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domingo, 16 de março de 2014

A mentira do homossexual Richard Kennedy

Estudante de drama que se tornou numa sensação da internet depois de alegar ter sido violentamente espancado "por ser homossexual", admitiu publicamente que as lesões que tem foram causadas por ele mesmo quando tropeçou num passeio. Richard Kennedy, de 18 anos, morador em Blackpool (Inglaterra), disse à polícia que foi encurralado por "um gangue de homofóbicos" depois ter saído dum bar homossexual em Preston, Lancashire, alegação que levou a policia a apelar por mais informações em torno do que eles chamaram de "ataque particularmente sórdido".

Para além da alegação, Kennedy postou no Facebook fotos da sua cara ensanguentada, dos dentes deslocados e das feridas nos joelhos. Junto com as fotos, ele colocou a frase, "Eis aqui um exemplo do porquê a homofobia estar errada, e de ser nojento o facto disto ainda existir em 2014". O post recebeu mais de 182,000 mensagens de apoio.

Mas agora, o jovem que estuda "Teatro e Performance Contemporânea" na "University of Central Lancashire" admitiu ter inventado tudo. Depois de lhe terem sido exibidas imagens CCTV dele escorregar e a cair de cara no chão, Kennedy admitiu que "o ataque homofóbico totalmente desumano" do qual ele falou nunca aconteceu. A policia de  Lancashire, que levou a cabo "uma investigação detalhada" da alegação, confirmou que as imagens de CCTV mostravam que o adolescente não havia sido atacado por ninguém, mas que pura e simplesmente tinha caído.

Apesar da mentira, os oficiais da polícia alegaram que Kennedy não será alvo de qualquer penalização (por ter causado a que a polícia perdesse tempo) visto que eles são de opinião que Kennedy realmente acreditava que havia sido atacado quando falou com a polícia. O Inpector-Detective Paddy O’Neill disse:

Conseguimos recuperar algumas imagens CCTV que mostram a parte lesada [Kennedy] a cair no chão. Nós mostramos-lhe as imagens e ele agora aceita que as suas lesões ocorreram durante a queda. (...) Havendo supervisionado a investigação . . . aceito que a sua queixa tenha sido feita com boas intenções. (...) Estou perfeitamente consciente que as informações iniciais em torno deste incidente foram perturbadoras para um certo número de pessoas, e a cidade de Preston foi colocada sob uma luz bastante negativa. Felizmente, não houve qualquer tipo de ataque homofóbioc nem qualquer outro tipo de ataque.

Depois do alegado "ataque" à porta do clube Evoque pouco depois das 3:30 da madrugada do dia 26 de Fevereiro, Kennedy disse que foi derrubado para o chão e pontapeado com tal ferocidade que 4 dos seus dentes foram deslocados do sítio. Ele disse também que foi com muito esforço que conseguiu andar, depois de ter sofrido lesões em ambos os joelhos.

Mais tarde, o estudante relatou as ocorrências no Facebook duma forma enervada, postando fotos do "Ante"s e "Depois", e lamentando ter sido "estúpido" por ter ido para casa sozinho. Depois de publicado, esse post tornou-se viral. Ele escreveu:

Eis aqui a minha cara antes de depois do ataque homofóbico: 4 dos meus dentes desapareceram - não caíram; estão sim enfiados na minha gengiva e nas minhas bochechas.....a minha cara inchou, ambos os meus joelhos encontram-se seriamente lesionados, e tenho dificuldade em andar. A minha cara está a latejar constantemente e agora tomo 4 tablets por dia para as dores. E ainda posso precisar duma cirurgia para resolver os danos. E qual foi a causa disto tudo? A minha sexualidade.

Inicialmente, a polícia disse que Kennedy estava tão desorientado com o "ataque" que nem sabia exactamente onde é que havia sido atacado. Crê-se que, durante algum tempo, ele andou pela cidade de Preston confuso e perturbado antes da polícia ter sido alertada por pessoas que passavam por perto. Numa entrevista dada a um jornal local, Kennedy afirmou:

Ouvi um grupo de homens a gritar palavras homofóbicas contra mim. A próxima coisa que me lembro é ser esmurrado na parte traseira da cabeça. Fui atacado violentamente - e tudo por causa da minha sexualidade. Fiquei coberto de sangue e a minha cara foi pontapeada, o que causou a que os meus dentes retrocedessem. Posso vir a precisar de cirurgia como forma de reparar os estragos que foram feitos. É uma desgraça total atacar pessoas só por causa daquilo que elas são.

Depois de tudo o que passou, tudo o que quero é que as pessoas fiquem conscientes. Quero que as pessoas vejam o que pode acontecer se forem estúpidas como eu e andem sozinhas à noite.


A mais recente mensagem da página pessoal de Kennedy não diz nada da investigação policial. Tudo o que ela diz é: "Se és homossexual, então és homossexual. Se és heterossexual, então ainda bem".

Daily Mail

* * * * * * * *

Como dito previamente, existem vantagens sociais em ser uma "vítima credenciada". O problema é que não há motivos suficientes que justifiquem o estatuto de "vítima" de alguns grupos, e como tal, os membros desses grupos inventam histórias: as feministas vêm "opressão" onde ela não existe, os negros e as outras minorias étnicas vêem racismo onde ele não existe, e os homoeróticos vêem "homofobia" onde ela não existe.

Uma coisa é certa: uma vez que os membros desses grupos "protegidos" se vêem na "obrigação" de inventar crimes de ódio como forma de justificarem o  seu auto-conferido estatuto de "vitima", é seguro afirmar que tais "crimes de ódio" reais fazem-se notar pela sua ideologicamente problemática ausência.

Mas os principais culpados deste estado de coisas, e por haver mulheres, minorias étnicas e homossexuais com forte inclinação para mentir como forma de justificar o seu estatuto de "vítima", são as pessoas que classificaram esses grupos de "vítimas" sem que eles o fossem. Agora, os membros desses grupos vêem-se na "obrigação" de viver segundo as expectativas de pessoas que apenas usam a sua "raiva" artificial incutida como forma de obter ganhos políticos e sociais.


sexta-feira, 7 de março de 2014

A rapariga transsexual e o "crime de ódio" que nunca foi

A polícia da pequena cidade no norte da Califórnia com o nome de Hercules havia dado início a uma investigação em torno de abuso sexual e crime de ódio depois duma rapariga que se identifica como "rapaz" alegadamente ter sido atacada por três rapazes adolescentes enquanto usava a casa de banho que está de acordo com a sua identidade de género (isto é, a casa de banhos dos rapazes).

Segundo o Departamento Policial de Hercules, a estudante de 15 anos afirmou que estava a sair da casa de banho dos rapazes quando foi confrontada por "três jovens não identificados do sexo masculino". A estudante disse às autoridades que os três rapazes, que se acreditam ter cerca de 16,17 anos, empurraram-na para zona dos deficientes da casa de banho, onde ela foi "agredida fisicamente e sexualmente".
Só que ela mentiu.

Segundo Van Putten, detective policial de Hercules, a adolescente transgénero retratou-se da história que havia contado, "admitindo que a havia fabricado totalmente" durante uma entrevista com um detective. A estudante admitiu finalmente que havia inventado a história durante a entrevista que se seguiu com um detective (na Terça-Feira) mas a detective Van Putten não especulou em torno das razões que levaram a rapariga a mentir.

* * * * * * *
A detective não especulou, mas nós podemos especular. Fingir ser uma vítima é a forma através da qual os pervertidos adquirem o poder sobre os outros. Uma vez que não existe opressão genuína na nossa sociedade (algo que contradiz a ideologia esquerdista), a opressão tem que ser fingida de modo a que os pervertidos possam justificar o seu estatuto elevado aos olhos dos idiotas liberais que insistem em estimular a desilusão mórbida dos pervertidos ao identificarem os transgéneros com pronomes que não estão de acordo com a sua composição cromossómica.

Mas não se preocupem, esquerdistas. O pequeno anjo não sofrerá qualquer represália por colocar a polícia em trabalhos dispendiosos numa investigação corpulenta em torno da profanação da Pessoa com Perversidade Privilegiada:
Mario Trujillo, porta-voz da "West Contra Costa Unified School District", dise que os oficiais da escola estão menos preocupados em punir a estudante do que garantir que ela obtenha todo o apoio que precisa para se sentir segura e confortável na escola. “Reconhecemos que a vida é complicada, e que no final do dia isto foi um pedido de ajuda,” disse Trujillo.
Tal com com o logro da Tawana Brawley, para os esquerdistas não interessa se o incidente ocorreu ou não, mas sim que teoreticamente poderia ter ocorrido na pseudo-realidade ideológica na qual eles vivem. As mentiras da estudante anónima são, portanto, essencialmente, verídicas:
"Existe ainda uma peça importante desta história, que é o nível elevado de intimidação ["bullying"] e violência, incluindo agressões física que os jovens trans sofrem nas escolas, afirmou Carolyn Laub, directora-executiva da "Gay-Straight Alliance Network."
Tal como com o racismo e a "islamofobia", os elevados níveis de intimidação e violência são, na sua maioria, fraudes. Eis aqui uma lista parcial:


Da próxima vez que algum membro das castas mais elevadas da hierarquia vitimista esquerdista alegar estar a ser "oprimida", riam-se dela sem vergonha visto que eles não nos deixam com outra escolha.
Fonte.

domingo, 24 de novembro de 2013

As mentiras em torno do assassinato de Matthew Shepard

Por Andrea Peyser

Stephen Jimenez não se tinha determinado a ser o mais perigoso jornalista da Terra. Melhor ainda, o mais perigoso jornalista homossexual da Terra. Mas Jimenez desenterrou uma história que poucas pessoas querem ouvir visto que coloca em causa a vida e a morte dum dos maiores ícones da nossa era: Matthew Shepard, estudante universitário, 21 anos, assassinado por ser homossexual.

Ou não?

O livro de Jimenez com o nome de “The Book of Matt: Hidden Truths About the Murder of Matthew Shepard,” desafia todos os mitos culturais em redor da curta vida de Shepard e a sua morte indescritível. Depois de 13 anos de  pesquisas, incluindo entrevistas com mais de 100 fontes - incluindo os assassinos de Shepard - Jimenez faz a sugestão radioactiva: o assassinato macabro, que ocorreu há 15 anos atrás, não foi um crime de ódio.

A morte trágica e prematura de Shepard pode não ter sido motivada pela sua orientação sexual [sic] mas pelas drogas uma vez que Shepard tinha já concordado em trocar anfetaminas por sexo - e isso matou-o.

Porquê levantar isto agora? A resposta de Jimenez surpreendeu-me:

Como homossexual, senti que era moralmente certo fazer isto.

Aaron McKinney e Russell Henderson, a cumprir prisão perpétua por assassínio, não eram homofóbicos, escreve Jimenez. Shepard foi atraído para fora dum bar e levado para a periferia de Laramie, Wyo., onde ele foi assaltado. McKinney espancou de modo selvagem Shepard com uma pistola. Por fim, os homens penduraram Matthew, descalço, com frio e quase morto, numa cerca e numa pose com a aparência duma crucificação. Ele morreu seis dias mais tarde.

Mas McKinney não era um desconhecido. Sem anfetaminas há mais de uma semana antes do assassinato, escreve Jimenez, McKinney muito provavelmente foi o amante homossexual ou bissexual de Shepard. 

Jimenez afirma:

Entender quem Matthew realmente era, alterar a percepção que temos dele como um ícone, não vai danificar os direitos dos homossexuais. Eu não acredito nisso. Acho que não temos nada a perder em dizer a verdade..

Activistas, jornalistas, políticos e realizadores que, mesmo tendo as melhores intenções, basearam as suas carreiras no assassinato de Shepard, estão furiosos. Mas Jimenez insiste que ele está disposto a trocar a imagem irrepreensível de Shepard por uma discussão séria sobre as drogas. As anfetaminas, disse ele, assombram os ambientes homossexuais, trazendo consigo uma praga de ultra-violência, novas infecções do HIV - e ataques verbais aos gays.

Se este livro salvar uma só vida, então terá valido a pena.

Jimenez, de 60 anos e nativo de Brooklyn, viu como o seu trabalho foi atacado por organizações tais como "Gay and Lesbian Alliance Against Defamation" (GLAAD) e também pela Fundação Matthew Shepard, que desenvolveu esforços para a aprovação da lei federal contra os crimes de ódio que foi aprovada em 2009, e que recebeu o nome de Shepard e de James Byrd Jr., um negro que foi amarrado a uma carrinha e arrastado pelo chão até à morte em 1998.

O "New York Times Magazine" comissionou, mas depois cancelou, um artigo de Jimenez em 2004. (O editor alega que "não era bom".) Mas o programa "20/20" da ABC emitiu uma história que Jimenez produziu, que venceu dois prémios importantes conferidos a programas de televisão.  No entanto, o blogue Hatewatch (da Southern Poverty Law Center) acusou recentemente Jimenez de servir de cão amestrado para "especialistas, apresentadores de rádio e blogueiros de direita."

Em Washington, DC, activistas homossexuais infestaram as livrarias como forma de cancelar o aparecimento de Jimenez. Lá se vai a liberdade de expressão.

É ofensivo," diz Jimenez. 

Eu acho ofensivo que um jornalista homossexual seja tratado duma maneira diferente da forma como seria tratado um jornalista heterossexual. Mas todas as palavras de Jimenez foram vetadas pelos protectores da Matthew Inc. como forma de determinar a sua agenda. Será que ele é um traidor à causa?

Jimenez não é o inimigo, mas sim um homem que revelou uma verdade desconfortável tal como ele a viu.

Ele tem que se orgulhar do que fez.

New York Post

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Quando o ódio não é ódio


Há cerca de uma semana atrás um homossexual tentou disparar vários tiros dentro duma instituição que defende os valores familiares devido ao facto dele não gostar do que eles "representam." Segundo o artigo citado mais embaixo, a polícia e os órgãos de informação nada reportaram em torno do facto do homem ser homossexual ou em torno dos motivos que o motivaram a fazer o que tentou fazer.

Durante a onda anual de "Atiradores solitários", o facto mais estranho deste caso é que o mesmo pode não ter sido planeado ou preparado. É como se um bêbado invadisse um palco no momento exacto em que uma peça está a decorrer e ele tivesse sido rapidamente retirado do palco pelos seguranças enquanto os actores se recompunham e retomavam a peça.

Os conservadores - e não os "oprimidos" homossexuais - agem deste modo.

Quando analiso os artigos da grande média em torno deste ataque, fico com a impressão de que quem está a ser julgado é a Family Research Council. O New York Times - que, como se sabe, é totalmente dominada por esquerdistas e pessoas simpatizantes com a agenda homossexualista - disse que "Tiros Provavelmente Foram Politicamente Motivados." Se calhar a Southern Poverty Law Center [esquerdistas] poderá criar a linha divisória entre "tiroteio politicamente motivado" e "tiroteio motivado pelo ódio."


Segundo o FBI, Floyd Lee Corkins II disparou uma Sig Sauer de 9mm no hall de entrada das instalações do grupo pró-família - com sede em Washington - que ajudou a escrever a "Defense of Marriage Act." Corkins tentava fazer-se passar por um estagiário, munido com as suas sanduiches Chic-Fil-A, mas o segurança não acreditou nele.

Corkins entrou em pânico, puxou da sua arma e disparou contra o braço do guarda. O guarda ferido lutou contra Corkins e imobilizou-o antes que ele tivesse a possibilidade de matar alguém.
Corkins disse, "Não atirem sobre mim. Isto não é nada contra ti, mas sim contra o que este lugar representa." O lema da Family Research Council, disposto de forma proeminente sobre a entrada do edifício, é "Fé, Família, e Liberdade" [Faith, Family and Freedom.]. É preciso cavar bem fundo na maioria das reportagens dos média para descobrir que Corkins tinha feito voluntariado no "D.C. Center for LGBT Community", grupo feito para "as lésbicas, gays, bissexuais e transgénero." Isto contrasta de forma vincada com outras reportagens mediáticas tais como o tiroteio levado a cabo por Anders Breivik, onde o atirador foi rapidamente e incorrectamente identificado como um "fundamentalista Cristão." O tiroteio que ocorreu nas instalações da "Family Research Council" chega pouco depois desta organização ter defendido o presidente da Chick-fil-A - Dan Cathy - nas suas palavras em defesa do casamento.

O que se pode concluir deste incidente é que, para os esquerdistas, o termo "ódio" está exclusivamente reservado para os seus adversários políticos. O grupo homossexual com sede em Washington "Human Rights Campaign", por exemplo, recusou-se a parar de identificar o lobby pró-família como "grupo de ódio." (Isto porque para os activistas homossexuais, discordar das suas posições é sinal de "ódio.")

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mais um horrível crime de ódio.

Perdão. Eu quis dizer "Mais uma horrível FALSA alegação de crime de ódio"

Polícia alega que lésbica fingiu ser vítima de crime de ódio e gravou uma cruz no próprio peito

A história de Charlie Rogers em torno da forma como rastejou para a casa da sua vizinha às 4 da manhã - ensanguentada - depois de ter sido brutalmente atacada por 3 homens parecia ser demasiado horrível para ser verdade. Segundo a polícia de Lincoln, Nebraska, é isso mesmo que a história é: uma história. Aparentemente a lésbica nunca chegou a ser atacada.

No dia 22 de Julho a lésbica de 33 anos, antiga estrela de basquetebol da University of Nebraska, chegou à porta de entrada da sua vizinha Linda Rappl com uma história digna dum filme de horror. Três homens mascarados entraram na sua casa, amarraram-na, gravaram uma cruz no seu peito e outras expressões anti-homossexualismo nos seus braços e estômago, pintaram palavras carregadas de ódio nas paredes da sua casa e, por fim, tentaram incendiar a sua casa.

Tudo o que conseguia ver era uma cruz gravada na sua testa e sangue a escorrer,” afirmou Rappl.

Rogers disse que os homens agarraram-na sobre a cama, fizeram golpes na sua carne - desde as coxas até ao queixo - viraram-na ao contrário, e fizeram golpes desde as suas nádegas até à omoplata direita. Linda Rappl descreveu as feridas como "superficiais" mas sinal de "tortura."

A polícia de Lincoln encontrou as paredes da casa de Rogers cobertas com mensagens que incluíam coisas como "Encontramos-te, fufa," e "Deixa as crianças em paz." Para além de terem encontrado vestígios de gasolina, a sua porta havia sido arrombada.

A vizinha Rappl disse:

Quando ela se encontrava à minha porta, eu acreditei em tudo. Não tinha motivo para questionar o que ela afirmava ter ocorrido.
À medida que a sua história fazia ricochete pela internet, a vizinhança e as pessoas das áreas circundantes acreditaram também na sua história.

A "Heartland Pride" (com sede em Omaha) levou a cabo uma manifestação junto da capital de Lincoln, atraindo 1,000 participantes e angariando cerca de $1,800, - verbas que a presidente de Heartland Beth Rigatuso depositou na conta bancária de Rogers. A "First Plymouth Congregational Church" levou a cabo um segundo evento em sua honra.

O Mayor de Lincoln, Chris Beutler - Democrata [=esquerdista] - emitiu uma declaração afirmando que, "Estamos em sintonia com os nossos cidadãos gays ou lésbicas em denunciar a violência dirigida a qualquer grupo."

Mas a história de Rogers rapidamente começou a desmoronar, especialmente quando a polícia afirmou que as suas declarações variaram de forma marcada nas 4 vezes que ela foi questionada.

A investigadora do Departamento Policial de Lincoln (LPD), Lynette Russell disse que encontrou a colcha - onde ela alegadamente foi imobilizada e torturada - "colocada de forma normal sobre a cama, sem sinal algum de luta" e sem qualquer vestígio de sangue.

Havia também a questão das feridas. Russell disse que elas "pareciam ser superficiais e simétricas, evitando áreas sensíveis do corpo." Elas pareciam consistentes com alguém a escrevê-las em si mesmo, alegou Russell

No local do evento, a polícia encontrou um par de luvas de malha brancas. O Chefe de Polícia Jim Peschong disse:
Inicialmente, ela disse aos investigadores que as luvas haviam sido as únicas coisas deixadas para trás pelos agressores, e que as mesmas não eram dela.
Mas o único ADN que o Centro Médico da Universidade do Nebraska encontrou "estava de acordo com o da Miss Rogers."

Mais tarde a polícia descobriu que, no dia 17 de Julho, ela havia comprado - na loja Ace Hardware - um par de luvas de malha brancas, laços zip, uma faca utilitária e lâminas. Compararam-se os códigos de barra com aqueles vendidos na loja, e um dos empregados identificou Rogers como tendo feito compras lá.

Um dia depois de ter feito compras na Ace - 4 dias antes do alegado "crime de ódio" - Rogers postou no Facebook:
Talvez seja muito idealista, mas dentro de mim tenho a firme convicção que podemos tornar as coisas melhores para todos. Eu serei um catalisador. Farei o que for preciso. Fiquem de olho em mim.
O chocante incidente aconteceu no preciso momento que a cidade debate medidas em torno dos "direitos gay", a “Fairness Ordinance.” A polícia de Lincoln defende que Rogeres simulou o ataque como forma de ganhar apoio para a agenda política homossexual.

Quando as investigações começaram a implicá-la, Rogers apareceu numa entrevista na KETV. A sua advogada na altura, Megan Mikolajczyk, tinha-se preparado para falar com os órgãos de comunicação, mas cancelou tudo afirmando "As coisas sofreram algumas alterações." Pouco depois ela abandonou o caso.

Durante a sua entrevista, Rogers afirmou, entre as lágrimas:
Comecei a sentir-me como um peão num jogo que não é o meu. O que realmente interessa é a historia.
Ela disse que o chocante evento "dá início a atitude mais acesa - e isso é uma coisa boa. No entanto, também pode ser uma coisa má."

Há medo mas também resistência," afirmou ela. Naquilo que pode ser uma referência ao slogan da campanha de reeleição do Presidente Obama, ela conclui afirmando "Há também o Avanço [Forward].

A polícia levou-a ao juiz de Lancaster County, acusando-a de reportar um evento que "ela sabia ser falso," como parte do seu plano de causar a polícia a "instigar uma investigação em torno dum alegado assunto criminoso."

A patologista do FBI, Michelle Elieff, que foi chamada para investigar o presumido crime de ódio, escreveu que as feridas foram auto-infligidas ou causadas após permissão da Rogers.

O Chefe de Policie Peschong afirmou:
O FBI, o "Bureau of Fire Prevention" e o Departamento Policial de Lincoln investiram uma exorbitante porção do seu tempo e dos recursos do seu pessoal a investigar este incidente.
Após ser acusada dum crime do qual pode resultar uma condenação até 1 ano de prisão, Rogers declarou-se como inocente.

O facto da sua história ser mais uma numa série de falsos "crimes de ódio" não causou a que o lobby LGBT olhasse de outro modo as suas actividades de lobbying político. Nancy Erickson, a pastora [??!!] assistente da First Plymouth Congregational Church afirmou que mesmo que o que ela disse seja falso, "nós ainda vivemos numa cultura de homofobia."

A "Star City Pride", a "PFLAG Cornhusker", e duas outras organizações LGBT emitiram uma declaração conjunta em reacção à prisão de Rogers afirmando que "As falsas alegações recebidas pelas autoridades todos os anos não invalidam os crimes actuais que são cometidos."

Isto é facilmente refutado com uma simples pergunta: se nós vivemos numa cultura "homofóbica", porque é que há necessidade de inventar "crimes de ódio"?

Uma das organizadoras do evento de apoio realizado em Lincoln, Beth Rigatuso, disse que "Se - de facto - ela fez isto a ela mesma, isto apenas levanta o assunto ainda mais importante do auto-ódio."

Não. Se, como afirmou a polícia, ela fez isto a ela mesma, isto só ressalva como o activismo homossexual é liderado por pessoas que precisam desesperadamente de apoio psicológico - e não de microfones e plataforma política para destilar o seu ódio aos Cristãos.

Linda Rappl, a vizinha que ajudou a Rogers, disse: "Todo este incidente abanou a minha fé na humanidade." Ela e a polícia de Lincoln sugeriram que ela se submeta a aconselhamento.

Não é a primeira vez, nem vai ser a última

O alegado crime de ódio chega-nos depois dum homem do Montana, Joseph Baken, ter alegado que foi espancado no dia do seu 22º aniversário apenas e só por ser homossexual. Depois da sua história se ter tornado popular, a polícia descobriu que os seus ferimentos foram o resultado duma manobra física mal executada.

No início deste ano, a "Central Connecticut State University" levou a cabo um "comício de solidariedade" em favor da lésbica de 19 anos com o nome de Alexandra Pennell, depois dela ter (também) alegado ter sido vítima de "cartas de ódio." A polícia descobriu mais tarde que quem colocava essas cartas no seu dormitório era ela mesma.

Em Maio último a polícia do Colorado acusou duas lésbicas de ter escrito na sua própria garagem "Matem os gays."

Um substancial número de falsas alegações de crimes de ódio ocorrem todos os anos, quer sejam baseados na etnia ou no comportamento homossexual.

Jeff Laszloffy, presidente da "Montana Family Foundation", afirmou à LifeSiteNews.com que há uma seca de crimes de ódio contra os homossexuais, e como tal "eles vêem-se na obrigação de inventar desculpas para forçar a aprovação destas leis."

Fonte: LifeSiteNews.com

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Esta notícia revela mais uma vez que o activismo homossexualista nada mais é que um jogo político baseado num comportamento sexual.

Uma pergunta que convém fazer: será que alguém pediu desculpas aos Cristãos durante o tempo em que se pensava que eles estavam por trás deste "crime de ódio"?



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sábado, 11 de agosto de 2012

Mais um activista homossexual que mente e diz ter sido vítima de "crime de ódio"

Jovem homossexualista que alegou ter sido espancado no que seria qualificado de "crime de ódio" apareceu no tribunal e admitiu ter inventado todo o incidente.

A história de Joseph Baken propagou-se de Missoula, Montana, por todo o país quando uma foto do seu rosto ensanguentado causou comoção pela internet.

Agora, e depois de ter emergido um vídeo onde se vê ele a tentar um salto mortal, e a falhar, ele declarou ter inventado a história toda.

Scott Brodie, oficial da polícia, disse que a decisão de apresentar queixas foi parcialmente motivada pelo clima de medo e ressentimento gerado pelas suas alegações.

Segundo se sabe, as mesmas organizações e sites "anti-homofobia" estão a criticar Baken, alegando que ele minimizou um assunto que é extremamente sério para muitos que são vítimas genuínas de crimes de ódio.

Fonte

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Os culpados por incidentes como este são os restantes membros da sociedade uma vez que estes recusam-se a viver segundo as expectativas "homofóbicas" dos activistas homossexualistas. Se o resto da sociedade começasse a levar a cabo o tipo de incidentes dos quais depende a retórica homossexualista, eles, coitados, não se veriam na necessidade de mentir e inventar actos de "crimes de ódio" que manifestamente tardam em se materializar.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Governo inglês assegura que nenhuma igreja pode ser forçada a tomar parte em uniões civis . . . por enquanto

Há alguns dias atrás o governo inglês deu novas "garantias" de que as igrejas não podem ser forçadas a levar a cabo uniões civis contra a sua vontade. A promessa veio a lume durante o debate na Câmara dos Lordes em torno das Regulamentos Governamentais que permitem o registo de parcerias civis em premissa religiosas (m Inglaterra e no País de Gales).

O debate em torno dos Regulamentos foi assegurado pela Baronesa O’Cathain. Muitas igrejas expressaram preocupações pelo facto de acreditarem poder sofrer pressão legal para registar uniões civis contra a sua vontade.

A Baronesa O’Cathain trouxe a lume o aconselhamento legal que expôs potenciais falhas no nove esquema. Para além disso, ela afirmou que o propósito para iniciar o debate foi o de "discutir a preocupação geral de que o Regulamento ameaça a liberdade religiosa".

O antigo Lord Chancellor, Lord Mackay de Clashfern, disse que o governo deveria providenciar protecção mais clara contra a lei da igualdade.

Outros Pares afirmaram que mais protecção legal é necessária, e insistiram que nenhuma igreja poderia ou deveria ser forçada a levar a cabo registos de uniões civis.

Respondendo ao debate, o Home Office Minister Lord Henley disse que as igrejas que escolham não tomar parte do esquema, estão totalmente garantidas pela Secção 202 da Equality Act, a provisão legal que permite o registo religioso das uniões civis.

Esta é a primeira vez que o governo afirma que a Secção 202 oferece tal "protecção".

Durante o debate, muitos Pares afirmaram que, caso alguma igreja sofre uma acção legal por se recusar a registar um união covil, a mesma quase de certeza seria bem sucedida na sua defesa.

Fonte

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