terça-feira, 20 de março de 2012

Nobel da Paz contra descriminalização da homossexualidade


Ellen Johnson Sirleaf, galardoada com o Nobel da Paz em 2011 e Presidente da Libéria, defendeu esta segunda-feira a criminalização da homossexualidade no país.

Numa entrevista conjunta ao jornal The Guardian, com o ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que está de visita àquele país, Sirleaf defendeu que descriminalizar a homossexualidade, designada na Libéria de “sodomia voluntária”, vai contra os “valores tradicionais” que os liberianos pretendem preservar.

A homossexualidade é punida naquele país com pena de prisão de um mínimo de um ano.

Recorde-se que Ellen Johnson Sirleaf foi distinguida com um Nobel da Paz pelo seu papel na reconstrução do país, devastado por 14 anos de guerra civil.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais, de acordo com jornalista gay


Grã Bretanha, 6 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Com o surgimento de um movimento homossexual cada vez mais militante e até violento que vem ameaçando e agredindo cristãos por sua oposição à agenda política deles, os activistas homossexuais nos EUA e Europa estão sendo cada vez mais acusados de “homofascistas”.
Agora um jornalista que se descreve como “gay esquerdista” na Grã Bretanha confessou que a tendência fascista dos homossexuais é muito mais do que uma alegoria retórica dos conservadores.
Num artigo recente no jornal ultra-esquerdista Huffington Post, Johann Hari, repórter do jornal Independent, chama a atenção para o fato de que, apesar de oficialmente condenar a sodomia, a liderança dos movimentos fascistas europeus é dominada por homossexuais.
Se você viajasse de trem por toda a Europa, fazendo paradas apenas com gays fascistas, você não perderia muitos locais interessantes”, Hari escreveu com admirável franqueza.
O autor observa que “quando o Partido Nacional Britânico — nossos próprios fanáticos negadores do Holocausto cultivados na própria Inglaterra — anunciou o lançamento de um candidato abertamente gay nas eleições europeias de Junho próximo, seguidores devotos do fascismo não demonstraram nenhuma surpresa”.
A verdade torcida é que os homens gays sempre estiveram no coração de todo grande movimento fascista que já houve — inclusive o Terceiro Reich que matava gays e os enviava para câmaras de gás. Com a excepção de Jean-Marie Le Pen, todos os fascistas mais famosos da Europa nos trinta anos passados eram gays”.

É hora de confessarmos algo. O fascismo não é algo que ocorre por aí, um hábito nojento adquirido por caras heterossexuais. É — em parte, pelo menos — algo gay, e é hora de os gays não-fascistas acordarem e enfrentarem a música de marchar”. Hari fornece aos leitores uma longa lista de homossexuais nos movimentos fascistas europeus, começando com Ernst Rohm, um dos fundadores do Partido Nazista, cuja liderança da organização paramilitar do partido, a SA, rivalizava com a do próprio Hitler.

As fileiras mais elevadas da SA, diz Hari, eram quase que exclusivamente homossexuais. Ele também cita o historiador Lothar Machtan, que conjectura que um dos motivos por que Hitler mandou matar Rohm era para silenciar a especulação acerca de seu próprio possível passado homossexual.

De acordo com Hari, a tendência homossexual no nazismo se reflete fortemente entre os europeus fascistas de hoje. Ele observa que “o fascista holandês” Pim Fortuyn era um homossexual declarado que falava publicamente sobre sua conduta homossexual.

Jorg Haider, do neofascista Partido Liberdade da Áustria, morreu após sair de um bar homossexual, depois de muitas especulações dos meios de comunicação acerca de seus relacionamentos homossexuais. Michael Kuhnen, líder do movimento neofascista da Alemanha na década de 1980, morreu de AIDS no começo da década de 1990 depois de reconhecer publicamente sua homossexualidade. A lista é interminável, diz Hari.
Hari cita Bruce LaBruce, produtor de filmes pornográficos homossexuais, que declara abertamente que “toda pornografia gay hoje é implicitamente fascista. O fascismo está em nosso coração, pois sua essência é glorificar a supremacia masculina branca e tornar interessantes a dominação, a crueldade, o poder e as horrendas figuras de autoridade”.
Peter LaBarbera, presidente de Americans for Truth About Homosexuality (AFTAH), comentando sobre o artigo de Hari, disse para LifeSiteNews que “claramente, vimos há anos conversando sobre isso, temos visto algo que estamos chamando de homofascismo no movimento gay americano, e de fato temos visto esse tipo de tendência fascista, por falta de uma palavra melhor, ressurgindo”.
LaBarbera recorda as tácticas de intimidação e a profanação de igrejas empreendida por activistas homossexuais em anos recentes. Ele crê que o envolvimento de homossexuais em políticas extremistas é uma expressão do estado mental perturbado deles.
Não deveria ser surpresa descobrir que pessoas com uma psicologia desajustada sejam achadas em movimentos políticos extremistas desordeiros como o comunismo e o fascismo. As tendências políticas de tais indivíduos muitas vezes reflectem seus problemas psicológicos”, LaBarbera disse para LifeSiteNews.
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sábado, 17 de março de 2012

É a elite (e não a população) quem quer avançar com a agenda homossexual

Comentador afirma que os esforços para a redefinição do casamento não estão a ser desenvolvidos pela população em si mas pela elite esquerdista que se quer sentir superior ao resto da sociedade.

Brendan O’Neill defende que o "casamento" homossexual é uma arma da elite – um teste com papel tornassol em torno dos "valores" cosmopolitas - e não uma exigência da população. É uma forma dos seus defensores "olharem de cima para baixo, com uma arrogância não diluída" para as pessoas que acreditam que o casamento é entre um homem e uma mulher, escreve O'Neill.

Ele defende que o forcing pelo "casamento" homossexual não conta com o apoio popular nem mesmo vem do desejo dos homossexuais em se "casarem". O mesmo é avançado por uma máquina política que quer assumir superioridade sobre as massas - especialmente sobre os religiosos.

Ele afirma que a falta dum debate político é "bizarro" e mostra que os seus apoiantes perseguem "sensações morais, um ímpeto de superioridade".

As suas palavras chegam numa altura em que uma nova sondagem mostra que 70% dos inquiridos não querem uma redefinição de casamento. Para além disso, uma organização popular (Coalition for Marriage) recolheu já mais de 115,000 assinaturas na sua petição em torno da oposição ao "casamento" homossexual.

Até a Igreja Anglicana, imersa que está no esquerdismo total, e na pessoa do Arcebispo Canterbury, o Dr Rowan Williams, afirmou que o casamento não deveria ser redefinido por lei.

Fonte

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É precisamente por isso que os activistas homossexuais preferem que este assunto seja imposto na sociedade através dos políticos (como foi feito aqui em Portugal) do que em referendo popular. Eles estão bem cientes de que o "casamento" homossexual é do interesse dos políticos mas totalmente contra os interesses da maioria da população dos países.

Não conheço um único país onde o "casamento" homossexual tenha sido imposto por lei após consulta popular. Se souberem, partilhem.


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quinta-feira, 15 de março de 2012

Activista homossexual mostra o seu "respeito" pela Igreja Católica

Dedicado a todos os "cristãos" que se alinham com a agenda homossexual ao não a denunciarem por aquilo que ela é: um ataque à liberdade de expressão.

Escusado será dizer isto, mas estes activistas nunca seriam capazes de ser coerentes e levar a cabo iniciativas semelhantes em mesquitas.

Inglaterra: Carta contra "casamento" homossexual lida nas igrejas

A Igreja Católica intensificou a sua campanha no Reino Unido contra o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

Numa carta lida em 2500 igrejas do Reino Unido, a Igreja Católica apela aos fiéis para que preservem o verdadeiro significado do casamento.

Na carta, o arcebispo Vincent Nichols, chefe da Igreja Católica em Inglaterra e no País de Gales, e o arcebispo do distrito de Southwark em Londres, Peter Smith, pedem aos católicos para "fazerem tudo o que podem para garantir que o verdadeiro significado do casamento não se perde para as gerações futuras".

Segundo os Cristãos, legalizar as uniões entre pessoas do mesmo sexo mudaria a natureza reduzindo o casamento a um compromisso entre duas pessoas. "Deixaria de haver o reconhecimento da complementaridade entre homem e mulher ou de que o casamento tem como objectivo a procriação e a educação das crianças".

Fonte

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Como acontece com frequência, se não for a Igreja a lutar pela preservação da moral e dos bons costumes, a civilização ocidental é facilmente destruída. Deve ser por isso que os marxistas culturais, que querem destruir a civilização ocidental, nutrem um ódio intenso ao Cristianismo.


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