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sábado, 7 de setembro de 2013

Lésbica esfaqueia rapariga até à morte por esta se recusar a namorar com ela


Um assassinato comoveu os moradores da cidade de Jataí, em Goiás. A polícia encontrou nesta Terça-Feira (30) o corpo de uma jovem de 18 anos que estava desaparecida desde a manhã desta segunda. De acordo com a polícia, a estudante Bianca Mantelli Pazinatto foi esquartejada por duas adolescentes, uma de 16 e outra de 17 anos.

Segundo o delegado Regional da Policia Civil André Fernandes, Bianca desapareceu por volta da 9h30 da segunda. O corpo da vítima foi localizado no quarto da casa de uma das vítimas, embaixo da cama da jovem. Segundo a polícia, crime foi premeditado e ocorreu no interior da residência, que fixa no Setor Granjeiro.

O corpo foi encontrado revestido por sacos plásticos e com as mãos amarradas para à frente. Segundo a polícia, a intenção das duas era retirar o corpo da casa e queima-lo em um bairro afastado do centro da cidade. As duas adolescentes confessaram o crime e alegaram que a motivação foi passional.

Ainda segundo a polícia, uma das menores queria ter um relacionamento amoroso com Bianca, mas a vítima não queria, o que teria motivado as duas a planear o crime. Na residência, foi apreendido um caderno com anotações sobre o assassinato, uma faca suja de sangue e uma mochila com outros objectos que teriam sido utilizados no assassinato.

Esse homicídio a princípio foi motivado por uma questão de passionalidade. Nós iremos pegar maiores detalhes, mas é um crime que não se justifica. Conseguimos a informação com o aparelho celular da vítima, e viemos até aqui (casa da suspeita). Uma das autoras é muito fria, agiu com frieza. O crime foi todo planeado”, disse o delegado.

As duas adolescentes estão apreendidas no complexo de delegacia da policia civil de Jataí, e devem ser transferidas para um centro de apreensão de menores infractores na capital do estado. A pena máxima para menores que praticaram o crime pode ser de três anos de reclusão.



domingo, 17 de março de 2013

Universitário é espancado por travestis e homossexuais em Vitória

VITÓRIA - Um universitário de 18 anos foi espancado por um grupo de homossexuais e travestis, na madrugada de Domingo, na Praia da Esquerda, na Ilha do Boi, em Vitória. A agressão, segundo o rapaz, teria acontecido depois que um conhecido dele fez piadas ofensivas ao grupo na praia. Ele levou 10 pontos na face e está com marcas de mordidas nas costas e nos dedos das mãos.

O estudante contou que participava de um luau no local. Por volta das 4h30m de Domingo, ele saiu com esse conhecido da praia, em direcção ao ponto de ônibus de um shopping, na Enseada do Suá. No caminho, ele e o outro rapaz passaram por um grupo de travestis e homossexuais.

"Ele começou a fazer piadinhas com o grupo. Eles, então, vieram atrás da gente. Eu acabei pagando o pato. Ele conseguiu escapar e eu fui agredido. Não fiz nada, não sou preconceituoso. Quebraram uma garrafa de vidro nas minhas costas, me deram mordidas e me arranharam" - contou o universitário.

Três moradoras da Ilha do Boi, ao ver a cena, começaram a gritar. Assustado, o grupo se dispersou. O rapaz, então, chegou a ligar para o Samu para pedir uma ambulância. Mas, como foi dito que não havia veículo disponível, as próprias moradoras o socorreram, levando-o para o Hospital São Lucas.

O universitário levou 10 pontos na face e ficou com hematomas. No Domingo à tarde, após sair do hospital, ele foi até o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vitória registrar queixa. Nesta segunda, ele fez exame de lesão corporal no Departamento Médico Legal (DML) e prestou depoimento na Divisão de Homicídios.

A polícia vai pedir as imagens das câmeras da Praia da Esquerda, na Ilha do Boi, Vitória, para ver se a acção do grupo que agrediu o estudante foi gravada. Também serão analisadas imagens de câmaras de casas próximas. O universitário agredido está confiante na identificação dos suspeitos. 

"Eu fui me divertir e aconteceu isso. Não sou preconceituoso, nunca me incomodei com a opção sexual das pessoas. Pela violência deles, a intenção era me matar" - disse.

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Não esperem que este tipo de notícia seja difundida pelos orgãos de "informação" sob o controle dos marxistas culturais.

domingo, 1 de abril de 2012

Violência doméstica termina com circo gay

Como é dia 1 de Abril, não sei se isto é verdade ou não, mas o vídeo parece genuíno.

Isto eram os "pombinhos" em 2010.

Mas o Manuel (esquerda) foi rejeitado pelo Fernando. Pior, o Fernando trocou o Manuel por uma mulher.

O genuíno é sempre melhor que a cópia e um homem nunca vai ser uma mulher.

Eis aqui o vídeo com o testemunho do rejeitado. Preparem os lenços porque a história é hilariante comovente.

Não se esqueçam: a esquerda militante (e a "direita" pró-sodomia) quer entregar crianças inocentes a pessoas com este tipo de desvios.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Cantora Joanna é acusada de agressão por sua ex-companheira


Segundo informações do jornal "O Dia" desta quinta-feira (15), a cantora Joanna está sendo acusada de agressão pela sua ex-companheira e empresária Maria Marta Vieira.

Maria confirmou ao jornal que entrou com um processo contra a ex em agosto deste ano e apresentou diversas fotos de marcas de espancamento à publicação. De acordo com o jornal, a briga teria ocorrido no dia 11 de janeiro de 2010.

"Ela me pegou pelas mãos e começou a me chutar. Me bateu de quase me matar. Fiquei cheia de marcas nos pulsos e de esganamento no pescoço. Não sei como, mas ela ainda foi cantar em Volta Redonda no dia seguinte", disse Maria ao "O Dia".

Procurada pelo jornal, Joanna teria se negado a comentar as declarações de Marta. Já na delegacia, a cantora teria declarado que agiu em legítima defesa, e descreve a empresária, com quem viveu durante 20 anos, como ciumenta e possessiva.

Já Maria Marta conta que descobriu que estava sendo traída por Joanna em 2007. “Eu a flagrei, em Portugal, com a namorada de sua melhor amiga na época, uma pessoa muito rica e influente e que abriu muitas portas para ela lá. Hoje, não suporta a Joanna”, lembra.

Mesmo sabendo da traição, as duas viajaram juntas algumas vezes como se nada tivesse acontecido. Em 2008, na volta de um dos passeios, Joanna e Maria Marta discutiram de novo. "Discutimos novamente e ela me ameaçou, dizendo que se eu não saísse de casa, aconteceria uma tragédia. Em março de 2009, terminamos a relação, mas continuamos morando na mesma casa. Hoje, estou quase passando fome, e a Joanna está bancando essa portuguesa, que é uma professora de História, uma pobre coitada”, descreve.

Recentemente, Joanna lançou o CD "Em Nome de Deus — Joanna Canta Padre Zezinho", comemorando seus 30 anos de carreira e 45 anos de vida musical do padre. Porém, a cantora está meio sumida da mídia desde 2009.

De acordo com o jornal, Joanna estaria refugiada em uma fazenda em Pernambuco, por conta dos problemas com a ex Maria Marta.

Procurada, a assessoria de imprensa da gravadora Sony, pela qual Joanna lançou o último disco, confirma que a cantora não tem nenhum trabalho agendado para promover o novo CD. Atualmente, quem responde por sua agenda é o pernambucano Mario Luiz.

-Fonte-

sábado, 3 de setembro de 2011

Quando a orientação sexual do assassino não interessa

Julio Severo
Nesta semana, dois homens foram encontrados mortos a facadas num apartamento de São Paulo. Não, não foi um crime “homofóbico”. Aliás, a imprensa diz que a motivação do crime é “incerta”.
Quando um homossexual é assassinado às altas horas da madrugada numa zona de drogas, prostituição e violência, salve-se quem puder: ninguém está a salvo de ataques da imprensa, que não tem nenhuma incerteza sobre a “motivação” do crime. Pastores, padres e membros de igrejas cristãs viram automaticamente alvos de acusações impiedosas de jornalistas que sem nenhum escrúpulo os chamam de “homofóbicos” e incitadores de ódio e violência.
Mas quando o homossexual é autor de crimes, a imprensa varre sua identidade homossexual para debaixo do tapete.
Quando o praticante de sodomia é vitima, a imprensa faz questão de destacá-lo abundantemente como “homossexual”. Quando ele é o criminoso, a imprensa faz questão de apresentá-lo apenas como homem ou mulher.
A imprensa dá ampla cobertura aos seus favorecidos homossexuais em seus crimes, protegendo-os de constrangimentos provocados por seu estilo de vida. Mas não há proteção alguma para quem está fora dos favores da mídia descaradamente parcial.
Os homossexuais, pois, não podem reclamar de que não têm nenhuma proteção, que é por eles recebida em excesso por uma mídia tão disposta a favorecê-los que acoberta seus pecados e crimes. Os exemplos são abundantes, mas vou citar apenas o caso desta semana:
SUSPEITO DOPOU VÍTIMAS ANTES DE MATÁ-LAS NA RUA OSCAR FREIRE
O suspeito de assassinar duas pessoas em um apartamento da rua Oscar Freire, área nobre da zona oeste de São Paulo, dopou as vítimas antes de cometer o crime.
Segundo a polícia, Lucas Cintra Zanetti Rosseti, 21, misturou medicamentos tarja preta (de uso controlado) nas bebidas do analista de sistemas Eugênio Bozola, 52, e do modelo Murilo Rezende da Silva.
"O suspeito era mais fraco que os dois. Para matá-los a facadas tinha que fazer com que eles, de alguma forma, ficassem mais vulneráveis", disse o delegado Mauro Dias, do DHPP (departamento de homicídios).
Rosseti, segundo a polícia, matou Bozola e Rezende a facadas. Antes de fugir do prédio com o carro do analista de sistemas, deixou suas roupas, seu tênis e as facas usados no crime espalhadas pela casa.
Nas paredes do apartamento, deixou inscrições como CV, ZO e viado. Todas feitas com o sangue das vítimas.
"Ele tentou dissimular o crime. Queria passar a falsa impressão de que o crime teria sido cometido pelo Comando Vermelho ou por alguém da zona oeste de São Paulo", afirmou Dias.
Natural de Igarapava (446 km de São Paulo) Rossetti estava hospedado na casa de Bozola desde o dia 14 de agosto.
"Eles se conheciam de Igarapava. O Eugênio [Bozola] costumava trazer amigos de lá para passar uma temporada em São Paulo", contou o delegado.
Confesso que quando li essa “reportagem”, não vi nada homossexual, pois o texto não faz a mínima referência à homossexual ou homossexualidade. Tudo o que deu para pensar foi: que crime hediondo e inexplicável!
Depois, acabei lendo outro jornal:
HÓSPEDE É APONTADO COMO SUSPEITO POR ASSASSINATOS NA OSCAR FREIRE
SÃO PAULO — Um jovem de 21 anos é apontado pela polícia como principal suspeito pela morte do analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52, e do modelo Murilo Rezende da Silva, de 21, em um apartamento na Rua Oscar Freire, na zona oeste da capital paulista. Segundo os investigadores, o suspeito é Lucas Zannetti. Natural de Igarapava, no interior de São Paulo, mesma cidade de Eugênio, ele estaria como hóspede no apartamento do analista desde o Dia dos Pais.
A polícia chegou ao rapaz por relatos de amigos das vítimas. No fim de semana anterior ao assassinato, Lucas teria ido com Eugênio e outro colega a uma boate gay na zona oeste da cidade, e depois a uma pizzaria. A identificação foi feita através de imagens de câmeras de segurança dos locais. De acordo com a polícia, um tênis encontrado no apartamento era o mesmo que ele usava naquele dia. Havia marcas de sangue, que chegaram a ser lavadas.
Ainda segundo a polícia, o carro do analista com que Lucas fugiu foi visto pela última vez no pedágio do município de São Simão, no interior paulista. A motivação do crime, ocorrido na madrugada da última terça-feira, continua incerta
É verdade que o Estadão também não disse que o assassino é homossexual, mas sem querer ou não, deixou uma pista de fora:
No fim de semana anterior ao assassinato, [o assassino] Lucas teria ido com Eugênio e outro colega a uma boate gay na zona oeste da cidade.
Apesar disso, ambos os jornais não ousam identificar o assassino como homossexual. A Folha de S. Paulo nem quis citar que eles estiveram numa boate gay — uma informação altamente comprometedora. Qualquer identificação homossexual foi varrida directamente para debaixo do tapete. Quanto mais clara é a motivação homossexual de um crime, mais a imprensa esquerdista trabalha para maquiá-la e acobertá-la.
O grande problema é que acobertar o pecado gera injustiças e crimes. Por isso, se as leis começarem a proteger os homossexuais do jeito que a imprensa esquerdista já faz há muito tempo, a sociedade verá mais injustiças e crimes violentos. Só não verá a motivação deles, pois tudo estará escondido debaixo do tapete. Com a ajuda da Folha de S. Paulo e outros jornais, tudo o que a sociedade verá são crimes com “motivação incerta”.
Fonte: www.juliosevero.com
[Meu Comentário] Por quanto tempo mais a imprensa esquerdista mundial vai tentar esconder a realidade de que alguns dos crimes mais violentos contra os homossexuais são feitos por outros homossexuais? A violência entre homossexuais é superior que a violência entre heterossexuais. Porque é que muito poucos falam nisso?

Estas agências noticiosas, que deveriam reportar a verdade, hoje em dia são soldados do esquerdismo ao proteger um dos grupos sociais que mais rapidamente faz avançar o socialismo: os homossexuais.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Rússia: Canibal homossexual mata e cozinha namorado


Um jovem de 21 anos foi detido pelas autoridades de Mourmansk, noroeste da Rússia, acusado de matar e comer um homem de 32 anos que conheceu na internet, num site de encontros homossexuais.

A história remonta ao passado dia 19 de Agosto, data em que o jovem canibal atraiu a sua casa o namorado virtual que acabou morto por envenenamento, retalhado com mão de mestre e cozinhado com requinte de grande ‘chef’.

Durante uma longa semana, o canibal de Mourmansk cozinhou os restos mortais do companheiro com muita imaginação e competência culinária, a saber, filetes, croquetes, salsichas... "O único móbil do crime do homicida era, precisamente, comer carne humana", conclui o relatório policial, divulgado ontem.

O desaparecimento da vítima foi denunciado pela mãe, tendo a polícia chegado ao seu trágico fim através do computador . O criminoso enfrenta agora uma pena de 15 anos de prisão.

Em 2002, quando veio a público o caso do canibal alemão Armin Meiwes, contratado pela vítima, via internet para a matar e comer, as autoridades alemãs estimaram em 10 mil os entusiastas do canibalismo nas suas duas variantes: activa e passiva.

-Fonte-



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Dr Louis Chen mata parceiro sexual e o filho

Há medida que a engenharia social vai produzindo uma transformação fundamental nas normas e instituições da civilização ocidental, as concepções politicamente correctas do que é uma família estão a produzir uma devastação bizarra.

O Dr. Louis Chen e o seu parceiro de longa data, Eric Cooper, nutriam um desejo enorme de "terem" um filho. Enquanto Chen trabalhava no "Veterans Administration Medical Center" em Minneapolis, eles iniciaram o longo processo de "terem" um filho através duma barriga de aluguer.

A "sua" criança não foi adoptada dum país estrangeiro, como reportado originalmente, mas sim concebida a partir do esperma de Chen e dum ovo duma mulher anónima do Taiwan. Segundo os amigos, a gravidez foi levada a cabo por uma mulher de Oregon.

Quando a criança nasceu há 3 anos atrás, ele foi adoptado por Eric e recebeu o nome de Cooper Chen.

Um amigo que frequentou a escola médica com Chen disse:

Eles amavam o bebé. Adoravam-no. Era uma coisa em que eles estavam de acordo e isso era muito doce.
Bolas, estou a ficar emocionado com tanto amor.

Mas algo aconteceu entretanto.....

Chen, de 39 anos, é agora acusado de ter morto Cooper, de 29 anos, e o seu filho na passada 5ª Feira no apartamento que partilhavam.
Um juiz distrital determinou que há motivos para manter Chen em custódia sob acusação de duplo homicídio agravado.

Um pouco da história do casal:

Os dois homens conheceram-se há 12 anos quando Chen, emigrado do Taiwan, frequentava a "University of Chicago Pritzker School of Medicine" e Cooper era um adolescente de 17 anos a frequentar a escola secundária em Tinley Park, Ill.

Os familiares de Cooper disseram que ele fugiu de casa para estr com Chen.

Portanto, tal como muitos na comunidade homossexual, Chen sentiu-se impelido a atacar e a aliciar um menor.

Só um esquerdista é que se admira que a história não acaba bem - chegando ao ponto de Chen abrir a porta do seu apartamento nu e coberto do sangue da sua "família".

Louis-Chen
Louis Chen, homicida e pioneiro social


terça-feira, 9 de agosto de 2011

PSP investiga violência entre ex-deputado e o "marido"

No dia 12 de Julho, por volta das sete da manhã, a PSP recebeu um pedido de ajuda. Carlos Eduardo Maceno de Sá, venezuelano de 25 anos, tinha sido alegadamente agredido pelo "marido", Jorge Nuno de Sá, ex-deputado do PSD, com quem se "casou" a 31 de Janeiro deste ano.

Segundo fonte da PSP, o ambiente na residência do "casal" estava calmo, apesar do jovem massagista apresentar "escoriações no pescoço e dizer que o marido o tinha tentado asfixiar". Porém, a mesma fonte garantiu ao DN que o "marido" do antigo presidente da JSD encontrava-se "embriagado".

Contactado pelo DN, o social democrata - actualmente coordenador para a educação na Junta de Freguesia de Alcântara, em Lisboa - negou as acusações. "Não falo da minha vida privada, mas nunca agredi ninguém."

Carlos Maceno, de 25 anos, não quis igualmente comentar o assunto, mas adiantou ao DN que está separado do marido.

PSP investiga violência entre ex-deputado e o marido
"O meu marido bate em mim"

-Fonte-


Moral da história: cuidado com os massagistas de Alcântara!

Moral da história (2): com "direita" assim, quem precisa dos esquerdistas?

domingo, 24 de julho de 2011

Homossexual mata namorado com vassoura após recusar sexo oral

Fernando Amaral, de 44 anos, andava revoltado com o facto de o namorado, Manuel Santos, de 66, ter começado a pedir esmola nos mesmos locais, pelo que, quando o companheiro lhe pediu que fizesse sexo oral recusou prontamente.

Os dois homens começaram então a discutir e envolveram-se numa violenta luta que apenas terminou quando Fernando espetou o cabo de uma vassoura na boca do namorado, provocando a sua morte. Foi a 3 de Agosto do ano passado, em Valença, e Fernando está agora acusado de homicídio qualificado.

"Ele não sofreu muito, só gritou duas vezes e apenas demorou duas horas a morrer, não é muito tempo", disse o homicida, que viu o namorado agonizar. Contou-o à PJ quando foi detido.

Segundo a acusação do Ministério Público, que o Correio da Manhã consultou, além de andar furioso por Manuel pedir esmola nos mesmos locais, Fernando desconfiava ainda que tinha sido o namorado a denunciar à Segurança Social que aquele deixava outras pessoas dormir na sua casa, que era paga pela instituição.

No dia do crime, o casal [sic] bebeu sete caixas de garrafas de vinho e chegou a casa por volta das 22h30. Manuel tentou manter contactos sexuais com o parceiro, mas aquele recusou-se e começou a agredi-lo. O cabo acabou por partir, o homicida espetou-o na boca do namorado e rodou-o várias vezes. Não satisfeito, Fernando saltou ainda para cima da vítima e pulou diversas vezes em cima do seu corpo. Permaneceu ao seu lado e acabou por se entregar à GNR.

TOMOU BANHO E BEBEU CERVEJA APÓS O CRIME

Após assassinar o namorado, Fernando pegou em todas as fotografias e documentos de Manuel e cortou-os com uma tesoura. De seguida, tomou banho e mudou de roupa. Antes de sair de casa, o homicida tirou os chinelos da vítima, lavou-os e colocou-os no caixote do lixo juntamente com as fotografias que tinha cortado.

Fernando dirigiu-se então até a um café próximo de casa, bebeu uma cerveja, comprou cigarros e só depois confessou ao proprietário o que tinha feito. "Matei uma pessoa à vassourada e ao pontapé", disse o homem. De seguida foi entregar--se à GNR de Valença.

Fonte


Mais um crime a adicionar à lista de crimes causados pela "homofobia". Ou não?

Para além disso, não deixa de ser curioso que a notícia não tenha uma única vez a palavra "homossexual" lá escrita. Mas todos nós já sabemos que, para o esquerdismo, o que importa é o avanço da ideologia e não a verdade.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Vitória Cristã contra grupo homossexual violento

Lansing, Michigan, EUA, 13 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — O Tribunal Federal Regional de Michigan concedeu vitória a uma igreja evangélica em Lansing, Michigan, depois que ela entrou com uma ação contra um grupo gay que se proclama como “anarquista”, chamado Bash Back!, por causa de sua manifestação e desordem num culto de domingo.
Membros do Bash Back! numa foto de seu site
De acordo com o blog de Bash Back!, em 9 de novembro de 2008, 30 membros da organização provocaram desordem durante o culto de domingo, que estava bem cheio, na Igreja Monte Esperança.
Ao meio dia, um pequeno grupo de pessoas vestidas de rosa e preto, equipadas com um megafone, bandeiras negras, placas de protesto e uma cruz invertida rosa começou a fazer uma manifestação do lado de fora da igreja”, escreveram eles. “O grupo estava extremamente barulhento e selvagemente ofensivo”.
Depois que o grupo enganou e atraiu os funcionários de segurança para fora da igreja, uns 15 membros da organização que já haviam se infiltrado na congregação se prepararam para ação.
“Um grupo se levantou, se declarou bichas e começou a gritar alto. Ao ouvir a desordem e os gritos, outros grupos semelhantes entraram em ação. Uma equipe que estava escondida debaixo dos bancos na galeria exclusiva estendeu uma bandeira e abriu as cortinas para revelar as palavras ‘É NORMAL SER GAY! BASH BACK!’ Outro grupo atirou mil panfletos para a congregação inteira. O alarme contra incêndio foi acionado. Os homossexuais começaram a fazer encenações na frente do pastor. E dentro de uma questão de minutos, todos haviam se esquivado dos guardas e escapado”.
De acordo com a organização Right Michigan, os manifestantes também jogaram camisinhas, brilho, confete e panos rosa.
A Igreja Monte Esperança entrou com uma ação judicial em março de 2009 com a assistência do Fundo de Defesa Aliança (FDA). A igreja alegou que as ações do grupo constituíam “atos de obstrução física e intimidação” e “violação de propriedade”.
Numa entrevista para LifeSiteNews.com (LSN), Dale Schowengerdt, do FDA, disse: “As pessoas deveriam ter o direito de ir para a igreja sem medo de serem atacadas. Nesse caso, o grupo Bash Back! estava vandalizando e provocando desordens durante os cultos em igrejas nos EUA. A Igreja Monte Esperança entrou com ação para dar um basta nisso”.
O mandado de segurança contra Bash Back!, decretado em 11 de julho de 2011, declara que eles estão proibidos de atrapalhar cultos religiosos em qualquer parte dos Estados Unidos, e eles não podem conduzir um protesto nem destruir propriedade “nas áreas particulares de qualquer local de adoração nos Estados Unidos”.
“Esse mandado de segurança é uma penalidade dura: uma multa de 10 mil dólares se fizerem isso de novo em qualquer lugar do país. Por isso, esse mandado protege todas as igrejas do país. É uma pena dura e uma aviso severo dos tribunais”, disse Schowengerdt do FDA para LSN.
“Se Bash Back! ou qualquer outro grupo está pensando em adotar semelhante ação contra as igrejas, seria melhor pensarem muito nisso porque sem demora entraremos com ações para deter isso”.
“O povo deste país tem o direito de ir para a igreja em paz. Esse é um direito constitucional e fortemente protegido pela lei federal”.
Artigos relacionados:
Multidão agitada de homossexuais ataca física e sexualmente grupo cristão de oração
Esta é a "igualdade" que os activistas homossexuais tinham em vista; "igualdade" para poder intimidar os Cristãos nos seus locais de culto.

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