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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Sangue, gays e discriminação

Por JOÃO MIGUEL TAVARES

Criar um novo negacionismo médico em função da orientação sexual é uma péssima ideia.

Nós vivemos num país onde a homossexualidade só deixou de ser crime em 1982, e onde os homossexuais ainda são vítimas de inadmissíveis preconceitos. Mas se lutar contra esses preconceitos é uma obrigação, convém que o combate à discriminação não seja cego, sobretudo quando o assunto em causa é a transmissão do VIH.

Atacar o presidente do Instituto Português do Sangue por este ter afirmado no Parlamento que está definido como factor de exclusão para a dádiva de sangue “ser um homem que tem sexo com homens” não é lutar contra o preconceito — é um reflexo pavloviano que inverte direitos (o direito fundamental em causa não é dar sangue mas sim receber o sangue mais seguro possível), apouca questões científicas e saca da pistola só porque se está a falar de um tratamento diferenciado entre gays e heteros.

Ora, esta questão ou é científica ou não é uma questão. Não se trata aqui de debater política, filosofia, direito de minorias ou sociologia: ou há razões médicas legítimas para considerar os homossexuais masculinos um grupo de risco no que à transmissão do VIH diz respeito, ou a proibição de alguém ser discriminado devido às suas práticas sexuais é obviamente inadmissível. 

A questão que deve ser colocada, portanto, é esta: há ou não razões médicas atendíveis para que essa discriminação se mantenha? Havendo uma janela imunológica em que é possível o VIH estar presente sem ser detectado pelas análises, há ou não mais probabilidades de um gay estar infectado do que um heterossexual?

Para estas perguntas não há respostas gay friendly ou unfriendly. Interessa tanto para aqui as convicções políticas e sociais de cada um como eu saber se o cirurgião que me vai operar às varizes vota no CDS-PP ou no Bloco de Esquerda.

É por isso que convém fazer notar aos campeões da antidiscriminação que esta prática do Instituto Português do Sangue está em vigor em inúmeros países ditos civilizados, e que ela só pode ser avaliada através de uma análise quantitativa e qualitativa das infecções por VIH em cada país. 

Ora, que eu saiba, os números mais recentes são os que constam no surveillance report VIH/sida de 2013 da OMS, e eles não oferecem dúvidas quanto à prevalência dos contágios MSM (“men who have sex with men”), que o relatório considera ser ainda hoje “o modo predominante de transmissão” do VIH na União Europeia. 

Sei também que estes números não coincidem com outros que pululam por blogues e redes sociais, mas a bem da literacia matemática, deixo duas notas: 
1) mesmo nos estudos em que o número de contágios heterossexuais supera o número de contágios MSM (sublinhe-se que não há qualquer problema com lésbicas), convém tomar em conta a enorme diferença na dimensão das duas comunidades;  
2) o argumento de que os heterossexuais também praticam sexo anal é muito coxo, porque o praticam menos (mais opções à disposição) e porque o fazem no seio de uma comunidade proporcionalmente menos exposta ao VIH.
É claro que se os meios de diagnóstico melhorarem até à eliminação dos falsos negativos, se a qualidade dos inquéritos atingir a perfeição ou se as estatísticas demonstrarem uma diminuição dos contágios MSM que torne as actuais medidas desproporcionadas, a proibição que impede os gays de doar sangue deve ser eliminada.

Mas, em qualquer dos casos, enfrente-se esta questão com dados científicos, e não com bandeirinhas arco-íris. Criar um novo negacionismo médico em função da orientação sexual é uma péssima ideia.

sábado, 10 de janeiro de 2015

Padeiros pró-lgbt recusam-se a fazer bolo em favor do casamento natural

Por Theodore Shoebat

Dizer que "o bestialismo está errado" ou que "a poligamia está errada" não é considerado discurso de ódio, mas se por acaso dissermos que "O 'casamento' homossexual está errado", o mundo inteiro agita-se, chamando à pessoa que disse isso de "racista", "intolerante" ou "odiosa". Isto tornou-se numa norma politicamente correcta, mas independentemente do que se diga, isto é supressão da liberdade de expressão.

Ninguém atacou as padarias pró-homossexualismo mas os activistas homoeróticos atacaram as padarias Cristãs. Uma padaria Cristã recusou-se a colocar a frase "Apoiem o Casamento [sic] Homossexual" num bolo requisitado para um evento em favor da agenda homossexual. No entanto, as padarias Cristãs que se recusam a fazer bolos de "casamento" em favor do homossexualismo estão a ser processedas a torto e a direito; elas são multadas, ameaçadas de morte, e perdem os seus negócios.

A experiência que se segue tem como propósito mostrar como a agenda homossexual tem como propósito suprimir a liberdade de expressão e não dar às pessoas a liberdade de practicar a sua preferência sexual. Como forma de demonstrar o nosso caso, disponibilizamos 3 vídeos, o terceiro deles revelando activistas homossexuais da Irlanda a forçarem padarias Cristãs a fazer bolos com a frase "Apoiem o Casamento [sic] Homossexual" para um evento homoerótico. A padaria recusou-se e isso causou a que ela sofresse uma perda tremenda de clientela. Várias padarias Cristãs foram já processadas nos Estados Unidos, e muitas delas perderam o seu negócio; nós estamos a declarar agora que já chega.

Devido a isso, o site Shoebat.com decidiu telefonar para 13 padarias proeminentes que estão do lado da agenda homossexual. Cada uma destas padarias pró-homossexualismo negou-nos o direito de ter um bolo com a frase "O Casamento Homossexual Está Errado", e uma dessas padarias pró-homossexualistas chegou a vocalizar insultos e obscenidades contra nós. Um dos padeiros disse todo o tipo de profanidades contra os Cristãos, e terminou a conversa afirmando que me iria dar um bolo com um falo sobre ele. Tudo isto foi gravado.

Estes vídeos irão mostrar ao povo Americano o quão militantes e intolerantes os padeiros homossexuais são. Mesmo depois de termos finalizado a nossa experiência, recebemos muitas mensagens dizendo que somos pessoas "odiosas" simplesmente por lhes termos dado um pouco do seu próprio veneno. Eles disseram que o slogan "O Casamento Homossexual Está Errado" não é o mesmo que "Apoiem o Casamento Homossexual", como se o ponto de vista que está em oposição a outro fosse cheia de ódio.

Se isto fosse assim, isto significaria que a maior parte dos Americanos que é contra o "casamento" homossexual é composta por pessoas "cheias de ódio" e "intolerantes". "Apoiem a Poligamia" ou "A Poligamia Está Errada" são pontos de vista, no entanto, sendo o primeiro um que recebe o apoio dos muçulmanos e o segundo um que a maioria dos Americanos iria apoiar, ambas são opiniões protegidas pela liberdade de expressão.


Youtube: 1, 2, 3

O activista homossexual deste terceiro vídeo disse que não se pode escolher a quem servir, como se ele estivesse a assumir uma posição puramente objectiva, mas quando perguntamos pela mensagem oposta, de repente a frase "não se pode escolher a quem servir" já não se aplicava aos Cristãos.

O NOSSO OBJECTIVO

Eis aqui, então, o nosso propósito: um Cristão que faça um bolo que diga "Apoiem o Casamento Homossexual" está agir contra a sua fé, tal como um homossexual que seja forçado a fazer um bolo a dizer "O Casamento Homossexual Está Errado". Obviamente que honramos o seu direito de dizer não, mas o que dizer do direito dos Cristãos dizer que não?

CONCLUSÃO:

A grande farsa da agenda homossexual é esta: eles alegam que estão a militar em favor da igualdade e da tolerância, mas isto falso. Se isto é assim, então qual é o propósito da sua agenda? Lutar contra a intolerência? Muitos dizem que nós somos as pessoas "intolerantes", "fóbicas", "fomentadoras de ódio", e os seus argumentos típicos são:

A frase "Apoiem o Casamento Homossexual" não prejudica a ninguém e não envergonha ninguém. No entanto, dizer "O Casamento Homossexual Está Erradoo" ou qualquer outro tipo de comentário fóbico, ofende e magoas as pessoas.

Pode-se contestar esta declaração aplicando um padrão moral distinto:

A frase "Apoiem o Casamento Polígamo" não prejudica ninguém, e não envergonha ninguém. No entanto, dizer "O Casamento Polígamo Está Errado", ou outro tipo de comentário polígamo-fóbico, ofende e magoa os muçulmanos e os mórmons que acreditam na poligamia. De facto, a última posição não é um tópico em torno duma preferência sexual mas uma crença religiosa.

O que seria bom para o homossexual, também seria bom para o polígamo. Quais são os limites?

Um homossexual que alegou ser professor duma universidade Católica chegou a comentar no nosso blogue com a seguinte frase:

Vocês sabiam que os homossexuais têm cérebros maiores, funções cognitivas, memória espacial e capacidades verbais superiores? Isto nada mais é que um facto biológico da realidade.

Mas este ponto de vista é o ponto de vista das tiranias. Os Nazis e outros acreditavam em coisas assim sem sentido. As tiranias usam-se da pseudo-ciência e todas elas têm um complexo de superioridade. Isto acontece com todas as seitas depravadas e com todos os movimentos tirânicos.

Qual é o propósito de atacar as padarias Cristãs? Tal visão não é diferente do que Christoph Meiners promoveu; após estudar a "anatomia do Negro", Meiners chegou à conclusão de que "os Negros têm dentes e mandíbulas maiores que todas as outras raças, visto que os Negros são carnívoros". Meiners alegou que o crânio do Negro era maior mas que o "cérebro do Negro era menor que o das outras raças". Meiners alegou que o Negro "era a raça menos saudável da Terra devido à sua dieta pobre e devido ao seu estilo de vida vazio de moral".

A agenda homossexual alega que os heterossexuais têm um cérebro menor. Logo, todas estas pessoas que nos chamam de "odiosas" e "homofóbicas" e afins, são pessoas que deveriam aplicar estes termos a elas mesmas. A nossa resposta às pessoas que nos atacam é:

Muitos homens e mulheres morreram pelo vosso direito de nos chamar "intolerantes" e "fóbicos", e "fomentadores de ódio", mas essas mesmas pessoas que morreram pelo vosso direito de nos chamar esses nomes, também morreram pelo nosso direito de sermos livres e não nos importarmos com esses nomes.

Aqui, no nosso site Shoebat.com somos frequentemente atacados porque, segundo muitos, o Senhor Jesus Cristo ensina-nos que devemos amar os homossexuais, e que promover a ideia de que o "casamento homossexual está errado" faz de nós "homofóbicos". A esta acusação nós perguntamos: Deus ama os homossexuais mas odeia só os homofóbicos? Ou será que o ponto de vista que rejeita uma agenda [a agenda homossexual] é sempre qualificada como "odiosa" e "fóbica", e por isso mesmo é que somos caracterizados como "islamofóbicos" e "homofóbicos"?

O mundo preenchido pelas pessoas que são contra os "rótulos" é aquele onde são inventados os rótulos que têm como propósito coagir os indivíduos a conformarem-se a uma certa forma de pensar. Na verdade, as pessoas que nos acusam de "ódio", para além de serem mentirosas, são culpadas daquilo que nos acusam. E uma vez que o "ódio" é sempre usado em argumentos em favor da tese de que Deus ensinou-nos que não devemos odiar, Deus tem uma resposta para eles. Eis as coisas que Ele odeia:

Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a Sua Alma abomina:
Olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente;
Coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal;
Testemunha falsa que profere mentiras; e o que semeia contendas entre irmãos. (Provérbios 6:16-19)

Quando se fala em tais agendas, o ponto principal não é a liberdade, a tolerância, o amor, o ódio ou a igualdade, mas sempre qual é o lado que vence. Ponto final. Esta é a situação com as agendas, quer seja a Cristã, a Nazi, a Homossexual, a Comunista ou a Islâmica.

Ninguém consegue parar o que está por vir através da canalização do mal, mas alegrem-se; os Nazis vieram para destruir a Igreja, tal como o vieram os Comunistas, mas estas tiranias vieram e foram, e no final, a Igreja encontrava-se vitoriosa. Nós estamos do lado dos vencedores porque Deus estabeleceu as normas e construiu os padrões lógicos para a vida. Se Ele diz "Não temas", porque é que as pessoas estão com medo de enfrentar esta tirania emergente?

A vida Cristã centra-se para lutar e nunca desistir até que vençamos; e nós vamos vencer. Se alguém duvida da vitória, perguntem aos Nazis, aos Comunistas, aos Gregos e aos Romanos, visto que os seus impérios sempre caíram ao mesmo tempo que Cristo reina Vitorioso.

Mas por enquanto, fiquem com esta certeza: todas as agendas anti-Cristãs começam com a inserção de fermento que, com o passar do tempo, destrói o lote inteiro. Começa com "Don't Ask Don't Tell", e termina com a imposição da agenda homossexual dentro das forças militares, com os direitos das padarias a serem colocados de lado, e pouco a pouco, estamos no meio duma tirania.

As tiranias começam com um bocado de fermento, e foi isso que o Senhor Jesus ensinou. Não sei o porquê da Igreja se encontrar com medo de confrontar a agenda homossexual a menos que a mesma Igreja tenha sido infiltrada pelo fermento. Temos que ser nós a remover o fermento.

E não é "amor pelos homossexuais" declarar-lhes os perigos do seu estilo de vida? Quais são as consequências do sexo homoerótico? Morte e doenças acompanhadas por  um estilo de vida promíscuo e actividade sexual anti-higiénico.

Entre 70% a 78% dos homossexuais reportou ter tido uma DST [doença sexualmente transmissível]. As taxas de homossexuais com parasitas intestinais (minhocas, vermes, ameba) variava de 25% a 39%. Por volta de 1992, 83% de toda a SIDA entre os brancos Americanos havia ocorrido entre os homens homossexuais. O estudo de diário sexual de Seattle reportou que os homens homossexuais haviam, em média anual,

1. Feito sexo oral a 108 homens, e engolido o sémen de 48;

2. Trocado saliva com 96 homens;

3. Experimentado 68 penetrações do anûs.

e

4. Ingerido material fecal de 19 homens.

Não admira que 10% deles tenha obtido hepatite B e 7% deles tenha contraído hepatite A durante o estudo com a duração de 6 meses.

Os obituários de 6,516 homens homossexuais provenientes de 16 revistas homossexuais Americanas durante os últimos 12 anos foram comparados com uma amostra alargada de obituários de jornais regulares. Os obituários revistos eram semelhantes às médias Americanas no que toca à longevidade; a idade média de morte dos homens casados era 75 anos, e 80% deles morreram de velhice (com 65 ou mais anos).

Para os homens solteiros ou divorciados a idade média de morte eram os 57, e 32% deles morreu na velhice. As mulheres casadas morreram, em média, com 79 anos; 85% delas morreu na velhice. As mulheres solteiras ou divorciadas morreram, em média, com 71 anos, e 61% delas morreu na velhice.

A idade média de morte para os homossexuais era, no entanto, virtualmente idêntica a nível nacional - e, de modo geral, menos de 2% dos homens homossexuais chegou à velhice. Se a SIDA era a causa de morte, a idade média de morte era 39 anos. Para 829 homens homossexuais que morreram por motivos outros que a SIDA, a idade média de morte era 42 anos, e 9% deles chegou à velhice. As 163 lésbicas estudadas tinham uma idade média de morte de 44, e 20% morreu na velhice.

2,8% dos homens homossexuais morreu de morte violenta. Eles eram 116 mais susceptíveis de serem assassinados, 24 vezes mais susceptíveis de cometer suicídio, e tinham uma taxa de acidente de viação 18 mais elevada que os homens com idades semelhantes. Os ataques do coração, cancro e falhas no fígado eram coisas excepcionalmente comuns.

Vinte porcento das lésbicas morreram por assassinato, suicídio ou acidente - uma taxa 478 vezes mais elevada que a taxa existente entre as mulheres brancas com idades compreendidas entre os 25 aos 44. A distribuição etária das amostras de homossexuais analisadas pela literatura cientifica entre 1989 e 1992 sugerem as mesmas durações de vida encurtadas.(...)

- http://goo.gl/J2QYvy.

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