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segunda-feira, 26 de março de 2012

Inglaterra: O verdadeiro motivo por trás do "casamento" homossexual

Sendo já o alvo de várias críticas internas por ter cedido às pressões da anti-democrática União Europeia, o Primeiro Ministro (PM) inglês David Cameron surpreendeu tudo e todos quando subitamente deu início a movimentações que visam legalizar o "casamento" homossexual, num gesto que visa antecipar uma decisão legal da Comissão Europeia que pode declarar a actual definição de casamento existente no país como "discriminatória".

Nigel Farage, líder do popular partido inglês UKIP não só é desta opinião como acrescenta:

Nos 12 anos que tenho sido um MEP, recebi uma quantidade enorme de mensagens provenientes dos constituintes - pedindo-me que desse apoio a uma coisa ou que me opusesse a outra causa. Nunca durante este tempo todo alguém me pediu que me opusesse ou desse apoio ao "casamento" homossexual.
Farage descreveu um encontro não esperado em Bruxelas que contou com a presença do activista homossexual Peter Tatchell, cujo caso contra a definição legal britânica de casamento está em vias de ser analisada pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH).

Farage diz:

Mas é claro! Fui tão estúpido. Porque é que não pensei nisso antes? Tinha que existir um ponto de vista europeu por trás disto.
Os conselheiros legais do partido de Farage, UKIP, afirmam que o caso trazido por Tatchell ao TEDH quase de certeza que será vitorioso, o que colocaria Cameron na posição de ter que se submeter à mais uma decisão dum tribunal estrangeiro, sobejamente odiado pela população britânica.

Isto revelaria Cameron como fraco e ineficiente.

O comboio Tatchell foi visto a aproximar-se e como tal, Cameron está a fazer os possíveis para se afastar do seu caminho.

O facto de Cameron subitamente ter dado início a esta causa, que nem estava nos horizontes, sugere que o caso [de Tatchell] dirige-se a uma audição eminente e os seus conselhos jurídicos são os mesmos que os meus.

Cameron foi já alvo de fortes críticas devido à sua decisão de ignorar uma promessa eleitoral tendo em vista um referendo a papel da Grã-Bretanha na União Europeia.

A relação entre a Grã-Bretanha e a União Europeia estão já a ser alvo de escrutínio crescente, numa altura em que 80% das leis que são aprovadas em Westminster são cópias de directrizes da União Europeia.

A última coisa que Cameron precisa agora é ter os tribunais Europeus declararem a nossa lei discriminatória e exigir que ele a altere.
O esforço de Cameron em torno do "casamento" homossexual é oposto por virtualmente todas as forças religiosas do país, e 70% da opinião pública.

Fonte

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Portanto, o avanço do "casamento" homossexual na Inglaterra é só uma forma de David Cameron não ser mais uma vez humilhado pela União Europeia quando estes exigirem que ele altere a vigente definição de casamento de modo a que o homossexualismo seja artificialmente elevado para a posição única da sexualidade normal.

Impressionante como bastou um activista homossexual (Peter Tatchell) para que o PM britânico desse início a um processo que visa destruir uma instituição como forma de satisfazer o lobby homossexual e os desejos imperialistas da União Europeia.

O facto de 70% da população se opor a alteração da definição de casamento é irrelevante. O que interessa é o que a elite quer.

Como é normal em virtualmente todos os movimentos esquerdistas, o gayzismo é um movimento duma elite, e não algo que parte do grupo que essa elite diz representar. Os próprios homossexuais não parecem muito interessados no "casamento" homossexual. Veja-se este e este texto.

A celebridade homossexual Christopher Biggins afirma que está feliz com a união civil mas não quer redefinir o casamento uma vez que "nós não podemos ver-mo-nos livre de tudo".

Falando no programa diurno da ITV "Loose Women", ele disse: "Sou muito contra o casamento [homossexual] porque penso que isso é para os heterossexuais."

Biggins, que tomou parte numa união civil no ano de 2006, disse ainda:

Não podemos remover tudo; temos que nos agarrar a alguma coisa.
As suas palavras ecoam comentários seus feitos em 2005, quando as uniões civis forma introduzidas. Na altura ele disse:
Na minha opinião, o casamento deve sempre estar reservado para a união entre um homem e uma mulher primariamente com o propósito de gerar uma família.

Dar mais um passo e elevar as uniões civis para o estatuto de casamento seria gozar com a instituição [do casamento] que, apesar das suas falhas, há muitos séculos que tem sido positiva para a sociedade.

Mas como já foi dito em cima, a opinião da população não é relevante para o lobby gay.

sábado, 17 de março de 2012

É a elite (e não a população) quem quer avançar com a agenda homossexual

Comentador afirma que os esforços para a redefinição do casamento não estão a ser desenvolvidos pela população em si mas pela elite esquerdista que se quer sentir superior ao resto da sociedade.

Brendan O’Neill defende que o "casamento" homossexual é uma arma da elite – um teste com papel tornassol em torno dos "valores" cosmopolitas - e não uma exigência da população. É uma forma dos seus defensores "olharem de cima para baixo, com uma arrogância não diluída" para as pessoas que acreditam que o casamento é entre um homem e uma mulher, escreve O'Neill.

Ele defende que o forcing pelo "casamento" homossexual não conta com o apoio popular nem mesmo vem do desejo dos homossexuais em se "casarem". O mesmo é avançado por uma máquina política que quer assumir superioridade sobre as massas - especialmente sobre os religiosos.

Ele afirma que a falta dum debate político é "bizarro" e mostra que os seus apoiantes perseguem "sensações morais, um ímpeto de superioridade".

As suas palavras chegam numa altura em que uma nova sondagem mostra que 70% dos inquiridos não querem uma redefinição de casamento. Para além disso, uma organização popular (Coalition for Marriage) recolheu já mais de 115,000 assinaturas na sua petição em torno da oposição ao "casamento" homossexual.

Até a Igreja Anglicana, imersa que está no esquerdismo total, e na pessoa do Arcebispo Canterbury, o Dr Rowan Williams, afirmou que o casamento não deveria ser redefinido por lei.

Fonte

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É precisamente por isso que os activistas homossexuais preferem que este assunto seja imposto na sociedade através dos políticos (como foi feito aqui em Portugal) do que em referendo popular. Eles estão bem cientes de que o "casamento" homossexual é do interesse dos políticos mas totalmente contra os interesses da maioria da população dos países.

Não conheço um único país onde o "casamento" homossexual tenha sido imposto por lei após consulta popular. Se souberem, partilhem.


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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Governo canadiano ao serviço do destrutivo comportamento homossexual

Um programa televisivo Cristão foi recolocado no ar em Dezembro de 2010 depois de ter sido tirado do ar como castigo pelos seus comentários em torno do auto-destrutivo comportamento homossexual. Apesar do programa estar novamente a ser difundido, o "Canadian Broadcasting Standards Council" (CBSC) está agora a rever e a censurar o seu conteúdo.

O Dr. Charles McVety, presidente do "Canada Christian College" e o apresentador do programa afirma:

Nós falamos contra as novas propostas de currículo que iriam ensinar a identidade de género, seis géneros e a orientação sexual às nossas crianças.
Seis géneros? Onde é que eles foram buscar os outros 4?

McVety falou também contra os $400,000 que o governo canadiano ofereceu a uma parada de orgulho homossexual. No entanto, quando o governo ficou a saber da nudez e da presença de outro tipo de comportamento ilegal durante a dita parada, a oferta dos $400,000 foi cancelada.

O CBSC não permitiu que McVety respondesse, decidindo desde logo que ele havia violado o código de ética.

Não se sabe bem qual é o "código de ética" que oferece dinheiro público para "espectáculos" de nudez mas censura quem fala contra um comportamento sexual claramente inferior e destrutivo.

Em referência às críticas de McVety à parada de orgulho sodomita, o concílio determinou que o pregador havia usado a expressão "parada sexual" (durante um sermão) de um modo derogativo

Durante um sermão? O governo canadiano agora monitoriza e policia o que é dito nos púlpitos? Não é isso uma clara violação da separação entre a Igreja Teísta e o Estado anti-Cristão?

E qual é o mal em qualificar as paradas sodomitas de "parada sexual" se é isso mesmo que elas são? Para além das normais difamações e blasfémias contra Deus e ataques ao Cristianismo, as paradas homossexuais das grandes cidades americanas e canadianas são eventos onde se glorifica a sodomia, chegando-se mesmo a practicá-la em plena luz do dia e à vista de todos.

McVety diz ainda:

O código penal diz que as pessoas que estavam na parada deveriam ser acusadas. No entanto, e de uma forma estranha, eu é que sou acusado por falar contra isso.
Foi dito a McVety que, se ele cometer mais alguma "ofensa", ele vai ser permanentemente retirado do ar.

Ele tem que se censurar a si mesmo para não ofender as sensibilidades frágeis de quem anda nu e envolve-se em actos sexuais pelas ruas.

Faz sentido.

-Fonte-

terça-feira, 19 de abril de 2011

Genocídio contra homossexuais?

Don Hank
Há alguma ameaça de que os gays nos países ocidentais logo sejam exterminados por bandos de homófobos perigosos?
Pergunta muito ridícula, né?
Não, os gays gozam privilégios especiais aqui no Ocidente. Em San Francisco eles têm liberdade de vagar pelados pelas ruas durante a parada do orgulho gay na Folsom Street, praticando reais atos sexuais em público sob a total vista de desafortunados espectadores, inclusive crianças, que tiveram o azar de topar com esse cenário. (Não vou dar os links das fotos dessa perversão, mas se você quiser confirmação, basta buscar no Google usando as palavras chaves: folsom street gay pride ou coisas semelhantes).
Entretanto, muitos governos ocidentais estão aflitos com a “condição horrível” dos gays, ao mesmo tempo em que cristãos no mundo inteiro estão perdendo o direito de dar testemunho sobre a cura e o poder redentor de Deus por meio de Jesus Cristo. A agenda desses tiranos que nos governam mediante furtivas manobras fabianas sem nosso consentimento é evidente para todos os que têm pelo menos metade de um cérebro: Eles estão ansiosos para acabar com a cultura cristã tradicional — aliás, qualquer cultura minimamente decente que inclua o casamento tradicional, a lei e a ordem.
Enquanto isso, os novos governos “democráticos” no Oriente Médio massacram suas populações cristãs, enquanto gozam apoio total de quase toda a classe dominante — essa oligarquia que maneja um poder cada vez mais ditatorial através dos grandes meios de comunicação, universidades, sistema “educacional” e a vasta maioria das classes profissionais, e nossa própria classe dominante finge se importar profundamente com a perseguição aos gays.
Logo depois que o governo americano invadiu o Iraque, as igrejas cristãs assírias começaram a ser queimadas e suas congregações perseguidas, assassinadas e dispersas. Muitos agora vivem na Suécia. O governo americano não disse nada, fingindo que o único inimigo era o “terrorismo”, não o fanatismo islâmico. Os cristãos coptas no Egito estão neste momento sofrendo destino semelhante, graças em grande parte à colaboração do Ocidente. As forças armadas do novo governo “democrático” egípcio apoiado por Obama e pelos líderes da Europa atacaram um monastério copta logo depois que Mubarak foi derrubado da presidência, baleando e matando vários monges. A Irmandade Muçulmana, apoiada por Barack Obama, está por trás da matança e perseguição. A imprensa ocidental está de boca totalmente fechada.
Mas os meios de comunicação e a oligarquia nos dizem que são os gays que estão sendo perseguidos e estão em necessidade extrema de nossa proteção. É mentira. Os gays não estão sofrendo nem mesmo a fração de um por cento da perseguição que os cristãos estão sofrendo no mundo inteiro. No entanto, eles são a nova classe protegida, e governos como o do Brasil estão correndo para ajudá-los como se eles tivessem sido vítimas de um tsunami, terremoto e desastre nuclear.
Na maioria dos países, ninguém ousa mencionar que o estilo de vida deles provoca doenças como a AIDS ou outras DSTs. Ninguém pode nem mesmo dar um conselho e assistência para ex-gays ou pessoas com atrações indesejadas de mesmo sexo. Meu amigo brasileiro Julio Severo foi forçado a deixar sua pátria porque aconselhava os homens a vencer a homossexualidade e viver vidas seguras, saudáveis e morais.
Ele estava lhes oferecendo valiosa assistência.
Mas a liderança de extrema esquerda do Brasil, começando com o ex-presidente Lula e agora continuando com Dilma Rousseff (que é mais venenosamente anticristã e é uma ex-terrorista envolvida no assassinato de várias pessoas, inclusive um americano), diz que é ilegal ajudar os homossexuais a vencerem seu estilo de vida.
Qualquer pessoa que está nesse estilo de vida está praticamente enjaulada, por lei, pelo resto da vida.
Qualquer homem que deseja abandonar o sexo anal, por motivos de segurança, fé ou moralidade, ou quaisquer que sejam as razões, é aconselhado a deixar o Brasil.
Não há espaço para a decência no Brasil, que vem passando por um perfeito bombardeio de malignidade ultra-marxista e não tem como sair desse rumo. O resto do Ocidente está seguindo a mesma tendência.
E a maioria dos americanos (e europeus) não está atenta à tragédia moral que está se revelando no Brasil.
É hora de despertarmos e procurarmos conhecer as pessoas que vivem no mesmo hemisfério que nós. É hora de aprendermos uma nova palavra no vocabulário: Não.
Não conosco. Não com meu país.

Mais detalhes sobre Julio:

Julio Severo provocou um “terremoto” quando alertou as igrejas e a sociedade do Brasil sobre a agenda gay e sobre a reversibilidade do imoral estilo de vida gay.
Ele é o autor do livro “O Movimento Homossexual”, publicado em 1998 pela Editora Betânia. Seu livro foi o primeiro livro em português a desmascarar as intenções do movimento gay.
Em 2007, quando ele ajudou a conscientizar o público sobre o PLC 122, o projeto de lei “anti-homofobia”, os ativistas gays começaram a ameaçar a Editora Betânia, que abandonou o livro sob essa pressão. Os ativistas também entraram com ações contra Severo. Desde então, o MPF vem tentando amordaçá-lo e bloquear seus artigos.
Provavelmente, eles nada podem fazer contra ele agora, pois ele está longe do Brasil. Mesmo assim, a maior organização gay do Brasil, que recebeu apoio de Hillary Clinton para ter credenciamento oficial na ONU em 2010, está buscando achar sua localização. Essa mesma organização, a ABGLT, também entrou com ação contra ele.
Blog Julio Severo:

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