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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Actor homossexual diz: "Não há nada pior do que ser criado por dois pais homossexuais"

A estrela de filmes tais como "Shakespeare In Love" e "My Best Friend's Wedding" afirmou ao Sunday Times Magazine que ele "não consegue pensar em nada pior do que ser criado por dois país homossexuais . . . Algumas pessoas podem não concordar com isto. Tudo bem. Esta é apenas a minha opinião."

Rupert Everett, que actualmente faz o papel de Oscar Wilde em "The Judas Kiss" em Londres, revelou o seu inesperado pondo de viste enquanto discutia o encontro entre o seu namoraod actual e a sua mãe, Sara. Ela disse o seguinte:

Já disse várias vezes que gostaria que Rupert fosse heterossexual, e provavelmente ainda sinto isso. Gostaria que ele tivesse uma esposa bonita. Gostaria que ele tivesse filhos. Ele é muito bom com crianças. Ele é tão bom com crianças. Ele seria um pai maravilhoso. . . . Mas acho também que as crianças precisam dum pai e de uma mãe. Eu já lhe disse isto, e ele recebeu as minhas palavras muito bem. Ele não fica zangado comigo. Só se ri.

Everett acrescentou,

Não estou a falar em nome da comunidade gay. Aliás, não me sinto como parte de qualquer ‘comunidade.' A única comunidade a que eu pertenço é a humanidade e nós já temos demasiadas crianças no planeta, e como tal, não é bom termos mais ainda.

O The Telegraph ressalva que Ben Summerskill, director-executivo do grupo LGBT Stonewall, respondeu ao actor afirmando,

O Rupertdeveria dar uma volta pelo mundo para observar os factos por si mesmo. Não há qualquer tipo de evidência que demonstre que as crianças educadas por pais gay sofrem alguma coisa devido à forma como estão a ser educados, ou são afectados no seu desenvolvimento.

Esta não é a primeira vez que Everett, que num passado recente qualificou a "paternidade" homossexual de "egocentrismo e vaidade," causou controvérsia. Em 2009, apenas alguns dias depois da morte de Michael Jackson, o actor chamou o músico de um "freak" que "parecia uma personagem proveniente dos filmes Shrek." ( . . .)

domingo, 22 de julho de 2012

Homossexual quer ser ‘pai solteiro’ com barriga de aluguer

O desejo de um homem que mora em Belo Horizonte, de se tornar pai e mãe ao mesmo tempo, será analisado pela Comissão de Ética Profissional do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG).

O caso corre em segredo de Justiça. O morador da capital seria homossexual e, segundo informações preliminares, quer usar o sémen dele para fazer uma fertilização in vitro. Para gerar o bebé, ele pretende contratar uma barriga de aluguer.

Para o presidente do CRM-MG, João Baptista Gomes Soares, trata-se de um “caso muito complexo”. O interessado já teria obtido autorização judicial em uma vara cível do Fórum Lafayette, na capital.

Segundo Soares, a previsão é que na próxima quinta-feira o CRM-MG analise as implicações éticas do caso, encaminhado à instituição por um médico de BH, que foi incumbido de realizar o procedimento. Em seguida, será levado à apreciação do Conselho Federal de Medicina (CRF), para o referendo final.

Soares adianta que o aval da instituição federal é necessário, pois o fato poderá abrir precedentes em todo o país. A demanda chegou ao CRM-MG há duas semanas. Um caso semelhante, segundo o presidente, teria ocorrido em Goiás.

Ele afirma que o maior obstáculo é a contratação de uma barriga de aluguer, uma vez que não pode haver compensação financeira nas inseminações artificiais. Soares revelou que um casal de homossexuais, que mora em Belo Horizonte, estaria pretendendo adoptar o mesmo procedimento. Para ele, ao invés de gerar um bebê por meio da fertilização in vitro, seria mais viável se o homem decidisse adotar uma criança. O fato de ele ser homossexual, ressalta Soares, não interfere em ambas as situações.

Para o advogado Luiz Fernando Valladão Nogueira, o homem deverá encontrar dificuldades para registar a criança. “Sem a mãe presencial, ou seja sem o nome da progenitora, ele certamente não vai conseguir registar esse filho”, avalia.

Para o psicólogo Pedro Mello, o facto de a mãe ser desconhecida não vai causar transtornos à criança. “Muitos pais criam os filhos sozinhos quando as mães morrem ou saem de casa”, diz. O especialista acredita que a Justiça tenha feito uma pesquisa sobre a vida do homem antes de dar a autorização para que ele faça o procedimento.

Fonte

terça-feira, 3 de abril de 2012

Se é de referências recentes anti-adopção gay que o lobby LGBT precisa, aqui vai

A discussão entre as óbvias asserções feitas aqui e aqui por Pedro Picoito, e a "refutação" que delas tem sido feita pelo lobby pró-LGBT, tem demonstrado à saciedade de que lado se encontra a desonestidade intelectual.

Pretender que os estudos referenciados pelo Pedro Picoito não teriam validade porque não seriam da última década demonstra uma absoluta falta de percepção do processo de construção da ciência, e das fragilidades da evidência estatística em matérias que, apesar da minha formação, optaria por encerrar no campo da moral e da lei natural.

Em todo o caso, a proporção dos ataques feitos ao Pedro, e a ferocidade das f.'s e das ILGAS deste mundo, pedem que a isto se responda com evidência "recente", como elas dizem, na vã esperança de que assim se silencie a histeria dominante que se tem feito ouvir.

Parece claro, olhando para os artigos referenciados abaixo, que nada de bom resulta para as crianças do infortúnio de terem sido colocadas pelo sistema nas mãos de uniões de pessoas do mesmo sexo (recuso frontalmente o uso das palavras casal e casamento neste caso!).

Ficam as referências e as suas principais conclusões. Se forem precisas mais, é só pedir. É que nem são tão poucas quanto isso!...

  • Sirota, T. (2009), "Adult Attachment Style Dimensions in Women Who Have Gay or Bisexual Fathers", Archives of Psychiatric Nursing, 23 (4), p. 289-297.
  • Do abstract: " Women with gay or bisexual fathers were significantly less comfortable with closeness and intimacy (t = 5.264, P = .0001), less able to trust and depend on others (t = 6.621, P = .0001), and experienced more anxiety in relationships (t = −4.368, P = .0001) than women with heterosexual fathers."
    (suponha que a Ana Matos Pires saberá explicar às colegas de blogue o que é um p-value ou um teste de hipóteses??)
  • Murray, P. D. and McClintock, K. (2005), "Children of the closet: a measurement of the anxiety and self-esteem of children raised by a non-disclosed homosexual or bisexual parent." Journal of Homossexuality, 49, p. 77-95
  • Do Abstract: "(...) results indicated that those who had been raised as children with non-disclosed lesbian mothers showed a significantly higher level of self-esteem"
    (não é que as crianças preferem que as mães não sejam lésbicas assumidas, Ana??)
....

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Lésbica gorda exibe as suas qualidades de "mãe" ao usar criança de 8 anos para tentar embaraçar a conservadora Michelle Bachman

Se forem vêr o título que a gorda lésbica dá ao seu vídeo lê-se "Activista Elijah com Michelle Bachman". A lésbica realmente acha que o uso de uma criança de 8 anos para a normalização do lesbianismo é um acto moralmente aceitável.

Vé-se claramente pelo vídeo que a criança foi treinada para dizer o que disse. Vê-se também que ele não quer tomar parte desta charada, mas para a lésbica nada disso importa. Para ela, uma criança de 8 anos pode ser um "activista" em favor da homossexualidade.

E ainda há membros da gaystapo que acham estranho a maioria da população mundial não querer que pessoas com este nível de perturbação mental tenha controlo sobre filhos alheios.




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