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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Proibir a terapia para adolescentes "transsexuais" não acabará com os suicídios

Por Walt Heyer

Pessoas psicologicamente saudáveis não cometem suicídio. Mudar o género é uma expressão externa de alguma forma de depressão que teve início muito antes do suicídio. Os estudos já demonstraram que o suicídio é o resultado de doença mental e depressões não curadas, mas a elite que continua a forçar a mudança de sexo ignora as evidências, e os defensores dessa práctica culpam a falta de apoio por parte dos pais e por parte da sociedade pelos suicídios das pessoas trans. Os defensores apontam o dedo ao bullying, a discriminação e a desigualdade na sociedade - a tudo menos à doença mental ou a depressão.

Durante os anos 70, o Dr. Charles Ihlenfeld administrou terapia hormonal a centenas de transgéneros durante um período de seis anos na sua função como um  internista e colega de Dr. Harry Benjamin. A sua conclusão? Ele viu demasiada tristeza e demasiados suicídios. Nada mudou deste os anos 70. A terapia hormonal ainda é administrada aos transgéneros. O suicídio ainda ocorre com demasiada frequência, e 41% dos transgéneros tentam o suicídio.

Afirmar a falsa crença de que mudar o sexo é a cura para a depressão não mudou as consequências. Segundo aqueles que estudam o suicídio, "Mais de 90% das pessoas que morrem por motivos de suicídio têm uma doença mental na altura da sua morte. Depressão não curada é a causa primária de suicídio." 

Quando os transgéneros se apercebem mais tarde - depois de alguns meses, anos ou até décadas - que a mudança de sexo não resolveu a sua tristeza, seguem-se o desânimo e a depressão. Eles sentem em primeira mão que nenhuma quantidade de manipulação cirúrgica das suas partes corporais, de comportamento travestido, ou de mudanças cosméticas à sua aparência irão alguma vez mudar clinicamente uma pessoa dum sexo para o outro.

Ninguém consegue mudar o seu sexo

....e eu sei disso porque eu vive como "transsexual" durante 8 anos. Eu segui todos os passos prescritos para a minha mudança de sexo, e vi-me rodeado por amigos que concordaram com a minha decisão. Eu investi-me totalmente fisicamente, psicologicamente, financeiramente e emocionalmente na promessa dum futuro livre da disforia de género. Mas eu fui um dos 41% que tentou o suicídio como consequência do meu desespero.

Durante toda a minha vida, eu ansiei a mudança de sexo. Todos os passos do processo de transição aumentaram a antecipação: roupas e um estilo de cabelo que afirmam o sexo, um novo nome condizente com o meu "novo sexo", hormonas do sexo oposto ou bloqueadores de hormona, e cirurgias que aprimoravam a aparência. Todas estas actividades reforçar a falsa crença e a expectativa irrealista de que, após o meu processo, eu poderia mudar de sexo. 

Passados alguns anos, descobri que estava deprimido. Mudar de sexo foi uma diversão temporária que não ofereceu qualquer tipo de solução permanente para o meu stress mental - e, na realidade, só piorou os meus problemas. Senti-me envergonhado, quebrantado e sem esperança. Para mim, o primeiro passo rumo tomado para saída das amarras da depressão foi colocar de parte a expectativa irrealista de que os rapazes se podem magicamente tornar em raparigas, ou raparigas em rapazes. O passo seguinte foi explorar a possibilidade de que era bem possível que eu tivesse algum tipo de doença mental para além da disforia de género.

Transsexualismo significa a auto-rejeição

Quando a pessoa resolve mudar o seu sexo, ele ou ela está claramente a mudar a sua identidade sexual central. A avalanche de confirmação em favor do sexo oposto encoraja as pessoas a aprofundarem a sua auto-rejeição, e inspira-as rumo a uma esperança inatingível de que a felicidade encontra-se do outro lado da transição.

Na National Transgender Discrimination Survey, 41 porcento dos mais de 6,000 transsexuais inquiridos reportaram ter tentado o suicídio a dada altura das suas vidas. Quão alto este número tem que ser até que a loucura de se negar o papel da doença mental pare? Os defensores recusam-se a reconhecer a ligação entre as taxas de suicídio dos transsexuais com a doença mental e ais fazerem isso, eles estão a impedir os transsexuais de receberem o tratamento apropriado que pode prevenir os suicídios.

A elite iluminada culpa a falta de aceitação e afirmação pelos suicídios que ocorrem entre os transgéneros. Eles dizem que a transição e os hormonas do sexo oposto são a resposta para a infelicidade dos transsexuais e para a prevenção dos suicídios. É provável que vocês pensem como eles. Se sim, é chegada de reconsiderarem isso.

É hora de nos focarmos na prevenção do suicídio

Kyle Scanlon, um transsexual mulher-para-homem, viveu a vida que os activistas dizem que irá prevenir o suicídio. Totalmente integrada, apoiada e amada, Scanlon era directora-executiva da Lesbian Gay Bi Youth Line, e uma bem conhecida e respeitada líder e mentora da comunidade trans de Toronto. No entanto, ele suicidou-se no dia 3 de Julho de 2012. Os seus amigos disseram que ela sofria de depressão antes de depois da transição.

Não havia  menor sinal de discriminação ou desigualdade na sua vida como trans; não havia sociedade a quem apontar o dedo. Ela escolheu morrer, mesmo depois de mudar de sexo. Scalon, tendo todo o apoio possível na sua vida de transsexual, escolheu terminar com a sua vida e isto deveria ser uma lição para todos nós. Vocês podem culpar a sociedade, mas são as questões mentais por resolver que causam o suicídio.

Chegou o hora de nos focarmos na prevenção do suicídio e não na mudança de sexo. Sabemos que a depressão não-tratada pode leva a pessoa ao suicídio, mas quando as pessoas dizem que não gostam do sexo com o qual nasceram e nem dos seus corpos, esse facto é totalmente ignorado. Os médicos tratam as pessoas confusas em relação ao seu sexo ajudando-as a mudar de sexo.

É provável que a falta de cuidado dos médios ao não identificarem as desordens mentais esteja a causar o suicídio. Para as crianças, acrescente-se os pais e as escolas que as encorajam a viver uma vida de trans, que as coloca sob pressão psicológica acrescida - pressão essa que eles não conseguem lidar.

Os suicídios entre adultos e crianças irão continuar enquanto os médicos falharem ao não diagnosticarem - e tratarem - de forma acertada as desordens mentais. O suicídio de Kyle é uma evidência factual, uma consequência infeliz de se focar na aparência exterior quando as questões psicológicas continuam dentro da pessoa. Um dia desses iremos aprender que nenhuma mudança - incluindo as cirurgias que "ficam bem" -  serão suficientes para curar a dor interna.

Os transsexuais precisam da nossa ajuda

Em 2008 a National Gay and Lesbian Task Force juntou forças com o National Center for Transgender Equality para levar a cabo uma pesquisa a mais de 6,000 transsexuais nos Estados Unidos. O que eles apuraram revelam a clara realidade da vida de transsexual:
* Os transsexuais sofrem quatro vezes mais com a SIDA que a média nacional
* 70 porcento dos transsexuais usa drogas e consome álcool
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de serem sem-abrigo que a população geral Americana
* Os transsexuais são duas vezes mais susceptíveis de não terem emprego que a população geral Americana.
* Os transsexuais vivem em extrema pobreza e são mais susceptíveis de ter rendimentos abaixo dos $10,000 por ano.
* 40 porcento dos transsexuais reportaram terem tentado o suicídio.
Na minha opinião. este triste lista é um forte caso em favor da existência de questões psicológicas, especialmente a depressão, o que leva ao suicídio. Os resultados da pesquisa apontam para um falhanço de disponibilizar tratamento eficaz aos indivíduos que lutam com a sua identidade sexual.

As pessoas psicologicamente saudáveis não tentam o suicídio. Mudar o sexo é uma expressão exterior de alguma forma de depressão que começou muito antes do suicídio.


* * * * * * * 

Porque é que a elite continua a promover uma não-científica mudança de sexo quando isso é impossível e prejudicial?  Porque ao gerar mais caos na sociedade (e a má conduta sexual é uma forma óptima de gerar o caos), a elite planta as sementes duma futura tomada de poder absoluto de poder na sociedade, quando esta mesma sociedade - cansada do caos - implorar que o governo "restaure a ordem". Só que a maior parte das pessoas não entende que quem fomentou a desordem foi precisamente a mesma elite a quem as massas pedem que resolva o que essa mesma elite criou.

A agenda homossexual é uma arma de desestabilização social - e não uma militância em favor dos "direitos civis" duma "minoria sexual".

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Transsexual confessa: "Sinto que estou a viver uma mentira"

Homem que se submeteu a uma cirurgia de mudança de sexo, paga pela sistema de saúde Britânico com o nome de NHS, afirma agora que quer reverter a sua operação.

Falando para a  revista Closer, Matthew Attonley, que actualmente se identifica como "Chelsea", disse que desde que fez a cirurgia que sente que vive uma mentira, para além de ter mencionado a sua luta contra a depressão e a ansiedade, consequência dos hormonas que lhe foram prescritas.

Já se passaram sete anos desde que Attonley fez a cirurgia mas ele sente que "nunca fui totalmente aceite como uma mulher de verdade":

Sempre quis ser uma mulher, mas nenhuma quantidade de cirurgia me pode dar um genuíno corpo feminino, e como tal, sinto que estou a viver uma mentira.

Cheguei à conclusão que será mais fácil eu parar de lutar contra a forma como eu naturalmente me pareço e aceitar que fisicamente nasci como um homem.

Pensei que a cirurgia me faria sentir-me completo, mas isso não aconteceu. Dentro de mim, e apesar da cirurgia, eu sempre soube que eu havia nascido como um homem. Eu não conseguia manter a fachada de fingir que era uma mulher visto que isso me estava a destruir.

Independentemente da quantidade de maquilhagem que eu colocava, ou da forma como eu me vestia, eu sabia que as pessoas nunca olhariam para mim como uma mulher de verdade.

Attonley tem agora a esperança de que o NHS lhe pague a cirurgia necessária para que ele volte a ser um homem [sic]. Alex Wild, director de pesquisa da organização "TaxPayers’ Alliance", disse:

O NHS tem que ar prioridade aos serviços cruciais de ponta e não a cirurgias de vaidade ridículas. Toda esta saga custa demasiado. Se o [National] Health Service tem que ser financiado da forma correcta, então este tipo de desperdício tem que ser colocado de parte.

No ano passado, uma mulher Belga acabou com a sua vida através da eutanásia  depois duma operação de mudança de sexo ter ficado aquém das suas expectativas.

As pesquisas já demonstraram que um elevado número de pessoas que se submete à uma cirurgia de mudança de sexo comete suicídio.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

"O meu marido decidiu que era uma 'mulher', e isso acabou com o nosso casamento e com os meus relacionamentos futuros"

O que é que acontece quando uma boa rapariga Católica casa-se com o homens dos seus sonhos e um dia ele diz que ele pensa que é uma mulher? Segundo um artigo autobiográfico presente no Sydney Morning Herald, isso destroça um coração e pavimenta o caminho para uma vida de relacionamentos emocionalmente atrofiados; o mesmo artigo pede à sociedade que leve em consideração "o outro lado" do debate em torno dos transgénero.

A mulher, cujo nome foi mantido secreto, tinha 18 anos quando conheceu "Ryan", um músico que lentamente foi entrando no seu coração. O seu sentido de humor fez com que a auto-definida "boa rapariga Católica" se apaixonasse pelo jovem, que estava a tentar ter sucesso dentro da cena musical Australiana nos anos 80. Quando ele lhe pediu que ambos se mudassem para Melbourne, ela pensou duas vezes. "Eu não queria viver em pecado", escreveu ela, e como tal, ele pediu-lhe em casamento.

Embora ela fosse de opinião que a sua vida era idílica, ele passou a ser taciturno e recluso. Pouco depois, ele abandonou-a, deixando-lhe uma carta onde ele afirma que se sente uma mulher presa dentro do corpo dum homem. Ela diz:

Nessa noite não houve qualquer tipo de conversa, mas só algo do tipo "Amo-te, e vou continuar a amar-te mesmo depois de passar a ser uma mulher". A minha atitude foi algo do tipo "Podes ser um lobisomem ou uma mulher, mas não me abandones".... Acho que o Ryan pensou que tudo continuaria na mesma mesmo depois dele se tornar numa mulher.

Mas um dia ela chegou a casa e ficou chocada por vê-lo a assistir televisão usando uma das roupas dela.

Passei um longo tempo a pensar se quando se ama alguém, o género dessa pessoa realmente importa. Não consegui ter outra resposta que, sim, importa.

Apesar dos seus esforços de manter um casamento saudável, o impulso de Ryan de ter auto-realização e satisfação matou o seu relacionamento e deixou a mulher com o coração partido. Ele saiu de casa e submeteu-se a uma cirurgia de implante mamário, chegando a ligar para a sua esposa a perguntar se ela lhe poderia trazer um sutiã Playtex Cross-Your-Heart tamanho 16.

O nosso divórcio foi mútuo e ele foi finalizado em 1990. Ryan estava tão consumido pela sua mudança que o nosso casamento tornou-se secundário.

Ela disse que o seu ex-marido "avançou rapidamente com a sua vida, encontrando outro transsexual homem-para-mulher num dos encontros entre transgéneros. Eu estava fora do país quando o seu novo parceiro me ligou para dizer que o pénis de Ryan havia sido removido com sucesso."

Ela disse que ficou sem reacção antes de responder que o novo parceiro do ex-marido provavelmente acreditava que isso eram "boas notícias". Mas isso terminou com aquele que foi o capítulo mais feliz da minha vida. "O homem que eu havia amado deixou de existir."

O fim de casamento de cortar o coração deixou-a emocionalmente marcada e incapaz de se comprometer com outra pessoa.

Tive relacionamentos, a maioria deles breves, e não permiti que eu voltasse a apaixonar-me. Não me arrependo do meu casamento, visto que ele me deu alegria durante muitos anos. Certamente que não culpo o Ryan nem a mim mesma pelo que aconteceu, mas lamento as repercussões da sua decisão de alterar a sua anatomia.

A sua história, um conto raro sobre a forma como a transição dum transgénero prejudica aqueles que lhe são próximos e que lhe amam, foi disponibilizada como forma de alargar o debate em torno da práctica (que é mais aceite na Austrália culturalmente liberal).

A maior parte das histórias dos transgénero são contadas do ponto de vista da pessoa que muda, e não do ponto de vista da família. Acho que é importante que se conte o outro lado da história visto que os efeitos têm um alcance bem amplo junto daqueles a quem isto afecta.

Fonte

terça-feira, 3 de junho de 2014

Despedidos por sugerirem que quem mutila o próprio corpo pode ter problemas mentais

Dois apresentadores de rádio foram despedidos dos seus postos de trabalho depois de terem tomado parto dum segmento radiofónico de 12 minutos onde criticaram a cidade por concordar em financiar procedimentos de alteração de sexo para os seus funcionários e dependentes, e terem sugerido que os potenciais "transsexuais" são mentalmente doentes.

Beck e Kimberly, do programa “The Morning Buzz”, foram despedidos por comentários feitos um dia antes do despedimento no seu programa matinal.

Durante o curso do segmento que se focou na cobertura de saúde municipal aos auto-identificados "transgénero", a dupla atacou a decisão da cidade qualificando-a de um desperdício do dinheiro dos contribuintes, e questionando o porquê da dispendiosa operação de "mudança de sexo", e os tratamentos associados, terem que ser pagos pela cidade, mas o aumento dos seios ou as operações faciais para as mulheres não o serem também, visto que elas também podem não estar felizes com a sua aparência.

No entanto. Kimberly deu o seu apoio à provisão que confere aconselhamento psicológico aos assim chamados "transgéneros", afirmando que qualquer pessoa que queira uma operação médica de modo a que possa passar a viver como uma pessoa do sexo oposto "provavelmente é meio maluquinha".

A Entercom, companhia que é dona da estação de rádio onde corre o programa (ou corria), suspendeu a dupla mal eles saíram do ar (no próprio dia do em cima mencionado segmento radiofónico) qualificando os seus comentários de "odiosos". Kimberly expressou a sua raiva no Twitter afirmando:

A liberdade de expressão inclui a liberdade para ofender os outros. Tu não tens o direito de não ficares ofendido nesta vida.

Mas na declaração que foi feita no dia seguinte (Quinta-Feira de manhã), foi anunciado que o par havia sido despedido. A Entercom escreveu:

Durante esta manhã, a Entercom despediu Kimberly e Beck com efeitos imediatos. Os seus comentários odiosos contra a comunidade transgénero [sic] não representam a nossa estação e nem a nossa companhia. Pedimos sinceras desculpas à comunidade transgénero [sic], à comunidade de Rochester, e a qualquer pessoa que possa ter ficado ofendida com os seus comentários. Temos orgulho do trabalho passado que fizemos juntamente com a comunidade lgbt local, e continuamos comprometidos com essa parceria.

Embora a declaração de Kimberly em relação às pessoas que sofrem de confusão sexual possa ter pecado por falta de tacto, é verdade que a "American Psychological Association" (APA) classifica a disforia de género – definida como a “uma incongruência vincada entre o género experimentado/expressado com o género definido” – como doença mental, e os estudos revelam que 41% das pessoas que sofrem da mesma irão tentar levar a cabo um suicídio em determinada altura das suas vidas.

Embora os proponentes do transgenerismo tenham levado a cabo esforços intensos para passar a imagem de que os procedimentos de "alteração de sexo" fazem parte dos cuidados médicos básicos e normais para aqueles que sofrem de crises de identidade sexual, nem todos os profissionais da psiquiatria concordam. O Dr Keith Ablow tem sido um vocal oponente da normalização das radicais operações de alteração de sexo e do tratamento hormonal, especialmente à medida que os activistas pressionam os médicos para que estes dêem início a estes tratamentos em crianças cada vez mais novas.

Depois de legislação em favor da aceitação da ideologia transgénera ter sido aceite na California no princípio deste ano, Ablow disse ao site LifeSiteNews que o que causa a que uma pessoa se sinta "presa no corpo errado" tem que ser uma questão novamente discutida pela comunidade psiquiátrica:

Como psiquiatras, não sabemos de forma precisa a origem de uma crença fixa e falsa, e se viermos a descobrir que as pessoas que pensam que se encontram presas no género [sic] errado poderiam ter sido ajudadas com algo mais do que um bisturi, então, nós, como membros duma área científica, seremos responsáveis por não termos sido mais diligentes na busca destas respostas em relação às origens disto.

O Dr. Kenneth Zucker, responsável pela task-force da APA que lida com os assuntos em torno da identidade sexual, não só concorda com Ablow, como compara a disforia de género como uma doença mental análoga à depressão - que varia da situacional até à crónica:

Para algumas pessoas, uma depressão de dimensões consideráveis é uma condição de vida que nunca acaba. Mas há pessoas cujos sintomas podem ser diminuídos através da terapia ou tratamento, e para algumas pessoas, esta depressão desaparece para sempre - quer seja através de tratamento e da medicação ou por si só. Sou de opinião que o mesmo se verifica com disforia de género. Para algumas pessoas esta é uma condição para toda a vida, e existem pessoas para quem a disforia vem e vai, ou desaparece por completo.

Zucker disse que ele é de opinião de que o seu trabalho, como terapeuta, é encontrar o tratamento que irá aumentar as probabilidades da confusão sexual ou "disforia" acabar por completo - e não saltar imediatamente para uns invasivos e irreversíveis procedimentos tais como operações de "mudança de sexo" que podem, na verdade, piorar o problema (tal como no caso da mulher Belga que recebeu uma operação de "mudança de sexo" e que mais tarde pediu (e recebeu) permissão para ser vítima de eutanásia visto não ter ficado satisfeita com os resultados da operação).

Rochester começará a oferecer operações de mudança de sexo aos seus funcionários e seus dependentes no dia 1 de Janeiro de 2015. Entretanto, o programa "Morning Buzz" foi cancelado.
Fonte

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A verdade sobre a mudança impossível

Por Michael Brown 

A história que nos chega da Bélgica é verdadeiramente trágica: uma mulher de 44 anos, desapontada com a operação de "mudança de sexo" (de mulher para "homem"), tomou a decisão de se submeter a uma eutanásia sentido que a operação lhe havia transformado num monstro. Mas a história por trás da história é ainda mais trágica.

Obviamente que se nós acreditássemos nas reportagens que os média propagam incessantemente, seríamos levados a pensar que todas as pessoas que alguma vez fizeram uma operação de "mudança de sexo" se encontram felizes com o resultado. Levando em conta essa forma de ver as coisas, existe agora um novo termo que é suposto nós usarmos: cirurgia de realinhamento do género. Esta nova terminologia veio para substituir a anterior - cirurgia de reatribuição sexual - que por sua vez substituiu o termo mais gráfico prévio: operação de mudança de sexo.

E é importante não sermos ingénuos em relação a isto: Esta é inquestionavelmente uma cirurgia radical que envolve a remoção e a alteração de órgãos perfeitamente funcionais apenas e só porque uma pessoa fica convencida (na sua mente) de que esses órgãos não deveriam estar por lá.

No caso da mulher Belga que cresceu com o nome Nancy Verhelst (mais tarde adoptou o nome Nathan Verhelst), ela recebeu permissão para se submeter a uma injecção letal com base na sua declaração de que se encontrava em "sofrimento psicológico insuportável". (Convém ressalvar que uma em cada 50 mortes que ocorrem actualmente na Bélgica são o resultado da eutanásia, mas essa é outra história trágica.)

Como reportado na Bélgica, Verhelst afirmou que, depois da cirurgia, "Eu encontrava-me pronta para celebrar o meu renascimento mas quando me olhei no espelho, fiquei com nojo de mim mesma. O meu novo peito não estavam de acordo com as minhas expectativas e o meu novo pénis tinha sintomas de rejeição. Eu não queria ser  . . . . um monstro."

Tudo isto é suficientemente triste em si, mas a história por trás de história é ainda pior - apontando para questões profundas que envolvem a vida de Verhelst. A sua mãe havia-lhe rejeitado desde o momento de nascença, havendo dito o seguintes depois que soube da morte da filha:

Quando vi a Nancy pela primeira vez, o meu sonho foi destruído. Ela era tão feia. Eu tive um nascimento fantasma. A sua morte não me perturba.

Alguma vez ouvimos uma mãe a dizer uma coisa tão cruel sobre a sua filha? Ela continua:

Para mim, este capítulo terminou. A sua morte não me perturba. Não sinto nenhuma dor, nenhuma dúvida ou remorso. Nunca tivemos algum tipo de conexão portanto, nada foi quebrado.

E a Nancy lutou com a dor da rejeição até ao momento da sua morte, tal como o artigo revela:

Horas antes da sua morte,Verhelst falou da forma como, quando era criança, sempre se sentiu rejeitada e como "era a menina que ninguém queria", descrevendo a forma como a sua mãe se queixou quando teve uma menina quando, na verdade, desejava que ela tivesse nascido um rapaz.

Não é preciso qualquer qualificação em Psicologia para ver que esta era a causa dos problemas da Nancy. Ser rejeitada desde a nascença pela sua própria mãe por ser "feia" e ser "um nascimento fantasma", e também por não ter sido o rapaz que a sua mãe desejava, eram as verdadeiras causas da sua confusão sexual. (Não estou a dizer que isto é o que acontece em todas as situações, mas esta parece ser a melhor explicação para este caso.

Walt Heyer é um homem que passou uma situação semelhante na sua vida. Quando era criança, a sua avó vestia-o com roupas de menina (afirmando o quão "bonita" ele ficava com roupas de menina), e mais tarde foivárias vezes abusado sexualmente por outro homem.

Como um homem casado, Heyer concluiu que ele era, na verdade, uma "mulher", o que o motivou a submeter-se a terapia hormonal e a passar por uma operação de mudança de sexo e assumir a identidade feminina de "Laura" - identidade essa que ele manteve durante alguns anos. Mas tarde, apercebeu-se que os seus problemas profundos não foram resolvidos. Sem surpresa alguma, o médico que executou a operação nele falhou ao não explorar as outras questões que perturbavam Heyer.

Eventualmente, Heyer parou de tomar os hormonas, reverteu o que foi possível  reverter da sua cirurgia, casou-se com outra mulher, e fez o site SexChangeRegret.com. Um relatório present no site declara:

O "Belgrade Center for Genital Reconstructive Surgery" afirma que eles receberam mais de 1,500 pedidos de reversão da cirurgia.

Porque será?

O site de Heyer também tem uma ligação para uma história reportada em Outubro, na Inglaterra, onde se lê

"Eu nasci um rapaz, tornei-me numa rapariga, e agora quero voltar a ser um rapaz outra vez": O mais novo paciente submetido à troca de sexo vai reverter a operação.

É por motivos como este que, há alguns anos atrás, o hospital da Universidade John Hopkins, debaixo da liderança do psiquiatra Paul McHugh colocou um fim a cirurgia da mudança de sexo. 

Tal como ressalvou McHugh (falando da cirurgia "homem-para-mulher"), "Não é óbvio como os sentimentos do paciente de que ele é uma mulher presa no corpo dum homem não são diferentes dos sentimentos dum paciente com anorexia nervosa de que está está gorda apesar do seu estado emagrecido e caquético? Nós não executamos uma liposucção aos anoréticos. Porque é que amputamos os genitais destes homens infelizes? De certeza que o problema está na mente e não no membro."

No entanto, sempre que eu e outros sugerimos que deveríamos investir as nossas energias na análise mais profunda das questões que perturbam estes indivíduos - qualquer que seja a sua idade - somos qualificados de pessoas odiosas e insensíveis.

Em relação a McHugh, o distinto professor de psiquiatria na Universidade Johns Hopkins, e que também fez parte do concílio bioético do Presidente George W. Bush, ele foi atacado nos sites transgénero como sendo alguém retrógrado.

Se por acaso alguém se questiona para onde caminham as coisas, leiam esta que nos chega da Argentina:

Uma menina [sic] de seis anos, que nasceu rapaz, tornou-se na primeira criança transgénero da Argentina a ver o seu nome oficialmente alterado nos documentos.

Seis anos?!! Esta é a altura da vida em que as crianças mal conseguem fazer distinção entre a realidade e a fantasia, no entanto este rapaz, que se identificava como rapariga desde que começou a falar, é, agora legalmente (mas não biologicamente) uma "rapariga".O que virá a seguir?

Para os Cristãos, a mensagem é clara: Ao mesmo tempo que temos compaixão por aqueles que buscam as estratégias divinas para a sua plenitude, temos que celebrar as distinições sexuais entre os homens e as mulheres, reconhecendo a beleza e a sabedoria de Génesis 1:27:

E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.

Fonte: http://ow.ly/pwMGK..

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Homem suicida-se depois da operação de "mudança de sexo"

Vocês enviam os vossos filhos para escolas onde eles podem ser expostos a pessoas com distúrbios mentais graves, chegando ao ponto deles não saberem de que sexo são? Pois fiquem sabendo - se ainda não sabiam - que isso é profundamente perturbador para as crianças; muitas delas podem vir a sofrer algum tipo de ansiedade e medo quando lhes for dito que um homem tomou a decisão de cortar o seu apêndice reprodutor. A situação torna-se ainda pior se isso acontecer numa escola supostamente "Cristã". Onde é que a Bíblia diz para se concordar com um homem que pensa que ele é uma mulher?

Pouco antes do Natal de 2012, os alunos da escola "St Mary Magdalen’s" em Lancashire, Inglaterra, ficaram a saber que, quando regressassem das férias, o professor que eles conheciam como o sr Nathan Upton seria daí em frente conhecido como Miss Meadows.

O sr Upton fez recentemente uma mudança significativa na sua vida e fará a transição para a vida como uma mulher,” escreveu a directora da escola, Karen Hardman. Esta carta foi amplamente difundida pelos média ingleses, e quem se revelasse preocupado com o facto duma homem resolver seguir a via da auto-mutilação como forma de satisfazer desejos subjectivos, seria catalogado de "transfóbico."

Naturalmente, muitos pais reagiram à notícia com ressentimento pelo facto das suas crianças ficarem expostas a este tipo de comportamento anormal por parte de alguém que deveria ser um exemplo para elas. Devido a isso, os pais fizeram sentir a sua preocupação junto dos média. Nathan Upton não só havia vivido como um homem, como havia sido casado e havia gerado filhos antes de decidir que queria ser uma "mulher".

Os activistas pelos direitos dos transsexuais, que exigiram apoio à sua decisão, nunca expressarão qualquer tipo de preocupação com o efeito que a decisão de Nathan teve na sua mulher ou nos filhos. E que dizer dos sentimentos dos outros membros da família, dos colegas, dos seus alunos ou mesmo dos contribuintes, que pagaram a sua operação? Todos aqueles que discordaram com a sua decisão foram acusados de "transfobia" (o politicamente correcto em acção).

Wayne Cowie, cujo filho de 10 anos tem sido aluno de Nathan há já três anos, disse que os seus filhos estavam confusos e preocupados. ‘O meu filho do meio pensa que um dia desses, ele acorda com o cérebro duma rapariga uma vez que foi-lhe dito que o sr Upton, à medida que foi envelhencendo, adquiriu o cérebro duma rapariga,’ afirmou o decorador de 35 anos. ‘Ele é um bom professor mas os meus filhos são demasiado novos para ficarem a saber a história dos pássaros e das abelhas desta forma.

Num gesto claramente totalitário e intimidador, o sr Cowie disse que foi dito aos seus filhos que seriam punidos no semestre seguinte se continuasem a se referir ao professor como "sr Upton" e não como "Miss Meadows".

Outro pai disse também que "Isto é totalmente impróprio.... Qualquer professor que vai mudar de sexo, deve também mudar de escola."

O Fim

Três meses depois da sua operação, a "senhora" Lucy Meadows, também conhecido Nathan Upton, foi encontrado morto sem a presença de qualquer evidência que refute a tese de suicídio. Devido a isso, a polícia está a tratar este caso precisamente como um caso de suicídio. Claramente, ele era uma pessoa instável (tal como o são TODAS as pessoas que resolvem mudar de sexo), emocionalmente escamosa e sexualmente confusa que, finalmente, se arrependeu da operação drástica a que foi submetido.

A assim-chamada operação de "mudança de sexo" não muda o sexo da pessoa; nos homens, essa operação apenas cria um eunuco. Cortar o pénis e os testículos dum homem não o transformam numa mulher. Os profissionais de medicina podem até construir um orifício no meio das suas pernas mas nunca terá a aparência, a sensação ou a capacidade de reacção que o genuíno órgão sexual da mulher tem. O seu corpo ficará para sempre um corpo masculino e ele terá a necessidade de consumir elevadas doses de hormonas artificias femininos como forma de alterar o seu corpo e desenvolver seios. Escusado será dizer que ele nunca poderá ter filhos uma vez que ele não tem um útero nem ovários.

Muitos transsexuais arrependem-se da operação a que se submeteram, e pedem que a mesma seja revertida. Normalmente, isto é impossível. Nada pode tomar o lugar do pénis cortado. Talvez Nathan Upton se tenha apercebido tarde demais disto.

Os hormonas artificiais têm um impacto inevitável no cérebro da pessoa, causando alterações e intensificação das emoções. Imaginem as emoções duma rapariga adolescente a inundarem o cérebro dum homem castrado, que já não era emocionalmente são. Essas talvez sejam as razões que levaram a que Nathan enveredasse pelo suicídio, enviando assim a sua alma para o fogo eterno. Para sempre.

A brigada LGBT anunciou imediatamente que Nathan Upton foi vítima de "transfobia", e como evidência para isso eles apontam para os artigos que foram escritos em torno da sua história, e para os jornalistas que fizeram todos os possíveis para obter uma foto sua.  

Ou seja, segundo os activistas homossexuais, quando uma pessoa vê o seu nome nos jornais, e vê jornalistas a tentar obter a sua foto, isso gera em si a vontade de cometer o suicídio. Certamente que isso será uma notícia chocante para todas as figuras públicas que vêem o seu nome diariamente exposto nos jornais e nas revistas cor de rosa.  Para além disso, quando Upton cometeu suicídio, o interesse da impressa havia já arrefecido.

A verdade dos factos é que Upton cometeu o suicídio porque ele era uma pessoa perturbada. A tragédia do movimento homosexual é que o memso valida psicoses e neuroses como "direitos humanos", fazendo assim com que pessoas que PODERIAM obter ajuda profissional e viver vidas normais, vejam, em vez disso, as suas vidas destruidas em favor de sentimentos auto-destrutivos.

Fontes: Guardian, Daily Mail

Escola "Cristã"
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domingo, 10 de março de 2013

O ódio dos activistas transsexuais

Germaine Greer, a mundialmente famosa feminista e académica, foi vítima de um ataque histérico por parte de transsexuais neo-zelandeses. Os corajosos mulheres-homens, auto-identificados como os "Queer Avengers", demonstraram a sua intolerância e desrespeito pelos pontos de vista alheios atacando Germaine Greer com uma glitter-bomb durante uma sessão de autógrafos que ocorreu no ano passado. Isto apenas demonstra a sua inabilidade de se envolverem numa discussão racional, ou num diálogo adulto.

Greer, que nunca escondeu os seus pontos de vista - mesmo no que toca aos assim chamados "transsexuais" - escreveu no passado que um homem nunca se  pode tornar numa verdadeira mulher cortando os seus genitais, e que aqueles que o fazem, nada mais são que "uma paródia grotesca" duma mulher genuína. Ela acrescentou ainda que o homem que pensa que ele é uma mulher, ou que nasceu no corpo errado, sofre duma desilusão.

Obviamente que Germaine Greer está cientificamente e psicologicamente correcta, e esta posição é partilhada por profissionais competentes. O Dr. Joseph Berger afirma que a cirurgia cosmética não altera os cromossomas do ser humano, e que isso não transformará um homem numa mulher - com a capacidade de menstruar, ovular e gerar crianças no seu útero - nem transformará uma mulher num homem - com a capacidade de gerar esperma que se pode unir ao óvulo da mulher e fertilizar esse ovo de modo a produzir um bebé humano.

Durante os anos 90, Greer  opôs-se à eleição de transsexuais para a instituição para a qual trabalhava - Newnham College, Cambridge - alegando que isto nada mais era que mais uma forma de dar mais empregos aos homens, que eram já a maioria na universidade. No seu livro de 1999, "The Whole Woman":

Governos que são compostos por muito poucas mulheres foram rápidos em reconhecer como mulheres homens que acreditam que são mulheres, e  que se castraram para o provar. Aparentemente eles olham para as mulheres não como outro sexo, mas como um não-sexo.

Nenhum dos homens que fez a assim-chamada "operação de mudança de sexo" implorou por uma transplante de um útero e de ovários; se este tipo de transplantes fossem manhttp://www.guardian.co.uk/commentisfree/2012/may/29/transgenderism-hate-speechdatórios para aqueles que querem ser mulheres, eles desapareceriam rapidamente. 

A insistência das "mulheres" artificialmente criadas de aceitação é uma expressão institucional duma crença errada de que as mulheres são homens defeituosos.

Felizmente, Germaine Greer é uma mulher resistente e é muito pouco provável que ela mude a sua posição como forma de evitar as críticas e a acusações de "transfobia".

Muitas outras feministas proeminentes levantaram já protestos em torno da forma como os transsexuais estão a intimidar e a agir de forma abusiva contra todos aqueles que não concordam com a sua nova "ortodoxia". Transsexuais histéricos baniram a professora Sheila Jeffries, bem como outras palestrantes feministas, dum encontro em Conway Hall alegando que os seus pontos de vista eram "discurso de ódio", e insistindo que quem se recusa a reconhecer a validade das operações de mudança de sexo, assemelha-se a quem se recusa a aceitar a  historicidade do Holocausto!

Soa familiar? Claro. Estes são os clichés comuns usados pelos queers como forma de promover a sua agenda e censurar qualquer tipo de debate racional. A verdade dos factos é que os queers é que são os verdadeiros intimidadores (inglês: "bullies").

Sheila Jeffries relata:

Há já alguns anos que está em práctica uma campanha organizada via internet e via acções locais, que tenta garantir que eu e outras pessoas que criticam o transgenerismo . . . . não tenhamos qualquer oportunidade de falar em público. Ainda não consegui falar do transgenerismo, mas falo de religião e sobre os direitos das mulheres, a pornografia, e as prácticas de beleza.

Qualquer que seja o tópico da minha apresentação, e quer seja na Austrália, no Reino Unido ou nos EUA, os activistas transgéneros bombardeiam o grupo organizador e o local do encontro com emails acusando-me de ódio-aos-trans e transfobia, e buscando formas de me banirem.

Nos blogues, no Facebook no Twitter eles acusam-me de querer "eliminar" os transgéneros, e eles desejam a minha morte. Um activista fez uma imagem duma lata de pesticida contendo uma foto minha junto a qual um slogan dizia "Mata feministas radicais instantaneamente".
Estes activistas ameaçam as demonstrações e placards contra mim em qualquer lugar onde eu falo.


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É tremendamente irónico ver "grupos protegidos" da esquerda militante a guerrerarem entre si. Certamente que as feministas não se apercebem que as mesmas forças que dão apoio à "causa" transsexual são as mesmas que financiam o feminismo.
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

"Eu tenho vivido uma mentira. A mudança de sexo foi um erro enorme"

Um militar inglês aposentado está pleiteando junto ao serviço público de saúde da Inglaterra a reversão da cirurgia de mudança de sexo que realizou há 23 anos. Segundo informação do Daily Mail, Gary Norton, 75, que passou a se chamar Gillian após a mudança de sexo, está arrependido de ter se tornado uma mulher e quer voltar a ter um corpo de homem.

O motivo que teria levado Gary a querer voltar atrás em sua escolha é o facto não se sentir mais uma mulher. 

"Eu tenho vivido uma mentira. A mudança de sexo foi um erro enorme”, diz o militar aposentado.
Actualmente, Gary é legalmente e fisicamente uma mulher. No entanto, o pensionista deixou de se vestir como mulher há um ano, voltou a usar roupas masculinas e quer retornar a seu sexo de nascimento.

Ele está na lista de espera para realizar uma mastectomia (cirurgia para retirada das mamas), mas ainda não conseguiu a liberação da cirurgia de reversão da mudança de sexo.

Gary afirma que continua sentindo atracção por mulheres heterossexuais e que fez a mudança de sexo por ter recebido um diagnóstico errado de um médico. Ele também diz que, após a cirurgia, sofreu com o distanciamento de seus quatro filhos e de sua ex-mulher.

Mudança de sexo

Segundo Gary, a ideia da mudança de sexo surgiu após ele ter consultado um médico que o aconselhou a realizar a cirurgia. Gary conta que estava deprimido e admitiu na consulta com o médico ter o costume de vestir as roupas de sua mulher. O médico teria concluído que ele sofria um transtorno de identidade de género e sugeriu a mudança de sexo.

A partir daí, Gary iniciou tratamento com hormónios femininos. "Estava fascinado e esperançoso de que me tornar uma mulher faria eu me sentir melhor." O ex-militar diz que não contou suas intenções para sua família e que se vestia como uma mulher escondido. "Um dia, recebi um telefonema do meu filho dizendo que eles estavam todos revoltados [por terem descoberto o segredo de Gary] e que não queriam mais nada comigo”, conta o aposentado.

Gary realizou a cirurgia de mudança de sexo em 1989. Segundo ele, no momento da cirurgia, já se sentia arrependido. “Uma voz na minha cabeça dizia que estava fazendo um erro, mas eu senti que era tarde demais para voltar atrás”.

Após a cirurgia, Gary passou a assumir publicamente a identidade feminina. No entanto, ele diz que seguia tendo atração sexual por mulheres e se sentia preso no próprio corpo.

Eu não queria ser uma mulher. Só gostava de me vestir como mulher de vez em quando”, conta o ex-militar. "Foi devastador, eu era um homem preso no corpo de uma mulher”.

Em 2011, após 23 anos da cirurgia, Gary parou de tomar hormônios femininos, deixou os pelos da face crescer e doou as roupas femininas que tinha em seu guarda-roupa.

Actualmente, o aposentado trabalha como arquiteto e busca alertar outras pessoas sobre situações semelhantes a que vivenciou. Ele diz que ainda tenta uma reaproximação com a família.



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Esta não é a primeira e nem vai ser a última vez que temos notícias de alguem que se arrepende de mutilar o seu corpo em nome duma ilusória "identidade de género". A verdade dos factos é que a criação da "identidade de género" é uma arma de desestabilização social tendo em vista a subversão dos costumes e futura implantação dum regime totalitário.

Note-se que bastou a mentira dum médico esquerdista para que 6 vidas tivessem sido permanentemente alteradas para pior. Agora imagine-se quantas outras pessoas não vêem as suas vidas destruídas por outros médicos com uma ideologia politica e sexual análoga a deste "médico".

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Falso médico transsexual colocou cimento e composto de pneu na cara de cliente


Uma mulher de Miami, na Flórida, Estados Unidos, acusa Oneal Ron Morris de lhe ter colocado cimento e um composto de pneu na cara. Esta é a segunda acusação contra o falso médico, após uma outra mulher ter revelado que tinha cimento nas nádegas.

Rajee Narinesingh, de 48 anos, tem as maçãs do rosto, o queixo e o lábio superior deformados. Segundo a própria, só recorreu ao falso médico Oneal Ron Morris por não ter dinheiro suficiente para um especialista verdadeiro.

Aprendi da pior maneira. Podia ter morrido”, disse Rajee, a um canal de televisão de Miami, contando que nasceu mulher num corpo de homem: “Vivemos obcecados em tornar o nosso exterior adequado ao nosso interior. Por vezes fazemos asneiras e apostamos na sorte”.

No início de Novembro, Oneal Morris foi detido pela polícia de Miami, acusado de injectar uma mistura de cimento nas nádegas de uma paciente.

Oneal Morris, também transsexual, realizava as injecções na sua casa, sem qualquer licença médica.

Fonte.

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