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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Pavel Astakhov e a maldição

O Procurador Geral para os Direitos das Crianças da Rússia, Pavel Astakhov, declarou que os políticos do país que apoiam os casamentos [sic] homossexuais devem ser amaldiçoados. 

Em entrevista à agência de notícias Interfax, ele afirmou que a chamada liberdade de relacionamentos não concede à mísera minoria o direito de destruir a humanidade.

Descrevendo a contemporaneidade como uma situação em que o entendimento da família é alterado para incluir noções como “qualquer união”, “quaisquer cidadãos” e “qualquer sexo”, Astakhov revelou temer que num futuro próximo os casamentos possam ser realizados também entre “qualquer quantidade” de pessoas.

Encarregado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, para defender os direitos das crianças na Rússia, ele destacou que aqueles que apoiam a desestruturação da família devem ser banidos e amaldiçoados pelos séculos como destruidores da raça humana.

Fonte

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Sempre bom colocar a guerra entre o lobby homossexualista e a sociedade como uma guerra pela preservação da família e não uma forma de controlar o que as pessoas fazem na sua privacidade.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Serão os Russos livres para proteger as suas crianças?


O "establishment" mediático mundial encontra-se num estado de revolta devido à mais recente lei russa que proíbe a promoção do homossexualismo, e de outros comportamentos sexuais depravados, entre menores. A Reuters, a AP, o New York Times e a BBC queixaram-se da nova lei, afirmando que a mesma é uma forma de discriminação contra os homossexuais, mas as suas palavras têm a aparência de hipérbole e não de qualquer outra coisa.

Se levarmos em conta o que o NYT (New York Times) escreve, ficaremos com a impressão de que os Russos decidiram enviar os homossexuais para os Gulags, mas a lei Russa efectivamente funciona como um imposto sobre as manifestações *públicas* de homoerotismo. Eis a forma como o NYT sumariza a lei:

Sem definir o que é "não-tradicional", a nova lei proíbe a disseminação de informação "com o propósito de formar, junto das crianças, um fundamento sexual não-tradicional." A lei proíbe também caracterizar "a atractividade" de tais relações e proíbe que se afirme "a equivalência social entre as relações tradicionais e as relações não-tradicionais." As multas variam de $155 por cada indivíduo para $31,000 por cada fonte de informação mediática.

Dificilmente $155 é uma quantia fora do alcance por parte de homossexuais que se querem beijar em público.

Embora os Russos não queiram de modo algum encorajar o homossexualismo, eles não querem também criminalizá-lo e nem discriminar os homossexuais (como afirmaram algumas fontes de informação). Os homossexuais Russos têm os mesmos privilégios que todos os outros Russos, mas eles não podem promover o homossexualismo (como se este acto sexual auto-destrutivo fosse algo de positivo) junto de crianças, do mesmo modo que o Mayor Bloomberg quer banir as bebidas açucaradas, e do mesmo modo que Michelle Obama quer que comida pouco saudável seja retirada cafeteiras.

Os média têm caracterizado esta lei como uma medida pouco razoável energizada por "grupos religiosos radicais", mas esta forma de pensar não explica o porquê desta lei ter sido aprovada de modo unânime pela câmara inferior do parlamento Russo (só com uma abstenção). Dificilmente a Rússia pode ser caracterizada como uma nação religiosa, mas a lei tem um apoio sobrepujante nas instituições legisladoras.

De modo consistente, a Rússia tem negado licenças aos grupos que tencionam levar a cabo paradas de "orgulho" homossexual, algo que poupa as crianças e o público em geral de presenciar o mesmo tipo de comportamento que é observado nas praças e nas ruas da Europa Ocidental e nas ruas dos Estados Unidos.

Semelhantemente, os órgãos de informação têm ressalvados incidentes onde pessoas LGBT têm sido vítimas de violência sem ressalvar (ao mesmo tempo) que a maior parte dos manifestantes junto ao parlamento Russo eram a favor da lei, e que a violência em nada estava relacionada com os os desejos da maioria dos manifestantes Russos.

A lei que proíbe a promoção do homossexualismo entre as crianças simplesmente codifica o sentimento Russo de proteger os interesses das suas crianças, e não o não-existente interesse em perseguir os homossexuais. A realidade dos factos é que o homossexualismo está associado a uma incidência 20 vezes superior de contágio com o vírus HIV, bem como a outras estatísticas em torno da saúde deficitária, tais como maior incidência de consumo de drogas e álcool, depressão e até suicídio. 

Com dados médicos como estes, não é de admirar que os Russos queiram proteger as suas crianças de enveredar por um estilo de vida com tais consequências médicas nefastas. O que ainda permanece por averiguar é o motivo que leva os média do Ocidente a ficar em tal estado de revolta.



sábado, 18 de agosto de 2012

Rússia sem "orgulho" durante os próximos 100 anos.

O Tribunal Supremo de Moscovo não volta atrás. A celebração do orgulho gay na capital russa está proibido nos próximos 100 anos, repetiu o tribunal municipal nesta sexta-feira, após o recurso interposto pelo defensor dos direitos dos homossexuais, Nikolai Alexeyev.

Apesar de “ilegal e injusta”, a decisão “não é uma surpresa, os tribunais russos raramente falam dos direito dos gays e lésbicas”, reagiu Alexeyev numa entrevista ao El País, garantindo que vai recorrer da decisão.

O activista tinha solicitado autorização para a realização de 102 manifestações para celebrar o orgulho gay, até 2112. O tribunal respondeu proibindo-as pelos mesmos 100 anos.

Entre 2006 e 2008, as petições do jornalista e advogado já tinham chegado à justiça europeia, depois de a Câmara de Moscovo ter proibido as manifestações, alegando perigo de desordem pública. Em Estrasburgo, Nikolai Alexeyev falou de uma violação ao direito da liberdade de reunião, consagrado no artigo 11 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.

A história terminou com as autoridades russas a indemnizar o activista com 12 mil euros (mais 17.510 de despesas). Mas agora o objectivo é outro, garante Nikolai Alexeyev: “Queremos que se garanta que podemos celebrar o orgulho gay no futuro.

Fonte

terça-feira, 29 de maio de 2012

Que parte de "não queremos manifestações públicas em favor do homossexualismo" é que os activistas russos não entendem?

Como seria de esperar, a noticia é claramente facciosa em favor do homossexualismo.
Um confronto entre activistas de direitos dos homossexuais e nacionalistas ortodoxos russos hoje durante um protesto gay na frente da Duma (câmara baixa do Parlamento russo), em Moscovo, acabou com vários detidos.
Os homossexuais protestavam contra a aprovação de uma lei contra a propaganda homossexual em diversas cidades do país, incluindo São Petersburgo.

As prisões foram feitas quando estouraram os confrontos entre os activistas e aqueles que o artigo identifica como "nacionalistas" - que gritavam "Moscovo não é Sodoma". Não se sabe bem como é que os editores do artigo sabem que todas as pessoas envolvidas na contra-manifestação são "nacionalistas" e Cristãos ortodoxos mas provavelmente os mesmos vinham identificados de forma correspondente.

Entre os detidos estão o líder da comunidade homossexual russa, Nikolai Alexeyev, que convocou o protesto e foi preso quando falava com repórteres em frente à prefeitura da capital russa. Não se sabe se os manifestantes do outro lado da barrica também tiveram direito a entrevistas. Na Europa ocidental não teriam (espiral do silêncio?).
Segundo a Associação Internacional de Gays e Lésbicas, a Rússia e a Moldávia são os países europeus que menos respeitam direitos de homossexuais.
Também não se sabe bem que "direitos homossexuais" são esses, mas uma coisa é certa: não há genuínos "direitos humanos" que são adquiridos via anal bem como não há "direitos humanos" que são adquiridos mediante separação das nádegas. Se são direitos humanos do que se está a falar, então estamos na posse deles desde o ventre materno (que é quando a humanidade tem início). Se são "direitos" que são adquiridos mediante a práctica dum certo comportamento, então não é a pessoa que é a visada, mas sim o comportamento.

Estas notícias que falam na "violação dos direitos dos homossexuais" deveriam alterar a sua forma de falar e dizer o que realmente pensam: a violação dos "direitos" do comportamento homossexual.

Obviamente que a Rússia ou o Uganda têm todo o direito de proibir a manifestação pública dum comportamento com o qual não concordam. Se os activistas (e não os homossexuais) não gostam das leis, eles são livres para se juntarem às milhares de "paradas gay" que ocorrem na Europa Ocidental (excepto em áreas com substancial população muçulmana).

Da forma como as coisas se estão a desenvolver, torna-se cada vez mais óbvio que a revolta russa pode estar a ser inflamada com o facto do decadente comportamento homossexual estar cada vez mais associado com a cultura Ocidental. O sentimento "anti-Ocidente" (e não exclusivamente uma revolta contra o comportamento) pode explicar a sua raiva contra manifestações públicas deste comportamento.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Rússia: activista homossexual sofre 1ª condenação por propaganda gayzista

Tribunal de São Petersburgo condenou esta Sexta-Feira um líder da GayRussia por propaganda homossexual, tornando-se assim no primeiro gayzista a ser condenado com base na nova lei proíbe a promoção do homossexualismo e da pedofilia em espaço público.

Nikolai Alexev informou à AFP ter sido condenado a uma multa de 5 mil rublos (128 euros) por ter infringido este texto que castiga os autores de qualquer "acto público que promova a homossexualidade ou a pedofilia ante os menores."

O activista homossexual foi detido pela polícia no início de Abril por ter se manifestado ante os jovens de São Petersburgo, perto da Casa de Cultura, agitando cartazes com frases do tipo "os homossexuais também nasceram na Terra - Não se pode mentir às crianças".

O activista sodomita acrescenta:

Isso mostra o absurdo desta lei que associa homossexualidade e pedofilia.
De facto, não se entende como é que as pessoas continuam a associar o homossexualismo com a pedofilia.

Luiz Mott. Líder do activismo sodomita brasileiro.

O mesmo Luiz Mott com outra criança - desta vez de carne e osso.
Quão apropriado que ele tenha na sua mão direita um tridente.

Alexev, que vai recorrer à Corte Europeia dos Direitos Humanos, espera que a fraca liderança europeia possa de alguma forma reverter a lei russa. Boa sorte.

A homossexualidade foi considerada crime na Rússia até 1993 e doença mental até 1999. As tentativas de organizar o Dia do Orgulho Gay desde 2006 foram proibidas pelas autoridades e dispersadas pela polícia.

Fonte

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Rússia rejeita planos gayzistas do grupo G8

O membro do governo russo Sergei Ryabkov afirmou que o seu país distanciou-se das palavras que emergiram duma declaração do G8 onde os homossexuais eram destacados como um grupo distinto cujos direitos deveriam ser protegidos.

Ryabkov disse o seguinte aos jornalistas:

Já afirmamos repetidamente que a Federação Russa condena qualquer tipo ou manifestação de descriminação. Nós prosseguimos com a crença de que uma censura da descriminação no actos legais internacionais em torno dos direitos humanos são abrangentes e afectam todos sem excepção.

Estas normas são mais do que suficientes. Todos os estados deveriam observá-los de forma integral.

Ao mesmo tempo, a leis internacionais não possuem normas distintas que regulam a protecção de pessoas tendo em conta a sua orientação sexual ou a chamada "identidade de género".

Com esta conexão, não podemos concordar com tentativas artificiais de destacar esta categoria de pessoas como um grupo independente alegando que os seus interesses e direitos devem ser protegidos de forma especial.

Ryabkov atacou também as manobras que tentam impor a visão homossexual na sociedade:
Acreditamos que a promoção agressiva de certos comportamentos e sistemas de valores, que podem ser um insulto para os sentimentos duma considerável porção da sociedade sob o pretexto de proteger os representantes das minorias sexuais, é inadmissível.

Devido a isto, nós dissociamo-nos das porções escritas relevantes da declaração (...) .

As palavras da Declaração do Encontro dos Ministros dos Negócios Estrangeiros diz:
Os ministros reafirmam que os direitos humanos e as liberdades fundamentais são direitos de nascença de todos os indivíduos, macho e fêmea, incluindo lésbicas, gays, bissexuais ou indivíduos transgénero.

Em muitos países do mundo estes indivíduos frequentemente enfrentam a morte, a violência e a descriminação devido à sua orientação sexual.

O ponto de vista russo é reflectido numa frase distinta debaixo duma nota de rodapé:
A Federação Russa desassocia-se da linguagem fornecida dada a ausência de qualquer definição explícita ou provisão relacionada com tal grupo ou tais pessoas como possuidores de direitos distintos segundo as leis internacionais em torno dos direitos humanos.

Fonte

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O grupo mundial que mais sofre perseguição são os Cristãos mas os políticos europeus e americanos estão mais preocupados com os "direitos" de quem gosta de inserir o seu apêndice no ânus de outro homem - ou os direitos de quem num dia se acha uma mulher mas no dia seguinte já é um homem - e não nos direitos de quem apenas quer ser deixado em paz e adorar o Senhor Jesus Cristo.

Como diz o representante russo, não há necessidade de destacar a comunidade LGBT acima do resto da população. Se são direitos humanos os que têm que ser protegidos, então a comunidade LGBT - que é composta exclusivamente por seres humanos - já os tem protegidos. Pelo menos no ocidente.

Mas, claro, os gayzistas fazem isso por motivos puramente ideológicos - e não por genuína preocupação pela condição dos homossexuais. Nós sabemos disso porque os seus esforços de "defesa" dos "direitos" homossexuais são practicamente inexistentes nos países onde os homossexuais são executados em praça pública: os países islâmicos.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Maioria dos russos acredita que a homossexualismo é um vício

Estudo comissionado pelo "Russian Public Chamber ", e levado a cabo pela agência de tecnologias sociais Politekh, verificou que 74% dos russos considera o comportamento homossexual (homossexualismo) uma perversão da natureza humana enquanto que 15% acredita que o mesmo é uma orientação sexual normal.

Para além disso, 79% dos inquiridos expressou opinião contrária aos "casamentos" unissexuais ao mesmo tempo que 13% expressou opinião favorável.

87% dos russos concorda com a proibição das paradas de "orgulho gay" mas 9% mantém opinião contrária.

82% dos participantes da pesquisa acredita que os homossexuais nunca deveriam ter permissão para trabalhar junto a crianças ou adolescentes. 13% não vê problemas com isso.

Nesta pesquisa levada a cabo via telefone entre pessoas com idades acima dos 18 anos, 1800 pessoas foram questionadas em 149 cidades.

Fonte

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