Mostrar mensagens com a etiqueta Facebook. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Facebook. Mostrar todas as mensagens

domingo, 16 de março de 2014

A mentira do homossexual Richard Kennedy

Estudante de drama que se tornou numa sensação da internet depois de alegar ter sido violentamente espancado "por ser homossexual", admitiu publicamente que as lesões que tem foram causadas por ele mesmo quando tropeçou num passeio. Richard Kennedy, de 18 anos, morador em Blackpool (Inglaterra), disse à polícia que foi encurralado por "um gangue de homofóbicos" depois ter saído dum bar homossexual em Preston, Lancashire, alegação que levou a policia a apelar por mais informações em torno do que eles chamaram de "ataque particularmente sórdido".

Para além da alegação, Kennedy postou no Facebook fotos da sua cara ensanguentada, dos dentes deslocados e das feridas nos joelhos. Junto com as fotos, ele colocou a frase, "Eis aqui um exemplo do porquê a homofobia estar errada, e de ser nojento o facto disto ainda existir em 2014". O post recebeu mais de 182,000 mensagens de apoio.

Mas agora, o jovem que estuda "Teatro e Performance Contemporânea" na "University of Central Lancashire" admitiu ter inventado tudo. Depois de lhe terem sido exibidas imagens CCTV dele escorregar e a cair de cara no chão, Kennedy admitiu que "o ataque homofóbico totalmente desumano" do qual ele falou nunca aconteceu. A policia de  Lancashire, que levou a cabo "uma investigação detalhada" da alegação, confirmou que as imagens de CCTV mostravam que o adolescente não havia sido atacado por ninguém, mas que pura e simplesmente tinha caído.

Apesar da mentira, os oficiais da polícia alegaram que Kennedy não será alvo de qualquer penalização (por ter causado a que a polícia perdesse tempo) visto que eles são de opinião que Kennedy realmente acreditava que havia sido atacado quando falou com a polícia. O Inpector-Detective Paddy O’Neill disse:

Conseguimos recuperar algumas imagens CCTV que mostram a parte lesada [Kennedy] a cair no chão. Nós mostramos-lhe as imagens e ele agora aceita que as suas lesões ocorreram durante a queda. (...) Havendo supervisionado a investigação . . . aceito que a sua queixa tenha sido feita com boas intenções. (...) Estou perfeitamente consciente que as informações iniciais em torno deste incidente foram perturbadoras para um certo número de pessoas, e a cidade de Preston foi colocada sob uma luz bastante negativa. Felizmente, não houve qualquer tipo de ataque homofóbioc nem qualquer outro tipo de ataque.

Depois do alegado "ataque" à porta do clube Evoque pouco depois das 3:30 da madrugada do dia 26 de Fevereiro, Kennedy disse que foi derrubado para o chão e pontapeado com tal ferocidade que 4 dos seus dentes foram deslocados do sítio. Ele disse também que foi com muito esforço que conseguiu andar, depois de ter sofrido lesões em ambos os joelhos.

Mais tarde, o estudante relatou as ocorrências no Facebook duma forma enervada, postando fotos do "Ante"s e "Depois", e lamentando ter sido "estúpido" por ter ido para casa sozinho. Depois de publicado, esse post tornou-se viral. Ele escreveu:

Eis aqui a minha cara antes de depois do ataque homofóbico: 4 dos meus dentes desapareceram - não caíram; estão sim enfiados na minha gengiva e nas minhas bochechas.....a minha cara inchou, ambos os meus joelhos encontram-se seriamente lesionados, e tenho dificuldade em andar. A minha cara está a latejar constantemente e agora tomo 4 tablets por dia para as dores. E ainda posso precisar duma cirurgia para resolver os danos. E qual foi a causa disto tudo? A minha sexualidade.

Inicialmente, a polícia disse que Kennedy estava tão desorientado com o "ataque" que nem sabia exactamente onde é que havia sido atacado. Crê-se que, durante algum tempo, ele andou pela cidade de Preston confuso e perturbado antes da polícia ter sido alertada por pessoas que passavam por perto. Numa entrevista dada a um jornal local, Kennedy afirmou:

Ouvi um grupo de homens a gritar palavras homofóbicas contra mim. A próxima coisa que me lembro é ser esmurrado na parte traseira da cabeça. Fui atacado violentamente - e tudo por causa da minha sexualidade. Fiquei coberto de sangue e a minha cara foi pontapeada, o que causou a que os meus dentes retrocedessem. Posso vir a precisar de cirurgia como forma de reparar os estragos que foram feitos. É uma desgraça total atacar pessoas só por causa daquilo que elas são.

Depois de tudo o que passou, tudo o que quero é que as pessoas fiquem conscientes. Quero que as pessoas vejam o que pode acontecer se forem estúpidas como eu e andem sozinhas à noite.


A mais recente mensagem da página pessoal de Kennedy não diz nada da investigação policial. Tudo o que ela diz é: "Se és homossexual, então és homossexual. Se és heterossexual, então ainda bem".

Daily Mail

* * * * * * * *

Como dito previamente, existem vantagens sociais em ser uma "vítima credenciada". O problema é que não há motivos suficientes que justifiquem o estatuto de "vítima" de alguns grupos, e como tal, os membros desses grupos inventam histórias: as feministas vêm "opressão" onde ela não existe, os negros e as outras minorias étnicas vêem racismo onde ele não existe, e os homoeróticos vêem "homofobia" onde ela não existe.

Uma coisa é certa: uma vez que os membros desses grupos "protegidos" se vêem na "obrigação" de inventar crimes de ódio como forma de justificarem o  seu auto-conferido estatuto de "vitima", é seguro afirmar que tais "crimes de ódio" reais fazem-se notar pela sua ideologicamente problemática ausência.

Mas os principais culpados deste estado de coisas, e por haver mulheres, minorias étnicas e homossexuais com forte inclinação para mentir como forma de justificar o seu estatuto de "vítima", são as pessoas que classificaram esses grupos de "vítimas" sem que eles o fossem. Agora, os membros desses grupos vêem-se na "obrigação" de viver segundo as expectativas de pessoas que apenas usam a sua "raiva" artificial incutida como forma de obter ganhos políticos e sociais.


sábado, 1 de dezembro de 2012

Gayzista denuncia as suas próprias palavras

A minha conta do Facebook está banida por 30 dias (começando hoje).


 E tudo por causa desta imagem:

Se buscarem nos arquivos da página, verão que não estão lá os comentários da dita figura. Aparentemente ele apagou os seus comentários e denunciou a imagem que continha as suas próprias palavras.

O que motivou esta troca de palavras foi o facto do figura em cima exposta ser contra a terapia reparativa (procedimento psicológico que visa ajudar homossexuais, ou pessoas com atracção homossexual, a mudar). O gayzista disse que essa terapia "não tinha validade", e como evidência disso citou a organização "Exodus". O seu problema é que, antes disso, ele havia dito que fontes cristãs que demonstram as consequências médicas do homossexualismo não eram "sérias".

Portanto, segundo esta figura, as fontes cristãs estão certas quando estão de acordo com ele, mas não são de confiança quando contradizem o que ele diz.

Pior que isso, é que ele mentiu e apagou os seus próprios comentários, mesmo depois de ter dito que não apagaria.

Sinceramente, dá para confiar em pessoas assim?



sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Mais um horrível crime de ódio.

Perdão. Eu quis dizer "Mais uma horrível FALSA alegação de crime de ódio"

Polícia alega que lésbica fingiu ser vítima de crime de ódio e gravou uma cruz no próprio peito

A história de Charlie Rogers em torno da forma como rastejou para a casa da sua vizinha às 4 da manhã - ensanguentada - depois de ter sido brutalmente atacada por 3 homens parecia ser demasiado horrível para ser verdade. Segundo a polícia de Lincoln, Nebraska, é isso mesmo que a história é: uma história. Aparentemente a lésbica nunca chegou a ser atacada.

No dia 22 de Julho a lésbica de 33 anos, antiga estrela de basquetebol da University of Nebraska, chegou à porta de entrada da sua vizinha Linda Rappl com uma história digna dum filme de horror. Três homens mascarados entraram na sua casa, amarraram-na, gravaram uma cruz no seu peito e outras expressões anti-homossexualismo nos seus braços e estômago, pintaram palavras carregadas de ódio nas paredes da sua casa e, por fim, tentaram incendiar a sua casa.

Tudo o que conseguia ver era uma cruz gravada na sua testa e sangue a escorrer,” afirmou Rappl.

Rogers disse que os homens agarraram-na sobre a cama, fizeram golpes na sua carne - desde as coxas até ao queixo - viraram-na ao contrário, e fizeram golpes desde as suas nádegas até à omoplata direita. Linda Rappl descreveu as feridas como "superficiais" mas sinal de "tortura."

A polícia de Lincoln encontrou as paredes da casa de Rogers cobertas com mensagens que incluíam coisas como "Encontramos-te, fufa," e "Deixa as crianças em paz." Para além de terem encontrado vestígios de gasolina, a sua porta havia sido arrombada.

A vizinha Rappl disse:

Quando ela se encontrava à minha porta, eu acreditei em tudo. Não tinha motivo para questionar o que ela afirmava ter ocorrido.
À medida que a sua história fazia ricochete pela internet, a vizinhança e as pessoas das áreas circundantes acreditaram também na sua história.

A "Heartland Pride" (com sede em Omaha) levou a cabo uma manifestação junto da capital de Lincoln, atraindo 1,000 participantes e angariando cerca de $1,800, - verbas que a presidente de Heartland Beth Rigatuso depositou na conta bancária de Rogers. A "First Plymouth Congregational Church" levou a cabo um segundo evento em sua honra.

O Mayor de Lincoln, Chris Beutler - Democrata [=esquerdista] - emitiu uma declaração afirmando que, "Estamos em sintonia com os nossos cidadãos gays ou lésbicas em denunciar a violência dirigida a qualquer grupo."

Mas a história de Rogers rapidamente começou a desmoronar, especialmente quando a polícia afirmou que as suas declarações variaram de forma marcada nas 4 vezes que ela foi questionada.

A investigadora do Departamento Policial de Lincoln (LPD), Lynette Russell disse que encontrou a colcha - onde ela alegadamente foi imobilizada e torturada - "colocada de forma normal sobre a cama, sem sinal algum de luta" e sem qualquer vestígio de sangue.

Havia também a questão das feridas. Russell disse que elas "pareciam ser superficiais e simétricas, evitando áreas sensíveis do corpo." Elas pareciam consistentes com alguém a escrevê-las em si mesmo, alegou Russell

No local do evento, a polícia encontrou um par de luvas de malha brancas. O Chefe de Polícia Jim Peschong disse:
Inicialmente, ela disse aos investigadores que as luvas haviam sido as únicas coisas deixadas para trás pelos agressores, e que as mesmas não eram dela.
Mas o único ADN que o Centro Médico da Universidade do Nebraska encontrou "estava de acordo com o da Miss Rogers."

Mais tarde a polícia descobriu que, no dia 17 de Julho, ela havia comprado - na loja Ace Hardware - um par de luvas de malha brancas, laços zip, uma faca utilitária e lâminas. Compararam-se os códigos de barra com aqueles vendidos na loja, e um dos empregados identificou Rogers como tendo feito compras lá.

Um dia depois de ter feito compras na Ace - 4 dias antes do alegado "crime de ódio" - Rogers postou no Facebook:
Talvez seja muito idealista, mas dentro de mim tenho a firme convicção que podemos tornar as coisas melhores para todos. Eu serei um catalisador. Farei o que for preciso. Fiquem de olho em mim.
O chocante incidente aconteceu no preciso momento que a cidade debate medidas em torno dos "direitos gay", a “Fairness Ordinance.” A polícia de Lincoln defende que Rogeres simulou o ataque como forma de ganhar apoio para a agenda política homossexual.

Quando as investigações começaram a implicá-la, Rogers apareceu numa entrevista na KETV. A sua advogada na altura, Megan Mikolajczyk, tinha-se preparado para falar com os órgãos de comunicação, mas cancelou tudo afirmando "As coisas sofreram algumas alterações." Pouco depois ela abandonou o caso.

Durante a sua entrevista, Rogers afirmou, entre as lágrimas:
Comecei a sentir-me como um peão num jogo que não é o meu. O que realmente interessa é a historia.
Ela disse que o chocante evento "dá início a atitude mais acesa - e isso é uma coisa boa. No entanto, também pode ser uma coisa má."

Há medo mas também resistência," afirmou ela. Naquilo que pode ser uma referência ao slogan da campanha de reeleição do Presidente Obama, ela conclui afirmando "Há também o Avanço [Forward].

A polícia levou-a ao juiz de Lancaster County, acusando-a de reportar um evento que "ela sabia ser falso," como parte do seu plano de causar a polícia a "instigar uma investigação em torno dum alegado assunto criminoso."

A patologista do FBI, Michelle Elieff, que foi chamada para investigar o presumido crime de ódio, escreveu que as feridas foram auto-infligidas ou causadas após permissão da Rogers.

O Chefe de Policie Peschong afirmou:
O FBI, o "Bureau of Fire Prevention" e o Departamento Policial de Lincoln investiram uma exorbitante porção do seu tempo e dos recursos do seu pessoal a investigar este incidente.
Após ser acusada dum crime do qual pode resultar uma condenação até 1 ano de prisão, Rogers declarou-se como inocente.

O facto da sua história ser mais uma numa série de falsos "crimes de ódio" não causou a que o lobby LGBT olhasse de outro modo as suas actividades de lobbying político. Nancy Erickson, a pastora [??!!] assistente da First Plymouth Congregational Church afirmou que mesmo que o que ela disse seja falso, "nós ainda vivemos numa cultura de homofobia."

A "Star City Pride", a "PFLAG Cornhusker", e duas outras organizações LGBT emitiram uma declaração conjunta em reacção à prisão de Rogers afirmando que "As falsas alegações recebidas pelas autoridades todos os anos não invalidam os crimes actuais que são cometidos."

Isto é facilmente refutado com uma simples pergunta: se nós vivemos numa cultura "homofóbica", porque é que há necessidade de inventar "crimes de ódio"?

Uma das organizadoras do evento de apoio realizado em Lincoln, Beth Rigatuso, disse que "Se - de facto - ela fez isto a ela mesma, isto apenas levanta o assunto ainda mais importante do auto-ódio."

Não. Se, como afirmou a polícia, ela fez isto a ela mesma, isto só ressalva como o activismo homossexual é liderado por pessoas que precisam desesperadamente de apoio psicológico - e não de microfones e plataforma política para destilar o seu ódio aos Cristãos.

Linda Rappl, a vizinha que ajudou a Rogers, disse: "Todo este incidente abanou a minha fé na humanidade." Ela e a polícia de Lincoln sugeriram que ela se submeta a aconselhamento.

Não é a primeira vez, nem vai ser a última

O alegado crime de ódio chega-nos depois dum homem do Montana, Joseph Baken, ter alegado que foi espancado no dia do seu 22º aniversário apenas e só por ser homossexual. Depois da sua história se ter tornado popular, a polícia descobriu que os seus ferimentos foram o resultado duma manobra física mal executada.

No início deste ano, a "Central Connecticut State University" levou a cabo um "comício de solidariedade" em favor da lésbica de 19 anos com o nome de Alexandra Pennell, depois dela ter (também) alegado ter sido vítima de "cartas de ódio." A polícia descobriu mais tarde que quem colocava essas cartas no seu dormitório era ela mesma.

Em Maio último a polícia do Colorado acusou duas lésbicas de ter escrito na sua própria garagem "Matem os gays."

Um substancial número de falsas alegações de crimes de ódio ocorrem todos os anos, quer sejam baseados na etnia ou no comportamento homossexual.

Jeff Laszloffy, presidente da "Montana Family Foundation", afirmou à LifeSiteNews.com que há uma seca de crimes de ódio contra os homossexuais, e como tal "eles vêem-se na obrigação de inventar desculpas para forçar a aprovação destas leis."

Fonte: LifeSiteNews.com

* * * * * * *
Esta notícia revela mais uma vez que o activismo homossexualista nada mais é que um jogo político baseado num comportamento sexual.

Uma pergunta que convém fazer: será que alguém pediu desculpas aos Cristãos durante o tempo em que se pensava que eles estavam por trás deste "crime de ódio"?



.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Meios de comunicação ao serviço dos activistas homossexuais

Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação apressam-se a dar um "empurrão" aos activistas homossexuais. O Público, o Diário de Notícias, o P3 e o Expresso são apenas alguns que reportam o caso da nega que os activistas homossexuais receberam à sua "publicidade".

Diga-se de passagem que fomentar um beijo público como forma de rejeitar as acusações de promiscuidade talvez não seja boa ideia.

. . . . .

Este tipo de notícias demonstram de forma bem gráfica como os activistas homossexuais possuem ligações ao mais alto nível.

Não há qualquer tipo de padrão jornalístico que obrigue vários órgãos de informação a repetir este mantra como se o Metro de Lisboa tivesse impedido um membro dum grupo étnico o acesso às suas instalações.

A utilidade deste evento é puramente cultural e ideológica; os homossexuais são tão livres para seguir a sua sexualidade agora, como o eram antes do Metro recusar a "publicidade" da "Manhunt". (Só o nome "Manhunt" é repulsivo o suficiente)

Não é "homofobia" não querer exibir de modo gráfico a natureza dos "relacionamentos" homossexuais. As pessoas fazem o que elas bem entenderem com o seu próprio dinheiro. Se eles acham que exibir este tipo de imagens (cenas de intimidade homossexual) de alguma forma chocaria os seus clientes (a sua fonte de subsistência), então eles têm o direito de recusar este tipo de "publicidade".

Que eu saiba, ninguém é obrigado a publicitar "serviços" com os quais não está de acordo. Mas talvez os activistas homossexuais se guiem por um sistema legal distinto do sistema legal que vincula o resto da cidade de Lisboa.

A intolerância da gaystapo portuguesa

Um grupo de cidadãos deverá reunir-se hoje à tarde na estação de metro da Baixa-Chiado, Lisboa, para trocar beijos para "repudiar" o que consideram ser uma "discriminação" da transportadora para com uma rede social de encontros para homossexuais.

O responsável pela rede social ManHunt em Portugal, Iúri Vilar, disse à Agência Lusa que o Metro de Lisboa recusou uma campanha da empresa, justificando que "os temas de teor sexual não estão autorizados nas redes" de múpis (espaços publicitários).

A ManHunt apresentou um primeiro cartaz, que seria afixado em 15 'mupis' em seis estações de metro, nos quais eram visíveis dois homens em tronco nu e quase a beijar-se.

Acto "discriminatório e homofóbico"

Depois de este cartaz ter sido rejeitado, "sem justificação", apontou Iúri Vilar, foi apresentado um segundo, também não aceite, em que os dois modelos vestem polos e estão abraçados.

Para Iúri Vilar, este ato do Metro foi "discriminatório e homofóbico", uma vez que "existem múpis com campanhas ousadas e altamente carregadas de teor sexual", como as das marcas de roupa interior.

O representante da rede considerou que estas imagens mostram também "pessoas em trajes íntimos e com as partes sexuais bem definidas e explícitas, capazes de ser vistas a olho nu através da pouca roupa que é utilizada".

Beijos, abraços ou mãos dadas.

Perante esta situação, que tem sido abordada nas redes sociais, um grupo no Facebook está a convocar um 'flash mob' (mobilização espontânea) para que "todos os que são contra discriminações, independentemente da sua orientação sexual", se concentrem na estação da Baixa-Chiado, junto às bilheteiras, para se beijarem.

O 'Flash mob beijoqueira' quer "repudiar" aquilo que consideram ser uma "discriminação do Metro" em relação à orientação sexual da ManHunt.

A ideia é que as pessoas se beijem, abracem ou dêem as mãos entre as 19h00 e as 20h00 naquela estação ou mesmo em "qualquer linha ou paragem do metro".

Contactado pela Lusa, fonte oficial do Metro de Lisboa afirmou que a empresa "não autorizou a campanha no âmbito de uma orientação genérica vigente na empresa de não aceitar publicidade que não se coadune com a imagem de um serviço público, que se dirige a uma multiplicidade de clientes, com sensibilidades várias, sendo passível de ferir susceptibilidades, independentemente da orientação sexual do respectivo público-alvo".

A mesma fonte disse que "esta análise é feita em função da imagem e da mensagem, tendo sempre em conta o que se pretende publicitar e não a quem se dirige".

. . . . . . . . . .

Ficamos a saber, portanto, que não querer publicitar a homossexualidade é "homofobia".

domingo, 1 de janeiro de 2012

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Despromovido por criticar o "casamento" homossexual

Adrian Smith, um gerente de habitação e um Cristão, foi despromovido com redução salarial depois de criticar a nova lei em torno dos "direitos dos homossexuais" afirmando que a permissão de "casamentos" homossexuais dentro das igrejas é "levar a igualdade demasiado longe".

Apesar do comentário ter sido feito no seu tempo livre e na sua página pessoal do facebook - que não pode ser lida pelo público em geral - as audiências disciplinares levaram a que ele visse o seu salário ser alterado (e reduzido) de £35,000/ano (cerca de 39,800 €) para £21,000 (+/- 23,890 €). Segundo se sabe, ele só não foi despedido devido ao tempo de serviço.

Alguns activistas atacaram a decisão da associação de habitação - a última numa série de casos onde Cristãos entraram em rota de colisão com os seus patrões devido à sua visão do casamento natural - classificando-a de reacção excessiva duma organização "imersa no politicamente correcto".

Advogados em defesa do sr Smith, descrito pelos amigos como um homem afável e não-confrontacional, afirmam que os seus comentários apenas expressam uma "crença honesta baseadas na sua fé Cristã".


Um gerente de habitação foi despromovido com redução salarial depois de criticar uma lei controversa que visa forçar as igrejas a "casar" homossexuais. E os activistas homossexuais ainda defendem que quem é motivado pelo ódio são os Cristãos?

Curioso que a noção da "separação entre a Igreja e o Estado" só parece funcionar numa direcção - ou seja, as Igrejas não podem influenciar as decisões do Estado. Aparentemente essa mitológica barreira não existe quando é o Estado a intervir politicamente dentro das Igrejas.

A hipocrisia dos activistas homossexuais é gritante. Mas, claro, como sabemos, quem é motivado pela busca do poder (e não pela defesa da moral e respeito pelas opiniões discordantes) não olha a meios para impôr a sua agenda sexual na cultura.

Liberdade de expressão, segundo os activistas homossexuais

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Professora pode perder emprego por criticar homossexualidade no facebook

Professora de New Jersey encontra-se no meio de um tumulto depois de alegadamente ter criticado uma imagem que reconhece o "Mês da História LGBT".

A professora, Viki Knox, supostamente colocou comentários na sua página pessoal do facebook onde se referiu à homossexualidade como "um espírito pervertido que existiu desde o princípio da criação" e um "pecado". Alegadamente ela disse ainda que a homossexualidade "multiplica-se como cancro".

John Paragano (advogado) enviou ao distrito o que ele afirma ser uma cópia dos comentários da srª Knox. Durante o fim de semana, Paragano, que alega ter sido contactado por um dos pais do distrito, escreveu ao mesmo distrito apelando a que a professora fosse despedida.

..............

Este desenvolvimento demonstra de forma bem clara o fascismo do movimento político homossexual (gaystapo):

  • Na sociedade actual existe liberdade para criticar todos os comportamentos menos o comportamento homossexual.

Podemos dizer que não concordamos com o acto de fumar e nem com o acto de ingerir bebidas alcoólicas sem temer perder o nosso emprego ou sermos vítimas dos fascistas da gaystapo. Mas críticas à homossexualidade podem ser suficientes para sermos vítimas da polícia do "politicamente correcto".

Reparem que a professora não apelou à "descriminação" e nem à violência. Ela apenas disse que não considera normal um homem ter atracção pelo ânus de outro homem, nem considera normal uma mulher sentir-se atraída sexualmente por outra mulher. Segundo a gaystapo, isto é motivo suficiente para alguém perder o emprego.

A srª Knox, de 49 anos é a conselheira da "The Seekers Fellowship" - grupo de oração da escola secundária. Levando isso em conta, este incidente pode-se transformar num caso em torno da liberdade religiosa a nível nacional.

Os esquerdistas da ACLU, para variar, envolveram no caso do lado certo da questão e alegam que, embora não concordem com os comentários, a srª Knox sob a protecção da Primeira Emenda (que garante liberdade de expressão).

Segundo se sabe, não há nada na 1ª Emenda que diga "Excepto para os professores".


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Lésbicas vestem filho adoptivo com roupas de mulher e colocam foto no Facebook


Segundo documentos legais, duas lésbicas que haviam adoptado um rapaz, vestiram-no com roupas de menina e colocaram a foto humilhante no Facebook.

Uma das lésbicas estava em preparativos para se "tornar num homem" [coisa impossível] enquanto que a sua namorada recebia tratamento de fertilidade.

Quando a antiga magistrada do Tribunal da Crianças Barbara Holborow tomou conhecimento do ocorrido declarou:

Meu Deus - o que é que estamos a fazer?
Ela afirmou ao Daily Telegraph de Sydney que havia requisitado um inquérito profundo à decisão de colocar o rapaz com as mentalmente perturbadas lésbicas.

O caso gerou ultraje entre outras lésbicas uma vez que deu a impressão que as lésbicas são más mães. Mas o Ministro Fimiliar Pru Goward exigiu uma explicação integral aos serviços do bem-estar infantil Barnardos - que coordenaram as coisas para que as duas lésbicas se tornassem nos "pais" do rapaz e da irmã mais velha.

Pru Goward afirma:

Busco conselhos por parte da Barnados para confirmar se os arranjos foram apropriados e o bem-estar das crianças foi prioritário.
O jornal reportou que a história do rapaz, descrita como uma das mais tristes em New South Wales, foi revelada no julgamento do Supremo Tribunal num documento chamado "Childlren's Law News". A mãe do rapaz havia tentado sem sucesso voltar a ter custódia do filho.

Ficou-se a saber também que os novos pais adoptivos que actualmente tomam conta do rapaz desejam adoptá-lo.

......

Campbell tinha 18 meses em 2006 quando foi levado para a assistência social depois de queixas de abuso mental por parte dos pais. Em 2009, Campbell e a sua irmã (de 12 anos) foram colocados aos "cuidados" do par de lésbicas.

Como as coisas não funcionaram bem com a irmã Abby, ela foi mais tarde removida da casa das lésbicas. Foi depois da saída da irmã que as lésbicas vestiram o rapaz com roupas de menina e colocaram a foto no Facebook.

À medida que a controvérsia aumentava, uma apoiante das lésbicas e do lesbianismo disse que a insinuação que pairava no ar era a de que colocar crianças com duas lésbicas era o problema, e que a agência de adopção deveria saber que qualquer mulher suficientemente maluca para ser lésbica era susceptível de "humilhar" a criança.

-Fonte-


Esta última frase deveria ser posta da seguinte forma:
  • Qualquer mulher suficientemente desequilibrada para pensar que a homossexualidade é uma práctica sexual normal é susceptível de gerar um mau ambiente para qualquer criança..

O que estas lésbicas fizeram a este rapaz foi humilhante, degradante, emocionalmente destrutivo, desumano e mais um exemplo de violência psicológica contra crianças por parte de homossexuais.

Para os activistas homossexuais a adopção não é algo que envolve o bem-estar das crianças mas sim o reconhecimento social da "normalidade" do seu comportamento sexual.

As crianças são, assim, peões no seu jogo de poder.

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...