terça-feira, 25 de julho de 2017
Mãe de traficante julgará ação de homofobia no Mato Grosso do Sul
quarta-feira, 18 de março de 2015
A "homofobia" de Domenico Dolce e de Stefano Gabbana
Domenico Dolce e Stefano Gabbana, ícones do mundo da moda, parceiros de negócios há décadas, e parceiros sexuais até se terem separados há alguns anos atrás, não só não apoiam o "casamento" homossexual, como vêem a público criticá-lo.
Numa entrevista dada à revista Panorama e traduzida para a LGBT News Italia, a antiga dupla e designers bilionários veio a público de maneira decidida:
Foi perguntado aos dois designers se eles alguma vez consideraram "casar" um com o outro. "O quê?!! Nunca!" responderam eles em coro. "Não acredito no casamento [sic] homossexual" ri-se Dolce. Na Itália Católica, a sua sexualidade alguma vez foi um problema? "Não. Nunca," responde Dolce. "O mundo da moda está cheio de homossexuais."
Em 2006, Stefano Gabbana disse ao Daily Mail que "Sou contra a ideia duma criança crescer com dois pais homossexuais."
domingo, 19 de janeiro de 2014
A homofobia da Coca-Cola
A maior parte das versões do novo anúncio, tal como as versões Holandesas, Norueguesas e Britânicas, terminam mostrando uma dupla homossexual a "casar-se". No entanto, a versão Irlandesa termina mostrando uma casal interracial caminhando pelo corredor duma igreja (em vias de casar) sob a frase: "Para cada demonstração de ódio, há 5,000 celebrações de amor."
Um porta-voz da companhia disse ao TheJournal.ie (jornal Irlandês) que a companhia não incluiu uma imagem da dupla homoerótica na Irlanda porque o "casamento" homossexual ainda não foi legalizado no pais, e cada anúncio publicitário levou em conta as sensibilidades culturais de cada país. Por exemplo, a versão do Reino Unido do comercial mostrou um árbitro com um cartão vermelho num jogo de futebol enquanto que a versão Irlandesa mostrou uma celebração do Dia de São Patrício ["St. Patrick’s Day celebration"].
Falando do incidente, o porta-voz da companhia afirmou:
Como vocês correctamente dizem, as imagens de casamento usadas no Reino Unido e em outras partes da Europa exibem dois homens a casar [sic]. O motivo pelo qual isto foi alterado na Irlanda é que, embora a união civil seja legal, o casamento [sic] gay ainda não é. Isto será alvo de referendo em 2015. Nós queríamos que cada cena de casamento fosse relevante e válido para cada um dos mercados.
A explicação do porta-voz foi considerada razoável por quase todos, mas muitos activistas homossexuais continuaram a exigir que a cena do "casamento" homossexual fosse recolocada no anúncio, embora o "casamento" homossexual não seja ainda legal na Irlanda. Jerry Buttimer, um político e homossexual assumido, pertencente ao partido "Ireland’s Fine Gael", tem sido uma das pessoas a apelar que a Coca Cola volte a colocar a cena dos dois homens a "casar" na versão Irlandesa da campanha:
Alguns activistas homossexuais estenderam as suas críticas à Coca Cola, acusando a companhia de concordar em ser um patrocinador de peso dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, Rússia. Apesar da companhia Coca Cola ser presença habitual nos eventos olímpicos passados, e estando sempre presente nos maiores eventos desportivos, os activistas homossexuais afirmaram que a companhia deveria boicotar os Jogos na Rússia visto que o país aprovou recentemente legislação que proíbe os homossexuais de publicitarem o seu estilo de vida junto dos menores.
Entretanto, o Comité Olímpico Internacional expressou total confiança na capacidade da Rússia de receber os Jogos Olímpicos de Inverno, para além de terem dito numa declaração que estavam "totalmente satisfeitos" com as leis Russas em torno do homossexualismo.
sábado, 20 de julho de 2013
A homofobia de John McKellar
McKellar descreveu os balneários homossexuais como "sujos, com um cheiro de nitrato de amilo e fezes humanas. O nitrato de amilo era absorvido através do nariz ("sniffado") como forma de obter erecções mais duradouras, e o sexo anal ocorria o tempo todo - com ou sem protecção. Alguns homens ficavam nos balneários a noite toda e tinham sexo com seis parceiros distintos. Era animalesco."
McKellar declarou que a comunidade homossexual acha necessário "atingir as crianças enquanto elas são jovens de modo a condicioná-las e torná-las recrutas simpatéticas para com o comportamento homossexual, mesmo que nunca se tornem elas mesmas homossexuais. É por isso que eles querem que o homossexualismo e todas as suas perversões sejam ensinadas às crianças o mais cedo possível."
McKellar acreditava que a maioria dos homossexuais não apoia a agenda pedófila que visa normalizar o sexo entre adultos e crianças.
McKellar diz que sente mais pena pelos transsexuais:
Em relação aos sado-masoquistas e aos homens de cabedal, McKellar diz que "o que eles gostam é de dominação sexual e submissão. Também eles têm uma fixação imatura pela sua sexualidade." McKellar diz que estes grupos practicam tipos de sexualidade muito perigosas uma vez que "entraram no lado selvagem, e mal eles violam um conjunto de tabus, eles prosseguem violando outros tabus como forma de obter algum tipo de satisfação sexual."
Em relação às operações de "mudança de sexo" subsidiadas com o dinheiro dos contribuintes:
McKellar acredita que é possível curar a condição homossexual. Ele admite que ainda luta com isso, e que ainda tem alguns falhanços, mas que decidiu abandonar a cena gay "oficial" porque "era demasiado arriscada e os relacionamentos eram sempre becos sem saída."
Ele diz ainda que a terapia reparativa é benéfica e necessária para ajudar alguns homens gays e algumas lésbicas a abandonar esse estilo de vida. McKellar diz ainda que mais atenção deveria ser dada aos benefícios e às histórias de sucesso associadas à terapia reparativa, ao mesmo tempo que se diz que o auto-controle e a disciplina são virtudes necessárias para qualquer tipo de batalha sexual que as pessoas levem a cabo como forma de controlar a sua sexualidade.
Em 1997 McKellar fundou a organização "Homosexuals Opposed to Pride Extremism" em resposta ao que ele chama de "a brigada do triângulo cor de rosa." Isto é uma referência aos militantes homossexuais que gostariam de impor os comportamentos mencionados em cima ao resto do país.
Quando lhe foi perguntado se ele qualificava o comportamento homossexual de moralmente condenável, McKellar disse:
Quando lhe foi perguntado qual era a sua opinião pessoal em torno da moralidade dos actos homossexuais, ele disse que preferia manter as pessoas, especialmente os membros da comunidade homossexual, a adivinhar "como forma de os impedir de saber quais são os meus pontos de partida."
John McKellar faz um resumo do activismo homossexual afirmando:
quarta-feira, 19 de junho de 2013
A "homofobia" dos Croatas
......
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Os pobres africanos vítimas de homofobia
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| VÍTIMAS AFRICANAS DA HOMOFOBIA DO VATICANO |
domingo, 2 de dezembro de 2012
Fim da "homofobia"
A Associated Press mudou a sua posição em relação aos termos "homofobia", "limpeza étnica" e muitos outros termos usados no seu Style Book durante os últimos meses.
Para além disso, o Style Book qualifica a expressão "limpeza étnica" um eufemismo, e que a AP "não usa a expressão 'limpeza étnica' isoladamente. Ela deve estar entre parêntesis, ser atribuida e ser explicada."
O Dave Minthorn, "Deputy Standards Editor" da AP, afirmou:
- Limpeza étnica é um eufemismo para actividades verdadeiramente violentas; fobia é um termo psiquiátrico ou médico para um vasto leque de desordens mentais. Esses termos foram bastante usados no passado, mas sentimos que não estão correctos. . . . Se analisarmos bem, "limpeza étnica" é uma cobertura feita a actividades violentas terriveis, e é um termo que certamente não queremos propagar.
- De modo específico, o termo "homofobia" está totalmente desenquadrado uma vez que atribui uma deficiência mental a alguém, e sugere a posse de conhecimento que nós não temos. Isso parece estar errado.
- Em vez disso, temos que usar
termos mais neutros como "anti-gay" ou algo nessa ordem de ideias, se
tivermos razões para acreditar que é isso que se passa. Queremos ser
isentos e precisos na nossa terminologia.
* * * * * * *
Será curioso saber quanta pressão o lobby gay fará junto da AP para que eles não avancem com estas medidas.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
domingo, 11 de março de 2012
O panfleto "homofóbico"
O folheto de uma página, feito pelo grupo “Pais e Amigos de Ex-Gays e Gays" (“Parents and Friends of Ex-Gays and Gays” = PFOX) e distribuído aos estudantes da "Albert Einstein High School" em "Montgomery County", alega que "milhares de pessoas com atracção homossexual indesejada tomam a decisão de deixar para trás a identidade gay."
Segundo a WTTG, o panfleto foi enviado para casa dos alunos segundo procedimentos que estão de acordo com a política da escola no que toca a distribuição de panfletos: basta que a organização consiga comprovar que é uma organização sem fins lucrativos para ter autorização para distribuir os folhetos aos alunos.
Karen Yount-Merrell, uma assistência social clínica, afirmou à WTTG que ficou "perturbada" quando o seu filho trouxe um dos panfletos.
Não gosto.
É impressionante como muitas mulheres (e infelizmente um crescente número de homens efeminizados) realmente pensam que as suas emoções pessoais e os seus "sentimentos" de alguma forma servem como argumento válido contra uma proposição.
"Não gostei" ou "não gosto" ou "fiquei ofendida" são irrelevantes para a veracidade duma sugestão.
A solíptica Karen Yount-Merrell continua:
Tudo neste panfleto passa a mensagem de que o propósito é deixar de ser gay e deixar de ser lésbica. Este tipo de atitude não é abrangente em relação a uma orientação diferente.
Isto [o panfleto] reitera uma visão social que afirma existir algo de "errado" em ti se tu não te conformas às normas - se não és heterossexual.
Estupidez autêntica.
A verdade dos factos é que o panfleto apenas oferece ajuda a quem quiser ser ajudado. Que eu saiba, ainda é legal oferecer ajuda a quem quiser.
Peter Sprigg, membro do grupo que criou o dito panfleto (PFOX) afirmou que o mesmo apenas apela à tolerância em torno duma visão distinta da homossexualidade.
Se as pessoas fossem ler o que o panfleto realmente diz, notariam que não há nada de insultuoso em relação aos homossexuais. Tudo o que o mesmo diz aos jovens é que eles não tem que ser homossexuais se não quiserem ser homossexuais.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Revista homossexual brasileira com dificuldades em convencer os seus próprios leitores
Se nem os seus próprios leitores eles conseguem convencer em favor do homossexualismo, torna-se por demais óbvio que a maioria da população não está minimamente interessada na perversão da lei e dos costumes em favor dum vício sexual perfeitamente alterável.
Se não fossem as elevadas somas de dinheiro que a gaystapo recebe (dinheiro público), e a utilidade do homossexualismo como arma de destruição da civilização ocidental, o movimento gay seria algo proporcional à presença de homossexuais na sociedade: mínimo e largamente ignorado pela maioria.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Grupo Gay da Bahia revela: não existe onda de ódio contra gays no Brasil
O Grupo Gay da Bahia (GGB) em reportagem do G1 da Globo (aqui) desmonta a farsa da onda de crimes de “ódio contra gays” no Brasil:
Segundo o Grupo Gay da Bahia mortes subiram 64% em relação a 2010. Em todo ano passado foram 11 assassinatos por motivação homofóbica [sic].Em 2010 segundo o GGB foram 260 assassinatos de gays. Se 11 foram por ódio, então 11 de 260 é 4%. Isto significa que 256 gays foram assassinados por outros motivos e não ódio. Por que a Mídia divulgou que eram 260 gays mortos exclusivamente por serem gays?
Mas, como o GGB não apresenta as fontes dos dados, podem ser menos de 11 casos. No entanto, eles mesmos desmontam a farsa criada por ativistas gays. Só não vê quem não quer. E no final da reportagem veja outra revelação:
"Em muitos casos, os autores dos homicídios são os acompanhantes das vítimas. “Isto acontece muito entre os homossexuais do sexo masculino que contratam garotos de programa. Existe um preconceito muito grande porque esses rapazes não se sentem gays. Como foi o caso do professor Valderi Carneiro”, disse o delegado.
No dia 9 de julho o professor de língua portuguesa, de 44 anos, foi assassinado em uma pousada da cidade de Campina Grande, na Paraíba, por garotos de programa.”
=>; LGBT que mata LGBT. Muitos crimes são cometidos por garotos de programa. Quando um garoto de programa é assassinado, o GGB contabiliza como “crime contra gay”, e quando eles são os assassinos, então são LGBT matando LGBT.
Isto já havia sido revelado por Marcelo Cerqueira, também do GGB, mas a Mídia não repercute tais informações:
O presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, afirmou que os crimes de ódio e assassinatos de homossexuais era, [sic] na sua maioria, realizado por garotos de programa.Cerqueira, por sua vez, disse ao Mix Brasil que a afirmação sobre o caso dos garotos de programa baseia-se em uma pesquisa realizada pelo GGB no ano de 2004 …Mesmo com algumas ONGs emitindo nota de repúdio sobre esta declaração, Adamor confirmou a questão, dizendo que, sim, estes actos geralmente envolviam garotos de programa.
O fato é que os homossexuais que moram sozinhos e por algum tipo de carência afectiva fazem uso dos serviços prestados pelos profissionais do sexo, são presas fáceis dos assassinos desta classe’. ” (http://www.tadashihp.com/2010/lider-gay-do-amazonas-e-assassinado/)Só não vê quem não quer. Não deixe que manipulem você!
-Fonte-
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