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terça-feira, 4 de junho de 2013

O Acordo Queerográfico


Chamam-lhe "compromisso brincalhão" e o objectivo é provocar o debate. O duplo plural, o plural feminino genérico e o uso da arroba (@s), do x (xs) ou do asterisco (*s), em vez de 'os' para considerar os dois géneros são algumas das propostas para um novo acordo da língua portuguesa.

O Acordo Queerográfico, já subscrito por mais de 100 pessoas, surgiu "da pura necessidade", como explica Pedro Feijó, 21 anos, estudante de Estudos Gerais da Universidade de Lisboa e uma das caras por trás do movimento que pretende "mostrar como a linguagem é instrumento de dominação social".

Querem tornar "caótica" a representação do género e inventar palavras como "a Presidenta", ou "a Mulher" como símbolo da Humanidade. "E não estamos a criar uma forma de escrita normativa. Tem a ver com desestabilização e não com a criação de um correcto", explica.

Propõem ainda palavras como "tod*s", "xs pessoas" ou "velh@s", mas o "silencioso" asterisco (*) ou o "incómodo" x  ou a arroba (@) não têm leitura e não existem ainda opções para a oralidade. Uma lacuna em que estão agora a trabalhar.

Linguistas duvidam do sucesso de um acordo deste género

Mas especialistas, como João Veloso, professor na Universidade do Porto e presidente da Associação Portuguesa de Linguística, não acreditam no projecto. "Já existiram, noutros países, movimentos semelhantes e a intenção é louvável, mas o argumento de que na linguagem o género feminino é subjugado ao masculino não é válido porque não há razões científicas para isso, é uma questão gramatical e não cultural", afirma.

Segundo João Veloso, as línguas são elementos naturais que não evoluem "por decreto". Já o professor da Universidade da Beira Interior e especialista em evolução da linguagem, Paulo Osório, não estranha que a proposta tenha vindo de jovens, naturalmente mais abertos à inovação.

Pedro Feijó, em conversa com o Expresso, utilizou sempre o plural no feminino, como manda o manifesto publicado online , pois "o plural masculino apaga as mulheres". O alvo é a sociedade heteropatriarcal: uma sociedade onde a regra imposta é a da família nuclear e as relações binárias e heterossexuais. A ideia é convidar os outros a utilizarem o acordo e a construí-lo.

"Esta proposta é muito complexa porque os usos orais são marcados pelos hábitos mas a ortografia é marcada por normas regulamentadas. É complicado que as pessoas integrem esses usos, até porque eles demoram muito tempo a entrar na língua, para que sejam estandardizados pode demorar séculos", explica o professor Paulo Osório que não acredita que as mudanças se alastrem além do grupo.

O manifesto, escrito por Pedro Feijó e que teve o contributo e revisão de outras pessoas, serve para atestar a existência deste modo de escrever. "Já fiz um teste em que comecei por dizer: 'Este texto está redigido em concordância com o Acordo Queerográfico', agora estou à espera da nota", conta orgulhoso o autor. 

Paulo Osório admite que, como professor, não iria aceitar um teste escrito assim.


domingo, 22 de julho de 2012

Homossexual quer ser ‘pai solteiro’ com barriga de aluguer

O desejo de um homem que mora em Belo Horizonte, de se tornar pai e mãe ao mesmo tempo, será analisado pela Comissão de Ética Profissional do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG).

O caso corre em segredo de Justiça. O morador da capital seria homossexual e, segundo informações preliminares, quer usar o sémen dele para fazer uma fertilização in vitro. Para gerar o bebé, ele pretende contratar uma barriga de aluguer.

Para o presidente do CRM-MG, João Baptista Gomes Soares, trata-se de um “caso muito complexo”. O interessado já teria obtido autorização judicial em uma vara cível do Fórum Lafayette, na capital.

Segundo Soares, a previsão é que na próxima quinta-feira o CRM-MG analise as implicações éticas do caso, encaminhado à instituição por um médico de BH, que foi incumbido de realizar o procedimento. Em seguida, será levado à apreciação do Conselho Federal de Medicina (CRF), para o referendo final.

Soares adianta que o aval da instituição federal é necessário, pois o fato poderá abrir precedentes em todo o país. A demanda chegou ao CRM-MG há duas semanas. Um caso semelhante, segundo o presidente, teria ocorrido em Goiás.

Ele afirma que o maior obstáculo é a contratação de uma barriga de aluguer, uma vez que não pode haver compensação financeira nas inseminações artificiais. Soares revelou que um casal de homossexuais, que mora em Belo Horizonte, estaria pretendendo adoptar o mesmo procedimento. Para ele, ao invés de gerar um bebê por meio da fertilização in vitro, seria mais viável se o homem decidisse adotar uma criança. O fato de ele ser homossexual, ressalta Soares, não interfere em ambas as situações.

Para o advogado Luiz Fernando Valladão Nogueira, o homem deverá encontrar dificuldades para registar a criança. “Sem a mãe presencial, ou seja sem o nome da progenitora, ele certamente não vai conseguir registar esse filho”, avalia.

Para o psicólogo Pedro Mello, o facto de a mãe ser desconhecida não vai causar transtornos à criança. “Muitos pais criam os filhos sozinhos quando as mães morrem ou saem de casa”, diz. O especialista acredita que a Justiça tenha feito uma pesquisa sobre a vida do homem antes de dar a autorização para que ele faça o procedimento.

Fonte

terça-feira, 10 de abril de 2012

Homem transsexual exige desconto durante "ladies night"

Homens psiquiatricamente deformados que se vestem como mulheres não são mulheres, muito menos senhoras - mesmo que se mutilem quimicamente ou cirurgicamente. Eles são, no entanto, mais iguais que o resto da população e como tal devem ser tratados de forma equivalente.

Uma das coisas que eles insistem é ter desconto durante as ladies night.

Segundo o Tampa Bay Times, os problemas começaram quando Alex Borrego foi ao "Bishop" [Tavern & Lounge em St. Petersburg] com vários amigos, incluindo três transgéneros mulher-para-homem e um drag queen.

Embora tenham sido oferecidos descontos nas bebidas a Borrego como parte da promoção do bar, um funcionário do mesmo disse-lhes que as descontos seriam terminados porque "eles eram homens".

A sua carta de condução reporta que ele é uma "fêmea", mas mostrar a mesma não o ajudou.
Não ajudou porque são os cromossomas que determinam se somos macho ou fêmea - e não a engenharia social ou as cartas de condução.

O sexualmente confuso disse:

Legalmente, sou uma mulher. Negar que eu participe nas ladies night é um desrespeito.
Desrespeito é todos nós termos que aturar este tipo de comportamento fascista por parte de grupos emocionalmente e psicologicamente perturbados.

Se vivêssemos num mundo normal, as ridículas alegações do Borrego seriam rejeitadas e ele expulso do bar por ser um perturbador da ordem pública. Mas hoje em dia toda a corja de pessoas perturbadas tem o apoio da elite esquerdista. Devido a isto, o bar sofreu consequências desagradáveis por se recusar em tomar parte da charada politicamente correcta.

Pouco depois, Borrego e os seus amigos iniciaram um protesto online em torno do estabelecimento. O pedido de desculpas emitido pelo bar aparentemente acalmou a maior parte dos protestos desta comunidade.

* * * * * * *

Portanto, um homem que se convence que é uma mulher quer tomar parte dos descontos comerciais propositadamente feitos para atrair as mulheres.

"Mulheres"

domingo, 9 de outubro de 2011

Banco Central Europeu emitirá "dinheiro homossexual" ?

O Banco Central Europeu (BCE) emitirá em Julho próximo notas somando um total de 15.3 bilhões de euros. Estas notas não serão iguais às já existentes em circulação mas serão “do tipo homossexual”.

De momento pouco se sabe sobre a nova moeda mas muitos economistas questionam a idoneidade de sua aparição. "Serão de um tacto mais suave? É duvidosa a sua utilidade, sobre tudo tendo em conta a situação em que se encontra a Grécia", assinala The Economist.

Deste acusação a União Europeia defende-se, porém, alegando que estas novas notas servirão para que “nossos cidadãos e amigos os homossexuais” se sintam menos estigmatizados pela sociedade e possam participar do capitalismo “com plena normalidade”.

(Fonte)


Tanto esforço para acomodar um grupo sexual que perfaz menos de 2/3% da população europeia. Até parece que por trás de tanta acomodação à homossexualidade se esconde um propósito mais sombrio. Será?

Prevejo, no entanto, que haja alguma comoção quando os muçulmanos começarem a pagar o zakat com notas de homens nus.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Pós-Graduação em Homossexulogia

Fonte
Recebemos por email a informação de que o ISCTE tem uma pós-graduação sobre as realidades LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero).

http://www.iscte-iul.pt/cursos/pos_graduacoes/14706/Apresentacao.aspx

Sobre a instituição onde é ministrado o curso:
O ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), é uma instituição pública de ensino universitário, criada em 1972.

Os seus objectivos estratégicos são a inovação, a qualidade, a internacionalização e o desenvolvimento de uma cultura empreendedora.

Retirado do site institucional do ISCTE
Fará esta pós-graduação parte dos objectivos estratégicos do ISCTE?

Este é um caso paradigmático de como uma instituição pública é tomada de assalto por um grupo de activistas ideológicos.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Gaylibans

A maior demonstração de que a homossexualidade não é uma característica ontológica, é a capacidade de alguns homossexuais para pensarem o movimento político gayzista para além da sua preferência sexual. É o caso do norte-americano Justin Raymondo :

-Hoje, proporcionalmente ao crescimento da tolerância à homossexualidade, ativistas gays estão cada vez mais pedindo ao governo para impor sua agenda sobre a sociedade.

-Um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca.

-Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais.

-Para os homossexuais e heterossexuais em geral, estes direitos se resumem a um único princípio: o direito de ser deixado em paz.

-Um estado neutro não iria penalizar nem promover o comportamento homossexual.

-Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das institutições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma natural e inevitável.

-Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante. Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

- Sempre mantendo em voga o bicho-papão da “Direita religiosa”, para manter suas tropas em linha... mas na verdade nenhum dos grandes conservadores religiosos propôs medidas legais contra homossexuais.

-A liderança do movimento gay está brincando com fogo. A grande tragédia é que eles não serão os únicos queimados. A volatilidade das questões que eles têm levantado – que envolvem religião, família, e as premissas mais básicas do que significa ser humano – criam o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.

-O arrojo da tentativa de introduzir um currículo “positivo” gay nas escolas públicas, a posição militante de vítima que não aceita nenhum questionamento, a intolerância absurda uma vez que ganham o poder (...) tudo isso, combinado com o fato de que o paradigma de direitos gays em si representa uma invasão insuportável da liberdade, tendem a produzir uma reação da maioria.

-É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam.

-A busca por uma “etnicidade” gay é tanto uma via sem saída como um esforço para solidificar um movimento político gay. Em nenhum sentido homossexualidade é comparável, vamos dizer, a ser um Armênio.

-Não há uma raça gay codificada nos genes. Há apenas comportamento assumido por um grupo diverso de indivíduos, cada um agindo a partir de seus motivos e predisposições particulares.

-Esforços para santificar tal comportamento, ou para explicá-lo de forma que ele não tenha conteúdo moral, são contraprodutivos além de serem inconvincentes.

-Nós realmente precisamos saber o inclinamento sexual de nossos vizinhos e parceiros de trabalho, ou mesmos nossos irmãos e irmãs, tias e tios?

-Esperar aprovação ou sanção official para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco.

-Auto-estima não é uma qualidade a ser obtida nos outros, nem pode passar a existir via legislação.


O artigo completo encontra-se aqui.

O gayzismo resume-se à estupidez de elevar um desejo sexual acima de qualquer crítica e considerá-lo fonte de direitos.
Eu não tenho nada contra os gays. Tal como não tenho contra os bêbados. Por "não ter nada contra", entenda-se: não os quero matar, prender,torturar, desalojar ou obrigar à alteração de comportamentos à força. Aliás, de nada vale dizer que não quero fazer isso, porque mesmo que quisesse, a lei condenar-me-ia. E muito bem.
Isso não significa que não sinta repugnância por esses hábitos e estilos de vida. Sinto mesmo.Ou que não defenda tais práticas como condenáveis do ponto de vista moral. Defendo. Se me apetecer dar a minha opinião sobre esses assuntos, dou-a. Por norma, tenho mais em que pensar. No entanto, há homossexuais que, não satisfeitos com a liberdade para viverem em paz, querem que toda a gente reconheça a homossexualidade como natural, saudável, banal e acima de qualquer consideração moral. Ou seja: hoje em dia há um desejo e uma prática sexual que, dizem, têm ser protegidos e elevados acima de qualquer crítica. Em Portugal, isto já se tornou critério para escolher deputados parlamentares. Determinado indivíduo foi tornado candidato, por ter determinado desejo e prática sexual. Aquilo que o habilitou a ocupar a vaga, foi ser possuidor de um sentimento/comportamento sexual.E eleito, cumpriu a sua função em tal órgão de soberania, em nome da dignificação e sacralização oficial do seu desejo e prática sexual. Se o rídiculo ainda não está óbvio: imaginem que o senhor da fotografia abaixo, era eleito deputado porque sente atracção sexual por mulheres. Motivo: garantir que o parlamento dignificava oficialmente a conduta sexual desenfreada que ele, com orgulho, assume ter.



Um deputado sério, para defender os direitos dos promíscuos liberais!

Vota Zezé!



PS- Se o camarada acima algum dia for eleito para esse propósito, avisem-me para eu retirar esta piada, antes dele aprovar alguma lei que criminalize a promíscuofobia que acabei de cometer

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