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sábado, 24 de agosto de 2013

O pseudo-casamento homoerótico como arma de desestabilização social

O "casamento" homossexual irá desestabilizar ainda mais o casamento e a vida familiar na Grã-Bretanha, avisou uma socióloga renomeada ao Parlamento Britânico. A Dr Patricia Morgan disse à Casa dos Comuns que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo reforça a ideia de que o casamento é irrelevante para a paternidade. 

Ela disse ainda que este foi o factor principal que causou um colapso das taxas de casamento entre os heterossexuais em países onde o "casamento" homossexual já foi introduzido - bem como um aumento acentuado da coabitação e do número de crianças geradas fora do casamento.

Segundo Morgan, que fez as suas alegações num documento de 22 páginas submetido ao "Committee Stage of the Marriage (Same Sex Couples) Bill", não há qualquer tipo de evidência que suporte a tese da Coligação Governamental de que o "casamento" homossexual irá fomentar a instituição. O documento continha uma análise detalhada das tendências do casamento na Suécia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Canadá e alguns estados dos EUA onde o "casamento" homossexual foi já legalizado.

A Drª Morgan afirmou:

Segundo aquilo que sabemos das tendências demográficas, é um absurdo alegar que as pessoas irão subitamente abraçar o casamento e abrandar ou reverter o seu declínio apenas e só porque os homossexuais se podem casar [sic]. Podemos ter a certeza de que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo não fará nada em favor do encorajamento de casamento estáveis, quer seja para os heterossexuais quer seja para os homossexuais. O casamento na Escandinávia, na Espanha, na Holanda e todo o lugar, encontra-se em declínio acentuado.  O casamento [sic] homossexual é, ao mesmo tempo, um efeito e uma causa da evisceração do casamento - especialmente a separação entre o casamento e a paternidade.

A Drª Morgan explicou que o "casamento" homossexual só se tornou concebível naqueles países onde o casamento natural já se encontrava em crise, devido ao aumento "dos nascimentos fora do casamento e do aumento das taxas de coabitação", e as coisas invariavelmente ficaram piores:

Se o casamento centra-se só nos relacionamentos, e não está intrinsecamente ligado à paternidade, porque não conceder o que resta do casamento aos homossexuais? À medida que o casamento é redefinido de modo a acomodar as duplas homossexuais, isto vai reforçando a irrelevância do casamento para a paternidade.  Em todos os outros sítios, o casamento [sic] homossexual é um instigador da precarização das uniões heterossexuais e da separação do casamento com a paternidade. O casamento [sic] homossexual é muito mais um término do casamento, ou o acto final de dissolução, do que uma força de revitalização da instituição em si.

O Governo de Coligação tem consistentemente alegado que a controversa proposta de lei  do "casamento" homossexual de David Cameron terá o efeito de fortalecer todos os casamentos ao abrir essa instituição às duplas do mesmo sexo. Durante o ano passado, a Ministra da Administração Interna, Teresa May, afirmou ao The Daily Telegraph que "os homossexuais serão missionários para a sociedade e tornarão o casamento mais forte". Mas as pesquisas da Drª Morgan, a respeitada analista das politicas familiares que cunhou a frase "casamento lite" para descrever a coabitação, fornece evidências sólidas de que o mais provável é que ocorra exactamente o contrário.

A Drª Morgan afirmou que na Espanha em particular observou-se uma queda acentuada dos números de todos os casamentos na ordem dos 15,000 nos três primeiros anos que se seguiram à legalização do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por parte do governo socialista (2005). A taxa de declínio foi superior ao dobro quando se verificaram 34,000 menos casamentos todos anos, desde 2008 até 2010.

A Drª Morgan produziu evidências que demonstram como o casamento heterossexual é menos estável nos países onde o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo foi introduzido uma vez que se esperava que eles (os casamentos heterossexuais) se conformassem aos valores das duplas homossexuais cujas uniões são, frequentemente, abertas (e não exclusivas) e muito mais susceptiveis de se desmoronarem. As duplas homossexuais coabitantes eram 12 vezes mais susceptiveis de se separarem que os casais, afirmou Morgan.

A Drª Morgan agoirou também uma victimização generalizada aos indivíduos e às instituições que se atrevessem a resistir à redefinição do casamento.

Algumas pessoas claramente esperam que a compulsão para executar casamentos [sic] homossexuais sirva de arma para separar a Igreja do Estado e empurrar ainda mais o Cristianismo para fora da arena pública e, consequentemente, da consciência. Minadas e estigmatizadas pela sua falta de irracionalidade e preconceito, a autoridade moral das instituições religiosas irá retirar-se ainda mais em favor da limitada ideologia secular, particularmente à medida que os comportamentos sexuais em oposição às normais tradicionais são encorajadas e avançadas.

O Primeiro-Ministro David Cameron sofreu críticas intensas por parte das Igrejas mainstream dentro do seu Partido Conservador por colocar em marcha (através do Parlamento) o "casamento" homossexual quando não havia qualquer tipo de mandato ou exigência em favor dele. (...)


sábado, 5 de maio de 2012

Bar gay proíbe casal de se beijar

A decisão de um bar gay dinamarquês de proibir um casal de se beijar dentro de suas instalações está a causar polémica mesmo entre a comunidade gay. O assunto ganhou destaque depois duma mulher contar à imprensa que foi impedida por seguranças de beijar o seu namorado no local.

O dono do bar Never Mind, Christian Carlsen, defende que a regra não é discriminatória, mas sim uma forma de proteger os seus clientes gays visto que Copenhaga é rica em bares heterossexuais, enquanto que as opções para homossexuais é mais restrita. Para ele, os bares gays na região atraem muitos heterossexuais e isso limita a quantidade da comunidade GLS nesses locais.

É importante para a comunidade gay que o Never Mind continue como um lugar gay”, disse Carlsen.

Porém nem mesmo a comunidade gay apoia o dono do bar. O fundador da organização LGBT Homosocialt Fællesskab, Jobbe Joller, afirma que a atitude é equivalente a expulsar clientes pela cor da sua pele.

Em um primeiro momento, achei que fosse uma piada. Disse-lhe [ao dono do bar] em tom muito sério que isso era doentio e a comunidade LGBT considera que todos devem ter direitos iguais", disse Joller à agência de notícias Pink News.

Fonte

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Tal é o domínio cultural que o lobby sodomita tem na Dinamarca que eles sentem-se razoavelmente à vontade para discriminar os casais.

Corrigindo o activista homossexual Jobbe Joller, expulsar uma pessoa com base no seu comportamento sexual não é o mesmo que expulsar uma pessoa com base na sua composição genética.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Dinamarca deve aprovar abominação homossexual nas igrejas

A Dinamarca quer legalizar o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo no religioso, em substituição às bênçãos de curta duração que a Igreja Luterana actualmente realiza.

O governo anunciou nesta Quarta-Feira que irá apresentar em Fevereiro uma proposta para alterar as leis de matrimónio no país. Em 1989, a Dinamarca tornou-se o primeiro país a permitir uniões civis gays.

Desde 1997 que os homossexuais se podem "casar" no religioso por meio de bênçãos dadas ao final de missas comuns.

O Ministério de Assuntos Religiosos da Dinamarca diz que a mudança deve igualar o país à Islândia e à Suécia, que já permitem a realização de cerimónias para os homossexuais.

No entanto, o clero do país manterá o direito de se recusar a realizar uniões de casais do mesmo sexo sem ser punido por isso.

Fonte


Claro que quando as igrejas genuinamente Cristãs correctamente se recusarem a tomar parte nesta abominação, o lobby homossexual vai exigir penas pesadas contra eles sob o manto da "igualdade".

O filme é sempre o mesmo.


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