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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Os pobres africanos vítimas de homofobia

Original



Camaradas!

Dois cientistas americanos, ditos “antropólogos”, afirmam ter descoberto duas tribos africanas, os Aka e os Ngandu, onde não existem homossexuais . Segundo esses ditos antropólogos, os Aka e os Ngandu não demonstram interesse algum no casamento homossexual.

Em primeiro lugar, temos que desconfiar desses cientistas porque podem ser neocons americanos. Em segundo lugar, temos também de desconfiar dessa descoberta porque, como todos sabemos, a homossexualidade é genética embora os homossexuais não se reproduzam.

A única razão por que não existem homossexuais entre os os Aka e os Ngandu, é porque nas cidades deles não existem parques como o nosso parque Eduardo VII em Lisboa, e também não existem saunas gay, por imposição da Igreja Católica. Aquela pobre gente de África é vítima da homofobia da Igreja Católica que os tem enclausurados em relação ao progresso da humanidade.

VÍTIMAS AFRICANAS DA HOMOFOBIA DO VATICANO
Por exemplo, para os Ngandu, o conceito de “sexo” é traduzido pelo termo “fazer filhos”. Como é óbvio, é claro que há ali dedo homofóbico da Igreja Católica!. Só pode. Com certeza que deve ter havido alguns padres homófobos que se infiltraram na tribo a mando do Bento do Vaticano, e operaram uma lobotomia geral naquela pobre gente, convencendo-os que a homossexualidade não é genética, embora os homossexuais não se reproduzam.

Por isso, é claro que entre os Aka e os Ngandu existe uma horrível opressão e domínio sobre os gays da tribo que ainda não saíram do armário. E o facto de os membros de ambas as tribos não se masturbarem revela os sintomas dessa lobotomia católica, reaccionária, e inimiga da luta contra o aquecimento global.

A luta continua! Viva a homossexualidade que é amiga do ambiente e contra o aquecimento global


sábado, 20 de outubro de 2012

Quando o normal passa a ser "anormal"



Tal como 2 +2 = 5, depravações sexuais repugnantes, propagadoras de doenças, mas politicamente correctas, são agora consideradas normais. A consequência lógica disto é que qualificar como normal o acto sexual do qual é gerada nova vida é agora algo anormal.
O programa escolar piloto “Proud Schools”, implementada em 12 escolas públicas de Sydney na Hunter [Region], tem como propósito eliminar a "homofobia, transfobia . . . e heterosexismo" . . .
Segundo o "Relatório Consultivo Proud Schools", o programa define como "heterosexismo" a práctica de "posicionar a heterosexualidade como a norma dentro dos relacionamentos humanos".
O programa deve-se "focar em reverter o domínio do heterosexismo e não na homofobia", segundo as minutas do comité da Proud Schools. 

Como é normal, o avanço da agenda sodomita tem o apoio total do "dinheiro do Estado" (= dinheiro dos contribuintes); segundo se sabe, os burocratas foram aos bolsos dos cidadãos e desviaram $250,000 para este programa-piloto. Ou seja,  aquelas pessoas que não consideram o ânus um órgão sexual vão ser na mesma forçadas a subsidiar um projecto governamental que visa ensinar isso mesmo aos alunos - para além de lhes ensinar que a heterossexualidade não é a norma entre o ser humano.
O programa piloto teve como inspiração um outro programa similar levado a cabo em Victoria, o "Coligação Escolas Seguras" como forma de "dar apoio a diversidade sexual nas escolas, que defende que o género [sic] e a sexualidade não são conceitos fixos mas fluidos.
Em Victoria, cada escola participante é aconselhada a eregir um cartaz especialmente para os gays, lésbicas, transssexuais e jovens que "questionam o seu género".
Um relatório consultivo da Proud Schools recomenda também que as escolas os programas existentes [Desenvolvimento Pessoal, Saúde e Educação Física] "incorporem o ensino da natureza da atracção entre pessoas do mesmos sexo, bem como o ensino da diversidade sexual".
Porque é que os governos ocidentais sistematicamente tentam indoutrinar as crianças alheias normalizando comportamentos sexuais pouco saudáveis e clinicamente auto-destrutivos? A destruição da inocência como consequência do amor pelo mal parece ser a melhor explicação. 

Fica ao critério de cada um prever quanto tempo sobreviverá uma cultura que defende que o sexo que garante a perpetuação da espécie não é normal.


domingo, 14 de outubro de 2012

Equivalendo entidades distintas

O gayzista  Miguel Coli deixou um comentário na página do blogue que merece alguma consideração.

É importante ressaltar que a quase totalidade das argumentações contrárias aos relacionamentos homoafetivos (união entre pessoas do mesmo sexo) se fundamentam no discurso religioso (“Deus fez macho e fêmea”, etc).

Mesmo que isto fosse verdade, é irrelevante. A questão não é "o argumento é religioso" mas sim "o argumento é falso" ou "o argumento é verdadeiro". O que o gayzista quer fazer é alegar que os argumentos que os Cristãos usam contra a sodomia e o lesbianismo não se podem basear em argumentos que tenham fundamento na Teologia. Porquê disto ser assim, o Coli não diz.

Que me desculpem alguns religiosos, mas questões que dizem respeito à vida da população em geral não podem ser resolvidas somente por este tipo de argumentação.

Quem acompanha os blogues que fornecem argumentos contra o sexo anal e contra o lesbianismo está perfeitamente ciente do quão raro o argumento "é contra a Bíblia" é usado. E isto é feito por motivos óbvios: como os practicantes do sexo anal não acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus, seria ineficiente citar a Biblia contra eles.

Este blogue disponibiliza uma vasta gama de evidências médicas,  sociais e psicológicas contra essa práctica, mas pelos vistos o M.Coli não as viu. 

Se a sua religião é contrária à união homoafectiva, ok, mas existem outras que não são, e existem pessoas que não tem religião.

Irrelevante. Ninguém disse que todas as pessoas partilham do Cristianismo.

Se os indivíduos heterossexuais têm direito a uma união civil (com todos os seus privilégios), por que os homossexuais não têm?

Os homossexuais podem ter uma união civil tal como todas as outras pessoas. Para tal, basta que o homossexual cumpra a definição de "casamento" vigente na maioria dos paises do mundo: um homem + uma mulher. Se tu te apresentares num cartório com uma lésbica, e disseres que te queres casar com ela, vais receber permissão para tal uma vez que casamento é 1 homem + 1 mulher. O teu vício sexual será irrelevante uma vez que estarias a agir de acordo com o que é um casamento.

“Porque a família é uma instituição sagrada entre um homem e uma mulher com a possibilidade de perpetuar a espécie.” Ora, se a sua religião defende isso, ótimo, mas a minha não defende.

Muito bem. Cria o teu próprio pais gayzista, cria as tuas leis e sê muito feliz. "Casa-te" com quantos homens quiseres, e que tenhas muitos filhos.

Para ser justa, a legislação deve defender direitos iguais para os cidadãos.

Mas a legislação já defende direitos iguais para os cidadãos. O que a legislação não faz é defender direitos iguais para prácticas sexuais diferentes. Um homem que tem relações sexuais com a sua esposa não está a levar a cabo uma práctica sexual igual à que dois homens fazem, ou a que duas mulheres fazem.

Dado isto, antes de vocês quererem que a vossa práctica/vicio sexual tenha as mesmas regalias da normal união entre um homem e uma mulher, primeiro têm que mostrar como é que ambas são iguais.  Não faz sentido nenhum dar direitos iguais  a prácticas diferentes.

Se um homem e uma mulher podem ter sua união afectiva oficializada juridicamente, por que dois homens ou duas mulheres não podem?

Dois homens podem ter a sua união afectiva oficializada juridicamente. Por exemplo, se um homem adopta um rapaz, ele pode oficializar essa união afectiva de modo a que esse jovem passe a ser legalmente seu filho. O mesmo entre uma mulher e uma menina.

Agora, o que tu queres não é só a legalização da afectividade entre pessoas do mesmo sexo, mas sim conferir ao homossexualismo os mesmos direitos que o casamento. Mas porque é que se faria isto se estamos a falar de coisas diferentes?

Porque um casal heterossexual pode ter tantos benefícios jurídicos que um casal homossexual não pode ter?

Não existem "casais homossexuais". Esse neologismo é auto-contraditório uma vez que "casal" implica duas pessoas de sexos distintos. Para tu veres isso, toma este exemplo: imagina que eu me encontro com um amigo e digo-lhe que tenho dois filhos. um casal. Sem que eu precisa de acrescentar mais alguma coisa, ele apercebe-se instantaneamente que os meus filhos são de sexos distintos (1 rapaz e 1 rapariga).

Do mesmo modo, quando falamos em "casal homossexual" estamos a falar num "solteiro casado" ou num "quadrado redondo"; não faz sentido nenhum.

Portanto, o que tu queres dizer é: "se os casais podem ter tantos benefícios jurídicos, porque é que uma dupla de homossexuais não pode ter os MESMOS benefícios jurídicos que os casais?". A resposta é óbvia e feita com outra pergunta: porque é que o homossexualismo haveria de ter os mesmos direitos que o casamento natural? Porque é que a sodomia e o lesbianismo deveriam ser artificialmente elevados para o patamar da heterossexualidade?

Antes de tu queres igualdade de prácticas sexuais, primeiro tens que demonstrar como é que são iguais. Tu achas mesmo que o acto sexual do qual depende a continuação da espécie humana deve ser colocada ao mesmo nível duma práctica sexual que não fornece ganho nenhum a quem o practica e nem à sociedade no geral? O que é que há no homossexualismo que justifique que ele seja colocado num nível que - por motivos óbvios - só pertence à heterossexualidade?

Isso é usar a razão, é algo perfeitamente lógico. Agora, o que não é lógico é utilizar-se de discurso religioso para defender questões que não tem nada a ver com religião.

Boa sorte em explicar a origem do casamento fora do "discurso religioso" e fora do propósito central da procriação.

Você pode não concordar, mas não pode EXIGIR que dois homens que se amem não possam casar juridicamente porque o “Deus” que você acredita não permite isso.

Tu podes não concordar com a definição de casamento mas não podes EXIGIR que a mesma seja alterada para acomodar uma práctica sexual auto-destrutiva como o homossexualismo. Queres ter sexo com outros homens? O problema é teu e a escolha é tua. No entanto, não queiras forçar a sociedade a aceitar como normal o que TU aceitas como normal.

Casamento é, foi e sempre vai ser, 1 homem + 1 mulher. Se por acaso um dia dois homens ou duas lésbicas conseguirem gerar filhos um com o outro ou uma com a outra, então o homossexualismo pode ser colocado ao mesmo nível da heterossexualidade.

“Família = pai e mãe.” “As coisas são o que são independentemente do que eu penso ou deixo de pensar.” Esta argumentação é completamente incoerente, veja, você diz: família é pai e mãe. Isto é o que VOCÊ pensa, o que VOCÊ acredita.

Veja, você diz "família pode ser homem com homem ou mulher com mulher". Isto é o que VOCÊ pensa, e o que VOCÊ acredita.

Quem disse que família é isso?

Quem disse que a família é isso foi a realidade dos factos uma vez que só um homem e uma mulher podem gerar filhos e filhas. Só a heterossexualidade gera filhos e gera famílias. A geração de família depende da procriação (directa ou indirecta) portanto, qualquer união entre duas pessoas férteis que não seja uma cópia da original, não pode ser considerado "casamento". Duas mulheres e uma criança não são uma família porque duas mulheres não conseguem gerar filhos entre si. O que elas são é uma parelha a quem foi oferecida uma inocente criança.

Outros podem ter outras definições, mas acima de todas as definições está a igualdade de direitos entre os seres humanos.

Se outros podem ter outras definições, então isso significa o quê? Que são todas válidas? Por exemplo, uma família pode ser três mulheres e um criança? E um homem, uma cabra e uma criança? É istouma família? Porque não? Quem és tu para dizer que os seres humanos não podem formar "famílias" com membros femininos de outras espécies? Não achas que estás a ser preconceituoso ao limitar os casamentos entre os seres humanos?

Além disso, não é preciso colocar a sodomia e o lesbianismo ao mesmo nível da heterossexualidade para que existam direitos iguais para todo o ser humano. Quer tu tenhas o péssimo hábito de inserir o teu apêndice genital no ânus de outro homem ou não, tu tens os mesmos direitos humanos que outro ser humano qualquer. Agora, os mesmos direitos HUMANOS não implica que os comportamentos de todos os seres humanos tenham exactamente o mesmo valor.

Percebes a diferença?

Não interessa a sua definição de família, não interessa o que o movimento gay define por família, interessa o direito de duas pessoas que se amem, independentemente da orientação sexual, poderem viver juntas usufruindo dos mesmos direitos. “Preservação da espécie.” Somos em 7 biliões! Chega a ser hilário.

Ou seja, "vamos legalizar o gaysamento porque já somos 7 biliões". O que isso implica é que o homossexualismo é um comportamento que trabalha para o LIMITAR da procriação e da continuação do ser humano. Sem querer, revelaste um excelente motivo para não seres a favor do gaysamento: enquanto o casamento gera um ambiente óptimo para a continuação do ser humano, o gaysamento faz exactamente o contrário.

Isto também significa que se por acaso a população mundial atingir números demasiado baixos, vai ser preciso erradicar o homossexualismo da existência humana. É isso que defendes?

Agora pergunta-te o seguinte: ainda achas que o homossexualismo deveria ter os mesmos direitos que o casamento natural?

Outra coisa que tens que levar em conta é o seguinte: preservação da espécie não implica o aumento do número de seres humanos. Preservação significa apenas continuação do que já existia (seres humanos). Sem a heterossexualidade, a espécie humana deixa de existir. Sem o homossexualismo, a espécie humana continua a existir normalmente (e até melhor).

Dado isto, porque é que queres equivaler comportamentos totalmente distintos, e com propósitos distintos?

...

sábado, 5 de maio de 2012

Bar gay proíbe casal de se beijar

A decisão de um bar gay dinamarquês de proibir um casal de se beijar dentro de suas instalações está a causar polémica mesmo entre a comunidade gay. O assunto ganhou destaque depois duma mulher contar à imprensa que foi impedida por seguranças de beijar o seu namorado no local.

O dono do bar Never Mind, Christian Carlsen, defende que a regra não é discriminatória, mas sim uma forma de proteger os seus clientes gays visto que Copenhaga é rica em bares heterossexuais, enquanto que as opções para homossexuais é mais restrita. Para ele, os bares gays na região atraem muitos heterossexuais e isso limita a quantidade da comunidade GLS nesses locais.

É importante para a comunidade gay que o Never Mind continue como um lugar gay”, disse Carlsen.

Porém nem mesmo a comunidade gay apoia o dono do bar. O fundador da organização LGBT Homosocialt Fællesskab, Jobbe Joller, afirma que a atitude é equivalente a expulsar clientes pela cor da sua pele.

Em um primeiro momento, achei que fosse uma piada. Disse-lhe [ao dono do bar] em tom muito sério que isso era doentio e a comunidade LGBT considera que todos devem ter direitos iguais", disse Joller à agência de notícias Pink News.

Fonte

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Tal é o domínio cultural que o lobby sodomita tem na Dinamarca que eles sentem-se razoavelmente à vontade para discriminar os casais.

Corrigindo o activista homossexual Jobbe Joller, expulsar uma pessoa com base no seu comportamento sexual não é o mesmo que expulsar uma pessoa com base na sua composição genética.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Seios e o estudo que suporta a heteronormalidade

Estudo levado a cabo por pesquisadores alemães sugeriu que olhar para seios femininos é bom para a saúde do homem e aumenta a sua esperança de vida.

De acordo com a Dr. Karen Weatherby, autora do estudo, olhar para os seios duma mulher equivale a intenso exercício físico que pode aumentar a esperança de vida do homem em 5 anos.

Segundo Karen Weatherby, "olhar para os seios duma mulher avantajada durante 10 minutos é mais ou menos equivalente a 30 minutos de exercício aeróbico."

A pesquisa foi levada a cabo durante 5 anos e teve 200 homens saudáveis como referência. A metade deles foi dito que olhassem para seios femininos diariamente enquanto que aos restantes foi dito que se refreassem de fazer o mesmo.

No final do estudo, os pesquisadores notaram que os homens que olhavam para os seios femininos de um modo regular exibiam uma pressão arterial mais baixa e menos instâncias de doenças coronárias arteriais.

Os pesquisadores declararam que o desejo sexual aumenta a circulação sanguínea o que significa em termos gerais uma melhor saúde.

Weatherby explicou o conceito declarando:

Excitação sexual aumenta os batimentos cardíacos e melhora a circulação. Não há a mínima dúvida: olhar para seios melhora a saúde do homem.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Curvas femininas produzem o mesmo efeito que álcool e drogas nos homens

Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira sugere que os efeitos causados pelas curvas das mulheres no cérebro dos homens é similar ao causado pelo consumo de álcool ou drogas. De acordo com o estudo, olhar uma mulher de formas exuberantes ativa uma área associada ao sentimento de recompensa, mesmo local atingido quando submetido a ação de substâncias químicas.

As conclusões dos cientistas explicam o motivo pelo qual mulheres como Jennifer Lopez e Beyoncé são consideradas sexy. Os especialistas também acreditam que essa pode ser a razão da preocupação dos homens com a pornografia.

Os pesquisadores utilizaram 14 homens de, aproximadamente, 25 anos no experimento. O teste envolveu a exibição de fotos de sete mulheres nuas, cuja gordura foi distribuída digitalmente em lugares estratégicos, como na região do quadril. Durante a análise foram realizadas tomografias dos cérebros. Esses exames mostraram que as alterações propositais ativaram uma área ligada ao sentimento de recompensa, incluindo regiões também afetadas pela drogas e pelo álcool.

Segundo os cientistas, as curvas das mulheres estão diretamente associadas a fertilidade, a geração de filhos saudáveis e a menor incidência de doenças. "Os resultados indicam que a figura da mulher com o 'corpo de violão' ativa áreas cerebrais que dirigem a atenção do homem à garotas com potencial de serem boas parceiras de reprodução", publicaram os pesquisadores na revista especializada PLoS.

Isso explica por que as características são populares em todas as culturas do mundo. Steven Platek, neurocientista e especialista em evolução cognitiva da Universidade Georgia Gwinnett, na Georgia, Estados Unidos, afirmou que esses descobrimentos podem explicar o vício em pornografia e outras desordens similares, como disfunção erétil ou ausência de libido. "Os resultados também podem ajudar a ciência a entender a infidelidade sexual", completou o médico.

Os cientistas também disseram que as mudanças no índice de massa corpórea somente ativam áreas associadas a apreciação visual. Isso significa que para o cérebro masculino as gordurinhas extras, eterna preocupação das mulheres, nada tem a ver com a sensualidade.

Imagem intolerante e homofóbica.

-Fonte-


A normal atracção no ser humano é dos homens para as mulheres e das mulheres para os homens. Por mais que os activistas homossexuais queiram destruir este facto natural, eles não têm poder nenhum sobre o que está embutido no ser humano.

É precisamente devido a esta frustração de não poderem mudar a natureza humana que os activistas homossexuais visam destruir o casamento - exemplo máximo da superioridade da heterossexualidade sobre outras prácticas sexuais.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Heteronormalidade: Esperma age como antidepressivo natural

[OBS: O blogue de forma nenhuma suporta o uso do preservativo ("camisinha").]

Publicado na revista Scientific American um artigo sobre o estudo que conclui que o esperma age como um remédio natural para depressão.

Sim, fazer sexo faz bem para o corpo e a mente, mas o caso aqui não se trata de uma questão emocional, mas, sim, fisiológica. Segundo o estudo, feito pela Gallup and Rebecca Burch, em conjunto com o psicólogo Steven Platek, da Universidade de Liverpool, é possível que o esperma atue sobre as mulheres como um antidepressivo natural.

Aparentemente, logo que o esperma é absorvido pela vagina, ele age sobre os harmónios femininos. O sémen masculino é rico em componentes químicos como neurotransmissores, harmónios, endorfinas e imunossupressores, entre eles a serotonina, um dos mais famosos e conhecidos antidepressivos, e oxytocic, conhecido como o hormónio da confiança e do amor. Boa notícia, mas nem por isso devemos esquecer a camisinha. Sexo seguro é sempre a melhor escolha. [...]

(M de Mulher)

Nota: Cada vez as pesquisas surpreendem mais os estudantes da sexualidade humana. A interacção perfeita entre os sexos é algo impressionante e aponta para o design inteligente. Como explicar de outra maneira a fina interacção química entre o sémen e os harmónios femininos?

Já é difícil (senão impossível) do ponto de vista darwinista explicar a diferenciação anatómica e fisiológica compatível entre macho e fêmea (uma dupla mutação que deveria ter ocorrido numa mesma época e num mesmo espaço geográfico), agora imagine explicar na base da tentativa e erro esses requintes emocionais relacionados com neurotransmissores, harmónios, endorfinas e imunossupressores.

Essa pesquisa sugere também que os órgãos sexuais anatómica e bioquimicamente projectados para o sexo são o pénis e a vagina. A notícia apenas escorrega no fim, quando recomenda o uso da camisinha (o que obviamente bloqueia a capacidade antidepressiva do sémen) para a prática do “sexo seguro”. O verdadeiro sexo seguro é aquele praticado com a pessoa certa, no momento certo e no contexto certo. Ou seja, nos limites do casamento.[MB]

Leia também: "Sexo é bom – no contexto certo" e "Beijar o mesmo homem protege contra doença"

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