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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Magistrado Inglês suspenso por dizer que as crianças precisam dum pai e duma mãe

Um magistrado foi disciplinado por expressar a sua opinião de que as crianças deveriam ser educadas tanto por uma mãe como por um pai. Richard Page falou com colegas seus em segredo durante um caso de adopção, e disse-lhes que era opinião sua de que é melhor a criança ser educada por uma família tradicional do que por uma dupla homossexual. Ele ficou chocado por ficar a saber - uma semana mais tarde - que ele havia sido denunciado aos grupos que monitorizam os juízes por alegado "preconceito", sendo seguidamente impedido de julgar casos legais familiares.

O Sr Page, um experiente gerente do NHS [serviço de saúde Britânico], foi considerado culpado de "má-conduta séria" por parte do lorde Chanceler Chris Grayling - que havia previamente falado em favor do casal Cristão que recusou a alugar um quarto a uma dupla homoerótica. Ele foi também ordenado a tomar parte dum curso de igualdade antes de poder voltar a exercer a sua profissão.

Foi dito ao jurista de 68 anos, casado, que ele havia "quebrado o juramento" feito por todos os Juízes da Paz, bem como violado o controverso Equality Act do Partido Trabalhista ao ser motivado pela sua visão religiosa e ter descriminado os pais adoptivos homossexuais. Os críticos afirmaram que este era mais um exemplo de pessoas com pontos de vista Cristãos a verem negada a sua liberdade de expressão, e a terem grande dificuldade em ter um emprego público na Grã-Bretanha moderna.

O Sr Page disse ao The Mail que:

Há uma pressão enorme para se manter a boca fechada e seguir o que é politicamente correcto. Todas as pessoas têm permissão para falar segundo as suas crenças, excepto os Cristãos.

Em Julho último o Sr Page foi chamado para considerar um caso de adopção num tribunal familiar. Como um juiz leigo, não é necessário que eles seja legalmente qualificado, e isso tem como propósito "trazer uma vasta gama de experiências para o assento" no momento de se tomar uma decisão. Devido à controversa natureza secreta de tais audiências, o The Mail on Sunday não pode publicar detalhes do caso.

Mas como é padrão em tais casos, os assistentes sociais apresentaram os seus relatórios relativos aos casos de adopção na sala de tribunal, e o Sr Page foi para uma distinta  sala de reunião com os seus colegas magistrados para discutirem se deveriam ou não aprovar a ordem de colocação com os prováveis pais. Foi por esta altura, por trás de portas fechadas, que o Sr Page levantou várias questões em torno da sabedoria de se aprovar a adopção, mencionando que seria melhor a criança ser educada por uma mãe e uma pai do que ser educada pelos prováveis pais que eram dois homens.

Sou de opinião de que há algo em torno dum homem, duma mulher e dum bebé que é natural, e desde logo, o resto não é. Foi este comentário que fiz. Logo, uma vez que a minha função é decidir o que é melhor para a criança, o meu sentimento foi, de modo razoável, que um homem e uma mulher seriam o melhor para a criança.

Uma lei rigorosa significa que os detalhes da queixa disciplinar contra o Sr Page tem que permanecer confidenciais.

O Sr page já é um magistrado há 15 anos, com um registo imaculado, e os seus pontos de vista como Cristão Evangélico nunca causaram problemas no passado - quer tenha sido na sala de tribunal, que tenha sido como gerente dum agência de saúde mental que faz parte da NHS.

Ele e a sua esposa, que têm três filhos adultos, já foram eles mesmos pais adoptivos e esperavam que este dado lhes fosse útil quando ele se tornasse num Juiz da Paz. Portanto, ele ficou surpreendido quando descobriu uma semana mais tarde que havia sido apresentada uma queixa formal relativa ao seu alegado comentário preconceituoso que foi feito num encontro secreto do qual não fizeram parte os dois homossexuais que tencionavam adoptar a criança.

O que me deixou surpreso foi que eles disseram que eu era um Cristão e desde logo eu era preconceituoso. Eles foram muito mais preconceituosos na sua queixa do que eu alguma vez fui.

O Sr Page disse que tinha a crença de que a discussão era tal como muitas outras que ocorrem entre os magistrados quando eles não concordam com um caso, e têm que usar o seu julgamento para poder tomar uma decisão.

Qual é a propósito de se terem magistrados se eles não têm permissão para terem pontos de vista distintos? Todos nós temos pontos de vista e é isso que temos que trazer para o momento em que vamos tomar uma decisão. Os meus pontos de vista são Cristãos.

Ele aceita que a sua decisão foi influenciada pela sua crença religiosa, mas insistiu que:

Isso é permitido porque é para isso que aqui estamos. O nosso trabalho é fazer o que é o melhor para a criança, e isso é algo que está relacionado com a visão do magistrado e não com o acto de marcar um quadrado.

O Sr Page foi levado perante um painel de conduta local, onde lhe foi dito que ele havia violado o juramento judicial que requer que o magistrado "faça o bem a todo o tipo de pessoas", "sem medo ou favorecimento, afeição ou má-intenção". Mas ele ressalvou que o juramento também inclui "Assim me ajude Deus", e que desde logo, ele estava a seguir o juramento e a fazer o melhor para a criança com a ajuda de Deus.

Durante o mês passado, foi dito ao Sr Page por parte do lorde Chanceler Chris Grayling e pelo lorde Chefe de Justiça, que decide sobre assuntos disciplinares para os juízes e para s Juízes da Paz, que ele havia violado o Equality Act do Partido Trabalhista, que proíbe a discriminação com base na escolha sexual da pessoa.

Uma pequena declaração publicada pelo "Judicial Conduct Investigations Office" declara que o Sr Page recebeu um reprimenda por ter "sido influenciado pelas suas convicções religiosas e não pelas evidências", algo que é considerado uma "má conduta séria", para além de lhe ter sido dito que ele se deveria recusar a julgar o caso.

Ele tem, agora, que passar por uma treino em torno da lei da igualdade e dizer o juramento judicial antes de poder retomar a sua posição.

O Sr Page é o mais recente duma série de Cristãos que ou têm sido disciplinados ou têm sido forçados para fora dos seus empregos por expressarem publicamente o seu ponto de vista. Andrea Williams, líder do grupo Cristão Christian Concern e que tem aconselhado o Sr Page, disse:

Ninguém parece levar em conta que ele pode ter agido assim por compaixão para com a criança. Eles apenas pensam que ele é preconceituoso e que as pessoas com pontos de vista semelhantes ao seu não o podem expressar a partir dum cargo público. Nós precisamos de mais pessoas como o Sr Page na vida pública.

Porque é que ele, depois de anos e anos de serviço, deveria a passar a ter algum tipo de marca no seu registo só por pensar que a criança deveria viver com um pai e com uma mãe?

Os Cristãos têm decidir se querem permanecer calados, sem dizer nada, só porque se eles revelarem o que pensam, e afirmarem coisas supostamente controversas tais como as criança precisam duma mãe e dum pai, eles podem-se ver em perigo com os patrões e as organismos profissionais.

-  http://goo.gl/65vJz3

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Portanto, o Sr Page deu a sua opinião sobre o que é melhor para a criança, e devido a isso, ele foi criticado por "se basear nas suas convições religiosas" e por ter violado um juramento que tem por base . . .. uma convicção religiosa. Faz todo o sentido..

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Estudo de Mark Regnerus cientificamente válido

A Universidade do Texas em Austin afirmou que levou a cabo uma investigação e não encontrou qualquer evidência de má-conduta no estudo que apurou que as crianças de "famílias" homossexuais "são mais susceptíveis de 1) reportarem estar sem emprego, 2) serem menos saudáveis, 3) serem mais deprimidos, 4) terem traído o/a esposo/a  ou o/a parceiro/a, 5) fumar,  6) ingerir drogas, 7) terem tido problemas com a lei" do que as crianças de famílias tradicionais pai-mãe. Num comunicado da Universidade do Texas, emitido recentemente, lê-se:

A Universidade do Texas determinou que nenhuma investigação formal é necessária em torno das alegações de má-conduta científica apresentadas contra o professor assistente Mark Regnerus em relação ao seu artigo de Julho último publicado na revista Social Science Research.

O comunicado dizia ainda que o painel consultivo composto por 4 altos-membros do corpo docente da universidade foi consultado, para além dum consultor externo com o nome de Alan Price, a quem foi pedido que revisse as acusações como parte do inquérito que a universidade estava a fazer devido às alegações feitas pelo homossexual  Scott Rosensweig numa carta enviada à escola.

A conclusão foi a de que os assuntos listados englobavam-se na cláusula de que "erros comuns, diferenças bem intencionadas de interpretação dos dados, desacordos académicos ou políticos, opiniões pessoais ou profissionais bem intencionadas, ou comportamentos ou pontos de vista morais e éticos não são má-conduta."

A universidade disse que considera o assunto fechado depois de Robert Peterson, Oficial da Integridade na Pesquisa, ter dito aos oficiais que "nenhuma das alegações de má conduta científica avançadas pelo senhor [Rosensweig]  foram confirmadas pelos dados físicos, pelo material escrito ou pela informação disponibilizada durante as entrevistas." Ele escreveu que "não existiam evidências" que apoiavam a inferência de Rosensweig de que, como ele acreditava que havia falhas no estudo, então tinha que ter ocorrido má-conduta científica.

Regnerus (na foto) havia escrito um comentário em torno do seu estudo no Slate.com, onde ele dizia que um "tema recorrente" entre os adultos, educados por "pais" do mesmo sexo e que reportavam "mais parceiros e parceiras sexuais, mais vitimização sexual, e eram mais prováveis de olhar negativamente para a sua infância" que as crianças de famílias pai-mãe, era "a instabilidade familiar, e muita dela."

Ele explicou que este estudo "recolheu dados de modo aleatório entre os jovens adultos Americanos - que, para além dos censos, foi o maior conjunto de dados populacional preparado para responder a questões em torno de famílias onde as mães ou os pais estavam num relacionamento homossexual."

Regnerus disse que todos os participantes que responderam de modo afirmativo foram entrevistados:

Como viemos a saber mais tarde, as diferenças eram numerosas. Por exemplo, 28 porcento dos adultos que foram educados por mulheres envolvidas numa relação homossexual encontravam-se presentemente sem emprego, comparados com os 8 porcento daqueles que foram educados em famílias compostas por um pai e uma mãe.

Quarenta porcento dos primeiros [educados por lésbicas]  admitem terem tido um caso enquanto já se encontravam casados ou em regime de coabitação, comparados com os 13 porcento daqueles que foram educados por um pai e uma mãe.

Dezanove porcento dos primeiros disse que se encontravam por essa altura, ou haviam estado recentemente, em psicoterapia devido a problemas com a ansiedade, depressão, ou com relacionamentos, comparados com os 8 porcento dos últimos. 
Estas são apenas 3 das 25 diferenças que descobri.

Ele disse que o ponto principal do estudo é que "os cientistas sociais, os pais, e os proponentes fariam uma decisão mais sensata se daqui para a frente simplesmente evitassem assumir que as crianças estão bem."

Num comentário também presente no Slte, William Saletan escreveu:

Mark Regnerus é intolerante e cheio de ódio. ... A sua mais recente pesquisa em torno da paternidade homossexual [sic] é intencionalmente enganadora, e busca rebaixar os pais gays e as mães lésbicas .... A sua "ciência-lixo" não merece cobertura ou credibilidade.

Rosensweig havia alegado que existiam problemas com o estudo de Regnerus devido ao facto dele ter "aparentemente falsificado os dados", "ter construído a metodologia de pesquisa duma forma aparentemente inadequada e inapropriada", ter sido "mal-intencionado, usado comparações inválidas" e que ele "aparentemente alimenta a confusão difamatória da NOM que associa os homossexuais com os pedófilos."

Mas a universidade determinou que "visto que nenhuma evidência foi disponibilizada que confirmasse que o comportamento em questão tenha sido fruto de má-conduta científica, nenhuma investigação formal é necessária.”

A Alliance Defending Freedom disse que o estudo da New Family Structures “sugere que existem distinções nos resultados para os jovens adultos criados nos mais variados ambientes, com experiências familiares distintas”. David Hacker, consultor jurídico sénior da ADF, afirmou:

As universidades Americanas devem sempre servir de mercados livres de busca da verdade. Discordar com as conclusões dum estudo não é o suficiente para se levantarem acusações de má-conduta. ... Nós não estamos surpreendidos com o facto dessas acusações terem sido determinadas como sem fundamento. Este estudo compreensivo, revisto por pares, foi composto por académicos e pesquisadores das mais variadas disciplinas e com pontos de vista ideológico distintos, num espírito de cordialidade e razoável averiguação dos factos. Concordamos com as conclusões do inquérito levado a cabo pela AT-Austin.

Fonte http://bit.ly/1mKXTys

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Agora que o estudo cientifico do Professor Mark Regnerus está confirmado como válido, as suas conclusões têm que ser levadas em conta por quem realmente acha que o ambiente homoerótico é um ambiente saudável para o desenvolvimento normal duma criança. A ciência claramente revela que esse ambiente não é benéfico para as crianças, mas as nossas elites, na sua sede de destruir a ordem social, continuarão a avançar com a sua agenda. Quem perde com isso são as crianças.



sexta-feira, 15 de agosto de 2014

10 mitos avançados pelos activistas homossexuais

Por Gisele Roy e Christopher Doyle

A minha verdade pode dizer que roubar as ferramentas do meu vizinho não está errado porque eu realmente preciso das ferramentas e ele sempre pode comprar ferramentas novas. Com isto, eu racionalizei e deu legitimidade ao meu furto, qualificando-o de "bom", visto que funcionou para mim. Eu posso manipular a verdade de modo a que ela se torne subjectiva, mas analisemos outro cenário de uma forma mais objectiva.

Eu, hoje, posso entrar num avião, voar para qualquer parte da Terra, e ser lançado de para-quedas para o meio duma tribo qualquer. Se eu corresse para junto da pessoa mais próxima e tirasse algo das suas mãos e chamasse a isso de "meu", isso seria objectivamente um roubo. Qualquer pessoa do planeta, na sua língua, diria que eu roubei.

A "minha verdade" pode defender que sair do emprego antes da hora estabelecida está certo, desde que o meu patrão nunca venha a descobrir. A minha verdade pode defender que o meu computador é uma torradeira, mas independentemente do quanto que eu acredito nisso, o computador ainda é um computador. Acreditar em algo não torna isso numa verdade porque a verdade é objectiva.


Vejamos o que os activistas homossexuais definem como verdades (aqui identificadas como "mitos") e ver o que as realidades objectivas são.

MITO #1: As pessoas nascem homossexuais.

Existem muito poucas evidências credíveis de que as pessoas nascem com o "gene homossexual" ou mesmo "pré-dispostas" para se tornarem homossexuais. Objectivamente falando, os cientistas confirmaram que gémeos idênticos [que têm o mesmo ADN] nem sempre são ambos heterossexuais, e nem ambos homossexuais. Se por acaso existisse um gene que determinasse a preferência sexual, ou o "gene homossexual", os gémeos idênticos seriam ambos homossexuais ou ambos heterossexuais em todas as ocasiões.

Análises de estudos examinando gémeos idênticos geram percentagens (de ambos os gémeos serem homossexuais) na ordem de menos de 12%. Isto significa que em 88% do tempo, os gémeos não são ambos homossexuais. Isto leva-nos a afirmar que deve existir uma variedade de factores pós-natal a contribuir para os sentimentos homossexuais.

Objectivamente falando, os pesquisadores concluíram que a auto-percepção sexual não se desenvolve até aos 18 meses. Entre os 18 e os 36 meses, a criança torna-se ciente das distinções sexuais e identifica-se mais com o mesmo ou com o sexo oposto.

Objectivamente, entre outros factores, os teóricos acreditam que a confusão sexual pode inicialmente resultar (sub-conscientemente) quando o parente do mesmo sexo está ausente [emocionalmente ou fisicamente], ou quando o parente e/ou pares do mesmo sexo da criança causam a que ela passe por reacções/traumas emocionais negativos quando estão juntos. Estes factores, entre outros, podem contribuir para um desenvolvimento posterior desta atracção homossexual. Se não acreditam em mim, podem sempre ler o livro do Dr Neil Whitehead "My Genes Made Me Do It! A Scientific Look at Sexual Orientation".
Mito #2:  A única definição para uma alteração na atracção homossexual é nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo

Objectivamente, o uso desta definição não faz sentido nenhum. Qualquer pessoa que usa o seu cérebro faz percursos de memória, e mais cedo ou mais tarde ele/ela lembrar-se-á. Usar a definição "... nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo" para o entendimento de "mudança" irá alterar a definição de mudança em muitas outras situações. Por exemplo:
"Eu não fumo há mais de 10 anos, mas de vez em quando ainda penso e sinto o desejo de fumar um cigarro uma vez por dia. Mas agora que esta definição diz que eu nem posso desejar um cigarro para estar realmente curado, acho que ainda sou um fumador. Segundo esta definição, eu não posso ser um não-fumador mesmo que eu viva até aos 100 anos sem fumar cigarro algum!" 
"Eu não bebo há mais de 30 anos, mas hoje pensei em beber um copito. Sou levado a concluir que não estou sóbrio visto que, enquanto eu pensar que  posso gostar de beber, serei sempre um alcoólico incorrigível." 
“Bem, embora me tenha apercebido que fui tratado como uma rapariga desde o princípio da minha vida,  que fui constantemente violado pelo homem do lado, e fui gozado pelos meus amigos, e vim a entender que tinha feridas emocionais e físicas dos meus tempos de criança.... e mesmo que tenha trabalhado duramente para lidar com isso através da terapia, e tenha avançado com a minha vida... e embora eu tenha uma atracção sexual muito forte pela minha esposa . . . . e esteja casado e  feliz, pai de 4 crianças. . . . . se eu algum dia tiver um pensamento efémero de algum homem que tenha um bom aspecto, é mais do óbvio que ainda sou homossexual e não mudei nada."
O uso de tal definição de "mudança",  exactamente o que muitos activistas homossexuais fazem, iria resultar no facto de muitos indivíduos que batalham com uma variedade de questões admitir que, na verdade, eles não chegaram a mudar. Isto iria incluir qualquer tipo de vício, onde a recaída durante o processo de recuperação é uma realidade. No entanto, se levarmos em conta que a mudança significa reduzir, diminuir ou atenuar a frequência e a intensidade da atracção homossexual, e o aumento da atracção heterossexual (em alguns casos, esta mudança pode ser até mais dramática visto que pode até nunca ter existido atracção heterossexual antes da terapia) então milhares de pessoas já mudaram.

Mito #3: Qualquer pessoa que diga que ele ou ela "mudou", está num estado de negação, e mais cedo ou mais tarde voltará para o estilo de vida homossexual.

Analisemos as evidências objectivas. Os testemunhos de ex-homossexuais dizem exactamente o contrário (...):

  1. Voice of Change
  2. LDS/Mormon Voices of Hope
  3. Parents and Friends of Ex-Gays and Gays Stories of Change
  4. Dennis Jernigan’s Story of Change
  5. Prodigal Magazine
  6. Homosexual Anonymous Testimonies of Change
  7. The Heart of the Father Ministries
  8. International Healing Foundation: Real Stories of Healing
  9. JONAH Stories of Change
  10. The Third Way: Homosexuality and the Catholic Church
Mito #4: Não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e de livros lgbt é discriminação, viés e censura. No entanto, não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e livros sobre ex-homossexuais é um acto moralmente responsável. Não podemos permitir que as nossas crianças sejam expostas a "prejudiciais" histórias de mudança.

No seu esforço de "proteger" os jovens, os activistas homossexuais frequentemente censuram a literatura que apresenta a alternativa da sua teoria "nascidos assim". Ao mesmo tempo que promovem a igualdade para os indivíduos lgbt, eles negam igualdade para qualquer pessoa que tenha um ponto de vista contrário ao seu. O seu modus operandi é o antigo tema Orwelliano:

Todos os animais são iguais mas alguns animais são mais iguais que outros.

Verdade objectiva: Censura é censura. Por mais que uma pessoa ou um grupo possam não gostar dum ponto de vista contrário ao seu, isso não lhes dá o direito de censurar. A terapia "Sexual Orientation Change Effort" (SOCE) já ajudou milhares de jovens a superar, reduzir e/ou diminuir a sua atracção homossexual. Para mais informações, vejam:: Successful Outcomes of SOCE Therapy by Dr. James Phelan.

Mito #5:  Se por acaso tu falas em favor da terapia SOCE, ou se falas contra o comportamento homossexual, estás a atacar um grupo minoritário protegido (lgbt) e tens que ser processado visto que, afinal, a ciência já determinou que a homossexualidade está embutida no ser humano, como tal, disponibilizar ou apoiar a terapia SOCE para ajudar aqueles com atracção homossexual é impossível e desde logo, criminoso. 

A ideia de que atacar um tópico é atacar um grupo minoritário é propaganda no seu melhor. George Orwell disse:

A linguagem política . . . . está construída para fazer com que as mentiras soem verdadeiras e o assassinato respeitável, e para dar a aparência de solidez ao vento puro.

Verdade objectiva: Discutir um assunto como a sexualidade e apresentar pontos de vista lógicos e razoáveis não é atacar a pessoa (argumentum ad hominem). Por exemplo, muitas pessoas são ateístas. Se eu der motivos para o porquê de eu acreditar em Deus, será que isto é atacar os ateus pessoalmente? Será que eles me podem processar ou mandar a polícia prender-me? Não, eles têm que ter a liberdade para dizer o que pensam, e eu defenderei o seu direito de falar o que pensam. Certamente que eu não os processaria devido ao tipo de coisas que eles afirmam.

Mas é exactamente isto que a organização com o nome de "Southern Poverty Law Center" (SPLC) está a fazer a uma pequena organização sem fins lucrativos, "Jews Offering New Alternatives to Healing" (JONAH). Alegando que os seus ensinamentos e os seus serviços terapêuticos equivalem a Fraude do Consumidor, a SPLC recrutou vários ex-clientes mal-sucedidos da JONAH e fez-lhes uma lavagem cerebral levando-os a acreditar que eles haviam sido "prejudicados" pela sua terapia só porque eles não experimentaram a mudança que supostamente lhes foi prometida. Para mais informação, visitem o site Freedom of Conscience Defense Fund.

A liberdade de expressão e de consciência é-nos garantida pela Constituição e ela permite-nos colocar todas as cartas na mesa. Todos nós temos o direito de acreditar no que  bem entendermos, e debater as ideias no mercado livre de ideias. Que a verdade vença no fim!

Mito #6: Visto que em muitos estados os homossexuais podem casar [sic] e ter o mesmo estatuto legal, as suas famílias são equivalentes às famílias heterossexuais.

Verdade objectiva e biológica: Só um homem e uma mulher podem co-criar outro ser humano, e podem dar o beneficio de ter um pai macho e uma mãe fêmea. Os "casamentos" homoeróticos não dão todas as vantagens que as crianças dos lares heterossexuais têm. Embora os activistas homossexuais apontem para um recente estudo Australiano que supostamente revela como as crianças de duplas homossexuais se saem de modo igual, ou melhor, que as crianças dos casais, o estudo foi na verdade baseado numa amostra de conveniência e não numa amostra aleatória - tal como o estudo levado a cabo por Mark Regnerus (Universidade do Texas), cujo estudo apurou que em todos os items analisados, as crianças educadas por duplas homossexuais estavam [em média] em pior condição do que as crianças dos casais. Para mais informação, clique aqui.

Mito #7: Não está certo cometer bullying contra os homossexuais, mas está perfeitamente correcto intimidar, caluniar e ridicularizar os ex-homossexuais.

Verdade objectiva: Não está certo intimidar, caluniar ou ridicularizar quem quer que seja. Uma vez que os homossexuais são muito vocais, bastante proeminentes, e sobre-representados nos média, as suas vozes soam bastante alto e de forma bem forte. Isto causa a que as personalidades mediáticas frequentemente promovam causas homossexuais, tais como o anti-bullying, a tolerância, e a promoção descarada das causas lgbt nas escolas e nos locais de trabalho.

Um exemplo disto: recentemente uma pesquisa levada a cabo pelo Chase Bank perguntou aos empregados que marcassem com "Sim" ou "Não" à pergunta se eles eram "aliados" da comunidade lgbt. Ninguém sabe o que pode acontecer com os empregados que não marcarem a "opção correcta". Muito provavelmente acabarão por ser despedidos tal como aconteceu com o antigo CEO da "Mozella Corporation" Brendan Eich, que em 2008 deu $1,000 à Proposition 8 da Califórnia, apenas para ser pressionado anos mais tarde e ser forçado a demitir-se devido à sua posição política pouco popular. (Fonte)

Ao mesmo tempo, é impensável as escolas promoverem a tolerância para os ex-homossexuais ou promover materiais que apresentam todos os lados da questão em torno da preferência sexual. Por exemplo, dois distritos escolares de Maryland têm sido abertamente hostis ao ponto de vista dos ex-homossexuais. O "Montgomery County" negou que panfletos feitos pela organização "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX) fossem distribuídos aos estudantes dentro do seu programa de distribuição sem fins lucrativos, mas permitiu que organizações lgbt promovessem as suas causas no seu distrito.

Semelhantemente, os oficiais do "Prince George’s County" em Maryland removeram o "Acception: Bullying Prevention Film and Health Curriculum" depois de terem sido pressionados por activistas homossexuais devido ao facto do mesmo conter informação que dava apoio aos alunos com atracção homossexual indesejada que desejassem  alterar a sua orientação [sic] sexual.

Mito #8: A Bíblia sanciona a homossexualidade.

Verdade objectiva: Ter atracção homossexual não é pecado [ed Lucas: É sim, visto que, segundo o 10º Mandamento, toda a cobiça é pecado]. Segundo a Bíblia, agir de acordo com essa atracção é pecado. Não se pode ser morno em relação a isto visto que o Senhor Jesus disse que nos cuspiria da Sua Boca se assim agíssemos. Olhemos para o que a Bíblia diz:
Não sabeis que os injustos não hão-de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idolatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados, em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. (1 Cor 6:9-11)
Embora muitos activistas homossexuais tenham tentado justificar o comportamento homossexual reinterpretando a Bíblia, os estudiosos Bíblicos rejeitaram tais teorias.  Para mais informações, ler “Welcoming But Not Affirming: An Evangelical Response to Homosexuality” por Stanley Grenz.

Mito #9: Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é intolerante ou homofóbico.

Verdade objectiva: Chamar nomes é uma técnica de propaganda. Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é uma pessoa com uma visão diferente, mas isso não transforma nessa visão em "discurso de ódio". No entanto, no seu site, a SPLC continua a qualificar as organizações que se colocam contra o comportamento homossexual, incluindo o "Family Resource Council",  a "American Family Association", e a "Liberty Counsel", de "grupos de ódio". Recentemente, o FBI usou o SPLC como recurso para identificar os grupos de ódios legítimos, mas actualmente deixou de usar os recursos de grupo.

Mito #10: Não se pode orar para deixar de ser homossexual

Verdade objectiva: Concordo! Não podes orar para afastar o homossexualismo. Não tens esse poder. Podes orar a Deus para que Ele te mostre o significado da tua atracção homossexual de modo a que possas resolver as questões que levaram a esse desenvolvimento. Se Deus quiser que tu mudes, isso pode acontecer.

Há esperança.  O Evangelho Segundo João, capítulo 10, versículo 10, diz:

Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

Tu podes também ser guiado pelo Espírito de modo a encontrar a graça, a paz, a castidade e a cura. Só Deus muda os corações. Que a Sua vontade seja feita.

Fonte:  http://bit.ly/1n0QM2H

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Médico expulso por falar a verdade sobre o homossexualismo

Ele é pioneiro no âmbito das doenças infecciosas no Caribe, mas agora está a ser alvo de ataques por ter testemunhado que o relações sexuais homossexuais são perigosas para aqueles que a practicam e para a saúde pública geral.

O Professor Brendan Bain, um Cristão devoto que trata pessoas com SIDA, era o director da unidade regional de coordenação da "Caribbean HIV/AIDS Regional Training Network" (CHART) na "University of the West Indies" (Jamaica) até ao dia em que a reacção aos seus comentários mudaram a sua vida. Bain foi despedido no seguimento do seu testemunho feito em favor dum grupo de igrejas que opera na Belize em favor de que as leis contra a sodomia na Belize se mantenham intactas.

As consequências da atitude das pessoas em relação às suas palavras demoraram dois anos a repercutir mas eventualmente a sua posição médica contra a sodomia foi alvo de perseguição por parte de activistas e por parte pessoas simpatizantes com agenda homoerótica.

O testemunho de Bain fundamentou-se nas suas pesquisas levadas a cabo em Belize, que relevaram que o risco relativo de contrair o HIV é significativamente maior entre os homens que têm sexo com outros homens (MSM = Men Sex [With] Men] do que na população geral. A sua pesquisa conclui afirmando que a mesma verdade [em torno dos riscos do sexo anal] também se aplica em muitos outros países onde os dados estão disponíveis, incluindo países que revogaram a lei que criminaliza o sexo anal e países onde a lei ainda se aplica.

A declaração da universidade diz:

A questão surgiu mais ou menos há dois anos num caso mediático em Belize onde um homem homossexual, chamado Caleb Orozco, colocou em causa a constitucionalidade da lei de 1861 que criminaliza os homens que têm sexo com outros homens. O Professor Brendan Bain disponibilizou uma declaração em favor de um grupo de igrejas que buscam a permanência da lei.

Muitas autoridades familiares com a controvérsia acreditam que o testemunho do Professor Bain apoiou os argumentos em favor da retenção da lei, contribuindo desde logo para a contínua criminalização e estigmatização dos MSM. Esta opinião é partilhada pelso grupos gays, lésbicos e outros grupos que são servidos pela CHART.

A maioria dos peritos no combate ao HIV e dos profissionais dedicados à saúde pública acredita que a criminalização dos homens que têm sexo com outros homens, e a discriminação contra eles, viola os seus direitos humanos, coloca-os em ricos maior, reduz o seu acesso aos serviços, força a epidemia HIV para o mundo da clandestinidade, aumentando desde logo o risco do HIV.

Esta é a posição promovida pela ONU, UNAIDS, WHO, PAHO, pelas comunidades internacionais dedicadas aos direitos humanos, e pela PANCAP ("Pan Caribbean Partnership against AIDS"), que é a organização principal no combate regional à epidemia do HIV.

Embora a universidade reconheça o direito do Professor Bain de disponibilizar testemunho de perito da forma como ele a deu, tornou-se claramente evidente que o Professor Bain perdeu a confiança e o apoio dum sector significativo da comunidade que o programa CHART esperar atingir, incluindo a perda do seu status de liderança na PANCAP, e desde logo, fragilizando a habilidade deste programa de disponibilizar de modo eficaz o seu mandato.

É por este motivo que a "University of the West Indies" tomou a decisão de colocar um fim ao contracto com o Professor Bain como Director da
"Regional Coordinating Unit" (RCU) da "Caribbean HIV/Training (CHART) Network".

Modificado a partir do original

* * * * * * *
Note-se que a universidade do Professor Bain não se deu ao trabalho de refutar as alegações médicas e científicas que ele usou no seu testemunho - e esse é o ponto mais importante. Para além disso, ter sexo anal não é um "direito", mas uma escolha pessoal com claras consequências médicas. 

Mais uma vez, um profissional de saúde vê o seu emprego terminado apenas e só por dito uma verdade inconveniente: o comportamento homoerótico tem consequências médicas graves para os practicantes e para a saúde a publica..

Brendan Bain

domingo, 4 de maio de 2014

A vida duma criança com duas "mães"


Dito de forma simples, crescer com pais homossexuais foi muito difícil para mim, e não devido ao preconceito dos vizinhos. ... Quando a tua casa é tão drasticamente diferente das casas à tua volta, e duma forma fundamental que incide nas relações físicas básicas, tu cresces duma forma estranha. Não tenho qualquer tipo de desordem mental ou qualquer problema biológico; eu apenas cresci numa casa tão fora do comum que eu estava destinado a crescer como um pária social.

Robert Lopez
Os meus semelhantes aprenderam as regras de conduta implícitas e a linguagem corporal dentro das suas casas; eles entenderam o que era apropriado em certas situações e o que não era; eles aprenderam tanto os mecanismos sociais tradicionais masculinos como os femininos. Mesmo que os pais dos meus pares se tivessem divorciado, e muitos tinham, mesmo assim eles cresceram a observar modelos sociais masculinos e femininos. Eles aprenderam, de forma típica, como ser corajoso e inabalável por parte das figuras masculinas, e como escrever cartões de agradecimento e ser sensível por parte das figuras femininas.

Claro que isto são estereótipos, mas eles são úteis quando inevitavelmente se abandona o conforto do casa-reboque da mãe lésbica, e se tem que trabalhar para sobreviver num mundo onde toda as pessoas pensam duma forma estereotipada - até os homossexuais.

Eu nunca tive uma figura masculina a quem seguir, e a minha mãe bem como a sua parceira eram ambas totalmente diferentes dos pais tradicionais ou das mães tradicionais. Como resultado, eu tive muito poucas dicas sociais reconhecíveis a oferecer aos potenciais amigos e às potenciais amigas visto que eu nem era confiante nem sensível aos outros.

Sem surpresa alguma, eu raramente fazia amigos, e facilmente alienava os outros. Os homossexuais que crescem em casas com pais heterossexuais podem ter problemas com a sua orientação sexual, mas no que toca ao vasto universo social de adaptações não relacionadas com a sexualidade - como agir, como falar, como se comportar - eles têm a vantagem de aprender em casa. Muitos homossexuais não se apercebem da bênção que é ser criado numa família tradicional.

A minha casa não era tradicional e nem convencional. Devido a isso, eu sofri de formas que é difícil para os psicólogos classificar. Tanto nervoso mas frontal, mais tarde eu seria considerado estranho mesmo aos olhos dos homossexuais e bissexuais adultos que tinham pouca paciência para alguém como eu. Eu era demasiado estranho para eles, como o era para os heterossexuais.

A vida é difícil quando se é estranho. Mesmo agora, eu tenho muito poucos amigos e frequentemente sinto-me como se não entendesse as pessoas devido as dicas sexuais não-mencionadas que todas as pessoas à minha volta, mesmo os homossexuais criados em lares tradicionais, tomam por certo. Embora eu seja trabalhador e seja uma pessoa que aprende depressa, tenho problemas dentro dos ambientes profissionais porque os colegas de trabalho acham que eu sou bizarro.

Em termos de sexualidade, os homossexuais que cresceram em lares tradicionais beneficiaram do facto de pelo menos observarem alguns rituais de cortejamento à sua volta. Eu não sabia como me tornar mais atraente para as raparigas. Sempre que saia da casa-reboque da minha mãe, eu era imediatamente classificado como um pária devido aos meus maneirismos femininos, roupas estranhas, pronúncia defeituosa, e estranheza. Sem surpresa alguma, eu acabei a escola secundária sendo ainda virgem, nucna tendo tido uma namorada, e em vez disso, tendo ido a 4 bailes de formatura como um amigo próximo contador de piadas que apenas queria alguém que lhe ajudasse a obter uma limusine.

Quando entrei para a universidade, eu rapidamente activei os detectores de homossexuais (inglês: "gaydar") de todos, e o grupo lgbt da faculdade rapidamente caiu sobre mim, afirmando que estavam 100% certos que eu era homossexual. Quando eu me assumi como bissexual, eles disseram que eu estava a mentir e que eu apenas ainda não estava pronto para me assumir como homossexual.

O SUBMUNDO HOMOSSEXUAL

Assustado e traumatizado com a morte da minha mãe, deixei a faculdade em 1990 e caí no que só pode ser classificado de submundo homossexual. Coisas terríveis aconteceram comigo por lá.

Só quando tinha 28 anos é que subitamente dei por mim numa relação com uma mulher... Eu identifico-me como bissexual porqur seriam necessárias várias novelas para explicar o porque de ter acabado como "heterossexual" depois de quase 30 anos como homem homossexual. Não tenho vontade de lidar com activistas homossexuais a investigar-me da mesma forma que eles se envolvem e missões de "busca-e-destruição" contra os ex-homossexuais, "enrustidos", ou "homocons" [conservadores homossexuais].

Mark Regnerus
Embora eu tenha uma biografia particularmente relevante para os assuntos homossexuais, a primeira pessoa a entrar em contacto comigo, agradecendo-me por partilhar a minha perspectiva dos assuntos lgbt, foi Mark Regnerus num email com a data do dia 17 de Julho de 2012. Eu não fiz parte do seu estudo gigantesco, mas ele reparou num comentário que eu deixei num site em torno do estudo, e tomou a iniciativa de dar início a correspondência por email.

Já vivi 41 anos e ninguém - muito menos os activistas homossexuais - quis falar comigo de forma honesta acerca dos complicados tópicos homossexuais da minha vida. Só por esta razão, Mark Regnerus merece créditos - e a comunidade homossexual deveria agradecê-lo em vez de tentar silenciá-lo.

O estudo de Regnerus identificou 248 adultos que haviam sido educados por duplas homossexuais. Levados a dar uma resposta franca com a vantagem de já serem adultos, eles deram testemunhos pouco favoráveis em favor da agenda da igualdade do casamento [sic] homossexual. No entanto, os resultados tem o apoio duma coisa importante na vida chamada de senso comum: crescer duma forma diferente das outras pessoas é complicado e as dificuldades aumentam o risco da criança desenvolver desajustes  ou o risco de se auto-medicar com álcool e outros comportamentos perigosos. Sem dúvida que cada uma das 248 histórias humanas tinha muitas complexidades.

Tal como a minha história, a história destas 248 pessoas merece ser contada. O movimento homossexual está a fazer de tudo para que ninguém oiça estas histórias, mas eu preocupo-me mais com as histórias do que com os números (especialmente como professor de Inglês), e, sem ser a sua vontade, Regnerus deparou-se com uma narrativa preciosa como uma arca de tesouro.

Porquê, então, o código de silêncio por parte dos lideres lgbt? De onde me encontro, só posso especular. Valorizo muito a memória da minha mãe, mas não poupo palavras quando descrevo o quão duro foi crescer num lar homossexual. Estudos prévios examinaram crianças que ainda viviam com os seus pais [sic] homossexuais, e desde logo, eles não eram livres para falar, governados que estavam (tal como todas as crianças) por sentimentos de piedade paterna, culpa e medo de perder as suas mesadas. Por tentar falar de forma honesta, eu fui literalmente reprimido durante décadas.

SEXO DOENTIO LEVA A DOENÇAS

Especialmente prejudicial é a atitude liberal [esquerdista] de que não deveríamos fazer juízos de valor em relação ao sexo. No mundo homossexual de Bronx, eu limpei apartamentos suficientes de homens que morreram de SIDA para entender que resistir a tentação sexual é central para qualquer tipo de sociedade humana. O sexo pode ser prejudicial não só devido às infecções médicas, mas também porque nos deixa mais vulneráveis e mais susceptíveis de prendermo-nos emocionalmente a pessoas que não nos amam, de chorar aqueles que nos deixam, e de não saber como fugir daqueles que precisam de nós mas que nós não amamos. A esquerda política não entende nada sobre isto. É por isso que eu sou conservador.

As nossas crianças não chegam até nós com uma ficha limpa de imunidade legal. Embora eu seja bissexual, eu não posso lançar fora a mãe da minha criança como se ela fosse um incubadora usada. Eu tive que ajudar a minha esposa durante as dificuldades da gravidez e durante as dificuldades da depressão pós-parto. Quando ela batalha contra a discriminação contra as mães ou contra as mulheres nos locais de trabalho sexistas, eu tenho que ser paciente e escutar. Eu tenho que satisfazer as suas necessidades sexuais.

Mal eu passei  ser um pai, eu coloquei de lado o meu passado homossexual e fiz um compromisso de nunca me divorciar da minha esposa ou tomar outra pessoa - homem ou mulher - até morrer. Escolhi esse compromisso como forma de proteger a minha criança de lidar com drama prejudicial, até mesmo quando crescem e passam a ser adultos. Quando se é um pai, as questões éticas giram em volta da criança, e nós colocamos o nosso interesse próprio fora dos nossos planos . . . . para sempre.

* * * * * * *

O facto dos líderes lgbt quererem censurar as pessoas que revelam a verdadeira natureza dos relacionamentos homoeróticos diz muito sobre a sua verdadeira agenda. Nenhuma ideologia do lado da verdade teme a livre circulação de informação.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

As principais vítimas dos militantes homossexuais

Por Bill Muehlenberg

Que os militantes homossexuais são peritos na propagação de ódio e de palavras ofensivas contra quem quer que não se alinhe com a sua opinião é algo sobejamente conhecido, amplamente documentado por diversas vezes. Mas o foco maior do seu ódio é contra aqueles que se atrevem a abandonar o estilo de vida homoerótico. Para os activistas homossexuais, este é o grande tabu.

Eles odeiam quando um homossexual é liberto deste estilo de vida mortífero e sem saída, e o motivo é claramente óbvio: o homossexual que é liberto do homossexualismo refuta a falsa premissa de que esse comportamento é inato e imutável. O facto de tantas pessoas terem abandonado por completo esse estilo de vida destrói o mito de que os homossexuais não podem mudar. Eu conheço muitas destas pessoas pessoalmente; elas estavam bem imersas no estilo de vida homossexual mas foram gloriosamente libertas deste estilo de vida pouco saudável e arriscado.

Muito provavelmente só existem mais duas áreas onde o abandono é considerado hediondo. No islamismo o "pecado" da apostasia é lidado de uma forma: a execução. E  quando um ateu se atreve a abandonar o mundo do ateísmo ideológico, todo o inferno se abate sobre ele, tal como ocorreu com Anthony Flew. Todas as ideologias rígidas e destrutivas odeiam quando alguém se atreve a sair delas visto que isso é um pecado imperdoável que tem que ser denunciado com ferocidade.

No passado, nós enfrentamos tais tipos de guerra. Durante o auge da Guerra Fria existiam muitas pessoas que valorizavam a liberdade, o Estado de direito e a democracia, e sabiam que o Comunismo era totalmente incompatível com estas coisas. Mas muitas pessoas não gostavam destas pessoas, e como tal, passamos a ter um fenómeno com o nome de anti-anti-Comunismo.

Aparentemente, é isso que temos nos dias de hoje: a realidade dos anti-anti-homossexualismo. Ou, melhor dizendo, anti-ex-homossexualismo. Os militantes declararam uma guerra própria e qualquer pessoa que tenha a coragem e a sensatez de abandonar este estilo de vida perigoso é catalogado de traidor, e caluniado de um modo horrível. Exemplos que confirmam isto encontram-se um pouco por todo o lado. Eu sei dos ataques demoníacos que os meus amigos ex-homossexuais sofrem por parte da brigada do ódio, e não é nada bonito de se ver.

Seguem-se algumas histórias de alguns ex-homossexuais - aquelas pessoas que supostamente não existem. Tal como acontecia no passado com os negros, os ex-homossexuais são actualmente "invisíveis".

Consideremos o caso do auto-intitulado "Drag Queen Satânico" Trace McNutt. Ele recebeu o "First Annual Courage Award for Former Homosexuals" como parte do "Ex-Gay Awareness Dinner" de 2013, em Washington. A "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX), uma organização sem fins lucrativos que advoga e apoia os ex-homossexuais e as suas famílias, hospedou o evento.


Tal como disse Christopher Doyle, Co-Fundador e Presidente da organização "Voice of the Voiceless" (VoV),

Quando os homossexuais saem do armário são bem recebidos, mas os antigos homossexuais são forçados a permanecer ocultos devido à difamação de extremistas anti-ex-gay, e devido à marginalização que ocorre na sociedade Americana. É preciso muita coragem para que os ex-homossexuais como Trace McNutt revelem a sua história, especialmente se levarmos em conta que fazer isso traz sobre eles desprezo e punição, tal como ocorreu com o vencedor de Grammy e cantor gospel Donnie McClurklin, que tinha sido convidado para ser cabeça de cartaz das celebrações em torno do 50º Aniversário da Marcha em Washington, mas que viu o seu convite rescindido porque ele é um ex-homossexual.

Os indivíduos que abandonam o homossexualismo superam muito mais que o seu desejo sexual indesejado por pessoas do mesmo sexo. Trace McNutt foi rejeitado pela família, foi vítima de bullying por parte dos colegas de escola, e foi vitimizado pela comunidade homossexual (que o usou como fonte de entretenimento e, posteriormente, o rejeitou quando ele se tornou viciado em drogas e contraiu o HIV).

As coisas chegaram a um ponto em que Trace estava tão doente e tão destituído que se tornou num sem-abrigo e foi forçado a viver numa lixeira na rua. A mesma comunidade drag queen que o recebeu de braços abertos, lançou-o fora como se ele fosse o lixo do dia anterior mal ele passou a ser incapaz de representar. (Podem ver a história de Trace clicando aqui).

Só depois dele abandonar o homossexualismo, tornar-se num Cristão, e deixar de representar sob o título de "Drag Queen Satânico" (com o nome de "Coma") é que a sua antiga comunidade passou a prestar atenção a ele. Ele recebeu difamação, correio cheio de ódio, e ameaças de morte por parte da assim conhecida comunidade homossexual "tolerante". A experiência de Trace é a evidência de que, quando os ex-homossexuais abandonam o homossexualismo, eles são atacados e enfrentam uma quantidade incrível de hostilidade.

No clima anti-ex-homossexual actual, falar abertamente sobre abandonar o homossexualismo é realmente um acto de coragem. O Trace McNutt é um verdadeiro herói.

Existe outro ex-homossexual que se encontra preocupado com a forma como os outros estão a tentar arrastar de volta para a escravidão estas pessoas. Ele refere-se especialmente a Alan Chambers da Exodus, grupo que ele efectivamente destruiu ao deixar-se "vender" para o outro lado. Escrevi sobre isso aqui.

Mattie Walk diz o seguinte:

Hoje em dia  estou um bocado preocupado. Estou ciente da veracidade da história em torno do meu abandono do homossexualismo, e celebro a liberdade que encontrei no Senhor Jesus Cristo. Mas mesmo assim, estou preocupado porque muitos ainda estão a ser enganados pelos ecos assombradores do discurso de abertura de Alan Chamber durante a "38th Annual Exodus Conference."

Como resultado dessas palavras, e como nunca dantes, dou por mim a ter que defender as minhas crenças e o meu testemunho perante um segmento demográfico maior. Nunca imaginaria debater com Cristãos, ou pessoas que se qualificam de "Cristãos", sobre a aceitação do homossexualismo nas igrejas.

Eu estava lá nessa noite fatídica. Só posso dizer que aprecio a distância que o tempo me deu. A organização Exodus, tal como o Titanic, foi grandiosa, mas de repente, a sua estabilidade foi colocada em causa e ela afundou-se. Aqueles que entre nós se encontravam no proverbial barco-salva-vidas, ou pior, na água, fomos deixados para sucumbir perante os elementos, ou libertos à deriva à medida que Chambers e os seus colegas avançaram para dar início a um novo ministério. O que é espantoso, visto que o próprio Chambers disse, "acreditamos que a Exodus tem que deixar de existir de modo a que a igreja possa fazer o seu trabalho. E isto deixará um vazio, um que espero que seja preenchido com nada mais que a igreja". Ele disse que o seu novo ministério irá ajudar a igreja alcançar a nova geração.

Deixa-me ver se entendi: foi melhor fechar uma organização já estabelecida que actuava lado a lado com as igrejas há 37 anos, de modo a que a igreja possa fazer o seu trabalho. E o vazio não deve ser preenchido com nada mais que a igreja, a menos que seja preenchido pelo novo ministério dirigido pela antiga equipa executiva da Exodus que planeia trabalhar lado a lado com a igreja para a ajudar ministrar as pessoas.

Mas não era isso que a Exodus estava a fazer?

Ele conclui:

Obviamente que eu não escrevo neste blogue para obter popularidade. De maneira nenhuma estou a tentar fazer com que as pessoas se decidam entre a Equipa Alan e a Equipa Matthew. No entanto, eu honestamente penso que é extremamente necessário falar a verdade sempre que o mal levanta a sua cabeça feia. Alan pode estar a descansar de modo confortável como líder da sua nova, e por mais desnecessária que ela seja, organização; mas ele deixou mil pontas soltas e muitos corações quebrados no acordar do seu reinado,segundo a sua percepção, bem sucedido.

Por mais que aquele discurso seja referenciado, partilharei a minha "Verdadeira História" do que foi estar lá. Foi como acordar no meio duma batalha, rodeado de corpos mortos e numa guerra que nem sabíamos que estava a ser combatida. Para alguns, essa foi a primeira vez que entraram em contacto com a Exodus, mas para outros foi como testemunhar a morte dum amigo de longa data.

Onde quer que tu te enquadres nesta história, por favor lembra-te que o Alan Chambers é só um homem, e eu sou só um homem. As opiniões em cada um dos lados não se comparam com a Palavra de Deus, que foi o catalisador da mudança poderosa na minha vida. A mudança é de facto possível.

Não construam o fundamento para a vossa eternidade nas opiniões dos homens. Busquem as vossas respostas através da oração, na Bíblia e através do Poder do Espírito Santo.

Sim, eu sei tudo sobre esses "Cristãos" que traíram o Senhor e traíram muitos homossexuais corajosos. Mas é assim que as coisas são. Temos que continuar a lutar pelo que está certo, e ignorar as pessoas odiosas e os enganadoras. O Senhor Jesus enfrentou muito mais, e como tal, nós também devemos.

Fontes: Voice of the VoicelessMattiewalkCulture Watch

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sábado, 20 de julho de 2013

A homofobia de John McKellar

Em 1999, o homossexual John McKeller descreveu o estilo de vida homossexual da seguinte forma:

O sexo compulsivo e anónimo nas casas de banho e nos parques é muito mais comum do que os média querem admitir.

McKellar descreveu os balneários homossexuais como "sujos, com um cheiro de nitrato de amilo e fezes humanas. O nitrato de amilo era absorvido através do nariz ("sniffado") como forma de obter erecções mais duradouras, e o sexo anal ocorria o tempo todo - com ou sem protecção. Alguns homens ficavam nos balneários a noite toda e tinham sexo com seis parceiros distintos. Era animalesco."

McKellar declarou que a comunidade homossexual acha necessário "atingir as crianças enquanto elas são jovens de modo a condicioná-las e torná-las recrutas simpatéticas para com o comportamento homossexual, mesmo que nunca se tornem elas mesmas homossexuais. É por isso que eles querem que o homossexualismo e todas as suas perversões sejam ensinadas às crianças o mais cedo possível."

McKellar acreditava que a maioria dos homossexuais não apoia a agenda pedófila que visa normalizar o sexo entre adultos e crianças.

McKellar diz que sente mais pena pelos transsexuais:

Eles, mais do que qualquer outro grupo, são os mais neuróticos, os mais viciados em drogas, os mais imersos no mundo da prostituição visto que eles estão totalmente confusos em relação à sua sexualidade.

Em relação aos sado-masoquistas e aos homens de cabedal, McKellar diz que "o que eles gostam é de dominação sexual e submissão. Também eles têm uma fixação imatura pela sua sexualidade." McKellar diz que estes grupos practicam tipos de sexualidade muito perigosas uma vez que "entraram no lado selvagem, e mal eles violam um conjunto de tabus, eles prosseguem violando outros tabus como forma de obter algum tipo de satisfação sexual."

Em relação às operações de "mudança de sexo" subsidiadas com o dinheiro dos contribuintes:

Não acredito na maioria da medicina homossexual ; isso é mais mutilação do que medicina. A comunidade homossexual é muito bem subsidiada ; eles deveriam pagar pelos seus próprios procedimentos electivos.

McKellar acredita que é possível curar a condição homossexual. Ele admite que ainda luta com isso, e que ainda tem alguns falhanços, mas que decidiu abandonar a cena gay "oficial" porque "era demasiado arriscada  e os relacionamentos eram sempre becos sem saída."

Ele diz ainda que a terapia reparativa é benéfica e necessária para ajudar alguns homens gays e algumas lésbicas a abandonar esse estilo de vida. McKellar diz ainda que mais atenção deveria ser dada aos benefícios e às histórias de sucesso associadas à terapia reparativa, ao mesmo tempo que se diz que o auto-controle e a disciplina são virtudes  necessárias para qualquer tipo de batalha sexual que as pessoas levem a cabo como forma de controlar a sua sexualidade.

Em 1997 McKellar fundou a organização "Homosexuals Opposed to Pride Extremism" em resposta ao que ele chama de "a brigada do triângulo cor de rosa." Isto é uma referência aos militantes homossexuais que gostariam de impor os comportamentos mencionados em cima ao resto do país.

Quando lhe foi perguntado se ele qualificava o comportamento homossexual de moralmente condenável, McKellar disse:

Não, eu não entro em assuntos pessoais. Eu lido apenas com os assuntos políticos.  As pessoas podem decidir por si sobre os assuntos morais.

Quando lhe foi perguntado qual era a sua opinião pessoal em torno da moralidade dos actos homossexuais, ele disse que preferia manter as pessoas, especialmente os membros da comunidade homossexual, a adivinhar "como forma de os impedir de saber quais são os meus pontos de partida."

John McKellar faz um resumo do activismo homossexual afirmando:

Eu pura e simplesmente ignorei oas activistas homossexuais uma vez que eles nunca tinham algo para me dizer. À medida que o tempo foi passando, e especialmente com o advento da epidemia da SIDA, eu pude observar o quão monomaníacos e niilistas eles se estavam a tornar.

Fonte

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Uma coisa que os activistas homossexuais não se questionam é do porquê os globalistas e os governos financiarem a sua agenda sexual...

domingo, 10 de março de 2013

O ódio dos activistas transsexuais

Germaine Greer, a mundialmente famosa feminista e académica, foi vítima de um ataque histérico por parte de transsexuais neo-zelandeses. Os corajosos mulheres-homens, auto-identificados como os "Queer Avengers", demonstraram a sua intolerância e desrespeito pelos pontos de vista alheios atacando Germaine Greer com uma glitter-bomb durante uma sessão de autógrafos que ocorreu no ano passado. Isto apenas demonstra a sua inabilidade de se envolverem numa discussão racional, ou num diálogo adulto.

Greer, que nunca escondeu os seus pontos de vista - mesmo no que toca aos assim chamados "transsexuais" - escreveu no passado que um homem nunca se  pode tornar numa verdadeira mulher cortando os seus genitais, e que aqueles que o fazem, nada mais são que "uma paródia grotesca" duma mulher genuína. Ela acrescentou ainda que o homem que pensa que ele é uma mulher, ou que nasceu no corpo errado, sofre duma desilusão.

Obviamente que Germaine Greer está cientificamente e psicologicamente correcta, e esta posição é partilhada por profissionais competentes. O Dr. Joseph Berger afirma que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Durante os anos 90, Greer  opôs-se à eleição de transsexuais para a instituição para a qual trabalhava - Newnham College, Cambridge - alegando que isto nada mais era que mais uma forma de dar mais empregos aos homens, que eram já a maioria na universidade. No seu livro de 1999, "The Whole Woman":

Governos que são compostos por muito poucas mulheres foram rápidos em reconhecer como mulheres homens que acreditam que são mulheres, e  que se castraram para o provar. Aparentemente eles olham para as mulheres não como outro sexo, mas como um não-sexo.

Nenhum dos homens que fez a assim-chamada "operação de mudança de sexo" implorou por uma transplante de um útero e de ovários; se este tipo de transplantes fossem manhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2012/may/29/transgenderism-hate-speechdatórios para aqueles que querem ser mulheres, eles desapareceriam rapidamente. 

A insistência das "mulheres" artificialmente criadas de aceitação é uma expressão institucional duma crença errada de que as mulheres são homens defeituosos.

Felizmente, Germaine Greer é uma mulher resistente e é muito pouco provável que ela mude a sua posição como forma de evitar as críticas e a acusações de "transfobia".

Muitas outras feministas proeminentes levantaram já protestos em torno da forma como os transsexuais estão a intimidar e a agir de forma abusiva contra todos aqueles que não concordam com a sua nova "ortodoxia". Transsexuais histéricos baniram a professora Sheila Jeffries, bem como outras palestrantes feministas, dum encontro em Conway Hall alegando que os seus pontos de vista eram "discurso de ódio", e insistindo que quem se recusa a reconhecer a validade das operações de mudança de sexo, assemelha-se a quem se recusa a aceitar a  historicidade do Holocausto!

Soa familiar? Claro. Estes são os clichés comuns usados pelos queers como forma de promover a sua agenda e censurar qualquer tipo de debate racional. A verdade dos factos é que os queers é que são os verdadeiros intimidadores (inglês: "bullies").

Sheila Jeffries relata:

Há já alguns anos que está em práctica uma campanha organizada via internet e via acções locais, que tenta garantir que eu e outras pessoas que criticam o transgenerismo . . . . não tenhamos qualquer oportunidade de falar em público. Ainda não consegui falar do transgenerismo, mas falo de religião e sobre os direitos das mulheres, a pornografia, e as prácticas de beleza.

Qualquer que seja o tópico da minha apresentação, e quer seja na Austrália, no Reino Unido ou nos EUA, os activistas transgéneros bombardeiam o grupo organizador e o local do encontro com emails acusando-me de ódio-aos-trans e transfobia, e buscando formas de me banirem.

Nos blogues, no Facebook no Twitter eles acusam-me de querer "eliminar" os transgéneros, e eles desejam a minha morte. Um activista fez uma imagem duma lata de pesticida contendo uma foto minha junto a qual um slogan dizia "Mata feministas radicais instantaneamente".
Estes activistas ameaçam as demonstrações e placards contra mim em qualquer lugar onde eu falo.


* * * * * * *
É tremendamente irónico ver "grupos protegidos" da esquerda militante a guerrerarem entre si. Certamente que as feministas não se apercebem que as mesmas forças que dão apoio à "causa" transsexual são as mesmas que financiam o feminismo.
....

domingo, 24 de junho de 2012

Canadá vai passar a registar os actos "homofóbicos"

Naquilo que está a qualificado de "iniciativa inovadora", activistas homossexuais do Quebec deram início ao "registo dos actos homofóbicos" com o apoio e financiamento do "Quebec Government’s Justice Department". Incluído na definição de " acto homofóbico", e digno de ser reportado ao registo, encontra-se o seguinte:
Qualquer palavra negativa ou acto negativo dirigido aos homossexuais ou à homossexualidade no geral; abuso físico, abuso verbal, intimidação, assédio, grafite ofensivo, abuso, zombaria injuriosa, cobertura mediática desapropriada e discriminação.
Um comunicado de imprensa do grupo homossexual declara que qualquer pessoa que já tenha sofrido ou testemunhado um acto de homofobia "deve" reportá-lo ao registo como um acto homofóbico.
O financiamento e apoio para o gesto vem do Ministério da justiça do Quebez e do seu departamento “The Fight Against Homophobia.” ["A luta contra a homofobia"].

Em 2008 o ministro da justiça foi encarregado de lutar contra a homofobia e no ano passado prometeu $7 milhões para as actividades "anti-homofobia".

O termo homofobia refere-se à recusa politicamente incorrecta de venerar actos pecaminosos de depravação sexual causadores de disseminação de doenças letais, classificados como vergonhosos, nojentos e repugnantes desde o início da história humana.

Georges Buscemi Presidente do grupo pró-família e pró-vida Campagne Quebec Vie, disse à LifeSiteNews que via o registo como "forma de instigar um clima de opressão e medo entre todos aqueles que discorde das opiniões do movimento homossexualista no Quebec." Qualquer pessoa que acredite que o acto homossexual é moralmente inaceitável está a receber o aviso de que "serão colocados numa lista", diz ele.

Lista essa que será usada no futuro e que cujo propósito é punir.
Buscemi forneceu exemplos de represálias que podem envolver a perda do estatuto de caridade para as igrejas ou a perda de profissão por parte de professores.
É o início da perseguição suave. Tudo isto é feito como forma de incitar um clima de medo usando os média e especialmente a presença policial. Qualquer crítica será interpretada como homofobia e eventualmente, mais tarde, haverá consequências.

* * * * * * *

Mais uma evidência muito forte da divinização do homossexualismo como forma de silenciar os Cristãos. Estas iniciativas não estão a ser feitas como forma de proteger os sodomitas duma da mitológica "homofobia" mas sim para gerar um clima onde a crítica do auto-destrutivo comportamento homossexual seja criminalizado. Alguém realmente acredita que os homossexuais canadianos precisam de protecção legal para terem os mesmos direitos humanos que o resto do país?

Note-se que na lista de "actos homofóbicos" encontram-se coisas tais como "cobertura mediática desapropriada" e "palavras dirigidas à homossexualidade". Ou seja, se *1* homossexual achar que uma reportagem noticiosa é "desapropriada" para o homossexualismo, MESMO QUE SEJA VERDADEIRA, ele pode registar o autor da reportagem como um "homofóbico".

Semelhantemente, uma pessoa pode ser registada como "homofóbica" se disser que o acto homossexual é auto-destrutivo, pese embora isso ser uma declaração que está de acordo com a Medicina.


Canadá: onde ter uma opinião contrário ao gayzismo é motivo de vergonha.

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