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domingo, 3 de janeiro de 2016

A história de Moira Greyland e a pedofilia dentro da comunidade homossexual

Por Moira Greyland

Eu nasci dentro duma família de famosos homossexuais pagãos no final dos anos 60. A minha mãe era a Marion Zimmer Bradley, e o meu pai era o Walter Breen. Entre os dois, eles devem ter escrito mais de 100 livros: a minha mãe escreveu livros sobre a ficção científica e sobre a fantasia (Mists of Avalon), e o meu pai escreveu livros sobre a  numismática: ele era um perito em moedas.

O que eles fizeram comigo é um assunto infelizmente público: é suficiente dizer que ambos os meus pais queriam que eu fosse homossexual, e estavam horrorizados com o facto de eu ser fêmea. A minha abusou de mim desde os meus 3 aos 12 anos. A primeira vez que eu me lembro do meu pai me fazer algo de violento, eu tinha cinco anos. Sim, ele violou-me. Eu não gosto de pensar nestas coisas. Se querem saber mais sobre as suas maldades com as meninas pequenas, e se por acaso têm um estômago forte, googlem por  "Breendoggle", que foi o escândalo que QUASE o afastou para fora do mundo da ficção científica.

Mais profunda era a sua aversão pelo meu género, apesar dos seus muitos relacionamentos com mulheres e com as vítimas femininas. Ele disse-me sem rodeios que nenhum homem me haveria de querer porque todos os homens eram secretamente homossexuais, mas que ainda não tinham aceite a sua homossexualidade natural. Devido a isso, aprendi a agir duma forma bem masculina e com a cintura bem fixa.

Vocês ainda podem observar traços da minha indoutrinação em favor da rejeição da minha feminilidade na minha recusa absoluta em ceder, e na minha franqueza, e na minha escolha de ser directora teatral durante a maior parte da minha vida. Mas uma parte boa da minha franqueza é a minha recusa em aceitar a noção de que "no fundo, no fundo, eu devo ser um rapaz que nasceu no corpo duma rapariga".

Não sou. Sou uma rapariga que foi atacada por ser uma rapariga, e alguém que tentou muito ser o "rapaz" que eles queriam que eu fosse.

Basta dizer que eu não fui a única vítima de qualquer dos géneros. Cresci a ver o meu pai a ter "romances" (na sua imaginação) com rapazes, algo que era uma fonte de frustração para ele porque eles queriam sempre dinheiro e comida como resultado do sexo a que eram sujeitos, mas não o queriam a ele (OBVIAMENTE!).

Comecei a tentar fugir de casa quando tinha 10 anos, depois da minha primeira tentativa de suicídio, e comecei  intervir quando tinha 13 anos, quando disse à minha mãe e à sua companheira que o meu pai estava a dormir com rapazes. Em vez de chamarem a polícia, algo que qualquer ser humano decente faria, elas pura e simplesmente mudaram-no para o apartamento delas, que eu dei o nome de "O Ninho de Amor", e elas voltaram a viver na nossa casa familiar.

Claro que isso apenas piorou as coisas. Há já algum tempo que eu surfava nos sofás dos meus directores da Renaissance Faire, mas ninguém poderia ficar comigo o tempo todo. Tal como pode ser imaginado, onde quer que o meu pai estivesse, lá estavam rapazes adolescentes, drogas, e não havia muita comida (embora eu não passasse fome durante a minha adolescência visto que os livros da minha mãe haviam começado a vender bem). Durante a minha adolescência vivi em todo o tipo de lugar, embora tenha voltado a viver com o meu pai quando comecei a universidade.

Houve um dia em que ele trouxe um rapaz de 11 anos para ficar connosco durante uma semana e com a permissão da sua mãe, algo que me deixou horrorizada. Garanti que ele tivesse um quarto e uma cama onde dormir. Quando vi o meu pai a pegá-lo de pernas para o ar, e a beijá-lo por todo o lado, e quando vi os livros de pornografia de fora, chamei o meu conselheiro, que já havia concordado em chamar a polícia se por acaso visse alguma coisa a acontecer, e o meu pai foi preso.

Por aquela ofensa, ele recebeu pena suspensa de três anos. No entanto, a notícia espalhou-se e um homem que lhe havia dado um lugar para ficar em Los Angeles apercebeu-se que o seu filho tinha idade para ser um alvo, e começou a fazer perguntas. Isto resultou na prisão do meu pai devido a 13 acusações PC 288 A, B, C, e D. (Basta dizer que isto são vários tipos de ofensas sexuais forçadas que nunca deveriam ser cometidas a alguém, muito menos a uma criança!)

Ele morreu na prisão em 1993, depois das minhas informações iniciais de 1989. Deve ser notado que, longe de ser um transgressor iniciante, a sua primeira prisão havia ocorrido em 1948, quando ele tinha 18 anos.

Tal como pode ser imaginado, embora a minha mãe estivesse perfeitamente ciente dos crimes do meu pai, e também o estivesse a minha "madrasta", ninguém acreditou em mim até ao momento em que ele foi condenado; fui ignorada e qualificada de "histérica". Mais uma vez, tudo isto é público: a fria indiferença da minha mãe e a pretensão de total ausência de responsabilidade por parte da minha madrasta são doentias nelas mesmas. As palavras dela deveriam ser suficientes; ela sabia o que ele queria fazer.

Em altura algum tentei fazer justiça com as minhas mãos; devido à minha estrutura moral, eu era a protectora dos outros, e eu amava muito o meu pai. Portanto, embora eu tivesse pensado que poderia perdoar o meu pai pelo que ele me fez, de maneira nenhuma cheguei a pensar que era responsabilidade minha perdoar o que ele havia feito a outras pessoas - e a sua última vítima não havia sido uma prostituta, mas uma criança que havia ficado gravemente ferida.

De qualquer das formas, da mesma forma que a minha família se havia fechado em redor do meu pai para o proteger, mais recentemente eles voltaram-se a fechar em redor dum meu parente masculino, que está a ser acusado de abusar os filhos do seu ex-namorado, que ele vê como seus "netos" visto que ele "adoptou" o seu pai como seu "filho". Sim, eu sei que tudo isto é doentio de se ler, e eu peço perdão.

Mais uma vez, eu fui marginalizada e chamada de "maluca", e "histérica" porque, afinal de contas, porque é que uma pessoa com um longa historial de abuso de menores continuaria a fazer isso? Tal como eu fiz quando acusei o meu pai, mudei de casa. Fiz um relatório policial, tal como o fizeram os meus estudantes, que estavam horrorizados com o que ele havia dito dos seus "netos".

Deve ser levado em conta que os amantes de rapazes não olham para o que fazem como um "abuso". Para eles, é sexo, e eles olham para esse sexo como "consensual", e qualquer objecção será certamente varrida pelos orgasmos que certamente serão produzidos; é uma pena que estes orgasmos calem a boca destes rapazes-vítimas e os convençam de que eles "devem" ser homossexuais (independentemente dos casamentos heterossexuais posteriores e dos filhos resultantes).

Aparentemente, 33 acusações de pedofilia feitas contra o meu parente sem nome não é suficiente e ele irá apostar tudo nisso. Nada disto é da minha conta; fiz o que pude, e é fácil entrar em contacto comigo se por acaso quiserem que eu testemunhe.

Perdoem-me o meu fatalismo, mas os agressores sexuais não param e é bem provável que haja mais vítimas. Ou alguém se chega à frente, ou ele irá violar outra vez, ou talvez, visto que ele é bem velho, ele irá morrer antes de sofrer as consequências.

Entre o tempo das denúncias relativas às prevaricações do meu pai e o tempo das prevaricações do meu parente masculino sem nome, tirei um curso Bacharelato em Performance Musical, e tinha uma carreira como harpista de casamento e como cantora; depois casei-me e tive filhos; depois tirei um Mestrado em Performance Musical; e desde 2007 que só tenho ensinado canto e harpa, e dirigido óperas em duas companhias de ópera que fundei: uma no sul da Califórnia, e outra no norte. Também fiz um álbum de música Celta. No entanto, sempre me senti insatisfeita com a minha carreira; os artistas precisam de contar a sua história, e a minha era razoavelmente feia para ser contada.

Mas estupidamente regressei para o Norte da Califórnia. A minha amada esposa do meu primo estava a morrer de cancro e eu queria fazer parte duma família, pensado que depois da morte do meu pai, o seu mal tinha morrido com ele.

Enganei-me.

Em Junho último, uma blogueira com o nome de Deirdre Saoirse Moen perguntou-se se havia alguma verdade nos rumores em torno dos meus pais, e eu disse que sim, que ambos me haviam abusado, tal como haviam abusado o meu irmão, tal como haviam abusado uma VASTA gama de outras crianças. E eu enviei-lhe dois poemas que eu havia escrito relativos a este assunto, numa altura em que eu não havia ventilado em público o que eles me haviam feito.

Ela colocou os meus emails e os meus poemas no seu blogue, o que rapidamente alcançou 92 países do mundo, para minha grande surpresa. Fui inundada com cartas de sobreviventes de abuso sexual, e tentei responder a todas elas com simpatia e com calor humano (o que, de certa forma, me abalou emocionalmente duma forma que não consigo descrever).

Todas as pessoas queriam enviar dinheiro, mas eu pedi-lhes que o enviasse para a RAINN (Rape Abuse Incest National Network), e houve até autores antológicos associados à minha mãe que pegaram todo o dinheiro dos seus direitos autorais e deram para à obras de caridade. Houve pessoas que queimaram cópias do seu livro porque não eram capazes de os vender e lucrar com o mal gerado por ela. Houve outras pessoas ainda que apagaram as suas obras dos seus Kindles e dos seus iPads.

O motivo que dei, e que ainda defendo, para não ter falado disto é: sei que muitas pessoas valorizam os livros da minha mãe, e eu não os queria prejudicar ou perturbar as suas vidas. Daí o meu choque e embaraço pela forma como a história se propagou. Ironicamente, os sobreviventes que beneficiaram dos seus livros encontraram mais força em lutar contra o abuso do que ficar do seu lado, e como tal, a minha admiração por eles perdura!

Naturalmente, há um debate enorme em relação a ela e em relação ao meu pai. Todas as vezes que surgia alguém a duvidar da minha história, outras 100 surgiam para silenciar os que me colocavam em dúvida. Os arrepiantes activistas da "idade de maioridade" também apareceram, e foram igualmente silenciados. Para minha grande surpresa, as pessoas acreditaram em mim.

Depois de ver o que havia acontecido com a filha de Woody Allen, eu não tinha qualquer outro tipo de expectativa que não uma execução virtual pública se por acaso eu me atrevesse a falar. Mas de certa forma, a minha mãe "protegeu-me" com as SUAS PALAVRAS. Ela havia testemunhado, maliciosamente, no momento que foi acusada de me ter abusado, que "as crianças não têm zonas erógenas", e nem se preocupou em negar que me havia amarrado a uma cadeira, e de me ter atacado com um alicate, alegando que me iria tirar os dentes. Com a sua admissão fria, ninguém poderia deixar de lado NADA.

De qualquer das formas, desde que a verdade veio ao de cima, os temas pedofílicos dos seus livros tornaram-se óbvios para as pessoas que haviam, no passado, olhado para eles como história ou como licença artística conferida a um autor de ficção. Com a ajuda editorial da minha mãe, o meu pai havia escrito um livro apologético do sexo entre adultos e menores com o título de "Amor Grego" sob o pseudónimo “J.Z. Eglinton.” De repente, ninguém poderia questionar o que sempre havia sido óbvio para mim.

O homossexualismo

Então, o que foi que mudou desde Junho último? Desde que falei (juntamente com outras pessoas) sobre o meu familiar sem nome em Novembro último, e depois da minha decisão de não entrar em contacto com a minha família devido à sua resposta, comecei-me a aperceber que se calhar o homossexualismo dos meus pais ERA o assunto em cima da mesa.

Sem surpresa alguma, eu havia sido educada para ser totalmente tolerante. Há alguns anos atrás li Satinover, que acreditava que os homossexuais eram, em larga escala, "pansexuais", isto é, que preferiam ter sexo com TODAS as pessoas de QUALQUER idade e de QUALQUER género, e a não se limitarem a uma só pessoa; ele olhava para isso como um problema moral e ético, e não como uma "orientação" sexual.

Vocês nem sabe o número de lésbicas que simplesmente odeiam os homens, ou que foram violadas por um, e não podem sequer pensar em sexo com um homem devido a isso. Para mim, a pesquisa em torno do homossexualismo era quase como um segredo culpado: eu a pensar no impensável. Afinal de contas, o homossexualismo sempre me havia sido apresentado como um estado natural: Eu estava "agarrada" e era uma "puritana" porque, apesar dos pedidos da minha mãe para "experimentar de outra formas", e "como é que eu poderia saber que eu era heterossexual?", eu pura e simplesmente não conseguia fazer de mim uma lésbica.

As minhas observações em relação às crenças do meu pai e da minha mãe são estas: visto que todas as pessoas são naturalmente homossexuais, é o establishment heterossexual que prende as pessoas e, desde logo, as limita. A actividade sexual levada a cabo em tenra idade facilitará a que essa pessoa tenha vontade de ter actividade sexual com qualquer pessoa, o que irá, ao mesmo tempo, instalar a utopia, eliminar a homofobia e ajudar as pessoas a tornarem-se na pessoa que "realmente são".

Isso irá também destruir a odiada família nuclear, com o seu paternalismo, sexismo, ageism (sim, para os pedófilos, isto é um assunto sério) e todos os outros "ismos". Se um número suficiente de crianças for sexualizada enquanto é suficientemente jovem, então imediatamente o homossexualismo tornar-se-á "normal" e aceite por todas as pessoas, e as antiquadas noções de fidelidade irão desaparecer

Visto que o sexo é integrado como parte natural de todas os relacionamentos, as barreiras entre as pessoas irão desaparecer e, à medida que a "cultura heterossexual" segue os caminho dos dinossauros, a utopia irá aparecer. Tal como a minha mãe dizia, "As crianças são levadas a acreditar que não querem sexo."

Sim, eu sei que a estupidez desta tese particular não tem limites, e as consequências reais são a existência de pessoas com 40 anos a receber terapia devido ao abuso sexual, muitos, muitos mas muitos suicídios, e vidas arruinadas para TODAS as pessoas. Mas alguém tinha que o dizer. Será que alguém vai ouvir?

Havia seis desconhecidos durante o julgamento do meu pai, que não testemunharam, e duas vítimas, que testemunharam. Eu ainda estou em contacto com uma das vítimas. Há alguns anos atrás ele foi silenciado de forma tão feroz pelos fãs da minha mãe, que até hoje ele ainda não é totalmente capaz de falar abertamente sobre isto. Não sei do destino de todos os seis desconhecidos, mas sei que um deles morreu aos 40 anos com desordem alimentar, nunca tendo sido capaz de falar sobre o que lhe aconteceu.

Sei também que pelo menos uma das pessoas que se encontrava na lista dos 22 nomes que dei à polícia, como potenciais vítimas, suicidou-se no ano passado. Sei também dum certo número de vítimas do meu pai que não testemunharam porque o amam. Como nota pessoal, eu posso entender o porquê: entre os meus dois pais, ele era, de longe, o mais gentil. Afinal de contas, ele apenas era um violador em série. A minha mãe era um gélido monstro violento cuja voz contorcia o meu estômago.

A madrasta e Katy Faust

Uma nota breve em relação à minha "madrasta": depois de passar 22 anos com a minha mãe, hoje em dia ela nega que alguma vez tinha sido homossexual. Então ela nasceu o quê? Será que ela nasceu homossexual e agora vive em "negação" da sua "verdadeira natureza", como diriam os homossexuais, ou será que ela apenas estava enfatuada pela minha mãe, que fez o que as pessoas famosas fazem, e aproveitou-se da sua inocência e da sua infantilidade emocional?

Ela tinha 26 anos quando se envolveu com a minha mãe, mas disse-me que sentia como se tivesse sido "abusada" por ela. Eu não posso usar essa palavra para ela porque ela tinha 26 anos. Mas ela REALMENTE chamava a minha mãe de "mãezinha" e a maior parte do conteúdo do seu relacionamento era uma tentativa dela provar que ela era "uma filha melhor" que eu.

Esta era uma competição que, para mim, estava morta desde o início: eu sou filha biológica da minha mãe. Isto é uma realidade biológica. Dar orgasmos a minha mãe não faz da minha madrasta uma filha melhor, mas sim faz dela uma pessoa néscia. E tal como pode ser visto agora, ela DEVE ser a "melhor filha" porque eu pus a boca no trombone. Hoje em dia, eu não falo com ela.

No mês de Março deste ano conheci a Katy Faust, uma das "filhas de homossexuais" que deu entrada a um relatório amicus ao Supremo Tribunal em oposição ao "casamento" homossexual. Nós trocamos correspondência, e eu deixei a Califórnia. Ainda estou zonza com a morte das últimas partes da minha negação. O homossexualismo É o problema. A crença de que ter sexo com todas pessoas irá, de alguma forma, curar os problemas e não criá-los, É o problema.

Devido a isto, comecei a falar contra o "casamento" homossexual, e ao fazê-lo, alienei até os meus mais fortes apoiantes. Afinal de contas, eles precisam de olhar para os meus pais como criminosos sexuais malucos, e não homossexuais que estão a seguir as suas fortes convicções éticas e a tentar criar a utopia segundo a sua fantasia totalmente ridícula. Eles não têm a vontade de aceitar que, se calhar, o homossexualismo pode resultar na destruição das crianças e até dos adultos que insistem em ficar no seu encalço.

Para todas as pessoas bem-intencionadas que acreditam que estou a extrapolar a partir da minha experiência para toda a comunidade homossexual, gostaria de explicar o porquê disto ser assim: Tendo como base o tempo que passei dentro da comunidade homossexual, os valores que eles têm são totalmente distintos; a sua pressuposição é de que TODAS as pessoas são homossexuais e que elas apenas estão "dentro do armário", e que experiências sexuais em tenra idade irão impedir a criança homossexual de ficar no armário, e isso causará a que toda a gente fique feliz.

Se por acaso duvidam de mim, pesquisam "idade de consentimento", twinks", "ageism", e os escritos de NUMEROSOS autores da Esquerda que acreditam que a sexualidade precoce é, de alguma forma, "benéfico" para as crianças.

Devido à minha longa experiência com a comunidade BDSM ("bondage/discipline", Sado-Masoquismo) a minha crença é de que o homossexualismo é uma questão de GRAVAÇÃO (inglês: "impriting"), da mesma forma que as fantasias BDSM o são. Para o practicante do BDSM, a práctica contínua é sexualmente excitante, e naturalmente que o mesmo acontece com o homossexual.

No entanto, daquilo que tenho visto, nem uma nem a outra produzem algum tipo de cura. A minha mãe tornou-se lésbica porque foi abusada pelo pai dela. O meu pai foi violado por um padre, e olhava para isso como o único amor que ele alguma vez experimentou. Existem muito poucas pessoas que são exclusivamente homossexuais, mas muito mais pessoas que têm relacionamentos com pessoas de AMBOS os sexos, tal como aconteceu com os meus pais e outras pessoas da minha família.

O que distingue a cultura homossexual da cultura heterossexual é a crença de que o sexo em tenra idade é bom, e a firme certeza (e não pensem por um segundo que eles NÃO sabem disto) de que a única forma de criar outro homossexual é levar a que o rapaz tenha experiências homossexuais ANTES dele ser "arruinado" pela atracção por uma rapariga.

Se por acaso vocês não vêem problemas com isto, e pode ser que isso aconteça, isto é algo que têm que levar em consideração. Se por acaso acham que estou errada, então isso é privilégio vosso, mas tomem atenção para o VASTO número de histórias de abuso sexual E de transgenerismo que aparecerão destes "casamentos" homossexuais. As estatísticas em torno do abuso sexual que ocorre junto das crianças criadas por homossexuais já são astronomicamente elevadas quando comparadas com o que acontece com as crianças criadas por heterossexuais.

Obviamente que a minha perspectiva é desconfortável para as pessoas esquerdistas junto das quais fui criada: eu "tenho permissão" para ser vítima de abuso por parte de ambos os pais, "tenho permissão" para ser vítima de violência hedionda. Mas eu NÃO TENHO PERMISSÃO para culpar o seu homossexualismo pela sua disposição  em aceitar o sexo com todas as pessoas de qualquer idade.

Mas nada disso me irá atrasar. Vou continuar a falar publicamente sobre isto. Há já muito tempo que tenho ficada calada. O "casamento" homossexual nada mais é que uma forma de gerar crianças à imagem dos seus "pais", e dentro de 10 a 30 anos, os sobreviventes irão falar.

Até lá, eu vou falando.

Moira Greyland

http://wp.me/p2ENJm-qv

* * * * * * * * *

Sem dúvida que nenhum membro da comunidade homossexual terá forças para a intimidar, especialmente se levarmos em contra tudo o que dois membros dessa mesma comunidade já lhe fizeram (a mãe lésbica e feminista Marion Zimmer Bradley e o pai homossexual condenado por pedofilia Walter Breen). O que ela nos diz neste texto revela de forma cabal o porquê dos casos de abuso de menores serem proporcionalmente e estatisticamente mais elevados junto dos practicantes do homoerotismo.

Tenho a leve suspeição de que a revolta contra os homofascistas no Ocidente fará com que até o Estado Islâmico pareça misericordioso. Lembrem-se duma coisa: o pêndulo histórico volta SEMPRE para o seu lugar inicial. Quando se tornar claro que a aceitação do homossexualismo necessariamente exige a aceitação do abuso sexual amplamente disseminado de crianças, não haverá misericórdia.

Existe um motivo bem sólido do porquê o homossexualismo ter sido historicamente categorizado dentro do "Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais"; é uma desordem mental que tipicamente emana de algum tipo abuso infantil.

Isto não significa que todos os homossexuais são pessoas malignas ou pessoas inclinadas a abusar de crianças. O que a senhorita Greyland está a dizer é que eles são, de facto, vítimas inocentes, independentemente do quão orgulhosos eles possam estar da sua vitimização passada. Mas o facto permanece de que existe uma conexão clara entre o abuso infantil e a desordem mental, e se por acaso não concordam com isto, podem sempre falar com Moira Greyland, e dizer que ela nada sabe do que fala.

Isto disponibiliza também uma resposta óbvia para todos aqueles que perguntam "Porque é que tu és contra o casamento homossexual?" Porque sou contra o abuso sexual de crianças. Se banir o "casamento" homossexual salvar UMA SÓ criança de ser vítima de abuso sexual, então isso é um imperativo moral.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O porquê do homossexualismo ser insustentável e do "casamento" homoerótico não ajudar.

Por Joseph Sciambra

Segundo um estudo em torno homossexuais masculinos sexualmente activos e residentes em Ontário (Canadá), de todos os novos casos de infecções com o HIV, “51%  foram através do sexo anal com o uso do preservativo e16%  através do sexo oral.” (1). O mesmo relatório apurou que “O falhanço do preservativo é frequentemente devido à rotura e à derrapagem, e por vezes (mas nem sempre) devido ao uso não-óptimo.”

Esta é a triste situação em que estamos porque os preservativos são mais susceptíveis de se romperem quando são usados analmente em oposição ao uso vaginal. De facto, a FDA nunca chegou a "esclarecer ou aprovar qualquer tipo de preservativo para uso especifico no sexo anal”. Isto é o que o site da FDA diz (2):

É mais provável que os preservativos se rompam durante o sexo anal do que durante qualquer outro tipo de actividade sexual devido à maior quantidade de fricção e de outro tipo de stress envolvido.

Para além disso, devido a  natureza frequentemente agressiva e até violenta do sexo homossexual masculino, o trauma anal, não só o rompimento do preservativo, é passível de ocorrer . Num estudo similar ao estudo Canadiano, pesquisadores Suíços apuraram que 28% dos homens homossexuais reportaram terem "trauma sexual passivo". (3)

Apesar disto, um argumento crucial em favor do "casamento" homossexual tem sido o de que a estabilidade dos emparelhamentos monogâmicos legalmente reconhecidos entre os homens homossexuais terá o efeito de baixar as taxas de contágio junto da população homossexual masculina. No entanto, outro estudo subverte por completo este argumento:. Numa pesquisa levada a cabo junto de duplas homossexuais, os pesquisadores apuraram que:

A maioria das duplas [homossexuais masculinas] permitia o sexo com parceiros externos. De modo geral, 65% dos homossexuais da amostra envolveu-se em
UAI [="unprotected anal intercourse"] com o parceiro primário.... Entretanto, 22% da amostra envolveu-se em pelo menos um episódio de UAI com um parceiro sexual externo, metade dos quais parceiros externos com um estatuto discordante ou desconhecido em relação ao HIV. (4)

Portanto, a psique dos homens homossexuais, que está pré-disposta para a promiscuidade, irá reduzir ou anular qualquer suposto benefício do "casamento" homossexual.

Mas porque é que isto acontece? Eis o que posso afirmar tendo como base a minha [do Joseph] experiência: Especialmente durante os dias iniciais do meu estilo de vida homossexual, sempre tive atracção por aqueles homens que representavam, ou pareciam projectar, uma qualidade ou uma característica que eu acreditava não ter. Na maior parte das vezes, eu senti isto como uma força claramente indefinível de confiança, estabilidade e masculinidade.

Houve um homem em particular que - pensava eu - encapsulava as três. No entanto, o facto de ter estado com ele, ter tido relações sexuais com ele, não mudou a minha auto-percepção visto que o meu sentimento de inadequação (que levou à minha incomum necessidade de afirmação masculina) não estava de maneira alguma relacionada com ele; ele não me poderia fazer no homem que eu pensava que não era.

Creio que o rapaz perdido que se encontrava dentro de mim queria um pai, mas como alguém que tentava passar a ser um homem, eu não queria um pai. Provavelmente se esta tivesse sido uma relação heterossexual as coisas teriam funcionado visto que a natureza complementar entre o homem e a mulher satisfaz e preenche ambas as partes da biologia e da experiência humana.

Mas nós fomos atraídos um para o outro numa falsa atracção magnética apenas para nos apercebermos que, tal como dois pólos [iguais], nós repelíamo-nos. O novelista homossexual Andrew Holleran provavelmente explicou este drama trágico quando escreveu:

Com dois egos masculinos é muito complicado. Os homens pura e simplesmente não foram criados para se prostrarem perante outros homens.

Em conclusão, o homossexualismo masculino é totalmente insustentável, até mesmo dentro do contexto "sexo-seguro" profilático, porque as forças naturais em operação geram um situação física onde a lesão, mesmo as menores, é sempre uma possibilidade distinta e, desde logo, deixa ambos os parceiros abertos à infecção e à doença.

Para além disso, uma vez que a sexualidade homossexual masculina é inerentemente impulsiva, ascendendo e caindo tão rapidamente como uma erecção, o impulso para executar estes cenários, mesmo quando estão cientes dos riscos físicos, por vezes está significativamente para além do controle dos participantes.

No entanto, esta mesma sexualidade homossexual masculina está tão enraizada e é patologicamente motivada por desejos infantis tão distantes que muitos homossexuais masculinos podem até nem ter lembrança de alguma vez terem outro tipo de sentimentos; devido a isto é que muitas vezes eles acreditam de modo firme que eles nasceram assim.

Dois estudos mostram que traços de personalidade, associados a papéis sexuais infantis confusos, frequentemente determinam a participação em certos actos e hábitos homossexuais quando se chega à idade adulta:

...... o FGI [Freund Feminine Gender Identity Scale] (e muitos dos seus factores e items) está significativamente associado a preferência por sexo anal receptivo.” (5)

Dito de outra forma, rapazes que cresceram a exibir características femininas frequentemente passam a ser adultos que preferem sexo anal receptivo.

Num outro estudo parecido, “MIPs [male insertive partners] desejavam sexo onde eles eram dominantes e no controle, ao mesmo tempo que MRPs [male receptive partners] desejavam sexo onde eles eram dominados ou 'tomados'. O desejado diferencial de poder era evidenciado através do tipo de comportamento sexual e através do tipo de parceiros desejados. Estes dados salientam a importância do poder como motivador sexual." (6)

Consequentemente, os homens homossexuais estão constantemente a reencenar o enredo dominante-submisso - uma perversão da relação pai-filho - numa tentativa de lidar com as memórias dolorosas. Então, quando invariavelmente se envelhece, ocorre esta bizarra reversão: o rapaz passa a ser o pai e tem agora que assumir o papel contrário. O problema é que nunca se passa a ser um homem, mas tu tentas provar o teu ténue entendimento da masculinidade dominando os jovens e os sem-experiência.

Este é um ciclo vicioso horrível. Do ponto de vista fisiológico, os homens homossexuais não podem continuar neste caminho; a sua única esperança para uma saúde, paz e cura genuínas é através dum programa de vida onde inicialmente abraçam a castidade, e posteriormente o aconselhamento espiritual e psicológico seguido de terapia reparativa.

~ http://bit.ly/1UfWJrA

Referências:

1. “HIV Transmission among Men Who Have Sex with Men due to Condom Failure”
Robert S. Remis, Michel Alary, Juan Liu, Rupert Kaul, Robert W. H. Palmer
Published: September 11, 2014DOI: 10.1371/journal.pone.0107540

2. http://www.fda.gov/ForPatients/Illness/HIVAIDS/ucm126372.htm

3. “Over Half of MSM in Swiss Study Group Don't Know About HCV Infection”
ICAAC 2014 54th Interscience Conference on Antimicrobial Agents and Chemotherapy
September 5-9, 2014, Washington, DC

4. “Relationship characteristics associated with sexual risk behavior among MSM in committed relationships.”
Hoff CC1, Chakravarty D, Beougher SC, Neilands TB, Darbes LA.
AIDS Patient Care STDS. 2012 Dec;26(12):738-45. doi: 10.1089/apc.2012.0198.

5. “Effects of recalled childhood gender nonconformity on adult genitoerotic role and AIDS exposure. HNRC Group.”
Weinrich JD1, Grant I, Jacobson DL, Robinson SR, McCutchan JA.
Arch Sex Behav. 1992 Dec;21(6):559-85.

6. Damon, Will (2001). “The relations of power and intimacy motives to genitoerotic role preferences in gay men: A pilot study.” Canadian Journal of Human Sexuality. 2000 Vol 9(1) 15-30.

sábado, 18 de julho de 2015

O porquê do "casamento" homossexual não funcionar

Por Joseph Sciambra 

Durante os mais de 10 anos que passei dentro do estilo de vida homossexual, por duas vezes me tornei no "outro homem" dentro do assim-chamado "casamento homossexual". Por aquela altura, e visto que o "casamento" homossexual ainda não havia sido reconhecido nos EUA, ambas as duplas haviam sido "casadas" em cerimónias privadas realizadas por um clérigo prestativo. Uma das duplas encontrava-se na casa dos 40 enquanto que a outra estava na casa dos 50.

De forma geral, ambas as duplas haviam chegado a San Francisco (provenientes de outras partes do país) durante a agitação inicial do movimento dos direitos dos homossexuais da década 70. Naqueles dias, e segundo o que todos eles me disseram, cada pessoa tomou o seu lugar activo dentro do hedonismo e da promiscuidade que iria mais tarde causar a epidemia da SIDA. De facto, um dos homens havia-se tornado seropositivo, perdido o seu antigo parceiro, e "casado" mais tarde com o [na altura] actual e seronegativo parceiro.

As histórias pessoais eram contorcidas e as associações eram frequentemente complicadas; por vezes, todos eles "brincavam" juntos, noutras vezes, "brincavam" separadamente. Ocasionalmente, a inveja entrava em cena, mas mais frequentemente existia uma penetrante atmosfera de depressão e ansiedade que englobava tudo e todos. Curiosamente, nestes relacionamentos, frequentemente com os participantes a viverem dentro de ambientes Victorianos muito bem restaurados em redor da zona Castro, eu desejei internamente por alguns momentos de paz doméstica.

Surpreendentemente, eu vi que eles eram tão disfuncionais como o resto de nós, que éramos jovens e ainda tomávamos parte das discotecas, dos balneários e dos clubes de sexo. O "casamento" homossexual não havia mudado ninguém - apenas havia dado um bocado de consolo para os sobre-sexuados e para os cansados. 

De forma geral, como era o caso (e mais ainda depois da revolução sexual), os homens homossexuais entram nesse estilo de vida quando se encontram no final da adolescência, no princípio dos seus anos 20. Durante essa fase etária, há muitas oportunidades para a pessoa se expressar e para fazer experiências. Este poder recém-descoberto pode ser ocasionalmente arrebatador.

Por exemplo, a dada altura tu foste o rapaz que ninguém queria na equipa, ou o rapaz com o pai demasiado crítico e com falta de amor, ou o rapaz assustadiço que foi tocado por alguém. De repente, tu estavas com pessoas que, de modo geral, haviam passado pelas mesmas coisas, embora nunca chegassem a admitir. Em vez disso, todas as pessoas agem de modo teatral segundo o trauma pelo qual passaram durante a infância numa cerimónia bizarra de reencenação como cura.

Agora, pode-se dançar na multidão, sentir os corpos quentes perto do teu, e imaginar que finalmente fazes parte dum grupo; os homens mais velhos, que querem que tu lhes chames de "pai", convidam-te para sair. Aquele momento de vergonha e embaraço da nossa infância já não parece tão estranho ou horripilante porque o mesmo pode ser vivido vez após vez, e pode-se obter prazer sob aquilo que tu pensas estar a acontecer segundo os teus próprios termos.

Quando eu estava nos meus anos 20, este cenário passou por diversas vezes na minha vida. No entanto, as coisas foram ficando sempre mais perigosas, mas eu acreditava que valia a pena correr os riscos como forma de encontrar o amor. Só que, e à medida que ia vendo cada vez mais amigos meus a morrerem de SIDA, drogas e suicídio, muitos daqueles que se encontravam ao meu redor - pessoas a entrar na casa dos 40 ou 50 - começaram a abandonar esta vida. Tal como eu, a perigosa imprudência de se ser jovem e homossexual começou a perder o seu fascinio, e, então, talvez uma nova forma de felicidade se pudesse encontrar na forma mais madura da monogamia homossexual.

À periferia do existência homossexual - no era pré-"casamento" homossexual dos anos 90 - existiam pequenos enclaves de homens de meia idade que haviam atravessado a perversidade de sua juventude, e sobrevivido, só para se tornarem um poucos mais deliberados, mas de modo incremental mais alienados da sexualidade exuberante do que é ser-se homossexual. 

Parte deste exílio auto-imposto era o resultado directo da obsessão homossexual pela juventude e pela forma musculada da virilidade. Alguns lutaram contra isto, recriando-se a eles mesmo (através do uso de tratamentos com hormonas e exercício físico infindável) em "pais" hiper-masculinos; alguns antigos twinks regressaram dentro na pornografia como tops; (twink é calão homossexual para o jovem submisso e top refere-se ao homossexual mais dominante e insertivo.)

Muitos homossexuais continuaram fora, escolhendo iniciar uma relação com outros homens da mesma faixa etária. A SIDA frequentemente tomava muitos amigos e amantes, e isto trazia consigo um medo que se canalizava para um certo tipo de monogamia forçada. Mas havia uma difusa sensação de desconforto que azedava tudo.

No ano de 1989, quase 10 anos mais tarde, eu era o intruso ou o "outro homem" dentro dum relacionamento homossexual ("casamento"). Durante a maior parte do tempo, eu era trazido acrimoniosamente - para "brincar" com um ou com o outro - porque o fervor inicial e o medo que haviam causado o relacionamento estavam lentamente a caminhar para uma apatia conjugal e aborrecimento sexual. 

Na primeira vez, os parâmetros e as fronteiras psico-sexuais foram claramente definidas à partida; embora eu estivesse a ser aceite como um participante erótico na relação, nenhum dos dois haveria de ficar emocionalmente envolvido comigo. Por essa altura, sendo jovem como era, isso era suficiente para mim; só o facto de estar perto de dois homossexuais aparentemente bem-ajustados, e que eram aparentemente haviam saído ilesos dos míticos anos 70, era uma pausa dos constantes mas insignificantes encontros duma noite ou encontros nas saunas. Talvez isso também representasse algo que era indefinível - que através do infindável sexo eu buscava apenas uma pessoa a quem amar. Só que esta versão pervertida de amor marital foi tudo o que eu encontrei - e por alguns momentos, parecia real.

A segunda vez ocorreu quando eu era muito mais velhos, e a rapidamente a ficar queimado, e chegando à idade onde eu não mais conseguiria acompanhar fisicamente ou mentalmente o acelerado ritmo fogoso do homossexualismo moderno. Fiquei chocado por dar por mim a ser chamado de "pai" com a idade de 28 anos; parecia que não havia sido há muito tempo que eu era o jovem e o impressionável em busca dos mais vividos e dos mais experientes.

Ser chamado de "pai" fez-me sentir prematuramente velho ao lado do novo grupo de adolescentes, mas também trouxe até mim uma entorpecente sensação de falhanço: a felicidade que eu não havia encontrado enquanto era um jovem núbil sob a tutelagem de homossexuais mais velhos, teria que encontrar agora, sendo um suposto instrutor mais velho.

Não encontrei, e como tal, voltei-me para homens ainda mais velhos. Esta nova dupla, que por essa altura estava nos seus nos 50, era um par de antigos libertinos. Tal como todas as pessoas que haviam escapado da foice indiscriminada da SIDA, eles encontraram alguma segurança quando se tornaram em colegas de quarto "com benefícios".

Quando eu os encontrei, a sua vida sexual era segura, mas rotineira. Eu fui trazido para o meio deles como forma de mudar tudo isso. Embora eu tenha observado afeição  genuína entre eles, ela era parecida à camaradagem instantânea que liga de maneira indelével todos os sobreviventes do horror. Esta era a característica que eu havia testemunhado em todas as duplas homossexuais - isto é, um laço de sofrimento inflamado pelas suas memórias comuns da infância que havia dado errado - pais fracassados, histórias de rapazes vítimas de bullying, e noites longas a chorar em busca de amor.

Este era um "casamento" forjado através da experiência - experiência de sair do armário, de sentir um orgulho inicial e uma esperança dentro do estilo de vida homossexual, e de ser mais tarde esmagado pela realidade do egocentrismo colectivo homossexual e da sua propensão para o sexo sem-sentido.  Eles fogem disto, e ao fazê-lo, revelam a sua inerente disfuncionalidade.

Mas essa instabilidade apenas é miniaturizada e refinada quando ela ocorre dentro duma relação. As coisas rapidamente se tornam ou em pulverização catódica ou em combustível. Devido à ausência da complementaridade entre os pólos opostos do macho e da fémea, o choque de testosterona agita e antagoniza. A aparente felicidade  harmoniosa decai e o calor inicial entre os parceiros arrefece; eles tornam-se co-dependentes mas sedentos duma plenitude que nunca se materializou durante a sua união. 

Tal como o mais alargado mundo do homossexualismo masculino, a sua relação torna-se doentia; o sexo é o denominador comum, tal como o seu controle fascista sobre aqueles que aceitam e se sujeitam à sua dominação, e eles ficam impotentes contra a necessidade espinhosa de extinguir o fogo inextinguível do amor não-realizado - o homem perfeito ainda por ser encontrado.

Como o "outro homem", senti de modo instintivo este desconforto, um armistício inquietante que acabava sempre em frustração sexual. Isto acontecia porque a relação homossexual era uma irmandade nascida da ansiedade e da apreensão; a realização de que o mundo homossexual gira para fora de controle, picando de modo incessante cada grupo de recém-chegados.

Logo, a obsessão actual pelo "casamento" homossexual não é um passo rumo a uma versão da monogamia heterossexual transladada para a mente dos homens homossexuais, mas uma fuga rumo à segurança, e a realização inconsciente de que até agora, nada (descriminalização, emancipação sexual e aceitação) funcionaram.

Eu vi isto em ambas as duplas do meu passado, visto existir um orgulho palpável que se glorificava na sua habilidade de aparentemente terem superado o estereótipo do homossexual maluco por sexo, tornando-se mais políticos à medida que os anos 90 iam passando.

Mas isso cobria a realidade da situação; que estes pactos eram formados como uma resposta desesperada à realidade da depravação homossexual, e à expulsão forçada de certos homens homossexuais considerados demasiado velhos para serem desejáveis; a tendência destes homens de se esconderem em círculos protectores; a natureza transitória de monogamias tensas dentro destes relacionamentos, e a rápida re-invasão da forma de pensar homossexual; a abertura dos pares homossexuais; a firme arrogância dos homens que "já estão juntos há anos" apesar da sua historia mútua de aventurismo sexual contínuo. 

No fim, tudo isto não passa dum faz-de-conta, um último esforço para se salvar um estilo de vida que é intrinsecamente auto-destrutivo. 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

7 evidências contra o "casamento" homossexual

Por Jay Richards

Dadas as mais recentes tendências, era inevitável que alguém dissesse que o governo não só se mantivesse fora do negócio do casamento, mas também que o apoio ao "casamento" homossexual fosse, na verdade, uma posição conservadora. Tomemos como exemplo, Young Conservatives for Freedom to Marry.

O seu nome é o seu argumento: os conservadores acreditam na liberdad individual e no governo limitado, e como tal eles deveriam apoiar a "liberdade" das pessoas poderem "casar" com pessas do mesmo sexo. Se dois homens se querem "casar", dizem eles, porque é que o Big Brother tem que lhes dizer que não podem?

Mas a definição do casamento é tudo menos algo conservador, e o mesmo iria na verdade causar uma menor liberdade e a uma maior intromissão do governo. Eis aqui sete evidências:

1. O "casamento" homossexual contradiz a história.

Algumas culturas têm casamentos combinados enquanto outras têm poligamias. Mas virtualmente todas as culturas conhecidas (sem contar com as culturas ocidentais até a 10 minutos atrás) têm entendido que o casamento envolver um pacto público entre um homem e um mulher. Isto inclui civilizações que não tinham qualquer tipo de problema com os actos homossexuais.

Isto não quer dizer que o entendimento perene do casamento está certo ou é o justo, mas sim que o derrube do entendimento básico da instituição do casamento não é um acto conservador, e nem um que o conservador tenha a liberdade para tratar de animo leve. 

2. O "casamento" homossexual contradiz os ensinamentos das tradições religiosos das religiões mais importantes do mundo.

Não percamos muito tempo aqui, visto que ninguém o nega: o Hinduísmo, o Judaísmo, o islão e o Cristianismo sempre entenderam que qualquer coisa chamada "casamento" irá envolver um homem e uma mulher e não duas pessoas do mesmo sexo. Este ponto de vista encontra-se ancorado de modo profundo nestas tradições, ao contrário de, por exemplo, crenças em torno do Sistema Solar. Mesmo aqueles grupos heterodoxos que abandonaram esta visão do casamento - Judaísmo Reformado, a "United Church of Christ", a Igreja Episcopal, e a Igreja Presbiterian (EUA) - sabem que estão a fazer uma rotura com as suas próprias tradições.

Isto não tem nada de conservador.

3. O "casamento" homossexual nega o fundamento do casamento.

Uma vez que culturas tão diversas tais como os Aborígenes e os Anglo-Saxões têm entendido que o casamento envolve um ele e uma ela, o seu fundamento têm que transcender as culturas individuais. De facto, o entendimento encontra-se enraizado na própria natureza humana (dentro até dos factos biológicos mais básicos).

Todas as pessoas saudáveis têm sistemas biológicos que são complementares neles mesmos. Os nossos corações, os nossos pulmões e os nossos estômagos levam a cabo funções próprias como membros do mesmo corpo individual. Só os nossos órgãos sexuais individuais são por natureza incompletos. Eles só podem atingir o seu propósito primário quando se unem a outro ser humano do sexo oposto.

Sem dúvida que é por isso que, até recentemente, poucas culturas debateram a natureza do casamento. É também por isto que o casamento envolvem fundamentalmente um homem e uma mulher: esse é o requerimento básico para se acasalar. Consequentemente, o casamento tem uma relação especial com o facto de gerar e educar crianças.

Não há nada de conservador negar a natureza humana.

4. Redefinir o casamento como forma de incluir as uniões homossexuais leva a violações da liberdade de expressão e liberdade religiosa [ed: esse é o objectivo] 

"Incluir os homossexuais dentro do casamento", observa Andrew Sullivan, um apoiante do "casamento" homossexual, "será uma forma de conferir a mais elevada aprovação social imaginável.” E esse é a questão. Se Adão e João se podem casar tal como Adão e Eva, isso significa que esses relacionamentos são equivalentes. No entanto, estes relacionamentos são, de forma auto-evidente, totalmente diferentes visto que o homem e a mulher são sexualmente complementares e duas pessoas do mesmo sexo não são.

Equivaler legalmente os relacionamentos homossexuais é requer que nos enganemos a nós mesmos. E uma vez que esta é a posição oficial do governo, qualquer pessoa que alegue o contrário - que se recuse a tomar parte desta decepção colectiva - será considerada estúpida ou intolerante, e se alguma lei disser o contrário, essa lei será classificada de injusta.

Com o passar dos meses, temos tido evidências frescas em favor disto. Mal a palavra "casamento" falhe ao não distinguir legalmente o casamento natural dos diferentes relacionamentos que podem ser iniciados por pessoas do mesmo sexo, qualquer pessoa que se recuse a pactuar com isto pode ver destruído o seu negócioempregochamado e reputação publica.

Mal o estado redefina o casamento como forma de incluir as pessoas do mesmo sexo, a adopção e as agências de apoio que insistam em só reconhecer o casamento natural são rejeitadas pelo governo e têm que se render ou bater em retirada. Actualmente, qualquer pessoa que negue esta consequência do "casamento" homossexual ou está a mentir ou há já muito tempo que está de férias da realidade.

5. O "casamento" homossexual viola os direitos das crianças.

Os defensores do "casamento" homossexual não querem falar disto, masl o seu ponto de vista assume que a criança não precisa dum pai e duma mãe, e em relação à paternidade, que os pais e as mães são intercambiáveis como pedaços de Lego. Isto contradiz o senso comum, as nossas experiências básicas, e evidências científicas  preliminares.

Independentemente disto, os defensores do "casamento" homossexual querem submeter milhões de crianças a uma experiência global sem-precedentes. Dentro de 20 anos eles irão reportar os resultados. Mas as vítimas de experiências prévias já começaram a falar e os proponentes do "casamento" homossexual estão a fazer todos os possíveis para os destruir e desacreditar.

Isto não soa nada conservador.

6. O "casamento" homossexual corta os direitos individuais pela raiz.

O "argumento conservador em favor do 'casamento' homossexual" apela aos direitos individuais: os adultos, dizem eles, deveriam ser livres para casar com qualquer adulto com o mesmo sexo. O problema é que, logicamente, isto é um non sequitur.

Se uma mulher diz a um agente federal que ela é Napoleão Bonaparte, o agente não viola os direitos dela se apontar para o passaporte dela e para os seus cromossomas para demonstrar o contrário. Se o casamento envolve, intrinsecamente, um homem e uma mulher, ninguém - homossexual ou não - tem o "direito" de "casar" com alguém do mesmo sexo da mesma forma que ninguém tem o "direito" de ser um número primo. Isto mais não é que uma confusão semântica ou uma decepção intencional.

Na verdade, redefinir o casamento ataca os fundamentos dos direitos individuais. Pensem na forma como operam os direitos operam. Como indivíduos, o governo não dos confere direitos. Tal como diz a nossa Declaração da Independência, os nossos direitos foram conferidos pelo Criador. O individual é uma realidade que veio a existir antes do governo, tal como o casamento é outra realidade pré-política.

Mas aqui, os dois divergem e de certa forma isto tem que nos levar a sentar e a pensar. O casamento é muito mais universalmente reconhecido do que o são os nossos ideais de direitos individuais e igualdade. Cada um de nós é, por natureza, uma pessoa num relacionamento. E o casamento, uma união única entre um homem e uma mulher, é um dos nossos relacionamentos humanos mais básicos. Dito de outra forma, o casamento, tem mais direito de ser uma realidade que transcende o nosso sistema político do que qualquer outro direito individual por nós tido como caro.

Defender como auto-evidentes direitos que a maioria das culturas nunca reconheceu ao mesmo tempo que se nega o testemunho universal da natureza e da cultura em relação ao casamento, é como cortar o ramo sobre o qual nos estamos sentados. E isto claramente não é uma estratégia conservadora.

7. O "casamento" homossexual corrói um fundamento crucial do governo limitado.

Para se alegar, de forma séria que o governo é, e deveria ser limitado, tem que se responder a esta questão: o que é que limita o Estado? A antiga resposta conservadora é: os direitos e as responsabilidades dos indivíduos e as instituições que se encontram fora da jurisdição do Estado. E a instituição que limita o Estado mais do que qualquer outra é a família, precisamente porque ela veio a existir antes do Estado.

A família é iniciada pelo casamento entre um homem e uma mulher. Idilicamente, os seres humanos nascerão, serão alimentados e educados dentro duma família, que por sua vez terá o apoio de outras instituições da sociedade civil em seu redor - vizinhanças, igrejas, associações voluntárias, e assim por adiante - instituições que o Estado deveria reconhecer e respeitar.

Um governo limitado não tenta definir a realidade; ele reconhece a realidade destas realidades pré-políticas que se encontram fora da sua jurisdição. Os governos totalitários, e Orwelianos, do século 20 entenderam isto muito bem, e determinaram-se a fazer exactamente o oposto. Lenine e os outros Marxistas sabiam que para levar a cabo a sua visão, eles tinham que destruir não só a ideia da propriedade privada, mas também a religião e "esta forma presente de casamento.”

O que poderia ser menos conservador que decidir, politicamente e legalmente, que o casamento e a família são meras construções sociais que nós somos livres para alterar mal Tribunal Supremo ou um legislativo estadual assim decida? Se um estado pode redefinir o que é um casamento, o que é que o estado não pode, ou não irá,  redefinir?

A Realidade Conservadora

Dados estes factos, não é de admirar que os grupos "conservadores" que militam em favor do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo evitem os argumentos de verdade, e foquem-se nos clichés e nas calúnias dos seus compatriotas esquerdistas. Por exemplo, o grupo Young Conservatives for Freedom to Marry afirma que o seu propósito é "remover a linguagem anti-gay da plataforma de 2016 do Partido Republicano", mas não existe tal linguagem nessa plataforma mas sim uma afirmação da realidade do casamento. O seu discurso não está centrado nos Americanos que se identificam como homossexuais. Esses já têm os mesmos direitos e têm que ser tratados da mesma forma que todas as outras pessoas.

Reconhecer o casamento nas nossas leis não é "banir" os relacionamentos homossexuais, e nem punir os homossexuais. “As leis relativas ao casamento não proíbem nada.” Elas apenas reconhecem o que já existe. Muitos homossexuais concordam, mas só aqueles com espinhas de ferro é que estão dispostos a sofrer os ataques brutais que ocorrem quando alguém se prontifica a dizer essas coisas publicamente.

Essencialmente, a questão é esta: Será que iremos reconhecer o verdadeiro casamento nas nossas leis, ou será que o iremos definir de forma infindável? Se a nossa cultura escolhe permitir que um governo descontrolado negue a realidade do casamento, e em seu lugar coloque uma imitação, iremos justificadamente sofrer as consequências de negarmos os precedentes históricos, a sabedoria religiosa, a natureza humana e o senso comum.

Há uma palavra para isso, mas ela não é "conservador."




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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Como o pseudo-casamento homoerótico mudou o Canadá

Por Diane Robertson

Em 2005, o Canadá sorrateiramente legalizou o "casamento" homossexual. Ao contrário dos Estados Unidos, não houve batalhas legais e, basicamente, polémica alguma em relação a isso; apenas aconteceu. E desde então, não ouvimos alguém dizer que o "casamento" homossexual havia mudado alguma coisa no Canada.

Até agora.

A cidadã Canadiana e filha dum homem homossexual, Dawn Stefanowicz deu início a uma discussão não só sobre a sua vida como criança dum homem homossexual, mas também do que o "casamento" homossexual tem feito ao Canadá. Estas são as 3 formas através das quais o "casamento" homossexual tem mudado a sociedade Canadiana:

1. Paternidade.

As leis relativas à paternidade e às leis paternas mudaram imediatamente. A lei que legalizou o "casamento" homossexual ("Bill C-38") incluía uma provisão para redefinir a paternidade de "pais naturais" para "pais legais". As crianças já não têm o direito legal aos pais biológicos, e os pais biológicos jã não têm o direito legal aos seus filhos.

Para além disso, o "casamento" homossexual infringiu direitos paternais de todos os pais. A Human Rights Commission começou a regular a habilidade paterna de ensinar às crianças as sus crenças, as suas opiniões, e a sua fé, se por acaso as crenças dos pais fossem diferentes das crenças que a escola ensina e promove. Stefanowicz explica:

Se por acaso vocês ensinam aos vossos filhos que os relacionamentos homoeróticos estão errados, e que todas as crianças merece um pai e uma mãe, e que o único sexo que é permitido é o que ocorre dentro do casamento entre um homem e a sua esposa, vocês podem correr o risco de ver a polícia a vir-vos fazer perguntas em relação às crenças, especialmente se os vossos filhos as discutem dentro das salas de aulas.

Consequentemente, os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais e em questões de valores e ensinamentos relativos à família, à paternidade, e à educação sexual nas escolas.

2. Liberdade de Expressão

O discurso de ódio passou a ser um crime em 2004, e ele pode ser definido como qualquer pessoa que discorde com o comportamento sexual. Embora a secção focada no discurso de ódio que se encontrava na lei tenha sido repelida em 2014, a maior parte das províncias têm leis de discurso de ódio adicionais que têm o mesmo efeito. Antes da revogação, a Human Rights Commissions do Canadá tinha uma taxa de condenação na ordem dos 100%. Se por acaso alguém fosse acusado de "discurso de ódio" por outra pessoa, a primeira teria que pagar milhares de dólares em custos legais.

A Human Rights Commission [ed: isto é, o governo] ainda tem o poder de entrar dentro das residências particulares e retirar qualquer coisa pertinente a uma investigação envolvendo o discurso. De modo efectivo, isto anulou a habilidade dos Canadianos falar e escrever livremente, incluindo na internet. A Canadian Radio-television e a  Telecommunications Commission censurou todos os média. As licenças de emissão podem ser anuladas se as estações televisivas ou radiofónicas  emitirem algo que pode ser considerado anti-lgbt

3. Liberdade Religiosa

Donos de empresas, quer sejam empresas grandes ou pequenas, domésticas ou na posse de famílias, não têm a liberdade de negar prestar serviços que violam as suas convicções religiosas, se esses serviços forem pedidos por membros do grupos lgbt. Não houve nenhuma batalha a envolver bolos para cerimónias homossexuais; isso é puramente ilegal.

De facto, aquilo que é pregado nas igrejas pode ser levado para junto da Human Rights Commission. Mais uma vez, Stefanowicz explica:

A liberdade de associação e liberdade de expressão em relação a tópicos centrados no casamento homem-mulher, na família e na sexualidade encontra-se restritos. Os activistas muitas vezes tomam parte de cultos e serviços religiosos, prestando atenção a qualquer coisa que eles consideram discriminador contra os lgbt, para depois reportarem à Human Rights Commission. A maior parte dos líderes comunitários passou a ser politicamente correcta como forma de evitar multas e perda do estatuto de instituição de caridade

Já se passaram dez anos desde que o "casamento" passou a ser legal no Canadá. Desde então, leis que garantiam a liberdade de expressão, liberdade de imprensa, e liberdade religiosa, foram essencialmente revogadas em favor da protecção dos sentimentos duma pequena minoria da população Canadiana. Os direitos dos pais e das crianças foram lançados fora.

Conclusão: A mudança das leis em torno do casamento afecta toda a nação. Nenhuma nação pode redefinir a família, a unidade básica da sociedade, sem que ocorram consequências que afectam todos.

- http://goo.gl/HjYjQo

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Como sempre acontece, os conservadores ainda não se aperceberam que a agenda lgbt é uma fachada que o governo usa para aumentar os seus (do governo) poder. A elite esquerdista que controla o Canadá não colocou em práctica as leis pró-lgbt para proteger os homossexuais mas sim para atacar os Cristãos. Pensem assim: será que os mesmos activistas que entram nas igrejas e escutam as pregações que lá ocorrem fazem o mesmo dentro das mesquitas do Canadá? A resposta é óbvia.

Como já foi dito, a guerra não é lgbt vs Cristãos, nem homossexuais vs Cristãos, mas sim governo vs Cristãos. O texto diz que "os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais" e esse é o foco da questão; o governo que ensinar uma nova moralidade à sociedade mas isso não pode acontecer enquanto existirem pessoas que pregam a moralidade Bíblica. Mas como o governo não pode declarar uma guerra aberta aos Cristãos (como o fizeram os Comunistas e a Nacional Socialista), o que ele faz é usar a agenda homossexual como arma bélica.

Aquilo que as pessoas vêem é um governo a "defender" os homossexuais mas o que as pessoas têm que ver é um governo a aumentar o seu poder e a usar esse poder para silenciar as pessoas que não concordam com a sua agenda cultural e moral. Por enquanto, os governos ocidentais estão ocupados a atacar os Cristãos, mas mal a oposição Cristã esteja vencida, eles vão-se virar para outros "inimigos" (tal como Estaline começou a atacar os membros do seu próprio partido mal viu o seu poder consolidado).

domingo, 4 de janeiro de 2015

Ateu afirma: "Casamento" homossexual é uma ameaça à liberdade

Comentador ateu declara que o "casamento" homossexual "atacou a liberdade" em todos os locais onde ele foi implantado. Brendan O’Neill, editor da revista online com o nome de Spiked, avisou que a redefinição do casamento é "um Cavalo de Tróia tendo em vista a implantação duma nova moralidade".

Ele fez os seus comentários depois da introdução uma proposta de lei em torno do "casamento" homossexual na Austrália. O’Neill criticou os defensores do "casamento" por estes tentarem estabelecer uma paralelo entre a liberdade e a redefinição do casamento:

Em todos os sítios onde o "casamento" homossexual foi estabelecido, a consequência foi uma diminuição da liberdade - e não um aumento da mesma. O amor e o  casamento podem caminhar juntos como o cavalo e a carruagem, mas a liberdade e o "casamento" homossexual certamente que não.

O’Neill salientou o caso de Brendan Eich que perdeu o seu cargo de CEO no gigante americano da internet Mozilla devido à sua oposição ao "casamento" homossexual. Para O'Neill, este foi um exemplo claro onde "a liberdade para casar claramente sobrepõem-se à liberdade de consciência".

O comentador fez também referência à introdução do "casamento" homossexual na França, onde os opositores passaram a ser chamados de "inimigos ideológicos" do estado Francês. Ele descreveu também a agenda do lobby em favor do "casamento" homossexual como uma que exige "aceitação psicológica do 'casamento' homossexual por parte de todos".

Esta "nova instituição" inventada por uma pequena minoria de advogados com ternos bem passados e por agitadores, é melhor entendida como um Cavalo de Tróia em favor da instalação duma nova moralidade.


Em jeito de conclusão, O'Neill criticou o Senador David Leyonhjelm, o político Australiano que deu entrada à proposta de lei no Parlamento Federal, dizendo que "ele pensa que está a avançar com a liberdade", mas o que ele está na verdade a fazer é completar "uma tirania iniciada pelos novos autoritários no Ocidente moderno”.

- http://goo.gl/OhWn6k

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Pelos vistos os não-Cristãos já se aperceberam que a agenda homossexual é uma forma de impor novas leis morais na sociedade - que não quer e nem pediu que a sua definição de casamento fosse alterada de modo a agradar menos de 2% da população total - e não algo feito para ajudar os homoeróticos.

Resistir a agenda política lgbt é resistir à tirania do governo, e não um gesto fundamentado no ódio aos homossexuais (que, em larga escala, não estão interessados em "casar").

sexta-feira, 25 de julho de 2014

De que forma é que o "casamento" homossexual prejudica as crianças?

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Como profissionais de saúde mental, é a nossa obrigação moral e ética dar o nosso apoio a políticas que são no melhor interesse das pessoas a quem nós servimos, especialmente aqueles que são mais vulneráveis - nomeadamente, as crianças. O "casamento" homossexual pode ser algo feito no melhor interesse dos homossexuais adultos que buscam reconhecimento social e legal para as suas uniões, mas não é no melhor interesse das crianças.

Os defensores do "casamento" homossexual acreditam que o amor é tudo o que as crianças precisam. Tendo como base esta suposição, eles concluem que é igualmente benéfico a criança ser criada por dois "pais" amorosos do mesmo sexo, tal como o é ser criada por pais do sexo oposto. Mas pressuposição básica - e tudo que daí se ramifica - é  ingenuamente simplista e nega a natureza complexa e as necessidades básicas dos seres humanos.

Segundo décadas de pesquisas, a estrutura familiar ideal para as crianças é aquela formada por dois pais, a família pai-mãe (1,2,3) Estas pesquisa revelam de modo consistente que as crianças criadas em tais lares são mais susceptíveis de prosperar - psicologicamente, mentalmente e fisicamente - do que as crianças educadas em qualquer outra configuração familiar.

Pesquisas extensivas revelam que não só as mães, mas também os país são importantes para o desenvolvimento saudável das crianças. Pesquisadores Suecos analisaram os melhores estudos longitudinais de todo o mundo que avaliaram os efeitos dos pais [homens] no desenvolvimento das crianças. A sua revisão analisou 20 anos de estudos e incluiu mais de 22,000 crianças; o mesmo apurou que os pais 1) reduzem os problemas comportamentais dos rapazes e os problemas psicológicos das raparigas, 2) aumentam o desenvolvimento cognitivo, 3) e diminuem a delinquência. (4)

É evidente que as crianças beneficiam do facto de terem tanto o pai e a mãe. Pesquisas médicas recentes confirmam a existência de diferenças geneticamente determinadas entre os homens e as mulheres, e que essas diferenças fundamentais explicam o porquê dos pais e das mães trazerem características paternas únicas que não podem ser replicadas pelo outro seco. Os pais e as mães pura e simplesmente não são intercambiáveis; duas mães podem ser boas mães, mas nenhuma delas pode ser um bom pai. A paternidade unissexual - quer seja de um só pai/uma só mãe, ou de uma dupla homossexual, priva as crianças do todo o potencial da paternidade que é oferecido pelas duplas de sexo oposto.

Só as famílias pai-mãe podem dar às crianças a oportunidade de desenvolverem relacionamentos com um progenitor do mesmo sexo, bem como relacionamentos com o progenitor do sexo oposto. Relacionamentos com ambos os sexos na fase inicial da vida facilitam e geram um maior conforto na criança que mais tarde se vai relacionar com ambos os sexos. Essencialmente, ter relacionamentos com o progenitor e com a progenitora aumentam as probabilidades da criança vir a ter relacionamentos sociais e românticos mais bem sucedidos durante a sua vida. (5) Para além disso, pesquisas existentes feitas em crianças educadas por homossexuais não só são cientificamente falhas como são extremamente limitadas (6,7,8); no entanto, alguns estudos indicam que as crianças criadas em ambientes homossexuais encontram-se sob um risco maior de sofrer de uma vasta gama de consequências negativas. (6)

Outros estudos apuraram que crianças educadas por homossexuais são mais susceptíveis de se envolverem em experiências sexuais, de sofrer de confusão sexual, e de se envolverem eles mesmos em actos homossexuais e bissexuais. (5,6,9) E, segundo pesquisas extensivas, aquelas crianças que mais tarde se envolvem em comportamentos não-heterossexuais elas são mais susceptíveis de sofrer com desordens psiquiátricas, de ter problemas com o álcool e com as drogas, (10), de levarem a cabo tentativas de suicídio, (11), de sofrerem de violência doméstica e violência sexual, (12), e encontram-se em risco maior de contrair doenças crónicas, de contrair a SIDA e de ter uma duração de vida mais reduzida.(13,14,15)

Não deveria ser surpresa alguma o facto dos estudos apurarem que as crianças que são educadas em ambientes homossexuais são elas mesmas mais susceptíveis de se envolverem em comportamentos homossexuais. (16,9,17) visto que pesquisas levadas a cabo de modo extensivo em todo o mundo revelam que o homossexualismo é primariamente induzido pelo ambiente. De modo específico, factores sociais e/ou familiares, bem como ambientes permissivos que afirmam o homossexualismo como normal, desempenham um papel fulcral no desenvolvimento do comportamento homossexual. (18,19,20,21). Não há qualquer dúvida que a sexualidade humana é fluída e moldável (22); levemos em conta a Grécia antiga e Roma antiga - entre outras civilizações antigas - onde o homossexualismo masculino e o bissexualismo eram ubíquos. Isto não era o resultado do "gene homossexual" mas sim do facto da sexualidade ser maleável e socialmente influenciável.

Sem dúvida que o "casamento" homossexual irá aumentar a confusão sexual e as experiências sexuais entre os jovens [ed: Esse é o objectivo]. A mensagem implícita e explícita do "casamento" homossexual é que todas as escolhas são igualmente aceitáveis e desejáveis. Portanto, mesmo as crianças educadas em lares tradicionais - influenciados pela mensagem todas-as-opções-sexuais-são-válidas - crescerão acreditando que não interessa com quem a pessoa se relaciona ou com quem ela se casa. Manter tal crença irá levar alguns - se não muitos - jovens a considerar arranjos sexuais e maritais que de outra forma elas nunca iriam colocar como hipótese.

Tem também que se esperar que, se a sociedade permitir o "casamento" homossexual, se permitam outros tipos de "casamentos" não-tradicionais. A lógica legal é simples: se proibir o "casamento" homossexual é discriminação, então proibir o casamento polígamo, o "casamento" poliamoroso, ou outro qualquer  agrupamento marital será também considerado discriminatório. De facto, tal malabarismo legal já teve início; as ramificações emocionais e psicológicas na psique e na sexualidade das crianças destes variados arranjos será desastroso.

Até hoje, muito poucas experiências foram feitas que analisam os efeitos a longo prazo dos "lares" homossexuais sobre as crianças. Segundo, Charlotte Patterson, uma auto-proclamada pesquisadora pró-"casamento" homossexual, só existem dois estudos longitudinais em torno de crianças educadas por lésbicas, (23) e nenhum estudo a  longo prazo sobre crianças criadas por homens homossexuais. Nenhuma organização profissional dedicada ao bem estar dos seus pacientes pode apoiar mudanças drásticas nas políticas sociais tendo como base apenas dois pequenos e não-representativos estudos longitudinais.

Certamente que as duplas homossexuais podem ser tão amorosas para as crianças como os casais, mas as crianças precisam mais do que amor; elas precisam das qualidades distintas e naturezas complementaras do progenitor e da progenitora. A sabedoria acumulada de mais de 5,000 anos conclui que a configuração marital e paternal ideal é composta por um homem e uma mulher. Esta sabedoria testada pelo tempo é, actualmente, confirmada pelas pesquisas mais avançadas e cientificamente mais sólidas disponíveis.

Mais importante ainda, e para seu crédito, muitos auto-proclamados pesquisadores em favor do "casamento" homossexual admitem que não não existem evidências conclusivas em torno da forma como a "paternidade" homossexual afecta as crianças. Mas mesmo assim, alguns destes mesmos pesquisadores apoiam o "casamento" homossexual porque acreditam que ele disponibilizará um laboratório natural onde se pode avaliar o impacto a longo prazo que ele terá nas crianças. (24) Esta posição é inconsciente e indefensável.

O "casamento" homossexual não é no melhor interesse das crianças. Embora muitas pessoas possam ter empatia com os homossexuais que se querem "casar" e educar crianças, nós não podemos permitir que a nossa compaixão por eles seja colocada acima da compaixão pelas crianças. Numa guerra entre os desejos de alguns homossexuais e as necessidades das crianças, não podemos permitir que as crianças percam.

A CAMFT, tal como todas as organizações que lidam com a saúde mental, têm que basear as suas decisões nas evidências científicas e nos dados resultantes de pesquisas, e não nas crenças pessoais ou nas opiniões políticas. Mais importante ainda, eles não podem permitir que as crianças sejam usadas como porquinhos-da-Índia em experiências sociais imprudentes e potencialmente prejudicais.


Fonte: http://bit.ly/1owfF64

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