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sábado, 16 de maio de 2015

"Ser criada por duas mães destruiu a minha vida’

Um mulher que foi criada por duas mães admitiu que a experiência foi "destrutiva e confusa", e avisou dos potenciais "danos duradouros e irreparáveis causados à criança". Hetty Baynes Russell, de 58 anos, afirmou que o seu pouco convencional arranjo paternal gerou "uma vida de confusão e falta de segurança emocional", que a lançou para a terapia durante muitos anos "tentando fazer algum sentido disto tudo".

Ela disse que o seu coração afundou quando leu os mais recentes comentários feitos pela varejista Mary Portas, que tem um filho de 2 anos com [sic] a jornalista de moda  Melanie Rickey,dizendo que a "partilhar a maternidade com outra mulher é duplamente maravilhoso”.

Hetty nasceu como a mais nova de cinco crianças por parte da mãe Margot e do pai Leslie Baynes, mas reconta memórias perturbadoras desde os seus primeiros dias com o seu pai a ser "colocado de parte" pela sua mãe e pela parceira lésbica da sua mãe. Ela disse:

E longe de ser uma situação saudável e acolhedora, este arranjo - onde fui apanhada no meio duma destrutiva batalha triangular com outra mulher pela afeição da minha mãe, ao mesmo tempo que era forçada a assistir, impotente, o meu pai a ser emasculado e afastado das nossa vidas - era, ao mesmo tempo, destrutivo e confuso.

Com tantas pessoas a competirem pelo seu espaço e por proeminência dentro da família, eu sei por experiência própria, ela pode-se tornar num antro de ressentimento e inveja, o que pode causar danos duradouros e irreparáveis na criança.

Hetty disse que os estragos causados por ter sido criada dentro deste contexto familiar apenas se manifestaram quando tinha 15 anos e desenvolveu uma depressão clínica e anorexia.

A partir desse momento, foi um lento processo de me adaptar à dor que havia enterrado dentro da minha alma perturbada

Hetty revelou também que nos seus anos 20, cultivou uma imagem "notoriamente heterossexual", e formou uma "lista de relacionamentos inadequados com homens" com uma atracção particular por "figuras paternas".  Ela avisou que por "vezes - e, na verdade, de forma assustadoramente frequente - os relacionamentos paternais  não-convencionais acabam por ser antros de inveja e confusão que são destrutivas para as crianças".

Para mim, esse tem sido o problema durante toda a minha vida: apesar da enorme quantidade de privilégio que desfrutei, a minha vida foi uma vida de confusão e insegurança emocional. E é por isso que estive em terapia durante tantos anos - tentado fazer algum sentido de tudo isto.

- http://goo.gl/eL5BsT

* * * * * * *

Claro que a elite ocidental não vai levar em conta o sofrimento das crianças atiradas para um emparelhamento homoerótico porque a elite não se preocupa com as crianças, mas sim com o avanço da sua agenda.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Destrinchando falácias anti-família e anti-crianças

Um comentador afirma o seguinte em relação ao post "6 evidências de que os relacionamentos homoeróticos são prejudiciais e destrutivos" (http://bit.ly/1OpvhIo):

Destrinchando falacias medievais 

"1. É negada à criança a possibilidade de ter um pai ou uma mãe".

a proibição da união civil natural não vai impedir que uma criança possa ser criada por dois homens, seria simples eles contratarem uma barriga de aluguel ou até pedir a uma parente pra conceber uma criança e um deles registrar como pai, como vocês iria proibir isso? 

A legalização da adopção homoerótica irá causar a que haja crianças que nunca venham a ter a chance de ter uma família normal (um pai, uma mãe). Se tu dizes que criança X pode ser adopta por dupla homoerótica Z (assumindo a raridade dessa dupla ficar junta para sempre),essa criança X nunca vai ter uma família normal. 

esse tipo de critica é um atentado a liberdade individual, não adianta pegar estudos feitos por ultra-conservadores com intuito de desqualificar as pessoas, isso foi feito com negros também.

Os estudos "ultra-conservadores" não têm o intuito de "desqualificar pessoas" mas sim demosstrar como a criança se desenvolve melhor criada pelo pai e pal mãe, e não só com o pai, ou só com a mãe, ou criada por uma dupla homeorótica.

"2- Os relacionamentos homossexuais irão muito provavelmente causar a que as crianças cresçam "sexualmente confusas" 

" da mesma forma que existm estudos que dizem que crianças criadas por um casal homo cresce bem e feliz, tudo vai depender do pesquisador, ou seja, pesquisas não trazem verdades absolutas. por exemplo http://super.abril.com.br/.../4-mitos-filhos-pais-gays... 

1. Não há "casais" homo porque só podem formar um casal as pessoas que podem biologicamente ACASALAR. Um homem estéril e uma mulher fértil são um casal porque são um macho e uma fêmea, e para acasalar é isso que é preciso. O facto deles não poderem procriar é consequência pessoal e não do acto em si. Um dupla homossexual saudável nunca pode ser um casal porque o seu acto é um acto estéril.

2. Também há crianças que criadas por mães solteiras ou pais solteiros que crescem "bem e felizes" mas isso não quer dizer que essa seja a situação óptima.

3. As pesquisas feitas por cientistas junto de adultos que foram criados por duplas homoeróticas revelam que esses adultos têm mais problemas sociais, psicológicos, económicos e emocionais do que as crianças educadas pelo pai e pele mãe: "Estudo de Mark Regnerus cientificamente válido".

O "3-"casamento" homossexual falha ao não criar uma família, produzindo em seu lugar uma união estéril"

Então casais estereis não podem casar? e como já disse, gay também faz filho, basta achar alguém do outro sexo que queira cooperar rs 

Os casais estéreis não deixam de ser um pai e uma mãe. Se esse casal resolver adoptar uma criança, há grandes probabilidades dessa criança vir a ter um desenvolvimento mais saudável do que a mesma criança adoptada por uma dupla homoerótica.

"4) O "casamento" homossexual é potencialmente perigoso e "infiel"" 

Engraçado, a galera diz que homossexuais são promíscuos, mas quando eles querem um avida estável as mesmas ficam de mimimi

O facto de se querer uma vida estável, não quer dizer que se vai ter uma vida estável. Para além disso, o problema não é o que os homoeróticos querem mas o que é o melhor para a criança. Vocês têm que parar de pensar nos adultos e pensar primeiro nas crianças.

a promiscuidade existe independente de sexualidade e não existem dados confiáveis para dizer que um é diferente do outro!

Existem muitos dados que demonstram como a promiscuidade é comparativamente, percentualemente e proporcionalmente maior  entre os homoeróticos (especialmente entre os homens homoeróticos).

5) Os outros itens eu não vou nem comentar, são tão ridículos que os que eu já respondi abarca eles, e você estagiário , aceita que doí menos!

Sem refutação, então. Ainda bem.



sábado, 13 de setembro de 2014

Crianças criadas por pares homossexuais: testemunho de sofrimento

“Não foi o tabu da homossexualidade que me causou sofrimento, mas sim o facto de ter tido  pais do mesmo sexo”. Essas são as palavras dramáticas de Jean-Dominique Bunel, publicadas no site italiano Tempi.it, no último dia 26 de Abril.

O francês de 66 anos cresceu com duas mulheres lésbicas e se opôs publicamente à lei do governo holandês sobre o casamento e adopção por pares homossexuais porque viveu esta experiência. “Esta lei, em sua suposta luta contra as desigualdades e as discriminações, tira da criança um dos seus direitos (…), crescer com uma mãe e um pai”. 

O testemunho dele é apenas um dos tantos testemunhos recolhidos, ou publicados no blog de Robert Oscar Lopez, o professor americano criado por duas lésbicas que viaja pelo mundo para contar o sofrimento vivido.

Gostaria de ter um pai

Entre os testemunhos recolhidos no blog existem também alguns dramáticos: adolescentes que ainda vivem com os pais homossexuais. Uma menina, anónima, que mora com duas lésbicas, conta: 

“Fico a maior parte do tempo na casa da minha melhor amiga. Estou com o seu pai porque nunca tive um e ele é fantástico”.

Depois o desabafo, as perguntas, os sentimentos de culpa:

“Alguém precisa dizer, porque eu não sinto que deveria dizer, mas de certa forma os pais gays são egoístas. Não pensam no que significa para mim viver no mundo deles. Será que sou a única que se sente assim? Será que sou uma má filha porque gostaria de ter um pai? Há alguém que tem duas mães ou dois pais que se pergunta como teria sido se tivesse nascido em uma família normal? Existe alguém capaz de usar a palavra normal sem ter aulas daquilo que é normal? Não conheço meu o pai e nunca o conhecerei. É estranho, mas sinto a falta dele. Falta-me este homem que nunca conhecerei”.

Pais heterossexuais

Um outro jovem anónimo, “filho de um pai gay e de uma mãe substituta”, descreve a sua vida “com dois pais (…). Minha mãe biológica (que deu seu óvulo a meu pai), vem continuamente à minha casa. Ela tem 38 anos (…), quero chamá-la de mãe, mas os meus pais ficam loucos quando tento (…). O que vocês pensam? Não pensam que seja normal odiar os meus pais? Mas tenho que ser o filho bom porque eles quiseram me ter? (…) Eu não odeio os gays, mas gostaria que os meus pais fossem heterossexuais. Sou uma pessoa ruim por me sentir assim? (…) Todos querem que eu aceite aquilo que não posso e não quero”.

Fonte: 1 e 2


sexta-feira, 25 de julho de 2014

De que forma é que o "casamento" homossexual prejudica as crianças?

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Como profissionais de saúde mental, é a nossa obrigação moral e ética dar o nosso apoio a políticas que são no melhor interesse das pessoas a quem nós servimos, especialmente aqueles que são mais vulneráveis - nomeadamente, as crianças. O "casamento" homossexual pode ser algo feito no melhor interesse dos homossexuais adultos que buscam reconhecimento social e legal para as suas uniões, mas não é no melhor interesse das crianças.

Os defensores do "casamento" homossexual acreditam que o amor é tudo o que as crianças precisam. Tendo como base esta suposição, eles concluem que é igualmente benéfico a criança ser criada por dois "pais" amorosos do mesmo sexo, tal como o é ser criada por pais do sexo oposto. Mas pressuposição básica - e tudo que daí se ramifica - é  ingenuamente simplista e nega a natureza complexa e as necessidades básicas dos seres humanos.

Segundo décadas de pesquisas, a estrutura familiar ideal para as crianças é aquela formada por dois pais, a família pai-mãe (1,2,3) Estas pesquisa revelam de modo consistente que as crianças criadas em tais lares são mais susceptíveis de prosperar - psicologicamente, mentalmente e fisicamente - do que as crianças educadas em qualquer outra configuração familiar.

Pesquisas extensivas revelam que não só as mães, mas também os país são importantes para o desenvolvimento saudável das crianças. Pesquisadores Suecos analisaram os melhores estudos longitudinais de todo o mundo que avaliaram os efeitos dos pais [homens] no desenvolvimento das crianças. A sua revisão analisou 20 anos de estudos e incluiu mais de 22,000 crianças; o mesmo apurou que os pais 1) reduzem os problemas comportamentais dos rapazes e os problemas psicológicos das raparigas, 2) aumentam o desenvolvimento cognitivo, 3) e diminuem a delinquência. (4)

É evidente que as crianças beneficiam do facto de terem tanto o pai e a mãe. Pesquisas médicas recentes confirmam a existência de diferenças geneticamente determinadas entre os homens e as mulheres, e que essas diferenças fundamentais explicam o porquê dos pais e das mães trazerem características paternas únicas que não podem ser replicadas pelo outro seco. Os pais e as mães pura e simplesmente não são intercambiáveis; duas mães podem ser boas mães, mas nenhuma delas pode ser um bom pai. A paternidade unissexual - quer seja de um só pai/uma só mãe, ou de uma dupla homossexual, priva as crianças do todo o potencial da paternidade que é oferecido pelas duplas de sexo oposto.

Só as famílias pai-mãe podem dar às crianças a oportunidade de desenvolverem relacionamentos com um progenitor do mesmo sexo, bem como relacionamentos com o progenitor do sexo oposto. Relacionamentos com ambos os sexos na fase inicial da vida facilitam e geram um maior conforto na criança que mais tarde se vai relacionar com ambos os sexos. Essencialmente, ter relacionamentos com o progenitor e com a progenitora aumentam as probabilidades da criança vir a ter relacionamentos sociais e românticos mais bem sucedidos durante a sua vida. (5) Para além disso, pesquisas existentes feitas em crianças educadas por homossexuais não só são cientificamente falhas como são extremamente limitadas (6,7,8); no entanto, alguns estudos indicam que as crianças criadas em ambientes homossexuais encontram-se sob um risco maior de sofrer de uma vasta gama de consequências negativas. (6)

Outros estudos apuraram que crianças educadas por homossexuais são mais susceptíveis de se envolverem em experiências sexuais, de sofrer de confusão sexual, e de se envolverem eles mesmos em actos homossexuais e bissexuais. (5,6,9) E, segundo pesquisas extensivas, aquelas crianças que mais tarde se envolvem em comportamentos não-heterossexuais elas são mais susceptíveis de sofrer com desordens psiquiátricas, de ter problemas com o álcool e com as drogas, (10), de levarem a cabo tentativas de suicídio, (11), de sofrerem de violência doméstica e violência sexual, (12), e encontram-se em risco maior de contrair doenças crónicas, de contrair a SIDA e de ter uma duração de vida mais reduzida.(13,14,15)

Não deveria ser surpresa alguma o facto dos estudos apurarem que as crianças que são educadas em ambientes homossexuais são elas mesmas mais susceptíveis de se envolverem em comportamentos homossexuais. (16,9,17) visto que pesquisas levadas a cabo de modo extensivo em todo o mundo revelam que o homossexualismo é primariamente induzido pelo ambiente. De modo específico, factores sociais e/ou familiares, bem como ambientes permissivos que afirmam o homossexualismo como normal, desempenham um papel fulcral no desenvolvimento do comportamento homossexual. (18,19,20,21). Não há qualquer dúvida que a sexualidade humana é fluída e moldável (22); levemos em conta a Grécia antiga e Roma antiga - entre outras civilizações antigas - onde o homossexualismo masculino e o bissexualismo eram ubíquos. Isto não era o resultado do "gene homossexual" mas sim do facto da sexualidade ser maleável e socialmente influenciável.

Sem dúvida que o "casamento" homossexual irá aumentar a confusão sexual e as experiências sexuais entre os jovens [ed: Esse é o objectivo]. A mensagem implícita e explícita do "casamento" homossexual é que todas as escolhas são igualmente aceitáveis e desejáveis. Portanto, mesmo as crianças educadas em lares tradicionais - influenciados pela mensagem todas-as-opções-sexuais-são-válidas - crescerão acreditando que não interessa com quem a pessoa se relaciona ou com quem ela se casa. Manter tal crença irá levar alguns - se não muitos - jovens a considerar arranjos sexuais e maritais que de outra forma elas nunca iriam colocar como hipótese.

Tem também que se esperar que, se a sociedade permitir o "casamento" homossexual, se permitam outros tipos de "casamentos" não-tradicionais. A lógica legal é simples: se proibir o "casamento" homossexual é discriminação, então proibir o casamento polígamo, o "casamento" poliamoroso, ou outro qualquer  agrupamento marital será também considerado discriminatório. De facto, tal malabarismo legal já teve início; as ramificações emocionais e psicológicas na psique e na sexualidade das crianças destes variados arranjos será desastroso.

Até hoje, muito poucas experiências foram feitas que analisam os efeitos a longo prazo dos "lares" homossexuais sobre as crianças. Segundo, Charlotte Patterson, uma auto-proclamada pesquisadora pró-"casamento" homossexual, só existem dois estudos longitudinais em torno de crianças educadas por lésbicas, (23) e nenhum estudo a  longo prazo sobre crianças criadas por homens homossexuais. Nenhuma organização profissional dedicada ao bem estar dos seus pacientes pode apoiar mudanças drásticas nas políticas sociais tendo como base apenas dois pequenos e não-representativos estudos longitudinais.

Certamente que as duplas homossexuais podem ser tão amorosas para as crianças como os casais, mas as crianças precisam mais do que amor; elas precisam das qualidades distintas e naturezas complementaras do progenitor e da progenitora. A sabedoria acumulada de mais de 5,000 anos conclui que a configuração marital e paternal ideal é composta por um homem e uma mulher. Esta sabedoria testada pelo tempo é, actualmente, confirmada pelas pesquisas mais avançadas e cientificamente mais sólidas disponíveis.

Mais importante ainda, e para seu crédito, muitos auto-proclamados pesquisadores em favor do "casamento" homossexual admitem que não não existem evidências conclusivas em torno da forma como a "paternidade" homossexual afecta as crianças. Mas mesmo assim, alguns destes mesmos pesquisadores apoiam o "casamento" homossexual porque acreditam que ele disponibilizará um laboratório natural onde se pode avaliar o impacto a longo prazo que ele terá nas crianças. (24) Esta posição é inconsciente e indefensável.

O "casamento" homossexual não é no melhor interesse das crianças. Embora muitas pessoas possam ter empatia com os homossexuais que se querem "casar" e educar crianças, nós não podemos permitir que a nossa compaixão por eles seja colocada acima da compaixão pelas crianças. Numa guerra entre os desejos de alguns homossexuais e as necessidades das crianças, não podemos permitir que as crianças percam.

A CAMFT, tal como todas as organizações que lidam com a saúde mental, têm que basear as suas decisões nas evidências científicas e nos dados resultantes de pesquisas, e não nas crenças pessoais ou nas opiniões políticas. Mais importante ainda, eles não podem permitir que as crianças sejam usadas como porquinhos-da-Índia em experiências sociais imprudentes e potencialmente prejudicais.


Fonte: http://bit.ly/1owfF64

Referências.

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Marriage and the Family by Child Trends available at http://www.childtrends.org.

Family Matters: Family Structure and Child Outcomes by the Alabama Policy Institute available at http://www.alabamapolicy.org.

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Biller, H.B. (1993). Fathers and families: Paternal factors in child development. Westport, Connecticut: Auburn House.

Homosexual Parenting: Is It Time For a Change by the American College of Pediatricians available at http://www.acpeds.org.

Lerner, R., & Nagai, A. (2001). No Basis: What the Studies Don’t Tell Us About Same-Sex Parenting, Washington DC: Marriage Law.

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Udry, J.R. & Chantala, K. (2005). Risk factors differ according to same-sex and opposite-sex interest. Journal of Biosocial Science, 37, 481-497.

Silenzio, V.M.B., Pena, J.B., Duberstein, P.R., Cerel, J., & Knox, K.L. (2007). Sexual orientation and risk factors for suicidal ideation and suicide attempts among adolescents and young adults. American Journal of Public Health, 97 (11), 2017-2019.

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Nurses’ Health Study II available at http://www.gaydata.org.

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Lesbian and Gay Parenting by Charlotte Patterson available at http://www.apa.org.

Gay Marriage, Same-Sex Parenting, and America’s Children by William Meezan and Jonathan Rauch available at http://www.futureofchildren.org.

sábado, 18 de agosto de 2012

Rússia sem "orgulho" durante os próximos 100 anos.

O Tribunal Supremo de Moscovo não volta atrás. A celebração do orgulho gay na capital russa está proibido nos próximos 100 anos, repetiu o tribunal municipal nesta sexta-feira, após o recurso interposto pelo defensor dos direitos dos homossexuais, Nikolai Alexeyev.

Apesar de “ilegal e injusta”, a decisão “não é uma surpresa, os tribunais russos raramente falam dos direito dos gays e lésbicas”, reagiu Alexeyev numa entrevista ao El País, garantindo que vai recorrer da decisão.

O activista tinha solicitado autorização para a realização de 102 manifestações para celebrar o orgulho gay, até 2112. O tribunal respondeu proibindo-as pelos mesmos 100 anos.

Entre 2006 e 2008, as petições do jornalista e advogado já tinham chegado à justiça europeia, depois de a Câmara de Moscovo ter proibido as manifestações, alegando perigo de desordem pública. Em Estrasburgo, Nikolai Alexeyev falou de uma violação ao direito da liberdade de reunião, consagrado no artigo 11 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.

A história terminou com as autoridades russas a indemnizar o activista com 12 mil euros (mais 17.510 de despesas). Mas agora o objectivo é outro, garante Nikolai Alexeyev: “Queremos que se garanta que podemos celebrar o orgulho gay no futuro.

Fonte

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Os estudos sobre parentalidade gay e lésbica e o que dizem os fanáticos da causa gay e lésbica

Como os defensores fanáticos da adopção de crianças por casais homossexuais teimam em citar estudos como dando como provado a bondade de tal solução mas acabam nunca mostrando tais estudos, venho aqui reproduzir um post meu de Janeiro de 2010 'Estudos sobre adopção por homossexuais: uma questão de fé progressista' - onde se dá uma boa ideia dos estudos que existem sobre o assunto, compilação dessa década arcaica e longínqua, praticamente da Idade Média, dos anos 2000.

Quem se der ao trabalho de ler os estudos sobre este assunto, verifica que quase todos incidem sobre crianças ou adolescentes que têm tanto a referência feminina da mãe como a referência masculina do pai na sua vida, sendo que vivem com apenas um deles (e, por vezes, com a/o sua/seu companheiro) - de resto, muitos dos estudos são feitos precisamente para sustentar em tribunal que um pai ou uma mãe homossexual não deve pela sua orientação sexual ser privado/a dos seus direitos parentais aquando do divórcio (algo que me parece inteiramente justo) -, que pouquíssimo se sabe sobre crianças e adolescentes que vivem com o pai gay e o seu companheiro, que não há estudos feitos ao longo do tempo sobre casais homossexuais com filhos, e por aí adiante.

Do que se sabe, nada permite concluir que seja seguro (e não me estou a referir a pedofilia) entregar uma criança para adopção a um casal de dois homens - já um casal de duas mulheres dá maior segurança, desde que mostrem ter um projecto de família sustentado e de futuro, isto devido ao risco acrescido de divórcio dos casais homossexuais e sobretudo de lésbicas mostrado pelo estudo medieval da década passada e com amostra nesses países proto-islâmicos que são os escandinavos.

Em suma, do que se sabe nada mostra que crescer numa família só com referências femininas ou só com referências masculinas (o que sucederia no caso da adopção por casais homossexuais) seja equivalente a crescer numa família com pai e mãe.

Até porque, como o lóbi gay tanto nos diz (e bem), a diversidade é boa; e o melhor local para se aprender a diversidade é precisamente a família, que ganha em ser tão diversa quanto possível.

Isto dito, para uma criança o supremo pesadelo é crescer institucionalizada e eu, apesar de considerar esta solução longe da ideal, não ficaria chocada se uma criança que não tem possibilidade de ser adoptada por um casal de pai e mãe o pudesse ser por um casal homossexual (com preferência para um casal de lésbicas).

O problema é que, de facto, não se pode debater ou discutir com cruzados intolerantes que estão interessados sobretudo na promoção política da causa gay e que recusam que alguém seja julgado na sua capacidade parental por algo tão intrínseco a uma pessoa como a orientação sexual mas que julgam os outros como pais por meras opiniões difundidas numa rádio ou num blog só porque discordam dessas opiniões.

E enquanto a questão da adopção por casais homossexuais estiver entregue a esta gente, manda a prudência que não se lhes entregue o futuro das crianças.

Aqui vai:

Talvez na esperança de que o adágio 'uma mentira repetida muitas vezes torna-se verdade' se concretize, nestas discussões sobre casamento e adopção gay (que estão ligados, conforme se verá nos próximos capítulos) é comum ouvir-se falar nessa entidade mítica que são 'os estudos' e que dizem ('os estudos') que é indiferente a uma criança ou adolescente viver com uma mãe e um pai ou com dois pais ou com duas mães.

Assim, já há algum tempo, pedi pistas a um psicólogo e dediquei-me à procura de estudos sobre a parentalidade de pais e mães homossexuais que revelassem esta equivalência. Como desconfiava de início - e como só pode desconfiar qualquer mãe ou pai de uma criança que conviva com pais dos dois sexos e que sabe como se estabelecem relações diferentes consoante o género dos pais e que estas relações diferentes vão além dos papeis diferentes de mãe e pai dentro da família - não há nenhuma evidência de que a adopção por casais homossexuais seja inócua, desde logo porque os ditos estudos sofrem de várias deficiências:

  • 1) as amostras são geralmente muito pequenas;
  • 2) a maioria dos estudos compara situações de mães divorciadas homossexuais (vivendo ou não com outra mulher) com mães divorciadas heterossexuais, havendo, portanto, a figura do pai na vida das crianças/adolescentes; os estudos que comparam crianças e adolescentes com 'duas mães' com crianças e adolescentes com mãe e pai são em menor número;
  • 3) os estudos sobre crianças e adolescentes que vivem com o pai gay são escassos e, em algumas temáticas, inexistentes; relativamente a filhos de pais ou mães bissexuais não se encontram estudos; assim, nos casos de gays e bissexuais só com total ausência de seriedade e sem fundamentação se pode afirmar que é indiferente uma criança ser educada por um casal gay ou por um casal heterossexual;
  • 4) há muito poucos estudos sobre adolescentes e jovens adultos filhos de gays ou lésbicas, e também praticamente não existem estudos que acompanhem os filhos de gays e lésbicas ao longo do tempo;
  • 5) os estudos incidem sobretudo nos filhos biológicos de gays e lésbicas, tanto de relações prévias heterossexuais como (em menor número) por inseminações artificiais em lésbicas; estudos sobre crianças e adolescentes adoptados por casais de gays e lésbicas são raros.

. . .

Um bom documento que resume os estudos de lesbian & gay parenting é este da American Psychological Association (assumidamente pró-agenda LGBT) e onde são visíveis as limitações acima apontadas, sendo algumas assumidas.

Apesar da profissão de fé de que os filhos saem tão bem educados por casais heterossexuais ou por casais homossexuais, há aqui vários indícios (com estes estudos é difícil ter certezas, para um lado ou para outro) que contrariam a tese.

Há estudos que revelam que as mães homossexuais usam menos castigos corporais que os casais heterossexuais e que os seus filhos têm maior contacto com o pai do que nos casos de mães heterossexuais divorciadas.

Há também estudos que concluem que, se a orientação sexual de filhos de homossexuais não se diferencia da de filhos de heterossexuais, os filhos de mães lésbicas são mais propensos a explorar uma relação homossexual.

Que os filhos de mães lésbicas sofrem mais de stress. Que os filhos de gays e lésbicas, perante os seus pares, sentem necessidade de manter segredo sobre a homossexualidade do pai ou mãe (intensificando-se nos casos de pais gay), o que pode contribuir para sentimentos de isolamento.

Há também neste documento omissões curiosas. Por exemplo: é referido que a adaptação das crianças filhas de mães heterossexuais resulta da saúde mental materna, e apresentam-se estudos que concluem que se passa o mesmo com os filhos de mães lésbicas; sendo esta boa saúde mental das mães tão importante para o desenvolvimento dos filhos, a APA não se questiona como pode suprir um casal gay esta ausência de uma mãe (preferencialmente saudável).

E não posso deixar de referir um estudo (The Value of Children to Gay and Heterossexual Fathers) que concluiu pela existência de gays que querem ter filhos sobretudo por razões de estatuto social.

Infelizmente, e pela forma do que se ouve nesta discussão provindo do lóbi gay, não se pode deixar de desconfiar que o objectivo da adopção tem mais a ver com a imposição da aceitação total da homossexualidade do que com o interesse das crianças candidatas a adopção.

Sendo um casamento uma forma de organização familiar que se pretende duradouro, num contexto de adopção é também conveniente averiguar se o casal candidato a adoptar é estável. Ora, segundo se conclui neste The Demographics of Same-Sex "Marriages" in Norway and Sweden, o risco de divórcio é significativamente superior nos casamentos com pessoas do mesmo sexo.

Concluindo: casos em que uma criança ou adolescente vai ter duas mães ou dois pais estão longe do ideal e de forma nenhuma estão testadas e estudadas. Claro que algo longe do ideal pode ser mais risonho do que uma situação que é sempre má - a de uma criança institucionalizada.

No entanto, agora que se inicia a ofensiva para o acesso de casais homossexuais à adopção, convém ter bom senso e prudência e não transformar crianças vulneráveis em peões das engenharias sociais que a nossa esquerda tanto aprecia. Não é indiferente para uma criança ter oportunidade de viver com uma mãe e um pai ou ser adoptada por um casal homossexual.

Se se começar por reconhecer isto - em vez de gritar 'homofobia' sempre que se ouvir reservas à adopção por casais gay e acenar com resultados científicos inexistentes - talvez a discussão seja mais séria, o resultado mais consensual e no melhor interesse das crianças (isto se também for esse o objectivo de quem reivindica 'o direito' à adopção).

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terça-feira, 3 de abril de 2012

Se é de referências recentes anti-adopção gay que o lobby LGBT precisa, aqui vai

A discussão entre as óbvias asserções feitas aqui e aqui por Pedro Picoito, e a "refutação" que delas tem sido feita pelo lobby pró-LGBT, tem demonstrado à saciedade de que lado se encontra a desonestidade intelectual.

Pretender que os estudos referenciados pelo Pedro Picoito não teriam validade porque não seriam da última década demonstra uma absoluta falta de percepção do processo de construção da ciência, e das fragilidades da evidência estatística em matérias que, apesar da minha formação, optaria por encerrar no campo da moral e da lei natural.

Em todo o caso, a proporção dos ataques feitos ao Pedro, e a ferocidade das f.'s e das ILGAS deste mundo, pedem que a isto se responda com evidência "recente", como elas dizem, na vã esperança de que assim se silencie a histeria dominante que se tem feito ouvir.

Parece claro, olhando para os artigos referenciados abaixo, que nada de bom resulta para as crianças do infortúnio de terem sido colocadas pelo sistema nas mãos de uniões de pessoas do mesmo sexo (recuso frontalmente o uso das palavras casal e casamento neste caso!).

Ficam as referências e as suas principais conclusões. Se forem precisas mais, é só pedir. É que nem são tão poucas quanto isso!...

  • Sirota, T. (2009), "Adult Attachment Style Dimensions in Women Who Have Gay or Bisexual Fathers", Archives of Psychiatric Nursing, 23 (4), p. 289-297.
  • Do abstract: " Women with gay or bisexual fathers were significantly less comfortable with closeness and intimacy (t = 5.264, P = .0001), less able to trust and depend on others (t = 6.621, P = .0001), and experienced more anxiety in relationships (t = −4.368, P = .0001) than women with heterosexual fathers."
    (suponha que a Ana Matos Pires saberá explicar às colegas de blogue o que é um p-value ou um teste de hipóteses??)
  • Murray, P. D. and McClintock, K. (2005), "Children of the closet: a measurement of the anxiety and self-esteem of children raised by a non-disclosed homosexual or bisexual parent." Journal of Homossexuality, 49, p. 77-95
  • Do Abstract: "(...) results indicated that those who had been raised as children with non-disclosed lesbian mothers showed a significantly higher level of self-esteem"
    (não é que as crianças preferem que as mães não sejam lésbicas assumidas, Ana??)
....

terça-feira, 13 de março de 2012

Igreja Ortodoxa russa pede proibição de propaganda homossexual


A Igreja Ortodoxa Russa (IOR) pediu nesta segunda-feira a ampliação para todo o país da lei que proíbe a propaganda homossexual entre os menores de idade e que foi já aprovada em São Petersburgo, segunda maior cidade russa.

"A obstinação das minorias sexuais e seus planos para manifestar-se de novo na frente de centros infantis demonstra como foi oportuna a aprovação da lei regional", disse Dmitry Pershin, chefe do comité de juventude da IOR, citado pela agência oficial RIA Novosti.

Pershin, que também é membro da comissão parlamentar para a família e os assuntos infantis, afirmou que "a lei deve receber um status federal o mais rápido possível, um trabalho que compete aos deputados" da Duma (Câmara Baixa do Parlamento).

O representante da IOR foi um dos analistas que participou da redação da lei aprovada na semana passada pelo governador da região de Leningrado, onde passou a ser proibida por lei a propagação de informação sobre a homossexualidade, bissexualidade, transsexualidade e a pedofilia. A lei prevê uma pena com multas administrativas que variam entre US$ 170 e US$ 17 mil.

As organizações homossexuais criticaram a lei por considerá-la uma violação da liberdade de expressão e que servirá de pretexto para continuar proibindo as manifestações de orgulho gay.

Leis similares foram aprovadas nos últimos meses nas regiões de Astrajan, Kostroma e Ryazan. A última tentativa de realizar uma passeata de orgulho gay em maio de 2011 na capital russa terminou em confrontos violentos entre activistas homossexuais e ultranacionalistas, além da detenção de dezenas de pessoas.

O Tribunal Europeu de Direitos Humanos ditou uma sentença que considera que a proibição de manifestações de orgulho gay em Moscovo em 2006, 2007 e 2008 "contradiz a Convenção Europeia de Defesa dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais".

Até 27 de maio de 1993 não havia sido abolido o artigo 121 do código penal da Rússia, que sancionava com penas de prisão as práticas homossexuais. Nesse mesmo ano também se deixou de considerar as relações entre pessoas do mesmo sexo como uma doença mental.

Fonte

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Parlamento Português chumba adopção homossexual

O projecto de lei do BE sobre a adopção homossexual foi rejeitado com os votos contra do PSD, do CDS e do PCP e de apenas nove deputados do PS.

Dos 63 socialistas presentes, a maioria (38) votou a favor da iniciativa bloquista, assim como nove do PSD e um do CDS-PP.

A abstenção foi o sentido de voto escolhido por 12 deputados do PS (entre os quais o líder parlamentar Carlos Zorrinho), um do CDS (João Rebelo) e dois do PSD.

Também o projecto do Partido Ecologista “Os Verdes”, que também propunha eliminar a possibilidade da adopção de casais do mesmo sexo, foi chumbado com idêntica votação. Apenas na bancada socialista se registou mais um voto a favor (39) face ao projecto bloquista e menos uma abstenção – 11 parlamentares.

A iniciativa de “Os Verdes” registou os votos contra do PSD e do CDS, do PCP, e de oito deputados socialistas. Na bancada laranja registou-se ainda nove votos favoráveis, e duas abstenções. Entre os democratas cristãos, Adolfo Mesquina Nunes também voltou a votar a favor, enquanto João Rebelo repetiu a abstenção anterior.

O debate sobre a adopção por casais do mesmo sexo durou cerca de 15 minutos e não suscitou intervenções inflamadas. Na verdade, foi uma discussão morna, antecipando o chumbo dos projectos de lei do BE e do PEV.

Fonte

* * * * * * * * *

Entretanto, uma bloquista demonstrou de forma clara como funciona a agenda gay:

Cecília Honório, do BE, lembrou que Portugal "é o único país do mundo em que os homossexuais podem casar, mas não adoptar."
Primeiro, o "casamento", depois a adopção. Onde é que isto irá parar?

Outra coisa que convém notar é que os homossexuais sempre se puderam casar. Houve alguma lei alguma em Portugal que proibisse um homossexual de se casar?

Se um homem homossexual e uma lésbica se apresentassem num cartório com intenções de se casarem um com o outro, eles receberiam aprovação. A sua orientação sexual seria irrelevante visto eles estarem a agir de acordo com a definição do que é um casamento (1 homem + 1 mulher).

Portanto, a legalização do "casamento" entre dois homossexuais não acrescentou direito algum aos mesmos: apenas elevou a homossexualidade (artificialmente, entenda-se porque a heterossexualidade nunca vai ser igual a homossexualidade) para um patamar mais ou menos análogo ao da heterossexualidade.

Os activistas homossexuais teimam em apagar a distinção entre descriminar comportamentos e descriminar pessoas.

Outra ignorante (Heloísa Apolónia, do PEV) insistiu que "a adopção de crianças não deve ter como critério a orientação sexual dos candidatos."

Exacto. Portanto, se uma pessoa tem a "orientação sexual" de copular com animais, isso não deve ser levado em conta na altura de deixar uma criança ao seu cuidado.

A classe política portuguesa é um autêntico lixo moral.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Ensinando o transgenerismo a crianças de 5 anos

Documento governamental inglês revela que o mesmo está a considerar o ensino da "igualdade transgénera" a crianças com idades que podem chegar aos 5 anos. O gesto, que está em análise por parte do Departamento de Educação (DE), foi ressalvado num plano governamental que tem em vista o avanço da "igualdade transgénera" (seja lá o que isso for).

Estes movimentos em torno da "igualdade" usam e abusam do termo mas nunca dizem onde está a igualdade.

  • A homossexualidade não é igual à heterossexualidade: a última é uma necessidade básica do ser humano para que haja reprodução; a primeira é um gosto anti-natural e auto-destrutivo.
  • O transgenerismo não é igual à heterossexualidade: a primeira é algo levado a cabo por pessoas mentalmente instáveis enquanto a segunda é o resultado normal duma educação saudável.

Devido a isto convém perguntar: porque é que se deve lutar pela "igualdade" se os comportamentos não são iguais?

Margaret Morrisey, fundadora da organização Parents Outloud, disse:

Isto são tópicos adultos que nunca deveriam ser ensinados às crianças enquanto elas não fossem suficientemente crescidas ou quando elas perguntassem.

O problema é que já estamos a sobrecarregar as crianças com assuntos que eles nem deveriam considerar nessa idade.

O plano de acções do governo inglês diz que a DE está a considerar o "ensino da igualdade e da diversidade, incluindo a igualdade transgénera" na sua revisão da educação pessoa, social, de saúde e económica (Personal, Social, Health, Economic = PSHE).

Embora o governo tenha rejeitado a inclusão da educação PSHE no currículo nacional, o mesmo está a considerar tornar alguns elementos do assunto estatutários.

O plano de acção diz que o governo identificou "uma gama de compromissos de modo a ajudar as escolas a tornarem-se mais inclusivas para as crianças de género variável, e ajudar a providenciar apoio e protecção escolar aos pupilos transgéneros."

O que é "uma criança de género variável" ?!!

O plano, delineado num documento de 20 páginas e que inclui um prefácio assinado pela Theresa May (Home Secretary) e pela Lynne Featherstone (Minister for Equalities), é tido como "um passo inicial".

Durante o ano passado esta mesma Lynne Featherstone sugeriu que os transsexuais poderiam obter reconhecimento oficial do seu sexo assumido e manter o casamento com o parceiro existente. A possibilidade de tal gesto iria pela primeira vez criar de facto o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo na Grã-Bretanha.

Actualmente, se uma pessoa já é casada e quer reconhecimento oficial do seu "sexo assumido" ("sexo imaginado", seria um termo mais apropriado), ela primeiro tem que se divorciar do esposo/esposa antes de obter o reconhecimento legal.

Fonte

. . . .

O que é que se pode pensar de pessoas que querem ensinar o transgenerismo a crianças de 5 anos? Alguém ainda acha que a esquerda política (e os seus aliados na "direita") não quer destruir a familiar, pervertendo as noções de sexualidade que a superior civilização ocidental mantém há pelo menos 2000 anos?

Atenção que quando digo "ensinar o transgenerismo" isso não é anulado afirmando que as escolas apenas querem "criar um ambiente seguro" aos perturbados mentais que um dia acham que são mulheres, mas no outro já se consideram homens.

A promoção de ideologias de "igualdade" envolve normalizar aquilo que se quer tornar "igual". É impossível querer tornar algo "igual" à heterossexualidade (a normalidade) sem primeiro definir o que é.

Durante este processo, julgamentos de valor irão surgir, permitindo assim que os "professores" possam dizer às crianças que um homem que um dia decide que é uma mulher é perfeitamente "normal".

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Lésbica gorda exibe as suas qualidades de "mãe" ao usar criança de 8 anos para tentar embaraçar a conservadora Michelle Bachman

Se forem vêr o título que a gorda lésbica dá ao seu vídeo lê-se "Activista Elijah com Michelle Bachman". A lésbica realmente acha que o uso de uma criança de 8 anos para a normalização do lesbianismo é um acto moralmente aceitável.

Vé-se claramente pelo vídeo que a criança foi treinada para dizer o que disse. Vê-se também que ele não quer tomar parte desta charada, mas para a lésbica nada disso importa. Para ela, uma criança de 8 anos pode ser um "activista" em favor da homossexualidade.

E ainda há membros da gaystapo que acham estranho a maioria da população mundial não querer que pessoas com este nível de perturbação mental tenha controlo sobre filhos alheios.




sexta-feira, 25 de novembro de 2011

"Casamento" homossexual nos livros (outrora) infantis

Não é segredo nenhum que os livros aos quadradinhos fazem todos os possíveis para avançar com o esquerdismo perante os seus leitores impressionáveis, isto é, crianças. Mas a "Archie comics" foi longe demais:

archie-interracial-sodomy

Reparem no uniforme militar. Isto torna a celebração da sodomia interracial uma expressão perfeita do politicamente correcto.

Aparentemente o propósito dos livros infantis já não é entreter as crianças mas apenas causar a que elas fiquem perplexas com esta depravação ao mesmo tempo que isso coloca um sorriso nos rostos dos seus pais, se forem esquerdistas, ou choca-os se não forem pais normais.

O propósito é o mesmo delineado pela Escola de Frankfurt: destruir a estrutura familiar do povo, e não da elite, como forma de ser mais fácil controlá-los.

Começam cedo com a indoutrinação como forma de destruir a natural e normal aversão que o ser humano tem em relação à sodomia.

Modificado a partir do original

domingo, 13 de novembro de 2011

Homossexualismo na Rua Sésamo

Sodomitas militantes querem avançar com a indoutrinação esquerdista dominante no programa "Rua Sésamo" (da estação governamental americana PBS) para um outro nível de degeneração ao tentarem submeter os bonecos Ernie e Bert a um "casamento" homossexual.

Previsivelmente a Time Magazine gostou da ideia:

Embora os criadores da Rua Sésamo nunca tenham dito que as duas personagens são homossexuais [porque será?], os espectadores há muito que especulavam que os companheiros de quarto Bert e Ernie eram mais do que apenas amigos.

Sim, porque quando nós vêmos programas infantis, uma das coisas que frequentemente atravessa o nosso imaginário é a sodomia.

Sarcasmo a parte, que tipo de espectadores dá lugar a tal tipo de especulação? Eu pensava que a Rua Sésamo era um programa para crianças e não para pervertidos.

Algumas pessoas podem pensar que, se a Archie Comics pode apresentar o seu primeiro personagem homossexual [vêr aqui], então a Rua Sésamo . . . . pode levar a cabo um "casamento" entre duas das suas personagens mais "gay".

Scott, que iniciou uma petição para levar a cabo o "casamento" entre as personagens da série, acredita que, ao se permitir que tal evento avance - ou ao se permitir que se instale uma personagem transgénera - estar-se-á a ajudar crianças LGBT que sofram de "bullying" ou outro tipo de perseguição ao se passar a mensagem de que "elas são LINDAS e a sua vida é digna de ser vivida".

Dito de outra forma: como medida para acabar com o bullying que alguns jovens homossexuais sofrem devido ao seu comportamento sexual, os activistas homossexuais propõem que se usem os programas infantis para se expôr as crianças à sodomia e ao lesbianismo.

Isto, porque como todos nós sabemos, o "remédio" para a natural aversão que a esmagadora maioria das pessoas têm em relação à homossexualidade é . . . . expô-la a mais homossexualidade. Eventualmente, ela ficará "curada" desse "preconceito".

Infelizmente para os esquerdistas, crianças em idade primária que sejam transgéneras-gays-bissexuais-travestis existem só nas suas profundamente sujas imaginações. No entanto, através do controle dos órgãos de informação, eles esperam materializar tais perversões imaginativas.

Os órgãos de informação podem prematuramente declarar estes eventos como "mudanças culturais", mas as consequências deste tipo de imposição comportamental podem ser muito más para os marxistas culturais que as forçam sobre a população.

Afinal de contas, a paciência tem limites.

Segue-se: uma experiência desagradável para o pombo.

domingo, 30 de outubro de 2011

O super-herói homossexual

A indoutrinação em favor do esquerdismo feito através das bandas desenhadas continua a todo o vapor.

O "forcing" que é feito de forma a que as crianças aceitem a sodomia como uma práctica sexual normal, combinada com a promoção de grupos étnicos e religiosos que se alinham com a esquerda política americana, chegou a tal ponto que agora as crianças vão agora ser sujeitas a um super-herói mexicano homossexual chamado Bunker.

O criador desta nojice, Scott Lobdell, descreve o novo super-herói da seguinte forma:

O seu verdadeiro nome é Miguel Jose Barragan e ele foi criado numa pequena vila mexicana chamada de El Chilar. Ele é amado pela sua família e por toda a vila - eles aceitam a sua homossexualidade da mesma forma que aceitaram os seus super poderes quando estes se começaram a manifestar.

Devido a isso, ele cresceu num ambiente livre de temor e como tal ele tem uma visão da vida refrescante.

Acho que sei para onde isto caminha; "foi então que Miguel chegou aos EUA, a terra do gringo racista e homofóbico" etc, etc...

A maior parte de nós cresceu com super-heróis que, de certa forma, ensinavam algum tipo de comportamento moral superior. As gerações actuais, no entanto, são forçadas a ler sobre super-heróis politicamente correctos.

Outra coisa que convém levar desta história é: alguém ainda tem dúvidas que o lobby sodomita tem as crianças em vista?

O próximo alvo dos activistas homossexuais: os teus filhos.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Casas de banho para rapazes sexualmente confusos é "sucesso" na Tailândia

Foto: BBC
Placa indica banheiro para transsexuais em escola na Tailândia. (Foto: BBC)
Um banheiro para transexuais instalado numa escola de ensino médio na Tailândia virou sucesso entre os alunos da instituição.
Por "sucesso" entenda-se "normalização da aberração".
A escola Kampang, localizada no nordeste do país, instalou os banheiros depois de uma pesquisa apontar que 20% dos alunos se consideravam transsexuais.
Pesquisa ideologicamente motivada como forma de justificar a normalização de comportamentos úteis ao esquerdismo.
De acordo com o director, Sitisak Sumontha, esses estudantes eram importunados por outros alunos quando usavam os banheiros masculinos. Quando passaram a usar as instalações para as meninas, a situação não melhorou. "Isso causou desconforto entre as garotas e deixou os alunos transexuais infelizes, o que começou a afectar sua produtividade na escola", afirmou o director.
Foi então que a directoria da escola decidiu construir os banheiros para transsexuais, cuja entrada traz uma placa com um boneco rosa e azul, metade feminino, metade masculino.
Claro que não há pessoas no mundo que sejam "metade feminino, metade masculino". Ou somos XX ou somos XY. Não há meio termo ou um "3º género".
"Não somos meninos.
Se és XY então és macho. Se não queres viver como macho, isso já é problema teu. Mas não deixas de o ser por afirmares que "não somos meninos".
Não queremos usar o banheiro dos meninos - queremos que eles saibam que somos transexuais", disse Triwate Phamanee, de 13 anos, que sonha em fazer uma cirurgia para mudança de sexo.
Como é possível que crianças que nem saibam qual vai ser a sua profissão saibam que querem mutilar os seus órgãos genitais? Estas crianças precisam de aconselhamento e não de apoio à sua confusão sexual.
.....
Antigamente as escolas eram sítios de aprendizagem e preparação para a vida adulta. Hoje, graças ao marxismo cultural, elas mais não são que centros de indoutrinação e normalização de comportamentos auto-destrutivos.

domingo, 2 de outubro de 2011

Lésbicas sujeitam rapaz de 11 anos a tratamento para mudar de sexo



Não há nada demasiado horrífico que os esquerdistas não façam às crianças como forma de avançar com a sua grotesca ideologia, como este caso nojento demonstra.

Duas lésbicas que colocaram a criança adoptada de 11 anos num processo de se tornar uma rapariga afirmam que "é melhor para a criança levar a cabo a operação de mudança de sexo enquanto ainda é jovem". (Convém ressalvar que mesmo que removam o órgão masculino e construam algo parecido com um órgão feminino, o rapaz vai sempre ser macho.)

Thomas Lobel, que agora se intitula de Tammy, está a ser submetido a um tratamento hormonal em Berkeley, California como forma de impedir que ele atravesse a puberdade como um rapaz.

O supressor hormonal implantado na parte superior do braço esquerdo vai adiar o desenvolvimento de ombros mais largos, voz mais grossa e pêlos faciais.

De forma bizarra, as lésbicas com custódia deste pobre macho alegam as probabilidades dele se suicidar como resultado deste destrutivo projecto de engenharia social como argumento para mutilar o pobre rapaz.

Pauline Moreno e Debra Lobel avisam que crianças com desordem na identidade de género forçadas a adiar a transição podem enfrentar um maior risco de suicídio. Citando uma estatística proveniente da "Youth Suicide Prevention Program", a senhora Moreno ressalvou que mais de 50% dos jovens transgéneros vai passar por uma tentativa de suicídio até aos 20 anos de idade.

Por outras palavras: como as crianças com problemas em relação à sua identidade sexual têm uma maior taxa de tentativa de suicídio, o melhor é mutilar o rapaz (ou a rapariga) como forma de "impedir" que tal tentativa de suicídio ocorra. Pelos vistos acompanhamento psiquiátrico está fora de questão.

Conclusão:

Corromper crianças encorajando-as a fingir não serem o que elas são é uma forma de abuso infantil.

Já é horrível o suficiente que crianças sejam entregues a pessoas suficientemente perturbadas para pensarem que o homossexualismo e o lesbianismo são prácticas sexuais "normais".

Pior ainda é quando estas duplas usam as crianças que tiveram o azar de cair no seu laço para avançar com a sua agenda politico-sexual.

Uma pergunta importante: este rapaz foi adoptado quando tinha dois anos. As lésbicas dizem que não estão a "forçar" a decisão do rapaz, mas como é que nós podemos ter a certeza de que o ambiente onde ele cresceu não é a causa maior desta confusão sexual? Ou seja, elas podem muito bem estar a dar como "solução" (operação sexual) um problema criado pelo ambiente anormal onde ele cresceu.

"Vamos mutilar o macho que caiu na nossa rede"

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Lésbicas vestem filho adoptivo com roupas de mulher e colocam foto no Facebook


Segundo documentos legais, duas lésbicas que haviam adoptado um rapaz, vestiram-no com roupas de menina e colocaram a foto humilhante no Facebook.

Uma das lésbicas estava em preparativos para se "tornar num homem" [coisa impossível] enquanto que a sua namorada recebia tratamento de fertilidade.

Quando a antiga magistrada do Tribunal da Crianças Barbara Holborow tomou conhecimento do ocorrido declarou:

Meu Deus - o que é que estamos a fazer?
Ela afirmou ao Daily Telegraph de Sydney que havia requisitado um inquérito profundo à decisão de colocar o rapaz com as mentalmente perturbadas lésbicas.

O caso gerou ultraje entre outras lésbicas uma vez que deu a impressão que as lésbicas são más mães. Mas o Ministro Fimiliar Pru Goward exigiu uma explicação integral aos serviços do bem-estar infantil Barnardos - que coordenaram as coisas para que as duas lésbicas se tornassem nos "pais" do rapaz e da irmã mais velha.

Pru Goward afirma:

Busco conselhos por parte da Barnados para confirmar se os arranjos foram apropriados e o bem-estar das crianças foi prioritário.
O jornal reportou que a história do rapaz, descrita como uma das mais tristes em New South Wales, foi revelada no julgamento do Supremo Tribunal num documento chamado "Childlren's Law News". A mãe do rapaz havia tentado sem sucesso voltar a ter custódia do filho.

Ficou-se a saber também que os novos pais adoptivos que actualmente tomam conta do rapaz desejam adoptá-lo.

......

Campbell tinha 18 meses em 2006 quando foi levado para a assistência social depois de queixas de abuso mental por parte dos pais. Em 2009, Campbell e a sua irmã (de 12 anos) foram colocados aos "cuidados" do par de lésbicas.

Como as coisas não funcionaram bem com a irmã Abby, ela foi mais tarde removida da casa das lésbicas. Foi depois da saída da irmã que as lésbicas vestiram o rapaz com roupas de menina e colocaram a foto no Facebook.

À medida que a controvérsia aumentava, uma apoiante das lésbicas e do lesbianismo disse que a insinuação que pairava no ar era a de que colocar crianças com duas lésbicas era o problema, e que a agência de adopção deveria saber que qualquer mulher suficientemente maluca para ser lésbica era susceptível de "humilhar" a criança.

-Fonte-


Esta última frase deveria ser posta da seguinte forma:
  • Qualquer mulher suficientemente desequilibrada para pensar que a homossexualidade é uma práctica sexual normal é susceptível de gerar um mau ambiente para qualquer criança..

O que estas lésbicas fizeram a este rapaz foi humilhante, degradante, emocionalmente destrutivo, desumano e mais um exemplo de violência psicológica contra crianças por parte de homossexuais.

Para os activistas homossexuais a adopção não é algo que envolve o bem-estar das crianças mas sim o reconhecimento social da "normalidade" do seu comportamento sexual.

As crianças são, assim, peões no seu jogo de poder.

sábado, 17 de setembro de 2011

A nojenta "Declaração dos Direitos Sexuais da Criança"

"O que foi, isso é o que há-de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer: de modo que nada há novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? já foi nos séculos passados, que foram antes de nós."
Eclesiásticos 1:9-10

Se queres prever o futuro, olha para o passado. A "Declaração dos Direitos Sexuais da Criança" (PDF) data do ano de 1970 e foi distribuído num curso de "educação sexual" levado a cabo por um professor pervertido com o nome de John De Cecco.

Antes de leres o que se vê em baixo, leva em consideração o seguinte: no artigo original (em inglês) "co" é usado em referência a "ele/ela" e "cos" é usado em referência a "dele/dela/seu/seus". Por motivos de melhor entendimento, usei os termos certos.

2 O DIREITO DA CRIANÇA EM RELAÇÃO À PERSONALIDADE
Todas as crianças têm o direito à privacidade no que toca os seus pensamentos, ideiais, sonhos e exploração do seu próprio corpo sem qualquer tipo de interferência adulta, expressa directa ou indirectamente.

Presumivelmente isto inclui o "direito" da criança se masturbar onde quer que esteja e quando quiser.

3 INFORMAÇÃO SEXUAL.
Todas as crianças tem o direito de obter acesso à informação sexual correcta (e o direito de ser protegida de falsa informação) mal seja capaz de entender esta informação em termos simples.

A diferença entre informação e falsa informação vai, obviamente, ser determinada pela esquerda política e pelos seus parceiros sexuais ideológicos.

Mas as coisas ficam piores -- bem piores:

6 APRENDENDO A ARTE DO AMOR [i.e., sexo]
Do mesmo modo que a criança tem o direito a aprender qualquer outra arte ou habilidade, todas as crianças tem o direito de aprender a arte do amor em qualquer idade mal ela seja capaz de a entender.

7 ESCOLHA DO PARCEIRO SEXUAL
Todas as crianças possuem o direito a relacionamentos amorosos, incluindo sexuais, com um parente, irmão/irmã ou outro adulto responsável ou criança, e a mesma tem que ser ajudada e protegida nesta actividade ao lhe serem providenciados contraceptivos e outro tipo de ajudas de forma a prevenir doenças venéreas.

O sádico e sujo Professor De Cecco foi louvado pelo San Francisco Chronicle como um "pioneiro queer" pela sua pesquisa homossexual.


Quando os activistas homossexuais sentirem que conseguiram tornar a depravação sodomita em algo "mainstream", então eles voltarão a sua atenção ao próximo item da sua agenda cultural: as crianças alheias.

John De Cecco
Professor De Cecco, homossexual e proponente da pedofilia

O que é "curioso" é que nunca ouvimos os membros do lobby "Deus não existe" a criticar os activistas homossexuais que tentam normalizar a pedofilia. No entanto, quando um pedófilo infiltrado nas igrejas é condenado por abusar de crianças Católicas, os militantes ateus usam essa instância como arma política contra todo o Cristianismo.

Isto demonstra de forma bem visível que quando o mundo secular ataca a Igreja pelos actos dos pedófilos, eles apenas o fazem como forma de denegrir a Igreja Católica e não proteger as crianças dos predadores sexuais.


PS: Antes que algum membro da gaystapo mande comentários a atacar-me por equivaler a homossexualidade com a pedofilia, deixem-me dizer que em lugar algum isso é feito. Dizer que a maioria das pessoas que visam normalizar a pedofilia são homossexuais de forma alguma indica que o proponente defende que TODOS os homossexuais são abusadores de crianças (isto é, pedófilos).

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