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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

EUA tiram palavras "pai" e "mãe" de passaporte por respeito a gays

As palavras “mãe” e “pai” serão removidas do passaporte norte-americano e substituídas por “filiação 1” e “filiação 2”.

De acordo com o Departamento do Estado dos EUA, as mudanças foram feitas para reconhecer os diferentes tipos de família. Grupos de direitos dos gays aplaudiram a decisão.

Mudar os termos ‘mãe’ e ‘pai’ para ‘filiação’ permite que muitos tipos de famílias sejam capazes de requerer um passaporte para seus filhos sem sentirem que o governo não reconhece a sua família”, afirmou a Fox News Jennifer Chrisler, diretora executiva do Conselho da Igualdade Familiar, um grupo norte-americano que defende o direito das famílias do grupo GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros). O conselho vem tentando há anos essa mudança no passaporte.

Mas alguns conservadores cristãos foram contra a decisão. Robert Jeffress, um pastor de uma igreja Baptista de Dallas afirmou que a alteração sugere que “não é preciso pai e mãe para criar uma criança com sucesso”. “Essa decisão faz com que os casais homossexuais se sintam mais confortáveis ao criar uma criança”, disse ele.

Em contrapartida, Jennifer afirmou que o governo precisa reconhecer que as estruturas familiares estão mudando. “A melhor coisa que podemos fazer é dar suporte às pessoas que estão criando filhos com amor, com famílias estáveis”, disse ela.

Recentemente, na Austrália, outros direitos foram reconhecidos no passaporte. Os australianos ganharam uma terceira opção de género, a categoria “x”. Essa é uma das medidas adoptadas pelo governo contra a discriminação de transgéneros. Os passaportes americanos ainda não têm essa opção, mas os transgéneros já podem optar pelo sexo que mais se identificam.

(Fonte)

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O terceiro género australiano

Como forma de remover a "descriminação" contra transgéneros e pessoas interssexuais [?!!], os passaportes australianos irão agora ter opção para um terceiro género - macho, fêmea e indeterminado.

Segundo a "lógica" esquerdista, as pessoas interssexuais, aqueles que "biologicamente não são nem macho nem fêmea", vão poder listar o seu género como "X".

Claro que no mundo dos adultos isto é pura estupidez. Biologicamente, o ser humano SÓ PODE SER macho ou fêmea. Não há "terceiro género".

O cromossoma sexual é um tipo de cromossoma encontrado nas suas células que na maioria dos organismos determina o sexo dos indivíduos. No caso da espécie humana, o total de cromossomas é de 23 pares, sendo 22 pares de autossomos e um par de cromossomos sexuais (XX ou XY).

O sexo nos humanos é portanto definido por:

  • Machos: Apresentam nas suas células somáticas um número par de cromossomas do tipo XY e produzem dois diferentes gâmetas, X e Y.
  • Fêmeas: Apresentam nas suas células somáticas um número par de cromossomas do tipo XX e produzem apenas um tipo de gâmeta, com cromossoma X. (Fonte)

Dado isto, quando nós nascemos, nós somos macho ou fêmea. Quando morremos nós morremos macho ou fêmea.

O facto dos transgéneros (ou interssexuais ou os "X" ou seja lá qual fôr a tara do momento) cortarem o órgão sexual masculino e clinicamente construir algo parecido com uma "vagina" não os torna mulheres, nem o facto de mulheres removerem a vagina e construírem um "pénis" os torna em homens.

O aparelho sexual é apenas uma das muitas ramificações de nascermos com XY ou com XX. Essas ramificações envolvem não só o nosso sexo, mas a nossa força, a nossa forma de pensar, as nossas emoções, as áreas em que estamos mais à vontade e muito mais.

Portanto, os engenheiros sociais podem-se contorcer em desespero ao tentar criar um terceiro género, mas a verdade é que isso, nos humanos, é impossível.

"E criou Deus o homem à Sua Imagem: à Imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou."
Génesis 1:27

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