quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Por algum motivo eles querem acesso às crianças
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Revisão dos estudos que avaliaram a preferência sexual das crianças educadas por homossexuais
Levei a cabo uma revisão a todos os estudos que consegui localizar que avaliavam a preferência sexual das crianças educadas por duplas homossexuais. Nesta minha avaliação eu estabeleci dois critérios: Primeiro: os autores tinham que ser pesquisadores pró-homossexualismo visto que de outra forma, os críticos poderiam desqualificar os seus resultados. Segundo: eu só busquei estudos que utilizavam sujeitos com 18 anos, ou mais, visto que muitos indivíduos não se auto-identificam como homossexuais até depois dessa idade (Patterson, 1992).
Os pesquisadores pró-homossexualismo alegam com frequência que os estudos levados a cabo "não apuram qualquer diferença" entre as crianças educadas por heterossexuais e crianças educadas por homossexuais. Surpreendentemente, estas alegações são feitas nos resumos de estudos de pesquisa que, na verdade, apuram diferenças entre os dois tipos de crianças (Williams, 2000). A tendência de negar ou minimizar as diferenças já foi reparada por pesquisadores pró-homossexualismo. Depois de rever 21 estudos, Stacey e Biblarz (2001) concluíram que em relação ao género [sic], comportamento sexual, preferência sexual, as crianças homossexualmente educadas são diferentes das crianças heterossexualmente educadas.
Mas apesar destas diferenças, muitos continuam a alegar que "não existem diferenças" entre os dois tipos de crianças, e isto é feito como forma de galvanizar o apoio para o acesso homossexual às clínicas d fertilidade, à adopção, à custodia, e ao "casamento" homossexual. Encorajar o apoio a uma causa é normal, desde que esse apoio se fundamente na disseminação de informação verdadeira. Mas neste caso, isso não acontece.
Outros pesquisadores reviram os estudos em torno da paternidade homossexual e concluíram que 1) ou eles são demasiado problemáticos para se fazer qualquer tipo de alegação conclusiva (Belcastro, Gramlich, Nicholson, Price, e Wilson, 1993; Baumrind, 1995), 2) ou são metodologicamente tão inadequados que não se podem extrair conclusões a a partir deles (Lerner and Nagai, 2001).
Os pesquisadores pró-homossexualismo, bem como os outros activistas, não podem defender as duas posições: Ou os dados apurados por estes estudos são válidos e as duplas homossexuais são mais susceptíveis de educar crianças não-heterossexuais, ou estes estudos não são válidos e as suas alegações de que "não existem diferenças" não fazem sentido.
Eu sou de opinião de que, embora não se possam fazer conclusões definitivas com base nestes estudos, eles sugerem que os pais homossexuais estão a criar um número desproporcional de crianças não-heterossexuais. Isto não é surpreendente visto que os pais são as influências primárias na vida das crianças. Crianças educadas com pais com um estilo de vida, valores e atributos distintos são mais susceptíveis de se tornarem distintas das outras crianças (Baumrind 1995).
Stacey e Biblarz (2001) escreveram:
Finalmente, e talvez o mais importante, as falhas metodológicas nos estudos existentes em torno da paternidade homossexual (tais como amostras não representativas, falta de grupos de controle, e especificações não longitudinais) ressalvam a necessidade duma pesquisa rigorosa e imparcial, de modo a que conclusões mais rigorosas em relação à identidade sexual e genérica das crianças educadas por duplas homossexuais possam ser extraídas. Até lá, olhemos para os estudos que já existem de modo a apurar as tendências sugestivas.
A Revisão:
Esta revisão é uma pesquisa feita a nove estudos que se enquadra nos critérios acima delineados, e os resultados encontram-se limitados pelas fragilidades, limitações, e problemas já descritos (Belcastro, et. al., 1993; Baumrind, 1995; Lerner e Nagai, 2001). Ela é descritiva na sua natureza, e apenas disponibiliza informação geral.
Com base na média encontrada nos 9 estudos que se seguem, 14% das crianças educadas por pais homossexuas desenvolvem preferências homossexuais ou bissexuais. Estes estudos reportaram que as taxas de não-heterossexualidade variam dos 8% aos 21%. As percentagens mais frequentemente reportadas foram de 14% e 16% (dois estudos cada um). Como termo de comparação, dados das melhores pesquisas nacionais revelam que aproximadamente 2% da população é não-heterossexual (Laumann, Gagnon, Michael, e Michaels,1994).
Logo, se estas percentagens forem confirmadas através de estudos com melhor construção, as crianças educadas por homossexuais parecem ser sete vezes mais susceptíveis de desenvolverem preferências homossexuais ou bissexuais, quando comparadas com as crianças educadas por heterossexuais. E, tal como ja foi explicado previamente, 14% pode ser uma sub-estimativa devido à baixa idade de muitos dos sujeitos destes estudos.
Os nove estudos, ordenados alfabeticamente, são pesquisados a seguir e eles incluem os resumos dos autores ou as descrições disponibilizadas por outros, seguidos pelos meus comentários e/ou análise.
1. Bailey, J. M., Bobrow, D., Wolfe, M, & Mikach, S. (1995). Sexual orientation of adult sons of gay fathers. Developmental Psychology, 31(1), 124-129.
Abstracto do autor:
Os meus comentários:
Este estudo usou duas formas para classificar a não-heterossexualidade dos filhos adultos criados por homens homossexuais. Primeiro, perguntaram aos pais para classificar se os seus filhos eram heterossexuais ou não-heterossexuais. Os pais que reportaram estar pelo menos "virtualmente certos" da preferência sexual dos filhos, reportaram que 7 entre 75 dos filhos, ou 9%, era não-heterossexuais. Convém ressalvar que dois filhos cujos pais só estavam "moderadamente certos" da não-heterossexualidade dos seus filhos foram excluídos da análise. Se esses dois filhos tivessem sido incluídos, a percentagem dos não-heterossexuais teria subido para 12%.
O segundo método usado para averiguar o número de filhos não-heterossexuais de pais homossexuais era a auto-classificação por parte dos filhos. Dos 43 filhos que se classificaram a eles mesmos, seis dos 43, ou 14%, auto-identificaram-se como não-heterossexuais. Certamente que a percentagem de filhos não-heterossexuais é apurada de melhor forma pelas próprias palavras dos filhos, e desde logo, a percentagem dos 14% é provavelmente um número mais acertado para esta amostra.
Na sua discussão, os autores reconhecem que com base em várias pesquisas populacionais em larga escala, "pode ser alegado que a taxa de homossexualidade nos filhos (9%) é várias vezes mais elevada que aquela que é sugerida pelas pesquisas populacionais." E a taxa de 14% de auto-identificados filhos não-heterossexuais é ainda mais elevada. Note-se na forma como o resumo dos próprios autores minimiza estes achados.
2. Bozett, F.W. (1988). Social control of identity of children of gay fathers. Western Journal of Nursing Research, 10(5), 550-565.
Descrição demográfica de Bozett:
Os meus comentários:
De forma abrangente, 16% das pessoas presentes na amostra de Bozett auto-identificaram-se como não-heterossexuais, um número 8 vezes mais elevado que a média nacional. Para além disso, muitos teóricos acreditam que podem existir impactos distintos nas crianças educadas por homossexuais dependendo do sexo do parente homossexual e o sexo da criança. Devido a isto, talvez o achado mais dramático feito por Bozett é o facto de 33% das crianças masculinas educadas por homens homossexuais se identificarem como homossexuais, e estes resultados podem ser uma sub-estimativa visto que quase metade dos sujeitos de Bozett eram adolescentes (que mais tarde podem eventualmente se auto-identificar como não-heterossexuais).
3. Goldberg, A. (2007). (How) does it make a difference? Perspectives of adults with lesbian, gay, and bisexual parents. American Journal of Orthopsychiatry, 77(4), 550-562.
O abstracto do autor:
Alguns participantes batalharam com questões de confiança durante a idade adulta, que eles relacionaram com a experiência inesperada dos pais de "saírem do armário", bem como com as experiências de serem vítimas de gozo e de intimidação [bullying]. É discutida a importância de se entender estes dados dentro do contexto do heterossexismo social.
Os meus comentários:
As idades dos sujeitos do estudo de Goldberg variavam dos 19 aos 50 anos. Neste estudo, 91% deles acreditava que ter tido pais não-heterossexuais "influenciou as suas ideias em torno do género e dos relacionamentos", e "sentiam que ter tido pais lgb os havia levado a desenvolver noções menos rígidas e mais flexíveis sobre a sexualidade e sobre o género".
Com base nestas crenças, não é de estranhar que 17% dos sujeitos do estudo de Goldberg se tenham identificado como não-heterossexuais (lésbicas, bissexuais, ou "gender-queer"). Goldberg sumarizou os seus achados e os achados de outros declarando que as crianças de pais lgb "haviam sido socializadas para questionar noções rígidas em torno da sexualidade e do género, e para olhar para uma vasta gama de identidades sexuais e de género como apropriadas.....". O estudo de Goldberg apoia de modo directo a crença disponibilizada por outros pesquisadores (Baumrind, 1995; Stacey & Biblarz, 2001) de que as atitudes sexuais e os estilos de vida dos pais influenciam as atitudes e os estilos de vida dos filhos.
4. Golombok, S. & Tasker, F. (1996). Do parents influence the sexual orientation of their children? Findings from a longitudinal study of lesbian families. Developmental Psychology, 32, 3-11.
O abstracto dos autores:
Embora aqueles provenientes de famílias lésbicas fossem mais susceptíveis de explorar os relacionamentos homossexuais, particularmente se o seu ambiente familiar se caracterizasse pela abertura e pela aceitação dos relacionamentos lésbicos e gays, a larga maioria das crianças que haviam crescido dentro de famílias lésbicas identificavam-se como heterossexuais.
Os meus comentários:
Devido ao seu design longitudinal, e embora falho, este estudo é considerado um dos melhor arquitectados na avaliando as distinções entre as crianças de lares homossexuais e crianças de lares heterossexuais (Williams, 2000). O estudo apurou que 8% das crianças adultas criadas por mães lésbicas auto-identificavam-se como não-heterossexuais, mas de forma a poderem ser classificadas como não-heterossexuais, as crianças tinham que se identificar como não-heterossexuais no momento presente e comprometerem-se a se auto-identificarem como não-heterossexuais no futuro - um método pouco usual de classificar a não-heterossexualidade.
Com base em tal método, é bem provável que muitas pessoas que actualmente se identificam como não-heterossexuais não tenham sido classificadas como tal. No entanto, esta classificação pouco usual pode explicar outro dado apurado pelo mesmo estudo. Quando se examina Avaliação de Kinsey listada no Quadro 2, um total de 16% dos participantes indicaram níveis de atracção sexual bissexuais ou homossexuais. Se compararmos ambos os grupos (crianças educadas por lésbicas versus crianças educadas por heterossexuais) usando a percentagem de 16%, existem diferenças significativas entre os dois grupos (Throckmorton, 2004).
Os autores não mencionaram este ponto nem disponibilizaram uma explicação ou um comentário em relação ao mesmo. Mesmo assim, 16% daqueles educados por lésbicas tinham níveis de atracção sexual bissexuais ou homossexuais, enquanto que aqueles que haviam sido educados por heterossexuais tinham 0% de nível de atracção bissexual ou homossexual.
Adicionalmente, 67% das crianças de famílias lésbicas disseram que haviam "previamente considerado, ou imaginado uma futura possibilidade, de virem a experimentar uma homo-atracção ou ter um relacionamento homossexual, ou ambos", comparados com apenas 14% das crianças das famílias heterossexuais. Isto são 67% comparados a 14%.
Para além disto, 24% das jovens adultos de lares homossexuais haviam tido, de facto, um ou mais relacionamentos homossexuais, enquanto que nenhum dos adultos de lares heterossexuais havia tido. Isto são 24% comparados a 0%. E finalmente, se subtrairmos os 16% (a percentagem de adultos-crianças deste estudo que se encontram atraídos a membros do próprio sexo) dos 24% (a percentagem de adultos-crianças nesta amostra que realmente se envolveu em relacionamentos homossexuais) ficamos com 8%.
Isto significa que 8% das pessoas desta amostra e adultos-crianças educados por lésbicas haviam tido um relacionamento homossexual embora elas não tivessem algum tipo de atracção por pessoas do mesmo sexo. Claramente, este estudo apurou diferenças enormes entre as crianças educadas por heterossexuais e crianças educadas por homossexuais, e essas diferenças estão de acordo com a crença de que a paternidade homossexual pode e influencia de facto o comportamento sexual das suas crianças.
Mas apesar das intrigantes distinções reveladas entre os dois grupos deste estudo, os autores do abstracto ou minimizam essas distinções, ou omitem-nas de todo. Mais ainda, este estudo é frequentemente citado pelos pesquisadores pró-homossexualismo como um que demonstra que não existem distinções entre as crianças educadas por homossexuais e as crianças educadas por heterossexuais.
5. Hays, D.& Samuels, A. (1989). Heterosexual women's perceptions of their marriages to bisexual or homosexual men. In F. Bozett (Ed.), Homosexuality and the family (pp. 81-100). New York: Harrington Park Press.
O sumário parcial dos autores:
Os meus comentários:
Hays e Samuels apuraram que aproximadamente 12% das crianças da sua amostra, que tinham 16 ou mais anos, foram reportadas pelas suas mães como sendo homossexuais. Infelizmente, os autores não reportaram a divisão por sexo das crianças não-heterossexuais, e devido a isto, a avaliação das distinções entre os rapazes e as raparigas dos pais não-heterossexuais não pôde ser calculado. Mais ainda, a percentagem reportada de crianças não-heterossexuais foi apurada com base nas declarações das mães, embora a auto-declaração tivesse sido preferível. Este foi outro estudo que pode ter subestimado o número de crianças não-heterossexuais devido à tenra idade de muitos dos seus sujeitos.
6. Haack-Moller, A. & Mohl, H. (1984). Born af lesbiske modre [Children of lesbian mothers]. Dansk Psykolog Nyt, 38, 316-318.
Descrição do estudo de Haack-Moller & Mohl:
Haack-Moller e Mohl declararam que o lesbianismo das mães havia sido problemático para as crianças. De forma geral, foi mais difícil para os rapazes embora ambos os sexos tenham reportado reacções negativas e problemas com os seus pares. Mais ainda, todas as crianças haviam, a dada altura, expressado o desejo de ter um pai e uma "família de verdade".
Os meus comentários:
Mais uma pequena amostra que usou crianças com idades que poderiam chegar aos 14 anos, aumentando desde logo as chances dos 8% serem uma sub-estimativa das percentagens genuínas de não-heterossexuais nesta amostra. Infelizmente, o sexo da única criança homossexual não foi indicado, e como tal, a avaliação do impacto distinto sobre os rapazes e sobre as raparigas não pôde ser explorado.
7. Miller, B. (1979). Gay fathers and their children. The Family Coordinator, 28(4), 544-552.
O abstracto do autor:
Os meus comentários:
As crianças de pais homossexuais presentes neste estudo tinham idades compreendidas dos 14 aos 33. Com base nas declarações dos pais, 8% das crianças eram homossexuais. No entanto, 14% destas crianças que foram directamente entrevistadas identificaram-se como homossexuais. Mais uma vez, a auto-identificação tem mais credibilidade que a identificação paternal. E este é mais um estudo que incluiu crianças com idades abaixo dos 18, um grupo mais susceptível de não se identificar como não-heterossexual no futuro. Infelizmente, o autor não dividiu a amostra por idades, e como tal, não se sabe a percentagem de crianças com menos de 18 anos.
8. O'Connell, A. (1993). Voices from the heart: The developmental impact of a mother's lesbianism on her adolescent children. Smith College Studies in Social Work, 63, 281-299.
O abstracto do autor:
Os sujeitos reportaram necessidades fortes de afiliação e sigilo por parte dos seus pares em relação ao lesbianismo da mãe como algo necessário para a preservação da relação. Outras preocupações, que diminuíam com o passar do tempo, foram medos não-consumados de desvalorização masculina e homossexualidade. Tristeza pervasiva em torno da separação dos pais permaneceram, e os desejos duma reunificação foram colocados de parte quando a mãe "saiu do armário".
Os meus comentários:
A amostra de O'Connell foi bastante pequena, consistindo apenas de 6 mulheres jovens (idades: 16-23) e 5 homens (19-23). Nove porcento da amostra de O'Connell auto-identificou-se como não-heterossexual. As duas maiores preocupações expressas pelas crianças após a revelação da homossexualidade das mães foram "confusão e medo de se tornarem homossexuais". Adicionalmente, muitas das crianças verbalizaram abertamente "sentimentos de raiva, desapontamento, e ressentimento." (...)
9. Paul, J.P. (1986). Growing up with a gay, lesbian, or bisexual parent: an exploratory study of experiences and perceptions. Unpublished doctoral dissertation, University of California at Berkley, Berkeley, CA.
Descrição da dissertação de Paul por parte de Patterson (1992):
Os meus comentários:
Embora 15% da amostra de Paul se tenha auto-identificado como gay ou lésbica,, outros 6% auto-identificaram como bissexuais. Parece estranho que embora os pais bissexuais tenham sido incluídos e contabilizados como tal, as criança bissexuais tenham sido excluídas do total citado em cima. O motivo pelo qual Patterson omitiu as crianças bissexuais do total é desconhecido, mas apesar do motivo, 21% da amostra de Paul (de adultos educados por pais não-heterossexuais) identificou-se como não-heterossexual.
Mais ainda, o comentário de Patterson de que o número de 15% está "dentro do intervalo normal de variabilidade dentro da população" não foi explicado. Como dito em cima, os mais acertados dados actuais revelam que aproximadamente 2% da população geral é não-heterossexual. Portanto, mesmo comparando com a mais baixa taxa de 15%, a amostra de Paul de não-heterossexuais é 7.5 vezes mais elevada da que seria de esperar, ao mesmo tempo que a taxa de 21% é 10.5 vezes mais elevada.
Breve sumário à revisão e comentários finais
Os 9 estudos precedentes sugerem que as crianças educadas por pais homossexuais ou bissexuais são sensivelmente 7 vezes mais susceptíveis que a população geral de desenvolver uma preferência sexual não-heterossexual. Estes dados não são surpreendentes. Em referência ao trabalho de Ford e Beach, Amy Butler (2005) da Universidade de Iowa escreveu:
Obviamente que os pais não-heterossexuais serão mais abertos ao comportamento não-heterossexual por parte dos seus filhos. E, de facto, alguns estudos revelaram que algumas mães lésbicas preferem que as suas filhas sejam lésbicas e muitas filhas alegadamente reportam saber disso (Tasker and Golombok, 1997).
Butler (2005) conclui:
Ser educado por pais que exibem comportamento não-heterossexual certamente que seria considerado uma força ambiental potente, e como tal, o facto dum desproporcional número de crianças educadas por pais homossexuais desenvolverem atracção homossexual não deveria deixar as pessoas surpresas.
Em seguimento da sua revisão a 21 estudos, os pesquisadores pró-homossexualismo Stacey and Biblarz (2001) concluíram:
Ann Pelligrini, professora-adjunta na NYU colocou as coisas duma forma mais directa:
Quando Stacey e Biblarz (2001) revelaram que a pesquisa "não há diferenças" havia na verdade revelado diferenças entre as crianças educadas por pais homossexuais e pais heterossexuais, Paula Ettlebrick do grupo National Gay and Lesbian Task Force disse que eles haviam "arrebentado a bolha dum dos mais bem guardados segredos comunitários." Manter o véu em torno deste segredo tem sido uma estratégia inteligente, e uma que tem servido bem à comunidade homossexual, influenciando tanto as decisões dos tribunais bem como a opinião pública (Clarke, 2002).
O propósito desta revisão é garantir que os dados apurados após pesquisas em torno das consequências nas crianças educadas por duplas homossexuais sejam reveladas de forma honesta e frontal ao público. Embora largamente falhas, os estudos de pesquisa levados a cabo até aos dias de hoje sugerem que a educação não-heterossexual é bem mais susceptível de gerar crianças não-heterossexuais do que a educação heterossexual.
- http://goo.gl/msZXbW
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
O lado sombrio do Batman
Os sussurros em torno do justiceiro mascarado de Gotham City foram confirmados na edição com o nome de "Erotic Lives of the Superheroes", que caracteriza Batman e Robin como uma dupla homossexual cuja vida sexual se tornou inexistente.
Escrito pelo autor Italiano Marco Mancassola, a novela retrata fantasias em torno das obsessões eróticas do Superhomem, do Mister Fantastic e da Mystique à medida que as suas habilidades heróicas vão perdendo vigor à medida que vão envelhecendo. Aclamado aquando da sua publicação na Itália, o livro, que se centra num mistério em redor dum assassinato, chega ao Reino Unido esta semana.
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Sinceramente, será que existe alguma área alguma da vida pública que os activistas homossexuais não pervertam em favor da sua agenda sexual e política?
Igualmente impressionante é a forma como estas figuras icónicas vão sendo gradualmente modificadas para se ajustarem à agenda da esquerda militante (especialmente se com isso for possível levar a cabo uma indoutrinação mais eficaz aos jovens).
Talvez num futuro próximo, em nome da justiça social, o Batman se dedique a combater os intolerantes Cristãos homofóbicos que se recusam a aceitar que um homem a ter atracção sexual por outro homem é normal.
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sábado, 20 de julho de 2013
A homofobia de John McKellar
McKellar descreveu os balneários homossexuais como "sujos, com um cheiro de nitrato de amilo e fezes humanas. O nitrato de amilo era absorvido através do nariz ("sniffado") como forma de obter erecções mais duradouras, e o sexo anal ocorria o tempo todo - com ou sem protecção. Alguns homens ficavam nos balneários a noite toda e tinham sexo com seis parceiros distintos. Era animalesco."
McKellar declarou que a comunidade homossexual acha necessário "atingir as crianças enquanto elas são jovens de modo a condicioná-las e torná-las recrutas simpatéticas para com o comportamento homossexual, mesmo que nunca se tornem elas mesmas homossexuais. É por isso que eles querem que o homossexualismo e todas as suas perversões sejam ensinadas às crianças o mais cedo possível."
McKellar acreditava que a maioria dos homossexuais não apoia a agenda pedófila que visa normalizar o sexo entre adultos e crianças.
McKellar diz que sente mais pena pelos transsexuais:
Em relação aos sado-masoquistas e aos homens de cabedal, McKellar diz que "o que eles gostam é de dominação sexual e submissão. Também eles têm uma fixação imatura pela sua sexualidade." McKellar diz que estes grupos practicam tipos de sexualidade muito perigosas uma vez que "entraram no lado selvagem, e mal eles violam um conjunto de tabus, eles prosseguem violando outros tabus como forma de obter algum tipo de satisfação sexual."
Em relação às operações de "mudança de sexo" subsidiadas com o dinheiro dos contribuintes:
McKellar acredita que é possível curar a condição homossexual. Ele admite que ainda luta com isso, e que ainda tem alguns falhanços, mas que decidiu abandonar a cena gay "oficial" porque "era demasiado arriscada e os relacionamentos eram sempre becos sem saída."
Ele diz ainda que a terapia reparativa é benéfica e necessária para ajudar alguns homens gays e algumas lésbicas a abandonar esse estilo de vida. McKellar diz ainda que mais atenção deveria ser dada aos benefícios e às histórias de sucesso associadas à terapia reparativa, ao mesmo tempo que se diz que o auto-controle e a disciplina são virtudes necessárias para qualquer tipo de batalha sexual que as pessoas levem a cabo como forma de controlar a sua sexualidade.
Em 1997 McKellar fundou a organização "Homosexuals Opposed to Pride Extremism" em resposta ao que ele chama de "a brigada do triângulo cor de rosa." Isto é uma referência aos militantes homossexuais que gostariam de impor os comportamentos mencionados em cima ao resto do país.
Quando lhe foi perguntado se ele qualificava o comportamento homossexual de moralmente condenável, McKellar disse:
Quando lhe foi perguntado qual era a sua opinião pessoal em torno da moralidade dos actos homossexuais, ele disse que preferia manter as pessoas, especialmente os membros da comunidade homossexual, a adivinhar "como forma de os impedir de saber quais são os meus pontos de partida."
John McKellar faz um resumo do activismo homossexual afirmando:
sábado, 22 de junho de 2013
Activistas homossexuais recomendam o uso de papel celofane como preservativo . . .
Era um aula em torno da diversidade homossexual durante a qual era suposto ser ensinado a tolerância. Quando ela passou dos limites, alguém deveria ter colocado um fim a apresentação.
Os activistas homossexuais raramente publicitam que têm planos de indoutrinar as crianças com o seu ponto de vista. . . Tudo é feito às escondidas, através das obrigatórias lições em torno da "diversidade, do anti-bullying e da tolerância".
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Mais ataques à liberdade religiosa
sábado, 20 de outubro de 2012
Quando o normal passa a ser "anormal"
O programa escolar piloto “Proud Schools”, implementada em 12 escolas públicas de Sydney na Hunter [Region], tem como propósito eliminar a "homofobia, transfobia . . . e heterosexismo" . . .
Segundo o "Relatório Consultivo Proud Schools", o programa define como "heterosexismo" a práctica de "posicionar a heterosexualidade como a norma dentro dos relacionamentos humanos".
O programa piloto teve como inspiração um outro programa similar levado a cabo em Victoria, o "Coligação Escolas Seguras" como forma de "dar apoio a diversidade sexual nas escolas, que defende que o género [sic] e a sexualidade não são conceitos fixos mas fluidos.
Em Victoria, cada escola participante é aconselhada a eregir um cartaz especialmente para os gays, lésbicas, transssexuais e jovens que "questionam o seu género".
Um relatório consultivo da Proud Schools recomenda também que as escolas os programas existentes [Desenvolvimento Pessoal, Saúde e Educação Física] "incorporem o ensino da natureza da atracção entre pessoas do mesmos sexo, bem como o ensino da diversidade sexual".
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Confirmado: a televisão está a ser usada para avançar com uma agenda sexual específica
Entre as novas séries da CBS encontra-se a série “Partners,” uma comédia em torno de dois amigos de infância e parceiros de negócios, um deles sendo gay e estando numa relação.
A equipa de actores representa um "um autêntico e consciente esforço por parte da CBS de aumentar a sua diversidade", reportou o estudo da GLAAD.
O enorme fosso que existe entre o mundo real e o mundo apresentado pela televisão é eliminado por motivos ideológicos (e sexuais). Não é por acaso que isso é chamado de programação televisiva.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Activista homossexual: "vamos ensinar novas normas aos vossos filhos"
Antes dos activistas homossexuais se tornarem tão corajosos como o são hoje em dia, aqueles que no passado afirmaram existir uma agenda pró-homossexualismo foram tratados com desdém e qualificados de alarmistas.Mas agora, e depois de vários anos de combate pela "igualdade" e "combate ao bullying" (que nada mais é que o ensino de homossexualismo com dinheiro público) , nós temos várias linhas de evidências que confirmam o que já se dizia no passado.
O último activista homossexual a demonstrar a existência dessa agenda política e sexual foi o editor-gerente da revista sodomita canadiana Xtra Vancouver. As suas palavras são uma enunciação clara dos planos da gaystapo canadiana para as escolas públicas.
E lembrem-se: a gaystapo trabalha por fases/etapas. O facto da gaystapo portuguesa estar num diferente estado de evolução não significa que as coisas cá não se tornem tão intolerantes como as coisas já estão no Canadá.
Na edição de 20 de Outubro de 2011 da revista Xtra, o editor da respectiva disse o seguinte na edição online:
". . . . o movimento pelos direitos dos gays está a mudar as normas no Canadá. E com isso vem uma mensagem para todos aqueles que não querem evoluir [Cristãos]: a vossa moralidade ultrapassada já não é mais aceitável, e nós [activistas homossexuais] vamos ensinar novas normas aos vossos filhos."
Captaram tudo? A gaystapo decidiu que a nossa moral Cristã está "ultrapassada" e que eles, os novos "padres", vão ter o poder estatal de ensinar aos nossos filhos que ser contra um comportamento sexual auto-destrutivo está errado.
Esta frase pode ter passado despercebida, mas esta ostentação por parte dum porta-voz dos activistas homossexuais encapsula em si aquilo que muitos conservadores e defensores da moralidade tradicional não entendem: os activistas homossexuais não são uns pobres coitados membros duma minoria que apenas quer viver a sua vida tranquilamente.
Não.
Os activistas homossexuais são pessoas muito bem colocadas junto do aparelho governamental, determinadas a alterar a nossa percepção do bem e do mal de modo a que as suas escolhas sexuais não despertem a normal revolta que provocam na maioria da população. Basicamente, eles querem mudar o coração dos nossos filhos e dos nossos netos através das "novas normas" que estão a ser impostas na sociedade.
Quem resistir, será vitimado.
Certamente que é verdade que uma larga percentagem dos homossexuais apenas quer viver a sua sexualidade sem tentar forcá-la à sociedade. Mas embora nós possamos discordar com a sua sexualidade, não são estes que constituem uma ameaça às nossas crianças e aos nossos netos.
Aqueles que querem usar as escolas como ferramentas de indoutrinação é que são a ameaça às nossas liberdades de expressão e de opinião. Estes activistas, com a ajuda dos órgãos de informação e da indústria de entretenimento, são aqueles que estão a ser bem sucedidos em mudar a nossa sociedade de uma forma que, há uma década atrás, seria totalmente impensável.
Afinal, quem é que há 10 anos, em Portugal, pensaria que um dia estaríamos a discutir a entrega de crianças inocentes a parelhas homossexuais? Isto não acontece no vazio: isto é parte dum plano político e sexual que visa destruir a estrutura familiar de modo a que as crianças sejam mais facilmente controladas pelos governos.
Lembrem-se: as crianças mais facilmente obedecem aos seus respectivos pais do que aos governos. Devido a isso, os planos do lobby sodomita são muito bem vindos pelos políticos sedentos de poder e influência.
Uma das formas de se conter esta degeneração é expo-la por aquilo que ela é: uma manobra política que usa a psicologia dos homossexuais como forma de silenciar a voz conservadora.
Modificado a partir do original
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
"Casamento" homossexual nos livros (outrora) infantis
Reparem no uniforme militar. Isto torna a celebração da sodomia interracial uma expressão perfeita do politicamente correcto.
Aparentemente o propósito dos livros infantis já não é entreter as crianças mas apenas causar a que elas fiquem perplexas com esta depravação ao mesmo tempo que isso coloca um sorriso nos rostos dos seus pais, se forem esquerdistas, ou choca-os se não forem pais normais.
O propósito é o mesmo delineado pela Escola de Frankfurt: destruir a estrutura familiar do povo, e não da elite, como forma de ser mais fácil controlá-los.
Começam cedo com a indoutrinação como forma de destruir a natural e normal aversão que o ser humano tem em relação à sodomia.
Modificado a partir do original
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Escola inglesa planeia falar de sexo com crianças de 4 anos
Alega-se que mais de 20 famílias estão prontas a retirar os seus filhos das aulas de "educação sexual" devido a receios de que os seus filhos estejam a ser sexualizados demasiado cedo devido a temas como a homossexualidade, a masturbação e os orgasmos.
Segundo o que está planeado, as crianças de seis anos teriam aulas em torno dos relacionamentos homossexuais e a diferença entre o "mau toque e o bom toque". Já os alunos com dez anos terão aulas que incluem o orgasmo e a masturbação.
A Grenoside Community Primary em Sheffield já oferece educação sexual aos alunos nos dois anos mais elevados, mas agora tenciona dar o mesmo tipo de aulas aos mais jovens.
Mais um bom exemplo que a agenda sexual visada pelos esquerdistas avança por etapas. No entanto, ela só avança se o povo conservador deixar. Se os pais mais conservadores se revoltarem, como fizeram as famílias de Sheffield, eles terão mais dificuldade em implantar programas como os descritos aqui.
Algumas famílias ficaram chocadas por saber dos detalhes das lições rebeladas durante os encontras de consultação. O director da escola, Colin Fleetwood, não só alega que o material não é explícito, como defende que o plano de estudo está de acordo com o curriculum nacional. No entanto, ele não disse como é que tenciona ensinar a homossexualidade a crianças de 6 anos sem ser com material explícito.
Louise Leahy – que tem 4 filhos na escola com idades que vão dos 4 aos 10 - é uma das mães furiosas:
Há muito informação nestas aulas que as crianças em tão tenra idade não precisam de saber. É como se as lições e os vídeos passassem a mensagem "Deixa de lado os teus brinquedos. Chegou a altura de cresceres".Louise não só disse que algum do vocabulário usado durante os primeiros 2 anos não é apropriado, como levantou objecções a um DVD para crianças mais velhas onde se vê uma homem por cima duma mulher.
Aparentemente, segundo o director da escola, um homem deitado por cima duma mulher (presumivelmente nua) não constitui "material explícito".
Outro material "não-explícito" incluía videos de pessoas a auto-acariciarem-se e a encorajar as crianças a "pensar de uma forma sexual".
Uma das responsáveis da escola disse-me que a sua filha precisa de saber destas coisas [isto é, homossexualismo, orgasmos, masturbação, etc] porque ela vê programas como Emmerdale e EastEnders. Mas os meus não vêem esses programas e nem quero que vejam.Segundo a lógica da responsável aludida em cima, como a filha vê perversão sexual na TV, ela tem que receber aulas de perversão sexual na escola. Usando a mesma lógica, como as televisões mostram violência, então as escolas tem que ensinar a violência às crianças.
Katie Burrell, 26, cujo filho de 6 anos anda na escola concordou e disse:
O meu filho ainda acredita no pai natal; ele não precisa que lhe digam este tipo de coisas [isto é, homossexualismo, orgasmos, masturbação, etc].Espera lá. O director da escola diz que as aulas não são explícitas, mas as mães das crianças dizem que, sim, as aulas são explícitas.As aulas dirigidas às crianças de 6 e 7 anos são demasiado explícitas. Acho que muitos pais tirarão os seus filhos deste tipo de "aulas".
Em quem é que vamos acreditar? No burocrata cuja subsistência financeira depende da subscrição e promoção de "programas de educação" culturalmente marxistas, ou nas mães das crianças cuja única preocupação é o crescimento saudável dos seus filhos?
Escolha "difícil".
Cumprindo o seu papel na guerra cultural ao falar de sexo com crianças de 4 anos.
domingo, 13 de novembro de 2011
Homossexualismo na Rua Sésamo
Sodomitas militantes querem avançar com a indoutrinação esquerdista dominante no programa "Rua Sésamo" (da estação governamental americana PBS) para um outro nível de degeneração ao tentarem submeter os bonecos Ernie e Bert a um "casamento" homossexual.
Previsivelmente a Time Magazine gostou da ideia:
Embora os criadores da Rua Sésamo nunca tenham dito que as duas personagens são homossexuais [porque será?], os espectadores há muito que especulavam que os companheiros de quarto Bert e Ernie eram mais do que apenas amigos.
Sim, porque quando nós vêmos programas infantis, uma das coisas que frequentemente atravessa o nosso imaginário é a sodomia.
Sarcasmo a parte, que tipo de espectadores dá lugar a tal tipo de especulação? Eu pensava que a Rua Sésamo era um programa para crianças e não para pervertidos.
Scott, que iniciou uma petição para levar a cabo o "casamento" entre as personagens da série, acredita que, ao se permitir que tal evento avance - ou ao se permitir que se instale uma personagem transgénera - estar-se-á a ajudar crianças LGBT que sofram de "bullying" ou outro tipo de perseguição ao se passar a mensagem de que "elas são LINDAS e a sua vida é digna de ser vivida".Algumas pessoas podem pensar que, se a Archie Comics pode apresentar o seu primeiro personagem homossexual [vêr aqui], então a Rua Sésamo . . . . pode levar a cabo um "casamento" entre duas das suas personagens mais "gay".
Dito de outra forma: como medida para acabar com o bullying que alguns jovens homossexuais sofrem devido ao seu comportamento sexual, os activistas homossexuais propõem que se usem os programas infantis para se expôr as crianças à sodomia e ao lesbianismo.
Isto, porque como todos nós sabemos, o "remédio" para a natural aversão que a esmagadora maioria das pessoas têm em relação à homossexualidade é . . . . expô-la a mais homossexualidade. Eventualmente, ela ficará "curada" desse "preconceito".
Infelizmente para os esquerdistas, crianças em idade primária que sejam transgéneras-gays-bissexuais-travestis existem só nas suas profundamente sujas imaginações. No entanto, através do controle dos órgãos de informação, eles esperam materializar tais perversões imaginativas.
Os órgãos de informação podem prematuramente declarar estes eventos como "mudanças culturais", mas as consequências deste tipo de imposição comportamental podem ser muito más para os marxistas culturais que as forçam sobre a população.
Afinal de contas, a paciência tem limites.
sábado, 1 de outubro de 2011
Jornal "conservador" usa dinheiro Cristão para promover homossexualismo

O "Canadian National Post", que supostamente era o órgão de informação mais conservador entre os média canadianos. causou ondas de choque entre os conservadores ao pedir desculpas por ter exibido publicidade pró-família. Para além disso, o National Post disse que vai doar os milhares de dólares pagos pela publicidade (por parte dum grupo pró-família) a um grupo activista homossexual.
O anúncio publicitário, pago pela "Institute for Christian Values", mostra uma criança a dizer:
Por favor não criem confusão em mim!O anúncio falou especificamente da politica da "Toronto District School Board" em proibir os pais das crianças de retirar os filhos das "aulas" de indoutrinação homossexual.Eu sou uma rapariga. Não me ensinem a questionar se sou um rapaz, transsexual, transgénero, intersexual ou bi-espiritual
No seu pedido de desculpas, os editores do National Post escrevem:
O facto de nós não mais voltarmos a publicar este anúncio representa reconhecimento da nossa parte que publicá-lo foi um erro. O National Post gostaria de pedir desculpas sem reservas a quem quer que tenha ficado ofendido com ele [isto é, aos activistas homossexuais que querem usar as crianças para avançar com a sua nojenta agenda sexual e política].Tomaremos os passos necessários para garantir que no futuro os nossos procedimentos de filtragem de conteúdo sejam estritamente aderidos.
O [National] Post vai também doar os lucros do anúncio publicitário a uma organização que promove os direitos das lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros.
(Fonte)
Veja-se o total desrespeito que o National Post tem pelas pessoas que pagaram pelo anúncio ao pegarem no dinheiro do anúncio e ao depositá-lo na conta bancária do grupo ideologicamente oposto aos Cristãos.
Isto é uma tremenda bofetada na cara dos conservadores canadianos. A pergunta é: como é que eles irão reagir a isto?
Outra coisa que é preciso vêr é que o anúncio é pró-criança e não "anti-homossexual". O anúncio apenas diz para não usar crianças em jogos políticos ao confundi-las em relação à sua sexualidade. Será que o lobby homossexual quer confundir as crianças em relação à sua sexualidade?
Se sim, então é o nosso dever social e moral oferecer resistência à agenda dos activistas homossexuais uma vez que essa agenda promove a confusão sexual nos filhos dos outros. (Sim, tem que ser nos filhos alheios porque a homossexualidade, como se sabe, não gera nova vida: só a heterossexualidade faz isso.)
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Cenas de "sexo" homossexual explícitas causam queixas contra a BBC

Centenas de espectadores queixaram-se à BBC devido às cenas de "sexo" homossexual explícitas difundidas num dos seus programas. Mais de 500 telespectadores emitiram queixas contra a difusora devido a cenas ocorridas no episódio da semana passada do popular programa Torchwood, qualificando-as de "sem sentido" e irrelevantes.
Algumas das pessoas exprimiram a sua opinião online:
Era suposto este programa ser sobre a ficção cientifica. Tive que desligar a minha tv uma vez que o meu neto, um ávido amante do género sci-fi (ficção-científica) estava na sala. Estou certo que tanto eu como outros estão enojados com o programa de ontem à noite.Outro comentador declarou:
O conteúdo homossexual é totalmente fora do contexto e como tal, tomamos a decisão de nunca mais vêr o programa.David Turtle, um porta-voz da Mediawatch UK, disse:
A BBC vai alegar que o programa foi emitido depois das 21 horas, mas isso não invalida o facto do programa ser seguido por muitos jovens e o mesmo ser facilmente acessível através do iPlayer a qualquer momento do dia.A BBC havia previamente defendido o conteúdo homossexual afirmando:Acho que a BBC corre o risco de perder a postura perante a sua audiência uma vez que esta, de modo incremental, vai sentir-se desconectada com o que vêem nos ecrãs.
Achamos que o conteúdo [homossexualismo explícito] se justificava em termos do contexto e da personagem, e achamos que o mesmo está dentro das expectativas dos telespectadores regulares.Portanto, a BBC realmente pensa que os telespectadores regulares esperam ansiosamente que um dos seus programas favoritos mostre cenas de sexo entre dois homens. Ridículo.
Parece que a BBC vive dentro duma bolha de ar (à parte do resto do mundo). Desde quando é que os regulares espectadores de QUALQUER programa esperam ansiosamente por cenas de sodomia?
Alguém tem que avisar à esquerda política que, ao contrário deles, a esmagadora maioria da população mundial não está minimamente interessada em saber o que os homossexuais fazem na privacidade dos seus quartos, nas saunas, nas bares gays ou nos salões de "massagem".
A BBC diz ainda:
Temos como propósito [Esperemos então que a BBC mostre como os activistas homossexuais são criticados por outros homossexuais, como o sangue doado por homossexuais activos é rejeitado, e essa rejeição é baseada no altíssimo nível de DST entre os sodomitas. Esperemos também que a BBC informe os telespectadores que é possível abandonar esse comportamento sexual auto-destrutivo.[indoutrinar a nova geração em favor da sodomia] mostrar os relacionamentos de forma honesta, realista quer eles sejam relacionamentos homossexuais ou heterossexuais.
Mas como todos sabemos, o propósito da BBC não é informar mas normalizar a sodomia.
-Fonte-
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