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sábado, 7 de junho de 2014

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Porque é que nas últimas décadas os esquerdistas que controlam os meios de informação governamentais (isto é, os maiores) estão constantemente a avançar com o homossexualismo e até com o transsexualismo para a arena pública? O que é que eles ganham com isso? Uma pergunta mais fácil de responder é: O que é que os esquerdistas ganham com a supressão do Cristianismo, que durante os momentos mais sombrios do século 20 se distinguiu por ser um baluarte contra a tirania colectivista por toda a Europa?

O que existe de mais censurável por parte dos esquerdistas é a noção Cristã que considera todas as almas como um ser único e individual (e não como um dispositivo intercambiável definido por algum atributo superficial), bem como o facto dos Cristãos responderem a Uma Autoridade Moral acima dos burocratas e acima dos média esquerdistas de maiores dimensões.

Respondendo à segunda pergunta obtemos a resposta para a primeira. A perversão sexual foitransformada num "direito civil" não só para avançar com a estratégia marxista "divide-e-conquista", mas também para atacar a religião Cristã. A campanha contra a Trinity Western University (TWU) Canadiana é bem ilustrativa:
No dia 24 de Abril, a sociedade legal da maior província do Canadá votou contra a admissão de graduados da Trinity Western University, pelo motivo único da aliança comunitária da escola, que os alunos (e os professores) voluntariamente assinam quando são admitidos ou contratados, reservar a intimidade sexual para o casamento heterossexual [ed: o único casamento que existe]. Nova Scotia seguiu o mesmo caminho, vocalizando a sua rejeição sob a condição da TWU alterar a sua aliança comunitária ou permitir que os alunos tenham escolha de não assiná-la. Em British Columbia, que é onde a escola se encontra sediada, a sociedade legal votou no dia 11 de Abril de modo a permitir a admissão de graduados da TWU, mas está-se a gerar um ímpeto de modo a forçar a sociedade a reverter a sua decisão no encontro especial que ocorrerá no dia 10 de Junho.
Forçar a TWU a renunciar o seu pacto sob pressão seria o mesmo que ela renunciar a fé sobre a qual a escola se baseia, o que seria um suicídio moral. É precisamente por isso que os esquerdistas estão a forçar para que isso aconteça. É bem provável que a TWU seja destruída - quer como instituição Cristã ou como universidade.
Com a legalização do casamento [sic] homossexual, o debate público está fortemente voltado contra os Cristãos que acreditam no casamento tradicional [isto é, todos os Cristãos genuínos], e eles enfrentam agora um escalar de intolerância irracional. Durante o debate do dia 11 de Abril por parte da sociedade legal (leiam a  transcrição online), alguns advogados qualificaram o pacto da TWU de discriminatório porque ele exige que os estudantes homossexuais se abstenham de intimidade "mesmo dentro dum casamento [sic] legal," e porque impede os estudantes homossexuais "de se casarem [sic] pelo Estado, um direito pelo qual se batalhou muito e se obteve uma vitória suada".
Nada poderia ser mais quintessencialmente esquerdista que o uso hipócrita das palavras "discriminatório" e "tolerância" como forma de justificar a discriminação intolerante feita aos Cristãos.
À medida que os direitos iguais [isto é, privilégios homoeróticos] têm avançado, a liberdade religiosa [dos Cristãos] tem estado em retirada. Muitos advogados alegam que até as escolas privadas tais como a TWU não deveriam receber permissão para "discriminar" através das suas políticas de contratação ao escolherem professores que vivam segundo os seus princípios morais, ou ao esperarem que os alunos conformem o seu comportamento com as crenças que a escola defende.
De modo ameaçador, o caso segue para o Tribunal Supremo do Canadá, onde os esquerdistas esperam obter uma vitória significativa contra o Cristianismo.
Se o Tribunal Supremo decidir contra a TWU, então certamente que outros ramos profissionais seguirão o exemplo de Ontário e Nova Scotia ao rejeitarem os graduados da TWU. Em 2001 os professores tentaram fazer isso, e encorajados pela nova decisão, certamente que tentarão de novo. Enfermeiras, dentistas, contabilistas, e outros profissionais se seguirão. 
As outras escolas Cristãs têm que se preparar para o efeito dominó. Existem várias escolas religiosas independentes no Canadá, e muitas delas têm pactos.
O que isto significa é que a vitória da agenda homoerótica levará a que um diploma obtido numa instituição Cristã perca todo o seu valor - um passo gigantesco para a marginalização oficial do Cristianismo. Estaline e Hitler tentaram marginalizar directamente o Cristianismo, mas sem sucesso; os novos tiranos estão a tentar fazer isso de outra forma.

O propósito final de Estaline, Hitler e dos Novos Esquerdistas é o mesmo; por mais que os esquerdistas tenham um gosto imenso em reverenciar o homoerotismo, de maneira nenhuma a motivação dos esquerdistas está relacionado com os homossexuais, mas sim com o Cristianismo. O que os move não é compaixão para com os homossexuais, algo notório pelo silêncio universal dos esquerdistas perante o tratamento que os homossexuais islâmicos recebem, mas ódio ao Cristianismo e a tudo o que essa fé religiosa representa (liberdade, singularidade e dignidade humana, Deus acima do Estado, etc).

Quem quer escravizar a humanidade tem primeiro que destruir a fé no Deus da Bíblia, porque enquanto houver pessoas que tenham essa fé, o grito pela liberdade sempre se fará soar.

Modificado a partir do original.

O símbolo que melhor descreve o esquerdismo

segunda-feira, 11 de março de 2013

Jean Wyllys é processado por humilhar alunos

Fonte

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), está sendo processado por seis alunos da Faculdade Jorge Amado, em Salvador, acusado de humilhar, perseguir e reprovar sem base os universitários da turma nocturna. Jean ministrava aulas de Comunicação Social, onde falava sobre cultura brasileira e baiana.

Alguns alunos desistiram do curso e outros fizeram transferência de faculdade depois do comportamento do deputado. De acordo com os advogados Jean ignorava os universitários nas aulas e ironizava as dúvidas dos alunos. “Sem contar com a chacota através de comentários infelizes como ‘alunos insuportáveis, incompetentes, que caíram na faculdade de paraquedas etc’”, relataram os advogados.

Jean fazia agressões verbais em sala de aula, com acusações em tom de voz alta, e se mostrava agressivo e ameaçador. Sempre usava critérios subjectivos de avaliação, onde a maior parte das vezes os alunos eram reprovados, não obstante o esmero dos alunos para adequarem seus estudos aos “costumes” e ideologias de seus “mestres”.

O deputado e professor também foi acusado de se dirigir aos alunos dizendo que eles deveriam procurar outra profissão, dizendo que eles não teriam capacidade para aquele curso: “deveriam procurar outra profissão para seguir como porteiro, caixa de supermercado, vendedor… pois jamais seriam jornalistas”, “ que vocês não tem condições e competência para estar fazendo o curso de Jornalismo”, disse Jean.

O baiano ficou conhecido após vencer a quinta edição do Big Brother Brasil, da “TV Globo”. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como repórter do programa “Mais Você” apresentado por Ana Maria Braga, e como comentarista do “Amigas Invisíveis”, programa de variedades na “Rádio Globo”, e colunista da Revista G Magazine.

Candidato em defesa das causas homossexuais e dos direitos humanos, o ex-BBB Jean Wyllys (PSOL) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. Com 13.016 (0,2%) votos válidos, ele conseguiu a vaga graças ao desempenho do deputado federal Chico Alencar, do seu partido, que conquistou 240.671 (3%) dos votos e foi o segundo mais votado em todo Estado.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Oxford: Homens já podem usar saias nos exames

A Universidade de Oxford alterou as leis que ditavam o uso de roupa definida pelo género sexual, após uma queixa da sociedade "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer".

Conhecida pela sua tradição e regras rígidas que ditam as mais diversas componentes dos seus alunos, a Universidade de Oxford abriu uma exceção que se pode vir a revelar marcante. A instituição autorizou o uso livre de roupas nas provas académicas e ocasiões formais, dando maior espaço a questões de género e de identidade sexual.

Na prática, as novas leis significam que os homens podem utilizar saias e collants, enquanto as mulheres terão a possibilidade de usar fatos e laços.

A alteração surgiu em virtude de uma requerimento apresentado pela organização "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer" para acabar com o que consideravam uma violação da liberdade dos alunos.

"No futuro, não haverá necessidade de estudantes com orientações distintas terem que utilizar roupas com as quais não se sentem confortáveis, para evitarem serem confrontados por vigilantes ou disciplinados durante um exame", afirmou Jess Pumphrey, um dos responsáveis da organização, em declarações reproduzidas pelo "Daily Telegraph".

De acordo com as antigas leis que regem os trajes e roupas que se podem usar em Oxford - conhecidas como "subfusc" - os homens deviam usar um fato escuro com meias, sapatos pretos, um laço branco e uma simples camisa branca, debaixo dos robes pretos. Já as mulheres tinham obrigatoriamente que vestir saias ou calças escuras, uma blusa branca, collants e sapatos pretos, para além de um laço preto ao pescoço.

Agora com a mudança que dá liberdade de acordo com a identidade sexual, há esperança nas implicações positivas da decisão.

"Este é um passo extremamente positivo, que já esperávamos há muito. Sou da opinião que é possível manter os elementos de tradição, ao mesmo tempo que damos oportunidade aos estudantes de usar o traje com os quais se sentem mais confortáveis", confessou Simone Webb, presidente da organização "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer".

As alterações entram em vigor na próxima semana.

* * * * * * *

Quando coisas como as que esta notícia revela são noticiadas, fico curioso em saber a opinião daqueles que afirmam que a normalização do homossexualismo "não afectará a vida do resto da sociedade". Será que eles ainda pensam assim?.

domingo, 8 de julho de 2012

Lésbica finge ser vítima de campanha de ódio

Estudante universitária que se queixou de receber recados anti-homossexualismo admitiu à polícia que ela mesmo é que os escreveu.

Muitas pessoas da CCSU [Central Connecticut State University] estão perplexas com a prisão duma estudante lésbica - Lexi Pennell - depois dela ter dito à polícia que era alvo de ódio.

Tudo começou em Março último quando Lexi disse que "alguém" tinha o hábito de enfiar por baixo da porta do seu dormitório recados ameaçadores contra ela precisamente por ela ser homossexual.

Ela disse:

Recebemos alguns recados com mensagens derrogatórias centrados na nossa orientação sexual.
Para tornar as coisas ainda mais ridículas e falsas, Pennell conseguiu reunir centenas de otários estudantes da mesma universidade numa manifestação feita em seu apoio devido aos seus esforços contra o alegado ódio. Infelizmente, e como é normal no activismo homossexual, o espectáculo baseava-se em mentiras e dados falsos:
A polícia afirmou que colocou câmaras ocultas no corredor do dormitório e capturou a Lexi a colocar os recados no seu próprio dormitório. A polícia afirmou que tudo não passou duma grande mentira.
Num mundo controlado pelo esquerdismo militante tu avanças na vida não através do teu esforço e dedicação mas sim se sentires pena de ti mesmo. No entanto, se os activistas homossexuais são genuínas vítimas de "homofobia", há algum motivo para inventar ódio onde ele manifestamente não existe?

Fonte

sábado, 29 de outubro de 2011

Pós-Graduação em Estudos LGBT

A normalização de vícios auto-destrutivos avança. Uma conhecida instituição de ensino lisboeta agora oferece "pós-graduação em estudos LGBT" [Lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais].

terça-feira, 21 de junho de 2011

Pós-Graduação em Homossexulogia

Fonte
Recebemos por email a informação de que o ISCTE tem uma pós-graduação sobre as realidades LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero).

http://www.iscte-iul.pt/cursos/pos_graduacoes/14706/Apresentacao.aspx

Sobre a instituição onde é ministrado o curso:
O ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), é uma instituição pública de ensino universitário, criada em 1972.

Os seus objectivos estratégicos são a inovação, a qualidade, a internacionalização e o desenvolvimento de uma cultura empreendedora.

Retirado do site institucional do ISCTE
Fará esta pós-graduação parte dos objectivos estratégicos do ISCTE?

Este é um caso paradigmático de como uma instituição pública é tomada de assalto por um grupo de activistas ideológicos.

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