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domingo, 23 de novembro de 2014

Empresa Cristã forçada a imprimir t-shirts para evento homoerótico

Na Quarta-Feira a Christian News reportou que um examinador da Comissão dos Direitos Humanos de Kentucky havia ordenado uma serigrafia Cristã a imprimir t-shirts pró-homossexualismo e a se submeter a um "treino de diversidade" devido ao facto de, há dois anos atrás, ela se ter recusado a fazer t-shirts para uma celebração de "orgulho gay".

No ano de 2012, a "Gay and Lesbian Services Organization of Lexington" (GLSO) apresentou uma queixa junto da Lexington-Fayette Urban County Human Rights Comission (HRC) depois do gerente da Hands On Originals, Blaine Adamson, se ter recusado a imprimir t-shirts para o Festival de Orgulho Gay de Lexington devido às suas convicções religiosas. Na Terça-Feira, o examinador do HRC determinou que a recusa de Blaine Adamson de violar as suas convicções religiosas violavam o Lexington Fairness Ordinance, determinando que Adamson havia "discrimanado contra a GLO devido à orientação [sic] actual ou imputada dos seus membros".

Quando a queixa legal foi inicialmente feita, Adamson citou as suas convicções Bíblicas que afirmam que o homem não pode tomar parte nos pecados de outro homem (1 Timóteo 5:22, Efésios 5:7), e rejeitou a noção de que ele havia discriminado contra alguém:
Não se dá o caso de eu ter uma sinal à porta onde se lê "Não é permitida a entrada a homossexuais" Nós trabalhamos com qualquer pessoa, mas se existe uma mensagem específica que entra em rota de colisão com as minhas convicções religiosas, então eu não a posso promover.
Aaron Baker, representante da GLSO, reconheceu que a decisão legal significava de modo eficaz que empresas com donos homossexuais teriam que imprimir t-shirts para organizações como a Westboro Baptist Church, conhecida pelas suas mensagens anti-homossexualismo, consequência que Baker aceitou [ed: porque sabe que dificilmente isso irá acontecer]:
Acredito que qualquer empresa de impressão cujos donos sejam homossexuais teria que imprimir t-shirts para a Westboro Baptist Church, e se os membros da mesma dissessem algo do tipo, "Vejam uma coisa: nós somos uma igreja e estamos a promover os valores da nossa igreja ao imprimir os nossos nomes na t-shirt", não vejo de que forma é que isso poderia ser negado.
A Alliance Defending Freedom (ADF), o grupo legal Cristão que está  a prestar assistência à empresa Hands On Originals, discorda de modo firme com as conclusões de Bajer, e Jim Campbell  - assessor jurídico sénior - escreveu que os cidadãos não deveriam ser forçados a promover algo com a qual não concordam:
Ninguém deveria ser forçado pelo governo - ou por qualquer outro cidadão - a endossar ou promover ideias com as quais eles não concordam. Blaine recusou-se a imprimir as t-shirts não devido a uma característica das pessoas que fizerem esse pedido, mas sim devido à mensagem que tais t-shirts iriam comunicar.
Na sua decisão, Munson determinou que a Hands On Originals tem que aceitar pedidos para imprimir t-shirts ou outros produtos que tenham uma mensagem que promove o homossexualismo; para além disso, ele determinou que a empresa deve tomar parte dum "treino de diversidade".
O respondente [réu] está permanentemente proibido de discriminar contra indivíduos devido à sua orientação sexual [sic] actual ou imputada, ou devido à sua identidade de género. O respondente está ordenado a participar em treino de diversidade, levado a cabo pela Lexington-Fayette Urban County Human Rights Commission, no espaço de 12 meses após a emissão desta ordem.


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A prova de que a recusa de Blaine não está relacionada com as pessoas que fizeram a encomenda mas sim com a mensagem da mesma, é que se um grupo de homens  heterossexuais fizesse o mesmo pedido, o mesmo seria igualmente recusado. Os Cristãos não podem ser obrigados por lei a promover pontos de vista com o qual não concordam. Se os activistas homossexuais e os seus aliados dentro do governo e do sistema legal acham que sim, então eles consideram os Cristãos como pessoas merecedoras de menos direitos que o resto da sociedade - posição claramente discriminatória e ilegal.

Qualquer pessoa vê que o sistema legal está a ser usado para atacar o Cristianismo - e não para defender os homossexuais - e qualquer pessoa tem que levar em conta que este tipo de coisas irá acontecer em todos os lugares onde a agenda homoerótica for ganhando uma maior aceitação pública...

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Juíza ordena Judeus a levar a cabo evento Neo-Nazi dentro duma Sinagoga

Rober e Cynthia Gifford são donos duma quinta à saída Stillwater - norte de Nova York. Como forma de aumentar o rendimento da quinta, eles levam a cabo um certo número de eventos criados para crianças e para famílias (...). Sendo Cristãos convictos, os Giffords operam o seu negócio segundo os seus princípios Cristãos. 

Eles construíram um celeiro de três andares para festas e casamentos. O segundo andar tem divisões onde os membros das festas de casamento se podem vestir e se preparar. O terceiro andar é a divisão onde os Giffords vivem.

Tudo corria de forma ideal para o casal até que uma dupla de lésbicas intencionalmente se determinou a preparar uma armadilha para arruinar o negócio e as vidas do casal Cristão. Cynthia recebeu uma chamada da lésbica Melissa McCarthy onde esta última averiguava de poderia realizar o seu "casamento" na quinta dos Gifford. Cynthia convidou-a até à quinta de forma que Melissa pudesse averiguar as coisas pessoalmente.

Pouco depois deste evento, Cynthia ficou a saber que Melissa estava a falar do seu "casamento" lésbico com a sua parceira sexual Jennifer. Cynthia explicou à lésbica Melissa que eles não realizavam "casamentos" homoeróticos devido â sua fé Crista, mas mesmo assim, o casal poderia sediar um recepção "matrimonial" para elas.

A armadilha havia sido montada e Cynthia havia caído nela. Agora, as lésbicas estavam prontas a fechar a armadilha e prontas a prender o casal dentro dela. Sem a autorização da Cynthia, a lésbica Jennifer havia gravado a chamada. As lésbicas imediatamente entraram em contaco com a organização anti-Cristã com o nome de ACLU e esta lhes direccionou para a New York Civil Liberties Union, que prontamente deu entrada a um processo legal contra o casal Cristão.

Durante a audiência judicial, os Giffords explicaram que as instalações que eram usadas para casamentos era onde eles viviam, e que eles tinham o direito constituicional de viver segundo a sua fé Cristã na sua própria casa. Eles chegaram a dizer à juíza que eles tinham empregados homossexuais e que haviam, no passado, organizado festas homoeróticas, mas nunca um "casamento" homoerotico.

A Juíza Migdalia Parres não se importou com a Constituição Americana e nem com a liberdade religiosa dos Giffords, multando-os com uma multa de $13,000 e ordenando a que eles levem a cabo "casamentos" homoeróticos no futuro. Como se isto não fosse suficiente, a juíza ordenou que os Giffords e todos os seus empregados se submetam à lavagem cerebral, mascarada de aulas de re-educação, onde eles iriam aprender o ponto de vista do Estado de Nova York em relação ao "casamento" homoerótico.

No entanto, os Giffords não irão desistir e fingir-se de mortos para a juíza e nem para a comunidade lgbt. Com a ajuda da Alliance Defending Freedom, os Giffords deram entrada a um recurso judicial. James Trainor, o seu advogado, comentou:

Todos os Americanos deveriam ser livres para viver e trabalhar segundo as suas crenças. Entrar no mercado de trabalho não significa que o governo pode forçar as pessoas a deixar de lado a sua liberdade proveniente da Primeira Emenda ou a enfrentar um castigo. A comissão demonstrou um desrespeito enorme pelos direitos dos Giffords, e estes direitos nunca foram levados em conta durante a audiência judicial.

Segundo o que parece, os Giffords foram intencionalmente alvejados pelas lésbicas com o propósito único de os forçar a aceitar o auto-destrutivo e pecaminoso "estilo de vida" homoerótico. As empresas Cristãs estão a ser cada vez mais vitimas de ataques e a comunidade lgbt está a levar a cabo uma guerra fundamentada no ódio, no fanatismo, na descriminação e na intolerância contra os Cristãos. Para os practicantes do homoerotismo, não é suficiente que outras pessoas [Cristãos] não partilhem dos seus pontos de vista ou do estilo de vida que eles escolheram. Eles insistem em forçar a sua abominação pelas gargantas abaixo dos Cristãos, até que estes últimos se engasguem neles. A agenda homoerótica é simples: "aceitem o nosso gosto sexual ou morram!"


Alguma vez viram este tipo de ataques contra empresas cujos donos são muçulmanos? Não. O islão é bastante severo em relação ao homossexualismo, e em alguns países islâmicos este é um estilo de vida que pode ser condenado com espancamentos, detenção e até a execução. Será que os activistas lgbt temem que os muçulmanos se vinguem contra eles se por acaso eles visarem empresas e negócios islâmicos da mesma forma que atacam os Cristãos?

Com a mais recente inacção do Tribunal Supremo em relação ao "casamento" homoerótico, o número de estados a legalizar estas uniões abomináveis aumentou drasticamente. Isto significa que os pecadores dentro do movimento lgbt irão atacar ainda mais os donos de negócios Cristãos.

Se por acaso nunca imaginaste que verias uma perseguição aos Cristãos nos Estados Unidos, considera o que está a acontecer. Os Cristãos estão a ser perseguidos pelos homoeróticos, pelos tribunais, pelos militares, e pelo governo federal. O IRS e o DHS estão a atacar os Cristãos devido à sua fé, ao seu conservadorismo, e devido aos seus valores patrióticos. O [sistema de sáude com o nome de] Obamacare foi intencionalmente criado para pisar nos direitos dos Cristãos, forçando-os a violar a sua fé. Os Cristãos estão a ser presos e encarcerados por falarem publicamente perto de centros de aborto e em festivais muçulmanos.

Os Estados Unidos voltaram as suas costas a Deus, e Ele está a entregar-nos aos desejos pecaminosos, à luxúria e aos caminhos assim por diante. Nós já não somos uma nação Cristã mas sim uma nação sob o julgamento de Deus. Num futuro próximo, o julgamento de Deus se converterá na Ira de Deus, e quando isso acontecer, ninguém escapará - nem os fiéis. E isso, meus amigos, assusta-me mais do que qualquer coisa.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/1wd28D9

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Tal como o texto revela, o ataque dos activistas lgbt (e não dos homossexuais) centra-se exclusivamente nos Cristãos e só neles. Se este ataque tivesse como base a doutrina Cristã, que condena o homossexualismo, então os activistas homoeróticos iriam de igual modo atacar os muçulmanos (que tratam os homossexuais duma forma muito mais dura). Como os ataques dos activistas homossexuais não se focam nas pessoas que pior tratam os homossexuais, então podemos concluir que o tratamento dos homossexuais e a doutrina Cristã em relação ao casamento não são os motivos que levam a que os activistas homossexuais levem a cabo medidas como as que as lésbicas Melissa e Jennifer levaram.

O activismo lgbt nada mais é que a forma como os governos ocidentais visam reduzir e acabar com a moral familiar e matrimonial presente no Ocidente, consequência da moral Cristã. Os governos ocidentais correctamente identificam o Cristianismo como o sistema moral que promove comportamentos que limitam a área de influência dos governos e como tal, o governo apoio de forma total o movimento homossexual.

O Cristianismo coloca limites na sexualidade humana, mas quanto mais sexualmente responsável a pessoa for, menores são as chances dela vir a gerar filhos fora do casamento, e menores são as chances dessas crianças virem a ser mais facilmente controladas pelo Estado.

Semelhantemente, a responsabilidade sexual promovida pela ética Cristã reduz as probabilidades das mulheres virem a ser mães solteiras, mas isso são más notícias para o governo visto que ele (o governo) vê o seu poder e área de influência a aumentar à medida que o número de mães solteiras vai aumentado (as mães solteiras normalmente votam nos partidos que mais promovem o aumento da influência do estado na vida das pessoas).

Por estas e por outras razões é que o movimento homossexual tem o forte apoio do estado. Qualquer pessoa que pense que o activismo homossexual está de alguma forma relacionado com os homossexuais, engana-se.


quinta-feira, 27 de março de 2014

A defesa judicial transsexual

Tal como notado previamente, o esquerdismo é um sistema de castas e actualmente a casta mais elevada são os transsexuais. As regras que se aplicam aos membros das castas inferiores não se aplicam aos privilegiados que se encontram no pináculo da sagrada vitimização — muito provavelmente incluindo a regra contra o assassinato.

Homem mentalmente perturbado que se identifica como "mulher" e que se encontra a ser acusado de ser o assassino em série dos anos 90 (que matou 3 prostitutas no Estado do Washington) , atribuiu os crimes à pessoa que ele era antes da sua "transição". "Donna" Perry, de 62 anos, disse à polícia em 2012 que havia sido submetido a uma cirurgia de "realinhamento sexual" na Tailândia, e que quando uma pessoa faz a transição de homem para "mulher", "há uma crise rumo à violência".

Douglas Perry era um homem, mas segundo as autoridades, que acreditam que a própria biologia encontra-se sujeita aos seus decretos, Donna Perry é uma "mulher", e desde logo, Perry é uma pessoa distinta daquela que levou a cabo os assassinatos.
Num caso que tem estado adormecido há mais de duas décadas, a declaração jurada que deu entrada no dia 14 de Janeiro afirma que Perry foi conectado aos assassinatos de Yolanda Sapp, Kathleen Brisbois e Nickie Lowe - que a polícia afirma terem sido prostitutas - através de evidências ADN. A polícia alega que Perry disparou sobre as mulheres e deixou os seus corpos nus nas margens do Rio Spokane.
Mas quem fez isso foi o Douglas e não "a" Donna. Mal se começa a institucionalizar a loucura ao fingirmos que não somos o que somos, e se podemos levar o governo a aceitar que somos outra pessoa, onde é que as coisas param?
Os mesmos problemas mentais que levaram Perry a auto-mutilar-se e transformar-se numa grotesca caricatura de uma mulher, inspiraram-no também a matar prostitutas:
No ano de 1998, Perry passou 18 meses numa prisão de Oregon. O testemunho juramentado diz que quando os detectives de Washington entrevistaram o companheiro de cela, foi-lhes dito que Perry alegadamente confessou ter morto nove prostitutas "porque ela [sic] não se conseguia reproduzir e as mulheres tinham essa habilidade mas estavam a desperdiçar isso tudo ao comportarem-se como 'escória.'"
As desilusões psicóticas de Perry claramente não são saudáveis, no entanto as autoridades continuam a encorajá-las ao Douglas de "ela" nos documentos de imprensa.

Os esquerdistas estão a transformar a nossa sociedade num manicómio controlado pelos internados, e para o seu próprio bem.

Fonte

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Juiz do Barreiro mostra como funciona o activismo homossexual

O tribunal de Família e Menores do Barreiro atribuiu a guarda e educação de uma criança de dois anos e com trissomia 21 ao cabeleireiro Eduardo Beauté e ao modelo Luís Borges, casados em 2011.

A decisão é inédita e assenta no argumento de que a orientação homossexual do casal [sic] não é fundamento para "impedir a aplicação de uma qualquer medida de promoção e proteção que acautele a situação jurídico processual do menor".

A decisão adianta que "não resulta demonstrado que essa orientação seja um factor de risco ou de perigo para a criança" e que é "infundado" o receio de que isso influencie a futura orientação da criança.


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Quem precisa de leis quando existem juízes activistas?




quarta-feira, 4 de julho de 2012

Califórnia em vias de estabelecer "famílias" multiparentais

A linha da frente da guerra à família natural normalmente encontra-se nas zonas dominadas pelos militantes esquerdistas. Tome-se o exemplo da Califórnia.

As crianças californianas podem vir a ter mais do que dois pais se um projecto a avançar pelos canais legislativos de tornar lei. O projecto de lei, de autoria do senador activista homossexual Mark Leno, permitirá aos juízes reconhecer pais múltiplos em casos onde as crianças "fiquem melhor servidas" com vários relacionamentos paternos.

O homossexual Leno caracterizou a lei como uma "resposta à evolução [= desintegração] das famílias americanas".

De que forma é que seria apropriado uma criança ter, legalmente, mais do que dois pais?

Os apoiantes da lei citaram vários exemplos onde a lei poderia ser aplicada, incluindo o caso duma dupla lésbica que concebeu [sic] a criança com a ajuda dum doador de esperma envolvido na situação como parente, ou o homem que se casou com uma mulher quando ela já se encontrava grávida de outro homem; este último manteve o papel de pai.
Convém corrigir uma coisa muito importante: as lésbicas não conceberam absolutamente nada: uma das lésbicas concebeu com a indispensável ajuda do homem. Duas mulheres não podem conceber crianças, tal como dois homens também não. No caso dos homens, a única coisa que conseguem conceber juntos são doenças sexualmente transmissíveis.

Claro que só os ignorantes é que acreditam que este projecto de lei tem alguma coisa a ver com o bem estar das crianças. Camille Gigglio [California Right to Life Committee] revelou:

Ele [isto é, o homossexual Mark Leno] está a tentar alterar todas as nossas atitudes e todo o nosso entendimento do que constitui uma família.

Família é um pai, uma mãe e as crianças.

Ou seja, a esquerda militante quer destruir os conceitos de casamento e de família pervertendo ambos de modo a que estes [os conceitos] se tornem tão grotescos que percam todo o seu significado. Mal um dos pilares esteja destruído, os arquitectos desta engenharia social irão mais facilmente transformar a sociedade de modo a que esta seja mais facilmente controlável.

Mark Leno: activista homossexual e engenheiro social.

Fonte

sábado, 3 de março de 2012

Juíza lésbica recusa-se a casar heterossexuais

Juíza lésbica do Texas afirmou recentemente que não irá realizar cerimónias de casamento para heterossexuais até que o Estado permita que os homossexuais se possam "casar" entre si.

Tonya Parker afirmou aos Democratas do grupo homossexual Stonewall que para ela, realizar cerimónias de casamento era um "oxímoro" visto que ela não pode igualmente casar-se.

Obviamente que esta juíza é ignorante. Não há impedimento nenhum para que os homossexuais se casem no Texas; basta que eles se casem de acordo com a definição de casamento que lá existe. Tal como dito anteriormente, o casamento não discrimina pessoas mas comportamentos. Se um homossexual e uma lésbica se apresentarem no Texas para se casarem um com o outro, eles serão casados de forma normal.

Não são os homossexuais como as pessoas que são discriminados; é a homossexualidade como comportamento que é discriminado (tal como o é o bestialismo e todas os outros desvios sexuais).

A juíza disse que quando um casal se apresenta no seu tribunal, ela direcciona-os para outro juiz mas não antes de "lhes dar uma lição em torno da igualdade no casamento".

Urge perguntar: Qual "igualdade no casamento"? Desde quando é que homossexualismo é igual à heterossexualidade? A juíza não quer "igualdade no casamento" mas sim "igualdade nos comportamentos sexuais".

O que ela está a fazer é usar um posição estatal para avançar com uma ideologia politica e sexual que visa colocar o homossexualismo ao mesmo nível da heterossexualidade. É para isto que lhe pagam? Para fazer activismo político?

A igualdade entre as pessoas já existe; no Texas, qualquer pessoa se pode casar com alguém do sexo oposto - mesmo que seja homossexual. A "igualdade" entre os comportamentos sexuais não existe e nem nunca vai existir uma vez que o homossexualismo não é igual à heterossexualidade.

Outra coisa que convém notar é que o lobby homossexual está a aplaudir uma decisão que eles mesmos condenam quando a mesma é levada a cabo por pessoas que não aceitam a agenda homossexual. Se uma lésbica se pode recusar a pactuar com comportamentos com os quais ela não concorda, então os Cristãos também podem-se recusar a tomar parte em situações que contradigam as suas convicções religiosas.

Esperamos ansiosamente que os activistas homossexuais se contorçam de forma ilógica ao tentarem explicar o porquê se ser correcto uma lésbica se recusar a oficializar cerimónias heterossexuais mas já não ser correcto uma Cristã se recusar a a prestar apoio psicológico a um homem homossexual que tem problemas com o parceiro sexual.

A juíza ignorante diz ainda:
Normalmente eu digo-lhes algo deste género:

"Desculpem-me mas eu não levo a cabo cerimónias num estado onde não há igualdade matrimonial.

[Que é mentira. Existe "igualdade matrimonial" no Texas visto que todas as pessoas se podem casar. Basta seguir a definição de casamento que lá existe].

Até que tal igualdade exista, não vou aplicar a lei de forma parcial para um grupo de pessoas quando a mesma lei não se aplica a outro grupo de pessoas".

O grupo homossexual "Stonewall Democrats of Dallas" emitiu uma declaração em apoio à juíza, alegando que o estado do Texas estava a negar "1,138 direitos" de parelhas homossexuais ao não lhes permitir que se "casem" entre si. O mesmo grupo aplaudiu a decisão da juíza por esta supostamente tratar todas as pessoas "de forma igual e sem qualquer viés."

Fonte

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Sem dúvida que a forma como o grupo homossexual enquadra a questão - como se fosse um assunto de direitos que estão a ser negados - é um dos motivos do sucesso dos activistas da esquerda política. Isto é importante levar em conta porque o sucesso de muitas iniciativas da esquerda militante deve-se mesmo na forma como eles constroem debates que lhes são preciosos.

Por exemplo, na questão do aborto, a esquerda militante fala nos "direitos reprodutivos" que são "negados às mulheres" quando elas não podem esquartejar, decapitar, desmembrar, sugar com máquinas e atirar para o caixote de lixo o bebé que carregam no ventre.

Mas este enquadramento está errado porque a questão não é se a mulher tem "direitos reprodutivos" sobre a vida alheia mas sim se é moralmente correcto um ser humano decidir tirar a vida a um ser humano inocente.

O mesmo ocorre na agenda dos activistas homossexuais; eles formulam o debate em torno da "igualdade no casamento" mas isto está errado. No casamento, todas as pessoas são iguais. Um homem pode-se casar com qualquer mulher em idade legalmente permitida (quer ambos sejam homossexuais ou não).

Como dito em cima, o que os activistas homossexuais querem não é igualdade no casamento mas sim igualdade nas prácticas sexuais.

Mas isto é ilógico visto que um homem a inserir o seu apêndice reprodutor no ânus de outro homem não está a levar a cabo um acto sexual igual ao acto sexual que ocorre entre um homem e uma mulher e de onde se gera nova vida humana.

Antes da gaystapo exigir "igualdade" entre o homossexualismo e a heterossexualidade, primeiro têm que demonstrar de que forma é que uma é igual à outra. O que eles não podem fazer de maneira nenhuma é exigir tratamento igual entre prácticas sexuais que são manifestamente díspares.



terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

São Petersburgo aprova lei que multa promoção do homossexualismo


O corpo legislativo da cidade de São Petersburgo (Rússia) aprovou uma lei que impõe multas até aos 16,700 dólares para quem promover o homossexualismo.

Em Novembro último os legisladores da cidade adiaram o debate em torno da lei devido a "definições legais" e devido a questões relativas ao valor das multas.

Segundo o site noticioso lenta.ru, vários activistas homossexuais forma detidos quando tentavam levar a cabo um protesto nas imediações do edifício parlamentar.

Em termos gerais, esta lei proíbe qualquer tipo de evento "orgulho gay". Paralelamente, a lei permite às autoridades que imponham multas até aos 500,000 rublos ($16,700) a "manifestações públicas de homossexualidade (sodomia e lesbianismo), bissexualismo e identidade de género" bem como a pedofilia entre menores.

As multas são 10 vezes mais elevadas do que os valores inicialmente conversados quando a lei foi trazida à legislatura da cidade (Novembro passado).

As autoridades insistem que a proibição é necessária como forma de salvaguardar "a moral e o desenvolvimento dos menores" mas os grupos homossexuais "avisaram" que este tipo de medidas é uma forma de legitimar o "fascismo".

Infelizmente, estes grupos não explicam como é que impedir as crianças de ver isto [ATENÇÃO: Muito gráfico] é de alguma forma "fascismo".

O grupo LGBT local "Coming Out" disse que a lei é "homofóbica" e que a mesma era uma manobra de diversão que tencionava desviar a atenção dos russos dos "reais problemas políticos e sociais".

O homossexualismo, que era ilegal durante o tempo da União Soviética, foi descriminalizado em 1993 por Boris Yeltsin mas o sentimento "anti-gay" (= aversão ao comportamento homossexual) está bastante propagado.

Fonte

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Leis em favor da "igualdade" atacam a liberdade religiosa

Académico sénior da Universidade de Oxford afirmou que os tribunais do Ocidente estão a colocar os assuntos em torno da"igualdade" acima das liberdades religiosas. O professor Roger Trigg, figura de destaque nos departamentos filosóficos e Teológicos, fez a declaração depois de analisar casos legais recentes ocorridos no Reino Unid, nos EUZ, no Canadá e no resto da Europa.

Após esta análise, ele identificou uma tendência em torno da limitação das liberdades religiosas em favor de outras prioridades sociais tais como a não-descriminação.

O caso de Lillian Ladele – arquivista Cristã que foi disciplinada pelo Concílio de Islington devido às suas objecções às uniões civis - é especificamente ressalvado no seu novo livro com o nome de ‘Equality, Freedom and Religion ("Igualdade, Liberdade e Religião").

O professor Trigg afirmou:

Há um caso perante o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em torno duma arquivista de Islington que, devido às suas crenças religiosas, se recusou a levar a cabo cerimónias em torno das uniões civis.

Este caso seria facilmente resolvido entregando estas cerimónias a colegas seus que não tivessem problemas com as uniões civis, mas a necessidade de respeitar o direito à igualdade sobrepôs-se à liberdade nas convicções religiosas.

Este é apenas um dos muitos casos onde a liberdade dos Cristãos é posta em causa devido à noções de "igualdade" entre prácticas que não são iguais.

Um Cristão que se recuse a participar em cerimónias homossexuais não está a levar a cabo um acto igual à rejeição em tomar parte de eventos de cariz sexualmente normal devido ao facto da homossexualidade não ser igual à heterossexualidade. Quem acha que sim tem que fornecer algum tipo de evidência em favor dessa tese.

O professor Trigg acrescenta:

Tem-se observado ultimamente uma clara tendência nos tribunais europeus e norte-americanos de se dar prioridade a igualdade e a não-descriminação acima da religião [=Cristianismo], colocando a liberdade religiosa em perigo.
Aparentemente o professor Trigg não sabe que o propósito das leis da igualdade é mesmo o de retirar liberdades aos Cristãos e a todos os grupos que se alinham com o conservadorismo Cristão.
Nenhum Estado pode ser uma democracia funcional a menos permita que os seus cidadãos manifestem as suas crenças em torno do que é mais importante na vida. Lanço um apelo para que estes direitos sejam balanceados.
Sinceramente, não concordo com a opinião do professor Trigg neste ponto. Como diz o filósofo Católico Olavo de Carvalho, os direitos em torno da liberdade de expressão e de consciência estão ACIMA dos sentimentos subjectivos de quem quer ver a sua sexualidade afirmada socialmente através das instituições sociais.

Ou seja, não há necessidade de "balanceamento" entre direitos humanos e gostos sexuais. Os direitos humanos estão acima das preferências sexuais em toda a linha. Qualquer Estado que tenha problemas em ver isto já está a caminho de levar a cabo uma perseguição ideológica.

Isto já foi anunciado por um líder dum grupo europeu, Dr Gudrun Kugler , quando este disse que os Cristãos "caminham para uma perseguição sem sangue" às mãos dos secularistas. O que este líder não sabe é que todas as perseguições com sangue começam com perseguições sem sangue.

Primeiro é preciso des-humanizar o alvo para mais tarde não se sentir remorso na sua eliminação física. Foi assim com os judeus, é assim que é feito com os bebés em gestação, e é assim que vai ser feito com os Cristãos.

A questão agora é saber quanto tempo mais até ao início da perseguição física visto que a ideológica já cá está.

Fonte


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Governo inglês assegura que nenhuma igreja pode ser forçada a tomar parte em uniões civis . . . por enquanto

Há alguns dias atrás o governo inglês deu novas "garantias" de que as igrejas não podem ser forçadas a levar a cabo uniões civis contra a sua vontade. A promessa veio a lume durante o debate na Câmara dos Lordes em torno das Regulamentos Governamentais que permitem o registo de parcerias civis em premissa religiosas (m Inglaterra e no País de Gales).

O debate em torno dos Regulamentos foi assegurado pela Baronesa O’Cathain. Muitas igrejas expressaram preocupações pelo facto de acreditarem poder sofrer pressão legal para registar uniões civis contra a sua vontade.

A Baronesa O’Cathain trouxe a lume o aconselhamento legal que expôs potenciais falhas no nove esquema. Para além disso, ela afirmou que o propósito para iniciar o debate foi o de "discutir a preocupação geral de que o Regulamento ameaça a liberdade religiosa".

O antigo Lord Chancellor, Lord Mackay de Clashfern, disse que o governo deveria providenciar protecção mais clara contra a lei da igualdade.

Outros Pares afirmaram que mais protecção legal é necessária, e insistiram que nenhuma igreja poderia ou deveria ser forçada a levar a cabo registos de uniões civis.

Respondendo ao debate, o Home Office Minister Lord Henley disse que as igrejas que escolham não tomar parte do esquema, estão totalmente garantidas pela Secção 202 da Equality Act, a provisão legal que permite o registo religioso das uniões civis.

Esta é a primeira vez que o governo afirma que a Secção 202 oferece tal "protecção".

Durante o debate, muitos Pares afirmaram que, caso alguma igreja sofre uma acção legal por se recusar a registar um união covil, a mesma quase de certeza seria bem sucedida na sua defesa.

Fonte

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Activistas homossexuais processam escolas por estas usarem filtros anti-pornografia que bloqueiam sites homossexuais

Escolas do Missouri estão a ser alvo de processo legal por terem activado filtros contra sites pornográficos uma vez que, segundo os activistas homossexuais, esses filtros bloqueiam sites homossexuais.

Os esquerdistas da "American Civil Liberties Union" (ACLU) (que iniciaram o processo legal) querem que os filtros sejam desligados até que o assunto esteja resolvido.

O super-intendente Tim Hadfield (Camdenton School District) disse:

Nós não bloqueamos especificamente sites que promovem estilos de vida alternativos. Nós bloqueamos sites que são desapropriados e vamos continuar a fazê-lo.
A "Alliance Defense Fund" (ADF), grupo legal que defende a liberdade religiosa afirmou:
Os distritos escolares não deveriam ser pressionados a aceitar que os seus alunos fiquem expostos a material sexualmente explícito.
A ADF avisou algumas escolas distritais que, se elas sucumbirem às exigências da ACLU, as crianças ficarão expostas a material pornográfico. Numa carta aos distritos, a ADF disse que as escolas estão bem dentro dos seus direitos legais ao manterem os filtros Scare activos.

Um dos advogados da ADF, David Cortman, afirmou que

A ACLU está a forçar a sua agenda sexual radical ao intimidar as escolas distritais com uma longa linha de tácticas de medo mascaradas de preocupações com a censura.

Inquestionavelmente, as escolas distritais não tem obrigação alguma em ceder às exigências da ACLU. As crianças estão em primeiro lugar.

Aparentemente as crianças estão em primeiro lugar excepto quando o seu bem estar choca com a agenda dos activistas homossexuais; para eles, a sua agenda política está em primeiro lugar, mesmo que isso implique fazer crianças passar fome - tomemos o incidente envolvendo o blogueiro Cristão Júlio Severo como exemplo; a sua conta da PayPal foi fechada devido à perseguição da gaystapo. O Júlio tem 4 filhos para alimentar e a PayPal era uma das formas de obter financiamento.

Outro advogado da ADF disse:

Os pais esperam que os lugares onde colocaram os seus filhos sejam lugares de aprendizagem e não lugares onde eles podem aceder a sites pornográficos.
Os esquerdistas da ACLU afirmam que as escolas tem a "obrigação legal" de permitir que os estudantes acedam a sites lésbicos, sodomitas, bissexuais e relativos a assuntos transgéneros. O facto de alguns destes sites serem, aparentemente, pornográficos não parece preocupar a ACLU.

Antes do processo legal ter iniciado, Tim Hadfield explicou que o seu distrito possui um filtro feito à medida.

-Fonte-


Por aqui se vê o quão destrutiva a agenda homossexual é. Estes activistas preferem que as crianças fiquem expostas à depravação da pornografia - uma vez que assim podem aceder aos sites homossexuais - do que proteger as crianças de ter acesso a esses sites.

A agenda homossexual não se importa com mais nada que não seja o seu avanço. Isto é algo que todos nós temos que pensar sempre que virmos os activistas a promoverem medidas alegadamente para o "bem das crianças".

domingo, 28 de agosto de 2011

Brasil: Juiz de Franca proíbe casamento gay e diz que entidade familiar e família são “termos inconfundíveis"

-Fonte -

Os dois cartórios de registro civil da cidade de Franca estão proibidos de realizarem casamento entre pessoas do mesmo sexo. A decisão partiu do juiz corregedor dos cartórios Humberto Rocha, dizendo que “família” e “entidade familiar”, na lei, são termos inconfundíveis, já que casamento (…) é união de homem com mulher com o afã ou possibilidade de gerar prole”.

Humberto Rocha diz que não ignora a decisão do Supremo Tribunal Federal, que reconheceu a união estável entre homossexuais, mas diz que os ministros deram à “entidade familiar” um conceito elástico “a ponto de açambarcar a união entre homoafetivos, mas daí equiparar tal união à casamento vai um largo pego [abismo]“.

Diante dessa decisão os grupos gays da cidade estão planejando um protesto, pois para eles o ato do juiz trata-se de um preconceito. “É uma discriminação contra os gays,” disse Gilberto Mendes de Almeida, do movimento GLBTT de Franca.

De acordo com Adriana Galvão, presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB de São Paulo, a decisão do STF acolhe diferentes posicionamentos quanto ao casamento civil, já que o texto assinado pelos ministros reconhece apenas a união estável.

Mas para o docente da USP em direito de família, José Fernando Simão diz que o STF previu, sim, o casamento homoafetivo. “Pela decisão, aplica-se para todos os efeitos a união estável. E “todos os efeitos” inclui o casamento.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Juíza da Inglaterra para professor: Não critico sua atração sexual por crianças de dois anos

READING, Inglaterra, 4 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma juíza da Inglaterra assegurou a um professor que foi preso com imagens pornográficas de crianças, até mesmo de crianças novas de dois anos, que ela não o “criticaria” por sentir atração sexual por crianças.
Juíza Mary Jane Mowat
No sábado, a juíza Mary Jane Mowat dirigiu seus comentários para o professor substituto David Armstrong ao lhe entregar uma sentença suspensa por se confessar culpado de possuir 4.500 imagens de pornografia infantil.
“Não critico você por ser um professor que tem atração por crianças… Muitos professores têm [atração], mas mantêm seus impulsos sob controle tanto no que se refere a crianças quanto no que se refere a imagens de crianças”, disse Mowat.
De acordo com as notícias, David Armstrong, de 63 anos, foi apanhado quando um colega na Escola Little Heath em Tilehurst notificou a polícia depois de encontrar arquivos no notebook de Armstrong com nomes como “estupro de esposa”, “modelo nua” e “jacaré gay”.
Em sua reportagem, o jornal Blaze diz que algumas das imagens obtidas na posse de Armstrong incluem imagens de crianças novas de até dois anos.
Esta não é a primeira vez que Mowat provoca polêmica por causa do modo como ela lida com o abuso sexual de crianças. Em sua reportagem, o jornal Daily Mail disse que, em 2008, ela permitiu que um ex-diretor de escola acusado de pedofilia fosse solto depois que ele jogou a culpa da atração [por crianças] em suas drogas para tratar a doença de Parkinson.
Líderes pró-família disseram que o caso ajudou a esclarecer o efeito devastador e progressivo da pornografia.
“A questão com que estamos lidando diretamente é esta: a pornografia não é inofensiva”, Beth Meier da My House Initiative disse para LifeSiteNews.com (LSN) em resposta a polêmica por causa dos comentários de Mowat. “Não é uma forma ‘aceitável’ de expressão sexual”.
Meier esclareceu com mais detalhes: “Assistir à televisão no horário nobre, ler a revista Cosmo, assistir a um filme proibido para menos de 18 anos que contém cenas de nudez e sexo explícito, o que às vezes até mesmo têm filmes que são liberados para maiores de 13 anos, assistir a vídeo clipes do YouTube com moças de biquínis fingindo tirá-los — tudo isso é uma ‘porta de entrada’ para a pornografia. Tudo isso provoca lascívia e é uma visão doente da beleza de nossa sexualidade”.
“[A pornografia] transforma as mulheres em objetos para uso em vez de verem que elas são filhas de Deus”, disse ela. “O que os católicos e os cristãos precisam entender é que não somos imunes”.
Dan Spencer, diretor executivo da Fraternidade Nacional de Homens Católicos, disse para LSN que a polêmica é “um exemplo nítido” de que a sociedade se distanciou muito dos valores que poderiam proteger contra tais ataques às crianças.
“As posturas adotadas por essa juíza são uma consequência lógica da mentalidade ‘o sexo é um assunto particular’ na Inglaterra e nos Estados Unidos”, disse Spencer. “A cultura ocidental está deslizando na famosa rampa escorregadia [da decadência moral] e não está em posição de desafiar tal conduta depravada”.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Homossexual e pedófilo assumido recebe permissão para voltar a trabalhar com crianças

A agenda cultural da marxistas continua a avançar tranquilamente, mesmo que seja preciso colocar um homossexual pedófilo (previamente condenado por abuso de pelo menos um menor) a trabalhar com crianças:

O homem apelou com sucesso pelo direito de voltar a trabalhar com crianças apesar de ter admitido que violou um rapaz de 16 anos enquanto a mãe dormia no quarto ao lado.
O Governo Estadual inicialmente negou a aplicação do homem, mas uma vez que o pedófilo mostrou "vergonha, remorso e empatia com a sua vítima" e havia "aceite a sua identidade sexual" [homossexual e pedófilo], o VCAT [Victorian Civil and Administrative Tribunal] concedeu-lhe a aplicação.

O pervertido, cujo nome foi suprimido como forma de proteger o culpado, entrou no quarto do rapazinho no "bed & breakfast" cujo dono é ele, e "abusou o rapaz indecentemente" (como se houvesse alguma forma "decente" de abusar crianças). Como "castigo" pelo único crime que se sabe ter cometido, ele foi multado em $1,500 e não foi para a prisão.

Leram bem? Ele violou uma criança e não foi preso. Pior, o mesmo estado que não o prendeu como deveria, voltou a libertá-lo para o meio das crianças.

A presidente da VCAT, a Juíza Sandra Davis decidiu que o pervertido, que não conseguiu oferecer qualquer tipo de referência profissional ou pessoal, tem que ver a sua aplicação concedida apesar (senão por causa) do crime sexual, uma vez que "na altura ele se encontrava deprimido, recluso e isolado, sofrendo da separação que ocorreu com o seu primeiro relacionamento homossexual".

Ou seja, como ele havia saído do seu primeiro relacionamento homossexual, o abuso que ele cometeu posteriormente tem que ser minimizado.

Pergunta: se fosse um ex-homossexual que tivesse saído da sua primeira relação heterossexual e tivesse abusado duma rapariga, a juíza Sandra Davis teria este tipo de gesto? Mais; se o rapaz abusado fosse um dos seus filhos, será que ela seria tão magnânima ?

A mesma juíza marxista cultural decidiu que "embora a sua violação tivesse sido 'predatória' , ele não era um predador."

Nem tentem entender a lógica esquerdista. Lembrem-se que estas são as mesmas pessoas que torcem o braço aos governos quando estes tentam construir estradas e casas em locais que (alegadamente) são "santuários" para certos animais que supostamente se encontram em "vias de extinção". Semelhantemente, os esquerdistas são o mesmo tipo de pessoas que são contra a pena de morte do culpado, mas a favor da pena de morte para o inocente (bebés em gestação).

Fonte


Qual é o propósito de se colocarem desviados sexuais em posições a partir das quais eles podem influenciar ou ter mais fácil acesso a crianças indefesas? Ora, porque agir de acordo com a lógica e o senso comum seria "preconceito" e "descriminação".

domingo, 3 de julho de 2011

Franceses dizem "non!" ao gaysamento


A definição de casamento foi mantida pelo parlamento francês.

A lei francesa foi previamente desafiada por uma dupla de lésbicas que apelava pelo gaysamento como forma de obterem direitos de herança e de custódia que estão reservados ao casamento natural.

O mais alto tribunal francês, no entanto, decidiu em favor da definição tradicional de casamento e disse as lésbicas para irem brincar lá fora.

Casamento

O tribunal disse que era a função do parlamento decidir se se iria ou não alterar a lei, mas os membros da câmara inferior votaram 293 contra 222 em favor da definição tradicional de casamento.

Fonte


Curioso como um dos países mais cristofóbicos da Europa ainda mantenha a sanidade no que toca ao casamento. Portugal, supostamente um país Cristão, foi traído por uma classe política socialista, e viu o gaysamento a ser-lhe imposto. A população poderia ter feito mais.

sábado, 12 de março de 2011

Governo inglês força igrejas a "casar" homossexuais, mesmo que isso viole suas convicções

Pelos vistos a laicidade é uma via só de um sentido: o cristianismo não pode influenciar o "estado laico" mas o Estado pode influenciar e tentar mudar as prácticas religiosas dos cristãos. Onde estão os "laicos" quando mais precisamos deles?

Este é um exemplo da necessidade da Igreja se demarcar do Estado. O propósito da separação entre a Igreja e o Estado não era para proteger o Estado da Igreja, mas proteger a Igreja das decisões políticas do Estado.

Os gays e as lésbicas vão poder "casar" nas igrejas no seguimento de leis que vieram a lume esta semana.

A decisão histórica....vai acabar com a definição legal do casamento como sendo uma relação entre um homem e uma mulher. Um casal gay vai poder referir-se a um dos parceiros como "marido" e um casal de lésbicas vai poder referir-se uma a outra de "esposa".

Uma parte chave da reforma é acabar com a proibição de parcerias civis serem realizadas em lugares de oração.

Podemos chamar um gorila de peixe. Podemos até impôr leis que nos obriguem a chamar os gorilas de "peixe". Mas isso não torna um peixe num gorila.

Na situação em que estamos, é praticamente impossível lamentar o declínio do que era outrora a Cristandade porque muitas vezes as acções são eminentemente dignas do colapso anunciado.

Vai ser interessante ver quanto tempo os vários governos tentam negar a óbvia lógica que permite a poligamia e a bestigamia debaixo do mesmo disfarce que a homogamia antes da inevitável aceitação.


Fonte: Vox Day.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Transsexual na Posse de Pornografia Infantil Poupado da Prisão Porque Seria Desagradável Para Si

Ás vezes há tanto esquerdismo empacotado no título de uma notícia que nós nem precisamos de desenvolver muito mais:

Pervertido Transsexual Que Fez Download de Pornografia Infantil Poupado da Prisão Porque Juíza Disse Que Tal Seria Uma "Experiência Aterradora"
A prisão seria uma experiência inconveniente para a Laura (nome de nascimento: "Luke") uma vez que ele/ela "está no meio de um processo de troca de sexo, o que significa que ela é biologicamente um homem mas legalmente uma mulher." Como recompensa por ter atingido este estado de auto-degradação, ele escapa a prisão com uma pena suspensa e algumas horas de trabalho comunitário.

Assim decidiu a Juíza Lesley Newton:

Francamente, tu mereces ir para a prisão, mas não consigo enviar-te para a prisão porque isso poderia ser uma experiência aterradora para ti.
A Juíza não disse se as experiências infligidas aos "jovens semi-nus" que foram "abusados" em frente a câmaras para o deleite de Laura Voyce foram "aterradoras". A Juíza não pareceu estar muito preocupada com isso.

Isto é o que acontece quando o relativismo moral toma conta de um país: há mais preocupação com o criminoso do que com as vítimas. Laura/Luke escapou da prisão (por crime de possuir material pedófilo) apenas e só porque estava no processo de destruição dos seus próprios órgãos sexuais. Se fosse um homem normal ou uma mulher normal, a Juíza não pensaria duas vezes.

domingo, 6 de março de 2011

Homossexual Justin Raymondo critica agenda gay

(Fonte)

Abaixo um ótimo texto escrito por um intelectual gay, Justin Raymondo.

Leiam abaixo, e depois comento:

Os ativistas gays do passado pediam que o governo os deixasse em paz. Seu programa político era focado em descriminalizar relações homossexuais entre adultos que consentiam a relação. Mas hoje, proporcionalmente ao crescimento da tolerância à homossexualidade, ativistas gays estão cada vez mais pedindo ao governo para impor sua agenda sobre a sociedade. Mesmo que o poder do estado tenha sido usado contra gays desde a Idade média, repentinamente líderes gays atuais parecem compor uma união declarando: “Agora é a nossa vez”. Isso é uma grande ironia – e uma causa em potencial de problemas para os homossexuais e tumultos para a America.

A origem do movimento de liberação gay na America pode ser definida como a tarde de Junho, 27, 1969, quando patrocinadores do Stonewall Inn, um bar homossexual em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia fechar o local. Por três dias, uma rebelião na vizinhança evitou de forma efetiva que a polícia executasse uma velha tradição de fechar as portas dos bares gays e prender aqueles que não pagassem propina. Na queixa oficial, os operadores do Stonewall foram citados pela ausência de licença para vender bebidas. Mas mesmo que eles tivessem essa licença, temos dúvidas se sua requisição seria atendida: o comitê de licenciamento estadual era naturalmene hostil aos grupos gays. Os primeiros militantes gays modernos estavam, então, se rebelando contra regulação. De fato, se tornar livre do governo geralmente era uma idéia central da liberação gay.

Mas algo aconteceu para distanciar o movimento gay de seu objetivo original. Hoje, o chamado movimento pelos direitos gays vê o governo como a agência, não como inimigo, da liberdade. Da medicina socializada à legislação anti-discriminação até as lições obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há sequer um esquema focado em aumento do poder do governo que esses alegados lutadores da liberdade não apóiem.

Enquanto atos homossexuais entre adultos sob consentimento são ilegais em alguns estados, eu acredito que as organizações dedicadas à repelir essa idéia tem um lugar legítimo na constelação de causas por direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, entretanto, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. As evidencias mostrando que os movimentos de direitos gays têm assumido um estilo cada vez mais autoritário é o resultado inevitável de assumir as causas políticas com base em lealdade de clã, ao invés de princípios filosóficos.

Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais. Para os homossexuais e heterossexuais em geral, estes direitos se resumem a um único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, os movimentos de direitos gays deveriam retornar às suas raízes libertárias. Isso iria iniciar o processo vital de despolitizar a homossexualidade e minar a criação de uma cultura de guerra que a minoria gay jamais poderá vencer.

Mesmo a “neutralidade” estatal que gays “centristas” como Andrew Sullivan defendem iria forçar o tratamento governamental de forma equânime à heterossexualidade, como visto nas requisições de Sullivan pelo pseudo-“casamento” gay e a presença de gays assumidos no exército. Verdadeira neutralidade, entretanto, não iria envolver reconhecimento, mas indiferença, ausência de atenção, inércia. Um estado neutro não iria penalizar nem promover o comportamento homossexual. Ele não iria nem sequer proibir nem dar status legal ao casamento gay. Em um ambiente militar, um estado neutro iria submeter toda sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Gays deviam rejeitar a idéia nonsense que eles são oprimidos pelo “heterosexismo”, uma ideologia má que subordina e denigre homossexuais pela insistência da centralidade da heterossexualidade na cultura humana. Não há uma base para isso na biologia humana, entretanto algo que pode ser chamado de projeto reúne acadêmicos organizados em uma imaginação que define a sexualidade humana como uma “construção social” a ser alterada conforme a vontade. Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das institutições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante. Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

Mesmo muitos liberais gays reconhecem que o modelo de direitos gays já tornou obsoletas quaisquer utilidades que alguma vez já existiram. A idéia de que pessoas gays, particularmente homens gays, como um grupo de vítimas é tão contrário à realidade que não é sustentável. Em cenários econômicos, políticos e culturais, a influência gay ocorre em maior proporção do que seus números, um fato que tem alimentado várias teorias da conspiração. Dos Cavaleiros de Malta medievais ao “Homintern” misterioso de tempos modernos, o tema com a idéia de uma cabala homossexual poderosa é persistente na literatura conspiratória, que mimetiza a forma e o estilo da campanha anti-semita.

Coberto com a propaganda de vitimização dos últimos 20 anos, esta imagem do poder homossexual secreto é combinada para produzir um perfil extremamente desagradável: uma criatura de altos privilégios que lamenta-se constantemente sobre sua situação. Se a liderança política gay realmente está tão preocupada sobre o alegado crescimento da liderança anti-gay, talvez eles deveriam se preocupar em projetar uma imagem menos atacável.

Como se fosse um contingente militar especializado em empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo dos habitantes da América, o lobby gay capitaliza nas piores inseguranças de seus membros. Sempre mantendo em voga o bicho-papão da “Direita religiosa”, para manter suas tropas em linha, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “Sem nós, você não teria chance alguma contra eles”.

Mas na verdade nenhum dos grandes conservadores religiosos propôs medidas legais contra homossexuais. A Christian Coalition, o Eagle Forum, e outros ativistas conservadores arraigados apenas se envolveram em atividades políticas “anti-gay” de forma defensiva, trabalhando para reverter as legislações de direitos gays que atacaram suas crenças mais valorizadas.

A liderança do movimento gay está brincando com fogo. A grande tragédia é que eles não serão os únicos queimados. A volatilidade das questões que eles têm levantado – que envolvem religião, família, e as premissas mais básicas do que significa ser humano – criam o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados. O arrojo da tentativa de introduzir um currículo “positivo” gay nas escolas públicas, a posição militante de vítima que não aceita nenhum questionamento, a intolerância absurda uma vez que ganham o poder em guetos urbanos como San Francisco – tudo isso, combinado com o fato de que o paradigma de direitos gays em si representa uma invasão insuportável da liberdade, tendem a produzir uma reação da maioria.

É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam. A legislação de direitos gays viola os princípios ao liberalismo autêntico, e homossexuais deveriam se voltar contra ela – para se distanciar dos excessos de um movimento militante destrutivo, para ajudar a evitar danos sociais e corrigir alguns erros graves. Estes erros são o assalto político cometido contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução dos direitos gays; a infinita ridicularização da religião promovida pela imprensa gay; e o ilimitado desprezo por toda tradição e “valores burgueses” que permeiam a subcultura homossexual.

E a busca por uma “etnicidade” gay é tanto uma via sem saída como um esforço para solidificar um movimento político gay. Em nenhum sentido homossexualidade é comparável, vamos dizer, a ser um Armênio. Não existe cultura gay separada da cultura em geral, e a despeito de alegações pseudo-científicas em contrário, não há uma raça gay codificada nos genes. Há apenas comportamento assumido por um grupo diverso de indivíduos, cada um agindo a partir de seus motivos e predisposições particulares.

Esforços para santificar tal comportamento, ou para explicá-lo de forma que ele não tenha conteúdo moral, são contraprodutivos além de serem inconvincentes. Esforços para reconciliar a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é conceder ao grupo o direito que as pessoas, gays ou não, realmente não possuem – o direito, aliás, não deve justificar sua existência.

A obsessão com a idéia de “sair do armário”, e a auto-centralização basicamente feminina que tal ritual implica, é certamente outro aspecto do qual o movimento gay deve se afastar. Nós realmente precisamos saber o inclinamento sexual de nossos vizinhos e parceiros de trabalho, ou mesmos nossos irmãos e irmãs, tias e tios?

Esperar aprovação ou sanção official para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco. Para uma solicitação (não, demanda) tão desaforada, tal aprovação sob a forma de algum ato do governo é um ato de incomparável mau gosto. Da mesma forma, é uma confissão de tão devastadora falta de amor próprio, de vazio interior, que sua expressão pública é difícil de dimensionar. Auto-estima não é uma qualidade a ser obtida nos outros, nem pode passar a existir via legislação.

A história do movimento gay revela que ideologia e Eros são antípodas. Política, como disse Orwell, é simplesmente um “sex gone sour”, na qual sour (ácido) certamente descreve a visão de mundo dos dogmatistas dos direitos gays. Isso é evidente apenas ao olharmos para eles: sitiados por todos os lados por uma sociedade “heterossexual”, e geralmente demasiadamente sozinhos para arrumar um encontro, estas pobres almas tem dessa forma que politizar sua sexualidade que mal podem alegar realmente existir.

Ao invés do excessivo moralismo da “visibilidade” gay, uma resolução razoável da Questão Gay deveria solicitar um retorno às maravilhas da vida privada, a redescoberta da discrição ou mesmo anonimidade. A politização do cotidiano – do sexo e as principais instituições da cultura – é uma moda que deve ser fortemente resistida, não apenas por gays mas também por amantes da liberdade em qualquer esfera da atividade humana.

Meus comentários

Mas não é que o Justin Raymondo está correto?

Ele me lembra os discursos do Clodovil, que sempre rejeitou a ditadura gay.

Enfim, Clodovil era gay, mas não um gayzista. Assim como Raymondo.

Precisamos saber se os movimentos gays falam por todos os gays ou apenas por grupos de esquerda que querem USAR os gays de forma política.

Vale o mesmo em relação aos neo ateus/humanistas. Será que eles representam todos os ateus ou apenas são um grupo USANDO os ateus de forma política?

É importante investigarmos essa postura, pois temos que retaliar tanto os ataques dos movimentos gays como dos movimentos humanistas.

Mas isso não implica um ataque aos gays e ateus.

Somente àqueles que estão contra nós.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Militante ateu e activista homossexual condenado por posse de material pedófilo



O mais conhecido activista da causa gay e ateísta no orkut, Haroldo Galves, 50 anos, foi condenado em segunda instância pelo crime de posse de material pedófilo em computador, previsto no art. 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Haroldo, segundo reportagem do Datena noticiada aqui por este blog, levou seu computador a uma assistência técnica, e acabou sendo detido em flagrante pela polícia, que foi chamada pelo técnico da loja ao constatar o impressionante número de 60 mil fotos de pedofilia em sua máquina.

O julgamento em segunda instância se deu hoje, graças a um recurso do Ministério Público. O processo correra em sigilo de justiça na primeira instância. Segundo informações do site do Tribunal de Justiça de São Paulo, Haroldo teve a pena aumentada para 1 ano e 8 meses de reclusão e pagamento de 30 dias-multa.

Entretanto, mesmo sendo reincidente, pois ele fora preso na década de 90, Haroldo vai ter liberdade, pois foi estabelecido o regime prisional semiaberto, decisão que deve ser comemorada pela defesa e que merece de todos nós o repúdio por incentivar a impunidade e permitir que o criminoso em questão volte a delinqüir.

De acordo com o regime semiaberto, a execução da pena se dá em colônia agrícola, industrial ou estabelecimento similar. O condenado fica sujeito a trabalho em comum durante o período diurno, em colônia agrícola, industrial ou estabelecimento similar.

O trabalho externo é admissível, bem como a freqüência a cursos supletivos profissionalizantes, de instrução de segundo grau ou superior.

A pena pela posse desse tipo de material vai de um a quatro anos de prisão, além de multa.

A decisão ainda não transitou em julgado.


[Comentário]: Mais um caso dum homossexual com preferência por crianças. Eventos como este continuam a acontecer a nível mundial, mas ninguém se questiona-se sobre o porquê daqueles com tendências homossexuais normalmente terem inclinação para a pedofilia.

Note-se também que este homossexual e militante ateu é um reincidente no que toca a estar na posse de material pedófilo.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

"Casamento" homossexual obriga a mudança de dicionários.

As principais edições on-line dos dicionários de língua portuguesa já apresentam novas definições para o termo casamento, em consonância com a aprovação dos "casamentos" homossexuais.

Os dicionários da Porto Editora e Priberam definem agora casamento como um contrato celebrado "entre duas pessoas", abandonando a distinção de género. Quanto ao termo matrimónio, a Porto Editora conserva a definição anterior, na qual é descrito como um "contrato perante a lei para um homem e uma mulher".

Fonte da Porto Editora adiantou que a referida entrada vai ser actualizada na próxima semana na internet e na edição 2011 do dicionário impresso, a lançar antes do próximo ano lectivo. A Priberam já define matrimónio como "união entre duas pessoas".

O termo casal continua a suscitar mais resistência à mudança. A Porto Editora e a Priberam mantêm as antigas definições: "Conjunto de macho e fêmea, conjunto de duas pessoas de sexo diferente." Só na terceira acepção define casal como "conjunto de duas pessoas casadas ou que mantêm uma relação amorosa ou íntima".

Alguns anjinhos afirmaram que a aprovação do "casamento" homossexual não afectaria os que seguem a normalidade sexual. Aparentemente esses anjinhos estavam errados. Normalizar a homossexualidade com certeza que afecta toda a sociedade uma vez que o casamento é uma instituição social. Os homossexuais sabem disso, e por isso mesmo que almejavam o "casamento".

Para eles o que importa é a supremacia cultural, mesmo que para isso tenha que passar por cima das liberdades, direitos e garantias de quem não ache normal um homem ter o desejo de inserir o seu órgão sexual num orifício feito para expelir excremento e gases intestinais.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Outra proprietária de Bed&Breakfast cristã é almejada por homossexuais e será levada aos tribunais

Na sequência da atribuição de indenização contra Peter e Hazelmary Bulls, que se recusaram a permitir que um casal homossexual partilhasse uma cama de casal em sua pousada, outro cristão proprietário de B&B está agora sendo levado a tribunal.

Michael Black, e o conselheiro liberal democrata John Morgan, estão alegando que foram discriminados sob a lei de discriminação sexual depois de serem afastados de um B&B em Cookham, Berkshire, em 19 de março de 2010. Eles lançaram uma acção judicial contra Susanne Wilkinson, proprietária cristã do B&B, para "garantir que as pessoas não possam quebrar a lei de discriminação sexual e se livrar dela".

O Sr. Black e o Sr. Morgan chegaram ao B&B em 19 de março de 2010. A Sra. Wilkinson convidou os homens antes de explicar com cortesia por que ela não poderia oferecer-lhe o quarto. Ela insistiu que não era homofóbica e teria oferecido dois quartos individuais, mas que a casa de hóspedes estava totalmente reservada. Seu marido Francis, um ex-trabalhador da City, explicou educadamente que era uma questão de viver por sua fé e que era contra a sua fé cristã permitir-lhes partilhar uma cama.

O grupo de direitos humanos Liberty confirmou que eles estão representando a dupla homossexual e disse que será anunciado nas próximas duas semanas quando e onde o processo judicial terá lugar. O Instituto Cristão (Christian Institute) está apoiando a Sra. Wilkinson.

Os Wilkinsons foram submetidos a telefonemas, mensagens de texto e e-mails abusivos desde que os fatos de sua história surgiram na mídia. O Sr. Wilkinson disse aos policiais: "Deve ter havido 900 e-mails, e eu diria que metade deles são realmente abusivos e ameaçadores".

Isto segue a experiência dos Bulls, que sofreram muitos telefonemas abusivos de homossexuais depois da decisão e, inclusive, tinha opiniões falsas e prejudiciais de seu B&B postados online. Eles podem ter que vender os seus B&B e mudar de residência.

O deputado Chris Grayling, do Partido Conservador, foi removido de seu cargo de Ministro do Interior depois de ter sido gravado dizendo que os proprietários do B&B devem ser autorizados a seguir a sua consciência e exercer sua fé cristã quando for lidar com esta questão.

O Sr. Grayling foi secretamente gravado fazendo os comentários em abril de 2010 em uma reunião do think-tank Centro de Estudos Políticos. Ele disse que os hotéis não podem discriminar contra homossexuais, mas aqueles indivíduos que dirigiam B&Bs eram uma questão diferente.


No mesmo mês, o candidato do Partido Conservador por North Ayrshire e Arran, Philip Lardner, foi demitido por expressar sua opinião sobre o caso e suas visões sobre homossexualismo em seu site.


(...)

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