sexta-feira, 25 de outubro de 2013
A hipocrisia da elite cultural ocidental
quarta-feira, 6 de março de 2013
Exército turco quer expulsar militares gays
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/exercito-turco-quer-expulsar-militares-gays-6841269#ixzz2MiOdmkyk
sexta-feira, 2 de março de 2012
Nações Unidas: Gayzistas versus maometanos
Delegado para as Nações Unidas do novo governo líbio afirmou perante um recentemente formado painel em torno dos direitos humanos que os homossexuais e outros grupos ameaçam a "reprodução da raça humana" - declarações que geraram uma condenação "firme" do dito painel.As declarações, reportadas pela "U.N. Watch", chegam alguns meses depois da qualidade de membro do país ter sido restaurada no "U.N. Human Rights Council". A re-admissão foi feita depois do novo governo ter dado garantias de que os novos corpos directivos do pais não violariam os direitos humanos.
(Aparentemente ainda há muitas pessoas ingénuas nas Nações Unidas. Será que algum deles está familiarizado com o conceito de "taqqyyah" ?)
Apesar das "garantias" fornecidas pelo país, o representante governamental afirmou perante o painel - onde se discutia a violência baseada na orientação sexual - que lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros ou tópicos LGTB "afectam a religião e a continuação e reprodução da raça humana".
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Os gayzistas das Nações Unidas certamente que terão o choque das suas vidas quando se aperceberem que a aversão natural que o ser humano tem em relação à homossexualidade (especialmente à sodomia) é mais forte nos países e nas culturas que eles promoveram como forma de reduzir a influência do Cristianismo no ocidente.
A diferença (fulcral) é que enquanto a crítica que os Cristãos fazem se limita à crítica filosófica e ideológica, os maometanos vão bem mais além do que meras palavras.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Homossexualismo escocês poderá sofrer contratempo islâmico
O governo escocês arrisca-se a perder o voto da comunidade islâmica se levar avante os seus planos de redefinir o que constitui um casamento. O governo, liderado pelo SNP (Scottish National Party) levou a cabo uma consultação em torno do tópico controverso depois de receber dezenas de milhares de respostas.Agora, o Muslim Council of Scotland (MCS) avisou que os planos poderiam levar a que os muçulmanos retirem o seu apoio ao SNP.
Salah Beltagui, o porta-voz do MCS, disse:
O apoio da comunidade islâmica ao SNP tem sido forte, mas se as coisas avança nesta direcção, isto pode muito bem mudar.Ele acrescentou ainda:Se voltarmos o tempo atrás, veremos que o partido Trabalhista (Labour) recebia a maior parte do voto islâmico, mas depois do Iraque, isso mudou por completo. Portanto, basta um tópico como este para mudar as coisas.
A nossa comunidade como um todo mantém a opinião que a definição de família não deveria ser alterada. Família é um homem, uma mulher e os filhos.A proposta do governo escocês em torno da redefinição de casamento teve uma repercussão muito forte. A Igreja da Escócia, a Igreja Episcopal Escocesa, a "Free Presbyterian Church of Scotland" e a Igreja Católica Romana todas se opõem à proposta governamental.É importante que as crianças tenham a família por perto e saibam quem é o pai e quem é a mãe.
Para além disto, mais de 70 líderes de igrejas evangélicas, representando mais de 20,000 Cristãos, também assinaram uma carta aberta opondo-se à destruição da definição de casamento.
Durante o mês passado, um novo grupo, Scotland for Marriage, iniciou esforços para manter a definição tradicional de casamento. Este grupo é suportado por grupos religiosos e não-religiosos.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Obama demonstra que defesa do gayzismo é aliança táctica
Segundo reportado, a administração de Obama negou o pedido de asilo como forma de "evitar transtornar a relação entre os EUA e a Arábia Saudita". Dito de outra forma, para Obama e os esquerdistas americanos, a politica que eles defendem - e a imaginada "relação" com a Arábia Saudita - está acima da vida dum homossexual proveniente dum país muçulmano.
Mas levando em conta a política pró-sodomia de Obama - sem paralelo na história americana - isto não faz sentido nenhum. Não foi o mesmo governo americano que se determinou em combater a "homofobia" onde quer que ela se manifeste? Porque é que os marxistas culturais do ocidente não combatem a "homofobia" presente nos países islâmicos?
Conferir asilo político a um homossexual dum país muçulmano mostraria ao mundo que Obama leva a sério a sua política de "acabar com o preconceito" contra a sodomia. Pior do que isso é que, ao contrário de muitas outras pessoas que pedem asilo político, Asseri não mentiu: o governo de facto executa os homossexuais.
Portanto, para Asseri, dizer a verdade não lhe serviu de nada uma vez que essa verdade não agrada aos marxistas que controlam a política americana.
Em contraste com isto, o homossexual brasileiro Augusto Pereira de Souza não sentiu qualquer tipo de dificuldade em ver-lhe concedido o pedido de asilo. A diferença é que Augusto veio dum pais de maioria Cristã enquanto que Asseri veio de um país de maioria islâmica.
Tudo o que o sodomita brasileiro teve que fazer foi alegar que "o Brasil é um dos países mais violentos no que toca à violência contra os homossexuais". Nada mais foi necessário para ele ser aceite como refugiado.
Apesar das acusações de Pereira do Brasil ser um país perigoso para os homossexuais, Asseri poderia viver livremente nas ruas daquele país. De facto, a sua dificuldade em obter asilo por parte de Obama foi reportada por um blogueiro e jornalista saudita-americano radicado no Brasil, o tal país "homofóbico".
Asseri e o jornalista que defende o pedido de asilo do primeiro seriam tratados de forma bem distinta por parte das autoridades sauditas. Ao contrário disso, Souza é livre para criticar e entrar no Brasil.
Tal como nos EUA, os órgãos de comunicação brasileiros e as agências governamentais locais são vincadamente pró-sodomia, e as suas críticas aos Cristãos e à sua alegada "homofobia" é bem vinda e fomentada - desde que tal criticismo seja direccionado exclusivamente aos Cristãos e nunca aos muçulmanos.
O que Souza não pode fazer é criticar e entrar na Arábia Saudita. Entrar nesse país não só seria provavelmente o seu fim, como mudaria sua percepção do Brasil como sendo um dos países mais violentos no que toca à vida dos homossexuais.
Se a Arábia Saudita fosse um país Cristão como o Uganda, seria mais fácil para o Obama aceitar o asilo de Asseri e catalogar essa nação de "homofóbica". Mas Obama não se pode dar ao luxo de dar o mesmo tipo de tratamento à Arábia Saudita - mesmo sendo este país radicalmente contra a sodomia, tal como Obama é radicalmente em favor dessa práctica sexual.
Stuart Appelbaum, um homossexual judeu nova-iorquino, disse que se a administração de Obama se recusasse em dar asilo a Ali Ahmad Asseri por receios da Arábia Saudita, então ele (Obama) seria cúmplice do seu destino.
Aparentemente este homossexual realmente acreditava que os esquerdistas genuinamente se preocupam com o destino dos homossexuais. Ele não sabia que a defesa da homossexualidade por parte dos marxistas culturais é apenas uma manobra táctica que visa 1) destruir a influência social do Cristianismo e 2) diminuir o poder a a influência política do povo. Stuar diz:
É precisamente devido à forma como Ahmad pode vir a ser tratado no seu homofóbico e brutal país que os EUA [isto é, os esquerdistas como o Obama] deveriam aceitar o seu pedido de asilo político.
Entre 1) defender um acto sexual perverso e 2) não ofender os "aliados" muçulmanos, a segunda hipótese é uma espécie de "sexo seguro diplomático" para uma administração esquerdista estrategicamente comprometida em defender a primeira.
Quando a homossexualidade entra em choque com as relações internacionais mantidas com as nações islâmicas, o governo de Obama está comprometido em não ofender os países que executam os homossexuais.
Segundo os esquerdistas, a vida dum homossexual só é digna de ser defendida se isso não chocar com o seu marxismo cultural.
Aprovado por Obama e por todos os marxistas culturais.
sábado, 19 de novembro de 2011
Governo canadiano em vias de repelir cláusula "discurso de ódio"
Os Conservadores canadianos, para além de possuírem uma maioria considerável em ambas as casas do governo, esperam atrair algum tipo de apoio entre as bancadas opositoras.
O MP Conservador Brian Storseth disse:
O nosso governo defende que a secção 13 não é um método eficiente para combater a propaganda de ódio. Acreditamos que o Código Criminal é o melhor veículo para processar tais crimes.Há já algum tempo que os críticos defendem que esta polémica cláusula é o equivalente a um "crime de pensamento". A cláusula proíbe "qualquer tipo de material que possa ser susceptível de expor pessoas ou grupos ao ódio e ao desprezo" se a pessoa ou os grupos são "identificáveis com base numa plataforma de descriminação proibida".Aos nossos opositores políticos, nós dizemos, coloquem-se do lado dos média. A revista Maclean, o National Post e até o Toronto Star defendem que esta secção tem que ser rejeitada.
Esta provisão tem sido usada para atacar de modo particular os Cristãos e os conservadores, especialmente aqueles que defendem a visão Cristã do auto-destrutivo comportamento homossexual. Nos anos mais recentes, a provisão tem sofrido oposição crescente muito devido aos casos mediáticos envolvendo escritores conservadores como o Ezra Levant ou o colunista Mark Steyn e as suas críticas ao extremismo islâmico.
O Partido Conservador aprovou a resolução com mais de 90% de apoio. Até mesmo o tribunal Canadiano dos Direitos Humanos determinou em 2009 que a secção 13 era inconstitucional. Este passo determinou o fim da taxa de condenação a 100% que a secção havia atingido. Dito de outra forma, todas as pessoas que haviam sido acusadas com base nesta secção, haviam sido declaradas culpadas.
Falando no seu programa, The Source, Ezra Levant disse que, com o apoio governamental, "o projecto de lei era practicamente uma lei governamental".
Com maiorias em ambas as casas [House e Senate], este projecto de lei practicamente já foi aprovado. A partir de agora acabaram as caças às bruxas por parte da Comissão Canadiana dos Direitos Humanos [CCDH] , acabaram as perseguições aos seus inimigos, que eram tão frequentes como os seus inimigos religiosos.Durante os últimos 10 anos, ressalvou Ezra, a CCDH "efectivamente declarou que o Cristianismo era ofensivo e discurso de ódio".
Hoje é um grande dia, não só para os conservadores e para os Cristãos, mas para todos os canadianos que acreditam nos verdadeiros direitos humanos; o direito humano à liberdade de expressão e liberdade religiosa.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Previsivelmente, muçulmanos e africanos não aprovam o criação de "direitos" com base em vícios sexuais
Pior, as pessoas no ocidente que alegadamente "protegem" os homossexuais, só o fazem por motivos tácticos (como se pode vêr nesta notícia). Quando o movimento homossexual chocar com o marxismo cultural - como invariavelmente vai acontecer - as mesmas pessoas que hoje dão palmadas nas costas dos homossexuais vão-se libertar deles o mais depressa possível.
O avanço do homossexualismo está a ser feito pelos esquerdistas não porque eles considerem essa práctica como algo positivo, mas sim pela sua utilidade na luta contra o Cristianismo (destruição do casamento e dos valores tradicionais).
É devido a isso que uma minoria ínfima como os homossexuais pode ter tanta influência nas leis dum país. Apesar de serem muito poucos (menos de 3%?) eles têm do seu lado toda a esquerda política bem, como uma larga percentagem da "direita".
Assumindo esta posição como plataforma segura para avançar com a sua agenda, o lobby sodomita quer usar a ONU para atingir os seus objectivos.
No entanto, a julgar pelo vídeo, os seus planos não parecem estar a receber muito boa aceitação. Tal como dito em cima, o mundo não ocidental tem coisas mais importantes a pensar do que a criação de "direitos humanos" com base em preferências sexuais.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Homossexual descobre que os marxistas culturais preferem os muçulmanos

Este artigo mostra as palavras dum homossexual em torno desse fenómeno, mas mais sério ainda, mostra como a sociedade inglesa ignora por completo os actos violentos dos muçulmanos contra os homossexuais. Eis aqui alguma das coisas que o escritor lá tem:
O Este de Londres tem-se revelado como uma das áreas onde os ataques homofóbicos cresceram como em mais nenhuma área de Inglaterra. Toda a gente sabe porquê, mas ninguém quer falar sobre isso.Sim, toda a gente sabe que quem está por trás dos ataques são os muçulmanos.
Porque é que ninguém quer falar nisto?.....Porquê o silêncio?Aparentemente este homossexual vivia num mundo onde as forças políticas lutariam entre si para defender os homens que usam o sistema digestivo como fonte de prazer sexual. O que este homossexual não sabe é que a "defesa" que os marxistas culturais fazem ao seu grupo é uma defesa meramente táctica. Como é algo meramente táctico, esta defesa pode mudar se assim interessar aos líderes europeus.
O propósito do marxismo cultural não é defender a homossexualidade mas chegar e manter o poder nas suas mãos. Neste caminho até ao poder absoluto, várias alianças tem que ser feitas como forma de combater inimigos comuns. Uma dessas alianças é com os grupos homossexuais.
Mas o poder por enquanto ainda é decido através de votos, e os muçulmanos são em maior número que os homossexuais. Como tal, quando estas duas facções lutam entre si, os marxistas culturais pensam: "qual dos dois grupos me é mais útil como forma de chegar ao poder?" Os homossexuais, sendo menos de 5% da sociedade, são uma força ínfima quando de votos se trata.
Os muçulmanos, por outro lado, sendo bem mais férteis que os homossexuais (obviamente) e tendo como suporte o petróleo dos países árabes (com os quais os europeus tem que ter boas relações), são muito mais úteis ao marxismo cultural do que os homossexuais. Devido a isto, os ataques que os muçulmanos fazem aos homossexuais (quer na europa quer nos países muçulmanos) são ignorados.
Conclusão:
Os homossexuais que se preparem porque o número de muçulmanos na Europa está a aumentar de forma explosiva. Aquilo que está a acontecer em Londres vai acontecer noutras partes da Europa.
A ironia disto tudo é que estes mesmos homossexuais lutaram de forma militante contra o Cristianismo porque pensavam que daí surgiria um sociedade mais tolerante em relação à sua perversão. Parece que o que vem a seguir vai ser bem pior.
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