cidade de Jun (Província de Granada), o socialista José Antonio Rodríguez, lançou no Twitter a campanha do "casamento expresso".

Em seu tweet, ele dizia: "Se conhecem algum casal gay que queira se casar antes de 20 de Novembro e tenha dificuldades, eu resolvo." O prefeito disse que os pedidos de tramitação de documentos para casar na região dele se multiplicaram por sete nos últimos dias e muitos homossexuais vêm se queixando de falta de colaboração em cartórios de municípios vizinhos governados pelo PP.

Por isso oferece a fórmula urgente. Documentação pronta em cinco dias e casamento até sem a presença dos noivos. "Com procurações basta", avisa o prefeito.

Fonte

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Igreja Católica diz a verdade mas o lobby sodomita não gosta

Uma iniciativa que trata a homossexualidade como aquilo que ela é (um vício alterável) está a gerar "polémica" entre o lobby pró-sodomia.
Uma proposta da Igreja Católica de ensinar moral sexual a crianças tratando o homossexualismo como "vício" está causando polémica na Espanha.

O Arcebispado de Valência elaborou um curso extracurricular - como opção aos cursos oficiais de educação sexual aprovados pelo governo - que será disponibilizado a todas as escolas interessadas.

Esse curso, dirigido a crianças de 5 a 14 anos, apresenta como "vícios" temas como erotismo, pornografia, homossexualidade, masturbação, voyeurismo e obsessão por sexo.

O programa aborda a sexualidade "a partir de uma visão integradora com aspectos biológicos, fisiológicos, psicológicos, sanitários, antropológicos, morais e sociais", disse à BBC Brasil o porta-voz do arcebispado valenciano.

O chamado Programa de Educação Afetivo-Sexual será dividido em três módulos, de acordo com a faixa etária.

As crianças menores de cinco a sete anos de idade, terão aulas sobre precaução contra abusos, heterossexualidade e pudor.

Crianças de oito a 11 anos aprenderão sobre vícios, erotismo e pornografia. Os maiores, de 12 a 14 anos, vão ter lições sobre o homossexualismo, as famílias convencionais e a castidade até o casamento.

'Referência'

O programa foi apresentado aos colégios diocesanos, dependentes do arcebispado, e instituições religiosas de ensino. Para todos os centros escolares, o programa será oferecido como uma "proposta educativa": não obrigatória porém como "material de referência".

O presidente da Comissão Diocesana de Ensino, Rafael Cerda, disse que muitos centros católicos expressaram interesse em implantar o programa.

O programa também foi oferecido a 300 mil alunos aos bispados das províncias de Valência, Alicante, Mallorca, Menorca e Ibiza.

Organizações de gays criticaram a proposta, acusaram a Igreja de retrógrada e discriminatória e prometeram contestar o plano na Justiça.

Não há "descriminação" nem pensamento retrógrado em dizer que o comportamento homossexual é um vício curável. Se o lobby sodomita tem evidências contrárias, eles que as apresentem. Fazer assassínio de carácter sem lidar com as evidências só mostra que eles não tem argumentos contrários, o que, por sua vez, pode mostrar que a Igreja Católica está certa em qualificar o homossexualismo de vício.
"(São) Lições absolutamente fora da realidade que, além do mais, violam a Constituição, pois nos consideram pessoas disfuncionais, portanto serão levadas aos tribunais", disse à BBC Brasil José de Lamo, coordenador-geral da associação Labmda, que representa gays, lésbicas, transexuais e bissexuais espanhóis.
Não há argumentos legais contra quem acha que inserir o apêndice reprodutor no ânus de outro homem (ou mulher) está a realizar um acção fora do normal. Ou será que somos obrigados a aceitar a definição de "normal" defendida pelo lobby sodomita?

Quem está dependente do tabaco, das drogas ou duma sexualidade que contradiz a Medicina tem um comportamento disfuncional, e como tal, o José de Lamo tem que usar outra linha de argumentação.

"Não permitiremos que as crenças religiosas discriminatórias sejam colocadas acima dos direitos fundamentais e do respeito.
E nós não permitiremos que activismo político em favor de gostos sexuais anti-naturais sejam usados como forma de limitar a liberdade de expressão dos Cristãos. Ou são as preferências sexuais dos activistas sodomitas mais importantes que a liberdade de expressão?

Segundo, aquilo que os Católicos se propõem não violam "os direitos fundamentais" nem vão contra o "respeito" que a pessoa (e não as prácticas sexuais) merecem.

Imagine que há muitas crianças que tem pais homossexuais e querem ensinar nas escolas que estas famílias são patológicas", acrescentou.
Imagine que há muitas crianças que tem pais Católicos e querem que se acredite que ser Católico é "discriminatório" e "retrógrado".
Críticas

A queixa da associação Lambda se baseia principalmente no módulo dois do programa católico, que afirma que "a relação entre homossexuais é errônea e estes não devem ser considerados esposos, nem pais".

A Constituição espanhola permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adopção de crianças por casais gays.

Um dos criadores do método, no entanto, acha que a Igreja apenas defende sua doutrina e tem o direito atender às demandas dos fieis por uma linha de educação para seus filhos coerente com sua crença.

Claro. Da mesma forma que os activistas sodomitas usam o aparelho de Estado para avançar com que o que eles acham de "normal", os Católicos - que também pagam impostos - tem o mesmo direito de avançar com propostas que visem mostrar que a normalidade sexual não inclui usar o aparelho digestivo como órgão sexual.
"Tratamos a educação sexual de acordo com nossas convicções, isso é também um direito reconhecido pela Constituição espanhola", disse à BBC Brasil Juan Andrés Taléns, director da cátedra de Ciências do Matrimônio e Família do Pontifício Instituto João Paulo 2º, um dos 20 especialistas convocados pelo arcebispado para elaborar o programa.

"Está claro que a política educativa nacional está fracassada. O grande número de abortos, gestações indesejadas e doenças de transmissão sexual são derivados de uma sexualidade inadequada", afirmou.

Exactamente. O modelo de educação sexual imposto pelos governos está a falhar, mas eles continuam a usar dinheiro público para o sustentar. Até parece que há pessoas interessadas no "grande número de abortos, gestações indesejadas e doenças de transmissão sexual" derivados de uma sexualidade inadequada. Mas nós todos sabemos que não é isso. Afinal, o governo só quer o nosso bem.
Nos próximos meses, o programa será estendido a todas as escolas católicas do país como matéria facultativa.

"O problema é que mesmo em colégios católicos, estamos em um país laico, onde a Igreja não é a encarregada de formar sexualmente os alunos", afirmou a presidente da FAPA (Federação de Associações de Pais e Mães de Alunos), Maria José Navarro.

Nem mesmo dentro das instituições próprias os Católicos podem ensinar a normalidade sexual? Impressionante.

Convém ressalvar que a laicidade não invalida o ensino de factos médicos que estão de acordo com o Cristianismo.

A dirigente disse à BBC Brasil que para elaborar "os conteúdos retrógrados deste programa chamado educativo ninguém contou com a opinião dos pais".
Quando os activistas desenvolvem programas de indoutrinação escolar que visa normalizar a homossexualidade e a perversão sexual, são os pais contactados? Não só não são, como os próprios activistas confessam que "O objectivo [dos activistas homossexuais] é atingir as crianças antes delas absorverem os valores morais dos pais." (Fonte).

Portanto nenhum daqueles que se alinha com o movimento sodomita possui autoridade moral para criticar a Igreja Católica e os seus planos de desenvolver planos que visam a restauração da normalidade na sexualidade.

"Esta forma de impor critérios é própria de uma igreja castradora, que nem sequer se questiona se a maioria dos pais quer uma educação de qualidade e respeitosa com todo mundo", afirmou.
a Maria José Navarro ou é burra ou tem dificuldades de compreensão:
O Arcebispado de Valência elaborou um curso extracurricular - como opção aos cursos oficiais de educação sexual aprovados pelo governo - que será disponibilizado a todas as escolas interessadas.
Ou seja, é um plano extra-curricular, opcional e como tal só aceita quem quer. Que tipo de imposição é esta que é opcional e extra-curricular?

Segundo: educação de qualidade envolve revelar a verdade sobre os assuntos em questão. Dizer que o comportamento homossexual é um vício mutável não é contra os planos de uma educação de qualidade uma vez que isso é uma verdade clinicamente correcta. A homossexualidade é um vício auto-destrutivo e como tal, uma boa educação sexual envolve revelar essa verdade.

Agora, se a Maria Navarro tem problemas com a Medicina, isso é com ela e com o lobby sodomita que a está a usar para a sua agenda.

Fonte

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