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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Por algum motivo eles querem acesso às crianças

Claro que quem critica estas coisas tem "ódio" no coração.

Note-se que este activista homoerótico associa as suas acções com Satanás (algo notório pelos chifres que ele orgulhosamente ostenta).

Sempre que alguém disser "de que forma é que os gays afectam a tua vida?", mostrem-lhe esta imagem.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Revisão dos estudos que avaliaram a preferência sexual das crianças educadas por homossexuais

Por Trayce Hansen, Ph.D.

Levei a cabo uma revisão a todos os estudos que consegui localizar que avaliavam a preferência sexual das crianças educadas por duplas homossexuais. Nesta minha avaliação eu estabeleci dois critérios: Primeiro: os autores tinham que ser pesquisadores pró-homossexualismo visto que de outra forma, os críticos poderiam desqualificar os seus resultados. Segundo: eu só busquei estudos que utilizavam sujeitos com 18 anos, ou mais, visto que muitos indivíduos não se auto-identificam como homossexuais até depois dessa idade (Patterson, 1992).

Infelizmente, poucos estudos preencheram o critério dos 18 anos, e devido a isso, e como forma de maximizar o número de estudos presentes na minha pesquisa, inclui estudos com sujeitos com idades que poderiam chegar ao 14 anos. Devido à inclusão de estudos com sujeitos com tão baixa idade, a percentagem reportada de crianças não-heterossexuais pode ser sub-estimativa.

Os pesquisadores pró-homossexualismo alegam com frequência que os estudos levados a cabo "não apuram qualquer diferença" entre as crianças educadas por heterossexuais e crianças educadas por homossexuais. Surpreendentemente, estas alegações são feitas nos resumos de estudos de pesquisa que, na verdade, apuram diferenças entre os dois tipos de crianças (Williams, 2000). A tendência de negar ou minimizar as diferenças já foi reparada por pesquisadores pró-homossexualismo. Depois de rever 21 estudos, Stacey e Biblarz (2001) concluíram que em relação ao género [sic], comportamento sexual, preferência sexual,  as crianças homossexualmente educadas são diferentes das crianças heterossexualmente educadas.

Mas apesar destas diferenças, muitos continuam a alegar que "não existem diferenças" entre os dois tipos de crianças, e isto é feito como forma de galvanizar o apoio para o acesso homossexual às clínicas d fertilidade, à adopção, à custodia, e ao "casamento" homossexual. Encorajar o apoio a uma causa é normal, desde que esse apoio se fundamente na disseminação de informação verdadeira. Mas neste caso, isso não acontece.

Outros pesquisadores reviram os estudos em torno da paternidade homossexual e concluíram que 1) ou eles são demasiado problemáticos para se fazer qualquer tipo de alegação conclusiva (Belcastro, Gramlich, Nicholson, Price, e Wilson, 1993; Baumrind, 1995), 2) ou são metodologicamente tão inadequados que não se podem extrair conclusões a a partir deles (Lerner and Nagai, 2001).

Os pesquisadores pró-homossexualismo, bem como os outros activistas, não podem defender as duas posições: Ou os dados apurados por estes estudos são válidos e as duplas homossexuais são mais susceptíveis de educar crianças não-heterossexuais, ou estes estudos não são válidos e as suas alegações de que "não existem diferenças" não fazem sentido.

Eu sou de opinião de que, embora não se possam fazer conclusões definitivas com base nestes estudos, eles sugerem que os pais homossexuais estão a criar um número desproporcional de crianças não-heterossexuais. Isto não é surpreendente visto que os pais são as influências primárias na vida das crianças. Crianças educadas com pais com um estilo de vida, valores e atributos distintos são mais susceptíveis de se tornarem distintas das outras crianças (Baumrind 1995).

Stacey e Biblarz (2001) escreveram:

É difícil conceber uma teoria de desenvolvimento sexual credível que não espere que as crianças adultas de pais lesbigays não exibam de alguma forma uma maior incidência de identidade, comportamento e desejo homoerótico que as crianças de pais heterossexuais.

Finalmente, e talvez o mais importante, as falhas metodológicas nos estudos existentes em torno da paternidade homossexual (tais como amostras não representativas, falta de grupos de controle, e especificações não longitudinais) ressalvam a necessidade duma pesquisa rigorosa e imparcial, de modo a que conclusões mais rigorosas em relação à identidade sexual e genérica das crianças educadas por duplas homossexuais possam ser extraídas. Até lá, olhemos para os estudos que já existem de modo a apurar as tendências sugestivas.

A Revisão:

Esta revisão é uma pesquisa feita a nove estudos que se enquadra nos critérios acima delineados, e os resultados encontram-se limitados pelas fragilidades, limitações, e problemas já descritos (Belcastro, et. al., 1993; Baumrind, 1995; Lerner e Nagai, 2001). Ela é descritiva na sua natureza, e apenas disponibiliza informação geral.

Com base na média encontrada nos 9 estudos que se seguem, 14% das crianças educadas por pais homossexuas desenvolvem preferências homossexuais ou bissexuais. Estes estudos reportaram que as taxas de não-heterossexualidade variam dos 8% aos 21%. As percentagens mais frequentemente reportadas foram de 14% e 16% (dois estudos cada um). Como termo de comparação, dados das melhores pesquisas nacionais revelam que aproximadamente 2% da população é não-heterossexual (Laumann, Gagnon, Michael, e Michaels,1994).

Logo, se estas percentagens forem confirmadas através de estudos com melhor construção, as crianças educadas por homossexuais parecem ser sete vezes mais susceptíveis de desenvolverem preferências homossexuais ou bissexuais, quando comparadas com as crianças educadas por heterossexuais. E, tal como ja foi explicado previamente, 14% pode ser uma sub-estimativa devido à baixa idade de muitos dos sujeitos destes estudos.

Os nove estudos, ordenados alfabeticamente, são pesquisados a seguir e eles incluem os resumos dos autores ou as descrições disponibilizadas por outros, seguidos pelos meus comentários e/ou análise.

1. Bailey, J. M., Bobrow, D., Wolfe, M, & Mikach, S. (1995). Sexual orientation of adult sons of gay fathers. Developmental Psychology, 31(1), 124-129.

Abstracto do autor:

O desenvolvimento sexual dos pais gays ou lésbicos é interessante, tanto por motivos científicos como por motivos sociais. O presente estudo é, até hoje, o maior a focar-se na orientação sexual dos filhos adultos dos homens gays. Com base na publicidade em publicações gays, foram recrutados 55 homens gays ou bissexuais que reportaram 82 filhos com pelo menos 17 anos de idade. Mais de 90% dos filhos cuja orientação podia ser avaliada reportaram ser heterossexuais. Para além disso, os filhos gays e heterossexuais não se distinguiam em variáveis potencialmente relevantes tais como o tempo de vivência com os seus pais. Os resultados sugerem que qualquer influência ambiental dos pais gays sobre a orientação sexual dos filhos não é grande.

Os meus comentários:

Este estudo usou duas formas para classificar a não-heterossexualidade dos filhos adultos criados por homens homossexuais. Primeiro, perguntaram aos pais para classificar se os seus filhos eram heterossexuais ou não-heterossexuais. Os pais que reportaram estar pelo menos "virtualmente certos" da preferência sexual dos filhos, reportaram que  7 entre 75 dos filhos, ou 9%, era não-heterossexuais. Convém ressalvar que dois filhos cujos pais só estavam "moderadamente certos" da não-heterossexualidade dos seus filhos foram excluídos da análise. Se esses dois filhos tivessem sido incluídos, a percentagem dos não-heterossexuais teria subido para 12%.

O segundo método usado para averiguar o número de filhos não-heterossexuais de pais homossexuais era a auto-classificação por parte dos filhos. Dos 43 filhos que se classificaram a eles mesmos, seis dos 43, ou 14%, auto-identificaram-se como não-heterossexuais. Certamente que a percentagem de filhos não-heterossexuais é apurada de melhor forma pelas próprias palavras dos filhos, e desde logo, a percentagem dos 14% é provavelmente um número mais acertado para esta amostra.

Na sua discussão, os autores reconhecem que com base em várias pesquisas populacionais em larga escala, "pode ser alegado que a taxa de homossexualidade nos filhos (9%) é várias vezes mais elevada que aquela que é sugerida pelas pesquisas populacionais." E a taxa de 14% de auto-identificados filhos não-heterossexuais é ainda mais elevada. Note-se na forma como o resumo dos próprios autores minimiza estes achados.

2. Bozett, F.W. (1988). Social control of identity of children of gay fathers. Western Journal of Nursing Research, 10(5), 550-565.

Descrição demográfica de Bozett:

[O estudo de Bozette incluiu] 19 sujeitos, 13 fêmeas e 6 machos, representando 14 pais homossexuais. A idade das crianças variava dos 14 aos 35; 9 encontravam-se na sua adolescência, 6 na casa dos 20, e 4 estavam entre os 30 e os 35. Todos os filhos eram biológicos, excepto 1 que havia sido adoptado por parte dum homem solteiro quando tinha dois anos. Dois dos seis homens identificaram-se como gays, uma mulher disse que era bissexual, e os restantes reportaram serem heterossexuais.

Os meus comentários:

De forma abrangente, 16% das pessoas presentes na amostra de Bozett auto-identificaram-se como não-heterossexuais, um número 8 vezes mais elevado que a média nacional. Para além disso, muitos teóricos acreditam que podem existir impactos distintos nas crianças educadas por homossexuais dependendo do sexo do parente homossexual e o sexo da criança. Devido a isto, talvez o achado mais dramático feito por Bozett é o facto de 33% das crianças masculinas educadas por homens homossexuais se identificarem como homossexuais, e estes resultados podem ser uma sub-estimativa visto que quase metade dos sujeitos de Bozett eram adolescentes (que mais tarde podem eventualmente se auto-identificar como não-heterossexuais).

3. Goldberg, A. (2007). (How) does it make a difference? Perspectives of adults with lesbian, gay, and bisexual parents. American Journal of Orthopsychiatry, 77(4), 550-562.

O abstracto do autor:

Poucos estudos lidaram com as experiências e as percepções das crianças adultas criadas por pais lésbicos, gay ou bissexuais (lgb). Neste estudo, foram entrevistadas 46 crianças adultas de pais lgb, e foram examinadas as suas percepções sobre como o facto de terem sido educadas por pais lgb os influenciou como adultos. Análises qualitativas revelaram que os adultos eram mais tolerantes, com mente aberta aberta, e tinham ideias mais flexíveis em torno do género e da sexualidade como função do facto de terem crescido com pais lgb. Com frequência, os participantes sentiam-se no papel de protectores dos seus pais e da comunidade gay, e alguns desenvolveram esforços para os defenderem perante os seus pares, membros familiares, e perante a sociedade.

Alguns participantes batalharam com questões de confiança durante a idade adulta, que eles relacionaram com a experiência inesperada dos pais de "saírem do armário"
, bem como com as experiências de serem vítimas de gozo e de intimidação [bullying]. É discutida a importância de se entender estes dados dentro do contexto do heterossexismo social.

Os meus comentários:

As idades dos sujeitos do estudo de Goldberg variavam dos 19 aos 50 anos. Neste estudo, 91% deles acreditava que ter tido pais não-heterossexuais "influenciou as suas ideias em torno do género e dos relacionamentos", e "sentiam que ter tido pais lgb os havia levado a desenvolver noções menos rígidas e mais flexíveis sobre a sexualidade e sobre o género".

Com base nestas crenças, não é de estranhar que 17% dos sujeitos do estudo de Goldberg se tenham identificado como não-heterossexuais (lésbicas, bissexuais, ou "gender-queer"). Goldberg sumarizou os seus achados e os achados de outros declarando que as crianças de pais lgb "haviam sido socializadas para questionar noções rígidas em torno da sexualidade e do género, e para olhar para uma vasta gama de identidades sexuais e de género como apropriadas.....". O estudo de Goldberg apoia de modo directo a crença disponibilizada por outros pesquisadores (Baumrind, 1995; Stacey & Biblarz, 2001) de que as atitudes sexuais e os estilos de vida dos pais influenciam as atitudes e os estilos de vida dos filhos.

4. Golombok, S. & Tasker, F. (1996). Do parents influence the sexual orientation of their children? Findings from a longitudinal study of lesbian families. Developmental Psychology, 32, 3-11.

O abstracto dos autores:

Os dados apresentados são de um estudo longitudinal da orientação sexual de adultos que foram criados por famílias lésbicas. Vinte e cinco crianças de mães lésbicas e um grupo de controle de 21 crianças de mães solteiras heterossexuais foram inicialmente analisadas quando tinham uma média de 9.5 anos, e analisadas outra vez quando tinham uma média de 23.5 anos. Foram usadas entrevistas-padrão como forma de se obterem dados em torno da orientação sexual dos jovens adultos no estudo procedente, e como forma de se apurarem as características familiares e o comportamento de género por parte das mães e das suas crianças que fizeram parte estudo inicial.

Embora aqueles provenientes de famílias lésbicas fossem mais susceptíveis de explorar os relacionamentos homossexuais, particularmente se o seu ambiente familiar se caracterizasse pela abertura e pela aceitação dos relacionamentos lésbicos e gays, a larga maioria das crianças que haviam crescido dentro de famílias lésbicas identificavam-se como heterossexuais.

Os meus comentários:

Devido ao seu design longitudinal, e embora falho, este estudo é considerado um dos melhor arquitectados na avaliando as distinções entre as crianças de lares homossexuais e crianças de lares heterossexuais (Williams, 2000). O estudo apurou que 8% das crianças adultas criadas por mães lésbicas auto-identificavam-se como não-heterossexuais, mas de forma a poderem ser classificadas como não-heterossexuais, as crianças tinham que se identificar como não-heterossexuais no momento presente e comprometerem-se a se auto-identificarem como não-heterossexuais no futuro - um método pouco usual de classificar a não-heterossexualidade.

Com base em tal método, é bem provável que muitas pessoas que actualmente se identificam como não-heterossexuais não tenham sido classificadas como tal. No entanto, esta classificação pouco usual pode explicar outro dado apurado pelo mesmo estudo. Quando se examina Avaliação de Kinsey listada no Quadro 2, um total de 16% dos participantes indicaram níveis de atracção sexual bissexuais ou homossexuais. Se compararmos ambos os grupos (crianças educadas por lésbicas versus crianças educadas por heterossexuais) usando a percentagem de 16%, existem diferenças significativas entre os dois grupos (Throckmorton, 2004).

Os autores não mencionaram este ponto nem disponibilizaram uma explicação ou um comentário em relação ao mesmo. Mesmo assim, 16% daqueles educados por lésbicas tinham níveis de atracção sexual bissexuais ou homossexuais, enquanto que aqueles que haviam sido educados por heterossexuais tinham 0% de nível de atracção bissexual ou homossexual.

Adicionalmente, 67% das crianças de famílias lésbicas disseram que haviam "previamente considerado, ou imaginado uma futura possibilidade, de virem a experimentar uma homo-atracção ou ter um relacionamento homossexual, ou ambos", comparados com apenas 14% das crianças das famílias heterossexuais. Isto são 67% comparados a 14%.

Para além disto, 24% das jovens adultos de lares homossexuais haviam tido, de facto, um ou mais relacionamentos homossexuais, enquanto que nenhum dos adultos de lares heterossexuais havia tido. Isto são 24% comparados a 0%. E finalmente, se subtrairmos os 16% (a percentagem de adultos-crianças deste estudo que se encontram atraídos a membros do próprio sexo) dos 24% (a percentagem de adultos-crianças nesta amostra que realmente se envolveu em relacionamentos homossexuais) ficamos com 8%.

Isto significa que 8% das pessoas desta amostra e adultos-crianças educados por lésbicas haviam tido um relacionamento homossexual embora elas não tivessem algum tipo de atracção por pessoas do mesmo sexo. Claramente, este estudo apurou diferenças enormes entre as crianças educadas por heterossexuais e crianças educadas por homossexuais, e essas diferenças estão de acordo com a crença de que a paternidade homossexual pode e influencia de facto o comportamento sexual das suas crianças.

Mas apesar das intrigantes distinções reveladas entre os dois grupos deste estudo, os autores do abstracto ou minimizam essas distinções, ou omitem-nas de todo. Mais ainda, este estudo é frequentemente citado pelos pesquisadores pró-homossexualismo como um que demonstra que não existem distinções entre as crianças educadas por homossexuais e as crianças educadas por heterossexuais.

5. Hays, D.& Samuels, A. (1989). Heterosexual women's perceptions of their marriages to bisexual or homosexual men. In F. Bozett (Ed.), Homosexuality and the family (pp. 81-100). New York: Harrington Park Press.

O sumário parcial dos autores:

Vinte e uma mulheres heterossexuais que eram ou haviam estado casadas com homens bissexuais ou homossexuais e haviam tido crianças com eles, responderam a um questionário com 28 paginas que explorava as suas experiências como esposas e mães.

Os meus comentários:

Hays e Samuels apuraram que aproximadamente 12% das crianças da sua amostra, que tinham 16 ou mais anos, foram reportadas pelas suas mães como sendo homossexuais. Infelizmente, os autores não reportaram a divisão por sexo das crianças não-heterossexuais, e devido a isto, a avaliação das distinções entre os rapazes e as raparigas dos pais não-heterossexuais não pôde ser calculado. Mais ainda, a percentagem reportada de crianças não-heterossexuais foi apurada com base nas declarações das mães, embora a auto-declaração tivesse sido preferível. Este foi outro estudo que pode ter subestimado o número de crianças não-heterossexuais devido à tenra idade de muitos dos seus sujeitos.

6. Haack-Moller, A. & Mohl, H. (1984). Born af lesbiske modre [Children of lesbian mothers]. Dansk Psykolog Nyt, 38, 316-318.

Descrição do estudo de Haack-Moller & Mohl:

Haack-Moller e Mohl levaram a cabo um estudo-procedente, com a duração de 10 anos, às crianças com mães lésbicas. O estudo original foi levado a cabo por Nini Leick e John Nielsen. Haack-Moller e Mohl foram capazes de entrar em contacto com 13 das 15 crianças originais, e as 13 concordaram em se submeter a outra entrevista. A amostra de crianças era composta por 6 rapazes e 7 raparigas com idades compreendidas entre os 14 aos 31. Deste pequena amostra, foi reportado que uma das crianças com uma mãe lésbica tinha uma preferência homossexual, representando 8% do total.

Haack-Moller e Mohl declararam que o lesbianismo das mães havia sido problemático para as crianças. De forma geral, foi mais difícil para os rapazes embora ambos os sexos tenham reportado reacções negativas e problemas com os seus pares. Mais ainda, todas as crianças haviam, a dada altura, expressado o desejo de ter um pai e uma "família de verdade".

Os meus comentários:

Mais uma pequena amostra que usou crianças com idades que poderiam chegar aos 14 anos, aumentando desde logo as chances dos 8% serem uma sub-estimativa das percentagens genuínas de não-heterossexuais nesta amostra. Infelizmente, o sexo da única criança homossexual não foi indicado, e como tal, a avaliação do impacto distinto sobre os rapazes e sobre as raparigas não pôde ser explorado.

7. Miller, B. (1979). Gay fathers and their children. The Family Coordinator, 28(4), 544-552.

O abstracto do autor:

Entrevistas profundas foram levadas a cabo com uma amostra-bola-de-neve de 40 pais gays e 14 das suas crianças. As questões lidaram com a natureza e a qualidade da paternidade por ambos os homens e pela descendência. Quatro tópicos frequentemente levantados nos casos de custódia gay foram examinados. Os dados indicam que as noções do comportamento compensatório da paternidade gay, o abuso de crianças, a influência negativa no desenvolvimento das crianças, e a instigação de assédio são largamente sem fundamento. Quando o pai "sai do armário" perante os filhos, isso tende a aliviar a tensão familiar e a fortalecer o laço pai-filho.

Os meus comentários:

As crianças de pais homossexuais presentes neste estudo tinham idades compreendidas dos 14 aos 33. Com base nas declarações dos pais, 8% das crianças eram homossexuais. No entanto, 14% destas crianças que foram directamente entrevistadas identificaram-se como homossexuais. Mais uma vez, a auto-identificação tem mais credibilidade que a identificação paternal. E este é mais um estudo que incluiu crianças com idades abaixo dos 18, um grupo mais susceptível de não se identificar como não-heterossexual no futuro. Infelizmente, o autor não dividiu a amostra por idades, e como tal, não se sabe a percentagem de crianças com menos de 18 anos.

8. O'Connell, A. (1993). Voices from the heart: The developmental impact of a mother's lesbianism on her adolescent children. Smith College Studies in Social Work, 63, 281-299.

O abstracto do autor:

Este artigo tem como base um estudo que explora o impacto da orientação sexual das mães lésbicas divorciadas nos seus filhos, à medida que eles atravessam a adolescência dentro duma cultura homofóbica. As questões em torno da identidade sexual, bem como as amizades, são ressalvadas. Os dados apurados indicam uma atitude leal e protectora para com a mãe, abertura à diversidade, e sensibilidade para com os efeitos do preconceito.

Os sujeitos reportaram necessidades fortes de afiliação e sigilo por parte dos seus pares em relação ao lesbianismo da mãe como algo necessário para a preservação da relação. Outras preocupações, que diminuíam com o passar do  tempo, foram medos não-consumados de desvalorização masculina e homossexualidade. Tristeza pervasiva em torno da separação dos pais permaneceram, e os desejos duma reunificação foram colocados de parte quando a mãe "saiu do armário".

Os meus comentários:

A amostra de O'Connell foi bastante pequena, consistindo apenas de 6 mulheres jovens (idades: 16-23) e 5 homens (19-23). Nove porcento da amostra de O'Connell auto-identificou-se como não-heterossexual. As duas maiores preocupações expressas pelas crianças após a revelação da homossexualidade das mães foram "confusão e medo de se tornarem homossexuais". Adicionalmente, muitas das crianças verbalizaram abertamente "sentimentos de raiva, desapontamento, e ressentimento." (...)

9. Paul, J.P. (1986). Growing up with a gay, lesbian, or bisexual parent: an exploratory study of experiences and perceptions. Unpublished doctoral dissertation, University of California at Berkley, Berkeley, CA.

Descrição da dissertação de Paul por parte de Patterson (1992):

Um estudo que envolveu entrevistas com jovens adultos - filhos e filhas de pais lésbicos, gays ou bissexuais - foi reportado por Paul (1986). Durante a entrevista, foi perguntado aos inquiridos (com idades entre os 18 e os 28 anos) qual era a sua orientação sexual. Das 34 pessoas que responderam, 2 identificaram-se como bissexuais, 3 como lésbicas, e 2 como homens gays. Logo, cerca de 15% das pessoas da amostra identificaram-se como gays e lésbicas. Mais uma vez, este número encontra-se dentro do intervalo normal de variabilidade dentro da população.

Os meus comentários:

Embora 15% da amostra de Paul se tenha auto-identificado como gay ou lésbica,, outros 6% auto-identificaram como bissexuais. Parece estranho que embora os pais bissexuais tenham sido incluídos e contabilizados como tal, as criança bissexuais tenham sido excluídas do total citado em cima. O motivo pelo qual Patterson omitiu as crianças bissexuais do total é desconhecido, mas apesar do motivo, 21% da amostra de Paul (de adultos educados por pais não-heterossexuais) identificou-se como não-heterossexual.

Mais ainda, o comentário de Patterson de que o número de 15% está "dentro do intervalo normal de variabilidade dentro da população" não foi explicado. Como dito em cima, os mais acertados dados actuais revelam que aproximadamente 2% da população geral é não-heterossexual. Portanto, mesmo comparando com a mais baixa taxa de 15%, a amostra de Paul de não-heterossexuais é 7.5 vezes mais elevada da que seria de esperar, ao mesmo tempo que a taxa de 21% é 10.5 vezes mais elevada.

Breve sumário à revisão e comentários finais

Os 9 estudos precedentes sugerem que as crianças educadas por pais homossexuais ou bissexuais são sensivelmente 7 vezes mais susceptíveis que a população geral de desenvolver uma preferência sexual não-heterossexual. Estes dados não são surpreendentes. Em referência ao trabalho de Ford e Beach, Amy Butler (2005) da Universidade de Iowa escreveu:

O comportamento sexual, incluindo o género do parceiro sexual preferido, é largamente socialmente aprendido. Desde a mais tenra idade, as crianças são ensinadas em relação à forma como devem expressar os seus impulsos sexuais ao serem recompensadas pelas actividades aprovadas, e castigadas pelos comportamentos socialmente desaprovados.

Obviamente que os pais não-heterossexuais serão mais abertos ao comportamento não-heterossexual por parte dos seus filhos. E, de facto, alguns estudos revelaram que algumas mães lésbicas preferem que as suas filhas sejam lésbicas e muitas filhas alegadamente reportam saber disso (Tasker and Golombok, 1997).

Butler (2005) conclui:

Os dados apurados a partir das pesquisas antropológicas e sociológicas, e a partir de estudos em torno de gémeos, sugerem que existe uma componente ambiental substancial a influenciar a escolha da pessoa de optar ou não por obter um parceiro do mesmo sexo.....

Ser educado por pais que exibem comportamento não-heterossexual certamente que seria considerado uma força ambiental potente, e como tal, o facto dum desproporcional número de crianças educadas por pais homossexuais desenvolverem atracção homossexual não deveria deixar as pessoas surpresas.

Em seguimento da sua revisão a 21 estudos, os pesquisadores pró-homossexualismo Stacey and Biblarz (2001) concluíram:

As crianças de pais lesbigays parecem ser menos tradicionalmente genericamente-tipificados e mais abertos às relações homoeróticas.... As evidências, embora escassas e sub-analisadas, sugerem que a orientação sexual dos pais está positivamente associada com a possibilidade das crianças virem a ter a mesma orientação.

Ann Pelligrini, professora-adjunta na NYU colocou as coisas duma forma mais directa:

As famílias queer irão produzir crianças queer. (Bronski, 2001).

Quando Stacey e Biblarz (2001) revelaram que a pesquisa "não há diferenças" havia na verdade revelado diferenças entre as crianças educadas por pais homossexuais e pais heterossexuais, Paula Ettlebrick do grupo National Gay and Lesbian Task Force disse que eles haviam "arrebentado a bolha dum dos mais bem guardados segredos comunitários." Manter o véu em torno deste segredo tem sido uma estratégia inteligente, e uma que tem servido bem à comunidade homossexual, influenciando tanto as decisões dos tribunais bem como a opinião pública (Clarke, 2002).

O propósito desta revisão é garantir que os dados apurados após pesquisas em torno das consequências nas crianças educadas por duplas homossexuais sejam reveladas de forma honesta e frontal ao público. Embora largamente falhas, os estudos de pesquisa levados a cabo até aos dias de hoje sugerem que a educação não-heterossexual é bem mais susceptível de gerar crianças não-heterossexuais do que a educação heterossexual.

Se as opiniões sócio-políticas de longa data e a restrições legais relativas à paternidade homossexual estão em vias de serem alteradas, é justo que isso seja feito por cidadãos plenamente informados..

- http://goo.gl/msZXbW

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O lado sombrio do Batman

À medida que a cultura europeia vai decaindo, os super-heróis vão ficando cada vez menos apelativos.
Os sussurros em torno do justiceiro mascarado de Gotham City foram confirmados na edição com o nome de "Erotic Lives of the Superheroes", que caracteriza Batman e Robin como uma dupla homossexual cuja vida sexual se tornou inexistente.
Escrito pelo autor Italiano Marco Mancassola, a novela retrata fantasias em torno das obsessões eróticas do Superhomem, do Mister Fantastic e da Mystique à medida que as suas habilidades heróicas vão perdendo vigor à medida que vão envelhecendo. Aclamado aquando da sua publicação na Itália, o livro, que se centra num mistério em redor dum assassinato, chega ao Reino Unido esta semana.
Segundo Mancassola, o homossexualismo é apenas um dos aspectos secretos da vida erótica do Batman. Sem dúvida que muitas pessoas ficarão surpresas por saber que o Batman tinha uma "vida erótica secreta". Falando para o The Independent, Mancassola afirmou:

O Batman sempre teve um lado muito negro e como tal, o facto de, na minha versão, ele se envolver em formas estranhas de fetichismo e levar a cabo prácticas sexuais extremas não podem não pode ser coisas surpreedentes. (...) O narcissismo é o seu abismo interior.

Fonte

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Sinceramente, será que existe alguma área alguma da vida pública que os activistas homossexuais não pervertam em favor da sua agenda sexual e política? 
 
Aparentemente "ter um lado sombrio" equivale a "ser sodomita". Curioso que o "lado sombrio" destas e outras "figuras"  do conhecimento público não envolvam coisas como ir à igreja ou ser um ávido leitor da Bíblia. Os "lados sombrios" invariavelmente envolvem prácticas aprovadas pelo Marxismo Cultural e pela agenda homossexualista.

Igualmente impressionante é a forma como estas figuras icónicas vão sendo gradualmente modificadas para se ajustarem à agenda da esquerda militante (especialmente se com isso for possível levar a cabo uma indoutrinação mais eficaz aos jovens).

Talvez num futuro próximo, em nome da justiça social, o Batman se dedique a combater os intolerantes Cristãos homofóbicos que se recusam a aceitar que um homem a ter atracção sexual por outro homem é normal.



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sábado, 20 de julho de 2013

A homofobia de John McKellar

Em 1999, o homossexual John McKeller descreveu o estilo de vida homossexual da seguinte forma:

O sexo compulsivo e anónimo nas casas de banho e nos parques é muito mais comum do que os média querem admitir.

McKellar descreveu os balneários homossexuais como "sujos, com um cheiro de nitrato de amilo e fezes humanas. O nitrato de amilo era absorvido através do nariz ("sniffado") como forma de obter erecções mais duradouras, e o sexo anal ocorria o tempo todo - com ou sem protecção. Alguns homens ficavam nos balneários a noite toda e tinham sexo com seis parceiros distintos. Era animalesco."

McKellar declarou que a comunidade homossexual acha necessário "atingir as crianças enquanto elas são jovens de modo a condicioná-las e torná-las recrutas simpatéticas para com o comportamento homossexual, mesmo que nunca se tornem elas mesmas homossexuais. É por isso que eles querem que o homossexualismo e todas as suas perversões sejam ensinadas às crianças o mais cedo possível."

McKellar acreditava que a maioria dos homossexuais não apoia a agenda pedófila que visa normalizar o sexo entre adultos e crianças.

McKellar diz que sente mais pena pelos transsexuais:

Eles, mais do que qualquer outro grupo, são os mais neuróticos, os mais viciados em drogas, os mais imersos no mundo da prostituição visto que eles estão totalmente confusos em relação à sua sexualidade.

Em relação aos sado-masoquistas e aos homens de cabedal, McKellar diz que "o que eles gostam é de dominação sexual e submissão. Também eles têm uma fixação imatura pela sua sexualidade." McKellar diz que estes grupos practicam tipos de sexualidade muito perigosas uma vez que "entraram no lado selvagem, e mal eles violam um conjunto de tabus, eles prosseguem violando outros tabus como forma de obter algum tipo de satisfação sexual."

Em relação às operações de "mudança de sexo" subsidiadas com o dinheiro dos contribuintes:

Não acredito na maioria da medicina homossexual ; isso é mais mutilação do que medicina. A comunidade homossexual é muito bem subsidiada ; eles deveriam pagar pelos seus próprios procedimentos electivos.

McKellar acredita que é possível curar a condição homossexual. Ele admite que ainda luta com isso, e que ainda tem alguns falhanços, mas que decidiu abandonar a cena gay "oficial" porque "era demasiado arriscada  e os relacionamentos eram sempre becos sem saída."

Ele diz ainda que a terapia reparativa é benéfica e necessária para ajudar alguns homens gays e algumas lésbicas a abandonar esse estilo de vida. McKellar diz ainda que mais atenção deveria ser dada aos benefícios e às histórias de sucesso associadas à terapia reparativa, ao mesmo tempo que se diz que o auto-controle e a disciplina são virtudes  necessárias para qualquer tipo de batalha sexual que as pessoas levem a cabo como forma de controlar a sua sexualidade.

Em 1997 McKellar fundou a organização "Homosexuals Opposed to Pride Extremism" em resposta ao que ele chama de "a brigada do triângulo cor de rosa." Isto é uma referência aos militantes homossexuais que gostariam de impor os comportamentos mencionados em cima ao resto do país.

Quando lhe foi perguntado se ele qualificava o comportamento homossexual de moralmente condenável, McKellar disse:

Não, eu não entro em assuntos pessoais. Eu lido apenas com os assuntos políticos.  As pessoas podem decidir por si sobre os assuntos morais.

Quando lhe foi perguntado qual era a sua opinião pessoal em torno da moralidade dos actos homossexuais, ele disse que preferia manter as pessoas, especialmente os membros da comunidade homossexual, a adivinhar "como forma de os impedir de saber quais são os meus pontos de partida."

John McKellar faz um resumo do activismo homossexual afirmando:

Eu pura e simplesmente ignorei oas activistas homossexuais uma vez que eles nunca tinham algo para me dizer. À medida que o tempo foi passando, e especialmente com o advento da epidemia da SIDA, eu pude observar o quão monomaníacos e niilistas eles se estavam a tornar.

Fonte

* * * * * * *
Uma coisa que os activistas homossexuais não se questionam é do porquê os globalistas e os governos financiarem a sua agenda sexual...

sábado, 22 de junho de 2013

Activistas homossexuais recomendam o uso de papel celofane como preservativo . . .

. . . às crianças


Distrito escolar de Maine pediu desculpas depois de estudantes do ensino médio terem aprendido jogos sexuais preliminares de cariz homossexual durante aquilo que deveria ser uma apresentação celebrando "O Dia da Diversidade". “Não quero que a minha criança aprenda os preliminares heterossexuais, e muito menos os homossexuais," afirmou a enraivecida mãe Kristy Howard.

O director da "Gorham Middle School" enviou uma carta aos pais pedindo desculpas pela natureza gráfica da apresentação levada a cabo pela PRYSM, Proud Rainbow Youth of Southern Maine. Numa carta obtida pelo The American Journal, Robert Riley afirma:

Eles [os activistas homossexuais] foram mais além daquelas que eram as nossas intenções, discutindo tópicos que nós não consideramos apropriados para a nossa escola secundária . . .  Não temos planos de os expor a ideias que não se encontrem dentro do âmbito do ensino por nós mantido em torno da cidadania responsável, e que nem se encontrem dentro do nosso código de conduta.

O incidente, que ocorreu duas semanas antes do estado levar a votos a questão do pseudo-casamento homoerótico, envolveu 25 alunos do 8º ano.  O filho de 13 anos de Kristy Howard foi um dos que voltou para casa chocado com a natureza gráfica da apresentação. Falando para a Fox News, Kristy afirmou:

Eles falaram de sexo e afirmaram que, se não tivessem na sua posse um preservativo, poderiam usar papel celofane no lugar do dique de borracha [usado pelos dentistas]  . . . Tudo isto é novidade para mim.

Kristy Howard disse ainda que os palestrantes da PRYSM usaram de calão vulgar e questionaram se as crianças haviam alguma vez recebido informação em torno de actos homossexuais seguros. James Hagen, o presidente do comité escolar, disse ao The American Journal que os professores sentiram-se pouco à vontade com a apresentação e reportaram o sucedido ao director. “Os professores ficaram chocados,” disse ele ao jornal. “Todos eles ficaram congelados.

O director Riley defendeu a forma como os professores lidaram com a situação - notando que a conversa em torno dos preliminares homossexuais ocorreram perto do final da apresentação. Ele disse à Fox News que, "Se isso tivesse ocorrido durante mais tempo, eles teriam intervido". Riley disse ainda que a escola está a tomar medidas de modo a impedir que isto não volte a acontecer.

Este dia particular não tinha nada a ver com o sexo [ed: que pena que ninguém avisou isso aos activistas homossexuais], mas sim com a tolerância, a bondade e a tentativa de se erradicar das nossas instalações a ideia de que é perfeitamente aceitável agir-se de um modo mesquinho com o próximo.

Kristy Howard disse que o facto dos professores não terem intervido na altura foi perturbador
Era um aula em torno da diversidade homossexual durante a qual era suposto ser ensinado a tolerância. Quando ela passou dos limites, alguém deveria ter colocado um fim a apresentação.
Bob Emrich, do grupo "Protect Marriage Maine", afirmou que não estar surpreendido com o conteúdo da assim chamada aula de "diversidade":
Os activistas homossexuais raramente publicitam que têm planos de indoutrinar as crianças com o seu ponto de vista. . . Tudo é feito às escondidas, através das obrigatórias lições em torno da "diversidade, do anti-bullying e da tolerância".
Se existiam dúvidas de que o "casamento" homossexual será ensinado às crianças das escolas de Maine, tal como o é em Massachusetts e no Canadá, essas dúvidas têm que ser colocadas de lado. Se eles estão dispostos a ensinar aos nossos filhos o tipo de actividades que estão envolvidas nos preliminares homossexuais, acham mesmo que eles não forçarão o ensino do "casamento" homossexual mal ele se torne legal?

Como consequência deste actos dos activistas homossexuais, os pais foram forçados a ter conversas pouco usuais com os seus filhos. Diz Kristy Howard:

Este incidente gerou um tipo de conversa na nossa casa que normalmente nós não deveríamos ter.  . . .  O meu filho sabe a sua identidade.

Ela informou também ao filho que, contrariamente ao que os activistas homossexuais do grupo PRYSM afirmaram, o papel celofane só deve ser usado para proteger comida.

Tive que lhe dizer que, aconteça o que acontecer, a minha sugestão não é o celofane. A minha sugestão é a abstenção.

Sem surpresa alguma, a abstinência não foi mencionada durante a apresentação.

Kristy, que tenciona vocalizar a sua preocupação na próxima reunião do comité escolar, acrescentou:

O tempo em que se ensinava a leitura, a escrita e matemática terminou. Hoje em dia temos crianças a acabar o secundário sem saber ler correctamente.

Mas pelo menos em Gorham eles sabem o que fazer com o papel celofane.

* * * * * * *
Ficamos a saber (mais uma vez) que o verdadeiro propósito das lições em torno do "anti-bullying" mais não é que o ensino e a normalização do comportamento homossexual, e não a defesa da integridade física de quem se encontra viciado no homossexualismo.

Se os activistas homossexuais não sentem qualquer tipo de objecção moral no ensino do sexo anal a crianças de 13 anos, que mais têm eles em mente para os nosso filhos?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Mais ataques à liberdade religiosa


Liz Truss, uma ministra responsável pela educação, recusou-se a colocar de parte a possibilidade dos professores serem penalizados se se recusarem a promover o "casamento" homossexual junto das crianças - mesmo que sejam escolas religiosas.  Por religiosas entenda-se "Cristãs" visto que os políticos ingleses não forçarão as escolas islâmicas a promover o gaysamento.

A senhora Truss simplesmente disse que, nesta altura, é impossível saber qual será o impacto que tal legislação terá no futuro. A sua admissão chegou depois dum MP Conservador, David Burrowes, lhe ter levantado questão em torno deste assunto numa carta..

David Burrowes, Cristão practicante, escreveu a carta à senhora Maria Miller, ministra da Igualdade, levantando preocupações em torno do impacto que os planos da Coligação (que governa o país e quer impôr o "casamento" homossexual) teria sobre as escolas. Esta carta seguiu-se à publicação duma opinião legal de Aidan O’Neill QC comissionado pela "Coalition for Marriage", que está a desenvolver esforços contra a destruição da definição de casamento

O sr O’Neill, perito nos direitos humanos, disse que as escolas podem ter bases legais para despedir professores que se recusam a usar livros que promovem o "casamento" homossexual. Os pais que levantem objecções ao "casamento" homossexual não terão o direito de retirar os seus filhos das aulas, alegou O'Neill.
Teoricamente, segundo O'Neill, o facto de serem escolas religiosas não fará qualquer diferença.

Um cenário sobre o qual ele se debruçou foi o que aconteceria se uma escola primária pedisse a um professor Cristão que usasse um livro chamado "Rei & Rei", uma história onde um príncipe se "casa" com um rei, e se recusasse a fazer uma peça de teatro com base no mesmo livro.  O’Neill concluiu:

Se o professor se recusar a obedecer às instruções legais do patrão, então isto será suficiente para que ele seja despedido.

* * * * * * *
E assim, passo a passo, a liberdade religiosa dos Cristãos vai sendo limitada até ser virtualmente obrigatório celebrar o homossexualismo.

Seria curioso saber se os defensores da normalidade do homossexualismo concordam com esta medida. Deve um Cristão ser despedido por não ensinar aos alunos que o" casamento" pode ser entre dois homens ou entre duas mulheres? Será que as escolas Cristãos devem ser forçadas a ensinar algo que viola o Cristianismo?

Se sim, então qual é o limite?
....

sábado, 20 de outubro de 2012

Quando o normal passa a ser "anormal"



Tal como 2 +2 = 5, depravações sexuais repugnantes, propagadoras de doenças, mas politicamente correctas, são agora consideradas normais. A consequência lógica disto é que qualificar como normal o acto sexual do qual é gerada nova vida é agora algo anormal.
O programa escolar piloto “Proud Schools”, implementada em 12 escolas públicas de Sydney na Hunter [Region], tem como propósito eliminar a "homofobia, transfobia . . . e heterosexismo" . . .
Segundo o "Relatório Consultivo Proud Schools", o programa define como "heterosexismo" a práctica de "posicionar a heterosexualidade como a norma dentro dos relacionamentos humanos".
O programa deve-se "focar em reverter o domínio do heterosexismo e não na homofobia", segundo as minutas do comité da Proud Schools. 

Como é normal, o avanço da agenda sodomita tem o apoio total do "dinheiro do Estado" (= dinheiro dos contribuintes); segundo se sabe, os burocratas foram aos bolsos dos cidadãos e desviaram $250,000 para este programa-piloto. Ou seja,  aquelas pessoas que não consideram o ânus um órgão sexual vão ser na mesma forçadas a subsidiar um projecto governamental que visa ensinar isso mesmo aos alunos - para além de lhes ensinar que a heterossexualidade não é a norma entre o ser humano.
O programa piloto teve como inspiração um outro programa similar levado a cabo em Victoria, o "Coligação Escolas Seguras" como forma de "dar apoio a diversidade sexual nas escolas, que defende que o género [sic] e a sexualidade não são conceitos fixos mas fluidos.
Em Victoria, cada escola participante é aconselhada a eregir um cartaz especialmente para os gays, lésbicas, transssexuais e jovens que "questionam o seu género".
Um relatório consultivo da Proud Schools recomenda também que as escolas os programas existentes [Desenvolvimento Pessoal, Saúde e Educação Física] "incorporem o ensino da natureza da atracção entre pessoas do mesmos sexo, bem como o ensino da diversidade sexual".
Porque é que os governos ocidentais sistematicamente tentam indoutrinar as crianças alheias normalizando comportamentos sexuais pouco saudáveis e clinicamente auto-destrutivos? A destruição da inocência como consequência do amor pelo mal parece ser a melhor explicação. 

Fica ao critério de cada um prever quanto tempo sobreviverá uma cultura que defende que o sexo que garante a perpetuação da espécie não é normal.


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Confirmado: a televisão está a ser usada para avançar com uma agenda sexual específica

Se por acaso tens a sensação de que o esquerdismo degenerado que sai das nossas televisões tem como plano corroer o que resta da nossa sociedade, fica sabendo que isso não é imaginação tua.

O número de personagens gays e bissexuais dos programas encontra-se num dos pontos mais elevados de sempre, segundo afirmou a "Gay & Lesbian Alliance Against Defamation" [GLAAD].  O mesmo se passa na televisão por cabo.

A CBS recebeu palmadas na cabeça por que a "rede de televisão mais avançada."
Entre as novas séries da CBS encontra-se a série “Partners,” uma comédia em torno de dois amigos de infância e parceiros de negócios, um deles sendo gay e estando numa relação. 
A equipa de actores representa um "um autêntico e consciente esforço por parte da CBS de aumentar a sua diversidade", reportou o estudo da GLAAD.
A palavra chave é consciente. Os editores dos programas de televisão estão a usar a televisão para avançar com a agenda homossexualista.

O enorme fosso que existe entre o mundo real e o mundo apresentado pela televisão é eliminado por motivos ideológicos (e sexuais). Não é por acaso que isso é chamado de programação televisiva.


quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Activista homossexual: "vamos ensinar novas normas aos vossos filhos"

Antes dos activistas homossexuais se tornarem tão corajosos como o são hoje em dia, aqueles que no passado afirmaram existir uma agenda pró-homossexualismo foram tratados com desdém e qualificados de alarmistas.

Mas agora, e depois de vários anos de combate pela "igualdade" e "combate ao bullying" (que nada mais é que o ensino de homossexualismo com dinheiro público) , nós temos várias linhas de evidências que confirmam o que já se dizia no passado.

O último activista homossexual a demonstrar a existência dessa agenda política e sexual foi o editor-gerente da revista sodomita canadiana Xtra Vancouver. As suas palavras são uma enunciação clara dos planos da gaystapo canadiana para as escolas públicas.

E lembrem-se: a gaystapo trabalha por fases/etapas. O facto da gaystapo portuguesa estar num diferente estado de evolução não significa que as coisas cá não se tornem tão intolerantes como as coisas já estão no Canadá.

Na edição de 20 de Outubro de 2011 da revista Xtra, o editor da respectiva disse o seguinte na edição online:

". . . . o movimento pelos direitos dos gays está a mudar as normas no Canadá. E com isso vem uma mensagem para todos aqueles que não querem evoluir [Cristãos]: a vossa moralidade ultrapassada já não é mais aceitável, e nós [activistas homossexuais] vamos ensinar novas normas aos vossos filhos."

Captaram tudo? A gaystapo decidiu que a nossa moral Cristã está "ultrapassada" e que eles, os novos "padres", vão ter o poder estatal de ensinar aos nossos filhos que ser contra um comportamento sexual auto-destrutivo está errado.

Esta frase pode ter passado despercebida, mas esta ostentação por parte dum porta-voz dos activistas homossexuais encapsula em si aquilo que muitos conservadores e defensores da moralidade tradicional não entendem: os activistas homossexuais não são uns pobres coitados membros duma minoria que apenas quer viver a sua vida tranquilamente.

Não.

Os activistas homossexuais são pessoas muito bem colocadas junto do aparelho governamental, determinadas a alterar a nossa percepção do bem e do mal de modo a que as suas escolhas sexuais não despertem a normal revolta que provocam na maioria da população. Basicamente, eles querem mudar o coração dos nossos filhos e dos nossos netos através das "novas normas" que estão a ser impostas na sociedade.

Quem resistir, será vitimado.

Certamente que é verdade que uma larga percentagem dos homossexuais apenas quer viver a sua sexualidade sem tentar forcá-la à sociedade. Mas embora nós possamos discordar com a sua sexualidade, não são estes que constituem uma ameaça às nossas crianças e aos nossos netos.

Aqueles que querem usar as escolas como ferramentas de indoutrinação é que são a ameaça às nossas liberdades de expressão e de opinião. Estes activistas, com a ajuda dos órgãos de informação e da indústria de entretenimento, são aqueles que estão a ser bem sucedidos em mudar a nossa sociedade de uma forma que, há uma década atrás, seria totalmente impensável.

Afinal, quem é que há 10 anos, em Portugal, pensaria que um dia estaríamos a discutir a entrega de crianças inocentes a parelhas homossexuais? Isto não acontece no vazio: isto é parte dum plano político e sexual que visa destruir a estrutura familiar de modo a que as crianças sejam mais facilmente controladas pelos governos.

Lembrem-se: as crianças mais facilmente obedecem aos seus respectivos pais do que aos governos. Devido a isso, os planos do lobby sodomita são muito bem vindos pelos políticos sedentos de poder e influência.

Uma das formas de se conter esta degeneração é expo-la por aquilo que ela é: uma manobra política que usa a psicologia dos homossexuais como forma de silenciar a voz conservadora.

Modificado a partir do original

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

"Casamento" homossexual nos livros (outrora) infantis

Não é segredo nenhum que os livros aos quadradinhos fazem todos os possíveis para avançar com o esquerdismo perante os seus leitores impressionáveis, isto é, crianças. Mas a "Archie comics" foi longe demais:

archie-interracial-sodomy

Reparem no uniforme militar. Isto torna a celebração da sodomia interracial uma expressão perfeita do politicamente correcto.

Aparentemente o propósito dos livros infantis já não é entreter as crianças mas apenas causar a que elas fiquem perplexas com esta depravação ao mesmo tempo que isso coloca um sorriso nos rostos dos seus pais, se forem esquerdistas, ou choca-os se não forem pais normais.

O propósito é o mesmo delineado pela Escola de Frankfurt: destruir a estrutura familiar do povo, e não da elite, como forma de ser mais fácil controlá-los.

Começam cedo com a indoutrinação como forma de destruir a natural e normal aversão que o ser humano tem em relação à sodomia.

Modificado a partir do original

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Escola inglesa planeia falar de sexo com crianças de 4 anos

Escola primária inglesa enfrenta a revolta de vários pais depois destes saberem que os responsáveis têm planos para levar a cabo aulas de educação sexual a crianças com idades que podem chegar aos 4 anos.

Alega-se que mais de 20 famílias estão prontas a retirar os seus filhos das aulas de "educação sexual" devido a receios de que os seus filhos estejam a ser sexualizados demasiado cedo devido a temas como a homossexualidade, a masturbação e os orgasmos.

Segundo o que está planeado, as crianças de seis anos teriam aulas em torno dos relacionamentos homossexuais e a diferença entre o "mau toque e o bom toque". Já os alunos com dez anos terão aulas que incluem o orgasmo e a masturbação.

A Grenoside Community Primary em Sheffield já oferece educação sexual aos alunos nos dois anos mais elevados, mas agora tenciona dar o mesmo tipo de aulas aos mais jovens.

Mais um bom exemplo que a agenda sexual visada pelos esquerdistas avança por etapas. No entanto, ela só avança se o povo conservador deixar. Se os pais mais conservadores se revoltarem, como fizeram as famílias de Sheffield, eles terão mais dificuldade em implantar programas como os descritos aqui.

Algumas famílias ficaram chocadas por saber dos detalhes das lições rebeladas durante os encontras de consultação. O director da escola, Colin Fleetwood, não só alega que o material não é explícito, como defende que o plano de estudo está de acordo com o curriculum nacional. No entanto, ele não disse como é que tenciona ensinar a homossexualidade a crianças de 6 anos sem ser com material explícito.

Louise Leahy – que tem 4 filhos na escola com idades que vão dos 4 aos 10 - é uma das mães furiosas:

Há muito informação nestas aulas que as crianças em tão tenra idade não precisam de saber. É como se as lições e os vídeos passassem a mensagem "Deixa de lado os teus brinquedos. Chegou a altura de cresceres".
Louise não só disse que algum do vocabulário usado durante os primeiros 2 anos não é apropriado, como levantou objecções a um DVD para crianças mais velhas onde se vê uma homem por cima duma mulher.

Aparentemente, segundo o director da escola, um homem deitado por cima duma mulher (presumivelmente nua) não constitui "material explícito".

Outro material "não-explícito" incluía videos de pessoas a auto-acariciarem-se e a encorajar as crianças a "pensar de uma forma sexual".

Uma das responsáveis da escola disse-me que a sua filha precisa de saber destas coisas [isto é, homossexualismo, orgasmos, masturbação, etc] porque ela vê programas como Emmerdale e EastEnders. Mas os meus não vêem esses programas e nem quero que vejam.
Segundo a lógica da responsável aludida em cima, como a filha vê perversão sexual na TV, ela tem que receber aulas de perversão sexual na escola. Usando a mesma lógica, como as televisões mostram violência, então as escolas tem que ensinar a violência às crianças.

Katie Burrell, 26, cujo filho de 6 anos anda na escola concordou e disse:

O meu filho ainda acredita no pai natal; ele não precisa que lhe digam este tipo de coisas [isto é, homossexualismo, orgasmos, masturbação, etc].

As aulas dirigidas às crianças de 6 e 7 anos são demasiado explícitas. Acho que muitos pais tirarão os seus filhos deste tipo de "aulas".

Espera lá. O director da escola diz que as aulas não são explícitas, mas as mães das crianças dizem que, sim, as aulas são explícitas.

Em quem é que vamos acreditar? No burocrata cuja subsistência financeira depende da subscrição e promoção de "programas de educação" culturalmente marxistas, ou nas mães das crianças cuja única preocupação é o crescimento saudável dos seus filhos?

Escolha "difícil".

Cumprindo o seu papel na guerra cultural ao falar de sexo com crianças de 4 anos.



domingo, 13 de novembro de 2011

Homossexualismo na Rua Sésamo

Sodomitas militantes querem avançar com a indoutrinação esquerdista dominante no programa "Rua Sésamo" (da estação governamental americana PBS) para um outro nível de degeneração ao tentarem submeter os bonecos Ernie e Bert a um "casamento" homossexual.

Previsivelmente a Time Magazine gostou da ideia:

Embora os criadores da Rua Sésamo nunca tenham dito que as duas personagens são homossexuais [porque será?], os espectadores há muito que especulavam que os companheiros de quarto Bert e Ernie eram mais do que apenas amigos.

Sim, porque quando nós vêmos programas infantis, uma das coisas que frequentemente atravessa o nosso imaginário é a sodomia.

Sarcasmo a parte, que tipo de espectadores dá lugar a tal tipo de especulação? Eu pensava que a Rua Sésamo era um programa para crianças e não para pervertidos.

Algumas pessoas podem pensar que, se a Archie Comics pode apresentar o seu primeiro personagem homossexual [vêr aqui], então a Rua Sésamo . . . . pode levar a cabo um "casamento" entre duas das suas personagens mais "gay".

Scott, que iniciou uma petição para levar a cabo o "casamento" entre as personagens da série, acredita que, ao se permitir que tal evento avance - ou ao se permitir que se instale uma personagem transgénera - estar-se-á a ajudar crianças LGBT que sofram de "bullying" ou outro tipo de perseguição ao se passar a mensagem de que "elas são LINDAS e a sua vida é digna de ser vivida".

Dito de outra forma: como medida para acabar com o bullying que alguns jovens homossexuais sofrem devido ao seu comportamento sexual, os activistas homossexuais propõem que se usem os programas infantis para se expôr as crianças à sodomia e ao lesbianismo.

Isto, porque como todos nós sabemos, o "remédio" para a natural aversão que a esmagadora maioria das pessoas têm em relação à homossexualidade é . . . . expô-la a mais homossexualidade. Eventualmente, ela ficará "curada" desse "preconceito".

Infelizmente para os esquerdistas, crianças em idade primária que sejam transgéneras-gays-bissexuais-travestis existem só nas suas profundamente sujas imaginações. No entanto, através do controle dos órgãos de informação, eles esperam materializar tais perversões imaginativas.

Os órgãos de informação podem prematuramente declarar estes eventos como "mudanças culturais", mas as consequências deste tipo de imposição comportamental podem ser muito más para os marxistas culturais que as forçam sobre a população.

Afinal de contas, a paciência tem limites.

Segue-se: uma experiência desagradável para o pombo.

sábado, 1 de outubro de 2011

Jornal "conservador" usa dinheiro Cristão para promover homossexualismo


O "Canadian National Post", que supostamente era o órgão de informação mais conservador entre os média canadianos. causou ondas de choque entre os conservadores ao pedir desculpas por ter exibido publicidade pró-família. Para além disso, o National Post disse que vai doar os milhares de dólares pagos pela publicidade (por parte dum grupo pró-família) a um grupo activista homossexual.

O anúncio publicitário, pago pela "Institute for Christian Values", mostra uma criança a dizer:

Por favor não criem confusão em mim!

Eu sou uma rapariga. Não me ensinem a questionar se sou um rapaz, transsexual, transgénero, intersexual ou bi-espiritual

O anúncio falou especificamente da politica da "Toronto District School Board" em proibir os pais das crianças de retirar os filhos das "aulas" de indoutrinação homossexual.

No seu pedido de desculpas, os editores do National Post escrevem:

O facto de nós não mais voltarmos a publicar este anúncio representa reconhecimento da nossa parte que publicá-lo foi um erro. O National Post gostaria de pedir desculpas sem reservas a quem quer que tenha ficado ofendido com ele [isto é, aos activistas homossexuais que querem usar as crianças para avançar com a sua nojenta agenda sexual e política].

Tomaremos os passos necessários para garantir que no futuro os nossos procedimentos de filtragem de conteúdo sejam estritamente aderidos.

O [National] Post vai também doar os lucros do anúncio publicitário a uma organização que promove os direitos das lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros.

(Fonte)


Mais uma evidência da infiltração marxista e homossexual nos órgãos de informação alegadamente "conservadores".

Veja-se o total desrespeito que o National Post tem pelas pessoas que pagaram pelo anúncio ao pegarem no dinheiro do anúncio e ao depositá-lo na conta bancária do grupo ideologicamente oposto aos Cristãos.

Isto é uma tremenda bofetada na cara dos conservadores canadianos. A pergunta é: como é que eles irão reagir a isto?

Outra coisa que é preciso vêr é que o anúncio é pró-criança e não "anti-homossexual". O anúncio apenas diz para não usar crianças em jogos políticos ao confundi-las em relação à sua sexualidade. Será que o lobby homossexual quer confundir as crianças em relação à sua sexualidade?

Se sim, então é o nosso dever social e moral oferecer resistência à agenda dos activistas homossexuais uma vez que essa agenda promove a confusão sexual nos filhos dos outros. (Sim, tem que ser nos filhos alheios porque a homossexualidade, como se sabe, não gera nova vida: só a heterossexualidade faz isso.)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Cenas de "sexo" homossexual explícitas causam queixas contra a BBC

Centenas de espectadores queixaram-se à BBC devido às cenas de "sexo" homossexual explícitas difundidas num dos seus programas. Mais de 500 telespectadores emitiram queixas contra a difusora devido a cenas ocorridas no episódio da semana passada do popular programa Torchwood, qualificando-as de "sem sentido" e irrelevantes.

Algumas das pessoas exprimiram a sua opinião online:

Era suposto este programa ser sobre a ficção cientifica. Tive que desligar a minha tv uma vez que o meu neto, um ávido amante do género sci-fi (ficção-científica) estava na sala. Estou certo que tanto eu como outros estão enojados com o programa de ontem à noite.
Outro comentador declarou:
O conteúdo homossexual é totalmente fora do contexto e como tal, tomamos a decisão de nunca mais vêr o programa.
David Turtle, um porta-voz da Mediawatch UK, disse:
A BBC vai alegar que o programa foi emitido depois das 21 horas, mas isso não invalida o facto do programa ser seguido por muitos jovens e o mesmo ser facilmente acessível através do iPlayer a qualquer momento do dia.

Acho que a BBC corre o risco de perder a postura perante a sua audiência uma vez que esta, de modo incremental, vai sentir-se desconectada com o que vêem nos ecrãs.

A BBC havia previamente defendido o conteúdo homossexual afirmando:
Achamos que o conteúdo [homossexualismo explícito] se justificava em termos do contexto e da personagem, e achamos que o mesmo está dentro das expectativas dos telespectadores regulares.
Portanto, a BBC realmente pensa que os telespectadores regulares esperam ansiosamente que um dos seus programas favoritos mostre cenas de sexo entre dois homens. Ridículo.

Parece que a BBC vive dentro duma bolha de ar (à parte do resto do mundo). Desde quando é que os regulares espectadores de QUALQUER programa esperam ansiosamente por cenas de sodomia?

Alguém tem que avisar à esquerda política que, ao contrário deles, a esmagadora maioria da população mundial não está minimamente interessada em saber o que os homossexuais fazem na privacidade dos seus quartos, nas saunas, nas bares gays ou nos salões de "massagem".

A BBC diz ainda:

Temos como propósito [[indoutrinar a nova geração em favor da sodomia] mostrar os relacionamentos de forma honesta, realista quer eles sejam relacionamentos homossexuais ou heterossexuais.
Esperemos então que a BBC mostre como os activistas homossexuais são criticados por outros homossexuais, como o sangue doado por homossexuais activos é rejeitado, e essa rejeição é baseada no altíssimo nível de DST entre os sodomitas. Esperemos também que a BBC informe os telespectadores que é possível abandonar esse comportamento sexual auto-destrutivo.

Mas como todos sabemos, o propósito da BBC não é informar mas normalizar a sodomia.

-Fonte-

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