Mostrar mensagens com a etiqueta Estado versus Casamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Estado versus Casamento. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

EUA tiram palavras "pai" e "mãe" de passaporte por respeito a gays

As palavras “mãe” e “pai” serão removidas do passaporte norte-americano e substituídas por “filiação 1” e “filiação 2”.

De acordo com o Departamento do Estado dos EUA, as mudanças foram feitas para reconhecer os diferentes tipos de família. Grupos de direitos dos gays aplaudiram a decisão.

Mudar os termos ‘mãe’ e ‘pai’ para ‘filiação’ permite que muitos tipos de famílias sejam capazes de requerer um passaporte para seus filhos sem sentirem que o governo não reconhece a sua família”, afirmou a Fox News Jennifer Chrisler, diretora executiva do Conselho da Igualdade Familiar, um grupo norte-americano que defende o direito das famílias do grupo GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros). O conselho vem tentando há anos essa mudança no passaporte.

Mas alguns conservadores cristãos foram contra a decisão. Robert Jeffress, um pastor de uma igreja Baptista de Dallas afirmou que a alteração sugere que “não é preciso pai e mãe para criar uma criança com sucesso”. “Essa decisão faz com que os casais homossexuais se sintam mais confortáveis ao criar uma criança”, disse ele.

Em contrapartida, Jennifer afirmou que o governo precisa reconhecer que as estruturas familiares estão mudando. “A melhor coisa que podemos fazer é dar suporte às pessoas que estão criando filhos com amor, com famílias estáveis”, disse ela.

Recentemente, na Austrália, outros direitos foram reconhecidos no passaporte. Os australianos ganharam uma terceira opção de género, a categoria “x”. Essa é uma das medidas adoptadas pelo governo contra a discriminação de transgéneros. Os passaportes americanos ainda não têm essa opção, mas os transgéneros já podem optar pelo sexo que mais se identificam.

(Fonte)

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Activistas homossexuais canadianos perseguem grupos de apoio a ex-homossexuais

Se mais dúvidas houvessem do totalitarismo dos activistas homossexuais (não confundir com os demais homossexuais que vivem a sua vida sem se importarem com o activismo), esta notícia da LifeSiteNews confirma essa posição.

O partido canadiano "New Democrat Party" (NDP) aprovou uma resolução que apela ao governo que remova o estatuto de instituição de caridade aos grupos [maioritariamente Cristãos] que oferecem suporte a todos aqueles e aquelas que voluntariamente buscam formas de superar a atracção homossexual.

Matthew McLaughlin, mentor da resolução e membro da LGBT local, pediu urgência ao governo em remover o estatuto da Exodus Global Alliance ao mesmo tempo que apelou que se "investigassem" as outras organizações ex-gay:

As organizações ex-gay . . . . aproveitam-se das pessoas LGB, muitas delas provenientes de famílias vulneráveis ou imersas em depressão e ódio a si mesmos.
Evidências para esta posição? Dados estatísticos? Qual foi a organização ex-gay que se aproveitou dos LGB? O Matthew não diz, mas temos que acreditar que existem porque ele diz que existem.
[Estas organizações ex-gay] defendem que os LGB nunca vivem vidas felizes, que eles são pouco saudáveis e incompletos, que eles nunca experimentam o amor e que a única esperança está nos seus grupos.
Portanto, dizer "tu não vives uma vida feliz" é crime suficiente para que essa instituição de ajuda social veja o seu estatuto de organização de caridade removido. Se isto é assim, então talvez este gayzista esteja a preparar o caminho para a futura criminalização de todo o Cristianismo, uma vez que os Cristãos alegam que quem vive no pecado nunca é genuinamente feliz.

Mas nós sabemos que a gaystapo nunca iria usar o Estado para atacar os direitos humanos dos Cristão, certo?

Randall Garrison, responsável pelos assuntos "queer" do NDP, afirmou que:

Tais grupos forçam as pessoas a acreditar que os gays, lésbicas e bissexuais estão doentes e levam vidas tristes e solitárias, e que a única esperança é eles passarem a ser heterossexuais.

Pensar que os outros levam vidas solitárias e tristes, e oferecer (sem forçar) ajuda a quem VOLUNTARIAMENTE queira deixar de ser LGB não é motivo suficiente para se remover estatuto de instituição de caridade.

A gaystapo não tem o direito nenhum de censurar instituições que se disponibilizam a assistir a quem combata atracções não desejadas. Se eles defendem que sim - que eles tem o direito de impedir que pessoas recebem ajuda psicológica - então eles é que precisam de ser investigados pela polícia.

Este tipo de "medidas" discriminatórias contra os ministérios ex-gay já foram adoptadas na Nova Zelândia, onde o governo retirou o estatuto de associação de caridade à Exodus Global Alliance em Agosto último.

O ministério Exodus, dedicado a comunicar uma mensagem de "liberdade da homossexualidade", teve estatuto de instituição de caridade na Nova Zelândia durante mais de 10 anos, mas a Comissão de Caridade do governo decidiu que o grupo não habilitado a esse estatuto porque as suas actividades não oferecem "qualquer tipo de benefício público".

Mostrando mais uma vez como a ciência está a ser pervertida e usada para o avanço do esquerdismo, o governo citou o facto da American Psychological Association (APA) ter removido a homossexualidade da sua lista de desordens mentais em 1973, e ter, mais tarde, oferecido oposição à terapia de reorientação alegando que ela pode ser "prejudicial" para os homossexuais.

No entanto, de acordo com aqueles que defendem as instituições que ajudam os homossexuais a sair dessa vida, a "pesquisa" que levou a APA a desqualificar a homossexualidade como uma desordem foi largamente baseada nas pesquisas do pedófilo homossexual Alfred Kinsey e no trabalho de Evelyn Hooker.

A Dr. Judith Reisman revelou que, embora o pedófilo Kinsey tenha apresentado o trabalho como indicativos da população no seu todo, as pesquisas de Kinsey - que mostravam uma larga percentagem de homossexuais na população geral - centraram-se em larga escala nos presidiários e frequentadores de bares homossexuais.

Adicionalmente, embora a pesquisa de Hooker tenha mostrado não haver maior presença de comportamento patológico entre os homossexuais quando comparados com os heterossexuais, foi revelado que os homossexuais que tomaram parte da sua investigação haviam sido escolhidos pela Mattachine Society, um grupo activista homossexual. Não é difícil imaginar estes a escolherem os homossexuais que melhor servissem a agenda e a excluir aqueles que fizessem o reverso.

Afinal, quando está em jogo a hegemonia cultural, os activistas esquerdistas não tem problemas em inventar mentiras.


domingo, 3 de julho de 2011

A utilidade do homossexualismo para a destruição da família tradicional

Fonte

Segundo um estudo desenvolvido pela economista e doutora em saúde pública, Márcia Pinto, o fumo causa um prejuízo anual de, pelo menos, R$ 338,6 milhões ao SUS.

Conforme esse blog já noticiou, por sua vez, o custo anual do Governo Federal no tratamento de pacientes homossexuais com AIDS é de aproximadamente R$ 280 milhões. Portanto, o homossexualismo causa um prejuízo equiparável ao fumo, no que concerne à saúde pública.

Segundo estudo do Dr.Paul Cameron PHD, no entanto, o homossexualismo é mais nocivo à saúde do que o cigarro, tendo em vista abreviar mais anos de vida de uma pessoa.

Assim, é totalmente contraditório um mesmo governo combater o tabagismo ao mesmo tempo em que faz apologia homossexual, financiando paradas gays e promovendo toda sorte de campanhas contra a homofobia.

Por que reprimir um comportamento deletério à saúde pública e estimular outro? Essa é a verdadeira dialética da contradição. Se as pessoas são pressionadas a abandonar o fumo, por que então também não são pressionadas a abandonar o homossexualismo? São dois comportamentos prejudiciais à saúde pública, conforme já restou provado.

A lei antifumo é corolário do direito à saúde. A única justificativa para se reprimir o fumo em espaços mais reservados é a de preservação da saúde pública.

Então vêm alguns "juristas" e explicam que o homossexualismo é diferente. É um "direito humano"; um "direito de personalidade", ainda que não haja qualquer prova de alguém nasça homossexual. Chegam a inventar um tal de "direito à intimidade sexual" ou "direito à identidade sexual"...

Parece claro que se tais ficções jurídicas podem ser inventadas em benefício do homossexual e às expensas da sociedade, o mesmo poderia ser feito em benefício do fumante. Poderíamos então falar em "direito à autodeterminação pulmonar" ou "direito à identidade tóxica" para defender o fumante, mas isso não é falado porque não está na lógica dos interesses de nossa elite governante.

A única explicação que temos para essa dialética da contradição é que realmente há má-fé no trato dessas questões por parte desta nossa elite. São duas questões análogas - a defesa do direito à saúde - que no entanto merecem tratamento distinto, violando assim o Princípio Constitucional da Isonomia. Deveriam comportar idêntico tratamento, mas não têm. Ora, se o fumo causa prejuízos à saúde pública, o homossexualismo também traz. Então por que reprimir o fumo e fazer apologia homossexual?

Os homossexuais conseguem jungir capitalismo e socialismo sob uma mesma bandeira: a bandeira do movimento gay. Um movimento que não brotou espontaneamente, mas que foi financiado e cresceu sob o patrocínio de grandes organismos e ideologias antifamília e antivida.

O interesse em se beneficiar o homossexualismo é o de combater a natalidade e a familia, ao mesmo tempo em que mina as bases cristãs da sociedade. O homossexualismo é uma modalidade de pansexualismo. Sua difusão social enfraquece os laços familiares e o comportamento altruísta do indivíduo.

Por isso, o custo à saúde pública é um custo de oportunidade das elites. Se de um lado eles perdem, do outro "ganham", seja incentivando os povos a não procriar, seja combatendo a família, que persiste sendo o núcleo fundamental de proteção ao cidadão contra a opressão do Estado. O alto custo da sodomia é, pois, um mal necessário.

Está na lógica do socialismo combater a família. A família tradicional é sempre um óbice para que novos valores sejam introduzidos, especialmente entre as novas gerações, os mais jovens, que governarão o mundo de amanhã. Marx sempre defendeu o desmantelamento da família. Abolir a "exploração das crianças pelos pais" e substituir a educação doméstica pela educação social são alguns dos ideais marxistas, como também a comunidade de mulheres. Em outras palavras, isto significa o fim da unidade familiar.

Isto porque as famílias são monarquias naturais. Dissolvendo as famílias, dissolve-se a unidade, e assim facilita-se o trabalho de doutrinação socialista. Assim, as crianças são miradas pelos socialistas, no sentido de que sejam educadas em lares gays, com vistas a lhes inculcar novos valores como o relativismo, niilismo e o igualitarismo.

O passo seguinte do socialismo, ao desintegrar a unidade familiar, é agrupar indivíduos segundo um interesse comum, a fim de que o voto lhes seja uma moeda de troca. Assim, no socialismo, a pessoa passa a ter seu valor na medida em que pertence a um grupo. E apenas assim. É o que frequentemente observamos nos partidos socialistas apoiando ostensivamente a fragmentação social e racial, através de "comunidades de bairros", "comunidades raciais", enfim, uma nova maneira de sovietizar a sociedade.

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...