domingo, 1 de abril de 2012

Violência doméstica termina com circo gay

Como é dia 1 de Abril, não sei se isto é verdade ou não, mas o vídeo parece genuíno.

Isto eram os "pombinhos" em 2010.

Mas o Manuel (esquerda) foi rejeitado pelo Fernando. Pior, o Fernando trocou o Manuel por uma mulher.

O genuíno é sempre melhor que a cópia e um homem nunca vai ser uma mulher.

Eis aqui o vídeo com o testemunho do rejeitado. Preparem os lenços porque a história é hilariante comovente.

Não se esqueçam: a esquerda militante (e a "direita" pró-sodomia) quer entregar crianças inocentes a pessoas com este tipo de desvios.

O CDS já não defende os valores Cristãos?

Proposta apresentada e rejeitada no Conselho Nacional do CDS de 30 de Março em Leiria por doze conselheiros nacionais subscritores da carta a propósito de votações parlamentares em matérias ditas “fracturantes”, inéditas na história ao arrepio das posições definidas pelo partido, sustentada na sua carta de princípios e no seu programa político;

PROPOSTA

1- A vida é o primeiro de todos os valores morais. A defesa da vida é um valor essencial para o CDS pelo que os deputados do CDS devem votar contra as propostas de legislação que liberalizem o aborto.

2- Pela mesma razão de defesa da vida, os deputados do CDS devem votar contra propostas de lei que liberalizem a eutanásia ou o suicídio assistido.

3- A vida não se encontra na livre disposição do Estado, pelo que os deputados do CDS devem votar contra as propostas de lei que consagrem a procriação medicamente assistida como um método alternativo de procriação ao acesso de todos as pessoas, e não apenas como um método subsidiário de procriação ao dispor de casais com problemas de fertilidade.

4- Para o CDS maternidade e paternidade não se confundem, preenchem dimensões diferentes no desenvolvimento da criança, não sendo indiferente para uma criança ter dois ou duas mães em vez de um pai e uma mãe pelo que os deputados do CDS devem votar contra as propostas de lei que consagrem a filiação de crianças por dois pais ou duas mães.

Fonte

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Sinceramente, não se entende como é que um partido que se identifica como "democrata-Cristão" se opõe a estes pontos.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Crianças deprimidas mais propensas a serem vítimas de bullying

As crianças com sintomas depressivos têm mais facilidade em tornar-se vitimas de «bullying», de acordo com um estudo desenvolvido pela Universidade do Estado de Arizona, hoje divulgado.

Já se sabia que as crianças rejeitadas e intimidadas pelos colegas tinham tendência a tornar-se deprimidas, mas novas pesquisas vêm agora revelar que a relação pode funcionar em sentido inverso, indicando que as crianças com sintomas depressivos na escola primária podem tornar-se futuras vítimas e vir a sofrer de isolamento social.

Até agora, as investigações tentavam perceber se era o «bullying» que levava à depressão ou se eram as crianças deprimidas que seduziam os «valentões» da escola.

O estudo, desenvolvido pelos investigadores da Universidade do Estado de Arizona, revela que os sintomas depressivos no 4ºano de escolaridade aumentam as hipóteses de as crianças virem a ser intimidadas no 5º ano e de, no 6º ano, acabarem mesmo por ser rejeitadas pelos colegas.

Para chegar a estes resultados, os pesquisadores acompanharam 486 crianças, avaliando os seus sintomas de depressão e os níveis de aceitação social através de inquéritos confidenciais preenchidos pelos pais, professores e pelas próprias crianças, que se classificaram e avaliaram os colegas.

O estudo demonstra que as crianças com sintomas de depressão no 4º ano são mais propensas a vitimização, ao passo que os alunos que eram vítimas de bulling não aumentavam o risco de depressão nos anos seguintes.

Os autores defendem que as crianças com sintomas de depressão - como isolamento social, comportamento passivo e choro excessivo - começam por ser rejeitadas pelos colegas e, em seguida, passam a ser alvo de intimidações.

Diário Digital / Lusa


terça-feira, 27 de março de 2012

Alemanha: As ameaças dos activistas homossexuais

A maior parte do sucesso e das vitórias que o lobby LGBT tem obtido nos seus objectivos políticos deve-se à sua habilidade em se colocar como vítima de "violência", "discurso de ódio", "exclusão social" ou "descriminação".

A realidade dos factos, no entanto, mostra que os activistas homossexuais são eles mesmos um dos grupos mais agressivos e intolerantes da sociedade actual.

Isto tornou-se mais uma vez claro na cidade de Colónia onde, após uma decisão da Schützenverein (“marker’s club) em proibir o tradicional “Schützenkönig” (o “rei dos markers”, i.e. o melhor "marker") de nomear o seu parceiro homossexual como a "Schützenkönigin" (i.e. a sua "rainha") resultou no envio de ameaças de morte dirigidas aos membros do conselho da associação.

Três destes membros, incluindo um bispo Católico, receberam e-mails anónimos com mensagens como "Queremos te ver enforcado por causa disto", "Tu e a tua família nunca mais serão felizes", "Vamos transformar as vossas vidas num inferno!".

As mensagens incluem também linguagem insultuosa, descrevendo os honrados oponentes da agenda LGBT como "nazis".

Como seria de esperar, o incidente não foi reportado pelos maiores órgãos de informação do país uma vez que isto poderia lançar dúvidas sobre a imagem de "vítimas" que o lobby LGBT quer manter sobre si.

Oprimidos.

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Não deixa de ser curioso o lobby sodomita alemão qualificar de "nazi" as pessoas que se opuseram à sua agenda sexual quando a Nacional Socialista estava efectivamente dominada por homossexuais. Como se isso não fosse suficiente mau, temos também um artigo escrito por um homossexual onde se lê que os movimentos fascistas europeus são liderados por homossexuais.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Inglaterra: O verdadeiro motivo por trás do "casamento" homossexual

Sendo já o alvo de várias críticas internas por ter cedido às pressões da anti-democrática União Europeia, o Primeiro Ministro (PM) inglês David Cameron surpreendeu tudo e todos quando subitamente deu início a movimentações que visam legalizar o "casamento" homossexual, num gesto que visa antecipar uma decisão legal da Comissão Europeia que pode declarar a actual definição de casamento existente no país como "discriminatória".

Nigel Farage, líder do popular partido inglês UKIP não só é desta opinião como acrescenta:

Nos 12 anos que tenho sido um MEP, recebi uma quantidade enorme de mensagens provenientes dos constituintes - pedindo-me que desse apoio a uma coisa ou que me opusesse a outra causa. Nunca durante este tempo todo alguém me pediu que me opusesse ou desse apoio ao "casamento" homossexual.
Farage descreveu um encontro não esperado em Bruxelas que contou com a presença do activista homossexual Peter Tatchell, cujo caso contra a definição legal britânica de casamento está em vias de ser analisada pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH).

Farage diz:

Mas é claro! Fui tão estúpido. Porque é que não pensei nisso antes? Tinha que existir um ponto de vista europeu por trás disto.
Os conselheiros legais do partido de Farage, UKIP, afirmam que o caso trazido por Tatchell ao TEDH quase de certeza que será vitorioso, o que colocaria Cameron na posição de ter que se submeter à mais uma decisão dum tribunal estrangeiro, sobejamente odiado pela população britânica.

Isto revelaria Cameron como fraco e ineficiente.

O comboio Tatchell foi visto a aproximar-se e como tal, Cameron está a fazer os possíveis para se afastar do seu caminho.

O facto de Cameron subitamente ter dado início a esta causa, que nem estava nos horizontes, sugere que o caso [de Tatchell] dirige-se a uma audição eminente e os seus conselhos jurídicos são os mesmos que os meus.

Cameron foi já alvo de fortes críticas devido à sua decisão de ignorar uma promessa eleitoral tendo em vista um referendo a papel da Grã-Bretanha na União Europeia.

A relação entre a Grã-Bretanha e a União Europeia estão já a ser alvo de escrutínio crescente, numa altura em que 80% das leis que são aprovadas em Westminster são cópias de directrizes da União Europeia.

A última coisa que Cameron precisa agora é ter os tribunais Europeus declararem a nossa lei discriminatória e exigir que ele a altere.
O esforço de Cameron em torno do "casamento" homossexual é oposto por virtualmente todas as forças religiosas do país, e 70% da opinião pública.

Fonte

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Portanto, o avanço do "casamento" homossexual na Inglaterra é só uma forma de David Cameron não ser mais uma vez humilhado pela União Europeia quando estes exigirem que ele altere a vigente definição de casamento de modo a que o homossexualismo seja artificialmente elevado para a posição única da sexualidade normal.

Impressionante como bastou um activista homossexual (Peter Tatchell) para que o PM britânico desse início a um processo que visa destruir uma instituição como forma de satisfazer o lobby homossexual e os desejos imperialistas da União Europeia.

O facto de 70% da população se opor a alteração da definição de casamento é irrelevante. O que interessa é o que a elite quer.

Como é normal em virtualmente todos os movimentos esquerdistas, o gayzismo é um movimento duma elite, e não algo que parte do grupo que essa elite diz representar. Os próprios homossexuais não parecem muito interessados no "casamento" homossexual. Veja-se este e este texto.

A celebridade homossexual Christopher Biggins afirma que está feliz com a união civil mas não quer redefinir o casamento uma vez que "nós não podemos ver-mo-nos livre de tudo".

Falando no programa diurno da ITV "Loose Women", ele disse: "Sou muito contra o casamento [homossexual] porque penso que isso é para os heterossexuais."

Biggins, que tomou parte numa união civil no ano de 2006, disse ainda:

Não podemos remover tudo; temos que nos agarrar a alguma coisa.
As suas palavras ecoam comentários seus feitos em 2005, quando as uniões civis forma introduzidas. Na altura ele disse:
Na minha opinião, o casamento deve sempre estar reservado para a união entre um homem e uma mulher primariamente com o propósito de gerar uma família.

Dar mais um passo e elevar as uniões civis para o estatuto de casamento seria gozar com a instituição [do casamento] que, apesar das suas falhas, há muitos séculos que tem sido positiva para a sociedade.

Mas como já foi dito em cima, a opinião da população não é relevante para o lobby gay.

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