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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Polícia do Uganda ataca projecto que prepara jovens para a homossexualidade


A polícia do Uganda entrou nos escritórios de uma organização norte-americana que presta auxílio a homossexuais infectados com o vírus HIV, na primeira acção pública das autoridades para fazerem cumprir a lei anti-gay aprovada há duas semanas.

A operação tinha sido negada por um porta-voz da polícia ugandesa, Patrick Onyango, mas foi depois confirmada por um responsável do Governo, Ofwono Opondo.

Onyango disse que as autoridades estavam à procura de um homem que se fez passar por polícia eque ameaçou os funcionários do Projecto Walter Reed, uma organização localizada na Universidade Makerere, em Kampala.

Mais tarde, um porta-voz do Governo, Ofwono Opondo, confirmou a acção policial através da sua conta na rede social Twitter: "A polícia entrou no Projecto Walter Reed na Universidade Makerere, que prepara jovens para a homossexualidade."

O mesmo responsável escreveu que "um diplomata de topo" é suspeito de "pagar 100.000 shillings ugandeses [cerca de três cêntimos de euro] por cada masturbação".

Os responsáveis pela organização anunciaram o "encerramento temporário das actividades", depois de a polícia ter "detido um cidadão ugandês nas instalações do projecto em Kampala". "O indivíduo foi libertado sem qualquer acusação no mesmo dia. Estamos a trabalhar com a polícia para perceber as circunstâncias em que esta pessoa foi detida. Até termos uma ideia mais clara sobre a base legal desta acção policial, o programa está temporariamente suspenso para garantir a sua integridade e a segurança dos funcionários", lê-se num comunicado publicado no site da organização.

Os responsáveis do Projecto Walter Reed dizem também que estão a "trabalhar directamente com os pacientes para garantir que o seu tratamento não é interrompido".

Um dos mais destacados activistas dos direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros) no Uganda, Frank Mugisha, destacou a importância do Projecto Walter Reed, que é resultado de uma parceria entre a Universidade Makerere e o Programa de Investigação de HIV das forças armadas norte-americanas. "Muitas pessoas LGBT iam lá receber o seu tratamento anti-retroviral", disse à agência Associated Press Frank Mugisha, distinguido com o Prémio de Direitos Humanos Robert F. Kennedy em 2011.

O Presidente do Uganda, Yoweri Museveni, promulgou no dia 24 de Março uma lei que torna a homossexualidade um crime punível com prisão perpétua. Aprovada em Dezembro de 2013 no Parlamento por uma larga maioria, a nova lei considera igualmente crime a promoção da homossexualidade e a ausência de denúncia.

A assinatura da lei foi acompanhada de fortes aplausos de funcionários governamentais. "Há uma tentativa de imperialismo social, de impor valores sociais. Lamentamos ver que vocês [o Ocidente] vivem da maneira como vivem, mas mantemos silêncio sobre o assunto", disse Museveni.

Os doadores internacionais ameaçaram cortar o auxílio se a lei entrasse em vigor e o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a nova legislação – que descreveu como "um passo atrás para os ugandeses" – complicaria as relações entre os dois países.

Poucos dias depois da aprovação da lei, o Banco Mundial anunciou o adiamento de um empréstimo de 90 milhões de dólares (mais de 67 milhões de euros) ao Uganda, mas o país pode beneficiar do facto de ser um importante aliado dos países ocidentais na luta contra o extremismo islâmico na Somália, onde os seus militares constituem o núcleo essencial da força de paz da União Africana.


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Isto tem toda a aparência de ser mais um caso dos EUA a usar o "combate à SIDA" como forma de promover o homossexualismo.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Comité da Virgina vota contra proposta de lei que visava limitar a liberdade dos homossexuais

Depois da lei que visava ilegalizar essa práctica ter chumbado no sub-comité da Câmara na passada Quinta-Feira, os pais ficaram a saber que podem continuar a enviar as suas crianças para terapias de conversão homossexual, que buscam formas de alterar a preferência sexual da pessoa - de homossexual para heterossexual.

A proposta gerou testemunhos emocionais de apoiantes da lei, bem como opositores, antes da "House Health", e da "Welfare and Institutions Subcommittee" a terem chumbado.

Enquanto crescia, Gail Dickert, de 35 anos, disse que foi sujeita à terapia de conversão por parte de várias pessoas das mais variadas igrejas que a sua família frequentou em diferentes partes do país. Quando tinha 5 anos de idade, esses congregantes disseram-lhe que ela estava "perdida e confusa" porque tinha sentimentos fortes por uma colega de escola.

Eles disseram-lhe também que ela seria vítima de bullying por não "estar a bem com Deus", e que ela não poderia seguir a sua carreira na igreja se ela não mudasse. Ela demorou mais de 20 anos para recuperar das "cicatrizes emocionais" que ela diz terem sido infligidas pela terapia, cicatrizes que ela diz nenhuma criança deveria suportar.

No entanto, outros ex-homossexuais afirmam que a terapia funcionou para eles. Christopher Doyle, um homem de 32 anos e da Virginia do Norte, disse que batalhou com sentimentos homossexuais indesejados até que buscou ajuda quando tinha 20 e poucos anos.

Para ele, o abuso sexual bem como outras questões foram a causa da atracção por pessoas do mesmo sexo. Actualmente, ele está casado há 7 anos com a mesma mulher, plenamente feliz, para além de trabalhar como conselheiro clínico profissional licenciado ajudando aqueles que lutam contra os sentimentos homossexuais indesejados:

Hoje em dia, eu vivo um sonho, sem qualquer atracção por pessoas do mesmo sexo. Ninguém nasce homossexual.... Esta lei [que visava banir toda a ajuda prestada a quem livremente quisesse abandonar o homossexualismo] não está relacionada a ajuda dada às pessoas; na realidade, ela centra-se na imposição duma agenda política.

Pilotonline

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Ninguém obriga os homossexuais a buscarem ajuda para abandonar o seu vício sexual auto-destrutivo, mas o Estado e os governos não podem proibir quem queira ajudar as pessoas que LIVREMENTE buscam ajuda. Dizer que há casos onde essa ajuda não funciona, e que desde logo toda a terapia deve ser banida, é o mesmo que dizer que, como há pessoas que tentam deixar as drogas e não conseguem, ninguém deve buscar ajuda para abandonar esse vício.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Califórnia em vias de estabelecer "famílias" multiparentais

A linha da frente da guerra à família natural normalmente encontra-se nas zonas dominadas pelos militantes esquerdistas. Tome-se o exemplo da Califórnia.

As crianças californianas podem vir a ter mais do que dois pais se um projecto a avançar pelos canais legislativos de tornar lei. O projecto de lei, de autoria do senador activista homossexual Mark Leno, permitirá aos juízes reconhecer pais múltiplos em casos onde as crianças "fiquem melhor servidas" com vários relacionamentos paternos.

O homossexual Leno caracterizou a lei como uma "resposta à evolução [= desintegração] das famílias americanas".

De que forma é que seria apropriado uma criança ter, legalmente, mais do que dois pais?

Os apoiantes da lei citaram vários exemplos onde a lei poderia ser aplicada, incluindo o caso duma dupla lésbica que concebeu [sic] a criança com a ajuda dum doador de esperma envolvido na situação como parente, ou o homem que se casou com uma mulher quando ela já se encontrava grávida de outro homem; este último manteve o papel de pai.
Convém corrigir uma coisa muito importante: as lésbicas não conceberam absolutamente nada: uma das lésbicas concebeu com a indispensável ajuda do homem. Duas mulheres não podem conceber crianças, tal como dois homens também não. No caso dos homens, a única coisa que conseguem conceber juntos são doenças sexualmente transmissíveis.

Claro que só os ignorantes é que acreditam que este projecto de lei tem alguma coisa a ver com o bem estar das crianças. Camille Gigglio [California Right to Life Committee] revelou:

Ele [isto é, o homossexual Mark Leno] está a tentar alterar todas as nossas atitudes e todo o nosso entendimento do que constitui uma família.

Família é um pai, uma mãe e as crianças.

Ou seja, a esquerda militante quer destruir os conceitos de casamento e de família pervertendo ambos de modo a que estes [os conceitos] se tornem tão grotescos que percam todo o seu significado. Mal um dos pilares esteja destruído, os arquitectos desta engenharia social irão mais facilmente transformar a sociedade de modo a que esta seja mais facilmente controlável.

Mark Leno: activista homossexual e engenheiro social.

Fonte

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Americanos não se deixaram enganar (desta vez)

A maioria dos americanos pensa defende que o Presidente americano Barack Obama se declarou a favor do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por cálculo político e não por convicção, revela uma sondagem publicada esta terça-feira.

Obama anunciou na semana passada que, pessoalmente, apoiava o "casamento" homossexual, tornando-se no primeiro Presidente dos Estados Unidos em exercício a adoptar esta posição sobre um tema social potencialmente explosivo, a seis meses da eleição presidencial.

Obama disse o que disse por “razões políticas” ou porque defende verdadeiramente aquilo que disse? 67% dos inquiridos responderam que foi por razões políticas, refere a sondagem New York Times/CBS News.

Seja como for, apenas 16% dos inquiridos referiram que estariam mais predispostos a votar em Obama depois do seu apoio ao casamento gay, e 26% disseram que estariam menos dispostos a votar no candidato democrata depois desta sua tomada de posição.

Apenas 7% dos inquiridos consideram que a questão do casamento gay era a mais importante para eles, sendo que a economia e o emprego estão no topo das prioridades para 62% dos eleitores americanos.

Fonte

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Aparentemente a declaração do Obama não apanhou ninguém de surpresa.

A esquerdalha portuguesa pode lançar foguetes e fazer a festa, mas a verdade dos factos é que apoiar o homossexualismo nos EUA é uma forma bem rápida de perder votos. Uma evidência para isto é o facto do "casamento" homossexualista ter sido submetido a consulta popular em 32 estados americanos, e as maiorias dos mesmos terem afirmado de modo claro que o casamento é 1 homem + 1 mulher.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

'Newsweek' apresenta Obama como 'primeiro presidente gay'

A edição da revista norte-americana 'Newsweek' que chega às bancas no dia 21 apresenta na capa Barack Obama como o "primeiro presidente gay". A fotografia do ocupante da Casa Branca tem sobreposta uma auréola com as cores do arco-íris, que simboliza a homossexualidade, dias depois de Obama ter afirmado numa entrevista que defende o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O tema de capa é um artigo assinado por Andrew Sullivan, colunista assumidamente homossexual, que vê nas palavras de Obama um marco na sociedade norte-americana.

A designação de Barack Obama como o "primeiro presidente gay" está longe de ser uma denúncia de homossexualidade do líder norte-americano, que é casado e tem duas filhas, surgindo como uma versão do cognome de "primeiro presidente negro" atribuída a Bill Clinton.

A 'Newsweek' procura conseguir pelo menos tanta atenção quanto a obtida pela concorrente 'Time', que pôs na capa uma criança com quase quatro anos a mamar nos seios da mãe.

Fonte

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Uma vez que várias vozes afirmam que Obama é mesmo homossexual, a Newsweek pode estar mais certa do que imagina.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Obama vai deixar a esposa

Está é a única conclusão razoável a ser retirada do seu recente apoio pessoal ao homossexualismo (ao revelar que é a favor da "igualdade" no casamento).

Acabo de concluir que, para mim, é importante seguir em frente e afirmar que os casais [sic] do mesmo sexo se deveriam casar.
Levando em conta que esta questão que afasta os eleitores, confirmado pelo facto de 30 estados terem aprovado leis e correcções anti-homogamia, só podemos imaginar o quão pessoal esta questão é para Obama.

Tal como John McCain, Obama parece estar a fazer um esforço enorme para perder as eleições - e ainda vamos em Maio.

Se as as coisas continuarem a evoluir neste sentido, lá para Setembro ele estará a usar roupas de mulher, comer carne de cão e a dar apoio aos sacrifícios humanos.

Fonte

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

EUA tiram palavras "pai" e "mãe" de passaporte por respeito a gays

As palavras “mãe” e “pai” serão removidas do passaporte norte-americano e substituídas por “filiação 1” e “filiação 2”.

De acordo com o Departamento do Estado dos EUA, as mudanças foram feitas para reconhecer os diferentes tipos de família. Grupos de direitos dos gays aplaudiram a decisão.

Mudar os termos ‘mãe’ e ‘pai’ para ‘filiação’ permite que muitos tipos de famílias sejam capazes de requerer um passaporte para seus filhos sem sentirem que o governo não reconhece a sua família”, afirmou a Fox News Jennifer Chrisler, diretora executiva do Conselho da Igualdade Familiar, um grupo norte-americano que defende o direito das famílias do grupo GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros). O conselho vem tentando há anos essa mudança no passaporte.

Mas alguns conservadores cristãos foram contra a decisão. Robert Jeffress, um pastor de uma igreja Baptista de Dallas afirmou que a alteração sugere que “não é preciso pai e mãe para criar uma criança com sucesso”. “Essa decisão faz com que os casais homossexuais se sintam mais confortáveis ao criar uma criança”, disse ele.

Em contrapartida, Jennifer afirmou que o governo precisa reconhecer que as estruturas familiares estão mudando. “A melhor coisa que podemos fazer é dar suporte às pessoas que estão criando filhos com amor, com famílias estáveis”, disse ela.

Recentemente, na Austrália, outros direitos foram reconhecidos no passaporte. Os australianos ganharam uma terceira opção de género, a categoria “x”. Essa é uma das medidas adoptadas pelo governo contra a discriminação de transgéneros. Os passaportes americanos ainda não têm essa opção, mas os transgéneros já podem optar pelo sexo que mais se identificam.

(Fonte)

sábado, 24 de setembro de 2011

Aluno suspenso por falar contra o vício da homossexualidade

Um estudante secundário foi punido pela sua escola por afirmar que acredita que "ser homossexual está errado". Dakota Ary, de 14 anos, disse que a sua declaração fazia parte duma discussão que ele levava a cabo com um colega durante as aulas de Alemão.

Acho que [o professor] ouviu-me. Ele começou logo a gritar. Disse-me que escreveria uma carta de infracção e enviar-me para o escritório.
Holly Pope, a mãe do Ary, disse que nem queria acreditar no castigo.
O meu filho está no quadro de honra devido às suas notas altas. Não tenho problemas nenhuns com ele.
A mãe não ficou satisfeita quando o director escolar reduziu a suspensão escolar de 2 para 1 dia. Quando se encontrou com o dito director - trazendo consigo um advogado - exigiu garantias de não-retaliação devido ao evento. Ela pede também que o castigo seja removido dos registos do filho.

O advogado Matt Krause afirmou:

Os estudantes não perdem os seus direitos relativos à 1ª Emenda [Liberdade de Expressão] quando entram numa escola.
Embora sejam comuns em países como o Canadá e o Reino Unido, castigos a pessoas que se oponham à destrutiva agenda homossexual estão em crescimento nas escolas e universidades americanas.

Um professor de Biologia venceu um acordo legal onde lhe foi dada uma soma no valor de $100,000. Isto chegou a este ponto porque ele respondeu a uma pergunta dum estudante em torno de pesquisas que mostram como o comportamento homossexual pode ser influenciado pela genética e pelo ambiente onde a pessoa cresce (família, etc).

[Segundo os activistas da gaystapo, os homossexuais "já nascem assim". Como tal dizer que o ambiente onde crescem pode influenciar a sua orientação sexual é algo do desagrado da gaystapo"]

Na universidade de Illinois os dirigentes despediram um professor de Teologia (Católico) por este ter afirmado que, segundo a fé Católica, a homossexualidade é contra a Lei Moral. Após milhares de pessoas terem protestado durante dias, o Prof. Kenneth Howell foi readmitido .

Estes exemplos mostram a noção de "igualdade" que os activistas homossexuais têm em mente. Essa "igualdade" envolve ninguém ter a liberdade de se opôr ao auto-destrutivo comportamento homossexual.
Dakota Ary: Suspenso por dizer que o ânus não é um órgão sexual.

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