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O programa escolar piloto “Proud Schools”, implementada em 12 escolas públicas de Sydney na Hunter [Region], tem como propósito eliminar a "homofobia, transfobia . . . e heterosexismo" . . .
Segundo o "Relatório Consultivo Proud Schools", o programa define como "heterosexismo" a práctica de "posicionar a heterosexualidade como a norma dentro dos relacionamentos humanos".
O programa piloto teve como inspiração um outro programa similar levado a cabo em Victoria, o "Coligação Escolas Seguras" como forma de "dar apoio a diversidade sexual nas escolas, que defende que o género [sic] e a sexualidade não são conceitos fixos mas fluidos.
Em Victoria, cada escola participante é aconselhada a eregir um cartaz especialmente para os gays, lésbicas, transssexuais e jovens que "questionam o seu género".
Um relatório consultivo da Proud Schools recomenda também que as escolas os programas existentes [Desenvolvimento Pessoal, Saúde e Educação Física] "incorporem o ensino da natureza da atracção entre pessoas do mesmos sexo, bem como o ensino da diversidade sexual".
Como forma de pagar os custos médicos e gerar atenção em torno das "minorias sexuais", artista japonês cozinhou e os seus próprios órgãos genitais, servindo-os posteriormente a 5 pessoas que voluntariamente pagaram para comer.
Depois de terem sido cirurgicamente removidos em Março último, os testículos e o pénis de Mao Sugiyama foram mantidos congelados até o dia em que foram temperados, refogados e servidos a clientes num evento que decorreu no dia 13 de Maio, segundo a polícia local e segundo posts na sua conta do Twitter.
As pessoas envolvidas no jantar pagaram 20,000 yen ($250 e €199,720) pelo prato com uma porção dos seus órgãos genitais. Fotografias publicadas num site parecem mostrar o prato totalmente decorado com cogumelos e enfeites de salsa.
O pintor, alegadamente com 22 anos de idade, declarou na sua conta do Twitter que o seu órgão havia sido removido por um médico e nenhuma infecção havia sido detectada posteriormente. A "refeição" foi preparada segundo a supervisão dum cozinheiro certificado e os pagantes assinaram um documento libertando Sugiyama e os organizadores do evento de qualquer responsabilidade indemnizatória.
Nos seus tweets do dia 18 de Maio, o artista afirmou que os seus passos foram dados de forma a estarem de acordo com as leis relevantes, incluindo a proibição da venda de órgãos, o processamento de despojos médicos e até requerimentos em torno saneamento dos alimentos.
No dia 16 de Maio ele disse:
Recebo questões de algumas mulheres e alguns homens a perguntar "Haverá próxima vez? Por favor, sê anfitrião dum evento igual." Mas só há um conjunto de órgãos sexuais masculinos. Infelizmente não tenho planos para uma próxima vez.Sugiyama, que se vê como "assexual", isto é, sem qualquer género, pensou inicialmente em comer os genitais mas decidiu mais tarde solicitar clientes pagantes como forma de pagar as contas médicas em torno da cirurgia.
Num email dirigido à AFP, Sugiyam confirmou que o evento havia já decorrido e que o mesmo havia sido feito como forma de consciencializar as pessoas em torno das "minorias sexuais, dos x-géneros e das pessoas assexuais".
As forças policiais de Tóquio afirmaram estar a par do episódio mas afirmaram que o evento não violou qualquer lei local uma vez que o canibalismo não é ilegal no Japão. Oficial da estação policial de Suginami disse à AFP:
Estamos cientes do caso e não houve nada criminoso com o mesmo. Não viola qualquer lei detalhada e como tal não há qualquer tipo de base para levarmos a cabo qualquer tipo de acção.
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Esta criatura verdadeiramente pensa que a remoção dos seus órgãos genitais de alguma forma desconhecida da realidade altera a sua composição cromossómica. O que ele não sabe é que ser "macho" ou ser "fêmea" não é algo que possa ser alterado através da engenharia social - ou através duma intervenção médica - visto que ambas são imutavelmente determinados depois da fecundação.
A remoção do pénis masculino não altera a sua condição imutável de macho, tal como a remoção do órgão sexual feminino não altera a sua condição de fêmea. A remoção do cérebro é que pode causar mudanças mais sérias, mas isso já é outro assunto.
Há dois anos atrás este site "profetizou"
Depois do homossexualismo ter sido totalmente normalizado, acredito que o canibalismo e se juntará à necrofilia e à pedofilia como as novas fronteiras dos "direitos civis". Não gostas de nenhum deles? Então prepara-te para seres denunciado como um canibalfóbico.
Para onde iremos parar demos disso, só a Grande Serpente é que sabe.
Entretanto, ficamos ansiosamente à espera que os engenheiros sociais e os relativistas morais nos expliquem o porquê deste acto ser condenável - se é que eles acham que é.
Um banheiro para transexuais instalado numa escola de ensino médio na Tailândia virou sucesso entre os alunos da instituição.Por "sucesso" entenda-se "normalização da aberração".
A escola Kampang, localizada no nordeste do país, instalou os banheiros depois de uma pesquisa apontar que 20% dos alunos se consideravam transsexuais.Pesquisa ideologicamente motivada como forma de justificar a normalização de comportamentos úteis ao esquerdismo.
De acordo com o director, Sitisak Sumontha, esses estudantes eram importunados por outros alunos quando usavam os banheiros masculinos. Quando passaram a usar as instalações para as meninas, a situação não melhorou. "Isso causou desconforto entre as garotas e deixou os alunos transexuais infelizes, o que começou a afectar sua produtividade na escola", afirmou o director.Claro que não há pessoas no mundo que sejam "metade feminino, metade masculino". Ou somos XX ou somos XY. Não há meio termo ou um "3º género".
Foi então que a directoria da escola decidiu construir os banheiros para transsexuais, cuja entrada traz uma placa com um boneco rosa e azul, metade feminino, metade masculino.
"Não somos meninos.Se és XY então és macho. Se não queres viver como macho, isso já é problema teu. Mas não deixas de o ser por afirmares que "não somos meninos".
Não queremos usar o banheiro dos meninos - queremos que eles saibam que somos transexuais", disse Triwate Phamanee, de 13 anos, que sonha em fazer uma cirurgia para mudança de sexo.Como é possível que crianças que nem saibam qual vai ser a sua profissão saibam que querem mutilar os seus órgãos genitais? Estas crianças precisam de aconselhamento e não de apoio à sua confusão sexual.

Uma das lésbicas estava em preparativos para se "tornar num homem" [coisa impossível] enquanto que a sua namorada recebia tratamento de fertilidade.
Quando a antiga magistrada do Tribunal da Crianças Barbara Holborow tomou conhecimento do ocorrido declarou:
Meu Deus - o que é que estamos a fazer?Ela afirmou ao Daily Telegraph de Sydney que havia requisitado um inquérito profundo à decisão de colocar o rapaz com as
O caso gerou ultraje entre outras lésbicas uma vez que deu a impressão que as lésbicas são más mães. Mas o Ministro Fimiliar Pru Goward exigiu uma explicação integral aos serviços do bem-estar infantil Barnardos - que coordenaram as coisas para que as duas lésbicas se tornassem nos "pais" do rapaz e da irmã mais velha.
Pru Goward afirma:
Busco conselhos por parte da Barnados para confirmar se os arranjos foram apropriados e o bem-estar das crianças foi prioritário.O jornal reportou que a história do rapaz, descrita como uma das mais tristes em New South Wales, foi revelada no julgamento do Supremo Tribunal num documento chamado "Childlren's Law News". A mãe do rapaz havia tentado sem sucesso voltar a ter custódia do filho.
Ficou-se a saber também que os novos pais adoptivos que actualmente tomam conta do rapaz desejam adoptá-lo.
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Campbell tinha 18 meses em 2006 quando foi levado para a assistência social depois de queixas de abuso mental por parte dos pais. Em 2009, Campbell e a sua irmã (de 12 anos) foram colocados aos "cuidados" do par de lésbicas.
Como as coisas não funcionaram bem com a irmã Abby, ela foi mais tarde removida da casa das lésbicas. Foi depois da saída da irmã que as lésbicas vestiram o rapaz com roupas de menina e colocaram a foto no Facebook.
À medida que a controvérsia aumentava, uma apoiante das lésbicas e do lesbianismo disse que a insinuação que pairava no ar era a de que colocar crianças com duas lésbicas era o problema, e que a agência de adopção deveria saber que qualquer mulher suficientemente maluca para ser lésbica era susceptível de "humilhar" a criança.
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O que estas lésbicas fizeram a este rapaz foi humilhante, degradante, emocionalmente destrutivo, desumano e mais um exemplo de violência psicológica contra crianças por parte de homossexuais.
Para os activistas homossexuais a adopção não é algo que envolve o bem-estar das crianças mas sim o reconhecimento social da "normalidade" do seu comportamento sexual.
As crianças são, assim, peões no seu jogo de poder.