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domingo, 2 de agosto de 2015

Esquerdistas querem prender crianças dentro do homossexualismo

Por Joseph Sciambra

“Esta noite, algures pela América, um jovem, por exemplo, um jovem rapaz, terá dificuldades em adormecer, batalhando sozinho com o segredo que ele tem mantido ao longo da sua vida. Brevemente, talvez, ele tomará a decisão de que chegou a hora de revelar o segredo. O que acontece a seguir depende dele, da sua família, bem como dos seus professores e da sua comunidade. Mas também depende de nós -- do tipo de sociedade que criamos, do tipo de futuro que construímos.”

Esta declaração por parte do Presidente Obama encontra-se incluída numa "Official White House Response" levada cabo para colocar em efeito a Lei Leelah, que irá banir em todo o país todas as assim-chamadas terapias de conversão para menores.

"Leelah" refere-se ao jovem rapaz [Joshua Alcorn] com desordem de identidade sexual, com um histórico de doenças mentais, que se suicidou em 2014.

De maneira vergonhosa, os defensores do homossexualismo, bem como os seus aliados dentro do Partido Democrata, estão a usar a trágica morte deste rapaz adolescente como forma de avançar ainda mais com a sua agenda social: a quase impossibilidade das pessoas que sofrem com uma atracção homossexual buscar ajuda profissional. E porquê? Porque instintivamente, eles sabem que esse tipo de terapia funciona, e isso deixa-os assustados.

Isto assusta-os porque, em primeiro lugar, se as pessoas se aperceberem que não têm que ser homossexuais, o mundo homossexual irá passar a ser irrelevante, retirando muitas pessoas dos seus lugares de poder. Em segundo lugar, este tipo de terapia pede aos homossexuais que regressem até ao lugar para onde eles mais temem regressar, isto é, atè às suas infâncias cheias de mágoas - o momento do trauma.

Parte da mentira inerente dentro do homossexualismo moderno está inadevertidamente evidente na declaração de Obama: por exemplo, porque é que o teórico jovem que ele menciona tem "dificuldades em adormecer"? Como um desses antigos insóminicos, a falta de sono exibida durante a minha adolescência não estava de maneira alguma relacionada com uma admissão ou confissão pública do meu homossexualismo, e nem com preocupações em relação à forma como as outras pessoas poderiam reagir, mas sim.porque eu estava internamente a tentar entender o porquê de que ter acabado da forma como tinha acabado [homossexual] enquanto que todos os meus amigos eram heterossexuais.

Acho que isto está associado ao entendimento fundamental que existe dentro de nós de que o homossexualismo está errado visto que todos nós, pelo menos inicialmente, militamos contra ele. Só através da capitulação (normalmente através de imagens e personalidades mediáticas pró-homossexuais, através de vídeos pornográficos homossexuais, ou através de se tornar sexualmente activo de forma prematura) é que rendição da vontade ocorre.

E é aqui que se encontra o medo: quando passamos a ser homossexuais, abdicamos parcialmente do Eu magoado e traumatizado, fundindo-o com a mentalidade homossexual; agir sexualmente segundo as nossas disfunções - isto é, um desejo irracional por amor e companheirismo masculino - amenizam e quase bloqueiam todo o acesso às memórias infantis.

Quando somos forçados a lidar com os motivos por trás do nosso homossexualismo, essa complacência confortável desaparece, e mais uma vez nós somos o pequeno rapaz amedrontado a tentar entender, sozinho, as coisas. A realização distante, e talvez desconsiderada, de que talvez o homossexualismo é uma ilusão, despe-nos das
nossas mais estimadas crenças, nomeadamente, a de que nascemos assim.

O que a terapia reparativa tenta curar é a pessoa interior dentro dum protector ambiente de terapia. Isto é especialmente eficaz quando a parte psiquiátrica e a espiritual são combinadas porque é então que o doutor pode-se tornar num agente de cura celestial, e o extraordinário pode acontecer

http://goo.gl/g7T3F6

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Obama e os grupos homossexuais querem impedir que os adolescentes (e mais tarde, os adultos) recebam o tipo de ajuda que os pode afastar do auto-destrutivo caminho homossexual. Isto demonstra de forma clara que estes esquerdistas não têm em mente o melhor para os homossexuais, mas sim o melhor para a sua agenda esquerdista.

terça-feira, 4 de março de 2014

Uganda resiste ao imperialismo gayzista

Uganda está disposta e prescindir da ajuda internacional como forma de manter intacta a sua lei contra o comportamento homossexual, e "poupar os homossexuais da condenação", afirmou o ministro da ética desse país, depois do Banco Mundial ter seguido o exemplo de outros doadores e ter "congelado" um novo empréstimo de 60 milhões para o país.

"Não vacilaremos em relação a isto; queremos libertar este país do homossexualismo e se isso significa que estas pessoas  - Obama, Hague, quem quer que seja - queiram parar com a ajuda humanitária, então que seja," afirmou Simon Lokodo ao The Telegraph.

Não precisamos disso, e nem morreremos pobres; pelo menos seremos capazes de salvar estas pessoas da condenação. O homossexualismo não pode ser acomodado na nossa cultura. Assumimos essa posição porque isto é uma democracia e é isso que o povo quer.

Yoweri Museveni, presidente do Uganda, assinou o Projecto de Lei Anti-Homossexualismo, causando imediatamente um ultraje junto das nações Ocidentais. O Banco Mundial anunciou na Quinta-Feira que iria suspender 60 milhões de Libras do novo empréstimo para serviços de saúde enquanto os seus peritos analisam se a nova legislação "afecta negativamente" a estretégia de desenvolvimento.

A Dinamarca, a Holanda e a Noruegua congeralam a ajuda humanitária ao governo de Museveni. A Administração de Obama esta a "rever a relação" com o Uganda devido à nova lei - lei essa que John Kerry comparou com Nacional Socialismo e com o "apartheid".  Mas o Sr. Lokodo, uma antigo pastor evangélico cujo apoio às leis contra o homossexualismo lhe ajudaram a obter um emprego como ministro da ética e da integridade, não exibiu qualquer sinal de retrocesso:

Porque é que pediríamos desculpas? Esta é a nossa escolha, e não a escolha das pessoas de fora... Perguntamos a peritos especializados e a cientistas e eles apuraram que o homossexualismo não está presente na altura do nascimento - é aprendido, é escolhido, e logo, é estimulado por alguém. Aqueles que recrutam para o seu homossexualismo menores, crianças, com promessas de prendas e dinheiro, são intoleráveis, e a lei existe e vamos passar a prendê-los. Eles ficarão na cadeia para toda a vida.

O President Obama e o Sr Kerry eram “inconsistentes” por darem o seu apoio aos direitos dos homossexuais mesmo não sendo eles mesmos homossexuais, disse o Sr Lokodo. Ele acrescentou ainda que preferia "morrer do que beijar um homem".

Estes ocidentais - Obama e Kerry - são eles mesmos casados com mulheres, no entanto querem-nos dizer que os homens se devem casar com outros homens. Se isto é assim tão importante, porque é que Obama não se casa com um homem? Não venham para a minha casa e me digam como é que eu devo viver, que comida devo comer, o que fazer, visto que eu não vou para a casa deles e lhes digo o que fazer. Isso é ilógico,

O porta-voz da DFID [Department for International Development] afirmou:

O Reino Unido opõe-se de forma bem vincada e estamos profundamente  desapontados com a proposta de lei que foi assinada. Nenhum país escapará da pobreza a menos que suporte os direitos humanos e crie uma sociedade igual. O Reino Unido acabou com o seu orçamento directo de apoio ao governo do Uganda no ano passado. O Reino Unido só disponibiliza apoio directo a outros governos quando eles cumprem um conjunto específico de princípios, incluindo o apoio aos direitos humanos.

 Alguns activistas lgbt do Uganda colocaram algumas reservas ao fim da ajuda humanitária. Sam Ganafa, líder da organização homossexualista Spectrum Uganda, afirmou:

Os cortes na ajuda afectam todas as pessoas do Uganda, mas eles irão culpar as pessoas lgbt por isso.



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Obviamente que este "ultraje" da comunidade internacional é hipocrisia porque os países islâmicos enforcam os homoeróticos mas isso não causa a que eles recebam este tipo de tratamento por parte de Obama, Kerry ou o Reino Unido.

domingo, 30 de junho de 2013

Obama tenta exportar o gayzismo para África

Barack Obama louvou a decisão do Tribunal Supremo dos EUA em torno do pseudo-casamento homoerótico, qualificando-a de uma "vitória para a democracia americana", mas entrou em rota de colisão com os seus anfitriões Africanos em torno dos "direitos" dos homossexuais, num sinal claro de que o movimento homossexual, apesar de ter tomado conta da elite (e não da população geral) no Ocidente, ainda é (felizmente) rejeitado no resto do mundo (especialmente em África).

Obama afirmou que o reconhecimento das "uniões" homossexuais nos EUA deveria se expandir para além dos estados individuais e que os "direitos iguais" deveriam ser reconhecidos universalmente. Falando durante a viagem para o Senegal, um dos muitos países que proíbe o homossexualismo, esta foi a primeira vez que Obama se debruçou em torno do assunto depois da decisão do Supremo Tribunal Americano.

O presidente senegalês Macky Sall rejeitou o apelo de Obama em torno da concessão de "direitos iguais" aos olhos da lei e afirmou que "Ainda não estamos prontos para descriminalizar o homossexualismo", embora tenha insistido que o país é "muito tolerante" e que precisa de mais tempo para digerir este assunto sem qualquer tipo de pressão. Sall disse ainda que "Isto não significa que nós sejamos homofóbicos."

Obama, por seu lado, disse que "As pessoas deveriam ser tratadas de igual forma, e que esse é um princípio que se aplica universalmente".

Como um gayzista profissional que é, Obama deliberadamente confunde a pessoa com o seu comportamento. O facto dum país criminalizar um comporto sexual auto-destrutivo não significa que os direitos da pessoa estejam a ser limitados. O que está a ser limitado é um comportamento anti-natural (homossexualismo) e não um direito inerente à condição humana.

Um relatório emitido na Segunda Feira pela Amnistia Internacional  revelou que 38 países Africanos criminalizam o homossexualismo. Em quatro desses 38 países - Mauritânia, norte da Nigéria, sul da Somália e Sudão - o castigo é a morte.

Como é normal, as leis contra o auto-destrutivo comportamento homossexual têm um largo apoio público. (É por isso que os activistas tentam a todo o custo evitar a consulta popular em torno do seu pseudo-casamento homoerótico). Em Junho último uma pesquisa levada a cabo pela Pew Research Center apurou que 9 eem cada 10 inquiridos do Senegal, do Quénia, do Gana, do Uganda e da Nigéria acredita que o homossexualismo não deveria ser aceite pela sociedade.

Papi Nbodj, estudante de 19 anos que se encontrava numa das ruas pela qual Obama passou a caminho para o palácio presidencial, afirmou que o homossexualismo é contra as crenças da maior parte do Senegal:
Vivemos num país muçulmano, e certamente que não podemos permitir isso por aqui. A título pessoal, posso dizer que isso não deveria ser permitido em lugar algum do mundo.

Fonte
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Seria interessante ver o Obama a adoptar este discurso dos "direitos humanos" adquiridos via anal junto de páises islâmicos...

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Nigéria não cede a pressões gayzistas.

O governo Nigériano colocou os países ocidentais sob aviso ao declarar que se o preço a pagar pela ajuda humanitária é a normalização da homossexualismo através da legalização do "casamento" homossexual, então esse é um preço que o país não está disposto a pagar.

A Câmaras dos Representantes da Nigéria aprovou de forma unânime  uma lei que visa banir as uniões entre pessoas do mesmo sexo, apesar das ameaças da administração de Obama e do Primeiro Ministro inglês de considerar a suspensão da ajuda humanitária se o pais não reconhecesse os "direitos dos homossexuais" e o código moral da esquerda Ocidental.

A lei impõe uma prisão de 14 anos para qualquer pessoa que tome parte ou facilte a realização dum "contrato de casamento ou união civil" entre pessoas do mesmo sexo. Demonstrações públicas de "afecto" entre pessoas do mesmo sexo podem resultar numa sentença de 10 anos de prisão. A lei proíbe também clubes e organizações homossexuais.

Mulikat Adeola-Akande, líder maioritário da Câmara, disse:

[O "casamento" homossexual] é algo estranho para a nossa sociedade e cultura, como tal o mesmo não pode ser importado. . . . Esta práctica [homossexualismo] não tem lugar na nossa cultura, nem na nossa religião, nem na Nigéria nem em qualquer outra parte de África. É algo imoral e uma degeneração da nossa cultura; condenamos isso de forma firme.

O Representante Adams Jagaba disse que os Nigerianos devem rejeitar as atitudes Ocidentais em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Nós somos um povo culturado; não podemos aceitar tudo que nos chega de outras culturas.

A Represente Nkeiruka Onyejeocha espera que a votação envie um sinal forte às nações Ocidentais de que a moral e a ética nigeriana não se encontra à venda.

A Nigeria é um país fortemente religioso onde a população se encontra igualmente dividida entre Muçulmanos e Cristãos. A legislação em torno dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo disfruta de um vasto apoio popular. A esmagadora maioria das críticas que a Nigéria recebeu vieram de fora do país, e de fora do continente africano.

Quando a lei ainda se encontrava em debate no Senado Nigeriano (no ano passado) David Cameron  afirmou que deveriam existir "condições" no esquema de ajuda humanitária, e afirmou considerar cortar a ajuda a países que não sigam a visão esquerdista Ocidental em torno do homossexualismo.

Depois da lei ter sido aprovada no Senado, a administração de Obama ordenou que as organizações de ajuda humanitária lideradas pelos EUA usassem os seus recursos para promover o homossexualismo no estrangeiro.

Por essa altura, estas ameaças e manipulações desencadearam ultraje entre os Nigerianos e entre outras nações Africanas que olharam para o ultimato como um abuso de poder remanescente da era colonial. Até o Presidente do Gana, John Atta Mills, forte aliado do Ocidente, afirmou que o seu país rejeitaria os termos se eles exigissem que os Ganeses violassem a sua moralidade:

Nunca iniciarei ou darei o meu apoio à legalização do homossexualismo no Gana. . .  Como um governo que somos, iremos agir segundo os princípios contidos na nossa Constituição, que está acima de tudo.

Agora que a lei Nigeriana foi aprovada na Câmara, ela irá ser revista ponto-a-ponto antes da lei final ser enviada ao presidente Nigeriano Goodluck Jonathan para aprovação.

Os activistas homossexualistas americanos deram início a uma petição online apelando Jonathan que use o veto para impedir o avanço da legislação.

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Mensagem para os gayzistas americanos: boa sorte em tentar convencer os africanos a normalizar o homossexualismo!


Se existe um grupo étnico ou religioso que é fortemente contra o comportamento homossexual, esse grupo são os africanos. Poderia-se colocar como grupo religioso também totalmente averso ao homossexualismo os muçulmanos, mas é difícil defender isso quando se lê coisas como esta ou esta.

Num tom mais sério, não é curioso que nunca ouvimos o Gaybama ou do Gayvid Cameron a usar a mesma metodologia com os páises islâmicos? A Administração de Obama canaliza milhões para os países islâmicos,  mas nunca ouvimo-lo a forçar esses países a aceitar o gaysamento.

Porque será?

Será que ele acha que os homossexuais negros são mais valiosos que os homossexuais árabes? Será que ele não se importa com o que acontece com os homossexuais árabes e muçulmanos? Porque será que a ONU força os países do Ocidente a normalizar o homossexualismo, mas está absolutamente silenciosa com o tratamento que os mesmos homossexuais recebem nos países islâmicos?

Onde está a lógica por trás deste comportamento? Qual é a teoria que une este factos de forma coerente e lógica?

Irão
Infelizmente, o homossexual comum vê estas coisas mas não soma 2 + 2 para se aperceber que ele está a ser manipulado; os activistas homossexuais não se preocupam com o bem estar dos homossexuais (por isso é que não dizem nada, ou pouco dizem, dos enforcamentos de homossexuais que ocorrem nos países islâmicos). O activismo homossexual não é um movimento que visa melhorar a condição dos homossexuais, mas sim um movimento que usa as aspirações de alguns homossexuais como forma de avançar com uma ideologia política esquerdista.

A teoria política/cultural que une estes factos de forma coerente é o Marxismo Cultural - a subversão da cultura ocidental tendo em vista a alteração das normas sociais de modo a que a sociedade ocidental fique "pronta" para ser dominada pela elite esquerdista.

Esta agenda Marxista Cultural não avança de igual modo no mundo islâmico porque essa áreas estão "entregues" à Irmandade Muçulmana - grupo que, segundo alguns, faz parte da Nova Ordem Mundial.

No Ocidente, o activismo homossexual é uma das armas que essa Nova Ordem usa para destruir a ordem social; quando este propósito estiver realizado, o activismo homossexual, tal como o activismo feminista, será literalmente esmagado pelas mesmas pessoas que o financiavam.

Por isso é que Obama pode "defender" os "direitos" homossexuais no Ocidente, mas ficar em silêncio total com o que ocorre aos homossexuais árabes/muçulmanos. Também por isso, David Cameron critica os países africanos por estes criminalizarem o comportamento homossexual, mas nada diz dos homossexuais que são mortos por muçulmanos no seu próprio país.

No meio disto tudo, quem fica a perder com o avanço da agenda homossexual são os próprios homossexuais; se a NOM for bem sucedida, a sociedade perderá a cultura Cristã, e o valor da vida humana passa a ser aquele que a NOM quiser. E uma vez que a NOM quer perdurar no tempo, eles vão promover a reprodução, ao mesmo tempo que eliminam quem quer que se levante para perturbar a "ordem" social que estiver, então, em vigência.

Portanto, os homossexuais que dão o seu apoio ao activismo gay estão, literalmente, a cavar a própria cova.
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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Nem os mortos respeitam

O primeiro presidente homossexual americano resolveu usar a Casa Branca como palco para uma parada homossexual. Segundo sei, houve até uma proposta de "casamento" dentro da Casa Branca.

Mas o mais nojento não foi o uso dum lugar como a Casa Branca para a promoção do homossexualismo, mas a forma como alguns activistas homossexuais resolveram "homenagear" a memória de Ronald Reagan. Sem dúvidas que os activistas homossexuais são pessoas de classe.

Não se esqueçam: estes é que são os "oprimidos".

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Marta Suplicy e PLC 122: a volta da mentira

Por inspiração de Obama, senadora homossexualista quer de volta PLC 122 do jeito da senadora derrotada Fátima Cleide

JúlioSevero
Cansada da resistência do povo brasileiro, mas animadíssima com o recente mau exemplo de Obama apoiando o “casamento” gay, a senadora petista Marta Suplicy tomou a decisão, em 15 de maio, de retomar o texto do PLC 122 que havia sido proposto pela ex-senadora Fátima Cleide, a antiga relatora do PLC 122 que foi facilmente derrotada em seu estado exactamente por defender o supremacismo gay.
PLC 122: Gaystapo ataca de novo
Com a derrota de Fátima nas eleições de 2010, o PLC 122 foi sepultado no Senado, sendo desenterrado em seguida por Suplicy, que esperava que seu ativismo radical pudesse dar para o projecto supremacista gay o avanço que Fátima nunca conseguiu dar. Suplicy tentou de tudo, até mesmo dar uma concessão especial para que padres e pastores não fossem punidos se pregassem contra o homossexualismo dentro de suas igrejas.
Marta reconheceu publicamente que o texto de Fátima, o qual agora ela está trazendo de volta, condenava à prisão toda pessoa que dissesse qualquer coisa contra o homossexualismo. Por isso, ela havia criado uma isenção, conforme ela disse neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g
Antes dessa generosa concessão, as velhas palavras do PT e Fátima Cleide garantiam ao povo brasileiro que o PLC 122 jamais traria nenhuma perseguição aos cristãos. O projeto, segundo eles, visava exclusivamente proteger gays inocentes de supostas turbas “homofóbicas” que patrulham as ruas do Brasil à procura de estranhos com trejeitos para assassinar.
Os evangélicos ficaram desconfiados com as garantias de Fátima e do PT. Afinal, em 2002 o candidato Lula havia se comprometido com líderes evangélicos tradicionais, pentecostais e neopentecostais que seu futuro governo jamais promoveria o aborto e o homossexualismo. Mas o governo dele foi exactamente o contrário do que ele prometeu. (Alguém, com certeza, deve ter se gabado nos bastidores: “Enganei um monte de bobo na casca do ovo!”)
A desconfiança dos evangélicos com as promessas de Fátima produziu uma campanha de igrejas para derrotar a reeleição dela. Mas eis que vem como substituta Marta Suplicy, considerada a rainha dos gays.

Livro “O Movimento Homossexual”

Só não conhece Suplicy quem não quer. Ela já vinha sendo denunciada desde meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia em 1998. Ela é uma antiga defensora de toda prática sexual anormal, tendo sido treinada, nas décadas de 1960 e 1970, em universidades dos Estados Unidos. Ninguém no mundo consegue formar melhor um PhD em depravação do que uma grande universidade americana.
Obama: inspiração para Marta Suplicy e supremacistas gays do mundo inteiro
A motivação de Marta está muito longe de preocupações com homossexuais. Anos atrás, vendo que estava perdendo a eleição para a prefeitura de São Paulo, ela insinuou, na propaganda de sua campanha, que o candidato opositor era homossexual. Foi uma jogada estratégica: sabendo que a população é em grande parte contra o homossexualismo, Marta se aproveitou e tentou tirar a força o outro candidato do armário, a fim de que o povo reagisse contra ele e a favor dela.
Em seu oportunismo, Suplicy não hesitou em usar sua máquina de propaganda política para fazer bullying e perseguição contra um homossexual, fazendo de tudo para puxar o tapete dele.
Se a defesa dela da agenda gay não é movida por amor aos homossexuais, então qual é a motivação? Como esquerdista, Marta crê na “luta de classes”, conceito de Karl Marx para provocar uma revolução na sociedade que, no fim, traga a ditadura comunista.
Tendo essa ideologia como princípio de vida, é missão de Marta e outros esquerdistas fortalecer determinadas classes e categorias, dando-lhes poder para entrar em choque especialmente com os padrões morais da sociedade, a fim de produzir o caos social, que será a desculpa perfeita para a implantação de um feroz controle tirânico sobre todos os cidadãos.
A volta de Marta ao PLC 122 de Fátima Cleide nada mais é do que a volta ao projeto do caos e da mentira. Ouviremos novamente a ladainha, dita um milhão de vezes por Fátima, de que o PLC 122 não trará perseguição aos cristãos.
Marta Suplicy quer PLC 122 do jeito que Fátima Cleide havia proposto
Contrariando essa ladainha toda, passei anos alertando contra o PLC 122 e seus perigos. A grande mídia, como sempre, deixava suas audiências no escuro da desinformação e até mesmo da flagrante mentira. Mas com meu blog e com meu livro, fiz minha parte para conscientizar o povo.
Minha luta recebeu atenção internacional, dando-me a oportunidade de dar entrevistas para veículos de comunicação dos EUA e Canadá.
Enquanto isso, no Brasil jornais e revistas evangélicos, em grande parte nas mãos de esquerdistas, tentavam lidar com o PLC 122 de forma “imparcial”, respeitando a palavra de Fátima Cleide de que o projeto supremacista gay não representava ameaça aos cristãos.

“Moinhos de vento”

Crendo obviamente nessa palavra, numa entrevista carregada de deboches a revista Cristianismo Hoje me apontou como um “daqueles crentes quixotescos, disposto a lutar contra moinhos que talvez só ele consiga enxergar”.
A ameaça do PLC 122, que hoje é corretamente entendida como um perigo grave, foi tratada, em 2009, como mera ilusão ou até mesmo paranoia pela revista Cristianismo Hoje. Outras mídias evangélicas, como o tabloide sensacionalista Genizah, tratam os opositores do PLC 122 quase como doentes mentais. Essa atitude progressista lhes rende elogios e aplausos dos ativistas gays.
Mais recentemente, Danilo Fernandes, o dono do Genizah cuja ficha corrida está realmente crivada de escândalos judiciais, entrevistou Caio Fábio na revista Cristianismo Hoje. (O nome oficial completo do Danilo consta aqui.) A entrevista não dispensou deboche algum a ele, que foi tratado como um homem que, depois de sofrer inocentemente e ser “martirizado”, é elevado a sublimes alturas celestiais reservadas a um número restrito de santos esotéricos.
A única verdade importante que se aproveitou da entrevista foi Caio reconhecer, ainda que lamentando, que o explosivo crescimento das igrejas neopentecostais na década de 1980 atrapalhou a união das outras igrejas que estava acontecendo em torno da Teologia da Missão Integral (TMI) — que é, nas palavras de Ariovaldo Ramos, a vertente protestante da Teologia da Libertação.
Geralmente, os adeptos da TMI têm uma visão esquerdista da luta contra o PLC 122. A visão deles se traduz em apatia ou deboches, que Cristianismo Hoje e Genizah fazem muito bem, em sua perfeita comunhão espiritual e ideológica. Para eles, a ameaça do PLC 122 é pura suposição ou “moinhos de vento” na cabeça de alucinados. Os não alucinados, para eles, são os que têm a TMI na cabeça.
Cristianismo Hoje e Genizah nunca insinuaram que Marta Suplicy, Fátima Cleide, Lula, Dilma Rousseff e o PT são um bando de alucinados ou têm a mente cheia de moinhos de vento. Pelo contrário, Lula, Dilma, Obama e seus descarados apoiadores evangélicos foram muitas vezes celebrados em suas páginas. Qualquer mídia evangélica que festeje tais criaturas fatalmente debochará de genuínos seguidores de Jesus Cristo.
Quando iniciei a luta contra o PLC 122 no meio evangélico, a grande mídia evangélica, encharcada até a alma com a TMI, só enxergava o lado mais positivo que Fátima Cleide apresentava. Eu vi o lado realista, que por acaso era sombrio e negativo. Essa não foi a primeira vez que vi perigos que muitos não viam. Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi lançado, muitos o julgaram “exagerado” por denunciar que os activistas homossexuais chegariam ao ponto de exigir a doutrinação das crianças nas escolas. A resposta geral era: “Isso nunca vai acontecer no Brasil!”
Trabalhei, na década de 1990 (e posteriormente), como uma voz que clama no deserto. Quem leu meu livro naquela época, hoje me chama de profeta. Quem leu na década de 1990, sem ver o que ocorreria hoje, me achava um alucinado.

As ameaças dos activistas gays não são ficção

No início da luta contra o PLC 122, muitos me viam da mesma forma. Dá para entender quando o povo não compreende. Mas os líderes muitas vezes têm outras motivações. Um grande líder evangélico que, num artigo da revista Ultimato, atacou os cristãos que lutam contra o PLC 122 tinha uma motivação particular: viajando o Brasil inteiro para ministrar para milhares de pessoas, deixava filhos pequenos e cônjuge abandonados. O resultado: os filhos acabaram se envolvendo com o estilo de vida homossexual.
O que não é de surpreender são as ligações desse líder com Caio Fábio, revista Ultimato e Genizah. Mas em que sua raiva contra os cristãos anti-PLC 122 poderia ajudar seus filhos que entraram no homossexualismo por causa de seu sobrecarregado trabalho de ministrar em todo o Brasil? Destroem suas famílias e depois querem, na maior cara de pau, posar de guardiões de uma ética cristã hipócrita que se opõe a uma genuína defesa da família. Em que seus ataques e deboches aos cristãos anti-PLC 122 poderiam ajudá-lo a resgatar seus filhos do homossexualismo?
Graças a Deus, a visão progressista da TMI, que pinta os opositores do PLC 122 como paranóicos, está perdendo força. Um número cada vez maior de pessoas está enxergando as horrendas consequências que a sociedade brasileira sofrerá se o se o projecto de supremacismo gay for aprovado.
Para a volta ao texto do PLC 122 de Fátima Cleide, Marta se apoia nas palavras de Toni Reis, presidente da ABGLT, que disse: “Mais de três mil homossexuais foram assassinados no Brasil nos últimos anos. Mas o projecto ainda não foi aprovado”.
Ele também garantiu que “o projecto não afecta a liberdade de expressão dos religiosos que são contra o homossexualismo”.
Voltaremos assim às desculpas (e mentiras) de sempre — com o apoio de líderes evangélicos negligentes que facilitam a entrada de seus filhos no homossexualismo e depois procuram bodes expiatórios para seus próprios pecados.
Se o PLC 122 “não afecta a liberdade de expressão dos religiosos que são contra o homossexualismo”, então por que, mesmo sem esse projecto, Toni Reis pressionou o Ministério Público Federal contra mim e contra Silas Malafaia? Mesmo antes dessa acção da ABGLT, a própria Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo já havia feito queixa contra mim no MPF em 2006.
Por conta da minha luta contra o PLC 122, uma mobilização gayzista na rede social do Orkut levou um grande número de activistas gays a pressionar o Google a fechar meu blog em 2007. O Google só o reactivou depois da pressão de muitas pessoas, inclusive do filósofo Olavo de Carvalho, vários advogados e um procurador em Brasília.
Esse procurador telefonou para o Google perguntando sobre o fechamento do meu blog, recebendo como resposta que meus textos promovem violência contra os homossexuais. O procurador declarou ao advogado do Google que ele era assíduo leitor do meu blog e nunca havia visto um único texto meu de ódio ou violência contra os homossexuais. Em seguida, não vendo justificativa legal para manter meu blog encerrado e censurado, o Google o liberou.
Entretanto, as pressões gayzistas nunca cessaram. Mensagem interceptada de comunicação interna da ABGLT em 2010 mostra Toni Reis orientando os grupos homossexuais do Brasil a procurarem minha localização no exterior. Mais recentemente, por incitação de activistas homossexuais do Brasil, AllOut, uma das mais ricas organizações homossexuais dos EUA, me incluiu numa campanha para pressionar o PayPal a fechar a conta de dez importantes organizações cristãs. WND, um dos maiores sites conservadores dos EUA, denunciou a campanha contra mim.
Sob pressão de AllOut, minha conta de PayPal foi fechada no final de 2011, bloqueando um canal por onde cristãos enviavam suas ofertas para mim e minha família. Esse caso do PayPal ficou conhecido como o quarto maior caso de perseguição anticristã nos EUA em 2011. Vendo a vitória de AllOut contra mim, ativistas gays do Brasil conseguiram convencer a organização gayzista americana a lançar uma campanha para aprovar o PLC 122.
Entretanto, muito diferente do que esperavam os militantes gays do Brasil e dos EUA, meu ministério de alerta prossegue. E prosseguem as tentativas deles de me censurar, bloquear, localizar, processar e, sim, até prender.
Em Julho de 2011, WND já havia denunciado monitoração do Ministério de Segurança Nacional dos EUA ao meu blog. Como se sabe, hoje o governo mais pró-homossexualismo do mundo é o governo americano, que tem uma política mundial descaradamente a favor da agenda gay. Mesmo depois da denúncia, que se confirmou, meu blog continuou sofrendo visitações de órgãos americanos, numa vergonha revelação dos EUA agindo como uma polícia internacional pró-sodomia, patrulhando cristãos que se opõem ao supremacismo gay. As ameaças ao Blog Julio Severo estão agora registadas internacionalmente.
Pressões da Gaystapo brasileira e americana são uma ameaça constante ao Blog Julio Severo
Se mesmo não havendo nenhuma lei anti-“homofobia” no Brasil, meu blog já sofre todo esse patrulhamento, o que ocorreria depois da aprovação do PLC 122?
Com o PLC 122 aprovado, a ABGLT, a Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo e outros grupos gays radicais não se limitariam a fazer queixas, mas iriam directamente para a exigência de prisão para mim e outros que denunciam o pecado homossexual, com a alegação criminosa de que essa denúncia é a causa de assassinatos de homossexuais em ambientes de drogas, prostituição e brigas de parceiros ou clientes sexuais.
Se é verdade que três mil homossexuais foram assassinados no Brasil nos últimos anos, então é muito mais verdade que, no mesmo período, cerca de 1 milhão de brasileiros foram assassinados, e menos de dez por cento desses assassinatos foram solucionados. As outras centenas de milhares de assassinatos ficaram impunes.
Marta Suplicy fará tudo para que a luta de classes se torne realidade no Brasil, com a garantia de que o PLC 122 não trará nenhuma perseguição aos cristãos. Como reforço, a grande mídia evangélica esquerdista garantirá que a luta dos cristãos contra o PLC 122 é pura ilusão, é “luta contra moinhos de vento”. É a união perfeita do inútil com o desagradável. É um eco inconfundível da percepção da própria grande mídia secular do Brasil.
Sempre que lhe for ideologicamente conveniente, Suplicy continuará elogiando, adulando e defendendo os ativistas gays — a menos, é claro, que ela descubra que um concorrente político é homossexual.

Clodovil

Vale lembrar que provavelmente o maior inimigo de Suplicy era Clodovil Hernandes, que era homossexual assumido, mas inteligente o suficiente para se opor ao supremacismo gay por entender que a conduta homossexual não é natural. Clodovil não tinha receio de contrariar radicais ativistas gays.
Numa entrevista publicada na revista Veja, feita poucos dias antes de sua morte, o repórter perguntou: “Por que o senhor não apresentou nenhum projecto defendendo o direito dos homossexuais?”
Clodovil respondeu: “Deus me livre. Quais direitos? Direito de promover passeata gay? Não tenho orgulho de transar com homem”.
Clodovil: Não tinha orgulho de transar com homem e era o maior inimigo de Marta Suplicy
Se Suplicy e sua volta da mentira do PLC 122 tiverem êxito, a legalização do que não é natural e não é motivo nenhum de orgulho para ninguém produzirá opressão e injustiças na sociedade brasileira.
Clodovil chegou a reconhecer que queria uma mudança. Tal mudança o PLC 122 nunca poderá dar, mesmo que o governo, tirando dinheiro de nosso bolso, pague caríssimas operações de mudança de sexo.
Pena que não haja ainda operações de mudança de cérebro.
Transplantar o cérebro de Clodovil para Suplicy faria muito bem ao Brasil.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Pastores negros apelam a Obama que mude de posição (!) em relação ao homossexualismo

Mais de uma dúzia de pastores pertencentes à Coligação de Pastores Afro-Americanos ("Coalition of African American Pastors") reuniu-se em Memphis, Tenn., para falar contra o apoio de Obama ao "casamento" homossexual e para se opor ao "highjacking" que a comunidade LGBT fez ao movimento dos direitos civis.

O Rev. Robert Morris (New Jerusalem Church of God in Christ) afirmou:

O casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo é, na minha opinião, uma abominação perante Deus. É um pecado perante Deus. (...) Não vejo como é que alguém pode comparar isso aos direitos civis.
O Reverendo não vê nem o vê qualquer pessoa com dois dedos de inteligência. O que é que uma escolha sexual auto-destrutiva como o homossexualismo tem em comum com movimentos que visaram dar término a restrições impostas a um grupo de pessoas devido à sua composição genética?

Memphis alberga a "Church of God in Christ", uma denominação predominantemente negra e com uma longa história na luta pelos direitos civis das minorias, especialmente os cidadãos negros do Sul que suportaram um tratamento de segunda classe. É também a cidade onde o Dr. Martin Luther King, Jr. foi assassinado em 1968.

O Rev. Bill Ownes, organizador do evento e um veterano do movimento dos direitos civis que chegou a marchar com o falecido Martin Luther King, afirmou:

O grupo de clérigos negros e líderes do movimento dos direitos civis afirma que é tempo de mudar a maré contra o sequestro a que foi alvo o movimento dos direitos civis. . . . . Uma pessoa com 50 anos de idade pode apenas ler acerca das lutas e dos protestos da era dos direitos civis, mas alguns de nós, mais velhos, ainda tem as cicatrizes das batalhas para o provar, e os direitos pelos quais batalhamos de forma tão dura não incluíam o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo.
A coligação alega que "não há comparação legítima entre a cor da pele e o comportamento sexual."

Fonte

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Americanos não se deixaram enganar (desta vez)

A maioria dos americanos pensa defende que o Presidente americano Barack Obama se declarou a favor do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por cálculo político e não por convicção, revela uma sondagem publicada esta terça-feira.

Obama anunciou na semana passada que, pessoalmente, apoiava o "casamento" homossexual, tornando-se no primeiro Presidente dos Estados Unidos em exercício a adoptar esta posição sobre um tema social potencialmente explosivo, a seis meses da eleição presidencial.

Obama disse o que disse por “razões políticas” ou porque defende verdadeiramente aquilo que disse? 67% dos inquiridos responderam que foi por razões políticas, refere a sondagem New York Times/CBS News.

Seja como for, apenas 16% dos inquiridos referiram que estariam mais predispostos a votar em Obama depois do seu apoio ao casamento gay, e 26% disseram que estariam menos dispostos a votar no candidato democrata depois desta sua tomada de posição.

Apenas 7% dos inquiridos consideram que a questão do casamento gay era a mais importante para eles, sendo que a economia e o emprego estão no topo das prioridades para 62% dos eleitores americanos.

Fonte

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Aparentemente a declaração do Obama não apanhou ninguém de surpresa.

A esquerdalha portuguesa pode lançar foguetes e fazer a festa, mas a verdade dos factos é que apoiar o homossexualismo nos EUA é uma forma bem rápida de perder votos. Uma evidência para isto é o facto do "casamento" homossexualista ter sido submetido a consulta popular em 32 estados americanos, e as maiorias dos mesmos terem afirmado de modo claro que o casamento é 1 homem + 1 mulher.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

'Newsweek' apresenta Obama como 'primeiro presidente gay'

A edição da revista norte-americana 'Newsweek' que chega às bancas no dia 21 apresenta na capa Barack Obama como o "primeiro presidente gay". A fotografia do ocupante da Casa Branca tem sobreposta uma auréola com as cores do arco-íris, que simboliza a homossexualidade, dias depois de Obama ter afirmado numa entrevista que defende o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O tema de capa é um artigo assinado por Andrew Sullivan, colunista assumidamente homossexual, que vê nas palavras de Obama um marco na sociedade norte-americana.

A designação de Barack Obama como o "primeiro presidente gay" está longe de ser uma denúncia de homossexualidade do líder norte-americano, que é casado e tem duas filhas, surgindo como uma versão do cognome de "primeiro presidente negro" atribuída a Bill Clinton.

A 'Newsweek' procura conseguir pelo menos tanta atenção quanto a obtida pela concorrente 'Time', que pôs na capa uma criança com quase quatro anos a mamar nos seios da mãe.

Fonte

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Uma vez que várias vozes afirmam que Obama é mesmo homossexual, a Newsweek pode estar mais certa do que imagina.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Obama vai deixar a esposa

Está é a única conclusão razoável a ser retirada do seu recente apoio pessoal ao homossexualismo (ao revelar que é a favor da "igualdade" no casamento).

Acabo de concluir que, para mim, é importante seguir em frente e afirmar que os casais [sic] do mesmo sexo se deveriam casar.
Levando em conta que esta questão que afasta os eleitores, confirmado pelo facto de 30 estados terem aprovado leis e correcções anti-homogamia, só podemos imaginar o quão pessoal esta questão é para Obama.

Tal como John McCain, Obama parece estar a fazer um esforço enorme para perder as eleições - e ainda vamos em Maio.

Se as as coisas continuarem a evoluir neste sentido, lá para Setembro ele estará a usar roupas de mulher, comer carne de cão e a dar apoio aos sacrifícios humanos.

Fonte

domingo, 29 de abril de 2012

Presidente gambiano: Preferimos comer erva do que aceitar o comportamento homossexual

Perante as ameaças do governo de Obama de suspender as ajudas humanitárias, o Presidente Yahya Jammeh defendeu que as leis da Gâmbia proíbem o comportamento homossexual.
Se querem que sejamos ímpio como condição para recebermos ajudas, então podem levá-la. Nós havemos de sobreviver.

Preferimos comer erva do que aceitar esta atitude ímpia anti-Deus, anti-humanos e anti--criação.

A posição do país contra a homossexualidade tem sido alvo de escrutínio crescente desde que o esquerdista Obama anunciou em Dezembro último que os EUA iriam monitorizar o grau de aceitação da homossexualidade por parte dum país antes de considerar o envio ajuda humanitária.

Ou seja: ou abrem os "pacotes" ou não recebem os pacotes [de comida].

No mesmo dia em que a nova política gayzista obamista foi anunciada, Hillary Clinton declarou que os direitos homossexuais e os direitos humanos são "os mesmos". Para não ficar atrás no gayzismo, o "conservador" David Cameron fez declarações similares em Outubro último, ameaçando reduzir ou cortar com a ajuda humanitária a países que condenem os actos homossexuais ou não permitam o "casamento" homossexual (gaysamento).

As reacções às ameaças variaram de país para país. No Malawi, onde uma dupla homossexual foi condenada a 14 anos de trabalhos forçados depois de levar a cabo uma "cerimónia" de noivado, as autoridades comprometeram-se a reconsiderar a proibição poucos dias depois de Obama ter feito a sua declaração. No entanto, os líderes religiosos e políticos dos outros países africanos repudiaram a decisão.

O presidente da Gâmbia afirmou que o seu país perdeu já algumas das suas prácticas tradicionais muito devido à influência ocidental, mas que no entanto este era um ponto onde o país se iria manter firme.

Trocamos o nosso tradicional lenço de cabeça pela gravata mas não perderemos a nossa humanidade pelos alegados direitos humanos. Nós respeitamos os direitos humanos enquanto os humanos se comportam como seres humanos.

Deixem-me deixar bem claro: se vocês querem que eu ofenda a Deus de modo a que possa receber ajuda humanitária, estão a fazer um enorme erro. Vocês nunca me irão subornar de modo a que eu faça o que é maligno e ímpio.

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Esperamos ansiosamente que o Obama e a esquerdalha internacional levem a cabo este tipo de imperialismo homossexualista nos países islâmicos.

Yahya Jammeh: prefere comer erva do que aceitar a mal cheirosa agenda sodomita.



sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Obama demonstra que defesa do gayzismo é aliança táctica

Homossexual saudita vê o seu pedido de asilo político rejeitado pela administração de Obama. O Jerusalem Post reportou que Ali Ahmad Asseri alegou que se ele voltasse ao Reino da Arábia Saudita, enfrentaria a hipótese de ser executado devido à forma radical do islão que ordena a execução de homossexuais.

Segundo reportado, a administração de Obama negou o pedido de asilo como forma de "evitar transtornar a relação entre os EUA e a Arábia Saudita". Dito de outra forma, para Obama e os esquerdistas americanos, a politica que eles defendem - e a imaginada "relação" com a Arábia Saudita - está acima da vida dum homossexual proveniente dum país muçulmano.

Mas levando em conta a política pró-sodomia de Obama - sem paralelo na história americana - isto não faz sentido nenhum. Não foi o mesmo governo americano que se determinou em combater a "homofobia" onde quer que ela se manifeste? Porque é que os marxistas culturais do ocidente não combatem a "homofobia" presente nos países islâmicos?

Conferir asilo político a um homossexual dum país muçulmano mostraria ao mundo que Obama leva a sério a sua política de "acabar com o preconceito" contra a sodomia. Pior do que isso é que, ao contrário de muitas outras pessoas que pedem asilo político, Asseri não mentiu: o governo de facto executa os homossexuais.

Portanto, para Asseri, dizer a verdade não lhe serviu de nada uma vez que essa verdade não agrada aos marxistas que controlam a política americana.

Em contraste com isto, o homossexual brasileiro Augusto Pereira de Souza não sentiu qualquer tipo de dificuldade em ver-lhe concedido o pedido de asilo. A diferença é que Augusto veio dum pais de maioria Cristã enquanto que Asseri veio de um país de maioria islâmica.

Tudo o que o sodomita brasileiro teve que fazer foi alegar que "o Brasil é um dos países mais violentos no que toca à violência contra os homossexuais". Nada mais foi necessário para ele ser aceite como refugiado.

Apesar das acusações de Pereira do Brasil ser um país perigoso para os homossexuais, Asseri poderia viver livremente nas ruas daquele país. De facto, a sua dificuldade em obter asilo por parte de Obama foi reportada por um blogueiro e jornalista saudita-americano radicado no Brasil, o tal país "homofóbico".

Asseri e o jornalista que defende o pedido de asilo do primeiro seriam tratados de forma bem distinta por parte das autoridades sauditas. Ao contrário disso, Souza é livre para criticar e entrar no Brasil.

Tal como nos EUA, os órgãos de comunicação brasileiros e as agências governamentais locais são vincadamente pró-sodomia, e as suas críticas aos Cristãos e à sua alegada "homofobia" é bem vinda e fomentada - desde que tal criticismo seja direccionado exclusivamente aos Cristãos e nunca aos muçulmanos.

O que Souza não pode fazer é criticar e entrar na Arábia Saudita. Entrar nesse país não só seria provavelmente o seu fim, como mudaria sua percepção do Brasil como sendo um dos países mais violentos no que toca à vida dos homossexuais.

Se a Arábia Saudita fosse um país Cristão como o Uganda, seria mais fácil para o Obama aceitar o asilo de Asseri e catalogar essa nação de "homofóbica". Mas Obama não se pode dar ao luxo de dar o mesmo tipo de tratamento à Arábia Saudita - mesmo sendo este país radicalmente contra a sodomia, tal como Obama é radicalmente em favor dessa práctica sexual.

Stuart Appelbaum, um homossexual judeu nova-iorquino, disse que se a administração de Obama se recusasse em dar asilo a Ali Ahmad Asseri por receios da Arábia Saudita, então ele (Obama) seria cúmplice do seu destino.

Aparentemente este homossexual realmente acreditava que os esquerdistas genuinamente se preocupam com o destino dos homossexuais. Ele não sabia que a defesa da homossexualidade por parte dos marxistas culturais é apenas uma manobra táctica que visa 1) destruir a influência social do Cristianismo e 2) diminuir o poder a a influência política do povo. Stuar diz:

É precisamente devido à forma como Ahmad pode vir a ser tratado no seu homofóbico e brutal país que os EUA [isto é, os esquerdistas como o Obama] deveriam aceitar o seu pedido de asilo político.

Em relação à Arábia Saudita e à lei islâmica, a administração de Obama nunca irá sacrificar os seus interesses políticos e ideológicos - bem como as suas relações com as nações islâmicas - apenas para defender a sodomia como um "direito humano". É precisamente por isso que é mais seguro conferir asilo a um mentiroso homossexual brasileiro do que a um honesto homossexual saudita.

Entre 1) defender um acto sexual perverso e 2) não ofender os "aliados" muçulmanos, a segunda hipótese é uma espécie de "sexo seguro diplomático" para uma administração esquerdista estrategicamente comprometida em defender a primeira.

Quando a homossexualidade entra em choque com as relações internacionais mantidas com as nações islâmicas, o governo de Obama está comprometido em não ofender os países que executam os homossexuais.

Segundo os esquerdistas, a vida dum homossexual só é digna de ser defendida se isso não chocar com o seu marxismo cultural.

Aprovado por Obama e por todos os marxistas culturais.

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