* Os transsexuais sofrem quatro vezes mais com a SIDA que a média nacional
* 70 porcento dos transsexuais usa drogas e consome álcool
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de serem sem-abrigo que a população geral Americana
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de não terem emprego que a população geral Americana.
* Os transsexuais vivem em extrema pobreza e são mais susceptíveis de ter rendimentos abaixo dos $10,000 por ano.
* 40 porcento dos transsexuais reportaram terem tentado o suicídio.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Proibir a terapia para adolescentes "transsexuais" não acabará com os suicídios
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Transsexual confessa: "Sinto que estou a viver uma mentira"
Falando para a revista Closer, Matthew Attonley, que actualmente se identifica como "Chelsea", disse que desde que fez a cirurgia que sente que vive uma mentira, para além de ter mencionado a sua luta contra a depressão e a ansiedade, consequência dos hormonas que lhe foram prescritas.
Já se passaram sete anos desde que Attonley fez a cirurgia mas ele sente que "nunca fui totalmente aceite como uma mulher de verdade":
quarta-feira, 9 de julho de 2014
"O meu marido decidiu que era uma 'mulher', e isso acabou com o nosso casamento e com os meus relacionamentos futuros"
A mulher, cujo nome foi mantido secreto, tinha 18 anos quando conheceu "Ryan", um músico que lentamente foi entrando no seu coração. O seu sentido de humor fez com que a auto-definida "boa rapariga Católica" se apaixonasse pelo jovem, que estava a tentar ter sucesso dentro da cena musical Australiana nos anos 80. Quando ele lhe pediu que ambos se mudassem para Melbourne, ela pensou duas vezes. "Eu não queria viver em pecado", escreveu ela, e como tal, ele pediu-lhe em casamento.
Embora ela fosse de opinião que a sua vida era idílica, ele passou a ser taciturno e recluso. Pouco depois, ele abandonou-a, deixando-lhe uma carta onde ele afirma que se sente uma mulher presa dentro do corpo dum homem. Ela diz:
Fonte
terça-feira, 3 de junho de 2014
Despedidos por sugerirem que quem mutila o próprio corpo pode ter problemas mentais
Beck e Kimberly, do programa “The Morning Buzz”, foram despedidos por comentários feitos um dia antes do despedimento no seu programa matinal.
No entanto. Kimberly deu o seu apoio à provisão que confere aconselhamento psicológico aos assim chamados "transgéneros", afirmando que qualquer pessoa que queira uma operação médica de modo a que possa passar a viver como uma pessoa do sexo oposto "provavelmente é meio maluquinha".
A Entercom, companhia que é dona da estação de rádio onde corre o programa (ou corria), suspendeu a dupla mal eles saíram do ar (no próprio dia do em cima mencionado segmento radiofónico) qualificando os seus comentários de "odiosos". Kimberly expressou a sua raiva no Twitter afirmando:
Mas na declaração que foi feita no dia seguinte (Quinta-Feira de manhã), foi anunciado que o par havia sido despedido. A Entercom escreveu:
Embora a declaração de Kimberly em relação às pessoas que sofrem de confusão sexual possa ter pecado por falta de tacto, é verdade que a "American Psychological Association" (APA) classifica a disforia de género – definida como a “uma incongruência vincada entre o género experimentado/expressado com o género definido” – como doença mental, e os estudos revelam que 41% das pessoas que sofrem da mesma irão tentar levar a cabo um suicídio em determinada altura das suas vidas.
Embora os proponentes do transgenerismo tenham levado a cabo esforços intensos para passar a imagem de que os procedimentos de "alteração de sexo" fazem parte dos cuidados médicos básicos e normais para aqueles que sofrem de crises de identidade sexual, nem todos os profissionais da psiquiatria concordam. O Dr Keith Ablow tem sido um vocal oponente da normalização das radicais operações de alteração de sexo e do tratamento hormonal, especialmente à medida que os activistas pressionam os médicos para que estes dêem início a estes tratamentos em crianças cada vez mais novas.
Depois de legislação em favor da aceitação da ideologia transgénera ter sido aceite na California no princípio deste ano, Ablow disse ao site LifeSiteNews que o que causa a que uma pessoa se sinta "presa no corpo errado" tem que ser uma questão novamente discutida pela comunidade psiquiátrica:
O Dr. Kenneth Zucker, responsável pela task-force da APA que lida com os assuntos em torno da identidade sexual, não só concorda com Ablow, como compara a disforia de género como uma doença mental análoga à depressão - que varia da situacional até à crónica:
Zucker disse que ele é de opinião de que o seu trabalho, como terapeuta, é encontrar o tratamento que irá aumentar as probabilidades da confusão sexual ou "disforia" acabar por completo - e não saltar imediatamente para uns invasivos e irreversíveis procedimentos tais como operações de "mudança de sexo" que podem, na verdade, piorar o problema (tal como no caso da mulher Belga que recebeu uma operação de "mudança de sexo" e que mais tarde pediu (e recebeu) permissão para ser vítima de eutanásia visto não ter ficado satisfeita com os resultados da operação).
Rochester começará a oferecer operações de mudança de sexo aos seus funcionários e seus dependentes no dia 1 de Janeiro de 2015. Entretanto, o programa "Morning Buzz" foi cancelado.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
A verdade sobre a mudança impossível
Fonte: http://ow.ly/pwMGK..
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Homem suicida-se depois da operação de "mudança de sexo"
Pouco antes do Natal de 2012, os alunos da escola "St Mary Magdalen’s" em Lancashire, Inglaterra, ficaram a saber que, quando regressassem das férias, o professor que eles conheciam como o sr Nathan Upton seria daí em frente conhecido como Miss Meadows.
Naturalmente, muitos pais reagiram à notícia com ressentimento pelo facto das suas crianças ficarem expostas a este tipo de comportamento anormal por parte de alguém que deveria ser um exemplo para elas. Devido a isso, os pais fizeram sentir a sua preocupação junto dos média. Nathan Upton não só havia vivido como um homem, como havia sido casado e havia gerado filhos antes de decidir que queria ser uma "mulher".
Os activistas pelos direitos dos transsexuais, que exigiram apoio à sua decisão, nunca expressarão qualquer tipo de preocupação com o efeito que a decisão de Nathan teve na sua mulher ou nos filhos. E que dizer dos sentimentos dos outros membros da família, dos colegas, dos seus alunos ou mesmo dos contribuintes, que pagaram a sua operação? Todos aqueles que discordaram com a sua decisão foram acusados de "transfobia" (o politicamente correcto em acção).
Wayne Cowie, cujo filho de 10 anos tem sido aluno de Nathan há já três anos, disse que os seus filhos estavam confusos e preocupados. ‘O meu filho do meio pensa que um dia desses, ele acorda com o cérebro duma rapariga uma vez que foi-lhe dito que o sr Upton, à medida que foi envelhencendo, adquiriu o cérebro duma rapariga,’ afirmou o decorador de 35 anos. ‘Ele é um bom professor mas os meus filhos são demasiado novos para ficarem a saber a história dos pássaros e das abelhas desta forma.’
Num gesto claramente totalitário e intimidador, o sr Cowie disse que foi dito aos seus filhos que seriam punidos no semestre seguinte se continuasem a se referir ao professor como "sr Upton" e não como "Miss Meadows".
Outro pai disse também que "Isto é totalmente impróprio.... Qualquer professor que vai mudar de sexo, deve também mudar de escola."
O Fim
Três meses depois da sua operação, a "senhora" Lucy Meadows, também conhecido Nathan Upton, foi encontrado morto sem a presença de qualquer evidência que refute a tese de suicídio. Devido a isso, a polícia está a tratar este caso precisamente como um caso de suicídio. Claramente, ele era uma pessoa instável (tal como o são TODAS as pessoas que resolvem mudar de sexo), emocionalmente escamosa e sexualmente confusa que, finalmente, se arrependeu da operação drástica a que foi submetido.
A assim-chamada operação de "mudança de sexo" não muda o sexo da pessoa; nos homens, essa operação apenas cria um eunuco. Cortar o pénis e os testículos dum homem não o transformam numa mulher. Os profissionais de medicina podem até construir um orifício no meio das suas pernas mas nunca terá a aparência, a sensação ou a capacidade de reacção que o genuíno órgão sexual da mulher tem. O seu corpo ficará para sempre um corpo masculino e ele terá a necessidade de consumir elevadas doses de hormonas artificias femininos como forma de alterar o seu corpo e desenvolver seios. Escusado será dizer que ele nunca poderá ter filhos uma vez que ele não tem um útero nem ovários.
Muitos transsexuais arrependem-se da operação a que se submeteram, e pedem que a mesma seja revertida. Normalmente, isto é impossível. Nada pode tomar o lugar do pénis cortado. Talvez Nathan Upton se tenha apercebido tarde demais disto.
Os hormonas artificiais têm um impacto inevitável no cérebro da pessoa, causando alterações e intensificação das emoções. Imaginem as emoções duma rapariga adolescente a inundarem o cérebro dum homem castrado, que já não era emocionalmente são. Essas talvez sejam as razões que levaram a que Nathan enveredasse pelo suicídio, enviando assim a sua alma para o fogo eterno. Para sempre.
A brigada LGBT anunciou imediatamente que Nathan Upton foi vítima de "transfobia", e como evidência para isso eles apontam para os artigos que foram escritos em torno da sua história, e para os jornalistas que fizeram todos os possíveis para obter uma foto sua.
A verdade dos factos é que Upton cometeu o suicídio porque ele era uma pessoa perturbada. A tragédia do movimento homosexual é que o memso valida psicoses e neuroses como "direitos humanos", fazendo assim com que pessoas que PODERIAM obter ajuda profissional e viver vidas normais, vejam, em vez disso, as suas vidas destruidas em favor de sentimentos auto-destrutivos.
Fontes: Guardian, Daily Mail
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| Escola "Cristã" |
domingo, 10 de março de 2013
O ódio dos activistas transsexuais
* * * * * * *
É tremendamente irónico ver "grupos protegidos" da esquerda militante a guerrerarem entre si. Certamente que as feministas não se apercebem que as mesmas forças que dão apoio à "causa" transsexual são as mesmas que financiam o feminismo.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
"Eu tenho vivido uma mentira. A mudança de sexo foi um erro enorme"
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Falso médico transsexual colocou cimento e composto de pneu na cara de cliente
Uma mulher de Miami, na Flórida, Estados Unidos, acusa Oneal Ron Morris de lhe ter colocado cimento e um composto de pneu na cara. Esta é a segunda acusação contra o falso médico, após uma outra mulher ter revelado que tinha cimento nas nádegas.
Rajee Narinesingh, de 48 anos, tem as maçãs do rosto, o queixo e o lábio superior deformados. Segundo a própria, só recorreu ao falso médico Oneal Ron Morris por não ter dinheiro suficiente para um especialista verdadeiro.
“Aprendi da pior maneira. Podia ter morrido”, disse Rajee, a um canal de televisão de Miami, contando que nasceu mulher num corpo de homem: “Vivemos obcecados em tornar o nosso exterior adequado ao nosso interior. Por vezes fazemos asneiras e apostamos na sorte”.
No início de Novembro, Oneal Morris foi detido pela polícia de Miami, acusado de injectar uma mistura de cimento nas nádegas de uma paciente.
Oneal Morris, também transsexual, realizava as injecções na sua casa, sem qualquer licença médica.
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