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terça-feira, 25 de julho de 2017

Mãe de traficante julgará ação de homofobia no Mato Grosso do Sul

A desembargadora e seu filho traficante

Preso com 130 quilos de maconha, uma arma e 270 munições, o filho da presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) Tânia Garcia de Freitas Borges, Breno Fernando Solon Borges, de 37 anos, alegou estado de “insanidade mental” e pediu à Justiça a suspensão do seu processo.

Breno Fernando conseguiu uma liminar no Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS) para substituir sua prisão preventiva por internação médica. Ele deixou o presídio na última sexta-feira e foi para uma clínica, cujo nome não foi divulgado.

A defesa alegou que Breno sofre de Síndrome de Borderline, conhecida como transtorno de personalidade que leva seu portador a alternar momentos estáveis com surtos psicóticos, e não seria responsável por seus atos.

Divulgamos em maio deste ano que Tânia Garcia de Freitas Borges, além de mãe deste traficante, vem a ser a relatora da Apelação numa Ação Civil Pública movida em desfavor do jornalista Roberto Flávio Cavalcanti, em razão de suposto “conteúdo homofóbico” veiculado em seu blogue de internet no ano de 2007, dando conta de críticas à distribuição de verbas públicas a uma associação de travestis.

Em primeira instância, Roberto Flávio Cavalcanti foi condenado a indenizar um fundo público ligado aos travestis e transexuais do Mato Grosso do Sul na cifra de R$ 15 mil reais.

O jornalista recorreu da sentença, e embora sua apelação não tenha ainda sido julgada, vem sustentando que Tânia Garcia de Freitas Borges não ostenta isenção para julgar o caso, pois além de ter envidado esforços como corregedora do TJMS para aprovar ato administrativo que converteu uniões homossexuais em casamento homossexual[1], foi agraciada com o “Troféu Apolo Amigos da Causa”, da Rede Apolo/Rede de Homens Gays e Bissexuais de Mato Grosso do Sul, conjuntamente à Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos, que subscreveu a referida Ação Civil Pública[2].

Por conta disso, o jornalista ingressou com um incidente de suspeição em face de Tânia Garcia Borges, que acabou por ela rejeitado e, recentemente, julgado improcedente pelo Desembargador Amaury da Silva Kuklinski.

Ao que parece, estaremos diante de mais um julgamento inidôneo do já desmoralizado Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul.



[1] Disponível em <http://diarionline.com.br/index.php?s=noticia&id=56556> Último Acesso em 25/07/2017
[2] Disponível em <https://amp-ms.jusbrasil.com.br/noticias/118538518/ministerio-publico-recebe-trofeu-por-criar-promotoria-para-combater-a-discriminacao-e-preconceito> Último Acesso em 25/07/2017

quarta-feira, 18 de março de 2015

A "homofobia" de Domenico Dolce e de Stefano Gabbana

Os dois homossexuais responsáveis pela marca Dolce & Gabbana - uma das marcas de moda mais importantes do mundo - afirmam que as "famílias" homossexuais não são famílias no verdadeiro sentido do termo.

Domenico Dolce e Stefano Gabbana, ícones do mundo da moda, parceiros de negócios há décadas, e parceiros sexuais até se terem separados há alguns anos atrás, não só não apoiam o "casamento" homossexual, como vêem a público criticá-lo.

Numa entrevista dada à revista Panorama e traduzida para a LGBT News Italia, a antiga dupla e designers bilionários veio a público de maneira decidida:

A única família que existe é a família tradicional. Nenhuma descendência química ou útero alugado: a vida tem o seu ciclo natural, e há coisas que não deveriam ser alteradas.

O site de noticias Italiano ABC.es disponibilizou mais comentários à sua entrevista para a Panorama. A procriação "tem que ser um acto de amor", disse Domenico Dolce. "Eu chamo às crianças provenientes da química, crianças sintéticas;: úteros alugados, sémen escolhido num catálogo."

"A família não é uma moda" adiciona Stefano Gabbana. "Nela há a sensação sobrenatural de pertença."

A sua posição contra o "casamento" homossexual não é nova - é  uma que eles já defendem há anos - mas atacar "famílias" lideradas por duplas homossexuais é nova. Numa entrevista de 2013  dada ao Londrino The Telegraph, Dolce menciona, “Sou Católico practicante."

Foi perguntado aos dois designers se eles alguma vez consideraram "casar" um com o outro. "O quê?!! Nunca!" responderam eles em coro. "Não acredito no casamento [sic] homossexual" ri-se Dolce. Na Itália Católica, a sua sexualidade alguma vez foi um problema? "Não. Nunca," responde Dolce. "O mundo da moda está cheio de homossexuais."

Em 2006, Stefano Gabbana disse ao Daily Mail que "Sou contra a ideia duma criança crescer com dois pais homossexuais."


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domingo, 19 de janeiro de 2014

A homofobia da Coca-Cola

A companhia Coca-Cola encontra-se a defender as suas acções depois de receber críticas por parte dos activistas homossexuais por ter cortado uma cena dum comercial de televisão que foi emitido na Irlanda. A companhia de bebida está actualmente a publicitar o seu produto na Europa correndo um comercial que faz parte da sua mais recente campanha "Reasons to Believe" [Razões para Acreditar].

A dita campanha tem como propósito inspirar o público mostrando que para cada situação negativa na vida há uma experiência positiva. A anúncio comercial inclui uma sequência de experiências negativas, tais como perder um combate ou vandalismo público, contraposto com uma situação positiva, tal como uma mãe a preparar um bolo ou pessoas a dançar ao som de música pública.

A maior parte das versões do novo anúncio, tal como as versões Holandesas, Norueguesas e Britânicas, terminam mostrando uma dupla homossexual a "casar-se". No entanto, a versão Irlandesa termina mostrando uma casal interracial caminhando pelo corredor duma igreja (em vias de casar) sob a frase: "Para cada demonstração de ódio, há 5,000 celebrações de amor."


A decisão de substituir a cena do pseudo-casamento homoerótico com um casal interracial fez com que os activistas homossexuais rapidamente passassem a lançar críticas à companhia através da internet. A Coca-Cola tornou-se num termo em voga na Irlanda à medida que as pessoas de ambos os lados partilhavam a sua opinião em relação à crítica.

Um porta-voz da companhia disse ao TheJournal.ie (jornal Irlandês) que a companhia não incluiu uma imagem da dupla homoerótica na Irlanda porque o "casamento" homossexual ainda não foi legalizado no pais, e cada anúncio publicitário levou em conta as sensibilidades culturais de cada país. Por exemplo, a versão do Reino Unido do comercial mostrou um árbitro com um cartão vermelho num jogo de futebol enquanto que a versão Irlandesa mostrou uma celebração do Dia de São Patrício ["St. Patrick’s Day celebration"].

Falando do incidente, o porta-voz da companhia afirmou:

O objectivo principal é o de que as vinhetas nos anúncios ressoem com as pessoas de cada país e que elas sejam realmente representativas dos tópicos culturais com os quais eles estão acostumados e que eles valorizam. Observarão, por exemplo, que a cena do Dia de São Patrício só está presente na versão Irlandesa da campanha uma vez que, em termos culturais, é só lá que isso é relevante.

Como vocês correctamente dizem, as imagens de casamento usadas no Reino Unido e em outras partes da Europa exibem dois homens a casar [sic]. O motivo pelo qual isto foi alterado na Irlanda é que, embora a união civil seja legal, o casamento [sic] gay ainda não é. Isto será alvo de referendo em 2015. Nós queríamos que cada cena de casamento fosse relevante e válido para cada um dos mercados.


A explicação do porta-voz foi considerada razoável por quase todos, mas muitos activistas homossexuais continuaram a exigir que a cena do "casamento" homossexual fosse recolocada no anúncio, embora o "casamento" homossexual não seja ainda legal na Irlanda. Jerry Buttimer, um político e homossexual assumido, pertencente ao partido "Ireland’s Fine Gael", tem sido uma das pessoas a apelar que a Coca Cola volte a colocar a cena dos dois homens a "casar" na versão Irlandesa da campanha:

Eu proporia que eles reinstalassem essa parte do anúncio. A Coca Cola já fez grandes campanhas no passado, e como tal, eles não deveriam marginalizar ou alienar ou discriminar nenhuma pessoa da ilha.

Alguns activistas homossexuais estenderam as suas críticas à Coca Cola, acusando a companhia de concordar em ser um patrocinador de peso dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, Rússia. Apesar da companhia Coca Cola ser presença habitual nos eventos olímpicos passados, e estando sempre presente nos maiores eventos desportivos, os activistas homossexuais afirmaram que a companhia deveria boicotar os Jogos na Rússia visto que o país aprovou recentemente legislação que proíbe os homossexuais de publicitarem o seu estilo de vida junto dos menores.

Os activistas homossexuais usaram a aprovação da nova legislação como forma de criticar o país, embora muitos tenham vindo a público afirmar que os activistas de outras nações deveriam respeitar a escolha dos Russos de se governarem segundo as suas leis.

Entretanto, o Comité Olímpico Internacional expressou total confiança na capacidade da Rússia de receber os Jogos Olímpicos de Inverno, para além de terem dito numa declaração que estavam "totalmente satisfeitos" com as leis Russas em torno do homossexualismo.

sábado, 20 de julho de 2013

A homofobia de John McKellar

Em 1999, o homossexual John McKeller descreveu o estilo de vida homossexual da seguinte forma:

O sexo compulsivo e anónimo nas casas de banho e nos parques é muito mais comum do que os média querem admitir.

McKellar descreveu os balneários homossexuais como "sujos, com um cheiro de nitrato de amilo e fezes humanas. O nitrato de amilo era absorvido através do nariz ("sniffado") como forma de obter erecções mais duradouras, e o sexo anal ocorria o tempo todo - com ou sem protecção. Alguns homens ficavam nos balneários a noite toda e tinham sexo com seis parceiros distintos. Era animalesco."

McKellar declarou que a comunidade homossexual acha necessário "atingir as crianças enquanto elas são jovens de modo a condicioná-las e torná-las recrutas simpatéticas para com o comportamento homossexual, mesmo que nunca se tornem elas mesmas homossexuais. É por isso que eles querem que o homossexualismo e todas as suas perversões sejam ensinadas às crianças o mais cedo possível."

McKellar acreditava que a maioria dos homossexuais não apoia a agenda pedófila que visa normalizar o sexo entre adultos e crianças.

McKellar diz que sente mais pena pelos transsexuais:

Eles, mais do que qualquer outro grupo, são os mais neuróticos, os mais viciados em drogas, os mais imersos no mundo da prostituição visto que eles estão totalmente confusos em relação à sua sexualidade.

Em relação aos sado-masoquistas e aos homens de cabedal, McKellar diz que "o que eles gostam é de dominação sexual e submissão. Também eles têm uma fixação imatura pela sua sexualidade." McKellar diz que estes grupos practicam tipos de sexualidade muito perigosas uma vez que "entraram no lado selvagem, e mal eles violam um conjunto de tabus, eles prosseguem violando outros tabus como forma de obter algum tipo de satisfação sexual."

Em relação às operações de "mudança de sexo" subsidiadas com o dinheiro dos contribuintes:

Não acredito na maioria da medicina homossexual ; isso é mais mutilação do que medicina. A comunidade homossexual é muito bem subsidiada ; eles deveriam pagar pelos seus próprios procedimentos electivos.

McKellar acredita que é possível curar a condição homossexual. Ele admite que ainda luta com isso, e que ainda tem alguns falhanços, mas que decidiu abandonar a cena gay "oficial" porque "era demasiado arriscada  e os relacionamentos eram sempre becos sem saída."

Ele diz ainda que a terapia reparativa é benéfica e necessária para ajudar alguns homens gays e algumas lésbicas a abandonar esse estilo de vida. McKellar diz ainda que mais atenção deveria ser dada aos benefícios e às histórias de sucesso associadas à terapia reparativa, ao mesmo tempo que se diz que o auto-controle e a disciplina são virtudes  necessárias para qualquer tipo de batalha sexual que as pessoas levem a cabo como forma de controlar a sua sexualidade.

Em 1997 McKellar fundou a organização "Homosexuals Opposed to Pride Extremism" em resposta ao que ele chama de "a brigada do triângulo cor de rosa." Isto é uma referência aos militantes homossexuais que gostariam de impor os comportamentos mencionados em cima ao resto do país.

Quando lhe foi perguntado se ele qualificava o comportamento homossexual de moralmente condenável, McKellar disse:

Não, eu não entro em assuntos pessoais. Eu lido apenas com os assuntos políticos.  As pessoas podem decidir por si sobre os assuntos morais.

Quando lhe foi perguntado qual era a sua opinião pessoal em torno da moralidade dos actos homossexuais, ele disse que preferia manter as pessoas, especialmente os membros da comunidade homossexual, a adivinhar "como forma de os impedir de saber quais são os meus pontos de partida."

John McKellar faz um resumo do activismo homossexual afirmando:

Eu pura e simplesmente ignorei oas activistas homossexuais uma vez que eles nunca tinham algo para me dizer. À medida que o tempo foi passando, e especialmente com o advento da epidemia da SIDA, eu pude observar o quão monomaníacos e niilistas eles se estavam a tornar.

Fonte

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Uma coisa que os activistas homossexuais não se questionam é do porquê os globalistas e os governos financiarem a sua agenda sexual...

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A "homofobia" dos Croatas

Uma iniciativa católica reuniu na Croácia mais de 700 mil assinaturas para convocar um referendo para definir o casamento na constituição como uma “união de homens e mulheres”

A campanha “Em nome da família” pergunta no referendo: “Você é a favor que se inscreva que o casamento é uma comunhão entre homem e mulher na Constituição da Croácia?

Queremos que os cidadãos croatas tenham o direito de dizer ... se eles acreditam que a definição do casamento como uma união de uma mulher e um homem deve ser parte da constituição”, disse Zeljka Markic, uma das responsáveis desta iniciativa.

A acção vem à medida que o governo social-democrata prepara uma lei que deve regular os direitos dos familiares das minorias sexuais [sic]. Tal lei abre caminho para legalizar uniões de pessoas do mesmo sexo.

Zeljka afirma que espera que seu governo “respeite a Constituição, as leis e a vontade dos cidadãos”. 

Segundo ela, definir o casamento como união entre um homem e uma mulher, “não discrimina ninguém, ao mesmo tempo que se garantem os direitos humanos tanto aos homossexuais quanto aos heterossexuais”.

Grupos que apoiam a iniciativa acreditam que as crianças que crescem em famílias de pais homossexuais têm elevado risco de suicídio. Eles defendem também que não é bom que elas aprendam na escola que a homossexualidade é errada.

Em 15 dias, a campanha reuniu as assinaturas de 20% do censo eleitoral do país que possui 4,2 milhões de pessoas.

Diversas paróquias da Igreja Católica participaram activamente para a campanha, sugerindo que os fieis assinassem o pedido do referendo, em seu site. As paróquias apontam para “graves consequências” do casamento gay na Espanha e em outros países.

Opositores da campanha afirmam que os direitos dos grupos minoritários não podem ser decididos via referendo.  As assinaturas passaram pelo Parlamento, que vai verificar autenticidade e decidir sobre a convocação do referendo.





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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Os pobres africanos vítimas de homofobia

Original



Camaradas!

Dois cientistas americanos, ditos “antropólogos”, afirmam ter descoberto duas tribos africanas, os Aka e os Ngandu, onde não existem homossexuais . Segundo esses ditos antropólogos, os Aka e os Ngandu não demonstram interesse algum no casamento homossexual.

Em primeiro lugar, temos que desconfiar desses cientistas porque podem ser neocons americanos. Em segundo lugar, temos também de desconfiar dessa descoberta porque, como todos sabemos, a homossexualidade é genética embora os homossexuais não se reproduzam.

A única razão por que não existem homossexuais entre os os Aka e os Ngandu, é porque nas cidades deles não existem parques como o nosso parque Eduardo VII em Lisboa, e também não existem saunas gay, por imposição da Igreja Católica. Aquela pobre gente de África é vítima da homofobia da Igreja Católica que os tem enclausurados em relação ao progresso da humanidade.

VÍTIMAS AFRICANAS DA HOMOFOBIA DO VATICANO
Por exemplo, para os Ngandu, o conceito de “sexo” é traduzido pelo termo “fazer filhos”. Como é óbvio, é claro que há ali dedo homofóbico da Igreja Católica!. Só pode. Com certeza que deve ter havido alguns padres homófobos que se infiltraram na tribo a mando do Bento do Vaticano, e operaram uma lobotomia geral naquela pobre gente, convencendo-os que a homossexualidade não é genética, embora os homossexuais não se reproduzam.

Por isso, é claro que entre os Aka e os Ngandu existe uma horrível opressão e domínio sobre os gays da tribo que ainda não saíram do armário. E o facto de os membros de ambas as tribos não se masturbarem revela os sintomas dessa lobotomia católica, reaccionária, e inimiga da luta contra o aquecimento global.

A luta continua! Viva a homossexualidade que é amiga do ambiente e contra o aquecimento global


domingo, 2 de dezembro de 2012

Fim da "homofobia"

Fonte

A Associated Press mudou a sua posição em relação aos termos "homofobia", "limpeza étnica" e muitos outros termos usados no seu Style Book durante os últimos meses. 
 
O Style Book online diz, agora, que a "-fobia," "medo irracional e incontrolável, frequentemente uma forma de doença mental", não deveria ser usado "em contextos políticos ou sociais", incluindo a "homofobia" e a "islamofobia."

Para além disso, o Style Book qualifica a expressão "limpeza étnica" um eufemismo, e que a AP "não usa a expressão 'limpeza étnica' isoladamente. Ela deve estar entre parêntesis, ser atribuida e ser explicada."

O Dave Minthorn, "Deputy Standards Editor" da AP, afirmou:
Limpeza étnica é um eufemismo para actividades verdadeiramente violentas; fobia é um termo psiquiátrico ou médico para um vasto leque de desordens mentais. Esses termos foram bastante usados no passado, mas sentimos que não estão correctos. . . . Se analisarmos bem, "limpeza étnica" é uma cobertura feita a actividades violentas terriveis, e é um termo que certamente não queremos propagar.

De modo específico, o termo "homofobia" está totalmente desenquadrado uma vez que atribui uma deficiência mental a alguém, e sugere a posse de conhecimento que nós não temos. Isso parece estar errado.

Em vez disso, temos que usar termos mais neutros como "anti-gay" ou algo nessa ordem de ideias, se tivermos razões para acreditar que é isso que se passa. Queremos ser isentos e precisos na nossa terminologia.
As modificações feitas à versão online do Style Book entrarão em efeito na versão impressa do próximo ano.

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Será curioso saber quanta pressão o lobby gay fará junto da AP para que eles não avancem com estas medidas.


domingo, 11 de março de 2012

O panfleto "homofóbico"


Um panfleto enviado para as casas através dos estudantes da escola secundária de Maryland deu início a uma controvérsia devido ao facto do mesmo afirmar que "ninguém nasce homossexual".

O folheto de uma página, feito pelo grupo “Pais e Amigos de Ex-Gays e Gays" (“Parents and Friends of Ex-Gays and Gays” = PFOX) e distribuído aos estudantes da "Albert Einstein High School" em "Montgomery County", alega que "milhares de pessoas com atracção homossexual indesejada tomam a decisão de deixar para trás a identidade gay."

Segundo a WTTG, o panfleto foi enviado para casa dos alunos segundo procedimentos que estão de acordo com a política da escola no que toca a distribuição de panfletos: basta que a organização consiga comprovar que é uma organização sem fins lucrativos para ter autorização para distribuir os folhetos aos alunos.

Karen Yount-Merrell, uma assistência social clínica, afirmou à WTTG que ficou "perturbada" quando o seu filho trouxe um dos panfletos.
Não gosto.
Mas o panfleto não foi feito para ela, portanto, o facto dela gostar ou não gostar é irrelevante.

É impressionante como muitas mulheres (e infelizmente um crescente número de homens efeminizados) realmente pensam que as suas emoções pessoais e os seus "sentimentos" de alguma forma servem como argumento válido contra uma proposição.

"Não gostei" ou "não gosto" ou "fiquei ofendida" são irrelevantes para a veracidade duma sugestão.

A solíptica Karen Yount-Merrell continua:
Tudo neste panfleto passa a mensagem de que o propósito é deixar de ser gay e deixar de ser lésbica. Este tipo de atitude não é abrangente em relação a uma orientação diferente.
Esta ignorante continua a usar os seus sentimentos como argumento válido. O facto dela achar que o panfleto não é "abrangente" em relação a uma "orientação distinta" é irrelevante. O panfleto não foi feito para "abranger" as "diferentes orientações" mas oferecer ajuda a quem voluntariamente quiser deixar o homossexualismo.
Isto [o panfleto] reitera uma visão social que afirma existir algo de "errado" em ti se tu não te conformas às normas - se não és heterossexual.
E como solução para isso, a Karen sugere que as pessoas que tenham atracção homossexual indesejada se "conformem" às novas normas politicamente correctas.

Estupidez autêntica.

A verdade dos factos é que o panfleto apenas oferece ajuda a quem quiser ser ajudado. Que eu saiba, ainda é legal oferecer ajuda a quem quiser.

Peter Sprigg, membro do grupo que criou o dito panfleto (PFOX) afirmou que o mesmo apenas apela à tolerância em torno duma visão distinta da homossexualidade.
Se as pessoas fossem ler o que o panfleto realmente diz, notariam que não há nada de insultuoso em relação aos homossexuais. Tudo o que o mesmo diz aos jovens é que eles não tem que ser homossexuais se não quiserem ser homossexuais.
Obviamente.
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Se fosse um panfleto a oferecer ajuda a quem quisesse deixar de fumar ou a quem quisesse deixar as drogas, será que haveria esta suposta "comoção"? Ou é o homossexualismo o único comportamento sexual que nunca pode ser abandonado pelos practicantes, mesmo que não estejam felizes nele?

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Revista homossexual brasileira com dificuldades em convencer os seus próprios leitores

Este texto do exilado Júlio Severo demonstra de forma cabal a necessidade que a gaystapo tem de ignorar a vontade da maioria quando se trata de avançar a sua política sexual e esquerdista.

Se nem os seus próprios leitores eles conseguem convencer em favor do homossexualismo, torna-se por demais óbvio que a maioria da população não está minimamente interessada na perversão da lei e dos costumes em favor dum vício sexual perfeitamente alterável.

Se não fossem as elevadas somas de dinheiro que a gaystapo recebe (dinheiro público), e a utilidade do homossexualismo como arma de destruição da civilização ocidental, o movimento gay seria algo proporcional à presença de homossexuais na sociedade: mínimo e largamente ignorado pela maioria.


Julio Severo
O site CongressoEmFoco, uma verdadeira mídia-fachada para as políticas esquerdistas em geral e para as políticas do PT em particular, apontou sua metralhadora ideológica desta vez para seus próprios leitores, acusando-os de “homofobia” — um termo ideológico usado modernamente para rotular de “agressores” e “assassinos” de homossexuais quem apenas critica a agenda gay. O que significa então o que o site pró-PT chamou de “onda de ‘homofobia’”? Os leitores de CongressoEmFoco ficaram tão descontrolados que saíram em turbas às ruas agredindo e matando homossexuais?
Ao escrever e publicar um artigo defendendo descaradamente o comportamento homossexual de dois ex-militares, CongressoEmFoco só queria uma resposta dos leitores: aplausos. O artigo foi o mais lido de sua história, recebendo 105 mil visitas num só dia. Os comentários chegaram a quase 800, batendo recorde no site. Mas CongressoEmFoco não ficou feliz: a maioria esmagadora dos comentários não gostou da propaganda gay. Cãozinho mansinho tem de ficar quietinho na coleira do dono. Se não, o dono fica zangado.
Numa atitude medíocre de denegrir a grande maioria de seus leitores, CongressoEmFoco preferiu pegar uma minoria isolada de comentários realmente agressivos para rotular todas as opiniões opostas ao homossexualismo como “homofóbicas”.
De fato, não vendo os aplausos que esperava, CongressoEmFoco teve um surto, um chilique histérico tipicamente homossexual, publicando, em sua edição de 13 de janeiro de 2012, três manchetes na seguinte ordem:
Primeiros militares a assumirem publicamente uma relação homoafectiva, Fernando e Laci são brindados com centenas de comentários agressivos após anunciarem decisão de deixar o país
As centenas de comentários homofóbicos postados contra casal gay mostram o quanto estamos longe de nos constituirmos em uma sociedade civilizada e democrática
“Não existe ninguém no governo ou no Congresso brasileiros com coragem para frear essa flagrante ilegalidade, sancionada por verbas, dízimos, patrocínios e uma farta hipocrisia”
Não é de admirar a revolta dos leitores. CongressoEmFoco não respeita os sentimentos da maioria da população. Só respeita os sentimentos do PT e da esquerda.
Quando anos atrás refutei um artigo de CongressoEmFoco atacando os evangélicos, o próprio director do CongressoEmFoco escreveu ao Mídia Sem Máscara afirmando (na seção de comentários) que, ao contrário de esquerdista e anti-evangélico, “O Congresso em Foco é um veículo pluralista, que publica textos de colunistas e articulistas com visões de mundo bastante diferentes”.
Textos exclusivamente pró-homossexualismo. Textos sobre cristãos rotineiramente negativos. Essa, na visão esquerdista, é a verdadeira atitude pluralista, democrática e diversa.
O chilique histérico de CongressoEmFoco produziu três manchetes contra os leitores, sendo que a última ficou reservada para os evangélicos, numa linha de matérias anti-evangélicas que já vem de anos, num histórico de hostilidade contra os evangélicos que é bem conhecido. Mas desta vez, CongressoEmFoco não se conteve: de tanta raiva, saiu chutando baldes, os leitores e os evangélicos, colocando no mesmo nível Martinho Lutero, R.R. Soares, Edir Macedo, Silas Malafaia e Valdemiro Santiago, chamando-os de chefões de “seitas”, como se todos, a semelhança de Macedo, apoiassem o aborto e o PT. Para Malafaia, CongressoEmFoco reservou o rótulo de “trovão homofóbico”.
E para Toni Reis, presidente da ABGLT, que já instigou o Ministério Público Federal contra Malafaia e contra mim? Qual é o rótulo que CongressoEmFoco lhe impôs? “Trovão anticristão”? “Trovão homo-nazista”? Não. Para a ABGLT, CongressoEmFoco deu a oportunidade de dizer o que pensa de seus revoltados leitores: “As pessoas não se sentem constrangidas em falar o que pensam contra outras pessoas e ninguém é punido por incitar esses ódios. Tudo isso faz com que seja normal ser homofóbico”.
Na opinião da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais), os leitores revoltados de CongressoEmFoco ficarão impunes de seus “ódios” enquanto o Brasil resistir em criminalizar a “homofobia”. Com o PLC 122 aprovado, a ABGLT ficará aliviada de ver todos os leitores discordantes silenciados à força. A partir daí, tanto CongressoEmFoco quanto o PT quanto a ABGLT terão garantidos todos os aplausos e elogios sociais que exigem para tudo o que escrevem e fazem. Essa é a única liberdade de expressão que eles aceitam: a liberdade de todos dizerem somente o que a ABGLT, o CongressoEmFoco e o PT querem ouvir.
Os esquerdistas parecem pensar que só a “revolta” contra eles tem de ser denunciada e criminalizada. E eu e meu blog, que somos alvos de contínuas ameaças e xingamentos? Nesse caso, não, porque só militantes gays são isentos de criminalizações, certo? Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual, chegou a postar em seu site o que ele achou que era meu nome completo, endereço e telefone, mantendo online durante dois anos, só removendo depois de um aviso legal.
Qual era o propósito de se manter exposto ao público um endereço residencial e telefone? Convidar a população gay e seus simpatizantes a visitarem a mim e minha família com bombons e flores? Levar brinquedos e doces para meus filhos pequenos?
Se Mott fosse cristão conservador e o endereço exposto publicamente pertencesse a um ativista gay, CongressoEmFoco não esbravejaria “Onde estão as autoridades para punir esse Mott?”
Além disso, mesmo depois de minha saída do Brasil, Toni Reis orientou, conforme comunicações internas interceptadas e gravadas, todos os grupos homossexuais do Brasil a ajudarem a descobrir minha localização no exterior. Incrível, não? A bondade deles é tamanha que até no exterior querem me visitar com bombons e flores! Nem líderes evangélicos do Brasil chegaram a esse nível de “bondade”.
CongressoEmFoco nunca denunciou ameaças gays a mim e outros cristãos. Pelo contrário, só tem reservado ataques, zombarias e deboches aos cristãos.
CongressoEmFoco nunca tratou os ativistas gays nem o PT do jeito que há anos trata os líderes evangélicos — e olha que esses líderes são em grande parte pró-PT. Se um site conservador tratasse os ativistas homossexuais do mesmo jeito que CongressoEmFoco trata os evangélicos, o site pró-PT gritaria “homofobia”!
Não vou querer ensinar boas maneiras ao CongressoEmFoco. Já falei demais. Daqui a pouco, eles apontam seu chilique histérico para mim, por ser evangélico e por me juntar às centenas de leitores do CongressoEmFoco que, como eu, veem na homossexualidade um desvio de comportamento prejudicial para seus praticantes e para a sociedade. Vão querer me chamar de “homofóbico” e de líder de “seita”.
A inquisição esquerdista e gay, gorda e estufada de nossos impostos, está sedenta de sangue, pronta para queimar na fogueira estatal quem quer que não fique em silêncio diante de seu avanço.
A reza do CongressoEmFoco, “Seja feita a vontade do PT, assim na terra como no inferno”, se materializa nas suas atitudes anticristãs e em seu amplo acesso a todas as esferas do governo petista: suas matérias contra os leitores trouxeram a citação de várias fontes governamentais esquerdistas que disseram “amém” às agressões ideológicas de CongressoEmFoco aos seus leitores.
O PT e seus aliados têm o poder financeiro (do dinheiro de nossos impostos) para sustentar mídias que lhes apoiem. Mas os leitores têm sempre a opção de boicotar mídias que lhes desrespeitem. Fica aí a sugestão.
Outros artigos de Julio Severo sobre CongressoEmFoco:
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Grupo Gay da Bahia revela: não existe onda de ódio contra gays no Brasil

O Grupo Gay da Bahia (GGB) em reportagem do G1 da Globo (aqui) desmonta a farsa da onda de crimes de “ódio contra gays” no Brasil:

Segundo o Grupo Gay da Bahia mortes subiram 64% em relação a 2010. Em todo ano passado foram 11 assassinatos por motivação homofóbica [sic].
Em 2010 segundo o GGB foram 260 assassinatos de gays. Se 11 foram por ódio, então 11 de 260 é 4%. Isto significa que 256 gays foram assassinados por outros motivos e não ódio. Por que a Mídia divulgou que eram 260 gays mortos exclusivamente por serem gays?

Mas, como o GGB não apresenta as fontes dos dados, podem ser menos de 11 casos. No entanto, eles mesmos desmontam a farsa criada por ativistas gays. Só não vê quem não quer. E no final da reportagem veja outra revelação:

"Em muitos casos, os autores dos homicídios são os acompanhantes das vítimas. “Isto acontece muito entre os homossexuais do sexo masculino que contratam garotos de programa. Existe um preconceito muito grande porque esses rapazes não se sentem gays. Como foi o caso do professor Valderi Carneiro”, disse o delegado.

No dia 9 de julho o professor de língua portuguesa, de 44 anos, foi assassinado em uma pousada da cidade de Campina Grande, na Paraíba, por garotos de programa.”

=>; LGBT que mata LGBT. Muitos crimes são cometidos por garotos de programa. Quando um garoto de programa é assassinado, o GGB contabiliza como “crime contra gay”, e quando eles são os assassinos, então são LGBT matando LGBT.

Isto já havia sido revelado por Marcelo Cerqueira, também do GGB, mas a Mídia não repercute tais informações:

O presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, afirmou que os crimes de ódio e assassinatos de homossexuais era, [sic] na sua maioria, realizado por garotos de programa.

Mesmo com algumas ONGs emitindo nota de repúdio sobre esta declaração, Adamor confirmou a questão, dizendo que, sim, estes actos geralmente envolviam garotos de programa.

Cerqueira, por sua vez, disse ao Mix Brasil que a afirmação sobre o caso dos garotos de programa baseia-se em uma pesquisa realizada pelo GGB no ano de 2004 …
O fato é que os homossexuais que moram sozinhos e por algum tipo de carência afectiva fazem uso dos serviços prestados pelos profissionais do sexo, são presas fáceis dos assassinos desta classe’. ” (http://www.tadashihp.com/2010/lider-gay-do-amazonas-e-assassinado/)
Só não vê quem não quer. Não deixe que manipulem você!

-Fonte-

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