* Os transsexuais sofrem quatro vezes mais com a SIDA que a média nacional
* 70 porcento dos transsexuais usa drogas e consome álcool
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de serem sem-abrigo que a população geral Americana
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de não terem emprego que a população geral Americana.
* Os transsexuais vivem em extrema pobreza e são mais susceptíveis de ter rendimentos abaixo dos $10,000 por ano.
* 40 porcento dos transsexuais reportaram terem tentado o suicídio.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Proibir a terapia para adolescentes "transsexuais" não acabará com os suicídios
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Como o pseudo-casamento homoerótico mudou o Canadá
Em 2005, o Canadá sorrateiramente legalizou o "casamento" homossexual. Ao contrário dos Estados Unidos, não houve batalhas legais e, basicamente, polémica alguma em relação a isso; apenas aconteceu. E desde então, não ouvimos alguém dizer que o "casamento" homossexual havia mudado alguma coisa no Canada.
Até agora.
A cidadã Canadiana e filha dum homem homossexual, Dawn Stefanowicz deu início a uma discussão não só sobre a sua vida como criança dum homem homossexual, mas também do que o "casamento" homossexual tem feito ao Canadá. Estas são as 3 formas através das quais o "casamento" homossexual tem mudado a sociedade Canadiana:
1. Paternidade.
As leis relativas à paternidade e às leis paternas mudaram imediatamente. A lei que legalizou o "casamento" homossexual ("Bill C-38") incluía uma provisão para redefinir a paternidade de "pais naturais" para "pais legais". As crianças já não têm o direito legal aos pais biológicos, e os pais biológicos jã não têm o direito legal aos seus filhos.
Para além disso, o "casamento" homossexual infringiu direitos paternais de todos os pais. A Human Rights Commission começou a regular a habilidade paterna de ensinar às crianças as sus crenças, as suas opiniões, e a sua fé, se por acaso as crenças dos pais fossem diferentes das crenças que a escola ensina e promove. Stefanowicz explica:
Consequentemente, os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais e em questões de valores e ensinamentos relativos à família, à paternidade, e à educação sexual nas escolas.
2. Liberdade de Expressão
O discurso de ódio passou a ser um crime em 2004, e ele pode ser definido como qualquer pessoa que discorde com o comportamento sexual. Embora a secção focada no discurso de ódio que se encontrava na lei tenha sido repelida em 2014, a maior parte das províncias têm leis de discurso de ódio adicionais que têm o mesmo efeito. Antes da revogação, a Human Rights Commissions do Canadá tinha uma taxa de condenação na ordem dos 100%. Se por acaso alguém fosse acusado de "discurso de ódio" por outra pessoa, a primeira teria que pagar milhares de dólares em custos legais.
A Human Rights Commission [ed: isto é, o governo] ainda tem o poder de entrar dentro das residências particulares e retirar qualquer coisa pertinente a uma investigação envolvendo o discurso. De modo efectivo, isto anulou a habilidade dos Canadianos falar e escrever livremente, incluindo na internet. A Canadian Radio-television e a Telecommunications Commission censurou todos os média. As licenças de emissão podem ser anuladas se as estações televisivas ou radiofónicas emitirem algo que pode ser considerado anti-lgbt
3. Liberdade Religiosa
Donos de empresas, quer sejam empresas grandes ou pequenas, domésticas ou na posse de famílias, não têm a liberdade de negar prestar serviços que violam as suas convicções religiosas, se esses serviços forem pedidos por membros do grupos lgbt. Não houve nenhuma batalha a envolver bolos para cerimónias homossexuais; isso é puramente ilegal.
De facto, aquilo que é pregado nas igrejas pode ser levado para junto da Human Rights Commission. Mais uma vez, Stefanowicz explica:
Já se passaram dez anos desde que o "casamento" passou a ser legal no Canadá. Desde então, leis que garantiam a liberdade de expressão, liberdade de imprensa, e liberdade religiosa, foram essencialmente revogadas em favor da protecção dos sentimentos duma pequena minoria da população Canadiana. Os direitos dos pais e das crianças foram lançados fora.
Conclusão: A mudança das leis em torno do casamento afecta toda a nação. Nenhuma nação pode redefinir a família, a unidade básica da sociedade, sem que ocorram consequências que afectam todos.
- http://goo.gl/HjYjQo
* * * * * * *
Como sempre acontece, os conservadores ainda não se aperceberam que a agenda lgbt é uma fachada que o governo usa para aumentar os seus (do governo) poder. A elite esquerdista que controla o Canadá não colocou em práctica as leis pró-lgbt para proteger os homossexuais mas sim para atacar os Cristãos. Pensem assim: será que os mesmos activistas que entram nas igrejas e escutam as pregações que lá ocorrem fazem o mesmo dentro das mesquitas do Canadá? A resposta é óbvia.
Como já foi dito, a guerra não é lgbt vs Cristãos, nem homossexuais vs Cristãos, mas sim governo vs Cristãos. O texto diz que "os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais" e esse é o foco da questão; o governo que ensinar uma nova moralidade à sociedade mas isso não pode acontecer enquanto existirem pessoas que pregam a moralidade Bíblica. Mas como o governo não pode declarar uma guerra aberta aos Cristãos (como o fizeram os Comunistas e a Nacional Socialista), o que ele faz é usar a agenda homossexual como arma bélica.
domingo, 24 de maio de 2015
O objectivo dos esquerdistas é criminalizar a Fé Cristã usando o movimento homossexual como fachada
Um joalheiro Cristão fez um anel de noivado à medida para a dupla lésbica Nicole White e Pam Renouf a pedido destas últimas. Mais tarde, quando elas ficaram a saber que ele é contra o pseudo-casamento homoerótico, elas ficaram furiosas e exigiram o seu dinheiro de volta. Eis o que a notícia na CBC diz:
"A santidade do casamento está e ser alvo dum ataque. Vamos manter o casamento como a união entre um homem e uma mulher."
“Um dos motivos que levou a que a minha família se mudasse para o Canadá foi a existência de direitos e como eles eram oferecidos às pessoas - liberdade religiosa e a liberdade de expressão, ambas coisas que, por aquela altura, pareciam muito limitadas no México" disse ele.
“No entanto, devido ao facto de termos tornado público a nossa convicção religiosa, muitas pessoas em Newfoundland querem que nós fechemos a nossa empresa - é isso que essas pessoas nos têm dito.”
Ele disse também que algumas ameaças vieram com nomes mas outras vieram anónimas. "Uma das ameaças diz que 'é melhor vocês devolverem o dinheiro ou vão-se arrepender muito'", disse ele.
Há algum tempo atrás, comprei azeite numa pequena mercearia de imigrantes muçulmanos Árabes. Se por acaso eu vier a saber que eles apoiam o Estado Islâmico, será que eu tenho o direito de exigir o meu dinheiro de volta? Será que um Cristão fundamentalista tem a permissão para devolver o seu osso buco para a cozinha se ele descobrir que mãos homossexuais o cozinharam? Claro que não. Alguns flocos de neve são mais delicados que outros.
Sinto pena que Esau Jordan tenha cedido à intimidação, mas acho que se por acaso tens um pequeno negócio, não tens escolha senão ceder mal a turba se volta contra ti. Isto indica, no entanto, qual será a próxima fase da Marcha do Progresso. Não só os Cristãos têm que fazer o bolo, ou arranjar as flores, ou fazer o anel, como têm que ter a opinião correcta no momento em que fazem o bolo, arranjam as flores ou fazem o anel.
sábado, 7 de junho de 2014
O verdadeiro propósito do movimento homossexual
No dia 24 de Abril, a sociedade legal da maior província do Canadá votou contra a admissão de graduados da Trinity Western University, pelo motivo único da aliança comunitária da escola, que os alunos (e os professores) voluntariamente assinam quando são admitidos ou contratados, reservar a intimidade sexual para o casamento heterossexual [ed: o único casamento que existe]. Nova Scotia seguiu o mesmo caminho, vocalizando a sua rejeição sob a condição da TWU alterar a sua aliança comunitária ou permitir que os alunos tenham escolha de não assiná-la. Em British Columbia, que é onde a escola se encontra sediada, a sociedade legal votou no dia 11 de Abril de modo a permitir a admissão de graduados da TWU, mas está-se a gerar um ímpeto de modo a forçar a sociedade a reverter a sua decisão no encontro especial que ocorrerá no dia 10 de Junho.
Com a legalização do casamento [sic] homossexual, o debate público está fortemente voltado contra os Cristãos que acreditam no casamento tradicional [isto é, todos os Cristãos genuínos], e eles enfrentam agora um escalar de intolerância irracional. Durante o debate do dia 11 de Abril por parte da sociedade legal (leiam a transcrição online), alguns advogados qualificaram o pacto da TWU de discriminatório porque ele exige que os estudantes homossexuais se abstenham de intimidade "mesmo dentro dum casamento [sic] legal," e porque impede os estudantes homossexuais "de se casarem [sic] pelo Estado, um direito pelo qual se batalhou muito e se obteve uma vitória suada".
À medida que os direitos iguais [isto é, privilégios homoeróticos] têm avançado, a liberdade religiosa [dos Cristãos] tem estado em retirada. Muitos advogados alegam que até as escolas privadas tais como a TWU não deveriam receber permissão para "discriminar" através das suas políticas de contratação ao escolherem professores que vivam segundo os seus princípios morais, ou ao esperarem que os alunos conformem o seu comportamento com as crenças que a escola defende.De modo ameaçador, o caso segue para o Tribunal Supremo do Canadá, onde os esquerdistas esperam obter uma vitória significativa contra o Cristianismo.
Se o Tribunal Supremo decidir contra a TWU, então certamente que outros ramos profissionais seguirão o exemplo de Ontário e Nova Scotia ao rejeitarem os graduados da TWU. Em 2001 os professores tentaram fazer isso, e encorajados pela nova decisão, certamente que tentarão de novo. Enfermeiras, dentistas, contabilistas, e outros profissionais se seguirão.
As outras escolas Cristãs têm que se preparar para o efeito dominó. Existem várias escolas religiosas independentes no Canadá, e muitas delas têm pactos.
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| O símbolo que melhor descreve o esquerdismo |
sábado, 30 de novembro de 2013
Como as duplas lésbicas prejudicam o desenvolvimento das crianças
Embora no US Census as casas de duplas homossexuais tenham quer ser adivinhadas com base no género [sic] e no número reportado de chefes da família, foi perguntado aos jovens adultos do censo Canadiano, “És a criança duma dupla homossexual masculina, feminina ou de um dupla homossexual a viver sob a 'lei comum'?"
Embora o autor do estudo e economista Douglas Allen tenha notado que muitas das crianças do Canadá a viver com um parente gay ou homossexual vive, na verdade, com uma mãe solteira - um achado que está de acordo com o que foi detectado em 2012 no New Family Structures Study - ele foi capaz de isolar e analisar centenas de crianças que viviam com uma dupla gay ou lésbica (quer seja casados [sic] ou numa relação "lei comum" semelhante a coabitação).
Três dados-chave ressaltaram imediatamente a Allen:
- crianças provenientes de famílias com um pai e uma mãe têm uma taxa de licenciamento elevada, quando comparadas com as outras;
- crianças de famílias lésbicas [sic] têm uma taxa de licenciamento muito baixa, quando comparadas com as outras crianças;
- e os outros 4 tipos [lei comum, gays (dois homens), mãe solteira, pai solteiro] são semelhantes umas as outras, encontrando-se entre as crianças de casais (1 pai e uma mãe) e crianças educadas por lésbicas.Empregando modelos regressivos e uma série de variáveis de controle, Allen concluiu que uma performance substancialmente abaixo do padrão não pode ser atribuída a uma menor frequência escolar ou a uma educação mais modesta dos gays ou das lésbicas.
Na verdade, os pais [sic] do mesmo sexo eram caracterizados por terem um nível de educação superior e as suas [sic] crianças eram mais susceptíveis de estarem alistados na escola que as crianças dos casais. No entanto, as suas [sic] crianças são notavelmente mais susceptíveis de se atrasarem na finalização dos seus estudos.
O mesmo se passa com os jovens adultos de duplas sob a "lei comum", tal como de mães solteiras, pais solteiros, ressalvando o quão pouco - quando se depende de amostras de dimensões consideráveis e de qualidade elevada - os dados se alteraram nas últimas décadas.
As casas onde se encontram o pai biológico e a mãe biológica continuam a ser o padrão dourado para o progresso escolar das crianças.
O que é surpreendente nos dados Canadianos é a revelação de que as crianças de duplas lésbicas têm resultados piores que as crianças de mães ou pais solteiros.O facto das crianças educadas por duplas lésbicas obterem resultados piores que as crianças educadas por mães solteiras tem implicações sóbrias. Isto sem dúvida que levanta questões éticas em torno das doações de esperma (gostarias que os teus filhos fossem educados num ambiente lésbico?), mas também demonstra o quão descuidadas as nossas elites culturais têm sido ao perturbarem o modelo familiar com provas dadas.
sábado, 12 de outubro de 2013
O pior caso de homopedofilia da história do Canadá.
"Se podemos aprender alguma coisa hoje, é o facto de Estabrooks ser provavelmente o mais prolífico abusador em série da história do Canadá," afirmou John McKiggan, que se encontra prestes a dar ínicio a uma acção colectiva em favor das vítimas de Estabrook.
O investiador privado Dave Perry, cuja firma de investigação com o nome de "Investigative Solutions Network Inc." (Toronto) foi contratada pela cidade de Saint John para analisar as queixas em torno do falecido Estabrooks, afirmou que o antigo oficial foi um abusador de proporções devastadoras, chegando a afectar gerações.
Kenneth Estabrooks foi condenado nos finais dos anos 90 por ter abusado de crianças décadas atrás, quando ele ainda era um polícia.
Até agora, cinquenta e três pessoas já se declararam vítimas, alegando terem sido abusadas sexualmente por Estabrooks quando eram crianças, afirmou Perry. Outras 33 vítimas suspeitas morreram entretanto, ao mesmo tempo que outras 6 pessoas afirmam que Estabrooks tentou abusá-las. Perry afirma, no entanto, que o número de vítimas pode atingir os 263.
Os outros indívíduos que estiveram expostos a Estabrooks enquanto crianças (durante o seu tempo de polícia) ainda não foram localizadas, acrescentou Perry.
Laura Bradbury (investigadora privada) afirmou que "Muitas foram vitimizadas repetidamente durante semanas, meses e algumas, durante o periodo de muitos anos." Dave Perry afirmou que a idade das alegadas vítimas variava dos 6 aos 19 anos e eram maioritariamente rapazes. Aqueles que ainda se encontram com vida têm idades compreendidas entre os 40 aos 60, afirmaram Perry e Bradbury.
Em Setembro de 1999, Estabrooks, um antigo sargento, foi declarado culpado de atentado ao pudor contra quatro crianças em casos que remontavam aos anos 59- Estes abusos incluíam carícias e sexo oral.
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Estabrooks tinha admitido em 1975 ao facto de ter abusado de crianças, mas não foi acusado nem despedido. Em vez disso, ele foi removido do departamento policial e colocado no Secretaria Municipal de obras, onde ele ficou a cargo da manutenção dos pneus dos veículos municipais até ao dia em que se reformou. Foi só no ano de 1999, depois de novas queixas terem emergido, que outra investigação foi levada a cabo, resultando na sua condenação.
No ano de 1999 a Comissão Policial de New Brunswick apurou que a investigação original havia sido muito mal feita e as forças polícias haviam agido de um modo pouco profissional ao "permitirem que uma ofensa sexual séria ficasse sem castigo" de modo a que "ele tivesse continuado a molestar crianças."
Estabrooks morreu em 2005.
O prefeito de Saint John Mel Norton disse que a cidade não só está comprometida em levar a investigação até ao fim, como pagará todas as despesas (que, por enquanto, já se encontram no valor de $400,000:
A nossa principal prioridade encontra-se junto daqueles que foram afectados - alcançando-os, ouvindo as suas histórias e disponibilizando serviços de aconselhamento gratuitos e confidenciais que, se tudo correr bem, lhes fornecerá uma oportunidade de terem um futuro mais pacífico.
Norton fez também um apelo directo chamando qualquer outra vítima ou alguém com informação para que entre em contacto com as autoridades ligando para o número 1-866-790-4764. A cidade contratou a "Investigative Solutions Network Inc." em Agosto de 2012 (por $100,000) para analisar pelo menos mais uma queixa histórica contra Estabrooks. Em Novemvro último a cidade revelou que existiam 12 outras alegadas vítimas e disponibilizou mais $100,000 para averiguar queixas adicionais. Na semana passada, o concílio aprovou o gasto de $100,000 adicionais na investigação.
...
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Porque é que os predadores sexuais estão tão interessados na "educação sexual"?
Numa carta com a data de 6 de Abril de 2009, Ben Levin declarou:
Em Junho de 2013 Ben Levin publicou um artigo no "Literary Review" do Canadá onde ele criticava o requerimento provincial de que todos os adultos que trabalham com crianças se sujeitem a uma análise do seu registo criminal. Nesse artigo Levin alegou que tal medida preventiva era uma "barreira" no desenvolvimento de parceiras entre as escolas e as comunidades. Benjamin Levin era tão estimado pela PM Wynne que ela o nomeou para membro da sua equipa de transição em Janeiro de 2013. Na Parada de Orgulho Gay de Toronto de 2013, Levin sentou-se orgulhosamente numa fila privilegiada, perto da PM Wynne, de Justin Trudeau (líder Liberal federal) e ao lado de Bob Rae.
Ben Levin foi agora acusado de distribuir pornografia infantil, de fazer pornografia infantil, de aconselhar alguém a levar a cabo uma ofensa culpável (criminosa), e por concordar ou organizar as coisas de modo a que uma ofensa culpável seja levada a cabo contra uma criança com menos de 16 anos. Duas outras acusações foram levantadas contra ele por possuir e aceder a pornografia infantil.
Os Predadores Aprovam a Educação Sexual de Crianças
Não é por acaso que o sr Levin, na sua posição de Vice-Ministro da Educação, se encontrava a promover um programa de educação sexual horrível para crianças pequenas. Há um propósito por trás disto tudo: ao sexualizar as crianças antes delas estarem psicologicamente, emocionalmente e fisicamente prontas, elas podem começar a enveredar pela actividade sexual numa idade ainda baixa, acreditando que tal actividade sexual naquela idade é normal, aceitável e esperado delas.
Isto faz com que elas fiquem vulneráveis e se tornem presas fáceis para os predadores sexuais. Com este currículo, as crianças aprendem que o comportamento sexual, qualquer que ele seja, pode ser levado a cabo sem arrependimento, sem preocupação ou sem qualquer tipo de reservas, a qualquer altura, por qualquer pessoa, e com qualquer pessoa.
Foi só o senso comum e a intuição dos pais preocupados de Ontário que impediu que este currículo sexual fosse implementado. O antigo Vice-Ministro da Educação obviamente que é um bom e fiável amigo da PM lésbica Wynne; aparentemente, eles partilham dos mesmos valores "morais" sexuais. Seria interessante saber se a senhora Wynne se atrevirá a implementar o programa do currículo sexual numa altura que se aproximam as eleições, e logo agora com a inconveniente prisão de Ben Levin.
Fonte: http://shar.es/KYHQ9
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Relatório Médico Canadiano revela os perigos do homossexualismo
O documento, assinado por médicos de diferentes disciplinas (desde a medicina familiar, passando pela dermatologia e neurologia), avisa que a práctica do sexo anal, tal como é levada a cabo pela maioria dos homens homossexuais, tem várias doenças médicas associadas a ela - "muitas delas raras ou desconhecidas junto da população heterossexual" - tais como o cancro anal, Chlamydia trachomatis, Cryptosporidium, Giardia lamblia, Herpes simplex vírus, o HIV, o vírus papiloma Humano, Isospora belli, Microsporidia, gonorreia, sífilis, hepatites B e C e outras.
Os médicos que falaram com a LifeSiteNews. alertaram também para o facto desta práctica sexual perigosa se estar a propagar junto da comunidade heterossexual. “Há um aumento significativo no risco de se contrair o HIV quando se participa no sexo anal," avisa o artigo. O mesmo cita estudos que indicam que "quando comparados com os jovens que nunca practicavam o sexo anal, os jovens homossexuais com idades compreendidas entre os 15 e os 22 tinham 5 vezes mais probabilidades de contrair o HIV.”
O documento ressalva também que "Mais de 70% de todos os novos casos de SIDA diagnosticados no Canadá entre os adultos com idade superior as 15 anos, e até 2004, ocorreram entre os homens homossexuais ((13,019 casos entre os 19,238 no total).”
O documento avisa também o seguinte:
Os médicos citam o "Journal of Homosexuality" demonstrando uma sobreposição entre o activismo homossexual e os promotores da pedofilia. Mais ainda, o artigo cita estudos profissionais demonstrando que "o número de homossexuais em essencialmente todos os estudos é menos do que 3%," mas "a percentagem de homossexuais entre os pedófilos é de 25%." O artigo conclui:
Fonte
* * * * * * *
Uma vez que quem está envolvido no auto-destrutivo "estilo de vida" homossexual se encontra mais susceptível de contrair DSTs, é perfeitamente lógico afirmar que, quem promove o homossexualismo na sociedade, ignora por completo o que a Medicina diz.
domingo, 24 de junho de 2012
Canadá vai passar a registar os actos "homofóbicos"
Naquilo que está a qualificado de "iniciativa inovadora", activistas homossexuais do Quebec deram início ao "registo dos actos homofóbicos" com o apoio e financiamento do "Quebec Government’s Justice Department". Incluído na definição de " acto homofóbico", e digno de ser reportado ao registo, encontra-se o seguinte:Qualquer palavra negativa ou acto negativo dirigido aos homossexuais ou à homossexualidade no geral; abuso físico, abuso verbal, intimidação, assédio, grafite ofensivo, abuso, zombaria injuriosa, cobertura mediática desapropriada e discriminação.Um comunicado de imprensa do grupo homossexual declara que qualquer pessoa que já tenha sofrido ou testemunhado um acto de homofobia "deve" reportá-lo ao registo como um acto homofóbico.
O financiamento e apoio para o gesto vem do Ministério da justiça do Quebez e do seu departamento “The Fight Against Homophobia.” ["A luta contra a homofobia"].O termo homofobia refere-se à recusa politicamente incorrecta de venerar actos pecaminosos de depravação sexual causadores de disseminação de doenças letais, classificados como vergonhosos, nojentos e repugnantes desde o início da história humana.Em 2008 o ministro da justiça foi encarregado de lutar contra a homofobia e no ano passado prometeu $7 milhões para as actividades "anti-homofobia".
Georges Buscemi Presidente do grupo pró-família e pró-vida Campagne Quebec Vie, disse à LifeSiteNews que via o registo como "forma de instigar um clima de opressão e medo entre todos aqueles que discorde das opiniões do movimento homossexualista no Quebec." Qualquer pessoa que acredite que o acto homossexual é moralmente inaceitável está a receber o aviso de que "serão colocados numa lista", diz ele.
Lista essa que será usada no futuro e que cujo propósito é punir.Buscemi forneceu exemplos de represálias que podem envolver a perda do estatuto de caridade para as igrejas ou a perda de profissão por parte de professores.
É o início da perseguição suave. Tudo isto é feito como forma de incitar um clima de medo usando os média e especialmente a presença policial. Qualquer crítica será interpretada como homofobia e eventualmente, mais tarde, haverá consequências.
* * * * * * *
Mais uma evidência muito forte da divinização do homossexualismo como forma de silenciar os Cristãos. Estas iniciativas não estão a ser feitas como forma de proteger os sodomitas duma da mitológica "homofobia" mas sim para gerar um clima onde a crítica do auto-destrutivo comportamento homossexual seja criminalizado. Alguém realmente acredita que os homossexuais canadianos precisam de protecção legal para terem os mesmos direitos humanos que o resto do país?
Note-se que na lista de "actos homofóbicos" encontram-se coisas tais como "cobertura mediática desapropriada" e "palavras dirigidas à homossexualidade". Ou seja, se *1* homossexual achar que uma reportagem noticiosa é "desapropriada" para o homossexualismo, MESMO QUE SEJA VERDADEIRA, ele pode registar o autor da reportagem como um "homofóbico".
Semelhantemente, uma pessoa pode ser registada como "homofóbica" se disser que o acto homossexual é auto-destrutivo, pese embora isso ser uma declaração que está de acordo com a Medicina.
Canadá: onde ter uma opinião contrário ao gayzismo é motivo de vergonha.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Activista homossexual: "vamos ensinar novas normas aos vossos filhos"
Antes dos activistas homossexuais se tornarem tão corajosos como o são hoje em dia, aqueles que no passado afirmaram existir uma agenda pró-homossexualismo foram tratados com desdém e qualificados de alarmistas.Mas agora, e depois de vários anos de combate pela "igualdade" e "combate ao bullying" (que nada mais é que o ensino de homossexualismo com dinheiro público) , nós temos várias linhas de evidências que confirmam o que já se dizia no passado.
O último activista homossexual a demonstrar a existência dessa agenda política e sexual foi o editor-gerente da revista sodomita canadiana Xtra Vancouver. As suas palavras são uma enunciação clara dos planos da gaystapo canadiana para as escolas públicas.
E lembrem-se: a gaystapo trabalha por fases/etapas. O facto da gaystapo portuguesa estar num diferente estado de evolução não significa que as coisas cá não se tornem tão intolerantes como as coisas já estão no Canadá.
Na edição de 20 de Outubro de 2011 da revista Xtra, o editor da respectiva disse o seguinte na edição online:
". . . . o movimento pelos direitos dos gays está a mudar as normas no Canadá. E com isso vem uma mensagem para todos aqueles que não querem evoluir [Cristãos]: a vossa moralidade ultrapassada já não é mais aceitável, e nós [activistas homossexuais] vamos ensinar novas normas aos vossos filhos."
Captaram tudo? A gaystapo decidiu que a nossa moral Cristã está "ultrapassada" e que eles, os novos "padres", vão ter o poder estatal de ensinar aos nossos filhos que ser contra um comportamento sexual auto-destrutivo está errado.
Esta frase pode ter passado despercebida, mas esta ostentação por parte dum porta-voz dos activistas homossexuais encapsula em si aquilo que muitos conservadores e defensores da moralidade tradicional não entendem: os activistas homossexuais não são uns pobres coitados membros duma minoria que apenas quer viver a sua vida tranquilamente.
Não.
Os activistas homossexuais são pessoas muito bem colocadas junto do aparelho governamental, determinadas a alterar a nossa percepção do bem e do mal de modo a que as suas escolhas sexuais não despertem a normal revolta que provocam na maioria da população. Basicamente, eles querem mudar o coração dos nossos filhos e dos nossos netos através das "novas normas" que estão a ser impostas na sociedade.
Quem resistir, será vitimado.
Certamente que é verdade que uma larga percentagem dos homossexuais apenas quer viver a sua sexualidade sem tentar forcá-la à sociedade. Mas embora nós possamos discordar com a sua sexualidade, não são estes que constituem uma ameaça às nossas crianças e aos nossos netos.
Aqueles que querem usar as escolas como ferramentas de indoutrinação é que são a ameaça às nossas liberdades de expressão e de opinião. Estes activistas, com a ajuda dos órgãos de informação e da indústria de entretenimento, são aqueles que estão a ser bem sucedidos em mudar a nossa sociedade de uma forma que, há uma década atrás, seria totalmente impensável.
Afinal, quem é que há 10 anos, em Portugal, pensaria que um dia estaríamos a discutir a entrega de crianças inocentes a parelhas homossexuais? Isto não acontece no vazio: isto é parte dum plano político e sexual que visa destruir a estrutura familiar de modo a que as crianças sejam mais facilmente controladas pelos governos.
Lembrem-se: as crianças mais facilmente obedecem aos seus respectivos pais do que aos governos. Devido a isso, os planos do lobby sodomita são muito bem vindos pelos políticos sedentos de poder e influência.
Uma das formas de se conter esta degeneração é expo-la por aquilo que ela é: uma manobra política que usa a psicologia dos homossexuais como forma de silenciar a voz conservadora.
Modificado a partir do original
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
Governo canadiano em vias de repelir cláusula "discurso de ódio"
Os Conservadores canadianos, para além de possuírem uma maioria considerável em ambas as casas do governo, esperam atrair algum tipo de apoio entre as bancadas opositoras.
O MP Conservador Brian Storseth disse:
O nosso governo defende que a secção 13 não é um método eficiente para combater a propaganda de ódio. Acreditamos que o Código Criminal é o melhor veículo para processar tais crimes.Há já algum tempo que os críticos defendem que esta polémica cláusula é o equivalente a um "crime de pensamento". A cláusula proíbe "qualquer tipo de material que possa ser susceptível de expor pessoas ou grupos ao ódio e ao desprezo" se a pessoa ou os grupos são "identificáveis com base numa plataforma de descriminação proibida".Aos nossos opositores políticos, nós dizemos, coloquem-se do lado dos média. A revista Maclean, o National Post e até o Toronto Star defendem que esta secção tem que ser rejeitada.
Esta provisão tem sido usada para atacar de modo particular os Cristãos e os conservadores, especialmente aqueles que defendem a visão Cristã do auto-destrutivo comportamento homossexual. Nos anos mais recentes, a provisão tem sofrido oposição crescente muito devido aos casos mediáticos envolvendo escritores conservadores como o Ezra Levant ou o colunista Mark Steyn e as suas críticas ao extremismo islâmico.
O Partido Conservador aprovou a resolução com mais de 90% de apoio. Até mesmo o tribunal Canadiano dos Direitos Humanos determinou em 2009 que a secção 13 era inconstitucional. Este passo determinou o fim da taxa de condenação a 100% que a secção havia atingido. Dito de outra forma, todas as pessoas que haviam sido acusadas com base nesta secção, haviam sido declaradas culpadas.
Falando no seu programa, The Source, Ezra Levant disse que, com o apoio governamental, "o projecto de lei era practicamente uma lei governamental".
Com maiorias em ambas as casas [House e Senate], este projecto de lei practicamente já foi aprovado. A partir de agora acabaram as caças às bruxas por parte da Comissão Canadiana dos Direitos Humanos [CCDH] , acabaram as perseguições aos seus inimigos, que eram tão frequentes como os seus inimigos religiosos.Durante os últimos 10 anos, ressalvou Ezra, a CCDH "efectivamente declarou que o Cristianismo era ofensivo e discurso de ódio".
Hoje é um grande dia, não só para os conservadores e para os Cristãos, mas para todos os canadianos que acreditam nos verdadeiros direitos humanos; o direito humano à liberdade de expressão e liberdade religiosa.
sábado, 1 de outubro de 2011
Jornal "conservador" usa dinheiro Cristão para promover homossexualismo

O "Canadian National Post", que supostamente era o órgão de informação mais conservador entre os média canadianos. causou ondas de choque entre os conservadores ao pedir desculpas por ter exibido publicidade pró-família. Para além disso, o National Post disse que vai doar os milhares de dólares pagos pela publicidade (por parte dum grupo pró-família) a um grupo activista homossexual.
O anúncio publicitário, pago pela "Institute for Christian Values", mostra uma criança a dizer:
Por favor não criem confusão em mim!O anúncio falou especificamente da politica da "Toronto District School Board" em proibir os pais das crianças de retirar os filhos das "aulas" de indoutrinação homossexual.Eu sou uma rapariga. Não me ensinem a questionar se sou um rapaz, transsexual, transgénero, intersexual ou bi-espiritual
No seu pedido de desculpas, os editores do National Post escrevem:
O facto de nós não mais voltarmos a publicar este anúncio representa reconhecimento da nossa parte que publicá-lo foi um erro. O National Post gostaria de pedir desculpas sem reservas a quem quer que tenha ficado ofendido com ele [isto é, aos activistas homossexuais que querem usar as crianças para avançar com a sua nojenta agenda sexual e política].Tomaremos os passos necessários para garantir que no futuro os nossos procedimentos de filtragem de conteúdo sejam estritamente aderidos.
O [National] Post vai também doar os lucros do anúncio publicitário a uma organização que promove os direitos das lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros.
(Fonte)
Veja-se o total desrespeito que o National Post tem pelas pessoas que pagaram pelo anúncio ao pegarem no dinheiro do anúncio e ao depositá-lo na conta bancária do grupo ideologicamente oposto aos Cristãos.
Isto é uma tremenda bofetada na cara dos conservadores canadianos. A pergunta é: como é que eles irão reagir a isto?
Outra coisa que é preciso vêr é que o anúncio é pró-criança e não "anti-homossexual". O anúncio apenas diz para não usar crianças em jogos políticos ao confundi-las em relação à sua sexualidade. Será que o lobby homossexual quer confundir as crianças em relação à sua sexualidade?
Se sim, então é o nosso dever social e moral oferecer resistência à agenda dos activistas homossexuais uma vez que essa agenda promove a confusão sexual nos filhos dos outros. (Sim, tem que ser nos filhos alheios porque a homossexualidade, como se sabe, não gera nova vida: só a heterossexualidade faz isso.)
domingo, 11 de setembro de 2011
'Money For Nothing' dos Dire Straits deixa de ser proibida no Canadá
Em causa estava uma queixa de um ouvinte que alegou «violação dos direitos humanos» pelo facto da canção incluir a palavra «faggot», calão inglês para homossexual.
O órgão regulador da comunicação social no Canadá deu inicialmente razão ao queixoso em Janeiro, mas reviu a decisão após uma análise exaustiva da letra da autoria de Mark Knopfler e Sting.
«A linguagem dos compositores não aparenta conter qualquer gota de malevolência ou insulto», considerou o organismo, que argumenta que o palavrão se integra com toda a razoabilidade na história contada na canção, e que não surge de forma gratuita. Originalmente, a música conta com mais de 8 minutos e centra-se no monólogo de um lojista misógino e preconceituoso que critica os artistas rock.
Não é a primeira vez que Money For Nothing desperta a ira dos ouvintes mais sensíveis. Logo em 1985, foi lançada uma versão sem a palavra «faggot» em resposta às reservas de algumas rádios e canais de televisão.
Money For Nothing foi o maior êxito da carreira dos Dire Straits, tendo atingido o primeiro lugar nas tabelas de singles dos Estados Unidos e Canadá. A revista Rolling Stone incluiu a canção na lista das 100 melhores composições rock para guitarra. O vídeo produzido para a canção é notável por ter sido um dos primeiros da história a conter animação por computador.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Governo canadiano ao serviço do destrutivo comportamento homossexual
O Dr. Charles McVety, presidente do "Canada Christian College" e o apresentador do programa afirma:
Nós falamos contra as novas propostas de currículo que iriam ensinar a identidade de género, seis géneros e a orientação sexual às nossas crianças.Seis géneros? Onde é que eles foram buscar os outros 4?
McVety falou também contra os $400,000 que o governo canadiano ofereceu a uma parada de orgulho homossexual. No entanto, quando o governo ficou a saber da nudez e da presença de outro tipo de comportamento ilegal durante a dita parada, a oferta dos $400,000 foi cancelada.
O CBSC não permitiu que McVety respondesse, decidindo desde logo que ele havia violado o código de ética.
Não se sabe bem qual é o "código de ética" que oferece dinheiro público para "espectáculos" de nudez mas censura quem fala contra um comportamento sexual claramente inferior e destrutivo.
Em referência às críticas de McVety à parada de orgulho sodomita, o concílio determinou que o pregador havia usado a expressão "parada sexual" (durante um sermão) de um modo derogativo
Durante um sermão? O governo canadiano agora monitoriza e policia o que é dito nos púlpitos? Não é isso uma clara violação da separação entre a Igreja Teísta e o Estado anti-Cristão?
E qual é o mal em qualificar as paradas sodomitas de "parada sexual" se é isso mesmo que elas são? Para além das normais difamações e blasfémias contra Deus e ataques ao Cristianismo, as paradas homossexuais das grandes cidades americanas e canadianas são eventos onde se glorifica a sodomia, chegando-se mesmo a practicá-la em plena luz do dia e à vista de todos.
McVety diz ainda:
O código penal diz que as pessoas que estavam na parada deveriam ser acusadas. No entanto, e de uma forma estranha, eu é que sou acusado por falar contra isso.Foi dito a McVety que, se ele cometer mais alguma "ofensa", ele vai ser permanentemente retirado do ar.
Ele tem que se censurar a si mesmo para não ofender as sensibilidades frágeis de quem anda nu e envolve-se em actos sexuais pelas ruas.
Faz sentido.

-Fonte-
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Activistas homossexuais canadianos perseguem grupos de apoio a ex-homossexuais
Se mais dúvidas houvessem do totalitarismo dos activistas homossexuais (não confundir com os demais homossexuais que vivem a sua vida sem se importarem com o activismo), esta notícia da LifeSiteNews confirma essa posição.O partido canadiano "New Democrat Party" (NDP) aprovou uma resolução que apela ao governo que remova o estatuto de instituição de caridade aos grupos [maioritariamente Cristãos] que oferecem suporte a todos aqueles e aquelas que voluntariamente buscam formas de superar a atracção homossexual.
Matthew McLaughlin, mentor da resolução e membro da LGBT local, pediu urgência ao governo em remover o estatuto da Exodus Global Alliance ao mesmo tempo que apelou que se "investigassem" as outras organizações ex-gay:
As organizações ex-gay . . . . aproveitam-se das pessoas LGB, muitas delas provenientes de famílias vulneráveis ou imersas em depressão e ódio a si mesmos.Evidências para esta posição? Dados estatísticos? Qual foi a organização ex-gay que se aproveitou dos LGB? O Matthew não diz, mas temos que acreditar que existem porque ele diz que existem.
[Estas organizações ex-gay] defendem que os LGB nunca vivem vidas felizes, que eles são pouco saudáveis e incompletos, que eles nunca experimentam o amor e que a única esperança está nos seus grupos.Portanto, dizer "tu não vives uma vida feliz" é crime suficiente para que essa instituição de ajuda social veja o seu estatuto de organização de caridade removido. Se isto é assim, então talvez este gayzista esteja a preparar o caminho para a futura criminalização de todo o Cristianismo, uma vez que os Cristãos alegam que quem vive no pecado nunca é genuinamente feliz.
Mas nós sabemos que a gaystapo nunca iria usar o Estado para atacar os direitos humanos dos Cristão, certo?
Randall Garrison, responsável pelos assuntos "queer" do NDP, afirmou que:
Tais grupos forçam as pessoas a acreditar que os gays, lésbicas e bissexuais estão doentes e levam vidas tristes e solitárias, e que a única esperança é eles passarem a ser heterossexuais.
Pensar que os outros levam vidas solitárias e tristes, e oferecer (sem forçar) ajuda a quem VOLUNTARIAMENTE queira deixar de ser LGB não é motivo suficiente para se remover estatuto de instituição de caridade.
A gaystapo não tem o direito nenhum de censurar instituições que se disponibilizam a assistir a quem combata atracções não desejadas. Se eles defendem que sim - que eles tem o direito de impedir que pessoas recebem ajuda psicológica - então eles é que precisam de ser investigados pela polícia.
Este tipo de "medidas" discriminatórias contra os ministérios ex-gay já foram adoptadas na Nova Zelândia, onde o governo retirou o estatuto de associação de caridade à Exodus Global Alliance em Agosto último.
O ministério Exodus, dedicado a comunicar uma mensagem de "liberdade da homossexualidade", teve estatuto de instituição de caridade na Nova Zelândia durante mais de 10 anos, mas a Comissão de Caridade do governo decidiu que o grupo não habilitado a esse estatuto porque as suas actividades não oferecem "qualquer tipo de benefício público".
Mostrando mais uma vez como a ciência está a ser pervertida e usada para o avanço do esquerdismo, o governo citou o facto da American Psychological Association (APA) ter removido a homossexualidade da sua lista de desordens mentais em 1973, e ter, mais tarde, oferecido oposição à terapia de reorientação alegando que ela pode ser "prejudicial" para os homossexuais.
No entanto, de acordo com aqueles que defendem as instituições que ajudam os homossexuais a sair dessa vida, a "pesquisa" que levou a APA a desqualificar a homossexualidade como uma desordem foi largamente baseada nas pesquisas do pedófilo homossexual Alfred Kinsey e no trabalho de Evelyn Hooker.
A Dr. Judith Reisman revelou que, embora o pedófilo Kinsey tenha apresentado o trabalho como indicativos da população no seu todo, as pesquisas de Kinsey - que mostravam uma larga percentagem de homossexuais na população geral - centraram-se em larga escala nos presidiários e frequentadores de bares homossexuais.
Adicionalmente, embora a pesquisa de Hooker tenha mostrado não haver maior presença de comportamento patológico entre os homossexuais quando comparados com os heterossexuais, foi revelado que os homossexuais que tomaram parte da sua investigação haviam sido escolhidos pela Mattachine Society, um grupo activista homossexual. Não é difícil imaginar estes a escolherem os homossexuais que melhor servissem a agenda e a excluir aqueles que fizessem o reverso.
Afinal, quando está em jogo a hegemonia cultural, os activistas esquerdistas não tem problemas em inventar mentiras.
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