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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Governo inglês assegura que nenhuma igreja pode ser forçada a tomar parte em uniões civis . . . por enquanto

Há alguns dias atrás o governo inglês deu novas "garantias" de que as igrejas não podem ser forçadas a levar a cabo uniões civis contra a sua vontade. A promessa veio a lume durante o debate na Câmara dos Lordes em torno das Regulamentos Governamentais que permitem o registo de parcerias civis em premissa religiosas (m Inglaterra e no País de Gales).

O debate em torno dos Regulamentos foi assegurado pela Baronesa O’Cathain. Muitas igrejas expressaram preocupações pelo facto de acreditarem poder sofrer pressão legal para registar uniões civis contra a sua vontade.

A Baronesa O’Cathain trouxe a lume o aconselhamento legal que expôs potenciais falhas no nove esquema. Para além disso, ela afirmou que o propósito para iniciar o debate foi o de "discutir a preocupação geral de que o Regulamento ameaça a liberdade religiosa".

O antigo Lord Chancellor, Lord Mackay de Clashfern, disse que o governo deveria providenciar protecção mais clara contra a lei da igualdade.

Outros Pares afirmaram que mais protecção legal é necessária, e insistiram que nenhuma igreja poderia ou deveria ser forçada a levar a cabo registos de uniões civis.

Respondendo ao debate, o Home Office Minister Lord Henley disse que as igrejas que escolham não tomar parte do esquema, estão totalmente garantidas pela Secção 202 da Equality Act, a provisão legal que permite o registo religioso das uniões civis.

Esta é a primeira vez que o governo afirma que a Secção 202 oferece tal "protecção".

Durante o debate, muitos Pares afirmaram que, caso alguma igreja sofre uma acção legal por se recusar a registar um união covil, a mesma quase de certeza seria bem sucedida na sua defesa.

Fonte

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

População inglesa à beira de ser contaminada com sangue homossexual

As transfusões sanguíneas salvam vidas. Regras sensíveis em torno de quem pode e não pode doar sangue existem para garantir e proteger os bancos de sangue. Decisões em torno de quem pode doar sangue em segurança deveriam ser deixadas à ciência médica e não aos lobbies políticos ou às leis da "igualdade".

No entanto, foi anunciado que na Grã-Bretanha, a partir de 7 de Novembro, as regras em torno da doação de sangue vão ser revistas. Segundo as regras actuais, um homem que tenha tido relações sexuais com outro homem não tem permissão para doar sangue. Isto é feito assim porque os homens que tem relações sexuais com outros homens (HSH) estão em maior risco de serem possuidores de vírus transmissíveis através do sangue.

Este não é um risco histórico que entretanto desapareceu; ainda é bem real. No princípio deste ano a "Health Protection Agency" (HPA) anunciou que o número de novos diagnósticos de HIV quase que duplicaram nos últimos 10 anos. A HPA disse também que os números estão em crescimento "especialmente entre homens que tem sexo com outros homens".

Grupos de risco.

Na verdade, existe uma lei europeia que legalmente requer que os bancos de sangue excluam permanentemente qualquer pessoa cujo comportamento sexual os coloque em elevado risco de contrair doenças infecciosas que possam ser transmitidas através do sangue. É por isso que uma sondagem os serviços sanguíneos de 23 países verificou que HSH estão permanentemente excluídos de doar sangue em 20 países.

Os HSH não são os únicos que estão barrados de doar sangue:

  • Qualquer pessoa que tenha alguma vez trabalhado como prostituta ou que tenha injectado drogas ilegais não pode doar o seu sangue.
  • Qualquer pessoa que tenha uma afta activa não pode doar o seu sangue.
  • Qualquer pessoa que tenha feito uma tatuagem ou uma maquilhagem semi-permanente nos últimos 4 meses não pode doar sangue.
  • Qualquer pessoa que tenha recebido uma transfusão sanguínea em qualquer parte do mundo desde 1 de Janeiro de 1980 não pode dar sangue.

A lista continua por aí além...

No entanto, devido às campanhas dos activistas homossexuais, a restrição feita ao sangue dos sodomitas foi revertida pelo governo inglês. Os activistas disseram que a exclusão é "ilegal" segundo os regulamentos da orientação sexual - que eles mesmos forçaram com os seus lobbies. Os regulamentos foram introduzidos em 2007 e mais tarde incorporados no "Equality Act" em 2010.

O que estes activistas homossexuais não dizem é que o sangue homossexual está banido não devido àquilo que um homossexual é mas sim por aquilo que ele faz. Se um homem tiver atracção por outros homens mas nunca tiver tido uma relação sexual com outro homem, esta pessoa pode doar sangue.

Os bancos de sangue rejeitam comportamentos e não pessoas. Mas isso os activistas já não dizem, como tal, os sodomitas vão poder doar o seu contaminado sangue desde que não tenham tido relações sexuais nos últimos doze meses. Mas mesmo este tempo de espera não é suficiente para os activistas homossexuais. O homossexual Peter Tatchell não quer nenhum limite de tempo.

Ou seja, um homem pode ter estado numa festa gay numa noite - e ter tido relações com 5 ou 10 homens (alguns potencialmente contaminados) - e no dia seguinte ir a um banco de sangue doar o seu sangue. Para os activistas homossexuais isto não é irresponsabilidade mas sim "igualdade". Com isto se vê como o lobby gay não respeita a saúde alheia.

Risco.

Até a pouco tempo o "National Blood Service" disse que permitir que os HSH doem o seu sangue poderia resultar no aumento do risco de sangue infectado com HIV penetrar os bancos de sangue - cinco vezes mais.

O período de 12 meses é um recuo perante as exigências dos activistas homossexuais. No início deste ano foi reportado nos média que o governo estava a considerar relaxar o tempo de salvaguarda (da exclusão permanente até a um período de espera de 10 anos).

Em Abril deste ano os peritos disseram que o risco do HIV entrar nos bancos de sangue é de cerca de 2,5%. Os mesmos peritos disseram que um tempo de espera na ordem dos 5 anos aumentaria o risco em cerca de 5%.

Devido a isto, será despropositado perguntar o quão alto o aumento do risco com o tempo de espera centrado nos 12 meses? As reportagens oficiais sugerem que o risco pode chegar aos 10%.

Igualdade ou supremacia?

Se alguém deveria estar sujeito às leis da igualdade, deveria o receptor e não o dador. Nunca houve indícios de que as transfusões de sangue tenham sido negadas devido à raça, sexo, deficiência física ou orientação sexual. E ainda bem.

O "produto" ou "serviço" da "National Blood Service" é o sangue. Quem é o beneficiado? É o paciente que precisa da transfusão e não o dador. Isto é o senso comum.

Isto nunca foi polémico até que os regulamentos em torno da orientação sexual foram introduzidos em 2007. Devido às pressões por parte dos activistas homossexuais chegamos a uma situação onde os sodomitas têm o "direito" de doar o seu sangue, independentemente do aumento dos riscos médicos. Aparentemente, a ideologia sobrepõe-se à saúde alheia.

É este tipo de movimentação política que afecta também as agências de adopção. As agências não existem para fornecer crianças aos adultos - isso seria tratar as crianças como um "produto" ou um "serviço". As agências existem para fornecer famílias funcionais a crianças necessitadas. As principais beneficiárias são as crianças.

No entanto, devido aos regulamentos igualitários, as exigências dos adultos são mais importantes e com tal as agências de adopção baseadas no Cristianismo foram quase erradicadas de Inglaterra (tal como os marxistas culturais e os activistas homossexuais desejavam).

Conclusão:

As leis de igualdade deveriam ser acerca de justiça, mas parece que os mais frágeis da sociedade é que sofrem com elas. Para além das crianças em busca de um lar normal sofrerem com estas leis, agora são os doentes em busca de bancos de sangue saudável.

Chegamos a um ponto onde temos que perguntar: quem serão as próximas vítimas das leis da "igualdade" promovidas pela gaystapo?

-Fonte-

Submetam-se, obedeçam ou sofram as consequências.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Secularista inglês para os religiosos: se não gostam da nossa definição de igualdade podem-se ir embora!

O Rabino-Chefe lorde Sacks afirmou que as tentativas de imposição de um modelo de igualdade "único" sobre as organizações religiosas está a corroer as liberdades religiosas. Ele avisou que tais acções na Grã-Bretanha podem trazer de volta a atmosfera que levou a que muitos ingleses abandonassem o país em busca de liberdade religiosa.

Os comentários de Sacks foram bem recebidos pelos grupos de liberdade religiosa Cristãos, mas atacados pelos representantes dos grupos anti-religiosos.

Preocupação.

O Rabino-Chefe falava perante o Comité Selecto da Casa dos Comuns juntamente com representantes da Igreja de Inglaterra, a Igreja Católica e o líder da Associação Humanista Britânica (militantes ateus).

Sacks disse que partilha da preocupação real dos líderes Cristãos, e concordou que aqueles que tentam impôr o modelo de igualdade e anti-descriminação sobre as organizações religiosas estão a destruir a liberdade religiosa. Ele acrescentou ainda que a Inglaterra caminhava para trás no tempo, para a altura do Mayflower quando muitos abandonaram o país "para encontrarem liberdade religiosa noutros sítios".

Imposição.

Bernard Jenkin MP, que liderou o Comité, avisou também que um "absolutismo humanista" seria "tirânico".

Andrea Minichiello Williams do grupo "Christian Concern" recebeu os comentários do Rabino-Chefe com agrado. Ela disse:

Tem havido uma significativa limitação da liberdade religiosa devido à cultura da "igualdade" e a imposição do politicamente correcto sobre o público.
Ela disse ainda que isto é "uma consequência inevitável do secularismo, que promete uma utopia mas dirige a sociedade para uma tirania" e acrescentou que não só o secularismo não é neutro como pune os dissidentes."

Mas Terry Sanderson, militante ateu e presidente do grupo "National Secular Society" (NSS), disse que as leis da igualdade que Sacks "ataca são uma conquista maravilhosa e algo que a maioria das pessoas - incluindo muitos Judeus - recebem como algo progressivo, justo e fortemente ansiado".

O militante ateu Sanderson acrescentou que o Rabino-Chefe era "egoísta, egocêntrico e politicamente motivado".

Uma das coisas que nós podemos ter a certeza em relação aos esquerdistas é que nós podemos saber o que eles geralmente são (ou tencionar fazer) pelas acusações que eles fazem aos religiosos - em especial aos Cristãos. Os militantes ateus é que geralmente são os "egoístas, egocêntricos e politicamente motivados".

Sanderson continuou com a demonstração do seu totalitarismo ao escrever no site da NSS:

A minha mensagem para o lorde Sacks, Andrea Minichiello Williams, Lord Carey, o Christian Institute e todos os outros choramingas é: se vocês realmente pensam que a vida neste país é intolerável e querem ir para outro sítio onde os vossos preconceito - digo, liberdades religiosas - podem ser expressas sem oposição, deixem-me citar uma canção do filme West Side Story: ‘I know a boat you can get on. Bye-bye.’”

É sempre bom falar com "adultos" que consideram "vai-te embora!" como uma forma válida de argumentação.

Se vocês forem lêr o que o militante ateu escreveu no seu site, sem dúvida que irão observar o tom raivoso que ele usa para classificar as palavras do Rabino-Chefe.

Paralelamente, o militante diz que as leis da "igualdade" (que são uma fabricação monumental uma vez que a homossexualidade não é igual à heterossexualidade) estão feitas de forma a "proteger" os homossexuais. Mas quem é que protege os Cristãos e os Judeus das leis da "igualdade"?

O mentiroso diz ainda que o Rabino se deveria sentir "sortudo" por viver num país secularizado e "tolerante" como a Inglaterra. Isto é totalmente orweliano, especialmente quando sabemos que essas leis da "igualdade" estão a ser usadas PRECISAMENTE para promover a intolerância e remover os verdadeiros direitos humanos dos Judeus e dos Cristãos religiosos.

Quem não se lembra da psicóloga Cristã que pode perder a sua carteira profissional por ter oferecido ajuda REQUISITADA a um homossexual, depois deste ter mentido e dito que precisava de ajuda para abandonar o seu estilo de vida auto-destrutivo?

Quem não se lembra do casal inglês, Peter and Hazelmary Bull, vítimas das leis da "igualdade" por se recusarem a violar os seus preceitos religiosos acomodando 2 homens no mesmo quarto, quando o seu estabelecimento só reconhece como "casal" um homem e uma mulher?

Portanto, as palavras do Sanderson são pura mentira. Ele sabe bem que as leis da igualdade tem como propósito acabar com a liberdade religiosa, e é precisamente por isso que os secularistas as fomentam com tanto vigor.

Se não fosse o aspecto anti-Cristão das leis da "igualdade", os humanistas não veriam nelas qualquer tipo de utilidade.

Símbolo Tolerante e Secular

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