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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Pela liberdade, resistir ao lobby LGBT

Por André Azevedo Alves

O ódio que move os radicais do lobby LGBT deve aliás começar por enojar e causar repulsa às próprias pessoas com tendências homossexuais que não partilham do radicalismo dos activistas.

Nos dias que correm, defender a liberdade implica, cada vez mais, resistir à ofensiva do poderoso lobby LGBT. Para que não haja confusões, importa começar por explicar que denunciar a ameaça do lobby LGBT não equivale, naturalmente, a ter qualquer hostilidade para com as pessoas em função da sua orientação sexual. Não se trata sequer necessariamente de denunciar quem defende posições ditas “progressistas” nestas matérias. Há, felizmente, muitos exemplos de pessoas que defendem essas posições e com as quais é possível ter debates produtivos e mutuamente enriquecedores.

O que está aqui em causa é denunciar uma minoria activista de pendor claramente totalitário que visa usar o poder do Estado para moldar a sociedade na exacta medida dos seus planos de engenharia social pervertida. O perigo dessa minoria é directamente proporcional à sua ampla influência nas estruturas políticas (em especial nas transnacionais), na comunicação social e nos sistemas de ensino e investigação: veja-se, por exemplo, o império dos chamados “estudos de género” e a orientação dominante – para não dizer hegemónica – desse tipo de estudos.

O ódio que move os radicais do lobby LGBT deve aliás começar por enojar e causar repulsa às próprias pessoas com tendências homossexuais que não partilham do radicalismo dos activistas. Um bom exemplo desse ódio foram as reacções contra declarações do insuspeito Ricardo Araújo Pereira, em que este se terá queixado da crescente opressão do politicamente correcto nestes domínios.

Um exemplo irónico porque RAP tem sido desde há anos um instrumento útil nas campanhas do lobby mas também paradigmático porque, como a história política dos movimentos radicais amplamente demonstra, chega sempre o momento em que a Revolução decapita os seus filhos pródigos.

No contexto das reacções, este artigo de Isabel Moreira merece destaque por ter a virtude de dissociar explicitamente a esquerda (ou pelo menos a esquerda na qual Isabel Moreira e outros activistas similares se inserem) da defesa da liberdade, colocando-se euforicamente no campo anti-liberal. Como explicou Maria João Marques:

A defesa da liberdade não é de esquerda. De esquerda é a igualização (à força, se preciso) dos indivíduos. E são Isabel Moreira e seus amigos (os deuses nos livrem e guardem) que sabem aquilo em que devemos usar a nossa autocontida liberdade. Não é de esquerda a defesa da liberdade de expressão, tal como não é de esquerda a defesa da liberdade de cada um de nós dar o destino que bem entende ao dinheiro que ganha com a sua profissão. Também conhecida como liberdade de não sermos continuamente e crescentemente abalroados na conta bancária por via fiscal.”

É a esta ofensiva anti-liberal que urge resistir, organizando meios de resistência que devem unir todos quantos defendem a liberdade contra o ódio e a intolerância do radicalismo do lobby LGBT. A recente criação em Espanha da Plataforma por las Libertades é um bom exemplo mas está quase tudo por fazer neste domínio, ainda para mais considerando a magnitude dos poderes e interesses que é preciso enfrentar.

Chegados a este ponto, importa recordar uma passagem da importante palestra dada pelo liberal Hayek na conservadora Heritage Foundation no início dos anos 1980, intitulada “Our Moral Heritage” (pedindo desde já desculpa por não arriscar uma tradução rápida do eloquente original):

"If you look at the present world, you will find that, with the exception of communism, all the worldwide religions (whether the monotheistic creeds of the West, or the exotic religions of the East) support the two principles of private property and the family. Even though thousands of religious founders have reacted against this and have advocated religious beliefs opposed to these two institutions, their religions have not lasted very long. ‘Not very long’, in this sense, means not more than roughly a hundred years. I think that we are presently watching one such experiment already in the state of decline before its hundred years are over. Communism is, of course, one of these religions, which are anti-property, and anti-religion, which had its time, and which is now declining rapidly. We are watching one instance where the process of the natural selection of religious beliefs disposes of yet another mistaken one, and restores the basic beliefs in property and the family.”

Embora o comunismo – pelo menos na sua versão “científica” clássica – se encontre hoje quase completamente desacreditado, o testemunho da guerra contra a família passou nos nossos dias para o lobby LGBT e para os defensores da agenda radical “do género”. Tal como aconteceu múltiplas vezes no passado, importa que todos quantos valorizam a preservação e continuidade da civilização europeia e ocidental e da sua ampla matriz de liberdades se posicionem solidamente do lado certo.

Votos de um Santo Natal para todos os leitores.

Professor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa

Fonte: Observador http://bit.ly/2htHKPz

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Estudo de Mark Regnerus cientificamente válido

A Universidade do Texas em Austin afirmou que levou a cabo uma investigação e não encontrou qualquer evidência de má-conduta no estudo que apurou que as crianças de "famílias" homossexuais "são mais susceptíveis de 1) reportarem estar sem emprego, 2) serem menos saudáveis, 3) serem mais deprimidos, 4) terem traído o/a esposo/a  ou o/a parceiro/a, 5) fumar,  6) ingerir drogas, 7) terem tido problemas com a lei" do que as crianças de famílias tradicionais pai-mãe. Num comunicado da Universidade do Texas, emitido recentemente, lê-se:

A Universidade do Texas determinou que nenhuma investigação formal é necessária em torno das alegações de má-conduta científica apresentadas contra o professor assistente Mark Regnerus em relação ao seu artigo de Julho último publicado na revista Social Science Research.

O comunicado dizia ainda que o painel consultivo composto por 4 altos-membros do corpo docente da universidade foi consultado, para além dum consultor externo com o nome de Alan Price, a quem foi pedido que revisse as acusações como parte do inquérito que a universidade estava a fazer devido às alegações feitas pelo homossexual  Scott Rosensweig numa carta enviada à escola.

A conclusão foi a de que os assuntos listados englobavam-se na cláusula de que "erros comuns, diferenças bem intencionadas de interpretação dos dados, desacordos académicos ou políticos, opiniões pessoais ou profissionais bem intencionadas, ou comportamentos ou pontos de vista morais e éticos não são má-conduta."

A universidade disse que considera o assunto fechado depois de Robert Peterson, Oficial da Integridade na Pesquisa, ter dito aos oficiais que "nenhuma das alegações de má conduta científica avançadas pelo senhor [Rosensweig]  foram confirmadas pelos dados físicos, pelo material escrito ou pela informação disponibilizada durante as entrevistas." Ele escreveu que "não existiam evidências" que apoiavam a inferência de Rosensweig de que, como ele acreditava que havia falhas no estudo, então tinha que ter ocorrido má-conduta científica.

Regnerus (na foto) havia escrito um comentário em torno do seu estudo no Slate.com, onde ele dizia que um "tema recorrente" entre os adultos, educados por "pais" do mesmo sexo e que reportavam "mais parceiros e parceiras sexuais, mais vitimização sexual, e eram mais prováveis de olhar negativamente para a sua infância" que as crianças de famílias pai-mãe, era "a instabilidade familiar, e muita dela."

Ele explicou que este estudo "recolheu dados de modo aleatório entre os jovens adultos Americanos - que, para além dos censos, foi o maior conjunto de dados populacional preparado para responder a questões em torno de famílias onde as mães ou os pais estavam num relacionamento homossexual."

Regnerus disse que todos os participantes que responderam de modo afirmativo foram entrevistados:

Como viemos a saber mais tarde, as diferenças eram numerosas. Por exemplo, 28 porcento dos adultos que foram educados por mulheres envolvidas numa relação homossexual encontravam-se presentemente sem emprego, comparados com os 8 porcento daqueles que foram educados em famílias compostas por um pai e uma mãe.

Quarenta porcento dos primeiros [educados por lésbicas]  admitem terem tido um caso enquanto já se encontravam casados ou em regime de coabitação, comparados com os 13 porcento daqueles que foram educados por um pai e uma mãe.

Dezanove porcento dos primeiros disse que se encontravam por essa altura, ou haviam estado recentemente, em psicoterapia devido a problemas com a ansiedade, depressão, ou com relacionamentos, comparados com os 8 porcento dos últimos. 
Estas são apenas 3 das 25 diferenças que descobri.

Ele disse que o ponto principal do estudo é que "os cientistas sociais, os pais, e os proponentes fariam uma decisão mais sensata se daqui para a frente simplesmente evitassem assumir que as crianças estão bem."

Num comentário também presente no Slte, William Saletan escreveu:

Mark Regnerus é intolerante e cheio de ódio. ... A sua mais recente pesquisa em torno da paternidade homossexual [sic] é intencionalmente enganadora, e busca rebaixar os pais gays e as mães lésbicas .... A sua "ciência-lixo" não merece cobertura ou credibilidade.

Rosensweig havia alegado que existiam problemas com o estudo de Regnerus devido ao facto dele ter "aparentemente falsificado os dados", "ter construído a metodologia de pesquisa duma forma aparentemente inadequada e inapropriada", ter sido "mal-intencionado, usado comparações inválidas" e que ele "aparentemente alimenta a confusão difamatória da NOM que associa os homossexuais com os pedófilos."

Mas a universidade determinou que "visto que nenhuma evidência foi disponibilizada que confirmasse que o comportamento em questão tenha sido fruto de má-conduta científica, nenhuma investigação formal é necessária.”

A Alliance Defending Freedom disse que o estudo da New Family Structures “sugere que existem distinções nos resultados para os jovens adultos criados nos mais variados ambientes, com experiências familiares distintas”. David Hacker, consultor jurídico sénior da ADF, afirmou:

As universidades Americanas devem sempre servir de mercados livres de busca da verdade. Discordar com as conclusões dum estudo não é o suficiente para se levantarem acusações de má-conduta. ... Nós não estamos surpreendidos com o facto dessas acusações terem sido determinadas como sem fundamento. Este estudo compreensivo, revisto por pares, foi composto por académicos e pesquisadores das mais variadas disciplinas e com pontos de vista ideológico distintos, num espírito de cordialidade e razoável averiguação dos factos. Concordamos com as conclusões do inquérito levado a cabo pela AT-Austin.

Fonte http://bit.ly/1mKXTys

* * * * * * *

Agora que o estudo cientifico do Professor Mark Regnerus está confirmado como válido, as suas conclusões têm que ser levadas em conta por quem realmente acha que o ambiente homoerótico é um ambiente saudável para o desenvolvimento normal duma criança. A ciência claramente revela que esse ambiente não é benéfico para as crianças, mas as nossas elites, na sua sede de destruir a ordem social, continuarão a avançar com a sua agenda. Quem perde com isso são as crianças.



segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental

Por New Observer

A loucura "transgénero" a ser actualmente promovida pelos meios de comunicação sob controle como a "próxima fronteira do direitos civis" é na verdade uma doença mental e a sua promoção nada mais é que ajudar e pactuar com desordens mentais. Quem o diz é o antigo psiquiatra-chefe do "Johns Hopkins Hospital", o Dr. Paul R. McHugh, que é actualmente um "Distinguished Service Professor of Psychiatry" no mundialmente renomeado hospital.

Para além disso, o distinto profissional afirmou também que as mudanças de sexo são "biologicamente impossíveis" e que aqueles médicos que "promovem a cirurgia de reajuste sexual estão a colaborar e a promover uma desordem mental." Segundo ele, "o trangenerismo é uma doença mental que merece tratamento", do mesmo modo que a sociedade trataria qualquer outra doença mental, e ela não deveria receber o apoio dos media e nem dos profissionais médicos da forma como recebe.

O Dr. McHugh, autor de mais de seis livros e de pelo menos 125 artigos médicos revistos por pares, fez as suas declarações numa artigo publicado no Wall Street Journal com o título de “Transgender Surgery Isn’t the Solution”, onde ele explicou que a cirurgia transgénera não é a solução para pessoas que sofrem uma "desordem de 'presunção'" - a noção de que a sua masculinidade ou a sua feminilidade é distinta daquela que a natureza biologicamente lhes atribuiu.

Como evidência da sua posição, o Dr McHugh apontou para um estudo recente que revelava como a taxa de suicídio entre os "transgéneros" que haviam sido submetidos a uma cirurgia de reajuste era 20 vezes mais elevada que a taxa de suicídio entre as pessoas normais. Para além disso, ele apontou para um estudo da Universidade Vanderbilt e do London’s Portman Clinic para crianças que haviam revelado ter "sentimentos transgénero" mas que com o passar do tempo, 70-80% das mesmas terem "espontaneamente perdido esses sentimentos" - implicando que muito deste "transgenerismo" era, na verdade, instâncias de adultos pervertidos a projectar os seus sentimentos para as crianças:

Embora a Administração Obama, Hollywood, e meios de comunicação importantes, tais como o Time, promovam o transgenerismo como normal, os decisores políticos e os média não estão a ajudar ao público e não os transgéneros ao tratar as suas confusões como um direito digno de ser defendido, e não como uma desordem mental que merece entendimento. tratamento e prevenção.

Esta sensação intensamente sentida de ser transgénero constitui uma doença mental de duas maneiras: A primeira é a ideia de que o mau-alinhamento sexual é um erro - não corresponde à realidade física. A segunda é que ela pode ter consequências psicológicos terríveis.

A desordem da pessoa que se identifica como "transgénera" centra-se na "pressopusição" de que eles são distintos da realidade física dos seus corpos, a sua masculinidade ou feminilidade, tal como atribuído pela natureza. É uma desordem semelhante a pessoas "perigosamente magras" que sofrem de anorexia que olham para o espelho e pensam que têm peso a mais, afirma o Dr. McHugh.

Esta crença - de que o sexo da pessoa localiza-se na mente independentemente da realidade anatómica, levou muitas pessoas transgeneras a forçar uma maior aceitação social e a afirmação da sua subjectiva "verdade pessoal". Como resultado disto, diz McHugh, alguns estados - Califórnia, New Jersey, e Massachusetts - aprovaram leis que impedem os psiquiatras, "mesmo aqueles que tenham aprovação paterna, de tentar restaurar os sentimentos sexuais naturais num menor transgénero".

Segundo McHugh, a defensores do transgenerismo não querem saber dos estudos que revelam que entre 70 a 80% das crianças que expressavam sentimentos transgéneros "perdem espontaneamente esses sentimentos" com o passar do tempo. Para além disso, entre aqueles que passaram por uma cirurgia de reajuste, a maioria afirmou estar "satisfeita" com a operação, mas "os seus ajustamentos psico-sociais subsequentes não eram melhores que os daqueles que não haviam tido a cirurgia":

Devido a isto, em Hopkins paramos de levar a cabo cirurgias de reajuste sexual visto que produzir um paciente "satisfeito" mas ainda perturbado não parecia ser um motivo adequado para cirurgicamente amputar orgãos normais.

O antigo psiquiatra-chefe de Johns Hopkins falou também contra o apoio a certos sub-grupos entre os transgéneros, tais como os jovens "susceptíveis à sugestões da educação sexual 'tudo vale'", e os "conselheiros de diversidade" das escolas que, tal como os seus "líderes de seita", podem "encorajar os jovens a distanciarem-se das suas famílias e disponibilizar argumentos sobre a forma como refutar argumentos contra a cirurgia de transgénera."

McHugh reportou também a existência de "médicos enganados" que, operando com crianças que parecem imitar o sexo oposto, irão administrar "hormonas de atraso da puberdade como forma de tornar as operações de mudança de sexo menos dispendiosas - embora as drogas impeçam o crescimento da criança e a coloquem em risco de esterilidade."

Tais acções, afirma o Dr McHugh, "estão bem perto de serem classificadas de abuso de crianças", dado que perto de 80% dessas crianças irá "abandonar a sua confusão e crescer duma forma natural, e passar a ser um adulto tradicional, se não for tratada":

A mudança de sexo é biologicamente impossível. As pessoas que se submetem a uma cirurgia de reajuste sexual não mudam de homem para mulher, e nem vice-versa, mas passam a ser homens feminizados ou mulheres masculinizadas. Alegar que isso é um assunto de direitos civis, e encorajar uma intervenção cirúrgica, é, na verdade, colaborar e promover uma desordem mental.

Source:  http://bit.ly/1sZ6Y8J

A Ler:

1. Psiquiatra afirma: “Transgenerismo" é doença mental" - http://shar.es/1Hc4Ys
2. Psiquiatra: Do ponto de vista científico, não existem "transgéneros" - http://shar.es/1Hc4lF


terça-feira, 14 de maio de 2013

A normalização do homossexualismo prepara o caminho para o incesto?

O advogado que representa o professor universitário acusado de ter prácticas incestuosas com a sua filha de 24 anos questionou o porquê do alegado affair ter sido tornado público.

David Epstein foi acusado de incesto por alegadamente ter tido uma relação consensual com a sua filha durante 3 anos. O professor de ciência politica da Universidade de Columbia, e de 46 anos, alegadamente dormiu com a sua filha entre 2006 a 2009. Epstein, especialista em política americana e direito de voto, é também acusado de trocar mensagens de texto suspeitas com a filha durante o seu relacionamento.

Matthew Galluzzo, advogado de defesa de Epstein, disse que, embora a sua filha tenha sido qualificada de "vítima", ela pode muito bem "ser descrita como cúmplice". Galluzzo acrescentou ainda:

Academicamente falando, nós somos moralmente e justificadamente contra o incesto. Mas ao mesmo tempo, existe um argumento que pode ser feito no caso Suíço onde se deixa de parte aquilo que ocorre dentro da privacidade dos quartos. É perfeitamente aceitável os homossexuais fazerem oque bem entenderem nas suas casas. Como é que este caso difere?

Temos que arranjar uma forma de determinar o porquê dum comportamento [homossexualismo] ser tolerado, mas o outro [incesto] não.

Fonte

* * * * * * *

A lógica do advogado é perfeita: se o que ocorre consentidamente entre adultos é algo fora da jurisdição da lei e, desde logo, tolerável, porque não tolerar o incesto entre adultos? Que métrica é usada para qualificar uma de "normal" e a outra de "imoral"?

Notícias como esta revelam para onde caminha a nossa "moral" sexual, dominada que está pelo relativismo ético.
...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Jean Wyllys é processado por humilhar alunos

Fonte

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), está sendo processado por seis alunos da Faculdade Jorge Amado, em Salvador, acusado de humilhar, perseguir e reprovar sem base os universitários da turma nocturna. Jean ministrava aulas de Comunicação Social, onde falava sobre cultura brasileira e baiana.

Alguns alunos desistiram do curso e outros fizeram transferência de faculdade depois do comportamento do deputado. De acordo com os advogados Jean ignorava os universitários nas aulas e ironizava as dúvidas dos alunos. “Sem contar com a chacota através de comentários infelizes como ‘alunos insuportáveis, incompetentes, que caíram na faculdade de paraquedas etc’”, relataram os advogados.

Jean fazia agressões verbais em sala de aula, com acusações em tom de voz alta, e se mostrava agressivo e ameaçador. Sempre usava critérios subjectivos de avaliação, onde a maior parte das vezes os alunos eram reprovados, não obstante o esmero dos alunos para adequarem seus estudos aos “costumes” e ideologias de seus “mestres”.

O deputado e professor também foi acusado de se dirigir aos alunos dizendo que eles deveriam procurar outra profissão, dizendo que eles não teriam capacidade para aquele curso: “deveriam procurar outra profissão para seguir como porteiro, caixa de supermercado, vendedor… pois jamais seriam jornalistas”, “ que vocês não tem condições e competência para estar fazendo o curso de Jornalismo”, disse Jean.

O baiano ficou conhecido após vencer a quinta edição do Big Brother Brasil, da “TV Globo”. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como repórter do programa “Mais Você” apresentado por Ana Maria Braga, e como comentarista do “Amigas Invisíveis”, programa de variedades na “Rádio Globo”, e colunista da Revista G Magazine.

Candidato em defesa das causas homossexuais e dos direitos humanos, o ex-BBB Jean Wyllys (PSOL) foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. Com 13.016 (0,2%) votos válidos, ele conseguiu a vaga graças ao desempenho do deputado federal Chico Alencar, do seu partido, que conquistou 240.671 (3%) dos votos e foi o segundo mais votado em todo Estado.

sábado, 17 de setembro de 2011

A nojenta "Declaração dos Direitos Sexuais da Criança"

"O que foi, isso é o que há-de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer: de modo que nada há novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? já foi nos séculos passados, que foram antes de nós."
Eclesiásticos 1:9-10

Se queres prever o futuro, olha para o passado. A "Declaração dos Direitos Sexuais da Criança" (PDF) data do ano de 1970 e foi distribuído num curso de "educação sexual" levado a cabo por um professor pervertido com o nome de John De Cecco.

Antes de leres o que se vê em baixo, leva em consideração o seguinte: no artigo original (em inglês) "co" é usado em referência a "ele/ela" e "cos" é usado em referência a "dele/dela/seu/seus". Por motivos de melhor entendimento, usei os termos certos.

2 O DIREITO DA CRIANÇA EM RELAÇÃO À PERSONALIDADE
Todas as crianças têm o direito à privacidade no que toca os seus pensamentos, ideiais, sonhos e exploração do seu próprio corpo sem qualquer tipo de interferência adulta, expressa directa ou indirectamente.

Presumivelmente isto inclui o "direito" da criança se masturbar onde quer que esteja e quando quiser.

3 INFORMAÇÃO SEXUAL.
Todas as crianças tem o direito de obter acesso à informação sexual correcta (e o direito de ser protegida de falsa informação) mal seja capaz de entender esta informação em termos simples.

A diferença entre informação e falsa informação vai, obviamente, ser determinada pela esquerda política e pelos seus parceiros sexuais ideológicos.

Mas as coisas ficam piores -- bem piores:

6 APRENDENDO A ARTE DO AMOR [i.e., sexo]
Do mesmo modo que a criança tem o direito a aprender qualquer outra arte ou habilidade, todas as crianças tem o direito de aprender a arte do amor em qualquer idade mal ela seja capaz de a entender.

7 ESCOLHA DO PARCEIRO SEXUAL
Todas as crianças possuem o direito a relacionamentos amorosos, incluindo sexuais, com um parente, irmão/irmã ou outro adulto responsável ou criança, e a mesma tem que ser ajudada e protegida nesta actividade ao lhe serem providenciados contraceptivos e outro tipo de ajudas de forma a prevenir doenças venéreas.

O sádico e sujo Professor De Cecco foi louvado pelo San Francisco Chronicle como um "pioneiro queer" pela sua pesquisa homossexual.


Quando os activistas homossexuais sentirem que conseguiram tornar a depravação sodomita em algo "mainstream", então eles voltarão a sua atenção ao próximo item da sua agenda cultural: as crianças alheias.

John De Cecco
Professor De Cecco, homossexual e proponente da pedofilia

O que é "curioso" é que nunca ouvimos os membros do lobby "Deus não existe" a criticar os activistas homossexuais que tentam normalizar a pedofilia. No entanto, quando um pedófilo infiltrado nas igrejas é condenado por abusar de crianças Católicas, os militantes ateus usam essa instância como arma política contra todo o Cristianismo.

Isto demonstra de forma bem visível que quando o mundo secular ataca a Igreja pelos actos dos pedófilos, eles apenas o fazem como forma de denegrir a Igreja Católica e não proteger as crianças dos predadores sexuais.


PS: Antes que algum membro da gaystapo mande comentários a atacar-me por equivaler a homossexualidade com a pedofilia, deixem-me dizer que em lugar algum isso é feito. Dizer que a maioria das pessoas que visam normalizar a pedofilia são homossexuais de forma alguma indica que o proponente defende que TODOS os homossexuais são abusadores de crianças (isto é, pedófilos).

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Professor fazia-se passar por mulher na Internet para conquistar outros homens

À frente do computador, ele deixava de ser homem. Passava a chamar-se Ana. Ana Sofia Sá Magalhães, um nome que condizia com o rosto de uma mulher loura, com ar nórdico e sotaque de Cascais. Era com uma fotografia desta personagem que inventara que se apresentava no mundo virtual onde “mergulhava” à procura de relações amorosas com outros homens.

O problema é que não se ficou pelas fantasias. Quando os seus interlocutores manifestavam o desejo de se encontrar com ele pessoalmente, faltava sempre. E quando, impacientes, acabavam por se afastar perseguia-os, ameaçando-os, chantageando, devassando a sua vida privada e provocando danos psicológicos e materiais, refere a acusação.

O homem, de 40 anos, professor na Universidade de Évora e na Escola Superior de Educação, a fazer um doutoramento na área da Paleontologia, foi apanhado e está agora a ser julgado, no Campus da Justiça, em Lisboa, juntamente com outros nove arguidos, agentes da PSP e da PJ e detectives privados que, segundo o despacho de acusação terão colaborado nas perseguições e nas ameaças. Ontem realizou-se uma nova audiência, a que não compareceu por se encontrar de baixa médica.

O professor de Évora é acusado dos crimes de denúncia caluniosa na forma continuada, de gravações e fotografias ilícitas, de ameaça na forma continuada, de coacção agravada na forma tentada e de perturbação da vida privada.

Por vezes, também se fazia passar por um irmão que nunca teve, de nome Francisco, este com sotaque alentejano.

Diz a acusação que “pelo menos desde 2001 até Junho de 2008” o arguido estabeleceu “contactos virtuais, através da Internet e telefonicamente com outros homens”. Nos “chats” iniciava “relações semelhantes a relações amorosas pessoais com alguns deles”, nunca revelando a sua identidade e fazendo-lhes crer que era mulher. Nalgumas das conversações telefónicas “simulava actos sexuais com os seus interlocutores, fazendo-se passar por uma mulher”.

Em regra, os homens que escolhia para estes relacionamentos virtuais “passavam por períodos conturbados e difíceis nas relações com as suas mulheres, namoradas ou companheiras ou que haviam terminado alguma relação amorosa (...)”

No escritório do advogado Emanuel Pamplona que o representa no julgamento, há notícia de outros ofendidos e de pedidos de acusações particulares. Também se sabe de vítimas que nunca se queixaram, como um oficial da PSP que acabou por se divorciar em consequência da traição com a mulher que nunca existiu.

O arguido ía mais longe nas suas acções de intimidação, adianta ainda a acusação. Solicitou “vários serviços de transporte funerário a agências funerárias, encaminhando vários carros funerários para as residências destes homens e seus familiares”. Chegou também a contactar “vários serviços de emergências, nomeadamente da EDP, dos Bombeiros e do INEM simulando que havia emergências nas residências de alguns destes homens (...)”

Como precisava de conhecer com pormenor a vida e as rotinas daquelas pessoas, “o arguido contratava detectives particulares” (dois estão sentados no banco dos réus) pedindo-lhes, “a troco de uma remuneração que vigiassem e seguissem alguns daqueles homens, respectivos familiares e amigos (...)”

○Fonte○

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